| CNPJ/CPF | Nome | Data | Valor |
|---|---|---|---|
| 02016440000162 | RGE SUL DISTRIBUIDORA DE ENERGIA S.A. | 1900-01-01 | R$ 300,0 mil |
| 04172213000151 | Companhia Piratininga de Força e Luz | 1900-01-01 | R$ 200,0 mil |
| 33050196000188 | COMPANHIA PAULISTA DE FORCA E LUZ | 1900-01-01 | R$ 97,6 mil |
Projeto de média metragem documental de 70 minutos em formato full HD 4K que investiga as cidades inteligentes e o impacto das tecnologias na cultura brasileira e mundial, em especial numa grande cidade como São Paulo. O que é uma cidade inteligente? Quais os benefícios, para quem? Como uma cidade inteligente pode melhorar os processos democráticos e aumentar o acesso à cultura? É isso mesmo que está acontecendo?
Cidades inteligentes, utopias tecnológicas é um documentário que investiga as cidades inteligentes e o impacto das tecnologias na cultura brasileira e mundial, em especial numa grande cidade como São Paulo. O que é uma cidade inteligente? Quais os benefícios, para quem? Como uma cidade inteligente pode melhorar os processos democráticos e aumentar o acesso à cultura? Classificação indicativa etária: Livre
§ Objetivo Geral São Paulo é uma das maiores cidades do mundo, na lista das dez mais populosas. A maior do continente sul-americano, dos países que falam português e de todo o hemisfério sul. Só o município conta hoje com mais de 12 milhões de pessoas. O desenvolvimento tecnológico impacta diretamente a vida destas pessoas, promove mudanças culturais profundas. O filme pretende discutir criticamente como se dá esse paradigma da tecnologia nas cidades inteligentes, e o quanto isso poderá mudar as cidades do mundo, mais especificamente São Paulo. § Objetivos Específicos O documentário é um ensaio sobre o futuro das cidades e o impacto das tecnologias de smart cities nas grandes capitais, sobretudo São Paulo. A partir de um olhar subjetivo, autoral, pretende investigar visões críticas da tecnologia, buscando também encontrar vozes otimistas para um futuro democrático onde culturas diversas possam se encontrar. O projeto irá produzir: Produto Principal: § 1 (um) filme documentário de 70 minutos - Filmado e finalizado em Full HD (4K); Produto secundário: § Realização de no mínimo duas sessões de exibição do filme para público em evento gratuito com debate com os realizadores do projeto. Contrapartida Social: § Realização de dois encontros virtuais com alunos e professores sobre produção audiovisual documental. Sendo que 50% dos encontros serão realizados com alunos e professores da rede pública.
A música No Future, da banda de punk rock inglesa Sex Pistols, anunciava, em 1977, que as utopias para o futuro estavam acabando. O italiano Franco Berardi pergunta, em seu livro recente Depois do Futuro (2019): se não há mais futuro, o que virá depois então? Quais são as novas utopias do mundo? Ou somos capazes agora apenas de imaginar distopias? A cultura nas grandes cidades se constrói a partir de narrativas, que contamos a nós mesmos ou que nos são contadas. Nova York tem centenas de filmes sobre como é um caldeirão cultural, suas luzes, cidade das oportunidades e terra da liberdade. São Paulo mora no imaginário brasileiro como cidade dura, onde há trabalho, mas faltaria afeto. Onde as tecnologias inteligentes podem atuar na construção desse novo imaginário? O futuro das cidades está em disputa, a partir de diferentes perspectivas. O documentário busca investigar uma perspectiva histórica através da tecnologia e da criatividade que colocam São Paulo e outras cidades na ponta de um processo de desenvolvimento conectado com outros lugares do mundo. Pretende-se citar olhares críticos, para além do discurso que pretende colocar as novas tecnologias como soluções mágicas para as cidades. Mas apontar também que foram as tecnologias recentes que impulsionaram importantes mudanças estruturais na sociedade. A Lei Federal de Incentivo à Cultura é fundamental na obtenção de recursos para o fomento da produção deste documentário, por ser uma iniciativa independente e de pouco apelo comercial, mas de grande relevância cultural por buscar produzir um material informativo e de reflexão sobre e para a nossa sociedade. Acreditamos que o projeto se enquadra nos seguintes incisos do Art. 1o. da Lei 8.313/91:III - Apoiar, valorizar e difundir o conjunto de manifestações culturais e seus respectivos criadores; VIII _ Estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória; O projeto tem por finalidade (dentre as elencadas no Art. 3o. da Lei 8.313/91): II - Fomento à produção cultural e artística, mediante: a) Produção de discos, vídeos, filmes e outras formas de reprodução fonovideográfica de caráter cultural;
PRODUTO PRINCIPAL - DOCUMENTÁRIO § Acessibilidade FísicaNão se aplica § Acessibilidade de Conteúdo - Deficiência Visual O documentário apresentará audiodescrição - Deficiência AuditivaO documentário apresentará Legendagem descritiva ou Legenda para surdos e ensurdecidos (LSE) e tradução em libras. As medidas acima estarão integradas no filme de forma que estarão disponível para qualquer meio de exibição do filme, em qualquer formato e/ou plataforma. PRODUTO SECUNDÁRIO - EXIBIÇÃO OBRA § Acessibilidade Física A atividade será realizada em local adequado as normas de acessibilidade física da legislação e apresentem banheiros, rampas e guias táteis em sua estrutura. § Acessibilidade de Conteúdo - Deficiência Visual O documentário apresentará audiodescrição - Deficiência AuditivaO documentário apresentará Legendagem descritiva ou Legenda para surdos e ensurdecidos (LSE) e tradução em libras. O evento também contará com tradutor de libras para acompanhar o bate papo com os realizadores. CONTRAPARTIDA SOCIAL § Acessibilidade Físicanão se aplica § Acessibilidade de Conteúdo - Deficiência Visual atividade online, com recursos de audiodescrição - Deficiência Auditivaatividade online, com posterior disponibilização do vídeo com legendagem
PRODUTO PRINCIPAL - DOCUMENTÁRIO Após o lançamento do projeto o filme seguirá o processo de distribuição via festivais, TV aberta e outras janelas. PRODUTO SECUNDÁRIO - EXIBIÇÃO OBRA Será realizado uma ação de lançamento visando apresentar o documentário ao público, por meio de um evento público e gratuito Será realizado um evento eventos para apresentação do filme a população, com transmissão online do bate papo com os realizadores. Previsão de alcance de 2500 pessoas as atividades de lançamento do projeto (presencial e online) CONTRAPARTIDA SOCIAL Realização de dois encontros onlines, sendo no mínimo 50% escolas públicas e 50% em escolas e associações culturais que trabalhem com jovens e crianças deve atingir 250 pessoas. Dentro dessa nova perspectiva trazida pela pandemia, percebemos ter mais alcance e ser mais democrático o encontro online, que fica disponibilizado na rede.
O proponente, Liquid Media Lab, fará a gestão administrativo-financeira e a coordenação geral do projeto, sendo responsável por coordenar todo o desenvolvimento do mesmo, atentando-se para a execução real do objetivo, atualização do Salic e contato com o a Secretaria Especial de Cultura quando se fizer necessário; bem como pelo planejamento de execução de todo o projeto, cotações e compras, e desenvolvimento da prestação de contas. Assumirá as funções de Coordenação Geral Os profissionais envolvidos no projeto são: 1. Liquid Media Lab – Coordenação GeralA Liquid Media Laab (lml) é um hub especializado em idealizar e implementar projetos de comunicação digital de interesse público. É um laboratório de mídia especializado em experiências narrativas e visualização de dados, além de realizar serviços de comunicação digital. Busca as convergências possíveis entre cultura, comunicação, tecnologia e transformação voltadas para melhorar a sociedade. Entre as mais recentes ações, projetos premiados como Arte Fora do Museu (Prêmio Funarte 2011), Mapas Afetivos (destaque como projeto de interesse público pela SPTuris) e Architech (vencedor edital Ministério da Cultural Copa do Mundo na categoria Arquitetura). Foi o realizador, durante 3 anos, do Fórum Cultura Digital Brasileira, na Cinemateca, em São Paulo, e no MAM, no Rio de Janeiro, quando levou mais de 10 mil pessoas ao evento de três dias em cada edição. 2. André Deak – Coordenação Geral e DireçãoAndré Deak tem trabalhado há mais de 15 anos com jornalismo independente e novas narrativas. Trabalhos recentes incluem projetos para o Google (Street Art Project), a Secretaria Nacional de Direitos Humanos (Memórias da Ditadura), o Ministério da Cultura (200 arquiteturas do Brasil) e a Prefeitura de São Paulo (SP Cultura). Realizou projetos premiados como a iniciativa Arte Fora do Museu e o webdocumentário Nação Palmares, sobre quilombolas (Prêmio Vladimir Herzog 2008). Coordena hoje o Liquid Media Laab, produtora e agência de comunicação digital para projetos de impacto social. É professor de jornalismo na ESPM. Curador do Festival Cultura Inglesa Cultura de Rua. Convidado pelo X Media Lab para keynote e consultoria na Suíça sobre projetos Transmídia. Vencedor do Web’s Got Talent 2013 com o projeto Arte Fora do Museu. Em 2015 foi convidado para o Production Sprint em Bogotá, Colômbia.Um dos criadores da Casa da Cultura Digital de São Paulo, iniciativa que reuniu mais de 100 hackers, ativistas, jornalistas, empreendedores, artistas, produtores culturais, designers e outros e serviu de ambiente criativo de onde emergiram diversas experiências disruptivas, em muitas cidades. Um dos organizadores das três edições do Festival Cultura Digital.br (2009, 2010 e 2011). Indicado em 2012 ao Best Blog Awards, da Deustchewelle. Já ministrou cursos e palestras em mais de 20 instituições dentro e fora do país. 3. Felipe Lavignatti (Roteiro e Direção Geral)Jornalista formado na Cásper Líbero, pós-graduado em jornalismo cultural pela PUC-SP e mestre em Divulgação Científica e Cultural pela Unicamp, onde se aprofundou no tema dos mapas digitais. Como jornalista, já atuou em internet, agência, jornal, revista, rádio e TV. Passou maior parte de sua trajetória em redações trabalhando com produtos multimídia. É um dos criadores do Liquid Media Laab, produtora e agência responsável por projetos de alcance internacional, como Arte Fora do Museu, Mapas Afetivos e Laboratório da Cidade. Também foi curador do São Paulo Street Art do Google Institute, do Cultura Inglesa Festival, Virada Sustentável e da Campus Party. 4. Camila (Produtora Executiva)Publicitária formada pela Universidade Mackenzie atua como consultora na área de projetos culturais, sociais e esportivos com foco no planejamento e gerenciamento de projetos executados com leis de incentivo fiscal. Atuando há 20 anos na área, iniciou sua carreira no escritório Cesnik, Quintino & Salinas Advogados, especializado em Cultura e Terceiro Setor. Atuou no desenvolvimento, planejamento, execução e prestação de contas de projetos para diversos produtores e instituições culturais, entre eles: Instituto Pensarte, Instituto Cultural Brasilis, BM&A – Brasil Música, MAM – Museu de Arte Moderna, Olhar Imaginário, Oka Comunicações, Gaia Produções, Maria Farinha Filmes, Liquid Media Lab, entre outros, na área esportiva desenvolveu projetos com a Universidade do Futebol, Corpore, ESPN e USP. Entre os projetos de destaque estão: Slowkids, Slowmovie, Prêmio Oceanos de Literatura, Arquitetura do Silêncio, Conexão Cultural, Semana Ticket de Arte e Cultura e Festival Arte Serrinha.Coordenou a área de planejamento e gerenciamento financeiro da CPFL Cultura em Campinas e a área de planejamento e projetos especiais da Poiesis, organização social responsável pelo gerenciamento do Museu da Língua Portuguesa, Casa das Rosas, Casa Guilherme de Almeida e Oficinas Culturais do Estado de São Paulo. Atualmente, é consultora para diversos projetos culturais e coprodutora dos projetos Caos on Canvas (artes visuais), Mostra Que Loucura é Essa? (artes visuais e audiovisual), Cinefantasy (mostra de cinema fantástico) e Festival Coletivo Pink (artes integradas). Ministra cursos sobre as leis de incentivo à cultura, planejamento e gestão de projetos culturais no Cultura e Mercado, entre outras escolas livres.
Projeto encaminhado para avaliação de resultados.