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PRONAC 211064ArquivadoMecenato

PLANO ANUAL DE ATIVIDADES 2022 – CULTURA ONLINE EM PROL DA INCLUSÃO

ASSOCIACAO CULTURAL EDUCACIONAL SOCIAL E ASSISTENCIAL CAPUAVA
Solicitado
R$ 632,2 mil
Aprovado
R$ 0,00
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Classificação

Área
—
Segmento
Empreend Ações Educ-Cult/Capacitação/Treinamento
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Planos anuais e plurianuais
Ano
21

Localização e período

UF principal
SP
Município
Valinhos
Início
2022-02-01
Término
2023-01-31
Locais de realização (1)
Valinhos São Paulo

Resumo

Manutenção anual do Espaço Cultural ACESA Capuava, com realização de oficinas gratuitas com turmas ONLINE e/ou presenciais de música, dança, teatro, desenho animado, pintura em tela e fotografia para pessoas com e sem deficiência; montagem de exposições artísticas e realização de festival de música para compartilhamento dos conteúdos absorvidos e produtos gerados nas oficinas; e realização de workshops de jogos teatrais como contrapartida social, com o objetivo de desenvolver e ampliar o conhecimento do trabalho de inclusão da pessoa com deficiência dentro da escola.

Sinopse

Descrição da Proposta Cultural O projeto se baseia no tripé de sustentação: conscientização, em prol da inclusão e socialização da pessoa com deficiência, resgate da memória de Flávio de Carvalho e acesso à cultura para todos. A ACESA Capuava - Associação Cultural Educacional Social e Assistencial Capuava - é uma entidade sem fins lucrativos atuante dentro da Fazenda Capuava, que tem como público alvo crianças, jovens e adultos com deficiência, buscando desenvolver as potencialidades humanas. A sede modernista da Fazenda Capuava, projetada e construída entre 1929 e 1938 pelo artista Flávio de Carvalho, é atualmente um Patrimônio Histórico da Humanidade pelo CONDEPHA. A ACESA CAPUAVA foi fundada pela Tia Helô, única herdeira do Flavio de Carvalho e construída no espaço na frente da Casa Modernista. E é nessa fazenda histórica que a ACESA Capuava mantém o Espaço Cultural ACESA Capuava, onde serão realizadas a maioria das atividades aqui propostas. O plano anual contempla 3 produtos culturais (além da contrapartida social), todos gratuitos e inclusivos: realização de oficinas culturais, montagem de exposições artísticas, produção e realização de um festival de música instrumental. As OFICINAS, com turmas ONLINE e/ou presenciais, serão de música, dança, teatro, desenho animado, pintura em tela e fotografia para pessoas com e sem deficiência, com vagas abertas para pessoas já atendidas pela Associação ACESA Capuava, para pessoas atendidas por outras entidades e para público em geral. As aulas ocorrerão de segunda a sexta-feira, de modo que o conhecimento cultural e a vivência do ‘fazer artístico’ contribuam para o desenvolvimento do potencial criativo, das percepções sensoriais e intelectuais e para a formação humana e artísticas dos participantes das oficinas. Ao longo do ano, serão oferecidos 120 vagas nas oficinas culturais, com disponibilização de 20 vagas por oficina. Cada aluno poderá participar de quantas oficinas desejar e as vagas serão preenchidas por ordem de inscrição. As atividades desenvolvidas servirão de base para a montagem de exposições artísticas, apresentando os resultados do projeto e dando acesso à produção artística à população em geral. As EXPOSIÇÕES ARTÍSTICAS serão realizadas ao longo e/ou ao final do projeto, com no mínimo 8 dias de ação no total, e terão entrada livre e totalmente gratuita, apresentando os trabalhos produzidos durante as oficinas. Além de promover o acesso à cultura e formação de plateia, as exposições aproximam Flávio de Carvalho, importante artista brasileiro, da população, mantendo vínculo com sua história artística e perpetuando sua obra. Será realizada também uma exposição virtual, com conteúdo digital exposto em hotsite específico desta ação, alocado no site da instituição, que ficará disponível por, no mínimo, 60 dias. O FESTIVAL DE MÚSICA INSTRUMENTAL acontecerá em um dia na Fazenda Capuava, com programação para toda a família, com a intenção de popularizar o gênero instrumental, estimulando e ampliando a concepção artística da população presente no evento. O evento terá início às 13h e será encerrado às 22h e contemplará a apresentação de 4 bandas locais. Por tratarmos de pessoas com deficiência, o acompanhamento de terapeuta ocupacional, fisioterapeuta, pedagogo, interprete de libras e psicólogo em todos as atividades realizadas é imprescindível. Estes profissionais darão suporte técnico, auxilio e conhecimento sobre as deficiências atendidas na instituição (física, intelectual, TEA - Transtorno do Espectro Autista, e auditiva) aos oficineiros, desde aspectos motores (postura, coordenação motora global, sugestões de adaptações de materiais), comportamentais (as emoções e os recursos da imaginação e fantasia), pedagógicos (diferentes formas de aprendizagem, relações sociais – inclusão - e criatividade) e da comunicação (noções básica da Comunicação Suplementar e/ou Alternativa (CSA) e Libras).

Objetivos

Objetivos Gerais Os objetivos gerais deste projeto são prover a manutenção anual do Espaço Cultural ACESA Capuava, com oferecimento de oficinas culturais com turmas ONLINE e/ou presenciais, montagem de exposições artísticas e realização de festival de música para disseminar os conteúdos produzidos e promover formação de plateia para os produtos culturais abordados, e realização de workshops para educadores e estudantes da rede pública de ensino como ações formativas culturais/contrapartida social. E assim, promover inclusão social e cultural da pessoa com deficiência e possibilitar à mesma a experiência de cidadania concreta, inserindo-a diretamente na comunidade por meio da cultura; contribuir para a formação intelectual e cultural dos participantes do projeto; desenvolver as habilidades artísticas, para vivenciarem o fazer artístico, adquirirem técnicas e conhecimento cultural; possibilitar aos participantes o desenvolvimento da sensibilidade artística aliado ao incentivo à criatividade e à expressão individual e coletiva; resgatar a memória do artista modernista Flávio de Carvalho; e contribuir para o desenvolvimento humano e artístico dos participantes das ações do projeto, bem como de seus familiares, amigos, comunidades do entorno e população em geral. Objetivos Específicos - Manter o funcionamento do Espaço Cultural ACESA Capuava ao longo de 12 meses; - Oferecer oficinas gratuitas com turmas ONLINE e/ou presenciais de música, dança, teatro, desenho animado, pintura em tela e fotografia; - Oferecer 120 vagas nas 6 oficinas culturais (aproximadamente 20 vagas por oficina); - Realizar montagem de exposições artísticas com acesso livre e gratuito para a população em geral, e expectativa de atingir aproximadamente 2.000 pessoas; - Realizar um festival de música instrumental para um público de aproximadamente 800 pessoas; - Contrapartida social/ações formativas culturais: realizar 10 workshops de jogos teatrais para educadores e estudantes da rede pública de ensino, com o objetivo de desenvolver e ampliar o conhecimento do trabalho de inclusão da pessoa com deficiência dentro da escola, disponibilizando 30 vagas por turma em 10 turmas, totalizando 300 vagas; - Impactar diretamente mais de 3.000 pessoas com todas as atividades.

Justificativa

A partir de uma iniciativa pioneira na região de Campinas, por volta de 1998, a psicomotricista Heloísa de Carvalho Crissiuma abriu as porteiras de sua fazenda, antigo reduto do artista Flávio de Carvalho, para iniciar um trabalho com pessoas com deficiência pouco conhecido _ a Equoterapia. O trabalho mantido operacionalmente e financeiramente por "Tia Helô" foi tomando proporções maiores, atraindo cada vez mais pessoas interessadas no tratamento, profissionais de diversas áreas e apoiadores, e logo se tornou uma Associação. Assim nasceu a ACESA Capuava - Associação Cultural Educacional Social e Assistencial Capuava, atualmente uma associação sem fins lucrativos, de utilidade pública atuante dentro da Fazenda Capuava, que tem como público alvo crianças, jovens e adultos com transtorno do espectro autista, deficiência intelectual, deficiência múltipla e surdez. Seu principal objetivo é o desenvolvimento das potencialidades humanas, por meio do atendimento nas áreas de saúde, educação, assistência social e cultura. Apoiamos integralmente a inclusão da pessoa com deficiência, considerando o aspecto físico, emocional, cultural e social. Através da arte, buscamos o desenvolvimento de um sujeito critico capaz de estabelecer relações entre os conteúdos apresentados, a vivência de experiências estéticas e aspetos individuais de sua própria cultura. As elaborações teóricas de L.S.Vigotski (1896-1934) a respeito da aprendizagem e do desenvolvimento de pessoas com e sem deficiência aponta as contribuições da arte para o desenvolvimento humano. Para este autor, a arte está em permanente relação com a realidade objetiva, compreensão que lhe permitia enxergar a potencialidade dessa elaboração humana. Sob esta perspectiva, a arte está intrinsecamente ligada à vida, as relações sociais, de ela é o conjunto de diferentes expressões de aprendizado. Na visão sócio-histórica de Vigotski (2004, 1999), a arte é uma atividade que contempla todos os indivíduos, é uma atividade criadora, na qual a imaginação, a fantasia e a realidade interagem na produção de novas possibilidades de interpretação, de expressão e de ação, assim como constroem outras relações educacionais e sociais com outros sujeitos, independentemente da faixa etária. Flávio de Carvalho, grande representante do Movimento Modernista, transitava entre várias áreas de atuação, pintura, arquitetura, teatro, figurinos e performances, o que mais se exaltava era o seu interesse pelo experimental, a total fuga das regras e formas academicistas de tratar a arte. Sua casa na fazenda Capuava era ponto de encontro da intelectualidade, lugar em que vivia suas inquietações e seu espírito inovador. Suas ideias chocavam as pessoas. Ele saia do lugar comum, na busca da quebra de paradigmas. As Contribuições de Vigotski sobre a arte e o visionário Flávio de Carvalho são ponto de partida para reflexão deste projeto, que busca a arte como forma de comunicação e expressão de sentimentos que auxilia no desenvolvimento de habilidades e capacidades, de pessoas com e sem deficiência, onde oportuniza a vivência indireta de emoções, sentimentos e relações sociais. A arte abre caminhos e perspectivas inusitadas para pessoas com qualquer deficiência. As oficinas de práticas artísticas nos campos da saúde mental, dos trabalhos comunitários e das deficiências têm demonstrado o quanto os processos de criação devem/podem produzir resultados surpreendentes. Dessa forma, esse projeto proporciona a inclusão cultural e social de pessoas com deficiência, promovendo a interação desses com a população em geral e com diversas linguagens artísticas. Além disso, essa iniciativa procura quebrar barreiras de convivência, combater o preconceito à pessoa com deficiência e proporcionar a manutenção das atividades culturais da entidade. Finalmente, o projeto se justifica no que diz respeito à formação de público para a cultura, à acessibilidade e à democratização de acesso, já que leva arte e cultura a pessoas oriundas de comunidades em situação de vulnerabilidade social e pessoas com diferentes tipos de deficiência. Por tudo isso e por não possuir caráter comercial, torna-se imprescindível a utilização do incentivo fiscal para viabilizar a execução da proposta. A proposta se enquadra diretamente nos seguintes incisos do Art. 1° da Lei 8313/91: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; II - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais; III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; VI - preservar os bens materiais e imateriais do patrimônio cultural e histórico brasileiro; IX - priorizar o produto cultural originário do País. A realização do projeto também permitirá alcançar os seguintes objetivos do Art. 3° da Lei 8313/91: I - incentivo à formação artística e cultural, mediante: c) instalação e manutenção de cursos de caráter cultural ou artístico, destinados à formação, especialização e aperfeiçoamento de pessoal da área da cultura, em estabelecimentos de ensino sem fins lucrativos; II - fomento à produção cultural e artística, mediante: e) realização de exposições, festivais de arte e espetáculos de artes cênicas ou congêneres; III - preservação e difusão do patrimônio artístico, cultural e histórico, mediante: a) construção, formação, organização, manutenção, ampliação e equipamento de museus, bibliotecas, arquivos e outras organizações culturais, bem como de suas coleções e acervos.

Especificação técnica

PROJETO PEDAGÓGICO DAS OFICINAS CULTURAIS - 2022 Conteúdo Programático INTRODUÇÃO À ARTE Na proposta geral dos Parâmetros Curriculares Nacionais, a área de Artes tem uma função tão importante quanto à dos outros conhecimentos no processo de ensino e aprendizagem e se relaciona frequentemente a eles. Entretanto, possui suas especificidades. A educação em arte propicia o desenvolvimento do pensamento artístico e da percepção estética, que caracterizam um modo próprio de ordenar e dar sentido à experiência humana. Com isso, o aluno desenvolve sua sensibilidade, percepção e imaginação, tanto ao praticar atividades artísticas quanto ao apreciar e conhecer as produzidas por ele, pelos colegas, e pelas diferentes culturas. A aprendizagem artística envolve um conjunto de diferentes tipos de conhecimentos, que visam a criação de significações, exercitando fundamentalmente a constante possibilidade de transformação do ser humano. Além disso, encarar a arte como produção de significações que se transformam no tempo e no espaço permite contextualizar a época em que se vive na sua relação com as demais. A arte é um modo privilegiado de conhecimento e aproximação entre indivíduos de culturas e realidade de vida distinta, pois favorece o reconhecimento de semelhanças e diferenças expressas nos produtos artísticos e concepções estéticas, num plano que vai além do discurso verbal: uma criança da cidade, ao observar uma dança indígena, estabelece um contato com o índio que pode revelar mais sobre o valor e a extensão de seu universo do que uma explanação sobre a função do rito nas comunidades indígenas. Uma pessoa deficiente pode ter experiência corporal, por exemplo, através da dança, que criará condições para que haja o compartilhamento de sensações e pensamentos em relação ao corpo, durante a prática de atividade física em um contexto de cumplicidade afetiva. A prática artística também favorece ao aluno relacionar‐se de maneira criadora em outros aspectos da vida ao solicitar os sentidos como portas de entrada para uma compreensão mais significativa das questões sociais. Por exemplo, o aluno que conhece movimentos artísticos estabelece relações mais amplas quando estuda um determinado período histórico. Além disso, quanto mais ele exercitar sua imaginação mais ele estará habilitado a construir um texto. Ao colocar o aluno em contato e apresentar‐lhe a diversidade artística produzida por outras culturas, este poderá compreender e analisar criticamente a relatividade dos valores que estão enraizados nos seus modos de pensar e agir. Dessa forma, pode‐se criar um campo de sentido para a valorização do que é próprio de cada um e favorecer abertura à riqueza e à diversidade da imaginação humana. Outra função igualmente importante que o ensino da arte tem a cumprir diz respeito à dimensão social das manifestações artísticas. Cada cultura revela o modo de perceber, sentir e articular significados e valores que governam os diferentes tipos de relações entre os indivíduos e a comunidade. Em síntese o conhecimento da arte envolve a experiência e o desenvolvimento da criação artística e tudo que nela está envolvido: recursos pessoais, habilidades, pesquisa de materiais e técnicas, a relação entre perceber, imaginar e realizar um trabalho de arte; além da utilização de informações e qualidades perceptivas e imaginativas para estabelecer um contato com a diversidade de manifestações culturais. Entende‐se, portanto que aprender arte envolve não apenas uma atividade de produção artística pelos alunos, mas também a conquista da significação do que fazem, através do desenvolvimento da percepção estética, alimentada pelo contato artístico como objeto de cultura através da história e como conjunto organizado de relações formais. É importante que os alunos compreendam o sentido do fazer artístico; que suas experiências de desenhar, pintar, fotografar, cantar, dançar e representar um personagem, não são atividades que visam distraí‐los da seriedade de suas outras atividades. Ademais, ao fazer e conhecer arte, o aluno percorre trajetos de aprendizagem que propiciam conhecimentos específicos sobre sua relação com o mundo e desenvolvem potencialidades como percepção, observação, imaginação e sensibilidade que podem alicerçar ao autoconhecimento e a própria conscientização. OFICINA DE DESENHO ANIMADO EMENTA O objetivo é que os alunos passem a se expressar através do seu próprio desenho, isto é, que encontrem seu estilo de desenho, sua "identidade gráfica". E que passe também a dar vida ao seu desenho, animação, movimento. Toda pessoa tem sua forma individual de se expressar através do desenho, e a pessoa com alguma forma de limitação também tem, inclusive, incorporando sua limitação ao seu estilo próprio de desenho. OBJETIVOS · Definir e desenvolver seu próprio estilo de desenho, de expressão gráfica. · Utilizar as técnicas da animação, dar movimento ao desenho. Dar vida. · Ampliar a autoestima dos alunos. · Criar um filme coletivo de animação. · Divulgar esse filme dentro e fora da instituição. · Auxiliar no desenvolvimento da atividade motora. · Ampliar o repertório de filmes de animação dos alunos, porém com filmes autorais. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO · Partir de desenhos dos próprios alunos. · Ensinar a técnica da animação. · Animar os desenhos nas tradicionais pranchetas-de-luz. · Editar as várias experiências gráficas individuais e produzir um filme coletivo. · Inserir trilha sonora e finalizar um produto "audiovisual" · Exibição de filmes de animação autorais AVALIAÇÃO · Avaliar o desenvolvimento individual de cada aluno durante o decorrer da oficina. · Avaliação final do produto audiovisual da oficina, que será o filme coletivo. BIBLIOGRAFIA · Poética do Movimento – José Manuel Xavier – Edições da Monstra – Lisboa – Maio de 2007. · A Longa Caminhada Para a Invenção do Cinematógrafo – Henrique Alves Costa - Cineclube do Porto Editorial- 1988. · A Técnica da Animação Cinematográfica / The TechhiqueofFilm Animation – John Halas e Roger Manvell– Editora Civilização Brasileira – 1979. · Manual do Pequeno Animador – Wilson Lazaretti – Editora Komedi – Campinas - 2009. Carga Horária Total: · 8 horas semanais por oficina/oficineiro (totalizando 352 horas trabalhadas em 11 meses de projeto) · 40 horas-aula de atividades oferecidas por turma atendida OFICINA DE TEATRO EMENTA Consciência corporal. Criação de personagens, criação de cenas, diferentes possibilidades de estímulos raciocínio cênicos. OBJETIVOS · Entender a improvisação como um meio possível para criação dentro da linguagem teatral e do corpo cênico. · Desenvolver um processo de criação coletiva baseado em improvisação do texto dramático. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO · Conscientização do corpo. · Conscientização e exploração das qualidades dos movimentos. · Consciência corporal atreves de exercícios Viola Spólin. · Composição de texto dramático, composição personagem, integração do conteúdo e exercícios. · Apresentações AVALIAÇÃO · Conversas, diálogos abertos e auto avaliação. · Avaliação de interesse e participação. · Avaliação consciência corporal, noção e percepção grupal. BIBLIOGRAFIA · Viola Spolin · Constantin Stanislavski Carga Horária Total: · 8 horas semanais por oficina/oficineiro (totalizando 352 horas trabalhadas em 11 meses de projeto) · 40 horas-aula de atividades oferecidas por turma atendida OFICINA DE DANÇA EMENTA Trabalhar a consciência corporal, interação entre os participantes, sensibilidade, autoestima e criatividade por meio da expressão corporal e dança. A condução metodológica será composta de técnicas de dança criativa, contato e improvisação, danças folclóricas, exercícios de alongamento e postura buscando respeitar a espontaneidade, possibilidades, limites e desejos dos alunos participantes. OBJETIVOS: · Despertar a criatividade; · Melhorar postura e auto- estima; · Desenvolver consciência corporal; · Desenvolver coordenação motora, orientação espaço temporal, lateralidade, expressividade e interação. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO · Técnicas de contato e improvisação · Dança criativa · Alongamento · Dança em cadeira de rodas · Elementos cênicos AVALIAÇÃO · Continua em sala de aula realizada através de observação dos alunos e registro de atitudes, posturas e motivações. BIBLIOGRAFIA · Steve Paxton: Contact Improvisation · Lopes, K: Um encontro pela dança trajetórias e conquistas Carga Horária Total: · 8 horas semanais por oficina/oficineiro (totalizando 352 horas trabalhadas em 11 meses de projeto) · 40 horas-aula de atividades oferecidas por turma atendida OFICINA DE MÚSICA EMENTA A música possibilita instigar a imaginação, a atenção, a memorização, o raciocínio e a imitação e quando trabalhada através da produção sonora a partir de instrumentos e por objetos que permitam o trabalho sonoro. A linguagem musical deve estar presente nas atividades de expressão física, rítmicas, jogos, brinquedos e roda cantadas, em que se desenvolve no aluno a linguagem corporal, numa organização temporal e espacial. O aluno terá contato com uma variedade de estilos musicais possível, indo da música clássica e da MPB (Música Popular Brasileira). OBJETIVOS · Cantar canções; · Bater palmas em ritmos diversos; · Movimentar-se, dançar e/ou balançar partes do corpo ao som de música; · Ouvir vários tipos de melodias e ritmos; · Manusear objetos sonoros e instrumentos musicais; · Reconhecer canções; · Participar de jogos musicais; · Acompanhar rimas e parlendas com gestos; · Encenar cenas musicais; · Participar de jogos de mímica de instrumentos e sons; · Conhecer e sentir os diferentes instrumentos musicais (sopro, corda e percussão); · Aprender e criar histórias musicais; · Compor canções, inventar musicais. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO · Diferentes timbres; · Altura do som: graves e agudos; · Brincadeiras de rodas; · Ritmo e andamento; · Fontes sonoras para o fazer musical. AVALIAÇÃO · Avaliar o desenvolvimento individual de cada aluno durante o decorrer da oficina. BIBLIOGRAFIA · BRITO, Teca A. de: Música na Educação Infantil: Propostas para a formação integral da criança. Ed. Petrópolis, 2003 São Paulo – SP. · ILARI, B. A música e o cérebro: algumas implicações do neurodesenvolvimento para a educação musical. Revista da ABEM, Porto Alegre, vol. 9, 7-16, set. 2003. Carga Horária Total: · 8 horas semanais por oficina/oficineiro (totalizando 352 horas trabalhadas em 11 meses de projeto) · 40 horas-aula de atividades oferecidas por turma atendida OFICINA DE PINTURA EM TELA EMENTA Ainda que tenhamos, todos nós, limitações de qualquer natureza, as diversas formas de expressões artísticas tem a capacidade de ser algo próximo, natural e agradável ao ser humano, precisando apenas ser despertado, incentivado e potencializado. Sendo assim, a cor está presente em tudo o que nos cerca, e a pintura nada mais é do que a organização das cores e dos traços que as conduzem. Mesmo fora ou diferente de algum movimento artístico, conceitos estéticos preestabelecidos ou de algum uso considerado profissional, todo indivíduo pode, de forma natural e até orgânica, se expressar através da arte. OBJETIVOS · Despertar o interesse pela arte através da pintura; · Despertar/potencializar habilidades manuais; · Produzir material artístico que os participantes reconheçam como sendo criado por eles; · Desenvolver a autoexpressão e atuar de forma afetiva com o mundo, opinar, criticar, sugerir, através da utilização das cores, formas, tamanhos, símbolos, entre outros. · Identificar artistas visuais como agentes sociais de diferentes épocas e culturas: aspectos das vidas e produção artística; · Pesquisar junto às fontes (artistas) e suas obras para reconhecimento e reflexão sobre a arte produzida no entorno; · Criar e construir formas plásticas e visuais em espaços diversos (bidimensional e tridimensional); · Explorar leitura e discussão de textos simples, imagens e informações orais sobre artistas, suas biografias e suas produções (com ênfase inicial no artista Flávio de Carvalho); · Conhecer fontes de informação e comunicação artística presentes nas culturas (museus, mostras, exposições, galerias, ateliês, oficinas). CONTEÚDO PROGRAMÁTICO · Cores primárias; · Luz, Sombra, Volume, Pigmentos; · Acabamento; · Releitura de obras; · Criações livres e com referências; · Textura diversas; · Leitura de Imagens; · Noções básicas da História da Arte; · Exposição coletiva de trabalhos. AVALIAÇÃO · Realizar a avaliação através de observação sistemática direta do aluno, agindo como mediadores de suas conquistas, considerando a diversidade de interesse e possibilidades de exploração do mundo pelo aluno. BIBLIOGRAFIA · BUENO, Luciana Estevam Barone. Linguagem das Artes Visuais- Curitiba: Ibpex- 2008. · DERDYK, Edith. Formas de pensar o desenho: desenvolvimento do grafismo infantil. 3 ed. SP: Scipione, 2004. · Flávio de Carvalho 100 anos de um revolucionário romântico. Curadoria: Denise Mattar. Rio de Janeiro: CCBB, 1999. · Livros da editora Taschen - Artistas: Miro, Picasso, Kandinsky entre outros. Carga Horária Total: · 8 horas semanais por oficina/oficineiro (totalizando 352 horas trabalhadas em 11 meses de projeto) · 40 horas-aula de atividades oferecidas por turma atendida OFICINA DE FOTOGRAFIA EMENTA Prepara o aluno para o uso inteligente dos mecanismos essenciais de uma câmera fotográfica digital e o auxilia na descoberta de seus potenciais expressivos. Na oficina, o aluno tem contato com a história da fotografia, técnicas e manuseio do equipamento fotográfico, além de ser estimulado a formar uma cultura fotográfica e senso crítico sobre a produção, visando imagens com qualidade. OBJETIVOS · Transmitir aos participantes os primeiros conhecimentos da técnica e da linguagem fotográfica; · Visualizar as diferentes formas que a iluminação pode criar (sombra/brilho); · Sair a campo para colocar em pratica a noção de enquadramento e referência de iluminação (onde o assunto a ser fotografado está em relação ao sol); · Determinar um tema (flores, nuvens, cavalo, etc.) e avaliar o resultado; · Produzir materiais fotográficos que os participantes reconheçam como sendo criados por eles; · Registrar eventos realizados pela instituição; · Explorar leitura e discussão de textos simples, imagens e informações orais sobre artistas, suas biografias e suas produções (com ênfase inicial no artista Flávio de Carvalho); · Visitar exposições fotográficas. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO · História da Fotografia. Conceitos, referências, Regras de Composição. Linguagem Fotográfica. · Apresentação e conhecimento do equipamento fotográfico (familiarização): liga/desliga; cartão de memória; lente; etc.; · Enquadramento; · Noção de aproximação/distanciamento do objeto; · Iluminação artificial: flash para ambiente artificial; · Retrato e paisagem; · Saída fotográfica diurna; · Análise de Fotos e revisão geral; · Experiência de visitas em exposição fotográficas; · Exposição coletiva de trabalhos. AVALIAÇÃO · Realizar a avaliação através de observação sistemática direta do aluno, agindo como mediadores de suas conquistas, considerando a diversidade de interesse e possibilidades de exploração do mundo pelo aluno. BIBLIOGRAFIA · Fotografia – Manual Completo de Arte e Técnica. Editora Abril Cultural, 1981. · Olhos do Pantanal - Produzido com recursos da Lei de Incentivo a Cultura e patrocínio da FMC - Pronac: 1410573. · Olhos da Mata Atlântica - Produzido com recursos da Lei de Incentivo a Cultura e patrocínio da FMC Agrícola - Pronac: 1410573. · Flávio de Carvalho 100 anos de um revolucionário romântico. Curadoria: Denise Mattar. Rio de Janeiro: CCBB, 1999. Carga Horária Total: · 8 horas semanais por oficina/oficineiro (totalizando 352 horas trabalhadas em 11 meses de projeto) · 40 horas-aula de atividades oferecidas por turma atendida

Acessibilidade

O espaço físico onde funciona o Espaço Cultural ACESA Capuava já é acessível e utilizado por pessoas com deficiência e idosos. O projeto será em sua maioria dentro deste espaço e, além de beneficiar os assistidos da entidade, que participarão das oficinas inclusivas, das exposições e do festival de música, o projeto promoverá também a inclusão de outras pessoas com deficiência e do público em geral. OFICINAS As atividades são acessíveis a pessoas com diversas deficiências físicas e mentais como TEA, síndrome de down, paralisia cerebral e deficiência auditiva e visual. FÍSICA: local acessível, contratação de terapeuta ocupacional e fisioterapeuta para acompanhar as atividades (incluídos na planilha orçamentária como "consultores") e dar o suporte necessário Item da planilha orçamentária: consultores VISUAL: o conteúdo já é acessível e contempla este perfil de público e os "consultores" contratados pelo projeto darão o suporte necessário Item da planilha orçamentária: consultores AUDITIVA: interprete de libras da instituição Item da planilha orçamentária: interprete de libras EXPOSIÇÕES FÍSICA: escolha de locais acessíveis para a realização das exposições e os "consultores" contratados pelo projeto darão o suporte necessário Item da planilha orçamentária: consultores VISUAL: serão utilizadas placas e fichas em braile para orientar os deficientes visuais Item da planilha orçamentária: impressões em braile AUDITIVA: contatação de um interprete de libras para a orientação dos deficientes auditivos na visitação das exposições Item da planilha orçamentária: interprete de libras CONTRAPARTIDA SOCIAL FÍSICA: escolha de locais acessíveis para a realização das ações e os "consultores" contratados pelo projeto darão o suporte necessário Item da planilha orçamentária: consultores VISUAL: o conteúdo já é acessível e contempla este perfil de público e os "consultores" contratados pelo projeto darão o suporte necessário Item da planilha orçamentária: consultores AUDITIVA: interprete de libras da instituição Item da planilha orçamentária: interprete de libras FESTIVAL A seleção dos artistas musicais priorizará bandas inclusivas que já sejam formadas por pessoas com deficiência em sua composição ou que possibilite a interação de um músico com deficiência para o show no festival. FÍSICA: serão providenciadas rampas de acesso, reserva de assentos para idosos e cadeirantes, banheiros adaptados Item da planilha orçamentária: marcenaria (para as rampas e demais adaptações necessárias), banheiros químicos (inclusive adaptados), locação de mobiliário (inclui as cadeiras citadas) VISUAL: utilização de faixas em braille nas placas de sinalização dentro do evento Item da planilha orçamentária: sinalização (inclusiva) AUDITIVA: contatação de um interprete de libras para a orientação dos deficientes auditivos no festival Item da planilha orçamentária: interprete de libras

Democratização do acesso

As ações propostas atingirão também as comunidades carentes do entorno da entidade, garantindo que pessoas em situação de vulnerabilidade social sejam favorecidas pelo projeto. Para tanto, serão convidadas a participar das oficinas, das exposições e do festival, de forma gratuita. O público alvo é abrangente, composto por crianças, jovens, adultos e idosos, com e sem deficiência. Considerando todas as atividades propostas, serão impactadas diretamente mais de 3 mil pessoas. A proposta adotará as seguintes medidas do Artigo 21 da Instrução Normativa nº 2/2019 do Ministério da Cidadania quanto a ampliação do acesso aos produtos do projeto: Produto: PLANO ANUAL DE ATIVIDADES I - doar, além do previsto na alínea "a", inciso I do artigo 20, no mínimo, 20% (vinte por cento) dos produtos resultantes da execução do projeto a escolas públicas, bibliotecas, museus ou equipamentos culturais de acesso franqueado ao público, devidamente identicados; IV - permitir a captação de imagens das atividades e de espetáculos ou autorizar sua veiculação por redes públicas de televisão e outras mídias; V - realizar, gratuitamente, atividades paralelas aos projetos, tais como ensaios abertos, estágios, cursos, treinamentos, palestras, exposições, mostras e ocinas, além da previsão do art. 22; (exposições) Produto: OFICINAS IV - permitir a captação de imagens das atividades e de espetáculos ou autorizar sua veiculação por redes públicas de televisão e outras mídias; V - realizar, gratuitamente, atividades paralelas aos projetos, tais como ensaios abertos, estágios, cursos, treinamentos, palestras, exposições, mostras e ocinas, além da previsão do art. 22; (exposições) Produto: EXPOSIÇÕES I - doar, além do previsto na alínea "a", inciso I do artigo 20, no mínimo, 20% (vinte por cento) dos produtos resultantes da execução do projeto a escolas públicas, bibliotecas, museus ou equipamentos culturais de acesso franqueado ao público, devidamente identicados; III - disponibilizar, na Internet, registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino e de outros eventos de caráter presencial, sem prejuízo do disposto no § 2º do art. 22; IV - permitir a captação de imagens das atividades e de espetáculos ou autorizar sua veiculação por redes públicas de televisão e outras mídias; V - realizar, gratuitamente, atividades paralelas aos projetos, tais como ensaios abertos, estágios, cursos, treinamentos, palestras, exposições, mostras e ocinas, além da previsão do art. 22; (exposições) Produto: FESTIVAL I - doar, além do previsto na alínea "a", inciso I do artigo 20, no mínimo, 20% (vinte por cento) dos produtos resultantes da execução do projeto a escolas públicas, bibliotecas, museus ou equipamentos culturais de acesso franqueado ao público, devidamente identificados; III - disponibilizar, na Internet, registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino e de outros eventos de caráter presencial, sem prejuízo do disposto no § 2º do art. 22; IV - permitir a captação de imagens das atividades e de espetáculos ou autorizar sua veiculação por redes públicas de televisão e outras mídias; V - realizar, gratuitamente, atividades paralelas aos projetos, tais como ensaios abertos, estágios, cursos, treinamentos, palestras, exposições, mostras e oficinas, além da previsão do art. 22; VII - realizar ação cultural voltada ao público infantil ou infantojuvenil; IX - promover o uso do Vale-Cultura para aquisição dos produtos e serviços culturais resultantes do projeto que, eventualmente, venham a ser comercializados, nos termos da Lei nº 12.761, de 2012, no caso de não enquadramento da proposta cultural ao Parágrafo único do art. 20, desta Instrução Normativa.

Ficha técnica

Proponente e Gestão administrativo-financeira - ACESA Capuava Coordenação geral - Renata Lobo Catusso Coordenação de produção – Cacho de Ideias/Angela Resta Professor da oficina de Desenho Animado – Maurício Squarisi OBS: os demais profissionais serão selecionados e contratados na fase de pré-produção Proponente e Gestão administrativo-financeira - ACESA Capuava A proponente, através de sua presidente e diretoria, realizará de forma voluntária a gestão adminstrativo-financeira do projeto, sendo também responsável pela total gestão do processo decisório do projeto. Além disso, designará uma funcionária da instituição, Renata Lobo Catusso, para a função de coordenação geral, que receberá pela rubrica “Coordenação Geral”. A ACESA CAPUAVA é uma entidade filantrópica de Valinhos que atende pessoas com transtorno do espectro autista, deficiência intelectual, deficiência múltipla e surdez. Fundada em 2002, atua junto a comunidade carente de toda Região Metropolitana de Campinas e é formada por um grupo de profissionais que se uniu com a missão de prestar um serviço de amor incondicional e de cidadania. Todos seus colaboradores acreditam no ser humano, em suas infinitas possibilidades e em sua capacidade de transformar e transcender toda e qualquer condição de vida. O principal objetivo da associação é auxiliar as pessoas com deficiência e em situação de exclusão social, através do atendimento interdisciplinar nas áreas de educação, saúde, CULTURA e serviço social. A entidade está localizada dentro da Fazenda Capuava, antigo reduto do artista Flávio de Carvalho. Sua casa modernista - patrimônio histórico tombado pelo Condephat, é utilizada para parte das atividades realizadas pela ACESA Capuava, que preza também o resgate da memória do artista. Coordenação do projeto - Renata Lobo Catusso – CRP 06/41709 Possui graduação em Psicologia pela Universidade São Francisco (1991), mestre em Educação Física pela Universidade Estadual de Campinas, Faculdade de Educação Física, departamento de Educação Física Adaptada (2007). Tem experiência na área de Psicologia Clínica, com ênfase em Psicologia aplicada em habilitação e reabilitação de pessoas com deficiência. Ampla experiência na rotina institucional, junto à equipe interdisciplinar - coordenação técnica. Professora III – disciplinas ministradas: Psicomotricidade; Psicologia Geral e do Desenvolvimento; Psicologia Aplicada às Condições Especiais; Psicologia do Esporte; Psicologia e Educação e Orientação de Trabalho de Conclusão de Curso – TCC. Coordenadora do Projeto Espaço Cultural ACESA Capuava – Flávio de Carvalho, aprovado pela Lei Nacional de Incentivo à Cultura do Ministério da Cultura via Lei Rouanet, nº 1412177, financiado pelas empresas CCR Autoban e Libbs Farmacêutica. Em execução desde início de 2017. Responsável pela seleção, contratação e supervisão dos profissionais. Montar a agenda das atividades associadas ao projeto (controlar frequência dos usuários envolvidos no projeto; avaliar os benefícios aos usuários de acordo com a proposta do projeto; reuniões periódicas com a equipe técnica; avaliação dos profissionais envolvidos no projeto; atendimento geral à família; participação no planejamento das atividades do projeto; execução de relatórios e outras prestações de contas conforme necessário). Atuando principalmente nos seguintes temas: imagem corporal; resiliência; pessoas com deficiência e Organização Não Governamental (ONG). Coordenação de produção – Cacho de Ideias Angela Resta, proprietária da Cacho de Ideias, é comunicóloga, produtora cultural e professora de disciplinas técnicas na área da Comunicação e Marketing. Graduada em Marketing pela UNIP e em Comunicação Social pela ESAMC Campinas, possui forte ligação com a área cultural desde 1995, quando iniciou sua carreira como atriz de teatro infantil e adulto. Trabalhou por oito anos em companhias teatrais – amadoras e profissionais – do interior paulista, atuando e coproduzindo espetáculos, performances e intervenções cênicas. A partir de 2009, uniu os conceitos de comunicação, marketing e cultura e passou a desenvolver um trabalho direcionado para o fomento cultural, atuando com assessoria de comunicação para eventos e projetos, elaboração de planos de marketing de patrocínio para empresas, elaboração e agenciamento de projetos, planejamento e controle de budget e produção e gestão de eventos e projetos culturais. Professor da oficina de Desenho Animado – Maurício Squarisi Cineasta, diretor de fotografia, realizador de filmes de animação, orientador de oficinas de animação, cartunista e artista gráfico brasileiro nascido em Campinas (SP) em 22 de setembro de 1958. Graduou-se em publicidade na Escola Batista de Campinas, em 1979. Realizou curso de especialização no NationalFilm Board of Canada e workshops no MIS, em São Paulo, com cinecursos de Animação e no Rio de Janeiro, no Parque Lage e no Rio Animatoon (ministrado por André Leduc, do NFB). De 1979 a 1986 trabalha em diversas gráficas e editoras e como freelancer para Slogan Publicidade, Jornal de Domingo, Revista Premiére, ILLA Instituto de Idiomas, Gráfica Corcovado, Colégio Coração de Jesus e vários outros clientes diretos. Em 1980, fundou, juntamente com Wilson Lazaretti, o Núcleo de Animação de Campinas, especializado no desenvolvimento de oficinas de cinema de animação, com realização de filmes, com crianças. Nestas oficinas o grupo de crianças é o autor do filme. Desenvolvem a criação, roteiro, grafismo e animação sob orientação dos diretores do Núcleo. Em 1982 dirige seu primeiro filme de animação, o curta Rotina. Em 1995, recebeu seus primeiros prêmios, pelo curta Molecagem, nos festivais da Bahia, Ceará e Venezuela. Publica a série Nego da Sanfona (2000/2003), a cartilha em HQ Conhecendo o Legislativo (2005), produzida sob encomenda para a Câmara de Vereadores de Valinhos-SP, e a cartilha em HQ Gaby e Wesley Descobrindo a Rede de Proteção Social (2008). Em 2008 é sócio/fundador da Squarisi& Russo Desenhos Animados, com o nome fantasia de Tupi Desenhos Animados. Juntamente com seu sócio Wilson Lazaretti, realiza dezenas de filmes de animação, assim como inúmeras oficinas, nas quais forma e capacita jovens para a nova profissão.

Providência

PROJETO ARQUIVADO.