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PRONAC 210870Apresentou prestação de contasMecenato

ATLAS DA COZINHA TRADICIONAL DE MINAS GERAIS

ASSOCIACAO DOS AMIGOS DO CENTRO DE CULTURA BELO HORIZONTE - AMICULT
Solicitado
R$ 1,69 mi
Aprovado
R$ 1,69 mi
Captado
R$ 1,68 mi
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

Incentivadores (3)
CNPJ/CPFNomeDataValor
17227422000105GERDAU ACOMINAS S/A1900-01-01R$ 1,00 mi
06981180000116CEMIG DISTRIBUICAO S.A1900-01-01R$ 381,6 mil
22261473000185Companhia de Gás de Minas Gerais - Gasmig1900-01-01R$ 300,0 mil

Eficiência de captação

99.5%

Classificação

Área
—
Segmento
Identificação, registro, educação do patrimônio
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Patrimônio cultural imaterial
Ano
21

Localização e período

UF principal
MG
Município
Belo Horizonte
Início
2021-04-05
Término

Resumo

Desenvolvimento de PESQUISA E DOSSIÊ (BEM IMATERIAL - REGISTRO) para reconhecimento da Cozinha Mineira como patrimônio cultural do Estado de Minas Gerais; produção e impressão de CATÁLAGO sobre o tema; desenvolvimento de SÍTIO DE INTERNET intitulado Atlas Digital da Cozinha Tradicional Mineira e edição e veiculação de VÍDEOS; abrangendo as diversas regiões do estado, com objetivo de valorizar, proteger, promover esse importante bem cultural e as técnicas tradicionais a ele relacionadas.

Sinopse

Não se aplica

Objetivos

OBJETIVO GERAL Reconhecer a Cozinha Mineira como patrimônio cultural do Estado de Minas Gerais, de forma abrangente, participativa e plural; elaborar um atlas da Cozinha Tradicional de Minas Gerais, a partir das diversas pesquisas já desenvolvidas pela instituição, e dos vários reconhecimentos realizados de bens culturais relacionados a cultura alimentar nas esferas municipais, com vistas a facilitar o acesso à informação e promover os produtos e métodos associados aos saberes e fazeres da culinária mineira. OBJETIVOS ESPECÍFICOS Produto 1- BEM IMATERIAL - REGISTRO: - 01 Dossiê: Elaborar um DOSSIÊ de reconhecimento da Cozinha Mineira como patrimônio cultural do estado, se valendo de conteúdos mínimos e trabalhos já realizados no âmbito do estado e dos municípios de Minas Gerais. Produto 2 - CATÁLOGO: - 01 Catálogo: A partir da sistematização do dossiê, produzir, imprimir e distribuir uma PUBLICAÇÃO específica (caderno de patrimônio) relacionada à Cozinha Tradicional de Minas Gerais (organização de conteúdo, editoração e tratamento de imagens), com tiragem impressa de 1000 exemplares e versão digital para ampla divulgação, contemplando as diferentes regiões do estado a fim de reconhecer e promover tais bens culturais e as técnicas e modos de vida a eles associados. Versão em 3 idiomas (português, inglês e espanhol). Produto 3 - SÍTIO DE INTERNET: - 01 Portal na internet: Criar 01 portal na internet do Atlas da Cozinha Tradicional de Minas Gerais para armazenamento e consulta pública do material produzido e coletado ao longo do desenvolvimento da pesquisa. O material será composto por fotos, mapas, textos históricos e descritivos, vídeos, e outras informações importantes para a valorização dos bens culturais relacionados a cultura alimentar. Além disso, contará com a possibilidade de receber fotos e vídeos dos detentores do saber falando sobre seus saberes e práticas. O atlas será constituído também por informações sobre geolocalização, depoimentos e aspectos históricos, culturais, turísticos, técnicos dos bens culturais selecionados. A seleção ocorrerá pelas matérias primas já identificadas como os derivados da mandioca, derivados de leite cru, derivados do milho, derivados da cana de açúcar e assim por diante. E por pesquisa e outros reconhecimentos já realizados em outras esferas de proteção como os Doces de São Bartolomeu, em Ouro Preto, a pesquisa sobre o Ofício das Quitandeiras em Minas realizado pelo IPHAN, a Cozinha Tradicional do Norte de Minas realizado no Inventario do rio São Francisco pelo IEPHA/MG, além de uma centena de outros registros e inventários de patrimônio imaterial realizados pelos municípios. O mesmo deverá ter solução para dispositivos móveis (celular e tablets). Produto 4 - VÍDEOS: - 02 Videodocumentários: de até 30 minutos com o registro dos saberes e fazeres relacionados a cultura alimentar dos bens pesquisados que estarão disponíveis no site; - 30 filmetes: de 1 a 5 minutos referentes aos bens culturais inventariados (aspectos de salvaguarda, identificação, depoimentos, etc) que servirão para diversas ações de comunicação e educação patrimonial. OBJETIVO DE DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL ATIVADO PELO PROJETO Meta 11.4) Fortalecer as iniciativas para proteger e salvaguardar o patrimônio natural e cultural do Brasil, incluindo seu patrimônio material e imaterial.

Justificativa

A Cozinha Tradicional de Minas Gerais, embora sem processo formal, já é reconhecida nacionalmente. Essa fusão de sabores e práticas tem suas raízes estabelecidas na confluência de diversas influências alimentícias em diversas etnias e grupos que imigraram para o território brasileiro e mineiro ao longo do processo de formação do estado, como a dos povos indígenas, africanos, europeus, etc. A "típica" comida mineira foi constituída por processos históricos, sociais e culturais que remontavam ao período colonial, embora seja a cultura alimentar indígena a responsável pelo domínio e uso de dos principais produtos consumidos no Brasil, como por exemplo a mandioca e o milho (CASCUDO,1983). A cultura alimentar mineira pode ser facilmente identificada pelos aromas, produtos, técnicas e sabores que se tornaram elementos identitário e que foram construídos a partir das influências culturais e disponibilidades de produtos. É diversificada pois junta elementos tradicionais de diferentes regiões. A mistura da multiplicidade de produtos, sabores, aromas e cores resultou em uma culinária que confere identidade muito específica, bem como, um sentido de pertencimento a uma coletividade. O cardápio dessa cozinha é marcado pela presença de pratos como o feijão tropeiro e do tutu de feijão, dos derivados do milho e do leite, do uso da carne de porco, do frango com quiabo, do café, dos doces e das quitandas, entre outros. Tem-se a cozinha tradicional das Gerais caracterizada por outros aspectos regionais, como o uso dos frutos e vegetais típicos do cerrado e caatinga. Outro aspecto marcante na culinária da região norte e nordeste de Minas Gerais é a existência de pratos com um refinado conhecimento tecnológico de processamento de alimentos agregado. Tais adaptações se constituíram durante o processo de interiorização do sertão mineiro e ainda hoje permanecem nos hábitos alimentares da população. Dentre eles pode-se citar a carne de sol, as paçocas, a manteiga de garrafa, rapaduras, farofas, entre outros. Apesar de basilares, essa divisão não é estanque, ao contrário, ao longo dos anos se mostrou porosa, permanecendo em contato constante, transitando e se modificando mutuamente. Movimento observado ainda com mais força no contexto da modernidade, que faz com que pessoas e produtos circulem de forma ampla e que propicia cada vez mais o intercâmbio entre essas regiões, e os saberes provenientes delas. Além disso, pensando para além dos sabores e produtos, percebe-se que a comida mineira é caracterizada não somente pela necessidade de se alimentar, mas pela função social que exerce. Afinal era é e no espaço da cozinha que se desenvolvem relações de amizade, de afeto, de saberes, de tradições aspectos que alimentam não somente o corpo, mas também a alma. Nesse sentido, nada mais natural que muitos desses bens culturais fossem de alguma forma reconhecidos pelo IEPHA/MG, ao longo de sua trajetória de atuação. Assim, ao longo de sua trajetória de quase 50 anos, o IEPHA-MG tem desenvolvido diversas pesquisas cuja temática é a cultura alimentar tradicional. O modo de fazer o queijo minas artesanal da região do Serro, as diversas comidas e quitutes existentes nas Festas do Rosário e nas Folias, o inventário da Cozinha Tradicional do Norte de Minas e mais recentemente as farinhas e produtos derivados da Mandioca e do Milho são alguns desses exemplos. Por sua vez, a política pública estruturada a partir do Programa ICMS Patrimônio Cultural de MG já produziu uma quantidade significativa de estudos de bens culturais relacionados a cultura alimentar em Minas. Em levantamento já realizado, dos 4547 bens culturais imateriais identificados pelos diversos município, 529 estão relacionados ao tema, o que demonstra a importância dessas ações para a valorização e preservação dessas prática e de seus detentores. O entendimento é que tais alimentos, mais do que o prato ou a receita em si, representam são códigos e costumes alimentares característicos dos mineiros e que abrangem um sistema tradicional alimentar com múltiplas faces. Entretanto, apesar da significativa produção e reconhecimento já realizados sobre o tema, na maioria dos casos essa foi uma ação isolada e desarticulada de contextos mais amplos. Além disso, tomar esses saberes culturais alimentares de forma isolada tem se mostrado aquém do necessário, frente as inúmeras demandas sociais e desafios que esse campo do conhecimento aponta. O fato impõe a necessidade de propor abordagens diferentes relativas aos hábitos alimentares tradicionais em consonância com o patrimônio cultural. A necessidade atual é de ampliar essas ações, propondo um reconhecimento mais amplo da Cozinha Mineira como patrimônio cultural de Minas Gerais. Esse reconhecimento deve ser, peremptoriamente, técnico e deve ser sustentado a partir de pesquisas e da anuência dos envolvidos. Essa abordagem ampla e geral, se mostra como um desafio a própria instituição, à medida que inverte a metodologia adotada até o momento, mas que se faz necessária diante das circunstância do objeto e da abrangência do tema. Pretende-se agora reconhecer a Cozinha Mineira de forma ampla e que define valores e identidades característicos de Minas Gerais. O projeto e reconhecimento nessa perspectiva se justificam pela necessidade de propor um diálogo entre indivíduos, setores e instituições, contribuindo para preservar e salvaguardar os diversos aspectos desse bem cultural, em articulação com políticas públicas na área do patrimônio cultural, turismo e desenvolvimento social. O reconhecimento de experiências de práticas alimentares como patrimônio cultural espalhadas pelo mundo; como é o caso La cocina tradicional mexicana, cultura comunitária, ancestral y viva e Dieta Mediterrânea (UNESCO) como Patrimônio da Humanidade, La Cocina Peruana (PERU), La cocina y la gastronomía de las nacionalidades y regiones de España, (ESPANHA) são importantes exemplos de inflexão para o reconhecimento, estruturação e discussão do tema em Minas Gerais. A produção do Atlas é um desdobramento do reconhecimento da Cozinha Mineira e se insere como um instrumento para a produção, consolidação e divulgação de informações relacionadas aos bens culturais associados a cultura alimentar no estado e poderá ampliar o conhecimento e reconhecimento desses bens culturais apresentados pelas comunidades e coletivos sociais, revertendo em desenvolvimento social local e de preservação das tradições. A ação identifica pessoas, produtos, alimentos e pode se relacionar com outras áreas de desenvolvimento, como o turismo cultural, e ainda servir como base para outras ações. Muitas dessas ações são desenvolvidas pelo IEPHA/MG e estão previstas no âmbito do Plano Estadual de Desenvolvimento da Gastronomia Mineira (2021_2024). A aprovação do projeto, por meio da Lei Federal de Incentivo à Cultura, é necessária para viabilização das pesquisas e registros legalmente exigidos e o projeto se enquadra nos seguintes artigos: Artigo 1º da Lei 8.313/91 o projeto se enquadra nos itens: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; II - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais; III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; IV - proteger as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsáveis pelo pluralismo da cultura nacional; V - salvaguardar a sobrevivência e o florescimento dos modos de criar, fazer e viver da sociedade brasileira; VI - preservar os bens materiais e imateriais do patrimônio cultural e histórico brasileiro; São os objetivos a serem alcançados (Artigo 3 da Lei 8.313/91): III - preservação e difusão do patrimônio artístico, cultural e histórico, mediante: d) proteção do folclore, do artesanato e das tradições populares nacionais;

Estratégia de execução

a) o projeto deverá ser desenvolvido sob a ótica da sustentabilidade social, econômica, cultura, ecológica e ambiental e necessariamente incluir na equipe realizadora detentores dos bens culturais imateriais objeto da proposta de preservação e salvaguarda O desenvolvimento do projeto está pautado na consolidação de informações necessárias ao registro da cozinha mineira como patrimônio cultural imaterial de Minas Gerais, permitindo a implementação de medidas futuras de sustentabilidade social, econômica, cultural, ecológica e ambiental, através do mapeamento dos principais produtos da cultura alimentar mineira, sistematização de documentação histórica e acadêmica, levantamento de informações sobre circuitos e roteiros turístico-gastronômicos que envolvem as culturas alimentares estudadas, e consolidação de inventários levantados no estado. Prevista a realização de pelo menos 05 (três) encontros públicos com detentores de saberes (produtores, representantes de associações e cooperativas, representantes municipais e outros) com vistas identificação de elementos afetivos e concretos da Cozinha Mineira, utilizando-se a metodologia do mapa de percepção aplicada em conjunto com equipe do IEPHA. Para composição de equipe está prevista a contratação de 04 consultores/historiadores, bem como 08 (oito) pesquisadores mediadores, além de 5 (cinco) produtores executivos, distribuídos por áreas temáticas, como bebidas, farinhas, queijos, doces, etc., que terão por função dar suporte no contato local com produtores, autoridades municipais, dentre outros, com vistas a facilitar o processo de desenvolvimento de dossiê e produtos audiovisuais correlatos. b) o projeto deverá demonstrar os investimentos diretos ou quaisquer outros benefícios concretos para os detentores do bem em questão de modo a favorecer condições para que eles mantenham as tradições associadas à sua prática cultural A realização dos documentos técnicos previstos para a consolidação do dossiê de registro de bem imaterial tem por objetivo principal salvaguardar as práticas e tradições associadas à tradicional cozinha de Minas Gerais e, assim sendo, respaldar a adoção de medidas futuras para sua perpetuação. As contrapartidas indicadas na proposta, bem como os investimentos indicados para o desenvolvimento do catálogo, portal na internet, vídeos (02 vídeo documentários e 30 filmetes) são medidas concretas de compartilhamento do conhecimento sistematizado pelo projeto e serão utilizados para valorização, proteção e capacitação dos detentores de saber associados à tradicional cozinha mineira. Destaca-se que o conteúdo do portal que disponibilizará o material produzido para consulta pública e que poderá receber fotos e vídeos dos detentores do saber falando sobre saberes e práticas, além de informações sobre geolocalização, depoimentos e aspectos históricos, culturais, turísticos e técnicos dos bens selecionados e de interesse partindo de matérias primas tradicionais. c) deverá ser apresentada anuência prévia e informada, obtida junto aos grupos ou comunidades detentores de bens culturais ou junto a segmento representativo desta coletividade e deverá ser considerado principalmente aqueles grupos ou comunidades que serão diretamente envolvidos na realizada da proposta Para desenvolvido do projeto, será articulada cooperação técnica com o IEPHA-MG, conforme carta anexada à proposta. A cooperação visa identificar, por meio deste órgão e, também, da Secretaria de Estado de Cultura e Turismo (SECULT), pedidos de registro e reconhecimentos protocolados por detentores de saber que servirão de respaldo, ampliando os estudos já desenvolvidos pela IEPHA-MG. d) projetos que preveem pesquisa e documentação deverão: explicitar a metodologia utilizada; informar os locais onde será desenvolvido o trabalho de campo ou documental; conter compromisso de que o resultado será repassado ao Iphan, que poderá utilizar-se dele desde que sem fins comerciais, e a outras instituições relacionadas, de modo a tornar esses resultados de amplo acesso ao público A metodologia está descrita no campo “Especificações Técnicas do produto” da proposta e seguirá as melhores práticas do mercado para realização de inventários patrimoniais. e) deverão ser apresentados documentos comprobatórios da qualificação técnica do proponente e dos técnicos envolvidos; e, no caso de pessoa jurídica, deverá ser apresentado dossiê que demonstre atuação na área objeto da proposta ou junto à comunidade que será beneficiária das ações do projeto Currículos de integrantes da equipe principal do projeto estão descritos no campo “detalhes técnicos” . Seguem anexados os portfólios de atuação do proponente e dos coordenadores/historiadores Clotildes Avelar e Raul Amaro Lanari. f) no caso de propostas que contemplem a utilização ou a divulgação de expressões originais e referências culturais de artistas, grupos, povos e comunidades representativas da diversidade cultural brasileira serão ainda exigidos Não se aplica. O proponente reafirma o compromisso de execução das contrapartidas indicadas na proposta, com vistas ao atendimento das comunidades envolvidas no projeto. g) indicação da rede de parceiros envolvidos, definindo as responsabilidades na consolidação e sustentabilidade das atividades do projeto Para desenvolvimento do projeto será estabelecida cooperação técnica com órgãos municipais e estaduais, tendo destaque para IEPHA-MG e SECULT, bem como serão estabelecidas interseções com coletivos de produtores, cooperativas e associações, estudiosos acadêmicos, chefs de gastronomia, guias turísticos e outras entidades vinculadas ao tema. h) eventos, publicações e edições patrocinados com recursos dos projetos não poderão ter fins lucrativos O Instituto Periférico reafirma o compromisso de execução de produtos e contrapartidas indicadas na proposta, sem finalidade lucrativa. i) projetos que visem à realização de eventos deverão demonstrar sua relevância para a comunidade produtora de pelo menos um bem cultural, além de ter um caráter de divulgação e de formação de público: Não se aplica. Os únicos eventos indicados estão atrelados às contrapartidas, com finalidade educativa. j) projetos que preveem ações educativas deverão favorecer tanto a livre fruição do conhecimento para a sociedade em geral, quanto as condições para a inclusão social dos detentores dos bens em questão O projeto, seus produtos e contrapartidas, foram concebidos visando a consolidação de conhecimento acerca de saberes e práticas relacionadas à cozinha mineira e sua livre disseminação para sociedade e grupos de detentores destes saberes. k) recursos administrativos do projeto não poderão ser alocados para a manutenção ou benefício da instituição proponente, limitando-se à dimensão administrativa da execução das atividades propostas no projeto O proponente reafirma o compromisso de utilizar recursos administrativos limitado à dimensão de execução das atividades propostas no projeto. l) além dos itens acima especificados, o projeto deverá apresentar as informações específicas relativas às áreas de patrimônio cultural material, audiovisual, arquivística, entre outras, quando for o caso As informações foram apresentadas nos campos “justificativa” e “especificações técnicas do produto” e detalhes técnicos”. m) lista de bens, em caso de propostas que visem à identificação, à documentação ou ao inventário de bem imaterial: não se aplica. n) proposta de pesquisa, levantamento de informação, organização e formação de acervo e criação de bancos de dados As informações foram apresentadas nos campos “justifica”, “objetivos” e “detalhes técnicos”. o) termo de compromisso atestando que o resultado ou produto resultante do projeto será integrado, sem ônus, ao banco de dados do Iphan O proponente reafirma o seu compromisso em ceder, sem ônus, o resultado do projeto para utilização do IEPHA-MG e do IPHAN (declaração anexada).

Especificação técnica

(Produto 1) 01 Dossiê de reconhecimento da Cozinha Mineira como patrimônio cultural do estado O dossiê será composto por uma consolidação de pesquisa textual, iconográfica e imagética, em formato em arquivo editável (word) e fechado (PDF). Número de páginas indeterminado. Todo o material pesquisado será catalogado utilizando-se ferramenta repositório digital para acervos digitais. A elaboração do dôssie se dará em 03 etapas Estruturação e consolidação do Documento técnico 01, que conterá a metodologia de trabalho adotada e os critérios sócio-histórico-culturais que definirão o reconhecimento desse bem cultural e que estruturarão a inclusão de novos bens nesse a esse processo. Conceituação da Cozinha Mineira e elaboração dos critérios para o ingresso dos bens culturais nesse registro. Essa etapa não se dará de forma isolada, visto que, o Documento técnico 2 – conterá a proposta e os mecanismos para uma gestão compartilhada desse processo de reconhecimento e salvaguarda. O objetivo é apontar caminhos para a constituição de um comitê/grupo, formado por pesquisadores no tema, por representantes de setores ligados a cultura alimentar e entidades e, especialmente, por detentores desse saber. Essa ação de baseia, por exemplo, na experiencia europeia de reconhecimento e gestão da Dieta Mediterrânea como patrimônio da humanidade. Após a consolidação dessas duas etapas se passará a elaboração do dossiê de registro propriamente dito. Os estudos já desenvolvidos pelo IEPHA/MG serão ampliados. A proposição é que as ações se estruturem de forma modular e o reconhecimento seja feito, por exemplo, com alguns bens culturais relacionados aos derivados da cana, da mandioca, do leite cru, dos doces, das carnes, enfim todos aqueles elementos constitutivos da cultura alimentar tradicional do estado e que de alguma forma já foram reconhecidos como patrimônio cultural. É importante ressaltar que esse processo se estruturará no decorrer de sua execução e das reflexões produzidas. Prevista a realização de pelo menos 05 (três) encontros públicos (produtores, representantes de associações e cooperativas, representantes municipais e outros) com vistas identificação de elementos afetivos e concretos da Cozinha Mineira, utilizando-se a metodologia do mapa de percepção aplicada em conjunto com equipe do IEPHA. Será realizado o mapeamento dos principais bens culturais da cultura alimentar, circuitos e roteiros turísticos e áreas chanceladas como identidade geográfica, para identificação de interseções que possam ser exploradas no desenvolvimento dos inventários, definição de amostragem de entrevistados e outros aspectos relevantes ao desenvolvimento do projeto. O Dossiê de reconhecimento da Cozinha Mineira refere-se ao estudo técnico que irá descrever e analisar o bem cultural, consolidando os inventários levantados em Minas Gerais. Deverá ser composto por: a) Introdução: texto explicativo sobre a origem do processo de registro e esclarecimentos gerais sobre o conteúdo do dossiê e da pesquisa em geral; b) Metodologia e Critérios técnicos: texto consolidado com uma compilação das definições estabelecidas no Documento técnico 01 e Documento técnico 02 mencionados anteriormente. c) Análise histórica: origens atribuídas e documentadas sobre o bem cultural; caracterização histórica da região no qual o bem se insere; caracterização histórica do bem cultural, contexto social/econômico/cultural no qual se desenvolveu; trajetória e as transformações ocorridas ao longo do tempo; sentidos e significados coletivos assumidos pelo processo produtivo da Cozinha Mineira e seus fazedores ao longo do tempo; d) Análise Antropológica: caracterização da Cozinha Mineira; caracterização dos fazedores e fazedoras envolvidos nesse modulo; entrevistas, descrição das etapas de produção; descrição das matérias-primas, ferramentas e instrumentos; descrição dos principais produtos e do âmbito do consumo; caracterização do território e dos espaços de ocorrência; discussões de possíveis riscos e conflitos a Cozinha Mineira e seus saberes estão expostos; considerações sobre a forma de organização; discussão sobre os sentidos simbólicos atribuídos ao saber; e) Motivação para o registro: apresentação de maneira objetiva e clara a significância cultural do bem que se pretende proteger, isso é, o valor histórico, científico, cultural, social, simbólico e identitário para as gerações passadas, presentes e futuras que se apresentem incorporados no bem cultural a ser registrado (Art. 1. Carta de Burra. ICOMOS Austrália 1999). Identificação das características do bem cultural, inerentes ou adquiridas com o tempo, a partir das relações deste com os sujeitos, nos diversos contextos sociais, econômicos, políticos e culturais existentes; f) Plano de Salvaguarda: recomendações para Salvaguarda da Cozinha Mineira com ações que serão aplicadas a curto, médio e longo prazo e que contemplem os seguintes eixos: Transmissão da tradição, Gestão Participativa, Apoio e Fomento e Difusão e Valorização. g) Recomendações para difusão e promoção do bem cultural. (Produto 2) Publicação caderno de patrimônio sobre a Cozinha Tradicional de Minas Gerais. A elaboração do Caderno de Patrimônio da Cozinha Tradicional de Minas Gerais será realizada a partir da consolidação do dossiê (produto 1), tendo por diretriz extrair os elementos mais significativos ali apontados. O texto passará por tratamento jornalístico/publicitário de forma a ficar mais palatável para o consumo em geral, não acadêmico. Formato 21x28cm – 4x4 cores, previsão 150 páginas (podendo variar conforme finalização de conteúdo). Tiragem: 500 exemplares. Versão digital em PDF. (Produto 3) Portal de internet do Atlas da Cozinha Tradicional de Minas Gerais Desenvolvimento de um portal de internet, no formato digital, em plataforma de fácil edição e que tenha solução para dispositivo móvel (aparelhos com sistema IOS e Android). O portal será modulado conforme conteúdo relacionado à Cozinha Tradicional de Minas Gerais, contendo abas específicas que facilitem a navegação e compreensão do conteúdo. Contará com blog de notícias, ferramenta de georeferenciamento, galerias de fotos e vídeos, solução de acessibilidade (tradução em libras), domínio próprio e hospedagem em servidor específico com vistas a dar maior segurança e confiabilidade. Será escolhida ferramenta tecnológica que permita a inserção futura de ferramentas adicionais/complementares tais como comércio eletrônico, tradução para outros idiomas, criação de eventos e formulários personalizados. Para levantamento, organização e publicação de conteúdo (textual e imagético) será contratada uma equipe especializada composta por 1 editor, 1 coordenador de produção, 5 produtores executivos de conteúdo, 5 assistentes de produção e 1 técnico em biblioteconomia, além de serviços de webdesigner e outros especializados, necessários ao desenvolvimento do produto. Além do conteúdo compilado por meio da pesquisa que embasa o dossiê (produto 1), serão captados informações, fotos e vídeos, depoimentos, documentos, dentre outros, por meio de trabalho de inventário de campo realizada por equipe multidisciplinar composta por historiador/antropólogo, videomaker, fotografo e produtor local. Previsão de realização de 5 (cinco) viagens exploratórias, com 15 dias de duração cada, para captação de imagens que serão utilizadas, também, nos produtos 2 e 4. (Produto 4) - Vídeos · Serão produzidos 02 vídeos documentários, gravados e editados em formato full HD ou 4K, com aproximadamente 15 a 30 minutos de duração, tradução em libras, trilha musical e locução. · Serão produzidos 30 filmetes para fins educativos e promocionais, abrangendo aspectos gerais do dossiê, gravados e editados em formato full HD ou 4K, com duração variável de 30 1 à 5 minutos, tradução em libras, trilha musical e locução.

Acessibilidade

(Produto 1) Dossiê de reconhecimento da Cozinha Mineira como patrimônio cultural do estado ACESSIBILIDADE FÍSICA: não se aplica, por se tratar de documento impressa e digital. DEFICIENTES AUDITIVOS: não se aplica, por se tratar de documento destinado à leitura. DEFICIENTES VISUAIS: Serão adotadas as seguintes medidas: • Inclusão de descrição para as imagens que transmitem conteúdo; • Utilização de cores com uma boa relação de contraste; • Uso de fontes sem serifa (mais limpas); • Utilização de linguagem simples e clara e diagramação que facilite a “leitura” por meio de dispositivos de acessibilidade; Justificativa: A entrega do texto consolidado do dossiê será feita via dispositivo HD Externo ou drive na nuvem. Tecnicamente, no âmbito do projeto não se aplicam soluções de acessibilidade tendo em vista que o uso destas informações para fins de registro oficial de patrimônio e sua consequente divulgação ou democratização de acesso para o público em geral, ficará sob a responsabilidade de órgãos e parceiros governamentais, cabendo a estes adotar as medidas cabíveis, em momento oportuno. (Produto 2) Publicação caderno de patrimônio sobre a Cozinha Tradicional de Minas Gerais. ACESSIBILIDADE FÍSICA: No desenvolvimento de projeto gráfico, serão adotados formatos e papéis que facilitem o seu manuseio por pessoas com mobilidade ou capacidade motora reduzida. DEFICIENTES AUDITIVOS: não se aplica, por se tratar de publicação destinado à leitura. DEFICIENTES VISUAIS: Serão adotadas as seguintes medidas: • Inclusão de descrição para as imagens que transmitem conteúdo; • Utilização de cores com uma boa relação de contraste; • Uso de fontes sem serifa (mais limpas); • Utilização de linguagem simples e clara e diagramação que facilite a “leitura” por meio de dispositivos de acessibilidade; Justificativa: a presente publicação é base para a valorização e reconhecimento da cultura alimentar de Minas Gerais e seus atores sociais. (Produto 3) Portal de internet do Atlas da Cozinha Tradicional de Minas Gerais ACESSIBILIDADE FÍSICA: não se aplica, por se tratar de produto digital. DEFICIENTES AUDITIVOS: adoção de ferramenta de tradução em libras. DEFICIENTES VISUAIS: Serão adotadas as seguintes medidas: • Inclusão de descrição para as imagens que transmitem conteúdo; • Utilização de cores com uma boa relação de contraste; • Uso de fontes sem serifa (mais limpas); • Utilização de linguagem simples e clara; Justificativa: Portal servirá como local de armazenamento e divulgação dos conteúdos relacionados as pesquisas, além de possibilitar um espaço para discussão referente ao tema, o portal poderá ser alimentado com informações de outros bens culturais a medida que as pesquisa forem desenvolvidas. (Produto 4) - Vídeos ACESSIBILIDADE FÍSICA: não se aplica, por se tratar de produto digital. DEFICIENTES AUDITIVOS: tradução em libras na versão final editada. DEFICIENTES VISUAIS: não se aplica. Justificativa: produção de conteúdo para o site, oferecendo base para a apropriação desses bens pela sociedade e com a possibilidade de fomentar ações de educação patrimonial. CONTRAPARTIDA SOCIAL (contrapartida 1) Realização de Seminário de apresentação e valorização dos resultados do dossiê. ACESSIBILIDADE FÍSICA: Escolha de local de fácil acesso e sem obstáculos físicos para facilitação de mobilidade de palestrantes e participantes. DEFICIENTES AUDITIVOS: Tradução em libras. DEFICIENTES VISUAIS: Explanação oral detalhada, com descrição de imagens projetadas. (contrapartida 2) Produção de cartilha educativa e de vídeo palestra para distribuição gratuita em escolas públicas. ACESSIBILIDADE FÍSICA: Não se aplica, por se tratar de produto digital. DEFICIENTES AUDITIVOS: o vídeo palestra contará com tradução em libras. DEFICIENTES VISUAIS: Para produção da cartilha educativa, serão adotadas as seguintes medidas: • Inclusão de descrição para as imagens que transmitem conteúdo; • Utilização de cores com uma boa relação de contraste; • Uso de fontes sem serifa (mais limpas); • Utilização de linguagem simples e clara e diagramação que facilite a “leitura” por meio de dispositivos de acessibilidade; (contrapartida 3) Oficina de capacitação e apresentação do material com intermediários comerciais, agentes culturais e promotores turísticos. ACESSIBILIDADE FÍSICA: Escolha de local de fácil acesso e sem obstáculos físicos para facilitação de mobilidade de palestrantes e participantes. DEFICIENTES AUDITIVOS: Tradução em libras. DEFICIENTES VISUAIS: Explanação oral detalhada, com descrição de imagens projetadas.

Democratização do acesso

A presente proposta atende à democratização de acesso atende ao Artigo 21, da IN nº 02/2019, a saber: I - doar, além do previsto na alínea "a", inciso I do artigo 20, no mínimo, 20% (vinte por cento) dos produtos resultantes da execução do projeto a escolas públicas, bibliotecas, museus ou equipamentos culturais de acesso franqueado ao público, devidamente identificados; III - disponibilizar, na Internet, registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino e de outros eventos de caráter presencial, sem prejuízo do disposto no § 2º do art. 22; VIII - estabelecer parceria visando à capacitação de agentes culturais em iniciativas financiadas pelo poder público; Assim, os produtos resultantes do projeto terão o seguinte plano de distribuição: (Produto 1) BEM IMATERIAL - REGISTRO · Cessão na íntegra, sem ônus, de material para órgãos patrimoniais do Estado de Minas Gerais (IEPHA) e do Governo Federal (IPHAN) para fins de estudos, assim como para a Secretaria de Cultura e Turismo do Estado de Minas Gerais e órgãos municipais das regiões estudadas para fins promocionais. Previsão de alcance: 10.000 pessoas (Produto 2) CATÁLOGO - Publicação caderno de patrimônio sobre a Cozinha Tradicional de Minas Gerais. · Distribuição gratuita exemplares impressos para órgãos públicos municipais, estaduais e federais; instituições de ensino; associações, cooperativas, dentre outros. Previsão de atendimento: 500 unidades. · Distribuição gratuita de versão digital em plataformas digitais e redes sociais, acessível para todos os públicos. Previsão de alcance: 500 pessoas x 17 regiões = 8.500 pessoas. (Produto 3) SÍTIO DE INTERNET - Portal de internet do Atlas da Cozinha Tradicional de Minas Gerais · O portal terá acesso gratuito, com conteúdo adequado para todos os públicos. Previsão de alcance: 100.000 pessoas (Produto 4) - VÍDEOS · Todos os vídeos terão distribuição gratuita em plataformas digitais, acessível para todos os públicos, e em redes sociais do projeto. Previsão de alcance: 16.000 pessoas CONTRAPARTIDA SOCIAL (contrapartida 1) Realização de Seminário de apresentação e valorização dos resultados do dossiê. Meta de atendimento: 80 (oitenta) vagas presenciais e 300 virtuais, totalizando 380 beneficiados. Acesso gratuito mediante inscrição prévia. (contrapartida 2) Produção de cartilha educativa e de vídeo palestra para distribuição gratuita em escolas públicas. Meta de atendimento: 200 pessoas (alunos e docentes) x 20 escolas, totalizando 4.000 beneficiados. Acesso gratuito, conforme distribuição definida com a Secretaria de Educação do Estado ou dos municípios. (contrapartida 3) Oficina de capacitação e apresentação do material com intermediários comerciais, agentes culturais e promotores turísticos. Meta de atendimento: 50 (cinquenta) vagas presenciais e 150 vagas virtuais, totalizando 200 beneficiados. Acesso gratuito mediante inscrição prévia.

Ficha técnica

O Instituto Periférico, nome fantasia da Associação dos Amigos do Centro de Cultura Belo Horizonte é uma associação privada sem fins lucrativos que nasceu do encontro de profissionais com ricas histórias no cenário da criação e desenvolvimento de projetos culturais, esportivos e educacionais que valorizam a cidadania e a formação humana. Desde 1999, data de sua criação, atua em Belo Horizonte propondo e gerindo projetos que colaborem para a formação de uma sociedade responsável, ética e humana. Participa de parcerias público-privadas apoiando seus clientes, captando recursos e implementando ações com o objetivo de desenvolver, promover e executar iniciativas de relevância pública e social. O Instituto acredita que estimulando a convivência, a ocupação do espaço público e a conduta responsável e empreendedora, por meio da implementação e gestão de ações, projetos e programas criativos e sustentáveis, seja possível contribuir para o desenvolvimento econômico e social das nações. Assim, desde 2018 o Instituto adotou as Metas e Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) da Agenda 2030 da ONU como referência para mensuração de resultados e desenvolvimento de suas iniciativas / site: www.institutoperiferico.org Para realização deste projeto, o Instituto será responsável pela gestão e prestação de contas do projeto e pela articulação de parcerias, por meio da atuação de suas 3 diretoras: Gabriela Santoro de Castro Função: diretora presidente do Instituto Periférico e atuará como coordenadora do projeto, responsável pela articulação com parceiros públicos e privados. Currículo: Gestora executiva de projetos, com grande experiência na área pública, Gabriela é formada em Relações Públicas pela PUC-MG, atua há muitos anos em planejamento e produção de eventos, possui um MBA em gestão do conhecimento e inteligência empresarial pela COPPE-UFRJ e uma especialização em gestão avançada do Esporte pelo Instituto Olímpico Brasileiro, em parceria com o COI. Conduziu projetos internacionais, liderou equipes na China, Itália, Inglaterra, Bélgica e Rússia e foi responsável pela interface com executivos estrangeiros de passagem pelo Brasil (COI, FIFA, FISU, IPC e outros integrantes de cias artísticas em turnês que produziu). Lilian Nunes Vieira Função: diretora executiva do Instituto Periférico e fará a coordenação de produção de todo o projeto. Currículo: É jornalista, cantora, atriz, locutora e produtora. Atua na elaboração, coordenação e realização de alguns dos principais festivais de Minas Gerais: Virada Cultural de Belo Horizonte, Festival Internacional de Teatro de Belo Horizonte (FIT), Festival Internacional de Quadrinhos (FIQ), Festival de Arte Negra (FAN), Feira Literária de Betim, Festival de Literatura do Circuito Liberdade, Momentos Aymoré, Festival Cultural Instituto UnimedBH, Descontorno Cultural, Festival Somos Comunidade, Conexão Vivo, Natura Musical. Tem também grande experiência na produção e circulação de espetáculos nacionais e internacionais, tais como Kirov, Scala de Milão, Pilobolus, Kataklo, Debora Colker, Elis A Musical, Vale Tudo Tim Maia O Musical. Daniela Savoi Vieira de Souza Função: diretora financeira e jurídica do Instituto Periférico. Será responsável por conduzir as questões de conformidade, gerir contratos e outras prerrogativas legais e administrativas para sua realização e prestação de contas. Currículo: É advogada formada pela PUC-MG e atuante na área de contencioso e consultoria trabalhista, direito cultural e terceiro setor. Foi gestora de escritório jurídico há mais de dez anos. Pós-graduada em Direito e Processo do Trabalho pela Fundação do Ministério Público e MBA em Terceiro Setor pela Faculdade Batista de Minas Gerais. Clotildes Avellar Teixeira (Historiarte) Função: coordenadora de Pesquisa para consolidação do dossiê. Currículo: Pós-Doutoranda no Depto de Ciências e Técnicas do Património / UPORTO Doutora em Ciência da Informação – UFMG. Especialista em Gestão do Patrimônio Cultural - IEC/PUCMINAS. Historiadora – UFMG. Criadora e executora de projetos sócio culturais nas áreas de registro de memória e valorização do patrimônio cultural, organização de acervos, pesquisa histórica, fotografia, cinema, música e artes cênicas, a Historiarte Projetos Culturais e Artísticos conta uma equipe afinada de profissionais especialistas nas áreas de História, Antropologia, Arquivologia, Ciência da Informação, Fotografia e Áudio-visual, Designer, Comunicação e Publicidade. Atuando no mercado cultural e editorial desde o ano de 2002, a Historiarte exerce atividades de Pesquisa Histórica e Geração de Conteúdo para publicações impressas e digitais, Coordenação Editorial e Edição de livros e revistas, criação e execução de propostas de valorização do patrimônio cultural e de Eucação Patrimonial, Cursos e workshops de formação em arte e cultura, Propostas de plataformas digitais voltadas para a História, a Memória e o Patrimonio Cultural, Produção de vídeo-documentários, Consultoria em Gestão Cultural, Criação e Gestão de projetos culturais focados na recuperação da memória social, possuindo no seu currículo propostas inovadoras, desenvolvidos para pessoas físicas e jurídicas. Raul Amaro Lanari Função: editor do Atlas da Cozinha Mineira. Currículo: Sócio-diretor da Peixe Vivo Histórias. Professor Universitário na área de História do Brasil (Império e República), das políticas de proteção ao patrimônio cultural e da História das Relações Internacionais; pesquisador da História do Brasil durante as décadas de 1930, 40 e 50, Raul é historiador responsável por estudos técnicos na área da preservação do Patrimônio Cultural. É também, coordenador do Curso de Especialização em Gestão do Patrimônio Histórico e Cultural da UNIBH e professor responsável pelas disciplinas: Memória, Identidade e Patrimônio, Patrimônio e Cultura Imaterial, Práticas de Campo em Patrimônio Cultural I, II e III (Inventário, Tombamento e Registro). E coordenador da equipe técnica da UNESCO no Projeto "Análise da Paisagem do Rio Doce". Dila Puccini Função: designer responsável pelo desenvolvimento de peças gráficas e de sinalização do projeto. Currículo: Formada em Jornalismo, fotógrafa especializada em shows e espetáculos, iniciou seus trabalhos na área de produção cultural em 1992, ainda em Pouso Alegre (MG), sua cidade natal. Hoje atua nos principais festivais de Belo Horizonte como Virada Cultural, Festival Internacional de Teatro, Festival Literário Internacional, Carnaval de Belo Horizonte, Festival de Arte Negra, entre outros. E também em projetos de circulação no interior como é o caso do Circuito de Cultura no Interior, Arte no Parque, La Movida In Box e Tempo de Música. Sua participação nos projetos é prioritariamente na área de design e produção. Fabiola Farias Função: coordenação de produção editorial do Caderno de Patrimônio da Cozinha Tradicional Mineira. Currículo: É graduada em Letras, mestre e doutora em Ciência da Informação pela Universidade Federal de Minas Gerais, com pós-doutorado em Educação pela Universidade Federal do Oeste do Pará. Foi Diretora de Ações de Incentivo à Leitura da Superintendência de Bibliotecas Públicas / Secretaria de Estado de Cultura de Minas Gerais (2007-2010) e Gerente de Coordenação de Bibliotecas e Promoção da Leitura da Fundação Municipal de Cultura de Belo Horizonte (2010- 2018). Foi membro titular do Conselho Municipal de Política Cultural de Belo Horizonte (2014- 2017) e do Conselho Municipal dos Direitos da Criança e do Adolescente de Belo Horizonte (2016-2018). É leitora-votante da Fundação Nacional do Livro Infantil e Juvenil (2010-). Professora substituta no Centro Federal de Educação Tecnológica de Minas Gerais. Tem experiência profissional e acadêmica nos seguintes temas: biblioteca pública; política cultural; políticas públicas na área de livro, leitura e bibliotecas; produção editorial; leitura; formação de leitores; literatura; livros para crianças e jovens.

Providência

Projeto encaminhado para avaliação de resultados.

2024-03-31
Locais de realização (1)
Belo Horizonte Minas Gerais