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PRONAC 210907Projeto encerrado por excesso de prazo sem captaçãoMecenato

ESSA HISTÓRIA TEM FIM?

Michel Antonio Bueno de Moraes
Solicitado
R$ 169,2 mil
Aprovado
R$ 169,2 mil
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

Nenhum incentivador/fornecedor cadastrado localmente. Click "Carregar via SALIC" para buscar da API ao vivo.

Linha do tempo

  1. 01/01/2021
    Cadastro PRONAC
    Ano 21
  2. 01/06/2022
    Início previsto
  3. 31/12/2023
    Término previsto
  4. 06/05/2026Encerrado
    Projeto encerrado por excesso de prazo sem captação

Histórico inicial = baseline (situação atual no momento da primeira ingest). Próximas mudanças de status serão capturadas automaticamente a cada nova sincronização SALIC.

Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Apresentação ou Performance de Teatro
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Projetos normais
Ano
21

Localização e período

UF principal
SP
Município
Campinas
Início
2022-06-01
Término
2023-12-31
Locais de realização (1)

Resumo

O projeto consiste na contação de histórias e distribuição de livros denominado "Essa História Tem Fim?" que através da literatura e da arte de contar histórias, levarão ao público infantil e sua comunidade, um olhar diferente sobre as escolhas da vida e sobre ajudar o próximo. O projeto também contempla oficinas de contação de história como ação formativa.

Sinopse

O espetáculo e o livro contam a história de “Totonho” e suas aventuras, desde seu nascimento num navio vindo ao Brasil, sua juventude brincando nas lavouras de café de seus tios, e depois adulto quando sofre um acidente e precisa receber uma transfusão de sangue. Nesse momento, o leitor decide para qual caminho deve levar o final da história.

Objetivos

OBJETIVO GERAL O projeto tem como objetivo a realização de contação de histórias e distribuição de livros denominado "Essa História Tem Fim?" de autoria de Michel Bueno de Moraes. Serão realizadas apresentações gratuitas para crianças e jovens de 07 a 14 anos em situação de vulnerabilidade social, e também, será distribuído livros de leitura com a história da peça. Além do público espontâneo, realizaremos contatos com entidades assistenciais, escolas e outros espaços culturais para que possamos ter um bom público. Como ação formativa, será realizado uma oficina de contação de história para alunos e professores da rede pública de ensino. OBJETIVO ESPECÍFICO - Realizar 20 contação de histórias teatrais gratuitas do espetáculo infantil "Essa História tem Fim?" com duração de 40 minutos e com uma média de público de 100 espectadores por apresentação. - Distribuição de 3000 livros ilustrados com a história do espetáculo e 300 audiolivros como acessibilidade. - Realizar 04 oficinas de contação de história como ação formativa

Justificativa

Para a realização deste projeto destacamos os seguintes incisos do Art. 1º da Lei 8313/91: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; II - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais; III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; IV - proteger as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsáveis pelo pluralismo da cultura nacional; V - salvaguardar a sobrevivência e o florescimento dos modos de criar, fazer e viver da sociedade brasileira; IX - priorizar o produto cultural originário do País. e os seguintes objetivos do Art. 3º: II - fomento à produção cultural e artística, mediante: c) realização de exposições, festivais de arte, espetáculos de artes cênicas, de música e de folclore; Levar a informação através da arte, de forma lúdica, faz com que as crianças e os jovens se atentem mais ao conteúdo e percebam a importância do assunto. Este projeto é de grande relevância por trazer em um determinado momento da história a questão da doação de sangue, plantando no público, que ainda não possui idade para doar, a semente da solidariedade e da empatia, para que quando atingir a idade, se interesse por essa atitude. Em 2019, segundo dados do Hemocentro da Unicamp (Campinas), de um total de 97 mil doadores, apenas 1,4% possuem entre 16 e 18 anos. Desta forma, atrair o público jovem (10 a 15 anos) pode impulsionar futuros doadores, podendo solucionar um dos problemas da saúde do nosso país que é a falta de sangue.

Estratégia de execução

Não se aplica

Especificação técnica

Não se aplica

Acessibilidade

Produto: Espetáculo de Artes Cênicas ACESSIBILIDADE FÍSICA: Serão proporcionadas condições de acessibilidade a pessoas idosas nos termos do art. 23 da Lei n° 10.741 de 01 de outubro de 2003, e acesso preferencial em todos os locais de realização do projeto, bem como será proporcionado condições de acessibilidade a portadores de deficiência, conforme disposto no art. 46 do Decreto nº 3.298, de 20 de dezembro de 1999, disponibilizando lugares especiais para assistir aos espetáculos, fácil acesso ao setor do local de realização, prioridade e facilidades para acesso e locomoção. Para fins de atendimento do Art. 27, II do Decreto 5.761/06 e artigos 21 e 23 da Instrução Normativa Nº 1, de 9 de fevereiro de 2012 será disponibilizado acesso preferencial para idosos e portadores de deficiência, bem como será disponibilizado pelo menos 5% da capacidade do local para esse público e espaço de pelo menos 10% adaptável para acessibilidade da lotação. Conforme faculta a legislação, no caso de não haver procura pelos assentos reservados, estes poderão excepcionalmente ser ocupados por pessoas que não sejam portadoras de deficiência ou que não tenham mobilidade reduzida. Item na planilha orçamentária: Não se aplica DEFICIENTES AUDITIVOS / VISUAIS: O projeto prevê a realização de apresentações com a presença de um profissional intérprete de Libras e áudio descrição, sendo essas apresentações realizada com especial divulgação entre o público atendido por instituições de apoio ao surdo e deficientes visuais, e secretarias municipais. Item na planilha orçamentária: Intérprete de libras e audiodescrição Produto: LIVRO ACESSIBILIDADE FÍSICA: não possui Item na planilha orçamentária: Não se aplica DEFICIENTES AUDITIVOS / VISUAIS: Audiolivro Item na planilha orçamentária: CD e Estúdio de gravação Produto: CONTRAPARTIDA SOCIAIS ACESSIBILIDADE FÍSICA: rampas, corrimões, banheiros adaptados, assentos para obesos e idosos e etc. Item na planilha orçamentária: Não se aplica DEFICIENTES AUDITIVOS / VISUAIS: Profissional de Libras e audiodescrição Item na planilha orçamentária: Para essa atividade será realizado inscrição de participação, ocasião em que o participante poderá manifestar a necessidade de condições especiais de acessibilidade. Assim, havendo manifestação do participante inscrito na ficha de inscrição, serão providenciados os serviços, a serem arcados com recursos próprios

Democratização do acesso

Será garantida democratização de acesso ao público em geral, especialmente aos desprovidos de produtos culturais, uma vez que todo projeto será realizado gratuitamente. Além do público espontâneo, realizaremos contatos com entidades assistenciais, escolas públicas e outros espaços culturais para que possamos ter um bom público. E, de acordo com o Artigo 21 da Instrução Normativa nº 2/2019 do Ministério da Cidadania também será adotado: Espetáculo de Arte Cênica / Livro: I - doar, além do previsto na alínea "a", inciso I do artigo 20, no mínimo, 20% (vinte por cento) dos produtos resultantes da execução do projeto a escolas públicas, bibliotecas, museus ou equipamentos culturais de acesso franqueado ao público, devidamente identificados; VII - realizar ação cultural voltada ao público infantil ou infantojuvenil; Contrapartida Social: IV - permitir a captação de imagens das atividades e de espetáculos ou autorizar sua veiculação por redes públicas de televisão e outras mídias; § 1º As ações formativas culturais deverão corresponder a pelo menos 10% (dez por cento) do quantitativo de público previsto no plano de distribuição, contemplando no mínimo 20 (vinte) limitando-se a 1.000 (mil) beneficiários, a critério do proponente. § 2º 50% (cinquenta por cento) do quantitativo de beneficiários das ações formativas culturais devem se constituir de estudantes e professores de instituições públicas de ensino.

Ficha técnica

Coordenação Geral: Bruno Ferian Coordenação Artística: Rodrigo Lopes Produção Executiva: Marina Branco Dramaturgia: Michel Bueno de Moraes (proponente será remunerado conforme linha descrita na planilha orçamentária) Coordenação Geral: Bruno Ferian Publicitário, Produtor Cultural, Ator, Dublador e Diretor formado em Arte Dramática pelo Conservatório Carlos Gomes em Campinas/SP. Iniciou suas atividades artísticas aos 15 anos, tendo estudado em diferentes instituições nas cidades de Valinhos, Campinas, São Paulo e Rio de Janeiro, sob orientação de renomados profissionais como Fernando Leal, Zé Henrique de Paula, Dan Rosseto, Neyde Veneziano, Sílvio Guindane, Márcio Augusto, Marina Elias, Raul Barreto, Suzana Aragão, entre outros. Participou de diversas montagens teatrais adultas, infantis, curtas metragens e web séries. A partir de 2012 trabalhou com Produção e Assessoria da TeatroGT, levando diversos espetáculos do eixo Rio-SP para o interior paulista. Em 2014 iniciou trabalhos de assessoria e produção na ONG Instituto Ideia Coletiva, onde realizava eventos e projetos culturais como curtas metragens, exposições, mostras de cinema, workshops de audiovisual, apresentações de teatro infantil e música. Todos esses projetos foram realizados através de leis de incentivo e editais da Rouanet e ProAC. Atualmente está à frente da Mercúrio Gestão e Produção Cultural, desenvolvendo trabalhos de produção de espetáculos, projetos culturais com leis de incentivo, assessoria de imprensa e produção de casting para publicidade, tv e cinema. Fez as produções dos espetáculos “Troca Troca”, “A Turma do Arrepio”, “Irmã Selma”, “Clímax!”, assessoria do curta-metragem “Bonsai” vencedor do prêmio Filma Brasil de 2014. Em 2016 realizou a montagem do espetáculo “Cama de Gatos” e a produção da "1ª SEMANA DO HUMOR DE CAMPINAS" em parceria com o instituto Ideia Coletiva. Através das leis de incentivo realizou os projetos “De que cor são minhas asas?” na cidade de Itu e Campinas em 2018; “Semana do Humor” nas cidades de Santa Cruz do Rio Pardo, Jundiaí e São Paulo; “O Reino Sustentável de Oz” na cidade de Santa Cruz do Rio Pardo e “Recontando Contos” nas cidades de Rio Claro, Botucatu, Marília e Campinas em 2019. Coordenação Artística: Rodrigo Lopes Formado em Artes Dramáticas pelo Conservatório Carlos Gomes de Campinas, iniciou seus estudos teatrais em 1999 na Escola Municipal de Cultura e Arte de Campinas. Em 2009 formou-se em Música Litúrgica pelo CEMULC – Curso de Extensão em Música Litúrgica, nessa escola continuou com a prática de Canto Coral como Barítono, até o final de 2015. Participou da Oficina de Vivência em Teatro Musical do SESI – NAC Campinas em 2014, e estudou interpretação para Tv e Cinema com o diretor Fernando Leal. Fez cursos de Balé Clássico em 2004, Jazz e Dança de Rua de 2003 a 2010, durante esse período atuou e cantou em diversos espetáculos musicais como prática de formação: “POCAHONTAS”, “ALADDIN” e “A BELA E A FERA”, ambos com direção de Vivien Fortes e preparação corporal de Rico Malta. Também foi bailarino nos musicais ANNIE; O CORCUNDA DE NOTRE DAME; O REI LEÃO; MARY POPPINS. Atuou como arte-educador e ator na ong Grupo Primavera nos espetáculos musicais “UM CONTO CHINÊS” e “FADA MEL E OS DESAFIOS DA PRIMAVERA”, ambos com direção de Sandra Ciocci. Como bailarino, se apresentou em diversos programas de TV como: CRIANÇA ESPERANÇA 2007; SHOW DA VIRADA (Rede Globo) 2005 a 2010; TRUQUE VIP (Domingão do Faustão) 2016; DANÇA GATINHO (Hora do Faro) 2017. Em seus recentes trabalhos teatrais, atuou nos infantis “ERA OUTRA VEZ” e “CONTOS DE OUTRO CANTO”, ambos os espetáculos tiveram direção de Marina Branco, e os musicais “O REI DO SHOW” com direção de Vivien Fortes, e “VIDA E SONS DE CARLOS GOMES - UM ILUSTRE CAMPINEIRO” com direção de Sandra Ciocci. Desde 2013, desenvolve trabalhos de produção cultural e arte-educação em projetos culturais contemplados por editais e leis de incentivos fiscais, realizando eventos e projetos socioculturais como curtas metragens, exposições, mostras de cinema, workshops e oficinas de audiovisual e teatro, apresentações de teatro infantil, adulto e música. Tendo trabalhado com patrocínio de importantes empresas como: Panco, ArcelorMittal, Bebidas Poty, Grupo Lwart, CCR Via Lagos, SpecialDog, entre outras. Em seus últimos projetos atuou como produtor/técnico da peça “ANA E O SUPER MIPIÁ” 2019, como assistente de produção da peça “O REINO SUSTENTÁVEL DE OZ” 2019, como assistente de produção/técnico do projeto “RECONTANDO CONTOS” 2019, técnico de som e luz nas peças “CLÍMAX!” e “EXISTE SEXO DEPOIS DO CASAMENTO” 2018; como arte-educador e produtor nas oficinas ‘Clique Jovem’ 2018 (fotografia), ‘Audiovisual para Jovens’ 2017, ‘Curta Jovem’ 2017, ‘O Curta que a gente quer fazer’ 2018, ‘Video Mobile’ 2017/2018 (cinema) e na ‘Mostra Itinerante de Cinema Ambiental – M.I.C.A.’ 2018. Produção executiva: Marina Branco Pós-graduada em Teatro-Educação pela Faculdade Paulista de Artes, graduada em Pedagogia pela Universidade São Francisco e técnica em Artes Dramáticas pelo Conservatório Carlos Gomes. Desde 2012 atua na produção, coordenação e na assessoria pedagógica de projetos culturais. Atua também como arte-educadora, orientando os aprendizes nas áreas de preparação cênica, em projetos de formação audiovisual como: Nosso Curta, Audiovisual para Jovens, Curta Jovem e O Curta que a Gente quer Fazer. É autora do livro infantil "Ana e o Mistério dos Superalimentos", apoiado pelo Ministério da Cultura e lançado em 2015; e coautora do artigo: “Arte no Azulejo” – publicação da Sec. de Educação de Campinas. Atuou na rede pública de educação da Prefeitura Municipal de Campinas nas séries iniciais do Ensino Fundamental e Infantil. Coordenou as oficinas de “Jogos Pedagógicos com material reciclado” e “Contando histórias”, destinadas a professores da rede municipal de ensino de Areial – PB, através do Projeto Rondon, e ministrou oficinas de desenho de animação, no Projeto Cineminha. Entre os anos de 2013 e 2015 atuou como diretora artística e autora das peças infantis: “Era Outra Vez...: Teatro e Literatura Infantil - um alento ao hábito de ler", que circulou em 8 cidades do Estado de São Paulo e "Contos de Outro Canto", com circulação em Curitiba-PR, através de projeto via Lei Rouanet; também como produtora e atriz na peça infantil "A Roupa Nova do Imperador", apoiada pelo Ministério da Cultura,via Lei Rouanet e Secretaria de Estado da Cultura, via Proac ICMS. Em 2016 atuou como coordenadora pedagógica e arte-educadora no projeto de formação teatral para jovens "Jovem em Cena", realizado em Lençóis Paulista- SP. Entre os anos de 2018 e 2019 atuou como produtora e na assessoria pedagógica de projetos executados pela Mercúrio Produções: “De que cor são minhas asas?”; “Recontando Contos”, ambos de literatura e contação de histórias e, “O Reino Sustentável de Oz” de teatro infantil. Dramaturgia - MICHEL BUENO DE MORAES Publicitário formado pela PUC Campinas e ator profissional, iniciou seus estudos na Escola Téspis de Teatro de Campinas em 2011, apresentando as peças de conclusão “Em família” e “O auto da compadecida”. Frequentou oficinas de teatro musical, cinema e comedia dell’arte e atuou em diversos espetáculos destacando “A menina e o pássaro encantado”, “O crime da cabra” e “Setes” do Movimento Cultural Brincantti ganhando o prêmio de ator revelação no Mapa Cultural Paulista de 2013. Em 2017 escreveu seu primeiro livro infantil “De que cor são minhas asas?”. Em 2018/2019 esteve em cena no espetáculo "Entrecães" e atualmente ensaia seu primeiro monólogo "40 segundos".

Providência

PROJETO ARQUIVADO.

Campinas São Paulo