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PRONAC 210928Projeto encerrado por excesso de prazo sem captaçãoMecenato

ESSAS MULHERES MARAVILHOSAS: Artesanato, Trabalho, Renda e Dignidade

Instituto Solidariedade e Cultura
Solicitado
R$ 938,6 mil
Aprovado
R$ 938,6 mil
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Livros ou obras de referência - valor Humanístico
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Projetos normais
Ano
21

Localização e período

UF principal
RJ
Município
Rio de Janeiro
Início
2021-08-10
Término
2022-07-12
Locais de realização (14)
Manaus AmazonasCaririaçu CearáIcó CearáPalhano CearáBerilo Minas GeraisPresidente Kubitschek Minas GeraisTurmalina Minas GeraisSantarém ParáJataúba Pernambuco

Resumo

O projeto "Essas Mulheres Maravilhosas: Artesanato, Trabalho, Renda e Dignidade" consiste na produção e publicação de um livro sobre a importância das mulheres no artesanato brasileiro, incluindo como produto secundário a criação de um espaço virtual dentro de uma plataforma digital que venha contribuir para a construção de uma campanha que estimule o público das grandes cidades a participar de uma rede de solidariedade que valorize e fortaleça o trabalho artesanal feminino, contendo uma série de oficinas de capacitação em cada comunidade selecionada, uma palestra de lançamento em cada município e as contrapartidas nas escolas públicas locais.

Sinopse

SINOPSE DA OBRA 1 – Livro “Essas Mulheres Maravilhosas, artesanto, trabalho, renda e dignidade”: Tiragem 1.000 unidades; Capa, Cartão Supremo 250g; 4/0 cores; Orelhas 08 cm e Laminação Fosca; Tinta Escala em Tríplex X 250g e saída em CTP; Miolo 280; Papel Polem Soft 80g – 1/1 cor; 2 – Conteúdo para a internet (espaço virtual): o mesmo conteúdo produzido para o livro será vinculado na internet; 3 - Evento de Lançamento em espaço de interesse institucional, a ser combinado, tendo a participação da equipe do projeto e de lideranças artesãs femininas; 4 - Contrapartida Social: levar para uma escolapública próxima ao evento de lançamento, a mesma palestra do lançamento do projeto, com a participação da equipe e de pelo menos duas lideranças de mulheres artesãs.

Objetivos

OBJETIVOS GERAIS Realizar uma campanha dentro de uma plataforma digital que estimule o público a participar de uma rede de solidariedade que valorize e fortaleça o trabalho artesanal feminino dentro da cadeia produtiva da moda e da criação de utensílios e peças decorativas, destacando a relevância do trabalho das mulheres artesãs nos municípios escolhidos, no Vale do Jequitinhonha, em Minas Gerais, e nos Estados de Sergipe, Pernambuco, Ceará, Pará, Amazonas, Santa Catarina e Rio de Janeiro; Incentivar novas soluções para o desenvolvimento de grupos e associações de mulheres artesãs nas comunidades parceiras e selecionadas, com ações que contenham impactos socioculturais, ambientais e econômicos positivos, tendo o compromisso de discutir a percepção de um "Futuro Inclusivo". OBJETIVOS ESPECÍFICOS Produzir um ensaio fotográfico e uma série de matérias para a produção do livro e do espaço digital com o objetivo de promover o artesanato produzido por dezessete (17) comunidades criativas femininas nas regiões selecionadas, dando visibilidade aos grupos de mulheres locais, tendo a percepção da importância das mulheres para as suas comunidades; O ensaio fotográfico e as matéria darão visibilidade para a Associação das Mulheres de Coqueiro Campo (Turmalina _ 55 mulheres), aos grupos de mulheres da Associação de Produtores e Artesãos de Roça Grande (Berilo _ 25 mulheres) e da Associação Guardiã da Serra do Quilombo de Raiz (Presidente Kubitscheck _ 40 mulheres), no Vale do Jequitinhonha, em Minas Gerais, além da Associação de Mulheres Artesãs e Confeccionistas de Jataúba (127 mulheres), em Pernambuco, a Associação para o Desenvolvimento da Renda de Divina Pastora (86 mulheres) e a Associação das Mulheres da Renda de Bilro de Poço Redondo (18 mulheres), no Sergipe, os grupos de mulheres da Associação dos Artesãos Palhanense (Palhano _ 28 mulheres), da Associação dos Artesãos de Caririaçu (30 mulheres) e da Associação dos Produtores de Artesanato e Gestores Culturais de Icó (47 mulheres), no Ceará, incluindo a Associação das Mulheres Indígenas Sateré Mawé (32 mulheres), de Manaus, no Amazonas, a Organização das Associações e Moradores da Reserva Extrativista Tapajós Arapiuns, reunindo as comunidades Sucuruá, Tucumã, Vila Boim, Vila Franca e Vila Mentae (120 mulheres), em Santarém, no Pará, a Aldeia Indígena Guarani Mymbakorá (15 mulheres), em Biguaçu, Santa Catarina, e a Aldeia Indígena Guarani Mata Verde Bonita (15 mulheres), de Maricá, no Rio de Janeiro; Impressão de 01 livro: Tiragem 1.000 unidades; Capa, Cartão Supremo 250g; 4/0 cores; Orelhas 08 cm e Laminação Fosca; Tinta Escala em Tríplex X 250g e saída em CTP; Miolo 285; Papel Polem Soft 80g _ 1/1 cor; Criar um epaço diferenciado numa plataforma digital para a promoção do artesanato produzido comunidades criativas femininas selecionadas, uma ‘vitrine’ de exposição dos seus trabalhos, de tal modo que possam ser vistos e causar um impacto positivo no público leitor e consumidor; Implementar uma série de oficinas de capacitação de cada uma das técnicas utilizadas pelos grupos de mulheres em cada uma das comunidades citadas acima (17), com o objetivo multiplicador do grupo beneficiado e a definição de uma linha de produção, tendo as próprias mulheres das comunidades como instrutoras. A duração das oficinas será de 3 meses, tendo 5 aulas de 3 horas por semana; Incentivar as associações e grupos de mulheres locais para o desenvolvimento de uma linha de produção planejada, que será resultado das oficinas de capacitação, com o objetivo de gerar trabalho e renda nas comunidades selecionadas; Criar uma oficina de capacitação na arte da Serigrafia para atender aos jovens alunos da rede pública de ensino no município de Duque de Caxias, em Campos Elíseos, na região do Polo Petroquímico, Rio de Janeiro; Dar sustentabilidade mensal a uma equipe de 01 consultor de desenvolvimento da linha de produção, 01 assessor de comunicação, 01 produtor executivo, 01 assistente de produção e 01 coordenador geral. Criar e colocar em prática uma estratégica de marketing digital para maximizar a difusão das páginas e a divulgação do livro, contendo as seguintes ações: anúncios no Google, no Facebook, Linkedin, Bing Ads, ‘Inbound’ Marketing, gerenciamento nas redes sociais, uso das técnicas de SEO, sistema de envio de E-mail Marketing; Realizar o evento de lançamento em um espaço de interesse institucional da empresa patrocinadora, a negociar, com a participação da equipe do projeto e de algumas das lideranças femininas das comunidades relacionadas.

Justificativa

O projeto "Essas Mulheres Maravilhosas, Artesanato, Trabalho, Renda e Dignidade" está enquadrado nos seguintes incisos do Art. 1o- da Lei 8313/91, que relacionamos:I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais;II - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais;III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores;IV - proteger as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsáveis pelo pluralismo da cultura nacional;V - salvaguardar a sobrevivência e o florescimento dos modos de criar, fazer e viver da sociedade brasileira;VI - preservar os bens materiais e imateriais do patrimônio cultural e histórico brasileiro;VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória;IX - priorizar o produto cultural originário do País. Além de contribuir para o cumprimento dos seguintes objetivos do Art. 3o- da Lei 8313/91, que relacionamos: I - incentivo à formação artística e cultural, mediante:c) instalação e manutenção de cursos de caráter cultural ou artístico, destinados à formação, especialização e aperfeiçoamento de pessoal da área da cultura, em estabelecimentos de ensino sem fins lucrativos (as oficinas do projetos são destinadas aos jovens alunos da rede pública de cada região);II - fomento à produção cultural e artística, mediante:b) edição de obras relativas às ciências humanas, às letras e às artes (produção e publicação de um livro como obra de referência humanística e de um espaço virtual com o mesmo conteúdo);III - preservação e difusão do patrimônio artístico, cultural e histórico, mediante:d) proteção do folclore, do artesanato e das tradições populares nacionais (proteção e difusão ao artesanato das regiões relacionadas);IV - estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante:a) distribuição gratuita e pública de ingressos para espetáculos culturais e artísticos (distribuição gratuita do livro que será produzido);V - apoio a outras atividades culturais e artísticas, mediante:b) contratação de serviços para elaboração de projetos culturais (o projeto vai transferir conhecimentos para a eleboração de projetos culturais em cada comunidade relacionada). O projeto se enquadra na Lei Rouanet como: a) livros ou obras de referência, impressos ou eletrônicos, de valor artístico, literário ou humanístico (art. 18, § 3º, alínea b). Seguem abaixo as justificativas do enquadramento: A história do Vale Jequitinhonha é uma história de fome e escravidão. No entanto, a região é um exemplo de superação das mulheres artesãs, mães, filhas, tias, avós, lutadoras e empreendedoras na luta pela melhoria da qualidade de vida de suas famílias e na difusão da cultura popular da região do Vale, através da arte do artesanato. Os homens vivem do corte da cana de açúcar nas principais cidades produtoras, em São Paulo e no Paraná. Saem de casa muito cedo. Ficam as mulheres e as crianças vivendo as mazelas de uma história de decadência do ciclo da exploração do ouro e das pedras preciosas que, durante séculos, alimentou o sonho de muitos aventureiros em Minas Gerais. A região é classificada como uma das mais pobres do Brasil. Porém, o artesanato do Jequitinhonha está fazendo a sua história no contexto de uma trajetória que tem no trabalho das mulheres a recriação das características culturais do próprio Vale, na cerâmica, na renda, na tecelagem, na utilização do capim dourado para a confecção de objetos de moda e no mobiliário rústico feito de madeira e couro. As comunidades femininas contempladas no Alto Jequitinhonha, nos municípios de Turmalina e Berilo, e, mais ao sul, no município de Presidente Kubitschek, carecem de uma organização para escoar a produção do artesanato que produzem para os centros de consumo nas grandes cidades do país, principalmente, Rio de Janeiro e São Paulo. É neste contexto, que o Instituto Solidariedade e Cultura está construindo uma parceria com as associações locais, para beneficiar 120 mulheres da região, já produtoras ativas e com o potencial multiplicador de no mínimo dobrar o número de mulheres beneficiadas, tendo a determinação de representá-las cultural e economicamente. As 55 mulheres da Associação de Coqueiro Campo (Turmalina) são donas de casa e lavradoras que complementam a renda familiar com o dinheiro extraído da arte do artesanato em barro (bonecas e peças decorativas e de utilidade para o lar), estão na faixa etária de 32 a 68 anos, mães e avós, com algumas filhas entre 18 a 26 anos. As 25 tecelãs do grupo de mulheres da Associação de Produtores e Artesãos de Roça Grande (Berilo) possuem o mesmo perfil e são produtoras de colchas, caminhos de mesa, redes de descanso e outras mercadorias de cama e mesa com alto padrão de acabamento e sofisticação. As 40 mulheres da Associação Guardiã da Serra do Quilombo de Raiz (Presidente Kubitscheck) são quilombolas. É importante destacar que o Quilombo de Raiz no município de Presidente Kubitschek, no médio Jequitinhonha, Minas Gerais, é uma das comunidades de ‘apanhadores’ de flores sempre-vivas agraciadas com o certificado "Sistemas Importantes do Patrimônio Agrícola Mundial", pela FAO. Destacam-se o processo de formação da comunidade, de auto-identificação enquanto remanescentes de quilombo, bem como o seu cotidiano no tempo presente, intimamente ligado à agrobiodiversidade. As mulheres fazem bolsas, brincos, colares e utensílios domésticos como cestas, porta-objetos e outras peças de extremo bom gosto e beleza, com o capim dourado, os fios das flores sempre-vivas, abundante na região. Por outro lado, o nordeste do Brasil é uma das regiões mais ricas na arte do artesanato brasileiro, tendo a participação expressiva de grupos e associações femininas na sua produção, o que contribui para o aumento da renda das famílias. Geralmente, as cidades nordestinas se assemelham em suas características sociais e econômicas e o Índice de Desenvolvimento Humano Municipal aponta a permanência dos fatores de exclusão social em toda a região. Embora tenham melhorado nas últimas décadas, eles são ainda muito altos e apresentam indicadores de extrema pobreza, de desemprego, desigualdade, alfabetização, concentração de jovens sem ocupação imediata e violência social bastante elevados. A proporção de pessoas pobres, com renda familiar percapita inferior a 60% do salário mínimo, gira em torno, hoje, de 76,59%. Com o agravamento da crise econômica e da Pandemia do Novo Coronavírus, talvez, tenha voltado ao patamar de 83,88%, registrado em 1991, demonstrando um enorme retrocesso. As pessoas estão acostumadas a viverem sem as condições sanitárias adequadas, junto aos vetores de contaminação da água e da degradação do meio ambiente gerados pela ocupação desordenada das cidades por causa do crescimento populacional e da falta de investimento em infraestrutura e saneamento básico. A realidade nordestina afeta diretamente a vida das mulheres locais. A taxa de fecundidade na região ainda expressa a condição reprodutiva da mulher como o principal fator da sua função social, sendo um dado importantíssimo para o entendimento de que há muito o que se fazer para a afirmação dos seus direitos básicos. Podemos situar a semelhança das condições sociais nos municípios de Divina Pastora e Poço Redondo, no Sergipe, e Jataúba, em Pernambuco, municípios escolhidos pelos organizadores do projeto. A porcentagem da renda apropriada por domicílios é praticamente análoga e indica que 6,5%, em cerca de 500 domicílios, não possui rendimento fixo. E quase 57% dos domicílios (4.500) possuem renda de até 1 salário mínimo apenas, evidenciando a péssima distribuição de renda nessas regiões. No entanto, a existência de organizações sociais nas comunidades é um aspecto positivo. A capacidade das pessoas se organizarem em torno dos seus objetivos comuns é uma necessidade. E as mulheres rendeiras da região são um grande exemplo de mobilização social. Atento a esse poder de união popular que as mulheres nordestinas irradiam, o ISC, com este projeto, vem contribuir para a organização de uma produção qualificada do artesanato local e do planejamento adequado para a sua divulgação e comercialização, aliados ao principal problema do setor que é a distribuição eficiente das mercadorias para os centros urbanos do país. O projeto pretende valorizar a técnica ancestral, com mais de 150 anos de tradição, da renda de bilro, da renda irlandesa e da renda renascença na região, implementando novos modelos de desenvolvimento socioeconômicos, de forma sustentável, nessas comunidades, sistemas alternativos de produção e comércio, incentivando a formação de empreendedores sociais, através do artesanato e da moda, com consultorias qualificadas e transferência de conhecimento, informação, trabalho e renda. As rendeiras são mulheres que estão na faixa etária entre 28 a 75 anos. Elas estão organizadas na Associação das Mulheres Artesãs e Confeccionistas de Jataúba (127 mulheres-PE), na Associação para o Desenvolvimento da Renda de Divina Pastora (86 mulheres-SE) e na Associação de Mulheres da Renda de Bilro de Poço Redondo (18 mulheres-SE). As mulheres artesãs do município de Palhano no Estado do Ceará, região do Vale do rio Jaguaribe, são um grande patrimônio cultural do Brasil. Suas técnicas e conhecimentos de manipulação das fibras naturais, a exemplo da carnaúba, abundante na região, são ancestrais e foram passadas de geração em geração, através da oralidade. São mulheres pobres, católicas, espíritas e evangélicas, mas que, antes de qualquer perfil social que tenham, são mulheres artesãs por excelência, tendo a idade que varia entre os 20 aos 70 anos, organizadas pela Associação de Artesãos Palhanense (28 mulheres). A maioria trabalha na lavoura de milho e extrai a palha do vegetal para produzirem sua arte: bolsas, brincos, colares, enfeites, tapetes, luminárias e outros produtos de moda e objetos de utilidade para o lar. A cidade de Caririaçu pertence à região metropolitana do Cariri, uma das áreas mais privilegiadas do nordeste. Em compensação, tem um destaque desagradável a ser revelado. O município é o campeão dos índices de violência doméstica contra as mulheres. As mulheres artesãs são grandes batalhadoras que, além de lutarem pela sobrevivência, enfrentam a luta pela afirmação dos seus direitos pessoais. As mulheres do Cariri, especialmente, as da cidade de Caririaçu, se organizam em associações próprias ou em grupos de associações com a participação masculina, a exemplo da Associação dos Artesãos de Caririaçu (30 mulheres). E a razão é sempre a mesma, além de ser uma atividade artística relacionada com a identidade cultural de cada uma, o artesanato para elas é um trabalho de geração de renda e melhoria da qualidade de vida das suas famílias. Já as mulheres de Icó são especializadas na produção artesanal do bordado em estilo Rococó. A técnica tradicional centenária é explorada na confecção de vários produtos: almofadas, carteiras de pano e de couro, caminhos de mesa, toalhas de mesa, bolsas, sacos, tapetes, entre outros. Elas são inspiradas na defesa do patrimônio arquitetônico da cidade e narram no material que produzem a história do município. Elas pertencem à Associação dos Produtores de Artesanato e Gestores Culturais de Icó (47 mulheres). O Ceará está inserido no mapa da ‘linha de extrema pobreza’ do Brasil, tendo uma elevada proporção de sua população com rendimento domiciliar mensal inferior a 78 reais. E essa dura realidade recai sobre as mulheres, embora tenham uma participação importante na mobilização dos recursos das famílias, tendo no artesanato uma alternativa do aumento de suas rendas. A qualidade do artesanato cearense vem contribuir ao menos para a amenização das disparidades municipais relacionadas à extrema pobreza. O artesanato do Estado é de excelente qualidade e beleza. O maior problema continua o mesmo: a comercialização e o escoamento da produção para os grandes centros urbanos. A Associação das Mulheres Indígenas Sateré Mawé (32 mulheres), localizada em Manaus, além da produção do artesanato, luta pela preservação da Amazônia, a partir de uma série de atividades desenvolvidas pelo coletivo das mulheres indígenas da entidade. A migração das famílias da etnia da região do baixo Amazonas, incluindo a terra indígena Andirá-Maraú, que fica entre o Amazonas e o Pará, começou na década de 70, para as cidades de Parintins e Manaus, principalmente. Os Saterés-Mawés, antes de qualquer outro grupo ou iniciativa, foram os primeiros a beneficiar o ‘guaraná’, bebida atualmente conhecida em todo o mundo. Mas, as mulheres da comunidade descobriram também uma nova fonte de renda para as suas famílias com a produção do artesanato que fabricam. São brincos, pulseiras, gargantilhas, colares enfeites de mãos, pés e cabelos, feitos com as sementes que colhem das árvores na floresta nativa. O puca, o açaí, a jarina, o tento, o morototó, o tucumã, o caramuri e o muru-muru oferecem às mulheres Sateré-Mawé a oportunidade da produção de um artesanato de alta qualidade estética. O problema da comunidade continua o de sempre: a comercialização organizada e o escoamento da produção para os centros consumidores de moda feminina. Nos rios Tapajós e Arapiuns no Pará, a Organização das Associações e Moradores da Reserva Extrativista Tapajós Arapiuns, que é uma unidade de conservação federal do Brasil, criada em novembro de 1998, numa área de quase 690 mil hectares, com uma população de aproximadamente 3.500 famílias e 13 mil pessoas, cercada por ambos os rios, é a entidade que representa os moradores da reserva. Ao todo, a área compreende um complexo de 76 comunidades e aldeias. Há vários projetos na região, um deles é desenvolvido na comunidade de Tucumã, na parte do rio Arapiuns. O grupo de mulheres da comunidade encarrega-se da produção de trançados de rara beleza feitos com as folhas de tucum. São cestas, paneiros, suflas, chapéus, bolsas, biojoias e mandalas. O grupo remonta uma tradição ancestral com os seus produtos que encantam qualquer mulher de bom gosto nas grandes cidades. Os traços indígenas na face das mais novas (20 anos) às mais velhas (70 anos), os olhos amendoados e a pele cor de canela revelam o perfil da ascendência ameríndia. São mulheres pobres, mas com a dignidade da inspiração. Traçar o tucum é um trabalho rigoroso e detalhista. Requer tempo, dedicação e talento. Nas Vilas de Boim e Franca no rio Tapajós e na Vila Mentae no Arapiuns, os grupos de mulheres desenvolvem trabalhos com a manipulação do látex, usando o leite da seringueira na confecção de bolsas, redes, tapetes, biojoias e suflas. O projeto é uma experiência que vem dando bons resultados fomentando a sustentabilidade, a conservação e a valorização das atividades com o látex. A organização social Tapajoara foi pensada essencialmente com a presença feminina. A comunidade do Surucuá no Tapajós trabalha com a agricultura familiar na produção de derivados da mandioca, produtos que surgem desde a tradicional farinha d’água, carimã, tucupi reduzido (molho), até a produção artesanal da cachaça orgânica a partir da raíz. As mulheres mantém ainda uma pequena agroindústria para a produção de compotas, geleias e doces. A Tapajoara está buscando a aquisição de um selo verde de qualidade para os produtos ganharem mais visibilidade e assim comprovar o poder de organização que as mulheres indígenas possuem na produção de mercadorias compatíveis com as exigências do mercado e o alto poder de comercialização. Por fim, o último grupo a ser representado é o das mulheres artesãs da Terra Indígena Guarani Mymbaroká, localizada no município de Biguaçu, em Santa Catarina, e da Aldeia Guarani Mata Verde Bonita, em Maricá, no Rio de Janeiro. O artesanato confeccionado pelas mulheres guaranis é uma tradição que se estende há séculos. Antes, era para o uso diário dos componentes das tribos. Nos dias atuais, serve para a comercialização como uma fonte de trabalho e renda e conservação da cultura guarani. A Terra Mymbaroká (509 hectares) reúne 35 famílias com cerca de 135 pessoas. Suas mulheres são artesãs e produzem com a caixeta, árvore nativa, os lindos bichinhos de madeira da fauna da Mata Atlântica: tatus, tartarugas, onças pintadas, quatis, corujas, sapos, tamanduás e peixes. São também produtoras de cestarias de vários tipos e tamanhos, confeccionadas com esmero e precisão nos grafismos geométricos, com uma delicadeza exemplar no corte milimétrico da taquara, outra espécie nativa da Mata Atlântica. Peças como balaios, esteiras, peneiras, leques e, principalmente, bolsas que compõem uma moda praiana. O processo da produção envolve a coleta da matéria-prima na mata, sua preparação no corte, secagem e tingimento, até a confecção das peças. A aldeia possui uma escola indígena de nome Kaakupe, onde as crianças aprendem o Guarani e conservam o modo de ser da comunidade. A Aldeia Mata Verde Bonita em Maricá também faz questão de conservar a cultura ancestral que carrega, todos trabalham na plantação e na pesca, homens, mulheres e crianças, no artesanato, as mulheres, e as crianças estudam o Guarani _ língua original que reforça a raiz cultural do grupo. A aldeia abriga umas 20 famílias da etnia Guarani Mbyá, originárias de Paraty, no sul do Estado do Rio de Janeiro. A língua local é uma variedade mbyá do guarani, o idioma do tronco tupi, falado em várias regiões do Brasil e em países vizinhos como a Bolívia e o Paraguai. A atividade do artesanato envolve uma boa parte das mulheres da aldeia e como resultado produziu entre elas um grupo de mestras que se dedica à transmissão do conhecimento responsável pela confecção de uma variedade de peças de extrema beleza como cestarias, esculturas em madeira, utensílios e adornos. Os organizadores do projeto pretendem promover um intercâmbio cultural entre as mulheres das ‘duas aldeias’, na realização das oficinas de capacitação para as adolescentes indígenas locais. Trazer ‘duas’ mestras guaranis da aldeia de Biguaçu à aldeia de Maricá e levar ‘duas’ mestras de Maricá à aldeia de Biguaçu para trocarem informações e discutirem o aperfeiçoamento de uma linha de produção que atenda ao mercado, sob a direção de uma consultoria qualificada. O Instituto Solidariedade e Cultura vem contribuir para o desenvolvimento dos grupos de mulheres das diversas comunidades com as quais se relaciona, tendo por objetivo dar visibilidade à qualidade do artesanato produzido por elas e estabelecer o planejamento necessário para a sua promoção no Rio e em São Paulo. Na região metropolitana do Rio de Janeiro, em Duque de Caxias, o ISC tem por objetivo investir no desenvolvimento humano de jovens em situação de risco, estudantes da rede pública de ensino (ambos os sexos) e moradores de comunidades de baixa renda, através da implementação do Curso de Capacitação (básico e avançado) na arte da Serigrafia, dando continuidade aos projetos de ‘extensão escolar’ desenvolvidos pela instituição. Áreas de abrangência: Campos Elíseos (Jardim Primavera, Saracuruna, Jardim Porangaba, Bom Retiro, Jardim Vila Nova, entre outras). Comunidades: Parque Marilândia, Parque Eldorado, Parque Fluminense, Pantanal e Cidade dos Meninos). Escolas Públicas: 50 escolas de Campos Elíseos e adjacências. Público Beneficiado: jovens alunos da rede pública de ensino (serigrafia). Total do Público Beneficiado do projeto: mulheres artesãs das associações relacionadas. A ideia é incentivar a habilidade artística da juventude com a formação inicial de jovens moradores de comunidades de baixa renda na arte da Estamparia, para a difusão de conceitos sobre a cultura brasileira, cidadania e o enfrentamento ao racismo estrutural no Rio de Janeiro. O objetivo é oferecer ao público a oportunidade da criação de uma ampla discussão que tenha uma visão contextualizada, vinculada aos temas locais e globais, com uma perspectiva multicultural e multiétnica, em respeito à diversidade, que promova a pluralidade e a economia solidária e criativa. OBSERVAÇÃO: OS NÚMEROS DE MULHERES ASSOCIADAS E BENEFICIADAS PELO PROJETO FORAM FORNECIDOS POR CADA UMA DAS ASSOCIAÇÕES RELACIONADAS.

Estratégia de execução

OUTRAS INFORMAÇÕES Os organizadores do projeto irão realizar o evento de contrapartida social em uma escola pública próxima ao evento de lançamento com a participação da equipe do projeto, lideranças femininas e personalidades convidadas. PROJETO PEDAGÓGICO O projeto “Essas Mulheres Maravilhosas” pretende criar um espaço diferenciado para as mulheres. Uma série de matérias voltadas para a difusão e a reflexão sobre os direitos das mulheres relacionados pela Organização das Nações Unidas (ONU), vistos no contexto das desigualdades de poder e da violência de gêneros verificados na sociedade. Um espaço que se distinga dos demais por associar-se à discussão pelo fim da cultura de opressão e da violência alarmante que cerca as mulheres nos dias atuais e, principalmente, por assumir a ‘postura social’ ao propor uma revisão da trajetória evolutiva da participação das mulheres na sociedade moderna. Uma leitura vigorosa sobre “as mulheres maravilhosas” que influenciaram transformações significativas na história do Brasil e do mundo, através da política, da economia, da ciência, das artes e da cultura. Aliado à discussão global, a ideia é produzir um espaço para dar visibilidade aos grupos de mulheres artesãs em regiões representativas do Brasil nas quais as mulheres têm uma participação expressiva, difundindo a história local, tendo a percepção da importância das mulheres para as suas comunidades. A proposta é destacar a relevância do trabalho das mulheres artesãs no panorama socioeconômico e cultural dos municípios em que vivem e propagar uma campanha com a produção de um livro e de um espaço virtual que estimule o público consumidor das grandes cidades a participar de uma rede de solidariedade que valorize e fortaleça o trabalho artesanal feminino dentro da cadeia produtiva da moda e da criação de utensílios e peças decorativas. De acordo com uma pesquisa do SEBRAE em 2018, as mulheres representam 77% do número total de artesãos no Brasil. Elas possuem papel de destaque em muitas associações e cooperativas e, muitas vezes, são as que têm maior receita na casa, sendo mantenedoras de suas famílias. O que se pretende é vincular a responsabilidade social, o desenvolvimento humano local e as condições da melhoria da qualidade de vida nas comunidades a um projeto de comunicação amplo que venha estimular a discussão pedagógica de temas e problemas nacionais, com informações de qualidade, para influir na formação da opinião pública e construir uma rede de solidariedade para valorizar e fortalecer os grupos de mulheres artesãs relacionados. O objetivo pedagógico é também incentivar a capacitação das mulheres mais jovens, com a implementação de uma série de oficinas sobre as técnicas específicas de cada comunidade, estimulando a união entre elas, oferecendo às mais jovens uma atividade de ocupação imediata e aquisição de conhecimento, e às mais velhas, a oportunidade de desenvolver a capacidade de liderança e de transferência dos saberes ancestrais que possuem, e, assim, promover a conservação de uma cultura centenária contribuindo para a reflexão da importância da tradição oral na cultura popular brasileira, fazendo permanecer o seu legado de formação de um ofício que tem a capacidade de se manter vivo, apesar do massacre de uma cultura meramente mercantilista em crescimento constante no Brasil. O objetivo é promover a organização dos grupos de mulheres já existentes, fortalecendo as associações comunitárias de cada região, incentivando a capacidade multiplicadora de aprendizagem, impulsionando todo o potencial das mulheres nas comunidades, dando voz ativa a elas, disseminando conceitos e valores sobre os seus direitos, na busca da autoestima e da autodeterminação de cada uma. Para alcançar a meta de uma organização eficiente, voltada para a produção, a capacitação e a geração de trabalho e renda, é preciso que se crie uma estrutura de planejamento ampla, que tenha a capacidade de romper barreiras, apontando para a afirmação de uma comunicação sem fronteiras. Para isso, é preciso estimular a produção de uma coleção que tenha conteúdo e qualidade, elaborando e desenvolvendo uma representação difusora qualificada, incluindo o relacionamento com as iniciativas públicas e privadas (secretarias de governos e empresas apoiadoras, tendo o público consumidor e formador de opinião como foco. A natureza do problema de todas as comunidades contempladas é o isolamento a que elas estão submetidas, a distância dos centros consumidores do país e a falta de uma sistematização da comercialização, comunicação e marketing. Este projeto dará visibilidade constante não só à produção do artesanato das regiões citadas, mas, essencialmente, às questões históricas de natureza social e econômica dessas regiões, no sentido de promover uma campanha para a formação da opinião pública em favor das ‘comunidades das mulheres artesãs’. A ideia de utilizar a moda como meio de expressão e comportamento de um problema social se reflete no consumo. A relevância do projeto está em associar a relação da moda ao comportamento do povo brasileiro, da mulher brasileira e do jovem brasileiro. Ter a dimensão de que o que se usa está relacionado diretamente ao que se pensa. Esse é o conteúdo pedagógico que devemos perseguir. A moda é um instrumento de comunicação poderoso que aproxima as pessoas, por isso este projeto pretende utilizar-se da moda como forma de expressão da coletividade, para demonstrar a evolução da moda como linguagem. A ideia da criação de uma ‘estamparia’ no Rio de Janeiro, com temas relativos à cultura popular, à cidadania e ao enfrentamento ao racismo estrutural vem de encontro à ideia geral de difusão de um artesanato de altíssima qualidade feito pelas associações das mulheres artesãs selecionadas. Trata-se da difusão de ideias indispensáveis ao entendimento das características da sociedade brasileira, dos dilemas que herdou do passado, porque está associado às suas raízes. Neste sentido, a pretensão é contribuir para que a cultura brasileira seja compreendida como ferramenta de garantia da cidadania, ao dimensionar o conhecimento sobre a formação da nossa sociedade, vendo-a como um bem de consumo comum, mas que a maioria da população não tem acesso. E, para os que têm, o projeto vem oferecer a oportunidade da transmissão de conceitos e valores em defesa da cidadania, da conservação da natureza, da cultura popular, indígena e afro-brasileira, numa tentativa de não só difundir comportamentos sobre o equilíbrio ecológico e humano, mas de conhecer “as nossas raízes”, no que elas são “diferentes”, e de pensar a realidade que vivemos, vestindo a nossa realidade, tendo a compreensão dos fatores que provocam a desagregação da pluralidade social e étnica.

Especificação técnica

Livro: Impressão de 01 livro: Tiragem 1.000 unidades; Capa, Cartão Supremo 250g; 4/0 cores; Orelhas 08 cm e Laminação Fosca; Tinta Escala em Tríplex X 250g e saída em CTP; Miolo 285; Papel Polem Soft 80g – 1/1 cor; Espaço Virtual: um epaço diferenciado numa plataforma digital para a promoção do artesanato produzido comunidades criativas femininas selecionadas, uma ‘vitrine’ de exposição dos seus trabalhos, de tal modo que possam ser vistos e causar um impacto positivo no público leitor e consumidor; Oficinas de Capacitação: em cada das 17 comunidades selecionadas, durante 3 meses; Oficina de capacitação em Serigrafia: para atender aos jovens alunos da rede pública de ensino no município de Duque de Caxias, em Campos Elíseos, na região do Polo Petroquímico, Rio de Janeiro; sede do ISC. Evento de Lançamento: com a participação da equipe do projeto e de algumas das lideranças femininas das comunidades relacionadas.

Acessibilidade

ACESSIBILIDADE 1 – LIVRO ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES VISUAIS: Serão gravados 500 CDs de acessibilidade para deficientes visuais e distribuídos gratuitamente com notas e comentários registrados sobre o conteúdo do Livro “Essas Mulheres Maravilhosas, artesanato, trabalho, renda e dignidade”. 2 – VEICULAÇÃO DO CONTEÚDO NA INTERNET ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES FÍSICOS: O “Quesito de Acessibilidade” para “Deficientes Físicos” no produto “Veiculação Do Conteúdo na Internet, ” ‘não faz sentido’, na medida em que o “acesso ao espaço virtual se faz à longa distância”. ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES VISUAIS Os mesmos CD’s para a acessibilidade do Livro equivalem para a acessibilidade do conteúdo da internet, porque os conteúdos serão os mesmos; ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES AUDIOVISUAIS: Os mesmos 500 CDs de acessibilidade para deficientes visuais serão distribuídos equitativamente aos deficientes audiovisuais, sobre o conteúdo do Livro “Essas Mulheres Maravilhosas, artesanato, trabalho, renda e dignidade”. ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES AUDITIVOS: Os mesmos 500 CDs de acessibilidade para deficientes visuais serão distribuídos equitativamente aos deficientes auditivos, sobre o conteúdo do Livro “Essas Mulheres Maravilhosas, artesanato, trabalho, renda e dignidade”. 3 – EVENTO DE LANÇAMENTO ACESSIBILIDADE FÍSICA: Aluguel de uma Van para o transporte de deficientes físicos para levar ao evento de lançamento um grupo de deficientes (cadeirantes) de alguma instituição especializada no setor, e a disponibilização de um assistente de produção para acomodá-los adequadamente no espaço do evento e ajudá-los na locomoção dentro do local. ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES VISUAIS: Aluguel de uma Van para o transporte de deficientes visuais para levá-los ao evento de lançamento. Disponibilização de um assistente de produção para a condução interna e descrição do evento. Faremos isso com uma instituição especializada. ASSECIBILIDADE PARA DEFICIENTES AUDITIVOS: Aluguel de uma Van para o transporte de deficientes auditivos para leva-los ao evento de lançamento. Um profissional da Língua Brasileira de Sinais (Libras) estará presente a cada evento para dar suporte de compreensão aos deficientes auditivos. 4 - OFICINAS: ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES FÍSICOS: A presença de deficientes físicos nas oficinas de cada comunidade citada estará garantida não havendo nenhuma restrição para as suas participações. Não há nenhuma medida específica pois são comunidades situadas em cidades muito pequenas. ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES VISUAIS As oficinas são realizadas em cidades muito pequenas não havendo especificamente a necessidade de medidas de acessibilidade, ou porque não há a procura, ou porque as portas estarão sempre abertas aos deficientes de qualquer tipo. ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES AUDIOVISUAIS: As oficinas são realizadas em cidades muito pequenas não havendo especificamente a necessidade de medidas de acessibilidade, ou porque não há a procura, ou porque as portas estarão sempre abertas aos deficientes de qualquer tipo. ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES AUDITIVOS: As oficinas são realizadas em cidades muito pequenas não havendo especificamente a necessidade de medidas de acessibilidade, ou porque não há a procura, ou porque as portas estarão sempre abertas para o acesso de deficientes de qualquer tipo. 5 – CONTRAPARTIDA SOCIAL: ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES FÍSICOS: O evento da contrapartida será realizado em uma escola pública de cada cidade contemplada. São cidades muito pequenas não havendo especificamente a necessidade de medidas de acessibilidade, ou porque não há a procura, ou porque as portas das escolas estarão sempre abertas para o acesso de deficientes de qualquer tipo. ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES VISUAIS O evento da contrapartida será realizado em uma escola pública de cada cidade contemplada. São cidades muito pequenas não havendo especificamente a necessidade de medidas de acessibilidade, ou porque não há a procura, ou porque as portas das escolas estarão sempre abertas para o acesso de deficientes de qualquer tipo. ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES AUDIOVISUAIS: O evento da contrapartida será realizado em uma escola pública de cada cidade contemplada. São cidades muito pequenas não havendo especificamente a necessidade de medidas de acessibilidade, ou porque não há a procura, ou porque as portas das escolas estarão sempre abertas para o acesso de deficientes de qualquer tipo. ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES AUDITIVOS: O evento da contrapartida será realizado em uma escola pública de cada cidade contemplada. São cidades muito pequenas não havendo especificamente a necessidade de medidas de acessibilidade, ou porque não há a procura, ou porque as portas das escolas estarão sempre abertas para o acesso de deficientes de qualquer tipo.

Democratização do acesso

DEMOCRATIZAÇÃO DE ACESSO 1- LIVRO I – Distribuir gratuitamente 500 CDs gravados de resumo dos conteúdos do livro “Essas Mulheres Maravilhosas, artesanato, trabalho, renda e dignidade”. § 2º Tem por objetivo ampliar o acesso da população aos bens e serviços culturais, apoiar a produção e a expressão cultural, fortalecer a economia criativa, contribuir para o desenvolvimento do país. 2 – VEICULAÇÃO DO CONTEÚDO NA INTERNET III - disponibilizar, na Internet, registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino e de outros eventos de caráter presencial, sem prejuízo do disposto no § 2º do art. 22; 3 – EVENTO DE LANÇAMENTO II - oferecer transporte gratuito ao público, prevendo acessibilidade à pessoa com deficiência ou com mobilidade reduzida e aos idosos; 4 – CONTRAPARTIDA SOCIAIL: VII - realizar ação cultural voltada ao público estudantil em uma escola pública próxima ao local do evento de lançamento, a combinar;

Ficha técnica

O Instituto Solidariedade e Cultura é o único responsável por todas as ativiaddes do projeto: elaboração, agenciamento, produção e execução, pós-produção e prestação de contas, não havendo nada que carcterize sua participação como intermediador, pois é o autor e executor da proposta, tendo na equipe principal os profissionais abaixo relacionados e uma equipe de suporte técnico, incluindo advogado e consultoria contábil: FICHA TÉCNICA Organizadores – Maurício Nolasco e Beatriz Cardoso Arte e Designer – Roberto Dalmaso Fotógrafo – Paulo Múmia Jornalista – Rodrigo Trindade Produção Executiva – Camilo Rezende Assistente de Produção – Flávia Campos Assessoria de Comunicação – Beatriz Santos Coordenação Geral – Maurício Nolasco Orientação Pedagógica – José Ribamar Bessa Freire BEATRIZ CARDOSO Diretora na Lettera Brasil Comunicação, partner da Trama Criações de Arte, é editora da TN Petróleo desde 2000. Formada em Jornalismo pela Faculdade de Comunicação de Santos (FACOS), foi bolsista do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) na primeira tirma de Mestrado em Jornalismo Científico e Tecnológico da Universidade Metodista de São Paulo (Rudge Ramos). Com 39 anos de jornalismo, já atuou como repórter especial, colunista, editora, subeditora e colaboradora de diversas publicações (jornais, revistas e sites, como O Estado de São Paulo, Revista Manchete, Isto É, entre outras) e como correspondente e colaboradora de revistas e agências internacionais (Análisis, Los Tiempos, Latinoamericana Press, etc). À frente da Lettera Brasil, tem atuado como consultorade comunicação para organizações de distintos segmentos, com ênfase em petróleo e gás, energia, química e petroquímica, tecnologia, meio ambiente e saúde. Pela TN Petróleo, recebeu prêmios e menções honrosas por suas reportagens, sendo vencedora do 3º- Prêmio da Organização Nacional da Indústria do Petróleo (Onip-2003) e três vezes menção honrosa, na categoria Revista. Foi reconhecida pelo Prêmio Especialistas como uma das principais jornalistas do país na categoria Construção Naval e Offshore. Foi uma das responsáveis pela criação e projeto editorial da revista digital Think Energy, do Instituto Brasileiro do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (IBP), em parceria com a Trama Criações de Arte. ROBERTO DALMASO Jornalista e Designer Gráfico, sócio-diretor da Trama Criações de Arte, desenvolve soluções de comunicação há 20anos para clientes de diversos segmentos no mercado. Egresso da Agência Casa – TV Globo e Manchete, foi sócio-diretor de arte da TelagráficaArte e Produção – especializada na criação de peças gráficas e cenográficas para a TV Globo (gerente da Agência Casa) e Manchete (responsável pela coordenação e planejamento de campanhas institucionais na mídia impressa). Junto com o designer e publicitário Valmir Pinto Ferreira, fundou há 20 anos a Trama Criações de Arte, empresa que atua no planejamento e construção de sites, produção de mídias digitais e impressos, livros, apresentações institucionais e materiais de marketing, integrando design e conteúdo, abrangendo serviços desde a criação de logomarcas e guia de identidade a projetos de comunicação, com a geração de conteúdos até o suporte digital ou físico. A Trama conta com as parcerias da Lettera Brasil Comunicação e da Ivens Consult, especializadas no desenvolvimento de informações estratégicas para organizações de médio e grande porte, com uma equipe de jornalistas especializados em diversos segmentos: petróleo e gás, energia, química, meio ambiente, qualidade e compliance. Foi um dos responsáveis pela criação de título, logomarca e projeto gráfico da revista digital Think Energy, do Instituto Brasileiro do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (IBP), em parceria com a Lettera Brasil Comunicação. PAULO MÚMIA É formado em Museologia pela Universidade do Rio de Janeiro (UNI-RIO0, com Pós-graduação / Lato Sensu em Fotografia como Instrumento de Pesquisa nas Ciências Sociais pela Universidade Cândido Mendes (UCAM). É fotojornalista e antropólogo visual. Trabalha nas áreas de jornalismo institucional e fotodocumentarismo, além dos segmentos culturais como FUNAI e UNESCO. Nas últimas décadas tem desenvolvido projetos de investigação etnográfica e antropológica com povos indígenas do Brasil, assim como trabalhos fotojornalísticos. Cobriu os Jogos Mundiais dos Povos Indígenas, as manifestações de 2013, a Copa do Mundo de 2014 e os Jogos Olímpicos e Paralímpicos do Rio em 2016, entre outros eventos. É documentarista assíduo do carnaval do Rio de Janeiro, tendo suas fotos em exposição no Museu de Arte Moderna (MAR), Zona Portuária, e nos Centros Culturais Laurinda Santos (santa Tereza) e Lobo e Baukurs (Barra da Tijuca). RODRIGO TRINDADE Jornalista multimídia com 15 anos de experiência em atividades de comunicação da informação: repórter, redator, pesquisador, produtor de conteúdos, editor e revisor de texto. Formado em Comunicação Social pela Universidade Estácio de Sá e em Letras pela Universidade Anhanguera. Trabalhou nos Portais FGV e SRZD do jornalista Sidney Rezende e nas redações dos jornais O Dia e Lance. CAMILO REZENDE NOLASCO Formado em Comunicação Social pela Faculdade Hélio Alonso (FACHA), o ex-Presidente do Instituto Solidariedade e Cultura (ISC), durante a gestão 2015 a 2018, exerce a função de Coordenação de Planejamento e Relações Institucionais da instituição, sendo responsável pelo planejamento anual das atividades, elaboração de projetos, aprovação nas Leis de Incentivo, comunicação em redes sociais, coordenação de equipe e produção de eventos. FLÁVIA CAMPOS DE LIMA Jornalista com dois anos de formação. Escreve para a revista “Guiaar”. Determinada em pesquisas no campo da política, economia, meio ambiente, cidades e cultura, com experiência em matérias nessas áreas. Formação em gestão empresarial, informática, web designer, inglês e espanhol. BEATRIZ SANTOS Formada em Comunicação Social e Jornalismo pela Universidade Veiga de Almeida (UVA). Pós-Graduação em Jornalismo Esportivo pela Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ). Possui inglês avançado e espanhol intermediário. Domínio em todo o pacote Microsoft Office (EXCEL, WORD, POWERPOINT, etc.). Noções de ilustração, InDesign e Photoshop (Veiga de Almeida). Conhecimento especializado sobre Gestão de Mídias Sociais e Marketing de Conteúdo: Facebook Ads, Instagran Ads e Google Ads (Certificação Contenuto Comunicação e Rock Content). Conhecimento sobre E-commerce e Inbound Marketing (certificação Rock Content). Curso SEO (Contenuto Comunicação). Analytics Avançado (Certificação Google Academy) e WordPress (Certificação Rock Content). Experiências profissionais: Analista de Marketing Digital na Agência InsideOut. Colaboradora do Mídia Ninja Futebol Feminino e do Blog Esportivo Salve a Seleção; Analista de Mídias Sociais da Cacau Moda Feminina e do Evento “Qual o Seu Talento?”; Produtora de Conteúdo das Mídias Sociais do Site Rolé no Rio; Colaboradora no Portal Mídia Criativa; Recepção e Divulgação nas Mídias Sociais no Evento Secom UVA; Produtora de conteúdo da Agência UVA. MAURÍCIO NOLASCO Iniciou suas atividades profissionais como jornalista em 1979 em algumas redações no Rio de Janeiro (O Dia, Jornal do Brasil, Última Hora), voltado para o jornalismo político e ambiental. Foi editor de economia no jornal Tribuna da Imprensa no final dos anos 80. De 92 a 96, assessorou o Consulado de Angola em projetos culturais naquele país. Entra para o movimento social no ano de 2002, fundando o Instituto Bandeira Branca, tendo coordenado um projeto patrocinado pelo Programa Cultural da Petrobras, por 10 anos consecutivos, com sede na Zona Portuária. Durante esse período, produziu e dirigiu vários espetáculos e apresentações com grandes músicos da MPB, na Sala Cecília Meireles, Teatro João Caetano, Tom Jobim, Fundição Progresso, Circo Voador, entre outros espaços. É escritor com o seu primeiro livro lançado, “Geografia dos Infiéis”, em 2018, no Circo Voador. Possui mais cinco outros títulos. Como coordenador do Instituto Solidariedade e Cultura executou contratos com a Ligth e a Braskem, arregimentando artistas, músicos, escritores e poetas, para a realização de projetos incentivados. Exerce as atividades de Comunicação Institucional e Planejamento Estratégico da instituição JOSÉ RIBAMAR BESSA FREIRE É doutor em Letras pela Universidade Estadual do Rio de Janeiro (UERJ). Cursou doutorado em História na École des Hautes Études em Sciences Sociales na França. Orienta pesquisas de mestrado e doutorado no Programa de Pós-Graduação em Memória Social da Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro (UniRio), especialmente com temas de história social das línguas, línguas indígenas e literatura oral. É professor da UERJ, onde coordena o Programa de Estudo dos Povos Indígenas. Participa do Grupo de Trabalho de Sociolinguística da Associação Nacional de Pós-Graduação e Pesquisa (ANPOLL). Foi consultor do Ministério da Educação para as questões de educação indígena. Publicou vários livros, entre os quais “Rio Babel: a história das línguas na Amazônia (2004) e O Português e o Tupi no Brasil”.

Providência

PROJETO ARQUIVADO.

Duque de Caxias Rio de Janeiro
Maricá Rio de Janeiro
Biguaçu Santa Catarina
Divina Pastora Sergipe
Poço Redondo Sergipe