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PRONAC 210886Apresentou prestação de contasMecenato

SÉRVULO ESMERALDO: LINHA E LUZ

MG PRODUCOES CULTURAIS LTDA
Solicitado
R$ 3,84 mi
Aprovado
R$ 3,77 mi
Captado
R$ 2,04 mi
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

Incentivadores (2)
CNPJ/CPFNomeDataValor
00000000000191BANCO DO BRASIL SA1900-01-01R$ 1,84 mi
19630147000193MG PRODUCOES CULTURAIS LTDA1900-01-01R$ 200,0 mil

Eficiência de captação

54.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Exposição de Artes Visuais
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Exposições de artes visuais
Ano
21

Localização e período

UF principal
RJ
Município
Rio de Janeiro
Início
2021-07-01
Término

Resumo

Realizar exposição retrospectiva do artista plástico SÉRVULO ESMERALDO em quatro cidades brasileiras e publicar catálogo que acompanha a mostra.

Sinopse

Não se aplica.

Objetivos

Geral Difundir a trajetória do artista SÉRVULO ESMERALDO (Crato 1929 - Fortaleza 2017) nos seus 50 anos de produção artística. Foi um dos mais completos e importantes artistas brasileiros - gravador, ilustrador, gravurista, pintor, escultor e, de certa forma, paisagista e arquiteto, quando se fala das obras monumentais - com o domínio de várias técnicas, do entalhe para a xilogravura à utilização de tecnologias, aplicadas na geração de efeitos cinéticos, óticos e eletro-magnéticos. Específicos (1) Realizar exposição do artista plástico Sérvulo Esmeraldo no Centro Cultural Banco do Brasil São Paulo, e itinerância da mostra nas unidades do CCBB Rio de Janeiro, Brasília e Belo Horizonte. (2) Publicar catálogo que acompanha a mostra com tiragem de 2.000 exemplares.

Justificativa

A exposição SÉRVULO ESMERALDO: LINHA E LUZ fornecerá uma visão do conjunto de criações, mas, também, um mergulho nas diversas técnicas usadas pelo artista, ao longo de mais de 50 anos de produção. A sua trajetória foi marcada por etapas, onde conceitos e técnicas eram revisitados, de forma integrada e contínua, explorando linhas, volumes, movimento e luz, com diversos materiais. Apesar da pluralidade técnica, sua obra possui uma coerência interna, baseada em elementos simples e em um tratamento sintético das formas. Essa unidade estética construída por uma multiplicidade de técnicas faz de Sérvulo Esmeraldo um artista único no panorama das artes plásticas brasileiras e que merece ser revisitado através de uma retrospectiva. Poderemos então nos dar conta da amplitude de seu trabalho, das pequenas primeiras esculturas e gravuras até as monumentais instalações ao ar livre na cidade de Fortaleza. A luz, elemento essencial da sua obra, já visível nas primeiras xilogravuras, mas se potencializa nos objetos que chamou de Réfléchissants, do final dos anos 60, onde o efeito da luz se torna real. Utilizou prismas e fenômenos óticos, como a difração e a polarização da luz, com fios de nylon em caixas de acrílico transparentes. Na sua produção artística, aparece seu interesse pela cinética e pelo equilíbrio instável. A passagem para o geométrico se fez sutilmente até chegar às formas mais puras: o semicírculo, o quadrado e o triângulo, sua forma ideal. Nos anos 70, Sérvulo se volta para novos materiais e tecnologias, utilizando imãs, motores elétricos e eletroímãs que, posteriormente, foram substituídos por forças mais puras, como a eletricidade estática, do próprio observador. Sérvulo desenvolveu uma série de esculturas com blocos compactos acrílico, com lâminas brancas e pretas alternadas e coladas entre si, obtendo planos, onde cada linha define, ponto-por-ponto, a topografia da superfície. O artista descobriu sua mensagem e adotou diversas linguagens, sempre mantendo a dinâmica da linha e da luz como sua força. Em 1980, começou a trabalhar com chapa de aço, dominando a técnica da caldeiraria, o que lhe permitiu dar volume real às suas esculturas. Até aí suas obras eram pretas, brancas, grafites e marrons. A partir de 1984, entra em jogo a liberdade da cor, com vermelhos, laranjas, verdes, azuis. Nessa época, trabalha com superfícies em relevos, superposição de elementos e reconhece que o volume de suas esculturas "é suporte para evidenciar as linhas", mostrando, mais uma vez, a coerência do seu trabalho. Esses relevos são criados por linhas em superfícies de aço bidimensionais, mas criando formas geométricas tridimensionais. A solicitação de apoio ao projeto Sérvulo Esmeraldo: Linha e Luz junto à Secretaria de Fomento e Incentivo à Cultura, através da Lei Federal de Incentivo à Cultura, é hoje uma das poucas formas de se encontrar parceria na iniciativa privada, sendo imprescindível sua existência para democratizar a cultura em todo o País. Sobre o enquadramento no Artigo 1º da Lei 8.313/91: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória; IX - priorizar o produto cultural originário do País. Sobre o enquadramento no Artigo 3º da Lei 8.313/91: II - fomento à produção cultural e artística, mediante: c) realização de exposições, festivais de arte, espetáculos de artes cênicas, de música e de folclore;

Especificação técnica

EXPOSIÇÃO Apresentaremos aproximadamente 60 obras e 30 esboços, desenhos e maquetes, além de uma obra monumental produzida especialmente para a mostra. Teremos obras de todas as fases do artista: desde as primeiras xilogravuras, inclusive aquelas usadas para ilustrar literatura de cordel e outras manifestações; obras da série Réfléchissants; litografias diversas; obras da fase geométrica Vegetais; gravuras sobre metal, associadas a outras técnicas; obras da série Excitáveis; esculturas da série Análises de Superfície; exemplares da série Cales, como exemplo do desenho programado; esculturas em mármore e chapa de aço; obras onde explora a forma triangular, como as suas famosas Pirâmides, inicialmente pretas, brancas, grafites e marrons e outras de forte colorido: em vermelhos, laranjas, verdes, azuis. Quanto às esculturas monumentais que povoam a cidade de Fortaleza, haverá uma série de maquetes, desenhos e fotos, valorizando seus aspectos mais essenciais. A exposição retrospectiva reunirá obras de coleções particulares e de museus, algumas inéditas. A mostra será apresentada nas unidades do Centro Cultural Banco do Brasil São Paulo, Rio de Janeiro, Brasília e Belo Horizonte. Prevemos a ocupação de uma área de cerca de 600 m². CATÁLOGO: tiragem de 2.000 exemplares, impressão Eurobulk 150/m², 164 páginas, capa dura, 23x30cm fechado 23x60cm aberto.

Acessibilidade

Física (Todos os produtos) CCBB SP: O prédio possui elevadores, rampas, telefones e banheiros adaptados; Audioguia disponível no aplicativo CCBB | SP. CCBB RJ: Rampa para pessoas com deficiência física – Entrada da Av. Presidente Vargas; Sanitários para cadeirantes – Térreo, 2º andar, 4º andar e 5º andar; Telefones públicos para pessoas com deficiência auditiva ou visual: térreo e 5º andar. CCBB BSB: Vagas exclusivas de estacionamento; Acesso por rampas ao Teatro e às Galerias; Elevador entre as Salas de Exposições; Banheiros adaptados atrás do balcão de informações. CCBB BH: Rampa de acesso ao prédio para pessoas com deficiência física; Indicação sonora e em braile nos elevadores; Banheiro acessível em todos os andares; Disponibilidade de elevadores adaptados ligando os pavimentos; Sinalização tátil em corrimão e totens; 2 vagas de estacionamento público destinadas a pessoas com deficiência na Av. Brasil e R. Gonçalves Dias; Escadas com corrimão e indicações em braile. PRODUTO EXPOSIÇÃO DE ARTE - Conteúdo da exposição Deficientes visuais: Produção de audioguia bilíngue português/inglês; Objetos relacionais que possibilitam uma experiência sensorial (tátil, sonora, corporal). ITEM DA DESPESA NA PLANILHA: Desenvolvimento/Material de multissensorialidade Deficientes auditivos: produção audiovisual (filme) sobre a exposição em libras - disponibilizando seu conteúdo em QR Code específico dentro do espaço expositivo e para utilização em tablets (off-line) ITEM DA DESPESA NA PLANILHA: Desenvolvimento/Material de multissensorialidade PRODUTO CATÁLOGO Deficientes visuais: gravação de audiolivro ITEM DA DESPESA NA PLANILHA: Audiodescrição Deficientes auditivos: não se aplica. PRODUTO CONTRAPARTIDA SOCIAL Deficientes visuais: Produção de audioguia bilíngue português/inglês; Objetos relacionais que possibilitam uma experiência sensorial (tátil, sonora, corporal). ITEM DA DESPESA NA PLANILHA: Desenvolvimento/Material de multissensorialidade Deficientes auditivos: produção audiovisual (filme) sobre a exposição em libras - disponibilizando seu conteúdo em QR Code específico dentro do espaço expositivo e para utilização em tablets (off-line) ITEM DA DESPESA NA PLANILHA: Desenvolvimento/Material de multissensorialidade

Democratização do acesso

Para a visitação, a entrada é franca. Não haverá comercialização de produtos culturais. PRODUTO EXPOSIÇÃO DE ARTE: Para atendimento ao Artigo 21 da IN 02/2019, optamos pelo Inciso IV - permitir a captação de imagens das atividades e de espetáculos ou autorizar sua veiculação por redes públicas de televisão e outras mídias. PRODUTO CATÁLOGO: Para atendimento ao Artigo 21 da IN 02/2019, optamos pelo Inciso I - doar, além do previsto na alínea "a", inciso I do artigo 20, no mínimo, 20% (vinte por cento) dos produtos resultantes da execução do projeto a escolas públicas, bibliotecas, museus ou equipamentos culturais de acesso franqueado ao público, devidamente identificados.

Ficha técnica

O proponente será responsável pela coordenação geral do projeto, remunerado pela rubrica de mesma nomenclatura, e por toda a gestão do processo decisório do projeto. Possui aptidão comprovada na gestão administrativa, financeira e operacional. Coordenação Geral: MG Produções Culturais/Márcio Gobbi (proponente) Artista: Sérvulo Esmeraldo (Crato, Ceará, 1929 - Fortaleza, Ceará, 2017). Escultor, gravador, ilustrador, pintor. Aos treze anos realiza a sua primeira xilogravura. Em 1950 compõe com Goebel Weyne o núcleo jovem da Sociedade Cearense de Artes Plásticas - SCAP, em Fortaleza. Transfere-se para São Paulo em 1951, pensando em estudar Arquitetura, mas fica entre os excedentes, e então, dedica-se à xilogravura. Em 1957, realiza a primeira individual, 39 gravuras de Sérvulo Esmeraldo no Museu de Arte Moderna de São Paulo. Ganha bolsa de estudos do governo francês. Reside na França até 1979. Em Paris, frequenta o ateliê de litogravura da École Nationale des Beaux-Arts e estuda com Johnny Friedlaender. Na década de 1960 começa suas incursões no campo da arte cinética, fazendo objetos com ímãs, eletroímãs e por gravidade. Em 1974 participa da exposição L'idée et La Matière, na Galeria Denise René, em Paris e redige um texto onde se manifesta sobre seu trabalho com os excitáveis. Retorna definitivamente a Fortaleza em 1980, que hoje abriga esculturas monumentais, cerca de quarenta obras de sua autoria. Em 1983 recebe o Prêmio Melhor escultor do ano da Associação Paulista de Críticos de Arte. Foi o idealizador e curador da Exposição Internacional de Esculturas Efêmeras, em Fortaleza, em 1986 e 1991. Em 2011, a Pinacoteca do Estado faz retrospectiva da obra do artista com publicação de livro coordenado por Aracy Amaral. Em 2012, um recorte de seu trabalho é mostrado na exposição "Simples como um triângulo" na Galeria Raquel Arnaud. Com diversas exposições realizadas e participação em importantes salões, bienais e outras mostras coletivas no Brasil e no exterior, sua obra faz parte do acervo dos principais museus do país e de coleções públicas e privadas. Em fevereiro de 2017, falece em Fortaleza, aos 87 anos. Curadoria: Marcus Lontra Marcus de Lontra Costa cursou a Faculdade de Comunicação da PUC Rio, mas, desde cedo, se interessa pelas artes visuais, se destacando, a partir de 1975 na revista MODULO, criada por Oscar Niemeyer, com artigos sobre os principais artistas nacionais. Assume a direção do Parque Lage e a Escola de Artes Visuais, onde cria o Como Vai Você Geração 80 e a coluna de Arte na revista IstoÉ e no jornal O Globo. Transfere-se para Brasília, onde assessora o Ministério da Cultura e cria o Museu de Arte Moderna de Brasília. Recebe convite do Presidente do MAM RJ e retorna ao Rio, para dirigir e fazer a curadoria desse importante museu. Implantou o MAMAM-Museu de Arte Moderna Aloísio Magalhães, em Recife, e foi curador do Arte Pará. Já realizou inúmeras exposições no Brasil e no exterior tais como Niemeyer: Invenção do Tempo e Oscar Niemeyer 100 anos, e de grandes artistas como Athos Bulcão, Celeida Tostes, Tomie Ohtake, Franz Kracjber etc. assim como a Coleção Gilberto Chateaubriand... Atua como professor em várias instituições de ensino superior e na área de Arte e Educação, dentro e fora do país. Convidado pelo governo da França para integrar a equipe de curadores do Centre Georges Pompidou e da Fondation Cartier, em Paris. Atualmente desenvolve a curadoria e coordenação do Prêmio Marcantônio Vilaça para as Artes SESI/CNI, principal prêmio de Arte Contemporânea no Brasil. Dodora Guimarães Pesquisadora e Curadora de artes visuais com vasta experiencia no campo da arte e da cultura. com participação ativa na vida cultural cearense desde 1983, quando fundou a Arte Galeria, a primeira galeria voltado para arte contemporânea em Fortaleza. Foi curadora do Centro de Artes Visuais Raimundo Cela entre 1994 e 2002. Coordenadora do núcleo de artes visuais da Secult entre 2003 e 2006. Curadora do sobrado Dr.Jose Lourenco de 2007 a 2015. É Presidente do Instituto Sérvulo Esmeraldo. Produção executiva: Gabriela Weeks Realizou o projeto Experimentação e Método – Oficina de Gravura do Ingá, no Museu do Ingá, Niterói (2017/2018); o projeto “Sementeira”: exposição “Trajetórias” sobre a formação do estado fluminense e revocacionamento do Museu do Ingá, Niteró (2014/2016); Produziu o curta Guardadores da Arte (2009); fez os vídeos para exposições “A Longa Viagem da Biblioteca dos Reis” (2004) e “Mundo Encantado dos Quadrinhos” (2002) na Biblioteca Nacional. Com mestrado em comunicação pela ECO-UFRJ e graduação pela Saint Martins, Londres, Gabriela Weeks trabalhou na produção executiva, assistência de curadoria e coordenação de conteúdo de exposições, museus, aplicativos, livros e catálogos. Principais trabalhos: Museo del Caribe, Colombia, Museu das Minas e do Metal, BH-MG, exposições Tino Sehgal, Jenny Holzer, Gary Hill, Peter Greenaway. Trabalhou como diretora de produção e assistente de direção com João Jardim nos documentários “Lixo Extraordinário” (2010), com Vik Muniz, “Janela da Alma” (2001) e “Pro dia nascer feliz”(2006), além da ficção “Amor?”(2010). Foi produtora executiva de 2 longas “A Falta que nos move, de Christiane Jatahy e “ Corda Bamba” de Eduardo Goldenstein.

Providência

Projeto encaminhado para avaliação de resultados.

2024-06-30
Locais de realização (4)
Brasília Distrito FederalBelo Horizonte Minas GeraisRio de Janeiro Rio de JaneiroSão Paulo São Paulo