Metis
metis
Inteligência cultural
Início
  • Meus projetos
  • Nova análiseAI
  • Prestação contas
  • Alertas
  • Favoritos
  • Chat IAAI
  • Insights IAAI
  • Newsletter
  • Relatórios
  • Oportunidades🔥
  • Projetos
  • Propostas
  • Proponentes
  • Incentivadores
  • Fornecedores
  • Segmentos
  • Locais
  • Mapa Brasil
  • Estatísticas
  • Comparativos
  • Visão geral
  • Comparar
  • PNAB (Aldir Blanc)
  • Lei Paulo Gustavo
  • Cultura Afro
  • Bolsas
  • Links úteis
  • Minha conta
  • Filtros salvos
  • Configurações
Voltar📄 Gerar Relatório Completo
PRONAC 210808Projeto encerrado por excesso de prazo sem captaçãoMecenato

O QUE ERA DOCE ACABOU

KARINE AZEVEDO FERREIRA
Solicitado
R$ 198,7 mil
Aprovado
R$ 198,7 mil
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

Nenhum incentivador/fornecedor cadastrado localmente. Click "Carregar via SALIC" para buscar da API ao vivo.

Linha do tempo

  1. 01/01/2021
    Cadastro PRONAC
    Ano 21
  2. 01/06/2022
    Início previsto
  3. 31/12/2023
    Término previsto
  4. 06/05/2026Encerrado
    Projeto encerrado por excesso de prazo sem captação

Histórico inicial = baseline (situação atual no momento da primeira ingest). Próximas mudanças de status serão capturadas automaticamente a cada nova sincronização SALIC.

Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Apresentação ou Performance de Teatro
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Projetos normais
Ano
21

Localização e período

UF principal
SP
Município
Sumaré
Início
2022-06-01
Término
2023-12-31
Locais de realização (1)

Resumo

O projeto consiste na produção do espetáculo infanto-juvenil "O QUE ERA DOCE ACABOU" que traz de forma lúdica a história e a origem de brincadeiras infantis como jogo da velha, esconde-esconde e amarelinha, e a realização de vivências recreativas teatrais como ação formativa.

Sinopse

E se as brincadeiras de infância que conhecemos fossem meninas com suas mais diversas personalidades? Uma muito elétrica, outra pesada e uma outra ainda bem medrosa. Essas irmãs narram e se personificam em três brincadeiras bastante conhecidas de nossa infância: jogo da velha, esconde-esconde e amarelinha. E vão contar ao público, de uma maneira bem lúdica e divertida, a história e a origem dessas brincadeiras.

Objetivos

OBJETIVO GERAL O projeto tem como objetivo a produção do espetáculo infanto-juvenil "O QUE ERA DOCE ACABOU", levando ao público de forma lúdica a história e a origem de brincadeiras infantis como jogo da velha, esconde-esconde e amarelinha. Serão realizadas apresentações teatrais gratuitas para crianças e jovens de 05 a 14 anos em situação de vulnerabilidade social. Além do público espontâneo, realizaremos contatos com entidades assistenciais, escolas e outros espaços culturais para que possamos ter um bom público. Como ação formativa, será realizado uma oficina de vivência recreativa com jogos e brincadeiras teatrais para alunos e professores da rede pública de ensino. OBJETIVO ESPECÍFICO - Realizar 16 apresentações teatrais gratuitas do espetáculo infantil "O que era doce acabou" com duração de 50 minutos e com uma média de público de 150 espectadores por apresentação. - Realizar 04 oficinas de vivência recreativa com atividades educativas, jogos e brincadeiras teatrais para 240 participantes.

Justificativa

Para a realização deste projeto destacamos os seguintes incisos do Art. 1º da Lei 8313/91: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; II - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais; III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; IV - proteger as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsáveis pelo pluralismo da cultura nacional; V - salvaguardar a sobrevivência e o florescimento dos modos de criar, fazer e viver da sociedade brasileira; IX - priorizar o produto cultural originário do País. e os seguintes objetivos do Art. 3º: II - fomento à produção cultural e artística, mediante: c) realização de exposições, festivais de arte, espetáculos de artes cênicas, de música e de folclore; Antigamente as crianças não tinham tantos brinquedos como as de hoje e, por isso, tinham que usar mais a criatividade para criá-los. Usavam tocos de madeira, pedrinhas, legumes e palitos para fazer animais, além de brincadeiras como amarelinha, bolinha de gude, cantigas de roda, passa anel, roda pião, empinar pipa, dentre várias outras e, assim, se divertiram por décadas e décadas. Com os avanços da modernidade, a tecnologia restringiu as brincadeiras fazendo com que as crianças passem muitas horas na frente do computador ou mesmo da televisão. Ficam ocupadas em vencer obstáculos, disputar corridas, tudo isso sem sair do lugar. O conhecimento e o resgate das brincadeiras é um meio de estimular aprendizagens específicas das crianças. O lúdico envolve motivação, interesse, e satisfação, ativando aspectos referentes às emoções e à afetividade, componentes importantes no processo da formação humana e integração social. Estimular o resgate de brincadeiras antigas e brinquedos, visa a descoberta de outras formas de brincar estimulando o novo e a valorização da nossa cultura popular transmitida de pais para filhos por gerações. Ao brincar a criança cria conexões com o mundo social. Brincando elas aprendem a interagir em si, deixando fluir sua imaginação. Desse modo, aprende a lidar com o mundo formando sua personalidade e recriando situações do cotidiano. É através das crianças que se perpetuam as brincadeiras tradicionais. Sendo estas, preservadas e recriadas a cada nova geração. Com isso, o projeto "O QUE ERA DOCE ACABOU" busca resgatar a tradição das brincadeiras afim de ampliar o universo lúdico e cultural das crianças, além de promover uma interação com outras gerações.

Estratégia de execução

não se aplica

Especificação técnica

Não se aplica

Acessibilidade

Produto: Espetáculo de Artes Cênicas ACESSIBILIDADE FÍSICA: Serão proporcionadas condições de acessibilidade a pessoas idosas nos termos do art. 23 da Lei n° 10.741 de 01 de outubro de 2003, e acesso preferencial em todos os locais de realização do projeto, bem como será proporcionado condições de acessibilidade a portadores de deficiência, conforme disposto no art. 46 do Decreto nº 3.298, de 20 de dezembro de 1999, disponibilizando lugares especiais para assistir aos espetáculos, fácil acesso ao setor do local de realização, prioridade e facilidades para acesso e locomoção. Para fins de atendimento do Art. 27, II do Decreto 5.761/06 e artigos 21 e 23 da Instrução Normativa Nº 1, de 9 de fevereiro de 2012 será disponibilizado acesso preferencial para idosos e portadores de deficiência, bem como será disponibilizado pelo menos 5% da capacidade do local para esse público e espaço de pelo menos 10% adaptável para acessibilidade da lotação. Conforme faculta a legislação, no caso de não haver procura pelos assentos reservados, estes poderão excepcionalmente ser ocupados por pessoas que não sejam portadoras de deficiência ou que não tenham mobilidade reduzida. DEFICIENTES AUDITIVOS / VISUAIS: O projeto prevê apresentações com a presença de um profissional intérprete de Libras e áudio descrição, sendo essas apresentações realizada com especial divulgação entre o público atendido por instituições de apoio ao surdo e deficientes visuais, e secretarias municipais. (Os valores correspondentes a esses serviços estão descritos na planilha como Intérprete de Libras e Audiodescrição) Produto: CONTRAPARTIDA SOCIAIS ACESSIBILIDADE FÍSICA: rampas, corrimões, banheiros adaptados, assentos para obesos e idosos e etc. DEFICIENTES AUDITIVOS / VISUAIS: Profissional de Libras e audiodescrição (Para essa atividade será realizado inscrição de participação, ocasião em que o participante poderá manifestar a necessidade de condições especiais de acessibilidade. Assim, havendo manifestação do participante inscrito na ficha de inscrição, serão providenciados os serviços, a serem arcados com recursos próprios)

Democratização do acesso

Será garantida democratização de acesso ao público em geral, especialmente aos desprovidos de produtos culturais, uma vez que todo projeto será realizado gratuitamente. Além do público espontâneo, realizaremos contatos com entidades assistenciais, escolas públicas e outros espaços culturais para que possamos ter um bom público. E, de acordo com o Artigo 21 da Instrução Normativa nº 2/2019 do Ministério da Cidadania também será adotado: Espetáculo de Arte Cênica I - doar, além do previsto na alínea "a", inciso I do artigo 20, no mínimo, 20% (vinte por cento) dos produtos resultantes da execução do projeto a escolas públicas, bibliotecas, museus ou equipamentos culturais de acesso franqueado ao público, devidamente identificados; VII - realizar ação cultural voltada ao público infantil ou infantojuvenil; Contrapartida Social: IV - permitir a captação de imagens das atividades e de espetáculos ou autorizar sua veiculação por redes públicas de televisão e outras mídias; § 1º As ações formativas culturais deverão corresponder a pelo menos 10% (dez por cento) do quantitativo de público previsto no plano de distribuição, contemplando no mínimo 20 (vinte) limitando-se a 1.000 (mil) beneficiários, a critério do proponente. § 2º 50% (cinquenta por cento) do quantitativo de beneficiários das ações formativas culturais devem se constituir de estudantes e professores de instituições públicas de ensino.

Ficha técnica

Coordenação Geral: Bruno Ferian Produção Executiva: Rodrigo Lopes Assistente de Produção: Marina Branco Atriz: Karine Azevedo (proponente será remunerado conforme linha descrita na planilha orçamentária) Coordenação Geral: Bruno Ferian Publicitário, Produtor Cultural, Ator, Dublador e Diretor formado em Arte Dramática pelo Conservatório Carlos Gomes em Campinas/SP. Iniciou suas atividades artísticas aos 15 anos, tendo estudado em diferentes instituições nas cidades de Valinhos, Campinas, São Paulo e Rio de Janeiro, sob orientação de renomados profissionais como Fernando Leal, Zé Henrique de Paula, Dan Rosseto, Neyde Veneziano, Sílvio Guindane, Márcio Augusto, Marina Elias, Raul Barreto, Suzana Aragão, entre outros. Participou de diversas montagens teatrais adultas, infantis, curtas metragens e web séries. A partir de 2012 trabalhou com Produção e Assessoria da TeatroGT, levando diversos espetáculos do eixo Rio-SP para o interior paulista. Em 2014 iniciou trabalhos de assessoria e produção na ONG Instituto Ideia Coletiva, onde realizava eventos e projetos culturais como curtas metragens, exposições, mostras de cinema, workshops de audiovisual, apresentações de teatro infantil e música. Todos esses projetos foram realizados através de leis de incentivo e editais da Rouanet e ProAC. Atualmente está à frente da Mercúrio Gestão e Produção Cultural, desenvolvendo trabalhos de produção de espetáculos, projetos culturais com leis de incentivo, assessoria de imprensa e produção de casting para publicidade, tv e cinema. Fez as produções dos espetáculos “Troca Troca”, “A Turma do Arrepio”, “Irmã Selma”, “Clímax!”, assessoria do curta-metragem “Bonsai” vencedor do prêmio Filma Brasil de 2014. Em 2016 realizou a montagem do espetáculo “Cama de Gatos” e a produção da "1ª SEMANA DO HUMOR DE CAMPINAS" em parceria com o instituto Ideia Coletiva. Através das leis de incentivo realizou os projetos “De que cor são minhas asas?” na cidade de Itu e Campinas em 2018; “Semana do Humor” nas cidades de Santa Cruz do Rio Pardo, Jundiaí e São Paulo; “O Reino Sustentável de Oz” na cidade de Santa Cruz do Rio Pardo e “Recontando Contos” nas cidades de Rio Claro, Botucatu, Marília e Campinas em 2019. Produção Executiva: Rodrigo Lopes Formado em Artes Dramáticas pelo Conservatório Carlos Gomes de Campinas, iniciou seus estudos teatrais em 1999 na Escola Municipal de Cultura e Arte de Campinas. Desde 2013, desenvolve trabalhos de produção cultural e arte-educação em projetos culturais contemplados por editais e leis de incentivos fiscais, realizando eventos e projetos socioculturais como curtas metragens, exposições, mostras de cinema, workshops e oficinas de audiovisual e teatro, apresentações de teatro infantil, adulto e música. Tendo trabalhado com patrocínio de importantes empresas como: Panco, ArcelorMittal, Bebidas Poty, Grupo Lwart, CCR Via Lagos, SpecialDog, entre outras. Em seus últimos projetos atuou como produtor/técnico da peça “ANA E O SUPER MIPIÁ” 2019, como assistente de produção da peça “O REINO SUSTENTÁVEL DE OZ” 2019, como assistente de produção/técnico do projeto “RECONTANDO CONTOS” 2019, técnico de som e luz nas peças “CLÍMAX!” e “EXISTE SEXO DEPOIS DO CASAMENTO” 2018; como arte-educador e produtor nas oficinas ‘Clique Jovem’ 2018 (fotografia), ‘Audiovisual para Jovens’ 2017, ‘Curta Jovem’ 2017, ‘O Curta que a gente quer fazer’ 2018, ‘Video Mobile’ 2017/2018 (cinema) e na ‘Mostra Itinerante de Cinema Ambiental – M.I.C.A.’ 2018. Assistente de Produção: Marina Branco Pós-graduada em Teatro-Educação pela Faculdade Paulista de Artes, graduada em Pedagogia pela Universidade São Francisco e técnica em Artes Dramáticas pelo Conservatório Carlos Gomes. Desde 2012 atua na produção, coordenação e na assessoria pedagógica de projetos culturais. Atua também como arte-educadora, orientando os aprendizes nas áreas de preparação cênica, em projetos de formação audiovisual como: Nosso Curta, Audiovisual para Jovens, Curta Jovem e O Curta que a Gente quer Fazer. É autora do livro infantil "Ana e o Mistério dos Superalimentos", apoiado pelo Ministério da Cultura e lançado em 2015; e coautora do artigo: “Arte no Azulejo” – publicação da Sec. de Educação de Campinas. Atuou na rede pública de educação da Prefeitura Municipal de Campinas nas séries iniciais do Ensino Fundamental e Infantil. Coordenou as oficinas de “Jogos Pedagógicos com material reciclado” e “Contando histórias”, destinadas a professores da rede municipal de ensino de Areial – PB, através do Projeto Rondon, e ministrou oficinas de desenho de animação, no Projeto Cineminha. Entre os anos de 2013 e 2015 atuou como diretora artística e autora das peças infantis: “Era Outra Vez...: Teatro e Literatura Infantil - um alento ao hábito de ler", que circulou em 8 cidades do Estado de São Paulo e "Contos de Outro Canto", com circulação em Curitiba-PR, através de projeto via Lei Rouanet; também como produtora e atriz na peça infantil "A Roupa Nova do Imperador", apoiada pelo Ministério da Cultura,via Lei Rouanet e Secretaria de Estado da Cultura, via Proac ICMS. Em 2016 atuou como coordenadora pedagógica e arte-educadora no projeto de formação teatral para jovens "Jovem em Cena", realizado em Lençóis Paulista- SP. Entre os anos de 2018 e 2019 atuou como produtora e na assessoria pedagógica de projetos executados pela Mercúrio Produções: “De que cor são minhas asas?”; “Recontando Contos”, ambos de literatura e contação de histórias e, “O Reino Sustentável de Oz” de teatro infantil. Atriz: KARINE AZEVEDO Atriz, diretora e professora de teatro, já atuou em mais de 30 espetáculos, dirigiu 4 espetáculos, operadora de luz em 2 e de som em 2, atualmente integra o grupo Alumiah Teatro com o espetáculo Eu Sou Eu, Anne Frank – Estripulia teatral em cinco quadros e uma chegança com a direção de Luis Carlos Laranjeiras em temporada desde sua estreia em 2017. Com esse espetáculo participou de diversos festivais, tendo ganho o prêmio de Melhor Atriz no FESTA – Festival de Teatro de Araguari edição 2017. Também participa do grupo da produtora Mercúrio Cultural com o espetáculo O Reino Sustentável de Oz, em temporada desde 2019. É a Coordenadora Geral do Conselho Municipal de Cultura da cidade de Sumaré/SP e está no comitê gestor da Lei Audir Blanc. Também é produtora cultural, e dubladora pelo estúdio Up Voice. Já participou de diversos workshops e oficinas com renomados grupos do teatro brasileiro, e instituições artísticas do estado de São Paulo. É também graduada em Educação Física pela Universidade Estadual de Campinas e pós-graduada em Gestão Cultural – Cultura, desenvolvimento e mercado pelo SENAC/SP

Providência

PROJETO ARQUIVADO.

Campinas São Paulo