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"Azul" é o mais novo projeto da Artesanal Cia. de Teatro para o público infanto-juvenil e familiar. O espetáculo conta a história de uma criança autista em sua jornada de amadurecimento em um mundo que ela não consegue compreender da mesma forma que as outras pessoas. Além das apresentações, o projeto terá a realização de 2 (dois) workshops de teatro de animação que serão ministrados, gratuitamente, por integrantes da Artesanal Cia. de Teatro, voltado para estudantes, professores da rede pública e particular de ensino.
Vivendo em seu mundo particular, “Azul” é um menino diferente: introspectivo, silencioso, ele não gosta de ser tocado e fica horas a fio olhando para o mesmo lugar. Às vezes, executa movimentos repetitivos, que mais fazem ele parecer um robô do que um garoto comum. É extremamente inteligente, craque em matemática, fã de futebol e ficção científica. Resumindo: um garoto normal, não fosse o fato de ser autista. Seu irmão mais velho adora brincar com ele. Mas para isso, eles precisam criar um universo diferente, cheio de seres mágicos, lugares exóticos, enigmas secretos e muita aventura. E toda brincadeira faz com que Azul entenda um pouco mais o mundo ao seu redor. Junto com seu irmão e sua família, o menino descobre que o amor é uma língua universal, entendida por todos e que não conhece desafios nem barreiras.Classificação etária: livreRecomendado a partir dos 05 anos de idade
Objetivo Geral: Para comemorar seus 26 anos de existência a Artesanal Cia de Teatro realizará a montagem e temporada do seu mais novo espetáculo teatral. "Azul" é um espetáculo poético e bem-humorado, erguido sobre o confronto entre as personalidades distintas do personagem principal e seu irmão e no universo lúdico que eles criam como forma de entendimento mútuo. O tema, por si só, consegue despertar o olhar atento do público, sendo aqui narrado com delicadeza e consciência da importância que a arte tem de propor uma sociedade cada vez mais inclusiva e solidária. Objetivo específico: O projeto foi selecionado no edital de patrocínio do Centro Cultural Banco do Brasil, onde fará temporada no Rio de Janeiro (produção e estreia). Serão em torno de 16 (dezesseis) apresentações ao longo de 02 meses; 02 sessões com INTÉRPRETE DE LIBRAS para portadores de deficiência auditiva; - 01(uma) sessão com AUDIO-DESCRIÇÃO para portadores de deficiência visual; - Serão realizados 2 (dois) workshops de teatro de animação depois das apresentações, visando atender a Contrapartida Social prevista na IN 2/2019. As apresentações visam: investir em educação e arte; ampliar a visibilidade e abrangência do trabalho artístico da Cia e colaborar com a difusão das linguagens do teatro de animação. Contando com 2 (duas) apresentações exclusivas para alunos das escolas da rede pública e particular de ensino e entidades destinadas a grupos de raro acesso a bens culturais.
O teatro é uma atividade essencial para que o homem pense, de forma mais crítica, o mundo em que se vê inserido. No caso do teatro infanto-juvenil, o teatro tem a função de auxiliar a criança na formação de seu universo simbólico, apresentando questões que a façam refletir, de forma mais emocional e lúdica, sobre os dilemas que ela enfrenta ou virá enfrentar durante seu amadurecimento emocional. A Lei Federal de Incentivo a Cultura é fundamental para o desenvolvimento do nosso projeto que se enquadra nos incisos I e VIII, do Artigo 1º, da Lei 8.313/91, a saber: Art. 1° Fica instituído o Programa Nacional de Apoio à Cultura (Pronac), com a finalidade de captar e canalizar recursos para o setor de modo a: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória; O projeto também alcança os objetivos das alíneas "c" e "e" do Inciso II, do artigo 3º da mesma Lei, a saber: Art. 3° Para cumprimento das finalidades expressas no art. 1° desta lei, os projetos culturais em cujo favor serão captados e canalizados os recursos do Pronac atenderão, pelo menos, um dos seguintes objetivos: II - fomento à produção cultural e artística, mediante: c) realização de exposições, festivais de arte, espetáculos de artes cênicas, de música e de Folclore; e) realização de exposições, festivais de arte e espetáculos de artes cênicas ou congêneres. O Projeto contribuirá com o fomento da produção de artes cênicas, gerando dezenas de empregos na cidade do Rio de Janeiro. Há 25 anos a Artesanal Cia. de Teatro vem produzindo espetáculos de teatro com ênfase no público infanto-juvenil e familiar, aprofundando-se em uma pesquisa de linguagem, que encontra no teatro de animação sua forma maior de expressão. Sendo considerada uma referência em nosso país, o grupo mantém-se fiel ao objetivo de apresentar espetáculos únicos e marcantes, sempre lidando com temas da atualidade de forma lúdica e poética. A arte é o meio essencial para que possamos pensar e atuar no mundo contemporâneo, compreendendo novos mitos, novas linguagens e trilhando os novos caminhos que se apresentam na história da humanidade. Da escrita do texto a sua estreia, os espetáculos da Artesanal são pensados em sua relevância para o cenário artístico-cultural, dialogando com as crianças e sua família de forma íntegra e madura, sem buscar respostas simplistas para questões complexas da experiência humana. O grupo acredita, acima de tudo, que a criança é um ser capaz de interagir no mundo, por mais complicado que ele possa parecer. Na verdade, a criança tem muitos mais instrumentos para lidar com a realidade, uma vez que ela lida com a vida de forma direta, isenta de filtros e preconceitos. Para a criança o mundo está lá para ser percebido e vivenciado em sua simplicidade. O mundo simbólico que ela constrói tem a mesma origem dos mitos e as histórias que elas criam são uma forma de significação e compreensão do mundo. Fazer espetáculos para a criança é uma tarefa que exige compromisso e seriedade. Para que a encenação cumpra uma função que vá além do mero entretenimento, é de vital importância que o tema proposto seja abordado de forma direta e consciente, sem eufemismos. Não devemos, como artistas, trazer respostas simplificadas para questões aparentemente complexas. De fato, é melhor não trazer resposta alguma e sim apontar o que o que torna a questão levantada relevante. O objetivo da arte não está em apresentar um mapa traçado, mas em apontar caminhos que podem ser abertos e explorados. Não há tema tabu que não possa ser explorado. O importante é representar o mundo (pois a arte é uma representação) com isenção e seriedade, levando em conta as especificidades de nossa cultura, sua representatividade e como ela dialoga com a coletividade. Estar ciente da diversidade cultural do povo brasileiro e das diversas influências que formam sua identidade é a "pedra fundamental" para a construção de espetáculos inseridos no contexto de nossa sociedade. Uma premissa é sempre o resultado do confronto de uma tese e sua antítese e, por isso mesmo, nenhuma premissa está inserida no campo da "verdade absoluta". Somos como cegos que apalpam um elefante e o descrevem apenas em parte. Assim é a arte. Ela transcende em sua especificidade, intuindo o que é mais abrangente. Falar para a criança é ir além da forma comum de se lidar com um tema. É inserir o lúdico em busca de uma melhor (in)formação do indivíduo e de seu caráter; É abraçar a diversidade de credos, etnias e aspectos socioeconômicos; É abrir espaço para o que é diferente possa ser examinado sob uma ótima mais humana e altruísta; É afirmar que o entendimento é a melhor via de diálogo e que não há "certo e errado" quando buscamos uma vivência plena da vida. A questão do autismo surge em seu espectro mais amplo, sem ater-se unicamente a sua característica comportamental. A diferença é abordada de forma sutil, sem necessidade de explicitar que tipo de (d)eficiência nosso personagem central tem. Independente de suas limitações, AZUL é como qualquer ser humano, que necessita encontrar na família o seu primeiro porto seguro. As brincadeiras que vive com seu irmão e os universos mágicos que constroem, estabelecem as pontes capazes de diálogo entre mundos distintos. "Azul" é compreendido a partir daquilo que o faz sorrir; e com ele percebemos que barreiras precisamos romper para tornar o mundo mais tolerante e inclusivo. A arquitetura dramática e cênica de "Azul" é sustentada nos sentimentos, poesia e ludicidade existentes na história, cuja narrativa é construída através da relação entre os irmãos. A deficiência do personagem tema é apenas um pano de fundo, para que as cenas possam acontecer sobre o palco. A importância do tema é vital para a existência da história, já que em um mundo tão complexo todos temos o nosso lado introspectivo, ao qual devemos abraçar e não expurgar. "Azul" tenta mostrar o quanto somos semelhantes, mesmo sendo tão diferentes e que é nessa diferença que encontramos aquilo que nos une.
Currículo da Artesanal Cia de Teatro:Investindo em uma linguagem inovadora e contemporânea, a ARTESANAL CIA. DE TEATRO vem acumulando desde sua fundação em 1995 diversas indicações, premiações e o reconhecimento pela imprensa, público e critica especializada. O foco do trabalho da Cia., está na pesquisa de uma linguagem narrativa, que se fundamenta na convergência de diversas técnicas, como o teatro de animação (bonecos, sombras e máscaras), o canto, o cinema e videografísmos, explorando a relação do ator - que é o elemento principal da encenação. Com 25 anos de atividade no cenário da produção teatral carioca, a ARTESANAL CIA. DE TEATRO é tanto uma referência nacional como internacional, com passagens em diversos festivas internacionais de teatro pelo Brasil, turnê na China e residência artística/temporada na Alemanha. 2020- Temporada CCBB RJ –Tatá - O Travesseiro 2019 Temporada, Festivais e Circulação- Temporada CCBB RJ – Quando as pessoas andam em círculos - CCBB 30 anos de Cias – CCBB RJ – O Gigante Egoísta e Por que nem todos os dias são dias de sol? - Sesc Interlagos – São Paulo –Tatá - O Travesseiro - Circuito SESI Cultural – RJ –Tatá - O Travesseiro - FITA Floripa –Tatá - O Travesseiro - Sesc Arsenal – Cuiabá – Tatá- O Travesseiro - Temporada de estreia – SESI SP AV. Paulista – Tatá - O Travesseiro 2018 Temporada, Festivais e Circulação- 8º Festival Internacional de Teatro para Crianças em Pequim/China – O Homem que amava caixas- 3ªBQ(en)Cena –Temporada CESC Brusque/SC –Por que nem todos os dias são dias de sol?- Temporada de estreia –SESC Pinheiros SP –Quando as Pessoas Andam em Círculos 2017 Temporada, Festivais e Circulação- Festival Internacional de Teatro de Animação de Florianópolis / SC – Por que nem todos os dias são dias de sol? - Teatro Municipal Trianon – Campos dos Goytacazes / RJ – O Gigante Egoísta- SESI Cultural Rio – Por que nem todos os dias são dias de sol?- Festival Internacional de Teatro de Bonecos de Caneca / RS – O Gigante Egoísta- Mostra SESC Cariri de Culturas / CE – Por que nem todos os dias são dias de sol?- SESI Bonecos do Mundo / PE – O Gigante Egoísta e O Homem que amava caixas 2016 Artesanal Cia. de Teatro 21 anos- Projeto de Manutenção de Grupos “Por que nem todos os dias são dias de sol?”- Estreia – Teatro SESC Pompeia/SP- Temporada – SESC Belenzinho/SP - Temporada – Teatro Ipanema/RJ Temporada, Festivais e Circulação- 2ªBQ(en)Cena –Temporada SESC Brusque/SC –O Gigante Egoísta- Escola SESC –Ludwig/2 2015Ocupação Artesanal Cia. de Teatro 20 Anos – Mezanino do Espaço Sesc Copacabana estreia no Brasil do espetáculo adulto: “Ludwig/2”, e dos premiados espetáculos infantis, “A lenda do Príncipe que tinha rosto”, O homem que amava caixas” e “O gigante egoísta”;Residência Artística de 3 meses em Munique - Alemanha, que deu origem ao espetáculo Ludwig/2; O espetáculo foi patrocinado pela Secretaria de Cultura da Cidade de Munique (Kulturreferat München). Temporada, Festivais e Circulação- Festival Internacional de Teatro de Bonecos de BH –O Gigante Egoísta- SESC Cariri de Cultura–O Gigante Egoísta- SESI-SP Av. Paulista–O Gigante Egoísta- Festival do Teatro Nacional – Pau Brasil–O Gigante Egoísta- FIL – Ludwig/2- SESC Belenzinho / SP – O Gigante Egoísta- Projeto de Circulação Especial SESI SP – O Gigante Egoísta- Projeto SESI Cultural Rio / RJ – O Gigante Egoísta- Mostra Petrobras Cultural – Teatro Dulcina / RJ – O Homem que amava caixas 2014 Temporada, Festivais e Circulação- Teatro Leblon / RJ – O Gigante Egoísta- Festival Internacional Intercâmbio de Linguagens / RJ – O Gigante Egoísta- SESC Copa – O Gigante Egoísta- Festival Internacional de Teatro de São José do Rio Preto / SP – Adágio- Festival Internacional de Londrina – O Gigante Egoísta- SESI Bonecos do Mundo / MA – O Homem que amava caixas- Festival Internacional de Teatro de Animação – O Homem que amava caixas- Festival de Inverno SESC Rio – O Gigante Egoísta- Temporada – Teatro Gláucio Gill / RJ – O Homem que amava caixas e A Lenda do Príncipe que tinha rosto- Circulação Petrobras Distribuidora de Cultura - Centro-Oeste – O Homem que amava caixas- Temporada SESC SP - SESC Consolação e SESC Santana – O Gigante Egoísta 2013“O Gigante Egoísta”Espetáculo infanto-juvenil inspirado no conto escrito por Oscar Wilde. Patrocinado pelo SESI/SP e Banco do Brasil.- Estreia em SP - SESI SP (SESI Vila Leopoldina, SESI Vila das Mercês e A. E. Carvalho)- Estreia no RJ - CCBB Prêmio Zilka Sallaberry de Teatro Infantil - 2013 : melhor espetáculo, melhor ator e melhor figurino.Prêmio São Paulo de Incentivo ao Teatro Infantil e Jovem - 2013: melhor texto, melhor trilha sonora e melhor iluminação.Eleito o segundo melhor espetáculopelo Guia da Folha de São Paulo - 2014. Prêmio Botequim Cultural 2014 - Melhor atorPrêmio CBTIJ de Teatro para Crianças 2014 - Melhor trabalho de formas animadas. “Adágio” Espetáculo adulto, com texto de Mauro Siqueira. - Estreia - CCBB Rio de Janeiro - Mostra GAMBOAVISTA 3ª EDIÇÃO 2013Projetos de circulação- 5º Circuito Estadual da Artes - “Cyrano de Berinjela”- Viagem teatral SESI SP - “O Homem que amava caixas”- SESC Nova Iguaçu e Teresópolis RJ - “O Homem que amava caixas”- SESI Cultural RJ - “O Homem que amava caixas” e “A Lenda do Príncipe que tinha rosto”- Galpão Gamboa RJ - “O Homem que amava caixas” e “A Lenda do Príncipe que tinha rosto”- Festival de Inverno SESC RJ - “O Homem que amava caixas”- Casa de Cultural Bento Gonçalves - RS - “A Lenda do Príncipe que tinha rosto”- SESC Arsenal Cuiabá - MT -“O Homem que amava caixas” 2011 “O Homem que Amava Caixas”Espetáculo infanto-juvenil inspirado na obra do escritor australiano Stephen Michael King. Patrocinado pela Oi, através da Lei Estadual de Incentivo a Cultura. Estréia no Teatro do OI FUTURO em Ipanema.Participou do Festival de Teatro para Crianças de Pernambuco, Festival Internacional de Teatro de São José do Rio Preto, 9º Festival Internacional Intercâmbio de Linguagens;Indicado ao Prêmio Zilka Sallaberry de Teatro na categoria de melhor espetáculo, melhor direção, melhor atriz, melhor cenário, melhor figurino e melhor Iluminação. “O Teatro da Grande Marionete”Espetáculo adulto, aborda o Teatro do Grand Guignol, gênero popular na França e na Inglaterra do fim do século XIX e início do século XX. Com estréia no Teatro Municipal do Jockey - RJ. 2009“A lenda do Príncipe que tinha rosto”Espetáculo infanto-juvenil inspirado em um conto gótico escrito por um dos diretores artísticos da Cia.Participou do 7º Festival Internacional Intercâmbio de Linguagens, Festival Internacional de Teatro de Londrina, FIT e do 3º Circuito Estadual das Artes da Secretaria de Cultura do Estado do RJ.Ganhador do Prêmio Zilka Sallaberry de Teatro nas categorias de melhor figurino e melhor iluminação. 2007“Pequenas Histórias do Mundo”Espetáculo infanto-juvenil inspirado em 4 contos populares originados na França, Itália, Rússia e Afeganistão. Ganhador do Prêmio Zilka Sallaberry de Teatro na categoria de melhor figurino. 2005“Viagem ao Centro da Terra”Narrativa literária sobre o clássico texto de Júlio Vernes. O espetáculo viajou por 16 estados brasileiros através do projeto PALCO GIRATÓRIO, além de participar de vários festivais e mostras de teatro pelo Brasil, com destaque ao FIT e FI de Angra dos Reis. 2004“Don Giovanni”Adaptação para o público infanto-juvenil da ópera homônima de Mozart. 2003 “Couro de Piolho”Adaptação de conto homônimo coletado pelo historiador Luís da Câmara Cascudo. 2001“Cyrano de Berinjela”Livre adaptação da obra de Edmond Rostand.Prêmio Maria Clara Machado de Teatro nas categorias melhor espetáculo e melhor direção. 2001“Auto de Natal” 1998“Amaralinda” 1996“O Circo Mágico de Provolone, Goiabada e Guaraná” 1995“Romão e Julinha”
ESPETÁCULO:Espetáculo teatral infanto-juvenil com duração de 50 minutos aproximadamente, classificação indicativa: livre. Recomendado a partir dos 05 anos de idade.
ESPETÁCULO DE ARTE CÊCNICAS E CONTRAPARTIDA SOCIAL: Acessibilidade Física: O espetáculo será apresentado em teatro com infraestrutura necessária para atender os portadores de necessidades especiais, como banheiros adaptados, rampa de acesso, e disponibilização de lugares indicados para este público, conforme disposto na Lei nº 13.146, de 2015 e o decreto nº 9404, de 2018.O espetáculo fará temporadas na unidade do Centro Cultural Banco do Brasil do Rio de Janeiro, que conta com total acessibilidade para cadeirantes, obesos e pessoas com dificuldade de locomoção. Existe no espaço, elevadores, banheiros e rampas preparadas para facilitar o acesso. Acessibilidade de CONTEÚDO:Para promover o acesso ao conteúdo dos produtos culturais às pessoas com deficiência auditiva e visual, realizaremos ao longo da temporada 02 (duas) sessões com intérprete de libras e 1 (uma) sessão com serviço de áudio-descrição. Nessas apresentações, o proponente se compromete a contratar profissionais com experiência comprovada na prestação deste serviço, a fim de proporcionar o melhor aproveitamento do espetáculo por parte deste público.As datas das sessões serão divulgadas nos meios de comunicação, redes sociais, sites e principalmente em instituições, grupos, escolas que trabalhem especificamente com este público. As rubricas inseridas na planilha orçamentária para cumprimento das medidas de acessibilidades serão: Item INTÉRPRETE DE LIBRAS;Item ÁUDIO-DESCRIÇÃO.
De acordo com o artigo 21 da IN 2/2019, adotaremos as seguintes medidas item III disponibilizaremos, na Internet, registro audiovisual do espetáculo, na plataforma VIMEO Item IV – permitiremos a captação de imagens dos workshops, do espetáculo e autorizaremos sua veiculação por redes públicas de televisão e outras mídias;
Ficha TécnicaTexto e Dramaturgia:Andrea Batitucci e Gustavo BicalhoDireção Artísitca:Gustavo Bicalho e Henrique Gonçalves (dirigente da empresa)Elenco:Alexandre Scaldini, Bruno Oliveira, Edeilton Medeiros, Marise Nogueira e Tatá OliveiraDireção de Arte, Bonecos e Adereços:DanteDireção de Movimento e Preparação corporal:Paulo MazzoniDireção de movimento dos bonecos e preparação técnica:Márcio Nascimento Preparação técnica máscara teatral e manipulação de objetos:Marise Nogueira Preparação Vocal:Verônica MachadoFigurinos:Fernanda Sabino Cenário:Karlla de Luca Desenho de Luz:Gabriel Prieto e Poliana Pinheiro Pesquisa Musical:Gustavo BicalhoDesenho de Som:Luciano SiqueiraDesign gráfico: DanteFotos:Christina AmaralAssessoria de Imprensa:Alexandre AquinoDireção de Produção:Marta PaivaCoordenação Geral:Henrique Gonçalves - O proponente realizará as seguintes atividades: Coordenador geral e diretor artístico.Realização:Artesanal Cia. de Teatro Currículos da equipeHENRIQUE GONÇALVES-COORDENADOR GERAL E DIRETOR ARTÍSTICO–PROPONENTEFundador e Diretor artístico da ARTESANAL CIA. DE TEATRO desde sua criação em 1995. Na Cia. é também responsável pela criação dos figurinos de todos os espetáculos. Como diretor artístico, ganhou o Prêmio Maria Clara Machado de Teatro em 2002 pela direção de "Cyrano de Berinjela", também ganhador do prêmio de melhor espetáculo. Outros espetáculos de destaque são a narrativa teatral "Viagem ao Centro da Terra", do romance de Júlio Verne, "Pequenas Histórias do Mundo", ganhador do Prêmio Zilka Sallaberry de Teatro em 2008 de Teatro na categoria de melhor figurino, "A lenda do Príncipe que tinha rosto", ganhador do Prêmio Zilka Sallaberry de Teatro em 2010 na categoria de melhor figurino e melhor luz, "O Homem que Amava Caixas" Prêmio Zilka Sallaberry de Teatro em 2012 nas categorias de melhor cenário e melhor iluminação, o “Gigante Egoísta” - Prêmio Zilka Sallaberry de Teatro em 2013 nas categorias de melhor espetáculo, melhor ator e melhor figurino e Prêmio São Paulo de incentivo ao Teatro Infantil e Jovem 2014, nas categorias de melhor texto adaptado, trilha sonora e iluminação. Eleito pelo Guia da Folha de São Paulo o 2ª melhor espetáculo de 2014. Em 2015, cumpriu uma residência artística na Alemanha, na função de diretor artístico, figurinista e diretor de produção na montagem do espetáculo Ludwig/2 que estreou no Teatro PASINGER FABRIK, em Munique. No Brasil, o espetáculo estreou no mesmo ano no Mezanino do Espaço SESC Copacabana. GUSTAVO BICALHO - DIRETOR ARTÍSTICO, DRAMATURGISTA E PESQUISADOR MUSICALFundador e diretor artístico da ARTESANAL CIA. DE TEATRO desde sua criação em 1995. Na Cia. sua atuação vai além da direção artística, trabalhando, também, com a dramaturgia da maioria dos espetáculos encenados pelo grupo, com destaque para os textos Tatá – O Travesseiro; “Ludwig/2”, espetáculo resultante de uma residência artística de 3 meses na Casa Internacional do Artista Villa Waldberta em Munique – Alemanha, com apresentações no Centro Cultural Pasinger Fabrik e patrocinado pela Secretaria de Cultura da Cidade de Munique (Kulturreferat München); “O Gigante Egoísta”, que lhe rendeu o prêmio de melhor texto adaptado, no Prêmio São Paulo de Incentivo ao Teatro Infantil e Jovem em 2014, além da indicação de melhor direção;“A lenda do Príncipe que tinha rosto”, roteiro dramático que originou o espetáculo gótico – 2009; “O Teatro da Grande Marionete”, primeiro espetáculo adulto da Cia. –2010 e o texto “Cyrano de Berinjela”, adaptação do clássico de Edmund Rostand – Cyrano de Bergerac–2001. MARTA PAIVA – DIRETORA DE PRODUÇÃOAlém de faz parte da equipe de produção da Artesanal Cia. de Teatro desde 2003, já produziu diversos espetáculos teatrais e shows importantes no cenário cultural. Dos vários trabalhos podemos destacar NO TEATRO: “Love, Love, Love”, “Uma Espécie de Alasca”, “Makunaima – O outro”, “Terra em Trânsito”, “A Rainha Mentira” e “Arandu – Lendas amazônicas”. NA MÚSICA: Projeto Madrugada no Centro incluindo festa de 25 anos do CCBB com show da Tulipa Ruis; Projeto Pixinguinha, shows em diversas cidades brasileiras nas regiões do Nordeste, Norte e Centro-Oeste com Ivan Lins, Guinga, Yamandu, João Bosco, Jane Duboc, Marcos Sacramento, Zé da Velha e Silvério Pontes, Carlos Careca entre outros; Projeto Selo instrumental com Wagner Tiso, Gilson Peranzzetta, Rildo Hora, Gabriel Gross, Carlos Malta, Nicola Krassik entre outros; Onomatopéia não é palavrão, com curadoria de Herminio Bello de Carvalho; Produziu Cristina Buarque e Terreiro Grande; Orquestra Leviana; Grupo Fina Estampa; Rogério Souza e Thiago Amud; Projeto Sala da Samba com Mart’nália, Paulinho Moska, Casuarina entre outros. Trabalha há 17 anos com o Monobloco fazendo o desfile de carnaval no RJ. DANTE - DIRETOR DE ARTE, BONECOS, ADEREÇOS E DESIGN GRÁFICODiretor de arte, Bonequeiro, Escultor, Programador Visual. Faz parte da equipe de criação da Artesanal Cia de Teatro desde 2013. Formado em desenho industrial com especialização em ilustração na Saint Martin College of Art and Design, em Londres, se destaca pelos projetos artísticos com foco na criação de bonecos manipuláveis e esculturas para as artes visuais e da cena, no Brasil, Chile, França, Alemanha e China. Destaca-se os trabalhos realizados para o Teatro Municipal de Santiago “El Carnaval de los Animales”; para a Cia Dos a Deux (França-Brasil) “Gritos” e para a Companhia Brasileira de Teatro “Preto”. Suas criações renderam prêmios, indicações e menções honrosas: Prêmio Shell de Teatro, Prêmio Zilka Sallaberry de Teatro, Prêmio CBTIJ de Teatro para Crianças; Prêmio São Paulo de Incentivo ao Teatro Infantil e Jovem; Prêmio Rio Novos designers. Ilustrou livros para as editoras Rocco, Revan e Cortez Editora. KARLLA DE LUCA - CENÓGRAFAFaz parte da equipe de criação da Artesanal Cia de Teatro desde 2001.Responsável pela criação de todos os cenários dos espetáculos da Cia. Várias vezes indicada aos Prêmios Maria Clara de Machado de Teatro e ao Prêmio Zilka Sallaberry de Teatro. Ganhou o Prêmio Zilka Sallaberry de Teatro nos anos de 2009 com “A Lenda do Príncipe que tinha rosto” em 2011 com “O Homem que amava caixas”. Destaque para as cenografias dos espetáculos “Couro de Piolho”, “Don Giovanni”, “Viagem ao Centro da Terra” e os mais recentes “O Gigante Egoísta”, “Por que nem todos os dias são dias de sol?”, “Quando as pessoas andam em círculos” e “Tatá – O Travesseiro”. FERNANDA SABINO - FIGURINISTAFaz parte da equipe de criação da Artesanal Cia de Teatro desde 2001.Responsável pela criação de todos os figurinos dos espetáculos da Cia.. Várias vezes indicada aos Prêmios Maria Clara de Machado de Teatro, Prêmio Zilka Sallaberry de Teatro e ao Prêmio São Paulo de Incentivo ao Teatro Infantil e Jovem. Ganhou o Prêmio Zilka Sallaberry de Teatro nos anos de 2007 com o espetáculo “Pequenas Histórias do Mundo”, em 2009 com “A Lenda do Príncipe que tinha rosto”, em 2013 com “O Gigante Egoísta”, além de diversas indicações. Destaque para os figurinos dos espetáculos “Cyrano de Berinjela”, “Don Giovanni”, “Viagem ao Centro da Terra”, “O Teatro da Grande Marionete”, “O Homem que amava caixa” e “Por que nem todos os dias são dias de sol?. ANDREA BATITUCCI – DRAMATURGISTAEscritora e roteirista. Assina a redação final das séries “Vai que Cola” (Multishow), “A Vila” (Multishow), “Além da Ilha” (Globoplay) e colaboração de roteiro dos longas “Minha Mãe é uma Peça 3” e “Minha Vida em Marte”. Faz parte da equipe da série "Minha Mãe é uma peça" para a TV, com estreia prevista para 2020, foi também responsável pela coordenação das salas de roteiro. Atualmente trabalha no desenvolvimento de uma série para o streaming e de um longa-metragem. No teatro, escreveu o roteiro da peça “Tatá – O Travesseiro” da Artesanal Cia. de Teatro, “Ela é o Cara”, “Babados da Vila”. Em parceria com João Paulo Horta, foi responsável pela redação final do Prêmio Multishow de Música 2019.
PROJETO ARQUIVADO.