Nenhum incentivador/fornecedor cadastrado localmente. Click "Carregar via SALIC" para buscar da API ao vivo.
O projeto prevê como produto principal a realização de um média-metragem de ficção, com cerca de 20 minutos de duração, que contará a história de amor entre dois idosos de 80 anos, Seu Carlos e Dona Deise. Casados há 60 anos, ela já não reconhece mais o próprio marido, o que faz com que ela se reapaixone por ele a cada vez que se encontram. Como contrapartida social, serão realizadas oficinas de produção audiovisual sobre os princípios básicos de enquadramento e iluminação.
Filme:Media-metragem, de cerca de 20 minutos de duração, de classificação etária LIVRE, que contará a história de amor entre dois idosos de 80 anos, Seu Carlos e Dona Deise. Eles se conhecem em um baile de terceira idade e imediatamente se interessam um pelo outro. Mas há um problema: Dona Deise é casada. Mesmo assim, Seu Carlos não se faz de rogado. Toda semana, eles se reencontram no baile e ele a tira para dançar. Baile após baile, eles vão se apaixonando. Porém, este amor proibido não é o que parece. Aos poucos, Dona Deise vai ficando confusa. Ela sente que há algo ao mesmo tempo estranho e familiar em Seu Carlos. E ela está certa: Seu Carlos é, na verdade, seu marido. Só que ela não o reconhece mais. O filme contará com legendagem descritiva, audiodescrição e Língua Brasileira de Sinais - LIBRAS para o público com deficiências. Oficinas: Oficinas de produção audiovisual, nas quais serão abordados os princípios básicos de enquadramento (plano geral, plano médio, close-up, plongée, contra-plongée) e de iluminação (luz de ataque, luz de preenchimento e contra-luz), destacando como cada um deles pode transmitir significados e emoções diferentes ao espectador. As oficinas contarão com um intérprete de libras e um mediador para o caso de necessidades especiais.
Objetivo geral: Realizar a pré-produção, produção, pós-produção e finalização de obra audiovisual de média-metragem de ficção, acessível a pessoa com deficiência, com elenco majoritariamente idoso, que propõe uma ótica lúdica e otimista à terceira idade e às dificuldades inerentes ao envelhecimento, dentre elas o Mal de Alzheimer. Objetivos específicos: Realizar 1 (hum) média-metragem de ficção, dos gêneros drama/romance, com aproximadamente 20 minutos de duração, filmado e finalizado em suporte digital, colorido, com definição 4K (4096 x 2160) e som 5.1; Distribuir 50 cópias da obra, através de DVDs, para instituições como escolas públicas, ILPIs (Instituições de Livre Permanência de Idosos) públicas, bibliotecas, museus ou equipamentos culturais de acesso franqueado ao público; Ministrar 3 oficinas de produção audiovisual, como contrapartida social; Atingir um público com e sem deficiência, através da produção de uma obra audiovisual com faixa de audiodescrição, legenda descritiva e janela de LIBRAS; Gerar oportunidade de trabalho para a mão-de-obra do setor audiovisual e da cultura, tão afetada pela pandemia de Covid-19; Dar espaço e oportunidade a atores idosos, tão carentes de papeis, tanto nos papeis principais, como nos coadjuvantes e na figuração. 90% das pessoas em cena no filme serão idosos; Valorizar, na trilha sonora, um gênero musical hoje esquecido: as valsas e serestas brasileiras dos anos 40, 50 e 60; Despertar no público-alvo (adultos e idosos) a empatia pela terceira idade e pelas dificuldades do envelhecimento, questionando se é possível enfrentar de forma lúdica e otimista o mal de Alzheimer; Promover a formação de público para o formato média-metragem.
Como previsto no Art. 1 da Lei 8313/91 e art. 3 _ II, o projeto estimula a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória, através da realização de uma obra audiovisual de ficção que propõe uma ótica lúdica e otimista ao debate sobre a terceira idade, seus modos de vida, suas relações interpessoais e sua saúde (aqui ilustrada através da demência senil ou Mal de Alzheimer). Tema com cada vez maior relevância e urgência em uma sociedade em vias de rápido amadurecimento de sua população. A razão de ser desse projeto é a constatação de que os idosos são uma parcela da sociedade ainda deixada de lado pela modernidade _ o que se tornou ainda mais evidente durante a grave e triste pandemia de Covid-19 pela qual passamos. Despertar a empatia do público para com os idosos, abordando, de forma leve, envolvente e bem-humorada, as relações, o amor e o romance na terceira idade, mas sem ignorar as dificuldades e doenças inerentes ao envelhecimento, é o que justifica esse projeto. Também de acordo com o Art. 1 e o Art. 3 _ II, o projeto contribui para a priorização do produto cultural originário do País e para o fomento à produção cultural e artística ao propor a realização de uma obra cinematográfica de media-metragem, produzida no Brasil, com elenco e equipe brasileiras e falada em português. O projeto ainda ajudará a movimentar o mercado de técnicos, artistas, serviços e equipamentos audiovisuais, muito carente de produções no momento pós-pandemia de Coronavírus, e ainda servirá de oportunidade de trabalho para uma dezena de atores idosos, que irão compor a grande maioria dos personagens em cena. Por estes motivos, o projeto visa a aprovação da Lei de Incentivo à Cultura, pois entende que iniciativas como essa são fundamentais para questões relacionadas à arte como difusora, formadora e informadora de conhecimento, empatia e inclusão.
Conforme minuta de contrato anexa ao formulário, a proposta do projeto de media-metragem “Esta noite seremos felizes” já conta com intenção de patrocínio da empresa Libbs Farmacêutica no valor de R$ 228.000,00, o qual está em fase avançada de negociação, inclusive com contrato já acordado entre as partes.
Produto principal: Média-metragem de ficção, dos gêneros drama/romance, com cerca de 20 minutos de duração, filmado e finalizado em suporte digital, colorido, com definição 4K (4096 x 2160) e som 5.1, com uma opção de faixa de audiodescrição e uma versão do filme com legendas descritivas e janela de LIBRAS. CONTRAPARTIDA SOCIAL (Art.22 da IN 02/2019): Oficinas de produção audiovisual 3 oficinas com carga horária de 5h cada, ministradas por um especialista e acompanhadas por um intérprete de libras e um mediador para o caso de necessidades especiais. As oficinas contarão com uma câmera full HD e um kit básico de iluminação e terão 50% das vagas destinadas a alunos e professores de escolas públicas.
Produto principal: Obra cinematográfica de ficção de media-metragem. A obra contará com os seguintes mecanismos de acessibilidade de CONTEÚDO e acessibilidade FÍSICA: Para pessoas com deficiência auditiva: legendagem descritiva e janela de Língua Brasileira de Sinais - LIBRAS: Para pessoas com deficiência visual: audiodescrição Para pessoas com deficiência física e mobilidade reduzida: o projeto estimulará a acessibilidade arquitetônica nos locais de exibição da obra. Contrapartida social: Oficinas de produção e pós-produção audiovisual: As atividades contarão com os seguintes mecanismos de acessibilidade de CONTEÚDO e acessibilidade FÍSICA: Para pessoas com deficiência visual: presença de um mediador em caso de necessidades especiais; Para pessoas com deficiência auditiva: haverá intérprete de Libras; Para pessoas com deficiência física e mobilidade reduzida: o projeto estimulará a acessibilidade arquitetônica nos locais de realização das oficinas.
Produto principal: Obra cinematográfica de media-metragem: Como previsto no inciso/medida do art. 20 da IN nº 02/2019, a proposta irá adotar como ações de democratização de acesso: - Todas as exibições públicas da obra serão gratuitas e realizadas, a depender do evento, em salas de exibição, auditórios, eventos ao ar livre e lonas culturais. O projeto, ao longo de 2 anos após sua finalização, terá como janela de exibição principal festivais de cinema por todo o Brasil - estes eventos, também patrocinados via incentivo fiscal, tem por política a democratização de acesso através da gratuidade de suas sessões. - Além disso, 50 cópias digitais da obra serão distribuídas, através de DVDs, para instituições como escolas públicas, ILPIs (Instituições de Livre Permanência de Idosos) públicas, bibliotecas, museus e equipamentos culturais de acesso franqueado ao público, devidamente identificados; - Após os 2 anos de circulação em festivais, a obra será licenciada para exibição em canais de TV abertos e fechados e plataformas de streaming. - Por fim, após 5 anos de circulação, a obra será disponibilizada, de forma gratuita e pública, no YouTube. E, como previsto no inciso VI do art. 21, o projeto oferecerá oportunidades de estágio profissional nas equipes de produção, fotografia e cenografia para alunos da rede pública de ensino durante a filmagem da obra. Contrapartida social: Oficinas de produção audiovisual: As oficinas serão gratuitas e terão pelo menos 50% de vagas destinadas a estudantes e professores de escolas públicas.
Diego dos Anjos (Direção e Roteiro) Diretor, roteirista e editor, Diego dos Anjos já realizou diversas produções entre curtas-metragens de ficção, documentários para TV, filmes publicitários e filmes corporativos em 11 anos de carreira. Foi premiado em festivais nacionais por seus quatro curtas de ficção “O Teste” (2009), “Felicidade” (2010), “Flores” (2017) e “Juízo, menino…” (2020) e foi indicado ao Prêmio da Música Brasileira pelo DVD doc-musical “PianOrquestra – Multifonias” (2012), que hoje faz parte da programação do Canal Brasil. Também dirigiu a série para TV “Rio Som e Cena” (2013-2014) para o canal Music Box Brazil; criou e dirigiu, por encomenda do canal Discovery, o doc-reality “Nem Aí” (2014); recebeu o prêmio de Melhor Projeto Carioca no Festival Curta Cinema (2017), junto com o roteirista Daniel Fraiha, pelo roteiro “Esta Noite Seremos Felizes”; foi um dos vencedores do edital Itaú Cultural | Arte como Respiro com o curta “O Abutre” (2020); e dirigiu diversos filmes corporativos e publicitários para empresas como Coca-Cola, Petrobrás, L’Oréal, Unimed, Sebrae, Aliança Francesa, TIM, Itaú, entre outras. Daniel Fraiha (Roteiro) É jornalista e roteirista, sócio da Projéteis. Graduado e mestre pela UFRJ, trabalhou na série Pela Fechadura (drama/2019), do canal Prime Box Brazil; nos longas Abá e sua banda (animação/2022) e Vovó é a Mãe! (comédia/sem previsão); e nos documentários A quem interessa a ignorância, A Ruptura e Alternativos (em produção). Antes disso, foi editor do Petronotícias, subeditor da coluna Marcia Peltier, no Jornal do Commercio, e teve passagens pelo G1 (TV Globo) e pelo Centro de Informação da ONU. Elenco: Renato Borghi (Ator Principal/Seu Carlos) Renato Borghi iniciou a carreira em 1958, com Sérgio Cardoso. De 1961 a 1972, atuou profissionalmente no Oficina de José Celso Martinez Corrêa. Nos anos 70, fundou o Teatro Vivo, com Ester Góes, com quem foi casado por dez anos, e montaram, entre outros espetáculos, O Que Mantém um Homem Vivo (coletânea de textos de Brecht), que ficou quatro anos em cartaz. Participou também do Teatro de Resistência, ao lado de Othon Bastos, montando Um Grito Parado no Ar, de Gianfrancesco Guarnieri e Murro em Ponta de Faca, de Augusto Boal. É autor de O Lobo de Ray-Ban, com Raul Cortez e Christiane Torloni, do musical A Estrela Dalva, homenagem à cantora Dalva de Oliveira, protagonizado por Marília Pêra, e A Cadela de Vison, em que contracenou com a sobrinha Luciana Borghi. Ganhou os mais importantes prêmios do teatro como melhor ator e autor. No cinema, trabalhou em filmes como O Rei da Vela, Memórias Póstumas de Brás Cubas e Sua Excelência, O Candidato. Na tevê, onde estreou em 1966 no elenco de Ninguém Crê em Mim, atuou em diversas produções de diferentes canais, com destaque para Dona Beija, da Manchete. Miriam Mehler (Atriz Principal/Dona Deise) Talentosa atriz brasileira, formada pela Escola de Arte Dramática (EAD) em 1957, foi vencedora do Prêmio Shell de Melhor Atriz 2017 – com a peça “Fora do Mundo”. Esteve no elenco de mais de 30 peças teatrais, entre elas “Visão Cega”, direção de José Renato, “Nossa Vida em Família”, direção de Willian Pereira, “Diálogo Com a Mãe”, direção de Willian Pereira, “Bidú Sayão – Uma Homenagem”, direção de Elvira Gentil, “Eu Estava em Minha Casa e Esperava a Chuva Passar”, direção de Marcelo Lazaratto, “Ilustríssimo Filho da Mãe”, direção de Marcio Aurélio, “Mãe é Karma”, direção da própria atriz. Miriam também é produtora, atuou e produziu as seguintes peças: “Quando as Máquinas Param”, “À Flor da Pele”, “Abelardo e Heloísa”, “Bonitinha, mas Ordinária”, “Salva”, "Absurda Pessoa”, “O Diário de Anne Frank”, “O Leito Nupcial”, “O Grande Amor de Nossa Vidas”, “Não Explica que Complica”, “A Herdeira”, “Doce Privacidade”, “Cara e Coroa”, “Vidros Partidos” e “Visão Cega”. No cinema atuou nos filmes “A Mestiça”, direção de Lenita Perroy, “Dora, Doralina”, direção de Perry Salles, e “Chega de Saudade”, direção de Lais Bodansky. Fabiane Alcântara (Produtora executiva) Executiva de contas e produtora executiva com mais de 5 anos de experiência na área do audiovisual, passei por produção para TV como novelas e séries, com 2 longas documentais, que estão em exibição no Telecine, publicidades e filmes corporativos e institucionais.” Pagu Produções Culturais (Gestão de projeto) A Pagu Produções Culturais é uma produtora que atua há dez anos no setor de artes cênicas e realizou importantes projetos dentro do cenário cultural carioca. Dentre os projetos realizado pela produtora nos últimos anos, destacam-se: * “As Comadres” de Ariane Mnouchkine, estreou no Festival de Curitiba em março de 2019, realizou temporada no SESC Ginástico (RJ) e SESC Consolação (SP) e recebeu o Prêmio Shell de Melhor Direção Musical; * “Lupita”, de Flávia Lopes, patrocínio Oi, março/2020, Oi Futuro RJ; * “A Gigantea”, da Cia Les Trois Clés, temporada na Caixa Cultural em janeiro 2019, circulou pelo Sesi SP em 2017 e pelo Palco Giratório do Sesc em 2016, rodando mais de 35 cidades do Brasil; * “A Menina e a Árvore”, circulou em 2019 na Caixa Cultural SP e Fortaleza, Melhor Iluminação e Melhor preparação corporal no prêmio CBTIJ 2018 e no 12º Prêmio Zilka Sallaberry; * “Thomas e as mil e uma invenções” de Vanessa Dantas e Tim Rescala patrocinado pela Oi em 2018 e indicada ao 12º prêmio Zilka Sallaberry e ao prêmio CBTIJ 2018 (vencedor de melhor texto, melhor cenário e melhor canção original), incluindo Melhor Produção; * “Hominus Brasilis”, dirigido pela Cia de Teatro Manual, com o qual realizou mais de 100 apresentações pelo país e no exterior (Portugal, Argentina, Estados Unidos e China); * “UM SONHO PARA MÉLIÈS”, de Flávia Lopes com patrocínio da OI Futuro, estreou em agosto/2016 e em 2017 realizou Circuito Sesc Rio. * “UM MUSICAL DE PALHAÇAS”, do Grupo As Marias da Graça, com direção de Sueli Guerra. O espetáculo teve patrocínio da Funarte e realizou temporada em setembro/2016 no CCBB/RJ. * “França Antártica”, dos Irmãos Brothers, direção de Claudio Mendes, teve patrocínio do Banco do Brasil e realizou a estreia em março/2016, no CCBB RJ; * “ PERDIDOS NA CIDADE” dos Irmãos Brothers, direção de Claudio Mendes, estreou em junho/2016 no CCBB RJ, com Patrocínio do Programa de Fomento à Cultura Carioca. * “Leonardo – O Pequeno Gênio da Vinci”, dirigido por Ivan Fernandes patrocinado pela Prefeitura do Rio, Caixa Cultural, Sesi Cultural, Espaço Furnas Cultural e BR Distribuidora, entre 2011 e 2016. Fotografia, cenografia, som e demais funções técnicas terão seus profissionais escolhidos ao longo do processo de pré-produção.
Prestação de Contas final apresentada, aguardando análise.