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Exposição inclusiva com obras recriadas por participantes de programas e projetos de artes a partir de obras do acervo do proponente constituído por artistas modernos e contemporâneos de renome.
1 – EXPOSIÇÃO Produção de 01 (uma) exposição com obras do acervo do Instituto Olga Kos constituído por artistas modernos e contemporâneos, junto a obras recriadas a partir de releituras dos participantes das oficinas de artes do proponente (pessoas com e sem deficiência, em vulnerabilidade social). A ideia, além da promoção da causa do proponente – Inclusão – é amparada em conceitos caros a museologia, que considera que um acervo sob guarda de qualquer instituição não pode ser encerrado em si mesmo, ou seja, não basta ter uma guarda adequada, precisa ser difundido e ressignificado pelos espectadores – pessoas que entram em contato com as obras em contextos expositivos – que o Instituto Olga Kos de Inclusão Cultural tenciona promover essa exposição. O acervo é composto por coleções que vão desde o período modernista ao contemporâneo brasileiro, e reproduções artísticas de grandes nomes da arte brasileira que são resultado das oficinas de artes plásticas promovidas pelo Instituto Olga Kos nesses 14 anos de existência e promoção da inclusão da pessoa com deficiência e sem deficiência em vulnerabilidade social. A exposição poderá ser realizada no Rio de Janeiro, que é o mais provável, ou na cidade de São Paulo, ou ainda, nas duas cidades. Os locais possíveis para a exposição na cidade do Rio de Janeiro são: MAR – RIO (Museu de Arte do Rio de Janeiro), Museu de Arte Contemporânea Rio – MAC/Rio ou outro local a ser definido. Em São Paulo, há alguns locais onde o proponente poderá expor: Museu da Imagem e do Som – MIS, Memorial da Inclusão, Fundação Armando Álvares Penteado – FAAP, Museu de Arte Moderna – MAM, Associação Paulista de Medicina – APM ou outro local de relevância, a ser definido posteriormente. 2 – CONTRAPARTIDA SOCIAL Como contrapartida social, será oferecido uma capacitação para profissionais que atuam em instituições museológicas, tendo como eixo temático a acessibilidade em museus no Brasil. A capacitação será ofertada de forma híbrida – presencial e remota. A parte remota será viabilizada online por meio de plataformas digitais, como Zoom, Meet, entre outras. O tema é pertinente, pois dialoga diretamente com o eixo expositivo: obras de arte relidas através dos olhares e vivências de pessoas com deficiência e sem deficiência em vulnerabilidade social. A oferta da capacitação em formato híbrido, é uma maneira de expandir o acesso e não limitá-lo, principalmente em função do contexto cujo qual todos estamos inseridos atualmente: a pandemia de covid-19.
Exposição de obras recriadas por participantes de programas e projetos de artes a partir de obras do acervo do do proponente, constituído por artistas modernos e contemporâneos; Capacitação formativa em acessibilidade em museus para profissionais que atuam em instituições museológicas, professores da rede pública de ensino, e demais profissionais interessados no tema. A exposição será realizada na cidade de São Paulo e/ou na cidade do Rio de Janeiro. OBJETIVOS ESPECÍFICOS: 1 _ EXPOSIÇÃO Produção de 01 (uma) exposição inclusiva com obras recriadas a partir de releituras dos participantes das oficinas de artes do acervo do proponente. Junto a essas criações e releituras, serão expostas obras do acervo do Instituto Olga Kos constituído por artistas modernos e contemporâneos, como Claudio Tozzi, Ivald Granato, Guto Lacaz, Marysia Portinari, entre outros. 2 _ CONTRAPARTIDA SOCIAL Como contrapartida social, será oferecido uma capacitação para profissionais que atuam em instituições museológicas, tendo como eixo temático a acessibilidade em museus no Brasil. A capacitação será ofertada de forma híbrida _ presencial e remota _ em locais a serem definidos posteriormente, para a forma presencial. A parte remota será viabilizada online por meio de plataformas digitais, como Zoom, Meet, entre outras.
Historicamente, a pessoa com deficiência foi olhada como se fosse doente ou, ainda, como se fosse uma eterna criança com relações sociais que dificultavam _ ou até impediam _ que se desenvolvesse dentro de suas potencialidades. Esta situação era um reflexo de algo maior: a ênfase na deficiência e nos seus aspectos orgânicos, deixando-se em segundo plano a pessoa e seus desejos, interesses, possibilidades e direitos. Ainda que, atualmente, pessoas com deficiência contem cada vez mais com o respaldo da lei para defender seus direitos, ainda constituem um grupo que colocam muitos desafios a gestores, educadores e mesmo familiares. Como agir para verdadeiramente interagir com a pessoa que tem deficiência? Como se comunicar para que ela possa efetivamente participar de uma conversação? Como promover a oportunidade de ampliar a Saúde da pessoa com deficiência de maneira mais global por meio das atividades artísticas e culturais? Apesar de todos os esforços e do aprimoramento que se observa nos serviços prestados a essas pessoas, nota-se que muitas delas ainda se encontram segregadas e têm dificuldade de serem incluídas na vida escolar, profissional e social. Diante dessa constatação, o Instituto Olga Kos realiza, desde 2007, oficinas de artes plásticas e artes marciais, visando ampliar o universo relacional de pessoas com deficiência, possibilitando a descoberta de novos talentos, abrindo canais de comunicação, aprimorando habilidades artísticas e esportivas e possibilitando a participação em novos contextos sociais. As oficinas geram resultados que podem ser constatados com clareza e rapidez, proporcionando experiências de sucesso aos participantes, experiências essas tão importantes para a construção de um autoconceito positivo e para a elevação da autoestima, assim como o desenvolvimento dos participantes nas suas capacidades funcionais, nas áreas social, cognitiva e emocional. A arte expressa, seja em qual modalidade for, como pintura, escultura, música, fotografia ou teatro atribui sentido às sensações, sentimentos e pensamentos e faz parte do cotidiano das pessoas. Assim, os conteúdos de Arte não podem ser esquecidos, devendo ser ensinados por meio de linguagem que favoreça a interação e a participação. Na Arte, execução e invenção são inseparáveis e uma parte da realidade torna-se conteúdo para a constituição de um valor original. A linguagem artística beneficia o desenvolvimento das pessoas que praticam a arte e elas se tornam capazes de atuar de forma mais efetiva consigo mesmas e com os outros. A atividade artística é um instrumento fundamental no trabalho com pessoas que tem deficiência, pois favorece a aquisição de novos conhecimentos, o desenvolvimento dos aspectos cognitivo, afetivo e social, além de suas capacidades. Em 1996, a Lei de Diretrizes e Bases para a Educação Nacional incluiu a Arte como área de conhecimento, portanto, obrigatória na educação básica, dando início a uma longa e interminável luta na busca de metodologias mais adequadas ao ensino da Arte nas escolas e de encaminhamentos objetivando uma formação estética e cultural do participante já nas séries iniciais. De acordo com a LDB do Brasil, de 1998, a educação em Arte deveria promover a integração entre o fazer artístico, a análise e apreciação da obra e a contextualização histórica. Ao inserir os participantes em experimentações que os sensibilizem a observar, a perceber e a atuar de corpo inteiro em propostas que tomam como referências as relações espaciais, sonoras e interpessoais, pretende-se valorizar a escuta como componentes de um processo de construção individual e coletiva. Visa-se, sobretudo, a ampliação, a estimulação e a manutenção das atividades instrumentais de vida diária dos participantes das oficinas, por meio da produção artística (desenho, pintura, escultura, construção dos instrumentos), musical e cultural, o que indica melhor saúde física e mental. Tendo como norte essas considerações, o Instituto Olga Kos de Inclusão Cultural constituiu um acervo onde a nossa causa se materializou sob pinceladas de traços fortes e marcantes, cores vivas e vibrantes, expressando mais do que uma releitura possível de movimentos artísticos por nossos participantes, mas também, suas essências individuais. A inclusão pode, nesse sentido, tornar-se expressa artísticamente através dos olhares dos participantes de nossos projetos. Em reconhecimento a esse trabalho, o projeto concede oportunidade para que esse trabalho seja exposto e explorado por um viés cultural educativo, oferecendo ao público visitante da exposição o contato com a inclusão por outra ótica, e aos envolvidos na capacitação, ferramentas e conhecimentos possíveis para incluir à todos! RELEVÂNCIA DO PROPONENTE: Prêmios: Ordem do Mérito Cultural _ MinC 2008; Prêmio Tuxáua _ MinC 2010; Prêmio Areté _ 2010; Nota máxima na região sudeste, no 2º Prêmio Brasil de Inclusão Social do Ministério dos Esportes. _ ME 2010; Prêmio "Pela Arte se Inclui" _ Secretaria de Estado da Cultura de São Paulo; Prêmio LIF 2013 _ 3º lugar da categoria "Apoio às Comunidades Locais" do XII Prêmio LIF; SALVA DE PRATA _ Câmara Municipal de São Paulo _ ano de 2014; VOTO DE JÚBILO - Câmara Municipal de São Paulo _ ano de 2015; MEDALHA ANCHIETA - Câmara Municipal de São Paulo _ ano de 2015; PRÊMIO ABCA - Associação Brasileira dos Críticos de Arte - ano de 2016 ; Prêmio Brasil + Inclusão - Câmara dos Deputados - Ano de 2017; Certificado de Reconhecimento de Instituição Cultural pela Secretaria de Estado da Cultura _ Ano de 2017; Selo de Qualidade da Lei Paulista de Incentivo ao Esporte concedido pela Secretaria de Esportes Lazer e Juventude _ Ano de 2017; Melhores ONG´S Revista Época _ Instituto Doar _ Ano de 2017; Finalista no Prêmio Ações Inclusivas, ganhou Destaque do Ano pela pluralidade cultural e esportiva para pessoas com deficiência _ Ano de 2017; Prêmio Chico Xavier e Colar de Honra ao Mérito _ Ano de 2018; 28º Prêmio Excelência Gráfica IPSIS "Fernando Pini" _ 2018; 4º Movimento Você e a Paz _ 2019; Prêmio Empresário Amigo do Esporte _ 2019; Prêmio Brasil + Inclusão _ 2019; Selo Municipal de Direitos Humanos e Diversidade _ 2020; Prêmio Funarte Respirarte _ 2020. RELEVÂNCIA DO PROJETO: O projeto tem, como principais características: - Alinhamento à Lei 8313/91, especialmente em relação ao artigo 1º, incisos: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; IV - proteger as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsáveis pelo pluralismo da cultura nacional V - salvaguardar a sobrevivência e o florescimento dos modos de criar, fazer e viver da sociedade brasileira; VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória; e IX - priorizar o produto cultural originário do País - Alinhamento à Lei 8313/91, especialmente em relação ao artigo 3º, incisos: II - fomento à produção cultural e artística, mediante: e) realização de exposições, festivais de arte e espetáculos de artes cênicas ou congêneres; IV - estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante: a) distribuição gratuita e pública de ingressos para espetáculos culturais e artísticos; E, ainda: - Qualifica a vivência cultural, a educação e a formação cidadã ao aliar medidas de ampliação de acesso às ações culturais, proporcionando formação; - Considera a diversidade na perspectiva multidimensional da Cultura, respeitando, valorizando e estimulando a circulação de diversas práticas artísticas, a manifestação e expressão de identidades, garantindo a inclusão de pessoas com deficiência; - Reconhece, qualifica e apoia a experiência de ONGs atuantes em comunidades pobres e vulneráveis otimizando serviços e recursos, ampliando as possibilidades de acesso e democratização cultural;
Memória de cálculo do valor “per capita” do projeto: 1000 (um mil) ingressos para exposição + 100 vagas para capacitação/formação = 1100. Valor do projeto: R$231.066,00 Sendo o per capita o resultado entre a divisão do número de participantes pelo valor total do projeto, indicamos o que segue com base no Art.04 da IN Nº 2, DE 23 DE ABRIL DE 2019: “II - o custo per capita, ou seja, o Valor por Pessoa Beneficiada (Anexo I) do produto, dos bens e/ou serviços culturais será de até R$ 250,00 (duzentos e cinquenta reais), podendo ser computados os quantitativos totais previstos para os produtos secundários, excetuando-se sítio da Internet e TV aberta.” 1100 participantes / R$231.066,00 total do projeto = R$210,06 (duzentos e dez reais e seis centavos) per capita.
TOTAL DE INGRESSOS DISPONÍVEIS PARA EXPOSIÇÃO E CAPACITAÇÃO: 1100 (mil e cem) 1. EXPOSIÇÃO: 1.000 (um mil) ingressos/vagas gratuitas. Produção de 01 (uma) exposição com obras do acervo do Instituto Olga Kos constituído por artistas modernos e contemporâneos, juntamente de obras recriadas a partir de releituras dos participantes das oficinas de artes do proponente. A ideia, além da promoção da causa do proponente – Inclusão – é amparada em conceitos caros a museologia, que considera que um acervo sob guarda de qualquer instituição não pode ser encerrado em si mesmo, ou seja, não basta ter uma guarda adequada, precisa ser difundido e ressignificado pelos espectadores – pessoas que entram em contato com as obras em contextos expositivos – que o Instituto Olga Kos de Inclusão Cultural tenciona promover essa exposição. O acervo é composto por coleções que vão desde o período modernista ao contemporâneo brasileiro, e reproduções artísticas de grandes nomes da arte brasileira que são resultado das oficinas de artes plásticas promovidas pelo Instituto Olga Kos nesses 14 anos de existência e promoção da inclusão da pessoa com deficiência e sem deficiência em vulnerabilidade social. METODOLOGIA: A exposição será montada em uma sala devidamente acessível para todo tipo de público, sem barreiras e limitações de qualquer natureza. A disposição das obras estará alinhada de forma a possibilitar o contato e acesso de todos os visitantes, haverá etiquetas em braile e totens inclusivos para mediação e acesso às obras, ações educativas sob responsabilidade e mediação dos profissionais contratados pelo projeto. 2. CONTRAPARTIDA SOCIAL: 100 (cem) vagas/ingressos gratuitos. Como contrapartida social, será oferecido uma capacitação para profissionais que atuam em instituições museológicas, tendo como eixo temático a acessibilidade em museus no Brasil. A capacitação será ofertada de forma híbrida – presencial e remota. O tema é pertinente, pois dialoga diretamente com o eixo expositivo: obras de arte relidas através dos olhares e vivências de pessoas com deficiência e sem deficiência em vulnerabilidade social. A oferta da capacitação em formato híbrido, é uma maneira de expandir o acesso e não limitá-lo, principalmente em função do contexto cujo qual todos estamos inseridos atualmente: a pandemia de covid-19. METODOLOGIA: A capacitação será oferecida durante 03 (três) dias no período da manhã ou da tarde (o período será alinhado conforme as inscrições), com 30 (trinta) vagas presenciais e 70 (setenta) vagas remotas disponíveis. O público alvo será composto por profissionais de instituições museológicas, professores da rede pública de ensino, e demais interessados no assunto. Haverá certificado de participação para os envolvidos, expedido pelo proponente. A duração será de 03 (três) horas, com um intervalo de 15 (quinze) minutos.
1 - EXPOSIÇÃO (PRODUTO PRINCIPAL) ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES FÍSICOS: Acesso livre e gratuito. A exposição ocorrerá na cidade de São Paulo/SP e/ou na cidade do Rio de Janeiro/RJ. Locais possíveis: RJ: Museu de Arte do Rio de Janeiro, Museu de Arte Contemporânea - MAC/Rio; SP: Museu da Imagem e do Som – MIS, Memorial da Inclusão ou outro local a ser definido posteriormente. Os locais escolhidos obrigatoriamente terão acessibilidade para pessoas com deficiência física, mobilidade reduzida e visual, como: rampas de acesso, corrimãos, piso tátil, etc; totens acessíveis contendo conteúdo interativo sobre o eixo temático da exposição. ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES AUDITIVOS: Intérprete de LIBRAS; totens acessíveis contendo material descritivo e interativo sobre o eixo temático da exposição. ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES VISUAIS: Mediação tátil e etiquetas em braile; totens acessíveis com programação contendo audiodescrição. ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES INTELECTUAIS e IDOSOS: Totens acessíveis com programação contendo audiodescrição, conteúdo interativo sobre o eixo temático da exposição. 2 – CONTRAPARTIDA SOCIAL ACESSIBILILIDADE PARA DEFICIENTES FÍSICOS: Acesso livre e gratuito. A capacitação ocorrerá de forma remota e presencial em local que contenha acessibilidade para pessoas com deficiência física, mobilidade reduzida e visual, tanto em São Paulo como no Rio de Janeiro, qual seja o local da execução da contrapartida. No local onde possa ocorrer presencialmente, serão considerados os espaços que contenham rampas de acesso, corrimãos, piso tátil, etc. ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES AUDITIVOS: Intérprete de LIBRAS presencial e remoto. ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES VISUAIS: A capacitação contará com recurso de áudiodescrição. LOCALIZANDO NA PLANILHA ORÇAMENTÁRIA: ITENS 10, 11, 12 E 21 são relativos às medidas de acessibilidade necessárias à execução do projeto.
1. EXPOSIÇÃO Distribuição gratuita de ingressos a familiares, profissionais, instituições, escolas públicas, comunidade e interessados em geral. Doar, além do previsto na alínea "a", inciso I do artigo 20, no mínimo, 20% (vinte por cento) dos produtos resultantes da execução do projeto a escolas públicas, bibliotecas, museus ou equipamentos culturais de acesso franqueado ao público, devidamente identificados. - Inciso I, do artigo 21 da IN2/2019; Disponibilização gratuita, inclusive para downloads, dos registros em vídeo e/ou fotográficos da exposição - IN 05, Inciso III, do Art.21; Permissão para captação de imagens das atividades oferecidas pelo projeto, com autorização para veiculação em redes públicas de televisão – IN 05, Inciso IV, do Art.21. 2. CONTRAPARTIDA SOCIAL Inciso I, do artigo 21 da IN2/2019 - Ingressos gratuitos oferecidos a familiares, profissionais, instituições, comunidade e interessados em geral; Inciso III, do artigo 21 da IN2/2019 - Disponibilização gratuita no site do proponente, inclusive para downloads, dos registros em vídeo e/ou fotográficos de evento de apresentação e da ação formativa; Inciso IV, do artigo 21 da IN2/2019 - Permissão para captação de imagens das atividades oferecidas pelo projeto, com autorização para veiculação em redes públicas de televisão;
Alguns dos profissionais que poderão estar na equipe: Coordenação Geral – Silvia Regina de Liz Souza Nos últimos 30 anos atuou como professora do ensino fundamental e também como professora de matemática para o ensino de jovens e de adultos, nos quais desenvolveu um profundo conhecimento sobre como manter uma rotina semanal bem organizada e produtiva, que incluísse diversos momentos de leitura e previsse situações diferenciadas de análise e reflexão sobre os conteúdos abordados, tanto com as crianças de 7 anos como com o público adulto. Paralelamente, desde 2007, atua como pedagoga responsável de projetos de inclusão cultural através da arte. Provou-se capaz de desenvolver projeto didático, além de criar situações estruturadas de comunicação oral, gerar bons relacionamentos com participantes, pais e colegas de trabalho, inovar, recriar e dar novos significados às práticas educativas. Curadora - Camilla Kury Comazzetto Arte-educadora/pesquisadora, bacharel em Artes Visuais: Pintura, Gravura e Escultura pelo Centro Universitário Belas Artes de São Paulo. Trabalhou no Espaço Cultural Mus’ Arteum na organização do programa de mediação e como educadora. Na Associação Lar da Bênção Divina como monitora voluntária em arte educação. No CAPS (Centro de Atenção Psicossocial) em Embu das Artes como educadora informal, dando aulas de arte para o desenvolvimento de um produto. Entre outras experiências. No Instituto Olga Kos, já trabalhou na criação e aplicação de atividades em oficinas de arte, na participação na criação dos livretos/brochuras sobre as oficinas dos artistas: Neto Sansone, Ivald Granato, Mário Gruber, Gregório Gruber, etc. Em exposições, na oficina Valores da cultura indígena – UMAPAZ – 2010 participou com gravura do Projeto Volante (distribuição e exposição itinerante de pequenas gravuras). Partipação dos seminários da Jornada Cultural 2010 – Centro de memória BUNGE – 2010; Exposição no Atelier Presse Papier, participação com gravura – Trois Rivières/Canadá – 2010; Frequentadora do Atelier Livre de Gravura do Museu Lasar Segall – 2010-2013; Exposição de vídeo-arte no Centro D´arti e Ricerche Miltimediali Applicate – Roma/Itália – 2010; Nota máxima no Trabalho de Conclusão de Curso abordando as diferentes percepções a partir do desenho como fragmento – indicação para publicação e para exposição – 2012; Participação dos Seminários Brasileiros – Colecionismo no Brasil no Século XXI – 2012, entre outros. Demais profissionais envolvidos/prestadores de serviços: a contratar. PROPONENTE: INSTITUTO OLGA KOS DE INCLUSÃO CULTURAL Função - Único responsável pela implantação, execução e pelo processo decisório neste projeto. O proponente/dirigente realizará sua atividade de forma voluntária. Possui experiência em projetos exposição de arte, oficinas culturais de artes, dança, teatro, música e esporte (ver documentos anexados - Materiais diversos que comprovem a atuação do candidato).
Prestação de Contas final apresentada, aguardando análise.