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PRONAC 211081Projeto encerrado por excesso de prazo sem captaçãoMecenato

A PESTE

PENTAMETRO PRODUCOES LTDA
Solicitado
R$ 819,9 mil
Aprovado
R$ 819,9 mil
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Apresentação ou Performance de Teatro
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Projetos normais
Ano
21

Localização e período

UF principal
SP
Município
São Paulo
Início
2021-12-09
Término
2023-12-31
Locais de realização (2)
Rio de Janeiro Rio de JaneiroSão Paulo São Paulo

Resumo

O Projeto A PESTE pretende realizar a adaptação da obra homônima do escritor franco-argelino Albert Camus para a linguagem teatral, viabilizar a produção do espetáculo e realizar uma temporada com apresentações a preços populares. As sessões do espetáculo contarão com recursos de acessibilidade física e comunicacional e o projeto oferecerá à população ações de democratização de acesso e Ações Formativas.

Sinopse

Dizem que ‘quando os ratos abandonam o navio. . .” alguma desgraça está para acontecer! Isso poderia acontecer com uma cidade inteira? Mas chega o momento em que os habitantes de Orã, que até então tinham se queixado apenas de um mal-estar desagradável, e que disfarçavam sua inquietação com gracejos e piadas, começam a entender que, com tantos ratos mortos, alguma coisa de realmente de ameaçador está acontecendo na sua cidade. Neste monólogo, baseado no livro de Albert Camus, o doutor Bernard Rieux conta como a pequena cidade de Orã na costa da Argélia, luta para sobreviver ao terrível flagelo. Publicado em 1947, A PESTE confirmou Camus como um dos mais importantes autores do século XX e dez anos depois, em 1957, levou Camus a receber o Prêmio Nobel de Literatura. “A PESTE é mais do que uma crônica de resistência...em todo caso, não é menos do que isso” escreveu o próprio Camus ao passo que Kamel Daoud, outro escritor argelino, disse que “A PESTE é um manual para a sobrevivência do espírito.”

Objetivos

OBJETIVO GERAL Adaptar o romance literário A PESTE do escritor franco-argelino Albert Camus para a linguagem cênica, protagonizado pelo ator Thiago Lacerda e dirigido pelo diretor Ron Daniels, produzindo assim um espetáculo teatral a ser apresentado ao público em temporada inicial de 1 mês com ingressos a preços populares. OBJETIVOS ESPECÍFICOS - Realizar estreia e temporada com 12 (doze) sessões do espetáculo em São Paulo com recursos de acessibilidade (intérpretes de libras OU legendagem eletrônica e audiodescrição) em todas as sessões para ampliar o acesso e a fruição do público; - Doar 20% do total dos ingressos para beneficiários de projetos sociais e instituições que atendam pessoas em situação de vulnerabilidade social. - Realizar 01 Ensaio Geral do espetáculo como ação de democratização de acesso; - Viabilizar a Ação Formativa por meio de 02 (dois) encontros com ator a fim de promover a obra de Albert Camus e dialogar sobre a temática do espetáculo, sobre os processos criativos e sobre a valorização da arte com estudantes, professores e público interessado; - Movimentar a economia criativa por meio do envolvimento direto de mais de 25 profissionais e indireto de, no mínimo, 120 trabalhadores da cultura.

Justificativa

O Projeto se enquadra nos seguintes incisos do Artigo 1º da Lei 8313/91 deste Mecanismo de Incentivo à Cultura: Art. 1° I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória; E dentre os elencados no Art. 3°, o projeto se enquadra em: II - fomento à produção cultural e artística, mediante: c) realização de exposições, festivais de arte, espetáculos de artes cênicas, de música e de folclore; IV - estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante: a) distribuição gratuita e pública de ingressos para espetáculos culturais e artísticos. A peste! Pandemia! Estamos isolados, amedrontados. Atordoados. Não sabemos nada: quem é o inimigo? Quando vai nos atacar? Como nos proteger? Sentimos até que estamos perdendo a esperança, que este pesadelo nunca vai acabar e que o número de mortes só pode aumentar! Mas no seu relato sobre a peste na cidade de Orã, Albert Camus nos faz lembrar que não estamos sozinhos, que podemos encontrar força uns nos outros, na nossa comunidade. E que assim, em vez de enfraquecidos, nos tornamos mais fortes, mais lúcidos, e mais esperançosos. É desta forma que o romance A Peste dialoga com o nosso tempo. Os paralelos com o momento atual presentes nesta obra despertaram no ator Thiago Lacerda e no diretor Ron Daniels o desejo de adaptá-la para a linguagem teatral para poder compartilhar com a população esta reflexão sobre a nossa realidade, sobre nosso comportamento, sobre nossa humanidade. A narrativa foi publicada em 1947 pelo franco-argelino Albert Camus, é uma de suas obras mais notáveis, tornando-o um dos mais importantes autores do século XX. E dez anos depois, em 1957, levou Camus a receber o Prêmio Nobel de Literatura. Assim como no romance, a montagem teatral irá contar a história a partir do relato do Dr. Rieu Bernard que, de forma fluida e reflexiva, apresenta a evolução da peste, relatando a instauração da epidemia em larga escala, os efeitos e impactos nas vidas das pessoas individual e coletivamente, as medidas tomadas pelas pessoas, os desdobramentos das ações da população e as mudanças geradas por estas ações. As ‘coincidências’ são muitas se comparadas à nossa situação atual. Mas o que mais se destaca na obra é a forma sensível, inteligente e perspicaz com que o autor aborda a condição humana no amor, no sofrimento, no exílio, na luta pela justiça e na coletividade. As personagens apresentadas são inteligentemente delineadas e podem ser lidas também como representações de instituições como a igreja e os poderes públicos; como posicionamentos políticos e econômicos; como representações simbólicas da expressão de um coletivo. A Peste é, portanto, um texto valioso e bastante pertinente. Por este motivo, o projeto visa a sua adaptação para um espetáculo teatral, sua montagem, e a realização de uma temporada a preços populares com ações que ampliem o acesso da população a esta produção artística. Em 2012 Ron Daniels, brasileiro radicado em Nova York e um dos principais diretores teatrais da britânica Royal Shakespeare Company de Stratford-upon-Avon, juntamente com o ator Thiago Lacerda, que tem realizado um trabalho sério, profundo e comprometido também nas artes cênicas, iniciaram um projeto de parceria em torno da obra de Shakespeare. Ao longo desses 7 anos, produziram três espetáculos de sucesso: HAMLET (2012), MACBETH e MEDIDA POR MEDIDA, o Repertório Shakespeare (2015). Além de conceber e produzir as montagens teatrais, esta parceria profícua entre ator e diretor levou alguns destes espetáculos para espectadores de diversas cidades do Brasil, popularizando a obra de um ator de importância mundial, o que lhes rendeu prêmios e reconhecimento da crítica e do público. Agora em 2021, o diretor Ron Daniels, reconhecido e engajado internacionalmente, e o ator Thiago Lacerda irão reunir uma equipe de profissionais qualificados para realizar o Projeto A PESTE e divulgar a obra de Camus. Serão envolvidos no projeto mais de 25 profissionais diretamente, e cerca de 120 profissionais indiretamente, o que viabilizará também trabalho e remuneração para membros de uma classe que há mais de um ano vem sofrendo social e financeiramente pelos efeitos da pandemia. O projeto prevê recursos de acessibilidade em todas as apresentações do espetáculo e também nas ações de contrapartida social/ações formativas para possibilitar a fruição de pessoas com deficiências visuais, auditivas e de mobilidade. Serão selecionados espaços com acessibilidade física; contratados intérpretes de libras ou serviços de legendagem eletrônica; e contratados serviços de audiodescrição. Os ingressos serão comercializados a preços populares e uma cota mínima de 20% será destinada exclusivamente para distribuição gratuita com caráter social, educativo ou de formação artística a fim de facilitar o acesso da população a produções culturais como esta. Como Ação Formativa serão oferecidos a estudantes e professores 02 (dois) encontros com o ator e com o diretor para promover a obra de Albert Camus e dialogar sobre a temática do espetáculo, sobre os processos criativos e sobre a valorização da arte. Todas as ações do projeto, da pré-produção à prestação de contas, incluindo ensaios e apresentações, seguirão as orientações da Organização Mundial de Saúde (OMS). A adaptação do texto e os primeiros ensaios devem ser realizados em formato online. Posteriormente os ensaios presenciais serão retomados, bem como as apresentações e ações de contrapartida social com todas as medidas de segurança cabíveis. Trata-se de um conjunto de ações que só são possíveis com apoio e incentivo financeiros, pois os recursos de bilheteria, sobretudo com ingressos a preços populares, não cobrem os custos necessários à execução de um projeto como este. Por este motivo e por acreditar no estímulo público para o desenvolvimento cultural do nosso país que submetemos o projeto a esta Lei de Incentivo.

Estratégia de execução

Espetáculo Teatral Duração: aproximadamente 70 minutos

Especificação técnica

Espetáculo Teatral Duração: aproximadamente 70 minutos

Acessibilidade

PRODUTO: ESPETÁCULO DE ARTES CÊNICAS - TEATRO Acessibilidade física: Seleção de espaços de apresentação com estruturas facilitadores para locomoção do público tais como: rampas com elevação e largura adequadas, corrimões, banheiros adaptados e lugares adequados para pessoas com deficiência. Acessibilidade para deficientes visuais: Contratação de serviço de Audiodescrição em rodas as apresentações para fruição por pessoas com deficiência visual. Acessibilidade para deficientes auditivos: Intérprete de libras OU legendagem eletrônica em todas as sessões do espetáculo para pessoas com deficiência auditiva. PRODUTO: AÇÃO FORMATIVA/CONTRAPARTIDA SOCIAL Acessibilidade física: Seleção de espaços com estruturas facilitadores para locomoção do público tais como: rampas com elevação e largura adequadas, corrimões, banheiros adaptados e lugares adequados para pessoas com deficiência. Acessibilidade para deficientes visuais: Contratação de serviço de audiodescrição nas ações formativas para a fruição da ação por pessoas com deficiência visual. Acessibilidade para deficientes auditivos: Presença de intérprete de libras nas ações formativas para participação de pessoas com deficiência auditiva. Os custos envolvidos com intérprete de libras ou legendagem eletrônica e serviços de Audiodescrição encontram-se previstos na planilha orçamentária.

Democratização do acesso

Ensaio Aberto Em atendimento ao Artigo 21 da Instrução Normativa n°2, de 23 de abril de 2019, inciso V (V - realizar, gratuitamente, atividades paralelas aos projetos, tais como ensaios abertos, estágios, cursos, treinamentos, palestras, exposições, mostras e oficinas, além da previsão do art. 22;) será realizado gratuitamente 01 Ensaio Aberto do espetáculo destinado a beneficiados pelas Instituições que atendem pessoas em situação de vulnerabilidade social, estudantes de artes e maiores de 16 anos. Público estimado: 450 pessoas

Ficha técnica

FICHA TÉCNICA Texto: Albert Camus Tradução: Valerie Rumjanet Adaptação e Direção artística: Ron Daniels Elenco: Thiago Lacerda Cenografia: Márcio Medina Figurinos: a definir Desenho de Luz: a definir Composição e trilha original: a definir Assistência de produção: a definir Direção de Produção: Érica Teodoro - Pentametro - atividade que o proponente/dirigente da instituição realizará no projeto Coordenação geral do Projeto: Pentametro - atividade que o proponente/dirigente da instituição realizará no projeto Currículos dos principais participantes Nome completo: Ronald George Daniel (nome artístico: Ron Daniels)Função no projeto: Direção Artística e AdaptaçãoCurrículo resumido: Diretor de teatro, de ópera e de cinema com atuação internacional. Nasceu em Niterói e reside em Nova York. Fez parte da formação amadora do Teatro Oficina. É hoje um dos diretores honorários da Royal Shakespeare Company, na qual foi diretor artístico do The Other Place, o teatro experimental da RSC. Encenou mais de trinta obras de Shakespeare na Inglaterra, Estados Unidos, Japão e Brasil. Dirigiu, entre outros, Ian McKellen, Glenda Jackson, Claire Bloom, Dianne Wiest, Gary Oldman, Patrick Stewart, Ralph Fiennes, Derek Jacobi, Juliet Stevenson, Mark Rylance, Kathleen Turner e Mikijiro Hira. Em 2009, assinou seu primeiro longa-metragem, Os Meninos da Guerra. Foi diretor do Instituto de Treino Avançado da Universidade de Harvard e lecionou interpretação e direção na Real Academia de Arte Dramática de Londres e ainda nas universidades de Yale, Nova York e Columbia, nos Estados Unidos, e no Teatro-Escola Célia Helena, no Brasil. Em 2000, encenou Rei Lear com Raul Cortez e em 2012, Hamlet, com Thiago Lacerda. Nome completo: Thiago Ribeiro Lacerda (nome artísico: Thiago Lacerda)Função no projeto: AtorCurrículo resumido: Ator com mais de 20 anos de profissão. Iniciou a carreira em 1998 e, desde então, protagonizou novelas, séries, minisséries na Rede Globo, entre elas: Terra Nostra e A Casa das Sete Mulheres. No teatro, atuou em O Evangelho Segundo Jesus Cristo, com direção de José Possi Neto, e Calígula, encenação de Gabriel Villela. Fez o papel-título no Hamlet dirigido por Ron Daniels, em 2012. Em 2015, protagonizou Macbeth e atuou em Medida por Medida “ Repertório Shakespeare”, ambos dirigidos por Ron Daniels. No cinema, protagonizou, entre outros filmes, O Tempo e o Vento, de Érico Veríssimo, com direção de Jayme Monjardim. Nome completo: Marcio Munhoz Medina (nome artístico: Márcio Medina)Função no projeto: CenografiaCurrículo resumido: Cenógrafo desde 1976, Márcio Medina é um dos mais atuantes cenógrafos do teatro brasileiro contemporâneo, desenvolvendo especialmente uma rica parceria com algumas das mais importantes companhias teatrais do país como o Grupo Galpão (Tio Vânia, Til, a saga de um herói torto, Um Trem Chamado Desejo, Partido), a Cia. Casa Laboratório (D.Quixote, O Homem Provisório, etc.), o Teatro da Vertigem (BR-3), entre outros. Colabora, desde a década de noventa, com o Centro Per La Sperimentazione e La Ricerca Teatral, em Pontedera (Itália), onde realizou inúmeros espetáculos, como Hamlet, A Montanha Mágica, Fratelli dei Canni, A Poltrona Escura, Umnenhumcemmil, entre outros. Foi responsável pela cenografia de espetáculos dirigidos por Fauzi Arapi, Juca de Oliveira, Francisco Medeiros, Chico Pelúcio, José Possi Neto, Roberto Lage, Marco Antônio Brás, Sergio Carvalho, Ruy Cortez, Cibele Forjaz, entre outros. Em 2003, foi um dos representantes do Brasil na Quadrienal de Cenografia de Praga. Ganhou diversos prêmios, destaque para a última década: Prêmio Shell de melhor cenógrafo em 2000,2001,2016, APCA 2002,2010, Prêmio de ouro Quadrienal de Praga, espetáculo BR3, teatro da Vertigem, dentro dos Rios Pinheiros e Tiete e, em 2017, Prêmio Qualita Brasil, pelo figurino do espetáculo Cabras, cia Balagan. Nome completo: Érica Teodoro Silva (nome artístico: Érica Teodoro)Função no projeto: Direção de ProduçãoCurrículo resumido: É diretora de produção e fundadora da Companhia da Memória. Foi sócia-fundadora e diretora de produção do Centro Internacional de Teatro Ecum. Por seu trabalho junto ao CIT-Ecum, foi indicada ao Prêmio Shell de Teatro SP 2013 na categoria inovação, “pela realização plural de seu projeto artístico-pedagógico”. Realizou a produção executiva da 1ª Mostra Internacional de Teatro de São Paulo, a MITsp. No teatro, trabalhou com Ruy Cortez, Cia. do Quintal, Roberto Lage, Grupo Nós do Morro e Juca de Oliveira. É diretora de produção do Repertório Shakespeare “ Macbeth e Medida por Medida”, de William Shakespeare, com Thiago Lacerda e direção de Ron Daniels, desde 2015. Fez a direção de produção do projeto de Circulação SESI SP 2017, com o espetáculo As aventuras do menino iogue. Nome completo: Pentametro ProduçõesFunção no projeto: Coordenação de Projeto atividade que o proponente/dirigente da instituição realizará no projeto especificada no orçamentoCurrículo resumido: É uma empresa de produção cultural, formada pela diretora de produção Érica Teodoro e pelo diretor Ron Daniels. Desde 2015 co-realizam e produzem os espetáculos teatrais adaptados e dirigidos por Ron Daniels no Brasil, entre eles o Repertório Shakespeare – Macbeth e Medida por Medida, de William Shakespeare, “ O Testamento de Maria”, de Colm Tóibin, com Denise Weinberg. Em 2019, produziram o lançamento do livro Encontros com Shakespeare (Edições Sesc), de autoria de Ron Daniels realizando “Leitura in Concert – Hamlet”, no Sesc Vila Mariana, em São Paulo. Também desenvolve projetos pedagógicos com ênfase na obra de Shakespeare. Em 2020 lançou, juntamente com a TRL, o Shakespeare na Rede, uma plataforma digital que disponibiliza cursos e experiências norteadas pelos textos do bardo e produziram “ Quem está ai”? – Monólogos de Shakespeare, para plataformas digitais.

Providência

PROJETO ARQUIVADO.