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PRONAC 210920Apresentou prestação de contasMecenato

BEM NA FOTO

INSTITUTO OLGA KOS DE INCLUSAO CULTURAL
Solicitado
R$ 446,4 mil
Aprovado
R$ 446,4 mil
Captado
R$ 446,4 mil
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

Incentivadores (3)
CNPJ/CPFNomeDataValor
03215790000110Banco Toyota do Brasil Ltda.1900-01-01R$ 285,2 mil
00233065000187UNIDOCK'S ASSESSORIA E LOGISTICA DE MATERIAIS LTDA1900-01-01R$ 109,9 mil
14200166000166Elgin Indl da Amazônia Ltda.1900-01-01R$ 51,3 mil

Eficiência de captação

100.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Empreend Ações Educ-Cult/Capacitação/Treinamento
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Projetos normais
Ano
21

Localização e período

UF principal
SP
Município
São Paulo
Início
2022-02-01
Término

Resumo

Oficinas de fotografia e vídeos digitais (smartphones) para pessoas com deficiência e sem deficiência em vulnerabilidade social, por um período de 10 (dez) meses, ministrada por instrutores de fotografia e arte. Haverá a criação de uma galeria virtual para fazer o upload e difusão do conteúdo produzido no projeto, e uma exposição com curadoria dos participantes com artistas convidados.

Sinopse

1. OFICINA/WORKSHOP/SEMINÁRIO AUDIOVISUAL (PRODUTO PRINCIPAL) Realizar oficinas para 90 (noventa) participantes, pessoas com deficiência e sem deficiência em vulnerabilidade social, de fotografia e vídeo digital (smartphone) com duração de 01h30 (uma hora e meia), 01 vez na semana, durante 08 meses de prática. Os participantes serão divididos em 06 (seis) turmas de 15 (quinze) participantes, totalizando 90 (noventa) pessoas atendidas. O conteúdo trabalhado nas oficinas unirão técnicas de fotografia e vídeo digital com artes, proporcionando aos participantes o amarudecimento do olhar para tudo que é próprio à sua externidade, criando elos de comunicação entre indíviduo observador e “coisa” observada, criando pontes e conexões entre as percepções dos participantes, e intermediando conhecimento para que os participantes possam materializar seus olhares e impressões sobre o tempo e o espaço. O aparelho celular utilizado para a captura das imagens e vídeos será provido com recursos deste projeto, e ao final será objeto de doação, uma vez que se trata de um público alvo em vulnerabilidade social. 2. CONTRAPARTIDA SOCIAL Realizar 06 (seis) saídas fotográficas abertas ao público em geral com a participação dos técnicos responsáveis por ministrarem as oficinas práticas e também os participantes inscritos no projeto. Tenciona-se realizar as saídas durante os meses de execução das oficinas, para que o todas as imagens e vídeos captadas pelos participantes externos também possam ser compartilhadas a fim de passarem pela curadoria dos participantes inscritos e também serem expostas na exposição final do projeto. As saídas acontecerão em locais da cidade de São Paulo definidos posteriormente, mas que constituem parte da História da cidade, como bens tombados, o Centro Histórico, monumentos, parques, etc. No âmbito das saídas, será ensinado algumas técnicas básicas de fotografia e de olhar fotográfico a fim de capacitar os participantes no momento de seus registros. Haverá, também, um momento para debate entre os participantes onde a experiência vivida possa ser compartilhada entre todos, proporcionando uma conversa e troca de ideias a respeito das perspectivas de cada um, suas percepções sobre o ambiente e icones fotografados e filmados, e também, as variás ressignigicações pelas quais as imagens produzidas passam pelo olhar do outro. O conteúdo explorado no âmbito das saídas fotográficas será de outra natureza, pois trata-se de um momento em que os participantes poderão tomar contato com o ambiente externo e tudo aquilo que ele proporciona. Aqui, neste momento, tudo é válido a partir do olhar de cada participante. Se nas oficinas o objeto de trabalho e registro se concentrará naquilo que o ambiente fornece, sem grandes alterações ou movimentos, na rua a dinâmica é outra: há movimento. O olhar do fotógrafo é subjetivo e singular, o que significa dizer que as formas que cada olhar identifica ou cria é legítima e proporciona um variadissimo repertório para trocar ideias. A criação é norte e essência nas propostas do IOK, portanto, é com base nos relatos e no ato denominado COMPARTILHAR de nossas oficinas, encontros, capacitações, que o assunto ganha direções únicas de ensino e aprendizagem, tal qual, toda essa vivência, torna-se o conteúdo próprio do debate. 3. EXPOSIÇÃO Ao término da execução das oficinas práticas de fotografia e vídeo, todo o conteúdo produzido pelos participantes passarão por uma curadoria entre eles e serão expostos ao público geral. A ideia é que os participantes experenciem o processo de curadoria realizado em uma exposição de artes, exercitando o olhar que já terão amadurecido no âmbito das oficinas de fotografia e vídeo, e que possam em conjunto, elencarem dentre todas as fotografias e vídeos criados, aquelas que melhor corresponderam e traduziram a experiência vivida durante a realização do projeto. A curadoria da exposição contará ainda com a participação especial de 03 (três) artistas convidados que já realizaram projetos junto ao Instituto Olga Kos de Inclusão Cultural, são eles: Rogério Reis, Thomas Farkas e Kiko Farkas. Impacto Ambiental: Não se aplica.

Objetivos

Objetivo Geral: O objetivo geral do projeto é a promoção do acesso a arte e a tecnologia de forma hibrida, através de técnicas de fotografia e vídeo, para pessoas com deficiência e sem deficiência em vulnerabilidade social. Para alcance desse objetivo, serão oferecidas oficinas de fotografia e vídeo digital, desenvolvidas por profissionais técnicos e artísticos responsáveis por promover o acesso e intermediar o uso de aparelhos celulares. Objetivos específicos: 1. OFICINAS/WORKSHOP/SEMINÁRIO AUDIOVISUAL (PRODUTO PRINCIPAL): Oficinas de fotografia e vídeos digitais para pessoas com deficiência e sem deficiência em vulnerabilidade social. Realizar oficinas para 90 (noventa) participantes, pessoas com deficiência e sem deficiência em vulnerabilidade social, de fotografia e vídeo digital (smartphone) com duração de 01h30 (uma hora e meia), 01 vez na semana, durante 08 meses de prática. Os participantes serão divididos em 06 (seis) turmas de 15 (quinze) participantes, totalizando 90 (noventa) pessoas atendidas. O conteúdo trabalhado nas oficinas unirão técnicas de fotografia e vídeo digital com artes, proporcionando aos participantes o amarudecimento do olhar para tudo que é próprio à sua externidade, criando elos de comunicação entre indíviduo observador e "coisa" observada, criando pontes e conexões entre as percepções dos participantes, e intermediando conhecimento para que os participantes possam materializar seus olhares e impressões sobre o tempo e o espaço. O aparelho celular utilizado para a captura das imagens e vídeos será provido com recursos deste projeto, e ao final será objeto de doação, uma vez que se trata de um público alvo em vulnerabilidade social. 2. CONTRAPARTIDA SOCIAL: Saídas fotográficas. Realizar 06 (seis) saídas fotográficas abertas ao público em geral com a participação dos técnicos responsáveis por ministrarem as oficinas práticas e também os participantes inscritos no projeto. Tenciona-se realizar as saídas durante os 08 meses de execução das oficinas, para que o todas as imagens e vídeos captadas pelos participantes externos também possam ser compartilhadas a fim de passarem pela curadoria dos participantes inscritos e também serem expostas na exposição final do projeto. As saídas acontecerão em locais da cidade de São Paulo definidos posteriormente, mas que constituem parte da História da cidade, como bens tombados, o Centro Histórico, monumentos, parques, etc. No âmbito das saídas, será ensinado algumas técnicas básicas de fotografia e de olhar fotográfico a fim de capacitar os participantes no momento de seus registros. Haverá, também, um momento para debate entre os participantes onde a experiência vivida possa ser compartilhada entre todos, proporcionando uma conversa e troca de ideias a respeito das perspectivas de cada um, suas percepções sobre o ambiente e icones fotografados e filmados, e também, as variás ressignigicações pelas quais as imagens produzidas passam pelo olhar do outro. 3. EXPOSIÇÃO Ao término da execução das oficinas práticas de fotografia e vídeo, todo o conteúdo produzido pelos participantes passarão por uma curadoria entre eles e serão expostos ao público geral. A ideia é que os participantes experenciem o processo de curadoria realizado em uma exposição de artes, exercitando o olhar que já terão amadurecido no âmbito das oficinas de fotografia e vídeo, e que possam em conjunto, elencarem dentre todas as fotografias e vídeos criados, aquelas que melhor corresponderam e traduziram a experiência vivida durante a realização do projeto. A curadoria da exposição contará ainda com a participação especial de 03 (três) artistas convidados que já realizaram projetos junto ao Instituto Olga Kos de Inclusão Cultural, são eles: Rogério Reis, Thomas Farkas e Kiko Farkas.

Justificativa

A tecnologia têm sido cada vez mais empregada no cotidiano de todos os brasileiros e no mundo como um todo, nesse sentido, pensamos que a criação de um projeto que conecte nossa atuação fundamentada nas artes com a tomada tecnológica cada vez mais presente na vida dos indivíduos, alinhada com nossa missão de incluir pessoas com deficiência e sem deficiência em vulnerabilidade social, pudesse proporcionar não só o contato com a fotografia enquanto linguagem artística de expressão de nossos olhares e impressões sobre o todo, como também tornar acessível a tecnologia. Historicamente, a pessoa com deficiência foi olhada como se fosse doente ou, ainda, como se fosse uma eterna criança com relações sociais que dificultavam _ ou até impediam _ que se desenvolvesse dentro de suas potencialidades. Esta situação era um reflexo de algo maior: a ênfase na deficiência e nos seus aspectos orgânicos, deixando-se em segundo plano a pessoa e seus desejos, interesses, possibilidades e direitos. Ainda que, atualmente, pessoas com deficiência contem cada vez mais com o respaldo da lei para defender seus direitos, ainda constituem um grupo que colocam muitos desafios a gestores, educadores e mesmo familiares. Como agir para verdadeiramente interagir com a pessoa que tem deficiência? Como se comunicar para que ela possa efetivamente participar de uma conversação? Como promover a oportunidade de ampliar a Saúde da pessoa com deficiência de maneira mais global por meio das atividades artísticas e culturais? Apesar de todos os esforços e do aprimoramento que se observa nos serviços prestados a essas pessoas, nota-se que muitas delas ainda se encontram segregadas e têm dificuldade de serem incluídas na vida escolar, profissional e social. Diante dessa constatação, o Instituto Olga Kos realiza, desde 2007, oficinas de artes plásticas e artes marciais, visando ampliar o universo relacional de pessoas com deficiência, possibilitando a descoberta de novos talentos, abrindo canais de comunicação, aprimorando habilidades artísticas e esportivas e possibilitando a participação em novos contextos sociais. As oficinas geram resultados que podem ser constatados com clareza e rapidez, proporcionando experiências de sucesso aos participantes, experiências essas tão importantes para a construção de um autoconceito positivo e para a elevação da autoestima, assim como o desenvolvimento dos participantes nas suas capacidades funcionais, nas áreas social, cognitiva e emocional. A arte expressa, seja em qual modalidade for, como pintura, escultura, música, fotografia ou teatro atribui sentido às sensações, sentimentos e pensamentos e faz parte do cotidiano das pessoas. Assim, os conteúdos de Arte não podem ser esquecidos, devendo ser ensinados por meio de linguagem que favoreça a interação e a participação. Na Arte, execução e invenção são inseparáveis e uma parte da realidade torna-se conteúdo para a constituição de um valor original. A linguagem artística beneficia o desenvolvimento das pessoas que praticam a arte e elas se tornam capazes de atuar de forma mais efetiva consigo mesmas e com os outros. A atividade artística é um instrumento fundamental no trabalho com pessoas que tem deficiência, pois favorece a aquisição de novos conhecimentos, o desenvolvimento dos aspectos cognitivo, afetivo e social, além de suas capacidades. Em 1996, a Lei de Diretrizes e Bases para a Educação Nacional incluiu a Arte como área de conhecimento, portanto, obrigatória na educação básica, dando início a uma longa e interminável luta na busca de metodologias mais adequadas ao ensino da Arte nas escolas e de encaminhamentos objetivando uma formação estética e cultural do participante já nas séries iniciais. De acordo com a LDB do Brasil, de 1998, a educação em Arte deveria promover a integração entre o fazer artístico, a análise e apreciação da obra e a contextualização histórica. Ao inserir os participantes em experimentações que os sensibilizem a observar, a perceber e a atuar de corpo inteiro em propostas que tomam como referências as relações espaciais, sonoras e interpessoais, pretende-se valorizar a escuta como componentes de um processo de construção individual e coletiva. Visa-se, sobretudo, a ampliação, a estimulação e a manutenção das atividades instrumentais de vida diária dos participantes das oficinas, por meio da produção artística (desenho, pintura, escultura, construção dos instrumentos), musical e cultural, o que indica melhor saúde física e mental. RELEVÂNCIA DO PROPONENTE: Prêmios: Ordem do Mérito Cultural _ MinC 2008; Prêmio Tuxáua _ MinC 2010; Prêmio Areté _ 2010; Nota máxima na região sudeste, no 2º Prêmio Brasil de Inclusão Social do Ministério dos Esportes. _ ME 2010; Prêmio "Pela Arte se Inclui" _ Secretaria de Estado da Cultura de São Paulo; Prêmio LIF 2013 _ 3º lugar da categoria "Apoio às Comunidades Locais" do XII Prêmio LIF; SALVA DE PRATA _ Câmara Municipal de São Paulo _ ano de 2014; VOTO DE JÚBILO - Câmara Municipal de São Paulo _ ano de 2015; MEDALHA ANCHIETA - Câmara Municipal de São Paulo _ ano de 2015; PRÊMIO ABCA - Associação Brasileira dos Críticos de Arte - ano de 2016 ; Prêmio Brasil + Inclusão - Câmara dos Deputados - Ano de 2017; Certificado de Reconhecimento de Instituição Cultural pela Secretaria de Estado da Cultura _ Ano de 2017; Selo de Qualidade da Lei Paulista de Incentivo ao Esporte concedido pela Secretaria de Esportes Lazer e Juventude _ Ano de 2017; Melhores ONG´S Revista Época _ Instituto Doar _ Ano de 2017; Finalista no Prêmio Ações Inclusivas, ganhou Destaque do Ano pela pluralidade cultural e esportiva para pessoas com deficiência _ Ano de 2017; Prêmio Chico Xavier e Colar de Honra ao Mérito _ Ano de 2018; 4º Movimento Você e a Paz _ 2019; Prêmio Empresário Amigo do Esporte _ 2019; Prêmio Brasil + Inclusão _ 2019 RELEVÂNCIA DO PROJETO: O projeto tem, como principais características: - Alinhamento à Lei 8313/91, especialmente em relação ao artigo 1º, incisos: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; IV - proteger as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsáveis pelo pluralismo da cultura nacional V - salvaguardar a sobrevivência e o florescimento dos modos de criar, fazer e viver da sociedade brasileira; VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória; e IX - priorizar o produto cultural originário do País - Alinhamento à Lei 8313/91, especialmente em relação ao artigo 3º, incisos: II - fomento à produção cultural e artística, mediante: e) realização de exposições, festivais de arte e espetáculos de artes cênicas ou congêneres; e IV - estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante: a) distribuição gratuita e pública de ingressos para espetáculos culturais e artísticos; - Alinhamento à Lei 8313/91, especialmente em relação ao artigo 3º, incisos: II - fomento à produção cultural e artística, mediante: e) realização de exposições, festivais de arte e espetáculos de artes cênicas ou congêneres; IV - estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante: a) distribuição gratuita e pública de ingressos para espetáculos culturais e artísticos; E, ainda: - Qualifica a vivência cultural, a educação e a formação cidadã ao aliar medidas de ampliação de acesso às ações culturais, proporcionando formação; - Considera a diversidade na perspectiva multidimensional da Cultura, respeitando, valorizando e estimulando a circulação de diversas práticas artísticas, a manifestação e expressão de identidades, garantindo a inclusão de pessoas com deficiência; - Reconhece, qualifica e apoia a experiência de ONGs atuantes em comunidades pobres e vulneráveis otimizando serviços e recursos, ampliando as possibilidades de acesso e democratização cultural;

Estratégia de execução

Memória de cálculo do valor “per capita” do projeto: 1520 ingressos para exposição + 90 vagas para oficinas de fotografia + 180 vagas para saídas fotográficas (as 270 vagas indicadas no cronograma de execução já consideram os 90 participantes) = 1790. Valor do projeto: R$446.420,70 Sendo o per capita o resultado entre a divisão do número de participantes pelo valor total do projeto, indicamos o que segue com base no Art.04 da IN Nº 2, DE 23 DE ABRIL DE 2019: “II - o custo per capita, ou seja o Valor por Pessoa Beneficiada (Anexo I) do produto, dos bens e/ou serviços culturais será de até R$ 250,00 (duzentos e cinquenta reais), podendo ser computados os quantitativos totais previstos para os produtos secundários, excetuando-se sítio da Internet e TV aberta.” 1790 participantes / R$446.420,70 total do projeto = R$ 249,40 per capita.

Especificação técnica

TOTAL DE INGRESSOS DO PROJETO: 1790. 1 – OFICINA/WORKSHOP/SEMINÁRIO AUDIOVISUAL (PRODUTO PRINCIPAL) - 90 vagas. Oficinas de fotografia e vídeo: Os 90 (noventa) participantes serão organizados em 06 grupos com 15 pessoas em cada. Todos os grupos terão 01 encontro semanal com 01h30 (uma hora e meia) cada, durante 08 meses. Considerando as etapas de pré-produção, produção, pós-produção e prestação de contas, o projeto terá a duração de 10 meses. As oficinas contarão com uma equipe composta de: 02 arte-educadores, 01 professor (fotografia), 01 coordenador geral e 01 psicólogo. Metodologia: Os participantes serão introduzidos através da intermediação do professor de fotografia ao universo teórico e prático dessa técnica. Ressaltamos que as técnicas apreendidas pelos participantes, serão básicas, necessárias ao manuseio do aparelho celular e suas ferramentas (câmera do aparelho). O arte-educador será responsável por contextualizar os participantes para os variados usos da fotografia no curso da História da Arte, e auxiliar o professor de fotografia na condução das oficinas. Buscando contribuir para a inclusão de pessoas sem deficiência, mas em situação de vulnerabilidade socioeconômica, pessoas nessas condições também serão aceitas no projeto. A seleção dos participantes se dará por inscrição simples e assinaturas de termos de Consentimento e Autorização de Uso de Imagem. As oficinas acontecerão 01 (uma) vez na semana, com aproximadamente 01h30 (uma hora e meia) de duração para cada grupo de 15 (quinze) participantes (serão 06 grupos), totalizando 90 (noventa) pessoas atendidas. As imagens e vídeos serão captadas com os aparelhos celulares providos pelo projeto. 2 – CONTRAPARTIDA SOCIAL - 180 vagas para público externo nas saídas fotográficas + 90 vagas dos participantes das oficinas, totalizando 270 vagas. (!!!Atentar-se para o fato de que no plano de distribuição consta somente 180 vagas, pois as 90 vagas de participantes já está contemplada nas oficinas!!! Consideramos apenas as vagas para participantes externos!) Saídas fotográficas: 270 (duzentos e setenta) ingressos no total. 06 (seis) saídas fotográficas com duração de aproximadamente 04h00 (quatro horas) cada uma. Será disponibilizado transporte para os participantes e seus familiares, e também o público externo que se inscrever nas saídas fotográficas. Metodologia: As saídas acontecerão em locais da cidade de São Paulo definidos posteriormente, mas que constituem parte da História da cidade, como bens tombados, o Centro Histórico, monumentos, parques, etc. Essas saídas serão guiadas e intermediadas pelos professores de fotografia e os arte-educadores contratados no projeto. Os participantes estarão munidos dos aparelhos celulares providos pelo Projeto, e o público exerno estará utilizando seus próprios aparelhos e/ou equipamentos fotográficos. No que se refere ao público externo, estes poderão compartilhar de todo o conteúdo explorado com os participantes inscritos no projeto. Haverá transporte para os participantes e inscritos nas 04 (quatro) saídas. No âmbito das saídas, será ensinado algumas técnicas básicas de fotografia e de olhar fotográfico a fim de capacitar os participantes no momento de seus registros. Haverá, também, um momento para debate entre os participantes onde a experiência vivida possa ser compartilhada entre todos, proporcionando uma conversa e troca de ideias a respeito das perspectivas de cada um, suas percepções sobre o ambiente e icones fotografados e filmados, e também, as variás ressignigicações pelas quais as imagens produzidas passam pelo olhar do outro. 3 - EXPOSIÇÃO - 1520 ingressos. Exposição do resultado produzido no projeto: O local será definido posteriormente, em espaço com área de convivência que comporte os participantes e o público previsto. A exposição contemplará as fotografias e vídeos produzidos durante as oficinas de artes. O conteúdo da exposição será justamente todo o material produzido durante as oficinas do projeto e as saídas fotográficas, que passará pela curadoria dos próprios participantes e artistas convidados. Metodologia: Para criar/produzir o evento, será formado 06 (quatro) grupos com 15 (quinze) participantes em cada grupo (90 participantes no total), com 01 (um) encontro semanal de 01h30 (uma hora e meia) de duração com atividades práticas. Esses encontros serão locados em instituições parceiras do proponente que atendem pessoas com deficiência e sem deficiência em vulnerabilidade social, e o resultado desses encontros retornará em formato de obras, que serão expostas. A curadoria será realizada pelos participantes que produrizam as imagens e os vídeos, com a participação de 03 (três) artistas convidados: João Farkas, Kiko Farkas e Rogério Reis. OBS: Em respeito ao parágrafo 2 do Art.22 "50% do quantitativo de beneficiários das ações formativas culturais devem se constituir de estudantes e professores de instituições públicas de ensino", reiteramos que a divulgação perpassará por instituições de ensino da rede pública, bem como no entorno de suas localizações, estratégicamente a fim de captar as inscrições de participantes dessas redes. De igual modo, a divulgação será feita nas redes sociais do proponente, assegurando que as inscrições sejam alcançadas.

Acessibilidade

1 – OFICINA/WORKSHOP/SEMINÁRIO AUDIOVISUAL (PRODUTO PRINCIPAL) ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES FÍSICOS: Acesso livre e gratuito. A exposição acontecerá em local a ser definido posteriormente, considerando, absolutamente, a acessibilidade e mobilidade, como: locais com rampas de acesso, corrimãos, etc. ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES AUDITIVOS: Intérprete de LIBRAS. ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES VISUAIS: Mediação tátil do objeto a ser fotografado E/OU descrição iconográfica do espaço a ser fotografado, mediação da captura da imagem. Impressão da imagem captada e descrição iconográfica do registro para o participante (#pracegover). 2 – CONTRAPARTIDA SOCIAL ACESSIBILILIDADE PARA DEFICIENTES FÍSICOS: Acesso livre e gratuito. Os locais a serem definido posteriormente, considerarão, absolutamente, a acessibilidade e mobilidade, como: locais com rampas de acesso, corrimãos, etc. ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES AUDITIVOS: Intérprete de LIBRAS. ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES VISUAIS: Mediação tátil do objeto a ser fotografado E/OU descrição iconográfica do espaço a ser fotografado, mediação da captura da imagem. Impressão da imagem captada e descrição iconográfica do registro para o participante (#pracegover). 3 – EXPOSIÇÃO ACESSIBILILIDADE PARA DEFICIENTES FÍSICOS: Acesso livre e gratuito. A exposição acontecerá em local a ser definido posteriormente, considerando, absolutamente, a acessibilidade e mobilidade, como: locais com rampas de acesso, corrimãos, etc. ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES AUDITIVOS: Intérprete de LIBRAS. ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES VISUAIS: Visita tátil acompanhada de um profissional; etiquetas em braille; LOCALIZANDO NA PLANILHA ORÇAMENTÁRIA: ITEM 4 DO PRODUTO PRINCIPAL; ITEM 13 E ITEM 14 DA CONTRAPARTIDA SOCIAL. OBSERVAÇÃO: Os responsáveis pela mediação tátil como medida de acessibilidade para deficientes visuais são os instrutores das oficinas, também presentes nas saídas fotográficas e na exposição. Portanto, não há custo previsto na planilha para essa ação, pois é inerente à atuação dos profissionais contratados e esses sim, previstos no orçamento do projeto! Lembrando que os locais de execução das oficinas serão escolhidos considerando absolutamente medidas de acessibilidade para deficientes físicos e visuais (piso tátil, corrimãos, rampas, etc). Os arte educadores contratados para mediarem as oficinas são profissionais especializados no tratamento de pessoas com deficiência, tal como o psicólogo.

Democratização do acesso

1 – OFICINA/WORKSHOP/SEMINÁRIO AUDIOVISUAL (PRODUTO PRINCIPAL) Inciso I, do artigo 21 da IN2/2019 - Ingressos gratuitos oferecidos a familiares, profissionais, instituições, comunidade e interessados em geral. Inciso III, do artigo 21 da IN2/2019 - Disponibilização gratuita no site do proponente, inclusive para downloads, dos registros em vídeo e/ou fotográficos de evento de apresentação e da ação formativa. Inciso IV, do artigo 21 da IN2/2019 - Permissão para captação de imagens das atividades oferecidas pelo projeto, com autorização para veiculação em redes públicas de televisão. 2 – CONTRAPARTIDA SOCIAL Inciso I, do artigo 21 da IN2/2019 - Distribuição gratuita de ingressos a familiares, profissionais, instituições, escolas públicas, comunidade e interessados em geral. Doar, além do previsto na alínea "a", inciso I do artigo 20, no mínimo, 20% (vinte por cento) dos produtos resultantes da execução do projeto a escolas públicas, bibliotecas, museus ou equipamentos culturais de acesso franqueado ao público, devidamente identificados. Inciso II, do artigo 21 da IN2/2019 - Transporte gratuito para os 90 (noventa) participantes e acompanhantes dos 06 grupos que participaram das oficinas. Inciso IV, do artigo 21 da IN2/2019 - Permissão para captação de imagens das atividades oferecidas pelo projeto, com autorização para veiculação em redes públicas de televisão. 3 - EXPOSIÇÃO Inciso I, do artigo 21 da IN2/2019 - Distribuição gratuita de ingressos a familiares, profissionais, instituições, escolas públicas, comunidade e interessados em geral. Doar, além do previsto na alínea "a", inciso I do artigo 20, no mínimo, 20% (vinte por cento) dos produtos resultantes da execução do projeto a escolas públicas, bibliotecas, museus ou equipamentos culturais de acesso franqueado ao público, devidamente identificados. Inciso IV, do artigo 21 da IN2/2019 - Permissão para captação de imagens das atividades oferecidas pelo projeto, com autorização para veiculação em redes públicas de televisão.

Ficha técnica

Alguns dos profissionais que poderão estar na equipe: Coordenação Geral – Silvia Regina de Liz Souza Nos últimos 30 anos atuou como professora do ensino fundamental e também como professora de matemática para o ensino de jovens e de adultos, nos quais desenvolveu um profundo conhecimento sobre como manter uma rotina semanal bem organizada e produtiva, que incluísse diversos momentos de leitura e previsse situações diferenciadas de análise e reflexão sobre os conteúdos abordados, tanto com as crianças de 7 anos como com o público adulto. Paralelamente, desde 2007, atua como pedagoga responsável de projetos de inclusão cultural através da arte. Provou-se capaz de desenvolver projeto didático, além de criar situações estruturadas de comunicação oral, gerar bons relacionamentos com participantes, pais e colegas de trabalho, inovar, recriar e dar novos significados às práticas educativas. Artista Convidado 1: João Farkas Formou-se em Filosofia pela Universidade de São Paulo e continuou sua formação como fotógrafo em Nova York no ICP (International Center of Photography) e na School of Visual Arts. Ainda em Nova York trabalhou como correspondente fotográfico para revistas Veja e Isto É, e fez parte da equipe de reportagem da Rede Globo de Televisão. Foi Editor de Fotografia da Revista Isto É entre 1981 e 1985. Foi colaborador e teve trabalhos publicados em outros órgãos da imprensa brasileira e internacional, entre eles: Folha de São Paulo, Jornal do Brasil, Zoom, Business Week, Marie Claire, Bamboo, Estado de São Paulo, O Globo. Seu trabalho-documento “Retratos da Ocupação da Amazônia” recebeu a bolsa Vitae e o Prêmio Aberje em 1988. Artista Convidado 2: Kiko Farkas Kiko Farkas é designer e ilustrador formado pela Faculdade de Arquitetura da Universidade de São Paulo. Funda a Máquina Estúdio em 1987, atuando principalmente nas áreas cultural e institucional. Por ser compacta (atualmente com 4 funcionários) e ter um formato colaborativo, a Máquina Estúdio possibilita que Kiko Farkas e sua equipe imprimam uma marca bastante pessoal em seus projetos, o que faz com que tenham uma identidade profissional amplamente reconhecida na cena do design brasileiro e internacional. O trabalho editorial da Máquina Estúdio se caracteriza pela atenção dada à criação de um projeto editorial que irá gerar as diretrizes do projeto gráfico, com grande importância na edição de imagens. Dedicamos também especial atenção à manuseabilidade do objeto que transportará todo o conteúdo –suas características físicas e funcionamento. Os projetos do estúdio têm se destacado recebendo diversos prêmios, e são constantemente requisitados em publicações especializadas no mundo inteiro como exemplo do melhor design brasileiro. Artista Convidado 3: Rogério Reis Rogério Reis descobriu a fotografia com o prof. George Racz nas oficinas do bloco escola do MAM-RJ e nos cursos do fotógrafo Dick Welton nos anos 70. Nos anos 80, atuou no grupo F4, que buscava auto-suficiência na produção e distribuição dos seus trabalhos, e participou das coletivas do INFOTO-Instituto Nacional de Fotografia da FUNARTE. Formado em Comunicação Social na Universidade Gama Filho, trabalhou como fotógrafo no Jornal do Brasil, O Globo, Veja, foi editor de fotografia do Jornal do Brasil de 1991 a 1996 e edita o www.tyba.com.br desde 2000. Arte Educador - Camilla Kury Comazzetto Arte-educadora/pesquisadora, bacharel em Artes Visuais: Pintura, Gravura e Escultura pelo Centro Universitário Belas Artes de São Paulo. Trabalhou no Espaço Cultural Mus’ Arteum na organização do programa de mediação e como educadora. Na Associação Lar da Bênção Divina como monitora voluntária em arte educação. No CAPS (Centro de Atenção Psicossocial) em Embu das Artes como educadora informal, dando aulas de arte para o desenvolvimento de um produto. Entre outras experiências. No Instituto Olga Kos, já trabalhou na criação e aplicação de atividades em oficinas de arte, na participação na criação dos livretos/brochuras sobre as oficinas dos artistas: Neto Sansone, Ivald Granato, Mário Gruber, Gregório Gruber, etc. Em exposições, na oficina Valores da cultura indígena – UMAPAZ – 2010 participou com gravura do Projeto Volante (distribuição e exposição itinerante de pequenas gravuras). Partipação dos seminários da Jornada Cultural 2010 – Centro de memória BUNGE – 2010; Exposição no Atelier Presse Papier, participação com gravura – Trois Rivières/Canadá – 2010; Frequentadora do Atelier Livre de Gravura do Museu Lasar Segall – 2010-2013; Exposição de vídeo-arte no Centro D´arti e Ricerche Miltimediali Applicate – Roma/Itália – 2010; Nota máxima no Trabalho de Conclusão de Curso abordando as diferentes percepções a partir do desenho como fragmento – indicação para publicação e para exposição – 2012; Participação dos Seminários Brasileiros – Colecionismo no Brasil no Século XXI – 2012, entre outros. Demais profissionais envolvidos/prestadores de serviços: à contratar. PROPONENTE - INSTITUTO OLGA KOS Função - Único responsável pela implantação, execução e pelo processo decisório neste projeto. O proponente/dirigente realizará sua atividade de forma voluntária. Possui experiência em projetos de artes e dança (ver documentos anexados - Materiais diversos que comprovem a atuação do candidato).

Providência

Prestação de Contas final apresentada, aguardando análise.

2023-01-30
Locais de realização (1)
São Paulo São Paulo