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Trata-se do projeto de execução do Plano Plurianual de Atividades do Instituto Arte na Escola (IAE) para o biênio 2022/2023. constituído por duas etapas: a primeira, a ser executada no ano de 2022, terá suas ações planejadas em torno do Centenário da Semana de Arte Moderna de 1922, e focará suas ações no universo de criação e fruição. A segunda etapa, no ano de 2023, é voltada à complexificação destas ações, onde as fronteiras entre o que se considera fruto da "Arte Moderna", no campo das artes, serão tensionadas em direção ao que nomeamos hoje de Arte Contemporânea. Ambas as etapas descritas serão executáveis por meio do Programa de Difusão das Artes composto por 10 lives e 6 podcasts e também, pela realização dos produtos: 1 Série de TV com 2 temporadas, totalizando 12 episódios dos documentários "A Arte na Voz de Quem Faz"; 02 Conferências Internacionais; 02 Livros, além da Contrapartida Social.
LIVROS O conceito das publicações planejadas gira em torno do acesso à possíveis perspectivas sobre arte, difusão de conhecimento e criações de estratégias para o despertar artístico entre crianças e jovens. Agentes culturais, artistas e curadores serão convocados a escrever sobre como acontecem os trânsitos entre arte, infância, juventude, redes sociais digitais, etc. A perspectiva é que se criem dois materiais que reflitam sobre o atual momento da arte, em sua relação com a juventude e com os possíveis suportes que esta mesma juventude vem encontrando para produzi-la, como forma de apreensão do mundo. SÉRIE DE TV - DOCUMENTÁRIOS “A ARTE NA VOZ DE QUEM FAZ” Nos anos I e II do Plano Bienal, o foco desta série são iniciativas que vêm transformando as formas do fazer artístico. Elencaremos, nos doze materiais que serão gerados, projetos, obras, artistas e iniciativas que rompem com os conceitos mais tradicionais deste fazer, trazendo ao campo da arte outras possibilidades de fruição. Esta série fomentará, em nossa perspectiva, uma discussão mais qualificada sobre o conceito de mediação que utilizaremos para as conferências internacionais, pois a série também se proporá a explorar a relação entre arte e comunidade do entorno.
OBJETIVO GERAL: realizar as atividades previstas no Plano Plurianual do IAE, conectando o Centenário da Semana de Arte Moderna de 1922, com o percurso percorrido pela arte até sua digitalização nos tempos atuais, contribuindo para a difusão, principalmente da arte contemporânea brasileira, e para a formação de público. OBJETIVOS ESPECÍFICOS: realização das seguintes atividades para efetivação do Plano Plurianual - 2022/2023: 1- SÉRIE DE TV - DOCUMENTÁRIOS "A ARTE NA VOZ DE QUEM FAZ" Realização de 1 Série de TV com duas temporadas e cada temporada composta por 06 vídeos, totalizando 12 episódios para o biênio, contando sobre a trajetória de iniciativas inovadoras no cenário da arte brasileira. Na primeira temporada (2022), os episódios tratarão sobre iniciativas cujos objetos perpassam os processos de criação identificados na efervescência da Semana de Arte Moderna de 1922. Empreendimentos artísticos que, em suas criações sofreram especial influência daquele movimento, ressignificando esses pressupostos nos dias atuais e traduzindo, às atuais questões contemporâneas, os ideais modernos da época. Na segunda temporada, a ser realizada em 2023, os episódios serão voltados à seis artistas que entraram com suas artes em ambientes não formais, a exemplo das ruas e redes sociais digitais. Falaremos sobre processos de quem desloca o "chão" de criação das artes, saindo do palco e caixa cênica para outras espacialidades que dialogam com as comunidades locais. Isso objetiva discutir a influência da arte nas comunidades e como isso modifica os processos de formação, mediação e fruição. Em ambas as temporadas, o cerne da Série é apresentar ao público um panorama de como as iniciativas artísticas, de novos nomes, têm contribuído para a mediação cultural junto a jovens e crianças, mobilizando comunidades, tanto presentificadas nas ruas quanto digitais, em torno do fazer artístico. Serão 5 vídeos voltados a estas iniciativas, sendo a sexta obra com um especialista que traçará o fio condutor que alinhava estas ações, presentes em regiões diversas do Brasil. Nosso intuito é tornar a Série um espaço polissêmico e diverso que fale sobre as diversas vozes atuantes em arte no Brasil e como os seus processos podem se tornar objetos de estudo e apreciação para jovens. O objetivo é que a Série seja veiculada no canal YouTube do IAE e também, em TVs educativas, como o Canal Futura e TV Cultura, para ampliar o seu alcance nacional. 2- CONFERÊNCIA INTERNACIONAL: Serão realizadas duas (02) conferências internacionais, para o biênio 2022/2023 com o objetivo de contribuir para a formação de público para Arte e Cultura Contemporânea. Serão oferecidas mesas de debate sobre estratégias e práticas de sucesso em equipamentos culturais e outros espaços na formação de público. A troca de experiências se dará por meio de discussões entre representantes no âmbito dos Equipamentos Culturais nacionais e internacionais, em diversas linguagens da arte. A Conferência aqui proposta será um espaço de discussão, troca e fomento significativo entre os profissionais destes equipamentos, arte-educadores, pesquisadores e interessados da área, aberto ao público em geral.A metodologia dos encontros será em formato de webinários a serem realizados no 3o. e 6o. trimestre do projeto, com duração de 2 dias (3 horas pela manhã + 3 horas à tarde), cada um. No último dia de encontro, como forma de estruturação das discussões, os grupos participantes se reunirão em Grupos de Trabalho (GT´s), cada um com uma temática discutida nas mesas, e estruturarão uma proposta hipotética de formação de público em equipamentos culturais, como exercício de síntese das conferências. Para cada um dos GT´s, haverá como mediador um dos convidados para as mesas de discussão, garantindo assim uma continuidade da ação. Estas ações serão abertas ao público, com inscrição prévia, pois haverá emissão de certificados, Um dos instrumentos que utilizaremos como continuidade destas ações será a disponibilização do conteúdo integral dos webinários em nosso canal do YouTube. Público estimado: 2.000 participantes nos 2 anos, sendo 1.000 no primeiro ano e 1.000 no segundo. 3- LIVROS Produção e distribuição de dois livros digitais (e-books), voltados à arte-educadores, gestores de espaços culturais e outras instituições de arte e cultura, bem como familiares de crianças e jovens, e outros interessados. No primeiro ano, será produzido o livro "Potências da Arte na Infância", que abordará a formação cultural da criança hoje, tendo como objetivo oferecer diferentes materialidades, espacialidades e temporalidades que possam enriquecer as experiências e estimular a percepção das crianças, bem como o estar atento aos processos da criança de 0 a 6 anos. A obra será oferecida em múltiplas plataformas, gratuitamente ou por um valor simbólico de acordo com as regras de cada plataforma. No segundo ano, faremos a publicação "Arte, juventude e futuros possíveis", que se trata da produção e distribuição de um livro digital sobre a polissemia dos discursos contemporâneos. Como a construção das alteridades pode ser potencializada por meio e com a presença da arte na vida dos jovens? Como questões contemporâneas estão sendo abordadas por artistas em seu fazer? Nesta perspectiva, a arte pode ser modificadora de realidades e construir pontes a um futuro mais equânime? A obra será oferecida em múltiplas plataformas, gratuitamente ou por um valor simbólico, de acordo com as regras de cada plataforma. Público estimado: 2.000 downloads sendo 1.000 no primeiro ano e 1.000 no segundo ano. 4- PROGRAMA DE DIFUSÃO (Plano anual) Como forma de difusão e distribuição dos conhecimentos produzidos por meio das obras e ações elencadas, o IAE, cujo repertório e vocação é voltado para o acesso irrestrito à materiais e informações acerca da arte e da cultura, promoverá um programa de difusão, com Lives e podcasts: Lives - As lives serão realizadas com convidados relacionados ao programa anual planejado e, serão executadas 5 lives no ANO I e 5 lives no ANO II. Faremos Lives bimestrais que serão intercaladas pelos podcasts. Podcast - Programas de rádio, a serem distribuídos em plataformas abertas (a serem definidas posteriormente), voltados para a correlação entre o acervo gerado pelo IAE, em seus 31 anos de existência, a temática abordada no ano de projeto e questões relevantes entre arte e cultura. Serão 3 programas por ano, que trarão convidados relacionados com a temática do ano e terá a presença de um mediador que relacionará o trabalho destes convidados com o material gerado pelo Instituto e o cerne das ações daquele ano. Participação de 2.000 pessoas nas lives e podcasts nos dois anos.
A arte ainda está concentrada em museus e galerias. Apesar de todos os avanços da arte de rua e dos espaços abertos e alternativos, precisamos crescer no sentido de diagnosticar a relação existente entre diferentes museus, galerias, ateliês e a comunidade, para refletir sobre a formulação de novas ações que possibilitem o estreitamento dessas relações. A história do Instituto Arte na Escola (IAE), uma Organização da Sociedade Civil (OSC) de carácter cultural, está ligada diretamente à promoção da arte e à valorização de espaços culturais. A instituição nasceu enquanto projeto da Fundação Iochpe, em 1989, a partir de uma percepção da presidente da instituição, Evelyn Berg Ioschpe, de que era necessário aproximar o público geral dos equipamentos culturais para garantir uma formação de público mais ampla e profunda do que aquela promovida por educativos de museus. Esta percepção veio da sua experiência como diretora do Museu de Arte do Rio Grande do Sul (MARGS), de março de 1983 a março de 1987. Um importante passo para a instituição foi a criação da Rede IAE, que estabelece vínculos entre grupos sociais e espaços culturais, e que recebeu o reconhecimento e a assessoria de renomados arte-educadores internacionais, tais como: Rebecca Keller (arte educadora do Museum of Contemporary Art of Chicago), Ralph Smith (professor da University of Illinois), Eilleen Adams (arte educadora inglesa, especialista em Art Design e Educação Ambiental) Elliot Eisner (professor da Stanford University) e Udo Liebelt (curador pedagogo do Museu Sprengel, de Hannover), realizadas sempre por meio de parcerias entre a Fundação Iochpe, o British Council, o Partners of America e o Instituto Goethe, entre outros. Para estruturar melhor essas ações, ainda em 2000, a Fundação Iochpe decidiu institucionalizar o IAE, tendo como objetivo desenvolver projetos e programas de Arte e Cultura, em todo território nacional, no intuito de aproximar, dialogar e ampliar o repertório artístico cultural brasileiro do público em geral. Entendendo a dificuldade do grande público em frequentar diferentes espaços culturais (seja por considerar espaços elitizados, por motivos financeiros ou por dificuldades de acesso) produzimos materiais e ações de difusão da arte voltada ao público em geral, sob a perspectiva de democratização de acesso, socialização e formação de público, nos territórios onde estão inseridos nossos parceiros. O reconhecimento da importância da arte no mundo tem sido chancelado por relevantes instituições, tais como: o Fórum Econômico Mundial 2018 que passou a criatividade de 10ª a 3ª lugar no rol de habilidades profissionais mais importantes na projeção para 2020 e na 4ª Revolução Industrial; a Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE) que coloca o Art for Art´s Sake, por reconhecer que a arte causa impacto no desenvolvimento de habilidades fundamentais para inovação; e a metodologia educacional americana que incorporou Artes juntamente com Ciências, Tecnologia, Engenharia e Matemática para estimular a inovação e criatividade (STEAM). Nesse sentido, estabelecer um amplo e qualificado espaço de debate sobre as questões relativas às Tendências e Desafios da Arte e da Cultura Contemporânea na Formação de Público é um dos objetivos da Conferência proposta no Plano Bienal, cujo debate ampliará o compartilhamento de experiências nacionais e internacionais. A Conferência visa articular três temas fundamentais: a importância da Arte, a relevância da Cultura e o acesso dessas ao público do entorno dos equipamentos culturais. Na complexidade do mundo contemporâneo, surge um desejo de melhor compreensão do passado que, por meio de diferentes exemplos de projetos em museus, equipamentos culturais e produções de artistas, têm fomentado reflexões sobre as problemáticas sociais propiciando a análise crítica da realidade. Para atender essa demanda e contribuir com a missão de formar público, pretende-se ampliar a Midiateca IAE por meio da publicação dos livros "Potências da Arte na infância" e "Arte, juventude e futuros possíveis" e também, pela necessidade de oferecer conteúdos relevantes sobre arte e cultura no Brasil. Lançada no ano 2008, a Midiateca IAE tem acesso gratuito via portal web do Instituto, configurando-se como um importante acervo digital de documentários, webséries e materiais de apoio, organizados e editados pelo IAE. Os conteúdos compõem uma fonte de consulta especializada em arte brasileira do século XX. Hoje, a Midiateca é formada por 7 coleções com diferentes eixos curatoriais, 162 documentários sobre arte e/ou artistas brasileiros e latino-americanos e 212 materiais educativos. O site é acessado por, em média, 22 mil usuários/mês. Nesta perspectiva de produção de novos materiais para a mediateca, o IAE pretende investir nas séries de TV especializadas em artistas contemporâneos. Por isso, os doze (12) vídeos idealizados para as temporadas 1 e 2 do "Arte na voz de quem faz" dialogará com iniciativas atuais e inovadoras, que deslocaram a arte das espacialidades costumeiras e a aproximaram das comunidades locais, seja por meio da internet ou nas ruas dos grandes centros urbanos. Destacamos aqui a importância da arte neste período de distanciamento social, causada pela atual pandemia do novo Coronavírus. Esta série também abordará como os meios de produção destas iniciativas estão modificando a fruição de obras. Como contrapartida social, pretende-se desenvolver oficinas voltadas para os temas mais solicitados por nosso público-alvo, como a História da Arte, por exemplo. Esta oficina fortalecerá, por sua temática, a importância da arte e os caminhos percorridos desde um certo tipo de leitura do fazer artístico até nossa era, de intensa digitalização, o que alguns autores chamam de "Paradigma Digital". É importante ratificar que, para o Ano 1 do projeto, centraremos o nosso olhar no Centenário da Semana de Arte Moderna de 1922, não apenas com um enfoque comemorativo, mas especialmente olhando aquele advento como uma forma de ver arte e criação enquanto expressão de uma época, e cujos princípios criativos perduram até nossos dias. O surgimento do automóvel, evento histórico definidor da mundividência desta época, trouxe, por exemplo, uma noção para o entendimento de corpo e arte de automoventes. A arte moderna nos evoca reflexão sobre um tipo de produção movente (que se automove) e por isso é ininterrupta, esgarçando os limites dos próprios corpos, evitando assim as zonas de reflexão sobre o entorno. Na contramão disso, a arte contemporânea, objeto do Ano 2 do projeto, olha para o "ao redor", dialoga com as ruas e com os ambientes digitais e ressignifica o mover-se, que agora é em direção a algo, às atuais buscas por alteridade, em especial entre jovens, nosso público colateral. Espera-se que, com este Plano Plurianual - 2022/2023 sejam fortalecidos projetos, programas, materiais específicos para a formação cultural e artística do público em geral, arte-educadores e pessoas interessadas em uma formação em arte e cultura, tendo à disposição, todos os canais do IAE. Desta forma, a realização do Plano Plurianual se enquadra, conforme a Lei nº 8.313 de 23 de Dezembro de 1991, em seu Art. 1°, a finalidade de captar e canalizar recursos para o setor de modo a: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais e; III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores. Como resultado, as ações descritas no Plano Plurianual visam o cumpremento dos seguintes objetivos do Art. 3° da da Lei 8313/91: I - incentivo à formação artística e cultural, mediante a instalação e manutenção de cursos de caráter cultural ou artístico, destinados à formação, especialização e aperfeiçoamento de pessoal da área da cultura, em estabelecimentos de ensino sem fins lucrativos; II - fomento à produção cultural e artística, mediante a produção de discos, vídeos, obras cinematográficas de curta e média metragem e filmes documentais, preservação do acervo cinematográfico bem assim de outras obras de reprodução videofonográfica de caráter cultural.
LIVROS Serão realizadas, no escopo do Plano Bienal, duas publicações, com a média de 68 páginas, cada uma. Estimamos o envolvimento de 14 profissionais contratados para a escrita dos textos de ambas edições. Serão especialistas nos temas de cada um dos anos e, estes profissionais poderão ser identificados, inclusive, dentre os contratados para as outras ações do projeto. As publicações terão distribuição digital e traçaremos um plano de parcerias com plataformas especializadas na difusão de conhecimentos específicos em arte e cultura, que possuam uma conformada incidência de trânsito nas redes sociais. SÉRIE DE TV - DOCUMENTÁRIOS “A ARTE NA VOZ DE QUEM FAZ” Serão 12 documentários, de até 15 minutos, a serem realizados com agentes de diferentes partes do país. Esta série promoverá uma pluralidade de discursos nos diversos fazeres de arte e cultura existentes em nosso país. Cada episódio da série contará com a participação de pelo menos um agente cultural elencado que tenha incidência direta na sua comunidade local. O conceito é que haja uma multivocalidade de discursos e linguagens artísticas contempladas por este produto.
A acessibilidade, no Plano Plurianual 2022/2023, está prevista nas seguintes ações: PLANO PLURIANUAL: ● Acessibilidade física: local de trabalho está em conformidade com a Lei 13.146/2015 – Lei Brasileira da Inclusão, com infraestrutura adequada para pessoas com qualquer tipo de deficiência ou mobilidade reduzida. ● Acessibilidade para deficientes visuais: o local de trabalho está em conformidade com a Lei 13.146/2015 – Lei Brasileira da Inclusão, com infraestrutura adequada para pessoas com qualquer tipo de deficiência ou mobilidade reduzida. ● Acessibilidade para deficientes auditivos: não se aplica CONFERÊNCIA INTERNACIONAL: ● Acessibilidade física: o espaço de realização do evento será virtual. Não há acessibilidade física. ● Acessibilidade para deficientes visuais: o evento será transmitido via online e, por isso, com recursos de áudio. ● Acessibilidade para deficientes auditivos: tradutor de libras LIVROS ● Acessibilidade física: não se aplica ● Acessibilidade para deficientes visuais: estará disponível em PDF acessível ● Acessibilidade para deficientes auditivos: não se aplica SÉRIE DE TV - DOCUMENTÁRIOS “A ARTE NA VOZ DE QUEM FAZ” - ANOS 1 e 2 ● Acessibilidade física: Não se aplica pois se trata de vídeo a ser distribuído na internet e na TV ● Acessibilidade para deficientes visuais: narrador de audiodescrição ● Acessibilidade para deficientes auditivos: tradutor de libras e legendagem CONTRAPARTIDA SOCIAL - Ações Formativas Online em Artes com Oficinas Práticas ● Acessibilidade para Deficientes Físicos: não se aplica. ● Acessibilidade para Deficientes auditivos: tradutor libras ● Acessibilidade para deficientes visuais: disponibilização em plataforma webnário que atenda os parâmetros de acessibilidade previstos na Lei 13.146/2015
O proponente, em cumprimento ao Art.21 da INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº 2, DE 23 DE ABRIL DE 2019 irá: III - disponibilizar, na Internet, registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino e de outros eventos de caráter presencial, sem prejuízo do disposto no § 2º do art. 22.
Instituto Arte na Escola (Proponente) - Coordenação Geral O IAE é o responsável pela Coordenação Geral das ações, pois se qualifica como uma instituição de articulação entre agentes culturais. Conversando com a valorização atual da cultura, a história do Instituto Arte na Escola (IAE) é uma Organização da Sociedade Civil (OSC) de carácter cultural, que está ligada diretamente à promoção da arte e à valorização de espaços culturais. A instituição nasceu enquanto projeto da Fundação Iochpe em 1989, a partir de uma percepção da presidente da instituição, Evelyn Berg Ioschpe, de que era necessário aproximar públicos diversos de equipamentos culturais para garantir uma formação mais ampla e profunda do que aquela promovida por educativos de museus. Esta percepção veio da experiência da presidente como diretora do Museu de Arte do Rio Grande do Sul (MARGS), de março de 1983 a março de 1987. Entendendo a dificuldade do grande público em frequentar diferentes espaços culturais (seja por considerar espaços elitizados, por motivos financeiros ou por dificuldades de acesso) produzimos materiais e ações de difusão da arte voltada ao público em geral, sob a perspectiva de democratização de acesso, socialização e formação de público, nos territórios onde estão inseridos nossos parceiros. Nesse sentido, estabelecer um amplo e qualificado espaço de debate sobre as questões relativas às tendências e desafios da arte e da Cultura Contemporânea na formação de público é um dos nossos objetivos, enquanto instituição. Na complexidade do mundo contemporâneo, surge um desejo de melhor compreensão do passado que, por meio de diferentes exemplos de projetos em museus, equipamentos culturais e produções de artistas, têm fomentado reflexões sobre as problemáticas sociais propiciando a análise crítica da realidade. Por isso, lançamos, no ano de 2008, a nossa “Midiateca”, que faz parte do portal do IAE (artenaescola.org.br), configurando-se como um importante acervo digital de documentários, webséries e materiais de apoio, organizados e editados pelo Instituto. Os conteúdos compõem uma fonte de consulta especializada em arte brasileira do século XX. Hoje, nossa midiateca é formada por 07 coleções com diferentes eixos curatoriais, 162 documentários sobre arte e/ou artistas brasileiros e latino-americanos e 212 materiais educativos. O site é acessado por, em média, 22 mil usuários/mês. No contexto digital, o IAE trabalha sobre a perspectiva de ser um "território virtual de atendimento". Nossa atuação acontece de forma presencial (contando com a rede de parceiros que vimos conquistando em 30 anos de existência) e no ambiente virtual, por meio do nosso site e das redes sociais. Essa é uma tendência e uma discussão que se aflorou durante a pandemia, principalmente nos equipamentos de cultura, impossibilitados de receber público e que nosso instituto incorpora, a partir de 2020, como diretriz para o pensar/executar seus projetos. A equipe que responde a esta coordenação geral é composta pelas coordenadoras de projetos, elencadas na Ficha Técnica, bem como a coordenadora técnica que responderá pela difusão de informações nestes ambientes que nos interessam Inaê Coutinho de Carvalho - Coordenadora de Projetos É artista visual, fotógrafa, professora e pesquisadora. Foi docente convidada no Curso de Especialização em Artes Visuais da Unicamp e do Instituto Singularidades. Tem experiência na formação de público de artes e fotografia no Instituto Tomie Ohtake e no Castanheiras há 23 anos. Presta consultoria pedagógica para o Terceiro Setor (Cidade Invertida, SESC), tendo sido agraciada com o Prêmio Internacional de Inovação e Criatividade pela SAFEKIDS WORLDWIDE em 2005 por sua atuação com adolescentes. Graduou-se em Educação Artística (Bacharelado e Licenciatura Plena) pela Universidade Estadual de Campinas (1995). Doutora e mestre em Poéticas Visuais pela Universidade de São Paulo com bolsa sanduíche na Université Sorbonne Nouvelle Paris 3, sob orientação do Dr. Philippe Dubois. Expõe seu trabalho pessoal desde 1992, tendo ganho o Bourse-Cadrage Atelier Gapihan (Paris,2011). Tem sua obra representada no Brasil pela Galeria Virgílio e na França por Agnès Voltz. Jaqueline Vasconcellos - Coordenadora de projetos Doutora pelo Programa de Pós-Graduação em Meios e Processos Audiovisuais da ECA (USP - 2019). Trabalhou na Secretaria de Cultura do Estado da Bahia. Trabalhou de 2016 a Janeiro de 2018 como Programadora Cultural, no Instituto Itaú Cultural, compondo a equipe de Artes Cênicas. Entre 2014 e 2016, atuou como programadora cultural na Oficina Cultural Oswald de Andrade. Hoje coordena o projeto "Ofó Nkonson", uma empresa de consultoria, cujo produto principal são lives no YouTube, sobre temas prementes da contemporaneidade, com a participação de diversos ativistas, atores sociais e pesquisadores de áreas do conhecimento. Maíra Martinez é a profissional responsável pela Coordenação Técnica dos fluxos de comunicação e planejamento estratégico da área, pesquisa e desenvolvimento de conteúdo para projetos do Instituto Arte na Escola - textos e recursos audiovisuais, divulgação de materiais e projetos desenvolvidos pelo IAE, bem como otimização do alcance para maior acesso do público. Gere a equipe interna de comunicação e coordenação de colaboradores externos para produção de vídeos, artes gráficas, produção textual e assessoria de imprensa. É graduada em Comunicação Social – Midialogia pela Universidade Estadual de Campinas - UNICAMP, tendo cursado parte da sua formação na Université Sorbonne Nouvelle, na França. Durante a graduação, desenvolveu projeto de Iniciação Científica contemplado com bolsa de pesquisa do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq). Maíra cursou pós-graduação em Mídia, Informação e Cultura no CELACC USP - Centro de Estudos Latino-Americanos sobre Cultura e Comunicação. De 2011 a 2014, Maíra trabalhou no programa educativo da Fundação Bienal de São Paulo, na equipe de Relações Externas e Parcerias.Também trabalhou como tradutora no Instituto Tomie Ohtake, na Folha de São Paulo e em editoras de livros infantis. Em 2016, Maíra passou a integrar a equipe do Instituto Arte na Escola como Coordenadora Técnica, na área de Comunicação, função que exerce até o momento.
PROJETO ARQUIVADO.