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O Projeto MÃO NA LUVA propõe a montagem do espetáculo homônimo de Oduvaldo Vianna Filho e a realização de temporadas em 02 (duas) cidades do Brasil. Estão previstas medidas de acessibilidade como intérprete de libras (ou legendagem eletrônica) e audiodescrição nas sessões do espetáculo; ações de democratização de acesso, além da ação formativa Masterclass sobre o processo de criação e montagem.
ESPETÁCULO MÃO NA LUVA Em "Mão na Luva", espetáculo protagonizado por Virginia Cavendish e Gustavo Machado, um casal em crise discute sobre seu relacionamento de nove anos. Na trama, o tempo presente e cenas em flashback se alternam, revelando temas como amor, infidelidade, confiança, coerência ideológica, oportunismo, opressão e conveniência social.
OBJETIVO GERAL - Realizar a montagem e produção do espetáculo MÃO NA LUVA de Oduvaldo Vianna Filho, interpretado pelos atores Virginia Cavendish e Gustavo Machado a fim de compartilhar com o público a obra de um dos mais importantes dramaturgos brasileiros. OBJETIVOS ESPECÍFICOS a) Realizar 24 (vinte e quatro) apresentações do espetáculo em São Paulo com ingressos comercializados a preços populares; b) Realizar 12 (doze) apresentações do espetáculo no Rio de Janeiro com ingressos comercializados a preços populares; c) Doar uma cota mínima de 20% (vinte por cento) dos ingressos para distribuição gratuita com caráter social, educativo ou formação artística; d) Realizar 02 eventos de Contrapartida Social - Ação formativa _ Masterclass com atores - para compartilhar o processo de criação com estudantes, professores e público interessado com acessibilidade física, acessibilidade para deficientes visuais e auditivos; e) Oferecer as apresentações do espetáculo com intérprete de libras ou legendagem eletrônica para atender pessoas com deficiência auditiva; f) Viabilizar as apresentações do espetáculo com serviço de audiodescrição para fruição do espetáculo por pessoas com deficiência visual, sendo disponibilizados até 30 equipamentos por sessão; g) Realizar 01 registro videográfico do espetáculo a ser editado e disponbilizado em canal de internet por período determinado.
O Projeto MÃO NA LUVA se enquadra nos seguintes incisos do Artigo 1º da Lei 8313/91 deste Mecanismo de Incentivo à Cultura: Art. 1° I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória; IX - priorizar o produto cultural originário do País. E no Art. 3°, o projeto se enquadra nos seguintes incisos: II - fomento à produção cultural e artística, mediante: c) realização de exposições, festivais de arte, espetáculos de artes cênicas, de música e de folclore; IV - estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante: a) distribuição gratuita e pública de ingressos para espetáculos culturais e artísticos. A obra de Oduvaldo Vianna Filho é uma das mais profícuas de sua geração. Sua trajetória na dramaturgia é caracterizada por uma preocupação social e pelo engajamento político, bem como o seu posicionamento de vida. Dramaturgo, ator, roteirista de cinema e televisão, Vianninha escreveu peças que colocam em cena a realidade do brasileiro, situações do cotidiano revelando temas profundos e pertinentes. À primeira vista, o texto Mão na Luva se destaca em relação às outras obras do autor por um discurso amoroso, ao colocar em cena um casal em conflito discutindo a separação com forte pulso emocional atravessados por momentos de amor, angústia, prazer, memórias e dor. A trama nos revela ainda muitas camadas e não se aliena das questões políticas. Estruturada por cenas fragmentadas e intercaladas entre presente e flashbacks, o texto aborda valores atuais como coerência ideológica, infidelidade, conveniência, oportunismo, a opressão no trabalho, a submissão da mulher dentro do casamento e convenções sociais sufocantes. A primeira e histórica montagem do texto de Vianninha foi realizada em 1984 por Juliana Carneiro da Cunha e Marco Nanini no elenco, e dirigida por Aderbal Freire Filho. Agora, em 2021, o projeto pretende resgatar a obra e ressaltar a força, a sensibilidade e a poesia do texto de Vianninha e o experimentalismo da encenação através do trabalho comprometido de atores reconhecidos como Gustavo Machado e Virginia Cavendish, atriz que também assina a direção artística juntamente com o diretor de cena Marcelo Valle. Valorizar o trabalho de um dos mais importantes dramaturgos brasileiros e apresentá-lo ao público em duas temporadas com ingressos a preços populares com ações de acessibilidade e democratização de acesso requer neste contexto um estímulo financeiro pois a receita de bilheteria não cobre os investimentos com a montagem, produção e temporadas. Por isto recorremos a esta lei de incentivo para viabilizar o projeto.
Espetáculo Teatral Duração: aproximadamente 1h20
ACESSIBILIDADE FÍSICA e ACESSIBILIDADE DE CONTEÚDO Os custos envolvidos encontram-se previstos na planilha orçamentária. ESPETÁCULO DE ARTES CÊNICAS Acessibilidade física: Seleção de espaços de apresentação com estruturas facilitadores para locomoção do público tais como: rampas com elevação e largura adequadas, banheiros adaptados e lugares adequados para pessoas com deficiência. Acessibilidade para deficientes visuais: Contratação de serviço de Audiodescrição em todas apresentações para fruição por pessoas com deficiência visual. Acessibilidade para deficientes auditivos: Realização de todas as sessões do espetáculo com intérprete de libras ou legendagem eletrônica para pessoas com deficiência auditiva. CONTRAPARTIDA SOCIAL Acessibilidade física: Seleção de locais para realização da ação com estruturas facilitadores para locomoção do público como: rampas com elevação e largura adequadas, banheiros adaptados e lugares adequados para pessoas com deficiência. Acessibilidade para deficientes visuais: Contratação de serviço de audiodescrição para a fruição das ações formativas por pessoas com deficiência visual. Acessibilidade para deficientes auditivos: Presença de intérprete de libras nas ações formativas para participação de pessoas com deficiência auditiva.
PRODUTO: ESPETÁCULO DE ARTES CÊNICAS Será adotada pelo projeto a medida III do Art. 21 da INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº 2, DE 23 DE ABRIL DE 2019, transcrita a seguir: III - disponibilizar, na Internet, registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino e de outros eventos de caráter presencial, sem prejuízo do disposto no § 2º do art. 22; Será realizado registro videográfico do espetáculo a ser disponibilizado gratuitamente em canal da internet por tempo determinado. Os custos para este registro está inserido na planilha orçamentária 'Registro Videográfico' que inclui captação de áudio e vídeo do espetáculo, edição, finalização, profissionais envolvidos e disponibilização do material em canal da internet.
FICHA TÉCNICA Autor: Oduvaldo Vianna Filho Direção de Atores e Direção de Cena: Marcelo Valle Atriz e Direção artística: Virginia Cavendish Ator: Gustavo Machado Cenário: André Cortez Figurinos: Marichilene Artisheviks Iluminação: Wagner Freire Trilha Sonora: Daniel Maia Preparador Corporal: a definir Designer Gráfico: Daguito Rodrigues Técnico de som e luz: Junior Docini Produção Executiva: Dani Deon Direção de produção: Virginia Cavendish Coordenação de produção: Casa Forte Produções SP - ESTA É A ATIVIDADE QUE O PROPONENTE REALIZAZARÁ NO PROJETO. SENDO O RESPONSÁVEL PELA GESTÃO DO PROCESSO DECISÓRIO. CURRÍCULOS RESUMIDOS DOS PRINCIPAIS PARTICIPANTES Nome: Casa Forte Produções Artísticas - PROPONENTE DO PROJETO Função: Coordenação de produção - O PROPONENTE REALIZARÁ ESTA FUNÇÃO E POR ELA SERÁ REMUNERADO Currículo resumido: A Casa Forte Produções Artísticas foi criada, em 2004, pela atriz e produtora Virginia Cavendish com o objetivo de realizar espetáculos teatrais e obras audiovisuais. Já produziu espetáculos adultos que circularam por diversos estados brasileiros, tendo grande sucesso de público e crítica. Entre eles, “O Rio” de Jez Butterworth, com direção de Nelson Baskerville; “Não Vamos Pagar!” de Dario Fo, com direção de Inez Viana; “Hedda Gabler” de Henrik Ibsen, com direção de Walter Lima Jr; e “Comendo entre as Refeições”, de Donald Margulies com direção de Walter Lima Jr. No cinema, Coproduziu com Cinelandia “Através da Sombra”, de Walter Lima Jr. e “Até que a casa Caia” de Mauro Giuntini. Antes de fundar a Casa Forte Produções, Virginia produziu dois espetáculos teatrais: “Lisbela e o Prisioneiro”, de Osman Lins, direção de Guel Arraes e “A ver estrelas”, texto e direção de João Falcão. Já no cinema, foi produtora associada do filme “Lisbela e o Prisioneiro”, de Osman Lins, adaptação de Guel Arraes, Pedro Cardoso e Jorge Furtado. Nome: Virginia Cavendish Função: Atriz, Direção artística e Diretora de Produção Currículo resumido: Atriz e produtora. Participou de diversas novelas e seriados de televisão, como A vida secreta dos casais, Mandrake, Dona flor e seus dois maridos, Andando nas nuvens, O cravo e a rosa, As filhas da mãe, A grande família, Malhação, As canalhas, entre outras. Apresentou o TNT+filme, principal programa sobre cinema da tv. No teatro trabalhou com os mais renomados diretores brasileiros como Antunes Filho, João Falcão, Hamilton Vaz Pereira, Inêz Vianna e Nelson Baskerville. Fez, no cinema, filmes de sucesso como o Auto da Compadecida e Lisbela e o Prisioneiro, dirigidos por Guel Arraes. Atuou como protagonista no longa Através da Sombra de Walter Lima Jr., produzido por ela e Maria Dulce Saldanha, baseado na obra A volta do Parafuso de Henry James. É sócia diretora da Casa Forte Produções onde desenvolve projetos de teatro, cinema e televisão. Nome: Marcelo Valle Função: Direção de Atores e Direção de Cena Currículo resumido: Marcelo Valle é profissional de teatro há 34 anos. Graduou-se ator em 1989 pela Faculdade da Cidade, sob a direção de Bia Lessa. Estudos adicionais em técnicas do método Alexander, View Point e palhaçaria. Treinou internacionalmente com Ariane Mnouschkine, Philippe Gaulier, Sue Morrison, Serge Poncelet, Steve Ditmyer e Juan Carlos Corazza. No Brasil, trabalhou com Enrique Diaz, Christiane Jatahy, Helena Varvaki, Flavio Cactus, Venício Fonseca, Henrique Schuler, Cesar Augusto, Ernesto Piccolo, João Fonseca, Marcia Rubin, entre outros. Dirigiu os espetáculos “A INVENÇAO DO AMOR” Teatro do Leblon – RJ; “TERRA PAPAGALLI” Teatro Sesc Copacabana – RJ; “GIZ”, Teatro Gonzaguinha - Centro Cultural Calouste Gulbenkian – RJ, Tempo Festival – Teatro Glaucio Gil – RJ; “OS VERMES”, Sesc Copacabana – RJ; “BRANCA COMO A NEVE”, adaptação Marcelo Valle, Centro Cultural Banco do Brasil e Teatro dos 4 – RJ, Indicado ao Prêmio Coca-Cola Categoria Especial; e “JOÃO E O PÉ DE FEIJÃO”, adaptação Marcelo Valle, Teatro Ziembinski e Casa de Cultura Laura Alvim – RJ. Membro fundador da Cia dos Atores tendo participado das seguintes montagens presentes em inúmeros festivais internacionais, e numerosamente premiadas: “A BAO A QU”, “RUA CORDELIER”, “A MORTA”, “SÓ ELES O SABEM”, “MELODRAMA”, “CIDADES INVISÍVEIS”, “COBAIAS DE SATÔ, “O REI DA VELA”, “NOTICIAS CARIOCAS”, “LABORATORIAL”, “NÃO VAMOS PAGAR”, “COMO É CRUEL VIVER ASSIM” (Indicado ao Prêmio Cesgranrio de melhor ator), “ÏNSETOS”, entre outros. Nome: Gustavo Machado Função: Ator Currículo resumido: Ator e diretor, atua em cinema, televisão e teatro. No CINEMA atuou em ELIS de Hugo Prata, O BANQUETE de Daniela Thomas, CHACRINHA de Andrucha Waddington, EU RECEBERIA AS PIORES NOTÍCIAS DOS TEUS LINDOS LÁBIOS de Beto Brant e Renato Ciasca (melhor ator no Festival de Sergipe), OLHO DE BOI (prêmios de melhor ator: Kikito-2007 e APCA 2008) de Hermano Penna, DISPAROS de Juliana Reis, BICHO DE SETE CABEÇAS e AS MELHORES COISAS DO MUNDO de Laís Bodanzky; QUANTO DURA O AMOR? e CONTRA TODOS, de Roberto Moreira, NOME PRÓPRIO de Murilo Salles, O AMOR SEGUNDO B. SHIANBERG de Beto Brant (melhor ator no Festival de Sta Maria da Feira, Portugal), BRÓDER de Jeferson De, BRUNA SURFISTINHA de Marcus Baldini, LOVE FILM FESTIVAL de Manuela Dias, O PACIENTE de Sergio Rezende, ALBATROZ de Daniel Augusto, MUDANÇA de Fabiano de Souza, BATALHA DE SHANGRILÁ de Severino Neto e no curta DÁ LICENÇA DE CONTAR de Pedro Serrano, entre outros. Dirigiu, em parceria com Gero Camilo, o curta metragem PARABÉNS. Na TV protagonizou um episódio da série DESNUDE (GNT), atuou na novela A FORÇA DO QUERER (Globo), nas três temporadas da série OS HOMENS SÃO DE MARTE (GNT) e entrou com destaque na última fase da novela EM FAMÍLIA(Globo). Antes esteve na série A TEIA (Globo) e na novela PECADO MORTAL (Record). Participou das novelas ALÉM DO TEMPO, SETE VIDAS e LADO A LADO (Globo) e das séries AMOR EM 4 ATOS (dir: Bruno Barreto/Globo), CRIME TIME (Studio +, França), ACREDITA NA PERUCA (Multishow), ENTRE TAPAS E BEIJOS (Rede Globo), FORÇA TAREFA (Rede Globo), FDP (HBO), OSCAR FREIRE 279 (Multishow), MULHER DE FASES (HBO), ALICE (HBO), ANTÔNIA (O2/Rede Globo), MOTHERN (GNT) e na série COISA MAIS LINDA (2 temporadas) da NETFLIX com direção geral de Caíto Ortiz. No TEATRO atuou em mais de quarenta espetáculos, entre eles, MERLIN E ARTHUR (musical dirigido por Guilherme Leme), A REUNIFICAÇÃO DAS DUAS CORÉIAS e RAZÕES PRA SER BONITA (ambas sob a direção de João Fonseca). Foi o filho de Paulo Autran em O AVARENTO (dir: Felipe Hirsh) e de Zé Wilker em A CABRA (dir: Jô Soares). Esteve também em MENECMA e ESSA NOSSA JUVENTUDE (ambas sob a direção de Laís Bodanzky); EXILADOS (dir: Ruy Guerra), TODA NUDEZ SERÁ CASTIGADA (dir: Cibele Forjaz), A VER ESTRELAS (dir: João Falcão), NAVALHA NA CARNE (dir: Pedro Granato), HAMLET (dir: Francisco Medeiros) e atualmente apresenta seu espetáculo-solo (com texto e direção de Vadim Nikitin) A VOZ QUE RESTA. Dirigiu PORNÔ- FALCATRUA 18.433 de Irvine Welsh; CLEIDE, ELÓ E AS PERAS de Gero Camilo, VÊNUS CASTIGADORA DO AMAZONAS de Jorge Mautner, DESCONHECIDOS de Fábio Herfort, PAGARÁS COM TUA ALMA e DE QUATRO, ambas de sua autoria. Nome: Daniel Maia Função no projeto: Trilha Sonora Currículo resumido: Músico e Ator. É sound designer e compositor de dezenas de espetáculos. Colaborou com diretores como Gabriel Villela (indicação Prêmio Shell de melhor música para Fausto Zero e Vestido de Noiva), Marcelo Lazzaratto, Maria Thais, Tadashi Endo, Alexandre Reinecke, Lígia Cortez, Marcio Aurelio, Dan Stulbach, Cia. de Dança Palácio das Artes (Prêmio Sesc/Sated – Melhor Trilha Sonora de Espetáculo de Dança de 2002 e Prêmio Sesc/ Sated – Destaque Especial 12 anos em Trilha Sonora de Dança), Roberto Alencar, Mika Lins, Alvise Camozzi, Nelson Baskerville (indicação Prêmio Shell de melhor música com 1gaivota), entre outros. Entre seus últimos trabalhos estão: Concerto para João, direção Cassio Scapin, A-VÓS da Nave Gris Cia. Cênica de Dança, O Rio de Jez Butterworth com Maria Manoela, Nelson Baskerville e Virginia Cavendish, Romeu e Julieta 80, com Renato Borghi e Miriam Mehler e HA DÔ, de Tadashi Endo. Nome: André Cortez Função no projeto: Cenógrafo Currículo resumido: Formado em Arquitetura e Urbanismo pela UFMG em 1996, durante a sua formação, cursou disciplinas de pintura e escultura na Escola de Belas-Artes da UFMG. Dedica-se à cenografia desde 1998; após frequentar o curso de Cenografia e Indumentária Teatral. Participou de projetos no Centro de Pesquisa Teatral (CPT), coordenado por Antunes Filho. Trabalhou em parceria com Daniela Thomas por cinco anos em cenografias e figurinos de óperas, teatro e eventos. Já recebeu o prêmio APCA de melhor cenografia e dois prêmios Shell nos anos de 2000 e 2005. Participou da Exposição de Cenografia na Quadrienal de Praga em 2005 e 2007. Alguns de seus trabalhos realizados em Teatro foram: O Bonde Chamado Desejo - Texto: Tenesse Williams - Direção: Rafal Gomes; O quarto ao lado - Texto: Sarah Ruhl - Direção: Yara de Novaes; Contrações – Direção: Grace Passô - Texto: Mike Bartlett; Azul Resplendor – Texto: Eduardo Adrianzén - Direção: Renato Borghi e Elcio Nogueira Seixas; Uma vida no teatro - Texto: David Mamet - Direção: Alexandre Reinecke; Festa no covil – Texto: Juan Pablo Villalobos – Direção: Mika Lins – Adaptação: Mika Lins e Ana Saggese; Fora de mim – Texto: Martha Medeiros – Direção e adaptação: Francisco Ramalho Jr.; A Morte de Ivan Ilitch – Texto: Lev Tolstói – Direção e atuação: Cácia Goulart; O Casamento – Texto: Nelson Rodrigues – Direção e adaptação: Johana Albuquerque; O Ensaio – Texto e Direção: Leonardo Moreira; Toca do Coelho - Texto: David Lindsay-Abaire - Direção: Dan Stulbach; Hamlet – Texto: William Shakespeare – Direção e Adaptação: Ron Daniels, entre outros. Nome: Wagner Freire Função no projeto: Iluminador Currículo resumido: Iluminou espetáculos como “Querô” de Plínio Marcos, “Almanaque Brasil”, de Noemi Marinho, “Aulis” de Celso Frateschi e Elias Andreato; “Guerra Santa” de Gabriel Vilela; “A Gaivota” de Tchecov, direção de Francisco Medeiros, “Ubu Folias Physicas Pataphysicas e Musicaes”, direção de Cacá Rosset, “Salomé”; “Joana Dark”; “Um porto para Elizabeth Bishop”; “O Evangelho Segundo Jesus Cristo”, “ Blue Room” direção José Possi Neto, Rei Lear, com direção de Elias Andreato. Wagner iluminou também diversas óperas, entre elas, “A “Traviata”, “IL Guarany”, “As Bodas de Fígaro” direção de José Possi Neto; “Os Pescadores de Pérolas”, direção de Naum Alves de Souza; “Madame Butterfly” e “Cavaleira Rusticana”, direção Jorge Takla. Entre outros shows, iluminou os de Zizi Possi (“Valsa Brasileira”, “Mais Simples”, “Per Amore”, “Passione”, ‘Puro Prazer “, ”Bossa”); Marlui Miranda, Jane Duboc, Banda Vexame, Lenine & Suzano, Wania Abreu, Leila Pinheiro. Em dança, Balé da Cidade de São Paulo nas coreografias “Como num Jardim”, “Plenilúnio”, “Entousiasmos” e “Baile na Roça”, “Bailes do Brasil”- Coreografia de J.C. Violla e direção de Naum Alves de Souza, “Muito Romantico”, coreografia de Susana Yamauchi e João Mauricio e direção de Naum Alves de Souza, “Dança das Marés” direção de Ivaldo Bertazzo. Wagner já recebeu os prêmios: Shell 93/97, APCA 93, Apetesp 93/96/97, Coca-Cola 96, 97, 99, 2001, 2008 e Cultura Inglesa 97. Nome: Marichilene Artisevskis Função no projeto: Figurinista Currículo resumido: Formação: Faculdade de Belas Artes de São Paulo e modelagem na Faculdade Senac Moda. É integrante da AntiKatártiKa Teatral (AKK). Em teatro trabalhou nas montagens de Francisco Medeiros: O que deitou mas não morreu, B – Caio Fernando Abreu,Terra sem lei, Os Passageiros, O Amante, Os Espectros, entre outras. Nas montagens de Nelson Baskerville: 17X Nelson – Parte I e II, Os Sete Gatinhos, Córtex, Credores, As estrelas cadentes do meu céu são feitas de bomba do inimigo, Lou e Leo, 1 Gaivota – É impossível viver sem teatro, A Geladeira, entre outras. E também em: Avenida Dropsie, de Will Eisner, dir: Felipe Hirsch (indicação Prêmio Shell 2005 de Melhor Figurino), Cacoete, dir: Heitor Goldflus, Notas da Superfície, dir: Márcia Abujanra, Crianças da Noite, dir: Marco Antonio Rodrigues, Camille e Rodin, dir: Elias Andreatto, Pais e Filhos, dir: Adolf Shapiro, Maldito Benefício, dir: Marcelo Lazzaratto, A bala na agulha, dir: Otávio Martins, entre outras. Nome: Junior Docini Função no projeto: Técnico de som e luz Currículo resumido: Ator formado pela escola Fundação das Artes em São Caetano do Sul 2009, professor de capoeira pela Associação de Capoeira Santa Isabel, artista orientador do programa, "Cidadania Artística Viva Arte Viva" desde de 2009. Técnico em Iluminação cênica compondo os trabalhos "Fuga", "Invenção do Mar", "A Dócil", TV- Sem Controle e Morte e Vida Severina. Últimos trabalhos como ator, Assim que se passarem cinco Anos, escola de teatro FASCS, Medeia, A mulher Fera, Medida por Medidal, todas no grupo "Folias", Sub Pop Ópera dos Mendigos, Maravilhoso Escritório Teatral, Cordel do Amor Sem FIM, com A Trupe Sinhá Zózima, Belisa e Perlimplim, Um amor Bonito Assim, bem no meio do Jardim, Enfim... com CIA Made in Brasil e Romeo e Julieta, com a CIA da MATILDE Nome: Dani Deon Função no projeto: Produtora Executiva Currículo resumido: Formação em Artes Cênicas pela ESCOLA CÉLIA HELENA (1993) e em CIÊNCIAS SOCIAIS – UNESP (1990), trabalhou como produtora em espetáculos como: Os Que Vem de longe - – Direção Cristina Poli Quito (06/04 a 13/05/2018); O Rio – Direção Nelson Baskerville (2017/2018); Um Casamento Feliz – Direção Eri Johnson (2017); Não vamos Pagar – Direção Ines Viana (2017); A Pantera – Produção Executiva do espetáculo “ A PANTERA” DE Camila Appel com direção de Marco Antonio Braz (2011); Projeto Sonhos Para Vestir - Produção Executiva do projeto “SONHOS PARA VESTIR” de Sara Antunes com direção de Vera Holtz (2010).
PROJETO ARQUIVADO.