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Produzir um livro de ilustrações contando, de maneira lúdica e de mais fácil compreensão, a história da construção do Cristo Redentor, voltada para o público infanto-juvenil, com intuito de ajudar na difusão do conhecimento de importante momento na história da cidade do Rio de Janeiro, que foi a construção do monumento ao Cristo Redentor e que tem sua história pouco sabida, ajudando assim a aumentar a auto-estima e a difundir esta bela história, a partir da base, que são os nossos jovens brasileiros.
O livro “Braços Abertos” será redigido a partir da conversa de um casal de jovens de 14 anos - Nina e Chico, que estarão sentados, juntos, na pedra do Arpoador - Ipanema/RJ, de onde se vê, ao longe o Cristo Redentor. Chico, então irá começar a contar para Nina algumas coisas que sabe sobre a construção do monumento, levantando então a história, mas dizendo que gostaria muito de saber mais e melhor sobre a construção... afinal, como pode o Cristo estar lá, em pé, inteiro, fazem 90 anos... E também como é incrível que ele seja visto de tão longe e de tantos lugares da cidade. Nina se lembra que ouviu falar que o Cristo Redentor é como uma bússola da cidade, pois seu braço direito (de onde eles estão vendo, no Arpoador), aponta para a Zona Sul da cidade; o braço esquerdo, à Zona Norte, a frente, o leste - entrada de Baía de Guanabara e nascer do sol e da lua, e as costas a zona oeste... Quando Chico lembra que a tradução de Corcovado é COR QUO VADO, "coração para onde vou"... ele, então, resolve dar um mergulho da pedra, no mar e brincando grita "coração para onde vou..." e chama Nina, "vem!!" Nina mergulha atrás de Chico e, neste mergulho, eles entram num túnel do tempo e "caem", como num sonho, em 1921, no ano em que está começando todo o processo da ideia da construção de um monumento religioso, para a celebração do Centenário da Independência do Brasil, no ano seguinte, 1922, e que um grupo que compunha o Círculo Católico se reuniu para escolher umas das montanhas do Rio onde poderia ser erguido um monumento religioso para celebrar a data, bem como qual seria o projeto a ser escolhido. A partir dai Nina e Chico começam, nesta volta ao tempo, a acompanhar Heitor da Silva Costa – autor e construtor do Cristo Redentor, em todos os processos de desenvolvimento do projeto Cristo Redentor, desde a primeira ideia até sua inauguração, no dia 12 de outubro de 1931. Eles seguem Heitor em todos os passos da construção, dos desenhos, da escolha do local, do tamanho, do material a ser empregado na construção, das plantas de engenharia e arquitetura, das doaçoes para angariar fundos para a obra, da escolha da equipe para estar junto a Heitor nas diversas fases do projeto..., tudo. Eles serão como jovens aprendizes que irão tirando suas dúvidas, in loco. E todo este processo vem acompanhado de ilustrações que vão trazendo ao imaginário do leitor todo o conhecimento desta história, no passo a passo, para que assim ele possa refazer o caminho da história da construção do monumento que se tornou um dos ícones da cidade do Rio de Janeiro e do Brasil, o Cristo Redentor.
OBJETIVO GERAL: Produzir uma publicação voltada para o registro e difusão de importante momento na história da cidade do Rio de Janeiro que foi a construção monumento do Cristo Redentor, voltada para o público infanto-juvenil, mostrando, passo a passo, todas fases do projeto e da construção contadas de forma lúdica e de simples compreensão, trazendo conhecimento histórico, a partir da leveza do contar através de desenhos e ilustrações e com um texto claro e completo, descrevendo a saga da construção deste que se tornou o ícone de nossa cidade. OBJETIVO ESPECÍFICO: Publicar livro de desenhos e ilustrações contando a história da construção do Cristo Redentor, com tiragem de 3.000 exemplares.
Em 2021 estaremos comemorando 100 anos do início da ideia da construção e 90 anos da inauguração do monumento ao Cristo Redentor, que se deu no dia 12 de outubro de 1931 (portanto, o Cristo Redentor estará dentro de suas celebraçoes dos seus 90 anos até o dia 12 de outubro de 2022).Planejado para a comemoração do Centenário da Independência do Brasil, ocorrido em 1922, o Cristo Redentor surgiu a partir de uma concorrência pública ocorrida entre os arquitetos e engenheiros da cidade do Rio de Janeiro, no ano de 1921. Um ótimo momento para contar a verdadeira história da construção deste que se tornou ícone de nossa cidade, mas que tem sua história completamente ignorada por grande parte da população. Um oportunidade de começar a construção de nossa memória na fonte, no início do processo de aprendizado humano que é a infância e adolescência, onde as memórias começam a se formar e se fixar na mente humana. Assim conseguiremos incentivar o conhecimento histórico, de forma a mostrar todo um processo complexo e grandioso a fim de incentivar a curiosidade e ajudar a formar uma memória nova, difundir um conhecimento importante, a partir da base. Conhecimento este que vai trabalhar com atitudes positivas, com a autoestima, com a importância da ética, a necessidade do saber e do estudo, a importância da perseverança, do trabalho em equipe, da confiança e tantos outras questões que, muitas vezes, vêm sendo esquecidas no mundo atual. Devido à falta de memória, formou-se toda uma geração onde a maioria das pessoas pensa ser o Cristo obra de autoria de um francês e sua construção financiada pelo governo da França apesar de o monumento ter sido erguido com dinheiro proveniente de todo povo brasileiro e ter sido projetado e construído pelo também brasileiro Heitor da Silva Costa e sua equipe. Com belas ilustrações e um texto simples, porém completo, vamos contar todos os processos construtivos deste que se tornou o ícone de nossa cidade e que levou 10 anos entre ideia, projeto e construção, tendo como base o acervo de Bel Noronha que vem trabalhando sobre o tema nos últimos 18 anos. Assim sendo os jovens poderão ter acesso a como era a cidade do Rio de Janeiro, no entorno do Corcovado, à época da construção do monumento, e ter uma ideia da absurda dificuldade deste empreendimento, num lugar absolutamente ermo e de difícil acesso, principalmente no período que vai do ano de 1921, que foi o início de toda a história, até o ano de 1931, quando o monumento foi inaugurado. Lembrando que à época da construção, o acesso ao alto do morro do Corcovado era feito unicamente pela estrada de ferro, uma vez que a estrada de rodagem não havia sido construída. E que estamos falando de uma montanha de 710 metros de altura. Teremos toda a história contada, passo a passo, sendo construída de maneira a incentivar a curiosidade, o raciocínio e a memória dos nossos pequenos e jovens leitores. A ideia é, a partir do conhecimento de nossa história, valorizarmos a memória e reconhecermos nossos valores, reforçando a necessidade do conhecimento, da coragem, da perseverança, do conhecimento técnico, e, sobretudo, do trabalho em grupo, da união de expertises específicas para se produzir o melhor resultado final possível. Aumentaremos assim a admiração e o afeto por nossos ascendentes, que nos presentearam com este maravilhoso monumento, o Cristo Redentor do Rio de Janeiro. A ideia do livro é que nossos jovens brasileiros comecem a se apropriar do que é nosso, valorizando a nossa história e nossa capacidade empreendedora, estimulando-os assim a se tornarem eles próprios bons e competentes profissionais, na área que vierem a escolher para seguir como suas profissões de vida. A solicitação de apoio ao projeto através da Lei Federal de Incentivo à Cultura é hoje uma das poucas formas de se encontrar parceria na iniciativa privada, sendo imprescindível sua existência para democratizar a cultura em todo o País. Sobre o atendimento ao Artigo 1º da Lei 8.313/91: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; IV - proteger as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsáveis pelo pluralismo da cultura nacional; VI - preservar os bens materiais e imateriais do patrimônio cultural e histórico brasileiro; VII - desenvolver a consciência internacional e o respeito aos valores culturais de outros povos ou nações; Sobre o atendimento ao Artigo 1º da Lei 8.313/91: II - fomento à produção cultural e artística, mediante: b) edição de obras relativas às ciências humanas, às letras e às artes;
Livro de ilustrações, contendo 102 páginas ilustradas e 10 páginas de "História Real" - com textos e fotografias de acervos históricos - , totalizando 112 páginas. Formato fechado: 18 x 23 cm (aberto 36 x 23 cm) Papel capa: Cartão Duo Design (ou similar) 250 Cores capa: 5/1 cores (CMYK + Pantone chapado / Pantone chapado) Acabamento capa: laminação fosca frente, verniz high gloss 15 x 20 cm, 02 orelhas com 16 cm cada Papel miolo: Couché fosco 115 Cores miolo: 4/4 cores (CMYK) Número de páginas miolo: 112 páginas Acabamento miolo: Verniz de proteção (caso necessário) Acabamento geral: Lombada quadrada costurada, shrink individual, encartamento
PRODUTO LIVRO Acessiblidade física: Não se aplica Deficientes Visuais:Prevemos a gravação do audiolivro para distribuição às instituições de assistência de deficientes visuais. Deficientes Auditivos: Não se aplica. ITEM DA PLANILHA ORÇAMENTÁRIA: Audiodescrição PRODUTO CONTRAPARTIDA SOCIAL Acessibilidade física: Nos comprometemos a selecionar escolas que possuam medidas de acessibilidade física. Deficientes auditivos: Para as palestras, prevemos a presença de intérpretes de Libras, mediante agendamento prévio. Deficientes visuais: Contaremos com arte educadores especializados para a condução e acomodação de deficientes visuais. ITEM DA PLANILHA ORÇAMENTÁRIA: Arte educador e Intérprete de libras
Atendimento ao Artigo 21 da IN 02/2019: I - doar, além do previsto na alínea "a", inciso I do artigo 20, no mínimo, 20% (vinte por cento) dos produtos resultantes da execução do projeto a escolas públicas, bibliotecas, museus ou equipamentos culturais de acesso franqueado ao público, devidamente identificados;
A proponente será responsável pela coordenação geral do projeto, e por toda a gestão do processo decisório do projeto. Possui aptidão comprovada na gestão administrativa, financeira e operacional. COORDENAÇAO EDITORIAL: BEL NORONHA (Proponente) Maria Izabel Seabra de Noronha (Bel Noronha) é formada em Comunicação Social e, trabalha na área audiovisual desde o ano de 1995: assistente de direção e produção de videoclipe do cantor Lobão, dirigido por Rogério Gallo. 2019/2020: Organização e armazenamento acervo Cristo Redentor, no Instituto Moreira Salles (RJ); 2018 - produção e pesquisa para o documentário “O Cristo do Rio”; 2013: Curadoria, Coordenação de Produção, Produção Executiva e Edição de Textos, livro “Redentor, de braços abertos”; 2013, Curadoria e produção executiva da exposição “Cristo Redentor,de Braços Abertos”, Forte de Copacabana RJ. Em 2011, produziu, com o escultor Edgar Duvivier, os bustos de Dom Sebastião Leme, Cardeal do Rio de Janeiro à época da construção do Cristo Redentor e de Heitor da Silva Costa, autor e construtor do Monumento, instalados no alto do Corcovado; 2010/2009: exposição “Christo Redemptor”: Curadora e Produtora; 2008: Roteirista, Diretora, Produtora e Pesquisadora do documentário ”De Braços Abertos”- PRÊMIOS: 1 - Melhor Filme Público / Melhor Direção – BRAFFT 2009 – Toronto – Canadá; 2 - Melhor Filme / Melhor Roteiro / Melhor Direção / Melhor Pesquisa – RECINE 2009 – Rio de Janeiro; 2007: Curadoria, Produção Executiva e Coordenação Geral da exposição “Christo Redemptor”, na ONU em Nova York. 2006: “Christo Redemptor” – exposição, Curadoria, Produção Executiva e Coordenação Geral; 2005: Produziu, roteirizou e dirigiu o curta-metragem “Christo Redemptor”, que contou com exibições em Paris, na Catedral de Notre Dame e teve seu lançamento no alto do Corcovado, em 12 de outubro de 2005. PRODUÇAO: IZABEL CAMPELLO Izabel Campello trabalha há 20 anos na área de produção e montagem de exposições, museus e eventos culturais. Realizou a produção executiva, coordenação de montagem e de produção e pesquisa de imagens, principalmente para instalações multimídias e interativas. Com o curador Marcello Dantas,fez produção para projetos como Arte da África(2003),Anish Kapoo(2006),Bossa na Oca(2008),Roberto Carlos 50 Anos(2009),Museu das Minas e do Metal (2009), Rebecca Horn(2010), Patricia Piccinini(2016), Outras Idéias(2017) e Ai Weiwei (RJ–2019).Responsável pela direção de produção e produção executiva do Museu da Gente Sergipana (Aracaju-2011),de curadoria do Marcello Dantas, que recebeu em 2018 a Ordem do Mérito Cultural, maior prêmio do Ministério da Cultura.Entre 2012 e 2015 foi gerente de produção da 32Bits Criações Digitais. Responsável pela coordenação das equipes de design, tecnologia e desenvolvimento de interatividades e aplicativos para meios culturais. Dentre elas, as interatividades do Museu do Amanhã (RJ) e das exposições:Cazuza Mostra a Sua Cara(2013), Casa O Globo(2014), Museu Casa do Rio Vermelho (2014),todas com direção artística do Gringo Cardia, exposições inaugurais do Museu de Arte do Rio(MAR).Recentemente fez a coordenação de montagem nos projetos: Ivan Serpa (CCBB-2020), MUSEHUM(2019), O Eclipse (MAST–2019) e Queermuseu (EAV–2018) e a produção das exposições Casa Carioca, inaugurada em setembro de 2020 e O Rio do Samba (2018) para o Museu de Arte do RJ (MAR). Com a Superuber fez a coordenação de montagem da Casa Firjan (exposições inaugurais - 2018) e a exposição Floresta Protetora (2016). Com a Bel Noronha Produções participou da produção e assistência de curadoria das exposições Christo Redemptor (2006 e 2009). ILUSTRADOR e DESIGNER GRÁFICO : MARCOS MAGALHÃES Cineasta de Animação, ganhador de um Prêmio Especial do Júri no Festival de Cannes com o filme "Meow!", e autor do "Animando", filme sobre técnicas de animação feito no National Film Board of Canada, e muitos curtas de animação premiados. Concluiu recentemente “As Novas Aventuras do Kaiser”, contemplado com o último edital do BNDES para curtas de animação. Criador do Ratinho de massinha do programa Castelo Rá-Tim-Bum. Foi artista visitante na Universidade do Sul da Califórnia (USC), onde realizou o curta “DoiS”. É um dos fundadores e diretores do Anima Mundi, Festival Internacional de Animação do Brasil, em suas 27 edições de 1993 a 2019. Graduado em Arquitetura na FAU- UFRJ. Doutor em Design e Professor Pleno na PUC-Rio. ILUSTRADOR e DESIGNER GRÁFICO: SÉRGIO MAGALHÃES Ilustrador, designer gráfico, artista plástico e músico, trabalhou como ilustrador de diversos veículos de comunicação, tais como: Jornal do Brasil, Veja Rio, El Periódico de Catalunya (Barcelona) e trabalha como Designer Gráfico e ilustrador da Fiocruz desde 1996. Foi responsável pela ilustração de diversas capas de livros: Corpo no Cerco, de Helena Parente Cunha, Caixinha de Música, de Roseane Murray, 3 livros da série"O Nariz de Júpiter", o O ABC do Ciclista – Sec. de Meio Ambiente RJ. Foi autor e ilustrador do Manual do Ciclista Urbano e ilustrou o Guia de Gastronomia de Rua. Foi responsável pelos Cenários e Programação Visual de diversos espetáculos no Rio de Janeiro e participou de várias Exposições Individuais de Artes Plásticas: Galeria Atelier,1978-RJ, Circo Voador RJ,1986, Casa de Cultura Laura Alvim RJ (Neste Mundo Tem de Tudo,1987), Bar Guixot (Barcelona,1991), Biblioteca de Manguinhos, 1998, entre outras. E participou também de diversas Exposições Coletivas de Artes Plásticas, no Brasil e na Espanha. TEXTOS: BEATRIZ BASTOS PADILHA Formada em Licenciatura em Educação Artística com especialização em Artes Plásticas no Instituto Metodista Bennett, RJ.Trabalhou de janeiro de 2019 até dezembro de 2020, como professora de Visual Arts do Ensino Infantil e primeiro ano do Ensino Fundamental, na Escola Eleva Barra. Em janeiro de 2019 e de 2020, foi responsável pela idealização, curadoria e supervisão das Colônias de Férias “A Arte no Mundo” e “Uma Aventura Mitológica” em parceria com a Escola Eleva. Trabalhou, entre os anos de 2016 a 2019, como Professora de Artes do Ensino Fundamental 1 e 2, no Colégio Saint John. Em 2018 trabalhou como Professora de Artes do Berçário ao Ensino Fundamental 1, na Sociedade Educativa Girassol. A partir do ano de 2015, fundou a empresa, “Animação da Bia”, desenvolvendo eventos artes-educativos como Colônias de Férias e recreação de Festas Infantis com artes integradas. A partir de 2015 trabalha como Artista Plástica, parceira do Projeto de Arte Sustentável promovendo oficinas para Escolas Municipais e alunos da PUC no Galpão das Artes Urbanas da Comlurb - RJ. De Outubro de 2015 a março de 2017, trabalhou como Arte-educadora na equipe de Apoio Psicossocial do Programa The Voice Kids Brasil 1 e 2 na Rede Globo. Em 2014 deu aulas de artes na 2° Edição Projeto “Re-Criar-Te”, para crianças de 6 a 12 anos da Comunidade da Caçapava no Andaraí na ONG Contato - Centro de Pesquisa e Ações Sociais e Culturais em convênio com a NACA - Núcleo de Atendimento à Criança e ao Adolescente do Rio de Janeiro. PRODUCAO GRÁFICA - GUSTAVO FREDERICO FRANCK Formado em Desenho Industrial (Projeto de Produto), Gustavo Franck é sócio da Vizoo Editora e pela empresa lançou dezenas de título editoriais (próprios e customizados), com centenas de edições realizadas. Como consultor gráfico trabalhou em projetos para o Anima Mundi por mais de 10 anos e participou de projetos de livros de fotografia para clientes como Fundação Pierre Verger (“O Olhar Viajante de Pierre Fatumbi Verger” e “Memórias de Pierre Verger”), Fundação Armando Alvares Penteado – FAAP (“Barão do Rio Branco, Sua Obra e Seu Tempo”), Be-te-Vi Editora (“Na Corda Bamba”), ID Cultural (“Ao Amor do Público”, “O Rio Pelo Alto – Museu Aeroespacial”, “Arpoador Meu Amor”), EB Editora (“Filhos” e “Vida nos Trilhos”) entre outros, em mais de 20 anos de trabalho.
PROJETO ARQUIVADO.