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Edição de um livro composto por fotografias e textos em homenagem aos 250 anos de Porto Alegre, apresentando aspectos que configuram a cultura e identidade da capital do Rio Grande do Sul. Complementa o trabalho uma exposição fotográfica.
Fundada em 26 de março de 1772, Porto Alegre completa 250 anos em 2022.Universalmente conhecida pela sigla “POA”, foi constituída por casais açorianos no século XVIII, anos depois se apresentou como destino de imigrantes alemães, italianos, espanhóis, africanos, poloneses e libaneses no Brasil. Nesse tempo, transformou-se na maior concentração urbana da Região Sul-brasileira e em território de plural característica, mas com a singular identidade gaúcha.Por ocasião dos 250 anos de sua emancipação, surge uma obra composta por 250 fotografias distribuídas em 250 páginas, abordando 25 temas/assuntos que revelam a cultura porto-alegrense.Cada tema, composto por um ensaio fotográfico de 10 imagens, acompanhado por uma crônica que enaltece as peculiaridades locais.Uma obra única para uma ocasião especial representada pela marca dos 250 anos.Com autoria do fotojornalista Jefferson Botega e do jornalista Rodrigo Lopes, dois significantes nomes no cenário cultural de Porto Alegre.Traduzida para o inglês e espanhol, contribui para o conteúdo local ser consumido por um público global.No que tange à exposição fotográfica, das 250 imagens que compõem o livro, serão extraídas 25 para formar a exposição, cuja abertura acontece no dia do lançamento do livro. As 25 imagens serão ampliadas em tamanhos diversos, que variam das dimensões 20cm x 30cm; 30cm x 45cm; 40cm x 60cm; 60cm x 90cm.Quanto às palestras, serão quatro encontros na rede pública escolar de Porto Alegre, com os autores da obra interagindo com estudantes para falar do processo de produção de um livro, a história de Porto Alegre e o significado e necessidade da preservação do conjunto de informações de uma cidade.
OBJETIVO GERAL: Enaltecer as peculiaridades de Porto Alegre, capital do Rio Grande do Sul, por meio de fotografias e crônicas que ofereçam visibilidade à cultura do território porto-alegrense, por ocasião da representativa marca dos 250 anos de fundação da cidade. OBJETIVOS ESPECÍFICOS: Produzir um livro com as características que configuram a identidade da principal cidade do estado do Rio Grande do Sul. Traduzir o modo de vida do povo porto-alegrense por meio de duas expressões artísticas (fotografia e literatura). Publicar o livro "POA 250" com uma tiragem de 2.000 exemplares. Promover um lançamento oficial do livro na cidade de Porto Alegre, no Rio Grande do Sul. Organizar uma exposição de fotografias na ocasião de lançamento do livro. Promover palestra presencial de formação de plateia para alcançar 200 pessoas. Inserir a ação de formação de plateia na internet. Disponibilizar o download do livro em PDF em endereço eletrônico na internet.
Impulsionar a produção de ações artísticas que exaltem particularidades dos diferentes lugares que constituem o Brasil como território é o princípio da Lei de Incentivo à Cultura do Governo Federal.Agrupar informações sobre a cultura de um povo em um suporte como o livro é preservar a memória de um lugar, bem como promover a cidade em seu novo tempo.Sob a visão de organizar um trabalho de significante conteúdo artístico por meio da fotografia e texto, busca-se o mecanismo de incentivo à cultura do Governo Federal para a execução do projeto "POA 250".A contínua produção de obras com conteúdos de valorização das peculiaridades locais apresenta-se como ação necessária para a existência de um acervo atualizado de um território. Emancipada politicamente no ano de 1772, Porto Alegre transformou-se em diferentes aspectos desde a sua fundação. Às vésperas de completar 250 anos, a cidade revela-se como importante protagonista no desenvolvimento do sul do Brasil. Ser contemplada com a produção de um trabalho como o proposto, ultrapassa o significado de percepção de aproveitar um aniversário histórico para produzir o livro. Constitui-se no enriquecimento do conjunto de produtos culturais com informações sobre o desenvolvimento e transformação do lugar explorado no projeto.A proposta cultural atende os incisos do artigo primeiro da Lei Federal nº 8.313/1991. Assegura-se isso, pois, publicar uma obra como a que esta sendo proposta é contribuir para a difusão cultural de uma comunidade.Essa afirmação vai ao encontro do disposto nos incisos: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; II - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais; IV - proteger as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsáveis pelo pluralismo da cultura nacional; V -salvaguardar a sobrevivência e o florescimento dos modos de criar, fazer e viver da sociedade brasileira; VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória.A proposta apresentada atende ao disposto no inciso II, alínea b do Artigo 3º da Lei Federal nº 8.313/1991: "edição de obras relativas às ciências humanas, às letras e às artes". Garante-se isso com a compreensão de que as ciências humanas apresentam-se como conhecimento organizado em áreas científicas e que trata dos aspectos do ser humano como indivíduo e ser social. Sob uma perspectiva sociológica, histórica e antropológica, o registro da evolução de uma cidade, em seus diferentes aspectos, é elemento suficiente para compreender que o projeto vai ao encontro do fomento da produção cultural e artística. Por meio de fotografias que primam pelo aspecto contemporâneo e disruptivo e através de crônicas que traduzem o cotidiano da capital dos gaúchos, essa obra se propõe a ser um marco na passagem do um quarto de século de Porto Alegre. Ao retratar os lugares icônicos da metrópole e evidenciar os rostos da sua gente, o livro "POA 250" desperta a memória afetiva de quem nasceu e vive na cidade, ao mesmo tempo em que desbrava aspectos por vezes desconhecidos de seus habitantes. O trabalho apresenta aos espectadores traços de um mix cultural que compõem a capital do Rio Grande do Sul. Um documento histórico a fim de provocar reflexão sobre quem somos e quem desejamos ser.
O produto principal do projeto é o livro impresso. A exposição fotográfica é um complemento do trabalho, que será aberta no dia de lançamento do livro, permanecendo disponível à visitação pública por um período variável entre 30 e 100 dias, de acordo com a disponibilidade do espaço expositivo e ao encontro das regras de contenção à propagação do Covid-19 na ocasião.
LIVRO Livro capa dura no formato fechado de 25cm (largura) x 30cm altura.Capa em impressão 4x1 com papel couchê 170g/m2. Acabamento de impressão na capa com verniz UV localizado e acabamento de hot stamping. Guarda em impressão 4x4 em papelão 210g/m2.Miolo com 250 páginas com impressão 4x4 em papel couchê fosco/brilho 150g/m2.Tiragem de 2.000 exemplares. EXPOSIÇÃO FOTOGRÁFICA: 25 fotografias ampliadas com diferentes dimensões (20cm x 30cm; 30cm x 45cm; 40cm x 60cm; 60cm x 90cm). Cada fotografia contém uma placa informativa. Fotografias emolduradas e fixadas em painéis e paredes do local que receberá a exposição.
Para o produto LIVRO: Acessibilidade física: o lançamento do livro será realizado em espaço a ser definido, atentando para as exigências de promoção de acessibilidade determinadas pela Lei Federal nº 13.146, de 6 de julho de 2015; bem como pelo Decreto nº 5.761, de 27 de abril de 2006; que estabelece sistemática de execução para projetos do Programa Nacional de Apoio à Cultura (Pronac). Assim, o lançamento do livro será realizado em ambiente preparado para receber portadores de necessidades especiais, com rampas ou elevadores, banheiros adaptados e com a presença de equipe capacitada para dar suporte a esse público. Acessibilidade para deficientes visuais: a tiragem impressa ganhará o acompanhamento de uma versão sonora com a narração dos textos. Acessibilidade para deficientes auditivos: na ocasião da solenidade de lançamento do livro, haverá um profissional de libras para traduzir os discursos de cada participante. >>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>> Para a EXPOSIÇÃO FOTOGRÁFICA: Acessibilidade física: a exposição acontecerá em espaço a ser definido, atentando para as exigências de promoção de acessibilidade determinadas pela Lei Federal nº 13.146, de 6 de julho de 2015; bem como pelo Decreto nº 5.761, de 27 de abril de 2006; que estabelece sistemática de execução para projetos do Programa Nacional de Apoio à Cultura (Pronac). A abertura da exposição ocorrerrá no dia do lançamento oficial do livro. Acessibilidade para deficientes visuais: As placas de identificação de cada fotografia terão impressão em braile com a descrição e informação de cada imagem. Acessibilidade para deficientes auditivos: a proposta da exposição é visual. Portanto, não há qualquer prejuízo ao público com deficiência auditiva em acessar o produto cultural. >>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>> Para as CONTRAPARTIDAS SOCIAIS: Acessibilidade física: as palestras ocorrerão em escolas já adequadas às necessidades de acessibilidade de seu público. Acessibilidade para deficientes visuais: as palestras, como serão verbalizadas, garantem acesso do conteúdo ao deficiente visual sem qualquer prejuízo ao participante. Acessibilidade para deficientes auditivos: as palestrar programadas terão a presença de um profissional de libras. Com lançamento do livro programado para o ano de 2022, o proponente estará atento aos movimentos de contenção da propagação do Covid-19, cujas ações preveem que, até a data de apresentação do resultado do projeto, já estejam autorizados os eventos com aglomeração de público, garantidos pela vacinação da população que se estenderá ao longo de 2021.Caso haja uma mudança de cenário, o proponente fará as readequações necessárias, solicitando autorização no ambiente virtual do “Sistema de apoio às leis de incentivo” (SALIC) para apresentação do trabalho de maneira on-line, com lives na internet.
Como forma de democratização de acesso dos produtos descritos no Plano de Distribuição, serão adotadas medidas previstas no Artigo 21 da IN 02/2019 do Ministério da Cidadania, conforme descrito abaixo:Para o produto LIVRO: o disposto no inciso X do Art. 21 da IN 02/2019: "outras medidas sugeridas pelo proponente, a serem apreciadas pela Secretaria Especial de Cultura". Ao escolher esta opção, o proponente informa que disponibilizará a íntegra do livro em formato PDF para download em endereço virtual na internet. >>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>> Para a EXPOSIÇÃO FOTOGRÁFICA: a exposição acontecerá em espaço com acesso gratuito integral. >>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>> Para as CONTRAPARTIDAS SOCIAIS: O disposto no inciso III do Art. 21 da IN/2019: “disponibilizar, na Internet, registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino e de outros eventos de caráter presencial, sem prejuízo do disposto no § 2º do art. 22”;
FABIANO LAÉRCIO MAZZOTTIProponente do projeto, responsável pela edição de textos e fotografias que farão parte do livro. É o coordenador editorial e controlador do fluxo de trabalho da obra proposta. É o responsável pela gestão administrativa e financeira do projeto, coordenando contratação de serviços, pagamentos e prestação de contas. Nascido em 1978, é natural de Bento Gonçalves, no Rio Grande do Sul. Graduado em Jornalismo pela Universidade de Caxias do Sul – UCS (2007). Pós-graduado em Produção Cultural pela Castelli Escola Superior (2013).Fotógrafo desde o ano de 2000 com registro profissional do Sindicato dos Jornalistas do Rio Grande do Sul desde novembro de 2004.Proponente no Ministério da Cultura dos projetos: Bento Gonçalves em Foto Poesia (Pronac 0810152 - Executado); Amém, Bento Gonçalves – Igrejas e capelas desta terra (Pronac 114473 - Executado); Amazônia – Estradas d’água (Pronac 131515 - Executado);Aristides Bertuol – O piloto da carretera nº 4 (Pronac 150933 - Executado);Serafina Corrêa - Memórias da Linha 11 (Pronac 160685 - Executado);O livro do capitel (Pronac 171477 - Executado);Um Século alviazul (Pronac 180302 - Em fase final de execução).Farroupilha - Memórias, encontros e encantos (Pronac 183147 - Em execução); Caminhos de Guaporé (Pronac 191160 – Em execução).Além de organizar trabalhos de sua autoria, conduz projetos como coordenador editorial vinculando-se a outros profissionais do universo da fotografia e escrita. ................................................................................................................................................................................................................................................................ JEFFERSON BOTEGASerá o autor das fotografias do livro.Nascido em 17/09/1972, em Giruá, Rio Grande do Sul.Graduado em “Fotografia” pela Universidade de Caxias do Sul, em 2006.Especialista em “Artes visuais” pelo Centro Universitário Senac, em 2014.Com atuação docente na Universidade de Santa Cruz do Sul (Unisc), ministrando a disciplina de Fotografia Esportiva para o curso de pós-graduação em Fotografia (2019); na Universidade de Caxias do Sul, nas disciplinas de Fotojornalismo e Fotografia de Moda (2008 a 2011); e na Uniritter, em disciplinas de Fotojornalismo (2014 a 2016).Repórter fotográfico no Grupo RBS desde o ano de 1996, quando ingressou como laboratorista no Jornal Pioneiro e, três meses depois, era incorporado ao grupo de fotojornalistas da empresa. Em 2006 iniciou a caminhada como fotojornalista no jornal Zero Hora, onde permanece até o momento.Em sua carreira, acumula a conquista de diferentes prêmios, destacando-se os seguintes: 2019 - Prêmio José Lutzenberger de Jornalismo Ambiental - 2º lugar. 2018 - Concurso fotográfico 180 anos - 180 olhares - Brigada Militar - 1 º lugar, 3 º lugar e Menção Honrosa. 2017 - Prêmio ARI de Jornalismo - Categoria Webjornalismo - 1º lugar. 2013 - Prêmio Vladimir Herzog de Fotografia - 1º lugar. 2012 - Prêmio Esso de Reportagem - 1º lugar. 2012 - Prêmio Petrobrás de Fotografia - 1º lugar. 2012 - Prêmio Embratel de Fotografia - 1º lugar. 2007 - Prêmio de fotografia de Moda, Photo Francesa - 1º lugar. 2006 - Prêmio de fotografia SOS Mata Atlântica, ONG SOS Mata Atlântica - 2º lugar.2005 - Prêmio de fotografia Imigrantes desta terra, Câmara de Vereadores de Caxias do Sul - 1º lugar.1999 - Prêmio Direitos Humanos de fotografia, Direitos Humanos do Rio Grande do Sul - 1º lugar.Integrante da edição “O melhor do fotojornalismo brasileiro”, organizado e publicado pela Editora Europa, nos anos de 2009, 2010, 2011, 2012, 2013, 2014, 2015, 2016, 2017, 2018 e 2019.Jurado no “China International Press Photo Contest” (Chipp), concurso asiático de fotografia, com sede na China, na província de Sichuan, em março de 2015. Participou como representante da América do Sul no comitê de julgamento que avaliou trabalhos fotográficos que promovem esforços pela paz mundial e progresso nos áreas política e econômica. ................................................................................................................................................................................................................................................................ FÁBIO SCHAFFNER FÁBIO SCHAFFNER Será o autor dos textos (crônicas) no livro. Nascido em 16/10/1974, em Pelotas, Rio Grande do Sul. Bacharel em “Comunicação Social” (Jornalismo) pela Universidade da Região da Campanha (Urcamp) – 1996/1999. Sua trajetória profissional como jornalista apresenta um histórico de trabalho no “Jornal Minuano”, na cidade de Bagé/RS, no período de setembro de 1996 a setembro de 1999. A partir de Outubro de 1999 ocupou a condição de correspondente do jornal Zero Hora para a região da Campanha/Fronteira Oeste do Rio Grande do Sul e Uruguai. De junho de 2000 a agosto de 2005 assumiu como correspondente do mesmo veículo de comunicação na região Sul do Rio Grande do Sul. Desde setembro de 2006 é jornalista multimídia do jornal Zero Hora, maior veículo de comunicação impresso do Rio Grande do Sul. Especialista em contar histórias, em textos longos ou curtos, em vídeo ou áudio, em livros ou tweets. Atua com produção, apuração, redação e edição de reportagens, artigos, discursos, crônicas, biografias e afins. Repórter, editor e colunista. Destaca-se com a conquista de diferentes prêmios no cenário jornalístico: sete prêmios RBS de Jornalismo; Prêmio Themis de Jornalismo (2021); 7º Prêmio Sindilat de Jornalismo (2021); XXII Prêmio de Jornalismo do Ministério Público do Rio Grande do Sul (2020); Fábio Schaffner vai substituir o jornalista Rodrigo Lopes, autor inicial dos textos do livro, que se afastou do projeto por motivos pessoais.
PROJETO ARQUIVADO.