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Documentário média metragem, com duração de 60 minutos e finalizado em 4k, tem como objetivo mostrar a vida dos jovens índios Kuikuro, enquanto eles se preparam para o maior festival do Xingu, o Kuarup. são produtos secundários um livro fotográfico, impresso em papel Couchê fosco, formato de 25x21cm contendo entre 50 e 100 páginas com fotos que mostram, de forma artística, a preparação da Aldeia Afukuri para o Kuarup, maior festival do Xingu. É também produto secundário uma exposição gratuita de caráter artístico com 25 fotos retiradas do livro, realizada na cidade de Valinhos/sp, base do projeto.
O documentário se passa na aldeia Afukuri, no alto Xingu, nas duas semanas que antecedem o Kuarup, maior e mais tradicional ritual da etnia, onde são cultuadas as almas dos falecidos daquele ano. O filme faz um recorte da população jovem da aldeia, qual o seu papel na estrutura social da comunidade e, mais importante, quem são esses jovens indivíduos e qual o seu modo de ver o mundo à sua volta. Os moradores da aldeia Afukuri serão os anfitriões dessa grande festa e se dedicam dia e noite para receber os convidados. Cada preparativo é um pequeno ritual e mostra que, mesmo com todo o avanço da tecnologia e o contato cada vez maior com os não índios, a população jovem do alto Xingu ainda mantém sua cultura viva e resiste bravamente, protegendo a natureza e vivendo em harmonia com o planeta. Classificação indicativa etária: 10 anos Por conter cenas de luta, de caça e pesca. O livro fotográfico que conta a história da preparação dos jovens índios da Aldeia Afukuri, localizada no alto Xingu, para o Kuarup, Maior e mais antigo ritual da etnia, que tem como objetivo principal cultuar as almas dos falecidos daquele ano. Apesar de ser uma festa em homenagem aos mortos, é cheia de vida, dança, canto e cores. Marca o início de um novo ciclo e o final do luto dos familiares dos falecidos, os reinterando às atividades regulares da comunidade. No dia do Kuarup, acontecem lutas, danças, rituais e um grande banquete. É um rito tradicional e secular, mas o livro mostrará como, em pleno século 21, o mundo globalizado que cerca a aldeia, pode influir - positivamente ou negativamente - nas tradições e na cultura dessa etnia que resiste bravamente no coração do Brasil. Classificação indicativa etária: 10 anos Por conter cenas de luta, caça e pesca.
OBJETIVO GERAL O objetivo geral do documentário é mostrar a importância da preservação dos costumes e da cultura do povo Kuikuro, mas também focar no modo em que os jovens índios da aldeia veem o mundo ao se redor e fazer uma colaboração artística com a captação de imagens também por parte dos jovens da comunidade, como resultado de uma oficina de audiovisual, seguindo assim inciso II e III do artigo 1° do decreto 5761, que dizem respectivamente que o Pronac tem como umas das missões promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais e apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores. OBJETVOS ESPECÍFICOS - Produzir, captar e pós produzir um documentário média metragem, com duração de 60 minutos. - Realizar uma oficina de audiovisual e edição básica para os jovens entre 15 e 25 anos da aldeia. - Realizar a produção de um livro fotográfico contendo entre 50 e 100 páginas sobre a cultura dos índios Kuikuro, com tiragem de 500 exemplares. - Realizar uma exposição gratuita com duração de 7 dias na cidade de Valinhos/SP com 25 fotos retiradas do livro.
O documentário contará a história da preparação do ritual mais importante na cultura kuikuro, o Kuarup, que ocorrerá em julho de 2021, sob o olhar da comunidade de jovens índios que compõe a aldeia. Será um documentário inspirado na observação sensível de Andrea Tonacci em "Serras da Desordem", onde há pouca interferência da equipe na ação, e também na cinematografia moderna e impactante de Petra Costa. Takes longos e expressivos, cores quentes e trilha sonora original em comunhão com a estética das danças e cerimônias indígenas darão ao filme a sensação de pertencimento ao espectador. Planos abertíssimos mostrarão a imensidão da aldeia e da floresta, contrapondo-se aos planos fechados e closes que evidenciarão a sensibilidade e individualidade de cada membro da comunidade. A peça audiovisual também terá imagens gravadas pelos jovens moradores da aldeia. Eles serão deixados livres para criar e dessa forma refletirão no filme uma linguagem pura e intuitiva, dentro do seu modo de ver o mundo. Um documentário sobre a população jovem do Xingu é relevante para o audiovisual brasileiro pelos seguintes motivos: Art. 1° Fica instituído o Programa Nacional de Apoio à Cultura (Pronac), com a finalidade de captar e canalizar recursos para o setor de modo a: II - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais; III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; IV - proteger as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsáveis pelo pluralismo da cultura nacional; VI - preservar os bens materiais e imateriais do patrimônio cultural e histórico brasileiro; E de acordo com o artigo 3º da Lei n° 8.313/91, o projeto fomenta a produção artística e cultural, mediante: a) produção de discos, vídeos, filmes e outras formas de reprodução fonovideográfica de caráter cultural; Essa produção só será possível com o apoio da lei de incentivo à cultura, pois, como produtor independente, não disponho de recursos para a produção do filme e todos os custos que o envolvem. Como todos os profissionais envolvidos são brasileiros, conseguiremos fomentar a economia, tanto no meio audiovisual e gráfico, quanto no meio indígena. Além de colocar no mundo uma peça audiovisual sensível e de cunho artístico, a lei também garantirá o acesso da população à diferentes tipos de material cultural e mostrará os costumes das populações indígenas brasileiras ao mundo por meio de inscrições em festivais internacionais de cinema, agregando valor ao setor cultural do nosso país.
Documentário com duração de 40 a 70 minutos, gravado em Prores Raw e finalizado digitalmente em 4k nos softwares Adobe. Serão usadas Câmeras Black Magic Pocket Cinema Camera 4k, por serem compactas, agilizando os processos. O som direto será captado por microfone tipo shot gun para deixar os personagens mais livres. A trilha sonora original será composta baseada nas músicas e cânticos da etnia Kuikuro. O livro fotográfico terá entre 50 e 100 páginas, será impresso em papel couchê fosco de alta qualidade em formato 21x25cm, em cores. A exposição gratuita será na cidade de Valinhos/SP. A equipe de montagem e produção trabalhará de forma voluntária, sem gerar ônus ao projeto.
O filme terá versão com intérprete em libras, audiodescrição e será legendado em LSE e inglês. Todo material de divulgação dos produtos culturais gerados pelo projeto vão conter informações sobre a disponibilização das medidas de acessibilidade adotadas para o produto. Os custos envolvidos estão previstos no orçamento. 20% dos livros irão acompanhar CD com audiodescrição em mp3. Os custos envolvidos estão previstos no orçamento. Todas as fotos impressas no livro terão descrição escrita. Totens da exposição terão descrição em braile das fotos. Todo material de divulgação dos produtos culturais gerados pelo projeto vão conter informações sobre a disponibilização das medidas de acessibilidade adotadas para o produto. Os custos envolvidos estão previstos no orçamento. As medidas acima enquadram o projeto nos incisos I e II do artigo 42 da lei nº 13.146 de 2015.
Realizaremos, gratuitamente, uma oficina de audiovisual na aldeia Afukuri, local da gravação do documentário. A oficina será ministrada pela própria equipe de gravação, liderada pelo Coordenador Geral, com foco nos jovens de 15 a 25 anos, moradores da comunidade indígena Kuikuro, com os equipamentos que já teremos em mãos por serem os mesmos da captação do documentário, ou seja, não gerará custo nenhum a mais, além da previsão do art. 22. Serão contempladas até 50 pessoas. Garanto expressamente que 50% (cinquenta por cento) do quantitativo de beneficiários das ações formativas culturais seja constituído de estudantes e professores de instituições públicas de ensino. Duração: 3 horas Grade: Teoria básica da fotografia (30min), Captação de imagens(1h30), Edição básica (1h30) - O filme será disponibilizado Gratuitamente no site www.youtube.com após correr o circuito de festivais. - Uma cópia física será doada à Cinemateca Brasileira. - 10 cópias físicas em mídia digital do filme serão distribuidas em Bibliotecas Públicas. - 20% dos livros fotográficos resultantes do projeto, ou seja, 100 (cem) livros, serão doados a bibliotecas públicas. - 20% dos livros fotográficos resultantes do projeto, ou seja, 100 (cem) livros, serão doados à associação de moradores da Aldeia Afukuri. - 20% dos livros fotográficos resultantes do projeto, ou seja, 100 (cem) livros, serão doados aos patrocinadores. Essas medidas enquadram o projeto nos seguintes incisos do artigo 21 da instrução normativa nº 02/2019: Art. 21. Em complemento, o proponente deverá prever a adoção de, pelo menos, uma das seguintes medidas de ampliação do acesso: I - doar, além do previsto na alínea "a", inciso I do artigo 20, no mínimo, 20% (vinte por cento) dos produtos resultantes da execução do projeto a escolas públicas, bibliotecas, museus ou equipamentos culturais de acesso franqueado ao público, devidamente identificados; III - disponibilizar, na Internet, registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino e de outros eventos de caráter presencial, sem prejuízo do disposto no § 2º do art. 22; V - realizar, gratuitamente, atividades paralelas aos projetos, tais como ensaios abertos, estágios, cursos, treinamentos, palestras, exposições, mostras e oficinas, além da previsão do art. 22; VII - realizar ação cultural voltada ao público infantil ou infantojuvenil;
Proponente Raphael Mattos Montagner Função: Coordenação geral do projeto Diretor cinematográfico Produtor Executivo Fotógrafo Raphael Montagner é um jovem diretor e fotógrafo Paulista, nascido em São Paulo, vive hoje na cidade de Valinhos, interior do SP. Formado em Rádio e TV pela UAM, começou a carreira como produtor de TV, trabalhando na Rede TV e na Rede Bandeirantes e em 2015 estreou na direção da produtora Monomidia, junto com seu sócio e diretor de fotografia Rafael Marques da Silva, onde ganhou um Prêmio Jovem Brasileiro e deu palestras em ETECs e universidades sobre audiovisual. Em 2018 fundou sozinho sua atual produtora e, além de produzir filmes corporativos e video clipes musicais, está focado na produção de documentários como "Belafazenda" 2019, "Pé do Morro" 2019, "Natal Santaluzia" 2019 e "Eu, só" 2020 e alguns deles estão em seu site www.shotbyphilts.com. Raphael acumula mais de 200 milhões de views em seus trabalhos no youtube, em parceria com grandes artistas da música brasileira e já dirigiu mais de 50 trabalhos audiovisuais em países como Chile, México e Brasil. Felipe Ferracioli Função: Diretor de produção Roteirista No ano de 2010, na Faculdade de Letras, Felipe Ferracioli se apaixonou perdidamente pelas aulas sobre as tragédias gregas e romanas. A relação com a literatura e a escrita se intensificaram num caminho sem volta, e hoje a vida flui entre poemas, crônicas, contos, escritos, filmes e devaneios. As humanidades, as histórias possíveis de se contar, se espantar, aprender e se ressignificar têm sido as diretrizes para as escolhas profissionais e pessoais. Dentre as formações e cursos que não para de fazer sobre literatura, cinema, teatro e outras áreas artísticas, estudou atuação no Teatro Escola Macunaíma, dramaturgia na SP Escola de Teatro e cinema no CAV – Centro de Audiovisual de São Bernardo. Foi no CAV que aliou todos os conhecimentos adquiridos até então para trabalhar com cinema, teatro e a literatura. Participou de curtas-metragens e videoclipes como diretor, roteirista, assistente de direção e produtor, entre eles “No Hay Plata”, “Subcutâneo”, “Eu, Incomunicável”, “Migalhas do teu tempo”, “É Plástico. E doce.”, “Okhwa”, “Labirinto de Concreto”, "Tripofobia", "Ascendente em Romantismo" e “Corra, Tatiana”, de TATIANA e "Too Blind to See", da Devil’s Paradise. Em 2015 participou da elaboração do longa-metragem “Entre Paredes”, e nas gravações atuou como assistente de direção. Nos anos de 2018 e 2019 trabalhou na produtora Olhar Imaginário, onde atuou como assistente de direção e roteirista da série Cena Inquieta, uma série documental de 26 episódios sobre grupos de teatro no Brasil veiculada no ano de 2020 no SESCTV. Gustavo Ortiz Função: Diretor de fotografia Apaixonado por cinema e fotografia desde criança, Gustavo Ortiz iniciou a criação de seus filmes muito cedo, nascido em São Paulo, se formou em Publicidade pela Universidade Paulista, e após trabalhar em diversas áreas do mercado audiovisual adquirindo uma experiência de 5 anos na área, fundou a Gublic Films (www.gublicfilms.com.br) em 2013, uma produtora especializada na criação de conteúdo audiovisual. Desde então Gustavo faz a direção de cena e fotografia de vários projetos no mercado musical, publicitário e corporativo. No início de 2019 projetos documentais e sociais ganharam mais destaque em seu portfólio, com a produção de documentários como o “Impacto Sertão Livre”, projeto realizado no Sertão do Piauí que tem o objetivo ajudar pessoas dessa região, “Brumadinho Invisível” ação realizada pela Ong Sp Invisível que contribuiu com uma família impactada pelo rompimento da barragem que ocorreu em Brumadinho. Nestes e em mais projetos Gustavo fez a direção, captação e edição dos documentários. No segundo semestre de 2019 percorreu 7 estados do Brasil com Marcos Piangers, criando 7 vídeos com a narrativa da Paternidade na visão de diversos Pais. Felipe Sabatini Função: Designer do livro Felipe Sabatini (1991 – SP), é formado em design gráfico pela ESPM – SP. Atuou, por três anos, como assistente de Celso Longo + Daniel Trench, onde participou de projetos como a X Bienal de Arquitetura de São Paulo e do desenho do projeto gráfico da revista Quatro Cinco Um. Posteriormente, trabalhou ao lado de Kiko Farkas na Máquina Estúdio, com o qual ainda divide a autoria de alguns projetos.Desde 2018 lidera os projetos do Estúdio Ésse. O Ésse faz projetos gráficos e digitais, desenvolvendo livros, identidades visuais, sites, vídeos e sinalizações para clientes como: MIS – SP (Museu da Imagem e do Som); Theatro Municipal de São Paulo, Sesc, Companhia das Letras e Memorial da Resistência de São Paulo.Fez parte do grupo de designers brasileiros que, em 2014, integrou a ‘exposição internacional de cartazes’, promovida pela AGI – Alliance Graphique Internationale. Tem trabalhos premiados pelo Museu da Casa Brasileira, pela Bienal Brasileira de Design Gráfico e pela Bienal Latino Americana de Design Gráfico. Barbara Mastrobuono Função: Editora do livro Barbara Mastrobuono é editora, tradutora e pesquisadora. Trabalhou em casas editoriais como Editora 34 e Cosac Naify, e atuou como coordenadora editorial da Pinacoteca de São Paulo. Entre os títulos que traduziu estão “Tunga”, com texto de Catherine Lampert; “Poesia Viva”, de Paulo Bruscky, com texto de Antonio Sergio Bessa; e “Jogos para atores e não autores”, de Augusto Boal. Defendeu sua dissertação de mestrado pelo departamento de Teoria Literária da USP. Atualmente é editora-chefe da SP-Arte. Equipe de áudio e edição: A contratar
PROJETO ARQUIVADO.