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Trata-se da edição de um compêndio de aproximadamente 700 composições representativas, começando por Chiquinha Gonzaga, Ernesto Nazareth, passando por Villa Lobos, os choros de Pixinguinha, as marchinhas de Lamartine Babo, a época de ouro de Ary Barroso, o samba canção de Dorival Caymmi e Dolores Duran, os movimentos da Bossa Nova e da Tropicália, os anos 70, com Clube da Esquina, até chegar ao ecletismo e à diversidade estética da produção contemporânea. Como contrapartida social: a palestra _ A música brasileira do século 18 aos dias de hoje. Que será realizada nas escolas públicas e conservatório de música para professores e alunos.O livro será dsiponibilizado na internet de forma gratuita, o público atigido pelo projeto é incalculável
O Livrão abrange um catálogo de 700 Partituras, Verbetes (comentários conceituais de cada obra musical) e Referências Biográficas de 450 Compositores representativos, 380 Letras Musicais e a indicação de centenas de Intérpretes, com o título do disco, gravadora, mídia e o ano de lançamento. O formato do Livrão, será virtual, neste sentido estára dsiponível a todo público interessado. Por este motivo o público atingido pelo projeto é incalculável,
Em 2020 o Instituto Arte Cultura e Serviço, fez uma parceria com Toninho Horta, músico com mais de 50 anos de trajetória, para a realização do projeto Livrão da Música Brasileira,uma proposta que acreditamos que viabilizará partituras de vários composiores brasileiros . O livro será disponibilizado de forma gratuita para que músicos profisionais, estudantes e amadores possam ter acesso a tão vasto acervo. Trata-se da edição de um compêndio de aproximadamente 700 composições representativas, selecionadas durante o evento, começando por Chiquinha Gonzaga, Ernesto Nazareth, passando por Villa Lobos, os choros de Pixinguinha, as marchinhas de Lamartine Babo, a época de ouro de Ary Barroso, o samba canção de Dorival Caymmi e Dolores Duran, os movimentos da Bossa Nova e da Tropicália, os anos 70, com Clube da Esquina, até chegar ao ecletismo e à diversidade estética da produção contemporânea. Com essa publicação, pretende-se ampliar o grau de conhecimento das obras dos criadores que contribuíram para o vigor, e a pluralidade da nossa música nos últimos cem anos-abarcando desde a mais simples canção até a mais sofisticada peça instrumental - e também para a formação e o aperfeiçoamento dos que atuam nessa área. A música, como de resto todos os setores que compõem a nossa arte, enfrenta graves dificuldades em relação à sua memória, registro e difusão. A publicação ora proposta pretende contribuir para uma nova etapa nesse campo, ampliando o universo daqueles que se dedicam ao estudo sistemático da música e à sua prática. Os critérios de seleção abrangeram as diversas explorações rítmicas, a inspiração melódica e a criatividade harmônica. A versão digital obedecerá à ordem alfabética, com os estilos, samba, baião, modinha, valsa, choro, xote, maracatu, frevo, bossa nova - dentre outros - e índices com os títulos das composições e os autores. As letras musicais seguirão em anexo. As partituras mostrarão a linha da evolução musical em nosso país, servindo de guia àqueles que quiserem ter uma visão seletiva, porém não preconceituosa, dessa atividade ao longo do tempo. Contamos com a parceria da ABEM ( Associação Brsileira de Editoras Musicais). O público estimado neste projeto é incalculável, tendo em vista que centenas de milhares de pessoas terão acesso ao mesmo. Objetivo específico Um catálogo de 4 volumes com 700 Partituras, Verbetes (comentários conceituais de cada obra musical) e Referências Biográficas de 450 Compositores representativos, 380 Letras Musicais e a indicação de centenas de Intérpretes, com o título do disco, gravadora, mídia e o ano de lançamento Como o o livro será diponibilizado na internet de forma gratitas, serão impressos 500 exemplares de fforma física para disdisbuição às bibliotecas.
A pesquisa do repertório do Livrão da Música Brasileira iniciou-se em 1985, um ano anos do acontecimento do I Seminário Brasileiro da Música Instrumental em Ouro Preto, um marco histórico na música e na cultura nacional. "O sonho" era de se criar um livro de partituras no Brasil como o famoso " The Real Book" americano, composto de clássicos do jazz desde o tempo das Dixieland Bands, os standards, temas de filmes e obras de compositores contemporâneos. Como a proposta tinha também a ambição de instruir os músicos brasileiros na importância de "tocar o que é nosso", de difundir a riqueza de nossa música tridimensional em termos territoriais como de versatilidade, o idealizador partiu para uma ideia ainda mais arrojada e abrangente, um seminário de música instrumental nacional. Após 34 anos da realização do I Seminário Brasileiro da Música Instrumental em Ouro Preto, onde se deu a primeira notícia sobre a proposta do Livrão da Música Brasileira, foram concluídas há pouco tempo todas as pesquisas e dados técnicos dos principais compositores brasileiros nacionais e seus intérpretes históricos. Hoje, O Livrão abrange um catálogo de 700 Partituras, Verbetes (comentários conceituais de cada obra musical) e Referências Biográficas de 450 Compositores representativos, 380 Letras Musicais e a indicação de centenas de Intérpretes, com o título do disco, gravadora, mídia e o ano de lançamento. A coletânea Livrão da Música Brasileira se apresenta em 4 volumes de 500 páginas (cada uma delas) contendo 2 Livros de Partituras, 1 Livro de Letras Musicais e 1 Livro de Dados Técnicos. Apresentando vários gêneros e vertentes, o LMB buscou repertório de compositores de todo o território nacional e percorreu numa incansável e densa pesquisa, importantes criadores com significativas e incríveis obras musicais de até 170 anos atrás. A relevância dessa pesquisa focada nas partituras dos grandes mestres se deve ao esforço de dezenas de experts, educadores, músicos e pesquisadores que se juntaram pra realizar este sonho musical e cultural, um verdadeiro marco na história da música brasileira. Com a evolução tecnológica e digital acentuada nesses dias, não foi difícil para a equipe de pesquisa e produção do Livrão optar em fazer o lançamento no formato digital. Porém, o grande desejo do idealizador deste projeto, Toninho Horta, é realizar no futuro próximo o lançamento da coletânea de 4 volumes do Livrão da Música Brasileira no formato físico e presenteá-la às principais bibliotecas públicas do mundo. De acordo ao artigo 21 da Instrução normativa de abril 2019 o projeto vai se valer dos seguintes parágrafos: Livro I - doar, além do previsto na alínea "a", inciso I do artigo 20, no mínimo, 20% (vinte por cento) dos produtos resultantes da execução do projeto a escolas públicas, bibliotecas, museus ou equipamentos culturais de acesso franqueado ao público, devidamente identificados; Palestras VI - Oferecer bolsas de estudo ou estágio a estudantes da rede pública ou privada de ensino em atividades educacionais, profissionais ou de gestão cultural e artes desenvolvidas na proposta cultural; Em atendimento a LEI Nº 8.313, DE 23 DE DEZEMBRO DE 1991. o projeto se propõe a: Art. 1°: I - Contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória; IX - Priorizar o produto cultural originário do País. Art. 2° O Pronac será implementado através dos seguintes mecanismos: III - Incentivo a projetos culturais. Art. 3° IV - Estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante: b) levantamentos, estudos e pesquisas na área da cultura e da arte e de seus vários segmentos;
Além das 700 partituras já selecionadas para o Livrão Oficial, temos 700 Verbetes (comentários conceituais de cada obra musical), 700 Referências Biográficas de 450 compositores, 380 Letras Musicais, e catalogação de mais de 2.500 indicações de gravações do repertório em versões cantadas e instrumentais, numa pesquisa que atualmente somam 2.040 páginas do Livrão.” A coletânea Livrão da Música Brasileira de 4 volumes com aproximadamente 500 páginas cada, contém: 2 livros de Partituras, 1 de Letras Musicais e 1 de Dados Técnicos. Serão impressos cerca de 500 exemplares, mas o público estimado é incalculável, tendo em vista que o mesmo será disponibilizado na internet de forma totalmente gratuita.
Pretendemos nos valer de instrumento necessário para a eliminação das barreiras sociais, as quais impedem o pleno exercício de direitos por parte das pessoas com deficiência. O projeto garante o oferecimento de condição para utilização, com segurança e autonomia, total ou assistida, aos espaços onde acontecerão as ações do projeto por pessoa portadora de deficiência ou com mobilidade reduzida. Igualmente, a todo tipo de público sem distinção de cor, sem preconceitos, estigmas, estereótipos e discriminações Acessibilidade para deficientes visuais: Será gerado um link para acesso de uma versão do livro em Audiobook Art. 21. Em complemento, o proponente deverá prever a adoção de, pelo menos, uma das seguintesmedidas de ampliação do acesso: X - outras medidas sugeridas pelo proponente, a serem apreciadas pela Secretaria Especial de Cultural. - Todo o produto gerado pelo projeto será totalamente gratuito. O livrão será diponibilizado na internet, e para os deficientes visuais será gerado um audio book Livro. ACESSIBILIDADE FÍSICA: não se aplica - Trata-se de um Livro e o mesmo é acessível a toda pessoa com deficiencia física DEFICIENTES AUDITIVOS: não se aplica - DEFICIENTES VISUAIS: Audiolivro. Por se tratar de um livro, todos os gastos são para sua edição. O item na planilha "Editoração Eletrônica - Gerencia técnica de informática - R$15.000,00 - será o profissional que ficará a cargo de elaborar o formato digital do livro Palestras Público: Alunos e professores das escolas públicas Municipais e Estaduais da cidade , a partir de 10 anos. Acessibilidade física: Todas as palestras serão gratuitas e oferece condições para utilização, com segurança e autonomia, total ou assistida, por pessoa portadora de deficiência ou com mobilidade reduzida, com rampa de acesso, lugar reservado para obesos e cadeirantes. Acessibilidade para deficientes visuais: Como se trata de palestras não haverá necessidade de um profissional para narrar as ações das mesmas Acessibilidade para deficientes auditivos: Haverá um tradutor de libras em cada palestra. Duração: 60 minutos Para realização das palestras serão necessários apenas pagamento do interprete de libras e transporte de material e psooal já previstos na planilha Pagamento interprete de libras: R$1.250,00 Transporte: R$2.250,00
Por ser uma obra didática, destinada à Educação Musical no país, o Livrão será apresentado ao MEC para ser incorporado às melhores práticas de ensino musical escolar, como será de grande interesse para pesquisadores e interessados em geral pela música brasileira, através de sites recomendados. O produto será distribuído gratuitamente Para atender o art. 21 da IN nº 02/2019, todas as ações do projeto farão valer os seguintes artigos: I - doar, além do previsto na alínea "a", inciso I do Artigo 20, no mínimo, 20% (vinte por cento) dos produtos resultantes da execução do projeto a escolas públicas, bibliotecas, museus ou equipamentos culturais de acesso franqueado ao público, devidamente identificados; III - disponibilizar, na Internet, registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino e de outros eventos de caráter presencial, sem prejuízo do disposto no § 2º do art. 22; V - Realizar, gratuitamente, atividades paralelas aos projetos, tais como ensaios abertos, estágios, cursos, treinamentos, palestras, exposições, mostras e oficinas, além da previsão do art. 22;
Ao Instituto Arte Cultura e Serviços, caberá a coordenação administrativo financeiro e a assistência de produção. Currículo da equipe, segue no final § Toninho Horta - Músico Compositor e Produtor – Coordenador gral § Maria Lúcia Florêncio - Educadora e Musicista (IFSJDR) § Rogério Leonel - Educador, Arranjador e Pesquisador § Lígia Jaques - Cantora e Pesquisadora (Coord. Letras Musicais) § Ricardo Cravo Albim e Hermínio Bello de Carvalho - Historiadores (Criadores de Textos de Apresentação do LMB) § Maria Tereza Arruda Campos - Escritora (Coord. Revisão de Textos Gerais) § Malluh Prazedes - Escritora e Jornalista (Revisora de Verbetes e Letras Musicais) § Ricardo Gilly – Músico e Prog. Digital (Coord. Revisão e Diagramação de Partituras) § Ian Guest – Educador e Músico (Assessoria Produção de Partituras) Roseli de Aguiar - Gaia Cultural – Pesquisadora do Acervo Mineiro e Coordenação Gráfica Berenice Horta: produtora executiva Sumaya Costa – Assistente de produção / administrativo – Presidente do Instituto Artes, Cultura e Serviços – antigo Grupo de Teatro de Bonecos Patati e Patatá Imaculada Soares – Tesoureiro do Instituto Artes, Cultura e Serviços – antigo Grupo de Teatro de Bonecos Patati e Patatá Maria Helena Batista – Administrativo financeiro - Currículos Toninho Horta – Coordenador Geral - Músico Compositor e Produtor Sua família toda tem um histórico musical, com um avô maestro e compositor, mãe bandolinista, um pai que tocava violão e um irmão mais velho, Paulo, contrabaixista profissional. Paulo, junto do amigo Chiquito Braga, estimulou Toninho a aprender o violão na infância, enquanto tocava o instrumento junto de Chiquito. Toninho compôs sua primeira canção aos 13 anos com a irmã Gilda, e três anos depois tinha uma composição dos dois, “Flor que cheira saudade”, foi gravada pelo cantor Márcio José e o Conjunto de Aécio Flávio - que incluía o irmão Paulo.[1][2] Em 1967 participou do "2º Festival Internacional da Canção", concorrendo com a música Maria Madrugada, em parceria com Júnia Horta; e em 1969, no "4º Festival Internacional da Canção" concorreu com a música Nem é carnaval, com seu parceiro Márcio Borges. Nesta mesma época passou a tocar com Elis Regina e participou das gravações do álbum Clube da Esquina, de Milton Nascimento. Com o seu trabalho já reconhecido nacionalmente, passou a integrar as bandas de Edu Lobo, Gal Costa, Maria Bethânia e Nana Caymmi, no instante em que sua música era percebida por músicos estrangeiros, como Pat Metheny, que sofreu enorme influência de Toninho Horta. // Em 1989, com Diamond Land, finalmente toma o mercado norte-americano, mudando-se para Nova Iorque. // Por seu talento extraordinário, Toninho tocou com músicos renomados do jazz mundial, como Sergio Mendes, Gil Evans, Flora Purim, Astrud Gilberto, Naná Vasconcelos, Paquito De Rivera, Airto Moreira, Wayne Shorter, Eliane Elias, Herbie Hancock, Keith Jarrett, George Benson, Pat Metheny, Flavio Sala e muitos outros. Mesmo depois de 50 anos de carreira vencer o Grammy Latino 2020 não significa descanso para o compositor mineiro. Ele quer mais e já está trabalhando em um novo álbum que deve ser lançado no ano que vem. § Maria Lúcia Florêncio - Educadora e Musicista Lúcia Fulgêncio é Licenciada em Letras, com mestrado em Lingüística pela niversidade Federal de Minas Gerais. Dentre seus trabalhos publicados incluem-se vários artigos de Lingüística e dois livros na área de ensino de línguas estrangeiras, publicados na Itália. Foi parecerista do PNLD/2006 (Programa Nacional do Livro Didático), e durante os anos de 2001 e 2002 foi professora na Universidade do Mississippi (EUA). Pela Contexto é autora do livro É Possível Facilitar a Leitura. · Rogério Leonel - Educador, Arranjador e Pesquisador A história de Rogério Leonel com a música vocal é antiga, começou no fim da década de 1970. “Foi espontâneo. Um amigo, que morava no meu prédio, quis saber se poderia fazer um arranjo para ele participar do Festival Ponteio, promovido pela UFMG”, relembra. Leonel criou arranjos para duas músicas e o vizinho organizou um quarteto. Eles não imaginavam que nascia ali o projeto embrionário do que viria a se tornar o grupo feminino Tom sobre Tom. “Uma das meninas que fazia parte do quarteto reuniu mais três cantoras e continuou o trabalho”, conta. O grupo passou por várias formações – a única cantora presente desde o início é Lígia Jacques, mulher de Rogério. Até 2000, ele escrevia apenas para as apresentações do Tom sobre Tom. Embora fosse trabalhoso, quase não recebia pela “missão”. Para o músico, era apenas uma experiência. Quando ele pensava em sua “aposentadoria”, Lígia foi convidada a participar de outro grupo vocal, o Da Boca pra Fora. Assim, em 2001, o arranjador voltou a se dedicar às vozes. · Lígia Jacques - Cantora e Pesquisadora (Coord. Letras Musicais)Cantora, professora de canto e preparadora vocal. //Com um repertório abrangente, passando por vários estilos da MPB, como a Bossa Nova, o Choro e a música instrumental (vocalizada), Lígia Jacques dedica-se ao estudo e interpretação do nosso extenso cancioneiro e de seus compositores. Entre eles: Tom Jobim, Chico Buarque, Dori Caymmi, Pixinguinha e especialmente compositores mineiros como: Rogério Leonel. Juarez Moreira, Ricardo Faria, Toninho Camargos e Hudson Brasil. Desde que apareceu no cenário musical, em fins da década de 70, realizou vários espetáculos e participou de mais de 30 discos de outros artistas, entre eles, Marcus Viana, Ladston do Nascimento, Titi Walter, Jorge Fernando dos Santos e Rubinho do Vale. Na sua trajetória como intérprete, teve participações especiais em shows de grandes nomes como Clara Sverner, Guinga e Francis Hime. // Em julho de 2004, juntamente com Rogério Leonel, seu parceiro musical há vários anos, apresentou-se no Circuito Cultural do Banco do Brasil - Grande Teatro do Palácio das Artes – BH. Roseli de Aguiar – Pesquisadora do Acervo Mineiro e Coordenação Gráfica - Gaia Cultural [Cultura E Meio Ambiente] – Formação: Graduada pelo FUMA, atual UEMG, na área Desenho Industrial e Licenciatura em desenho e plástica e especialização em Metodologia de ensino superior, com uma vasta experiência na área editorial, desde 1997. A empresa Gaia Cultural [cultura e meio ambiente] está no mercado desde 2005, atuando na área editorial para várias instituições públicas e privadas do Estado. Tem como responsável pela área Executiva e editorial, Roseli Raquel de Aguiar, produtora Editorial. Berenice Horta , funcionária pública aposentada, se formou em História e Ciências Sociais pela UFMG foi diretora do Colégio Estadual Central, localizado na capital mineira, onde foi realizado o primeiro evento “Museu Vivo” do Museu Clube da Esquina, em 2004. Berenice, atualmente, atualmente cuida pessoalmente da carreira de Toninho Horta no Brasil desde 1986. § Hermínio Bello de Carvalho - Hermínio Bello de Carvalho - Historiadores (Criadores de Textos de Apresentação do LMB) Hermínio Bello de Carvalho (Rio de Janeiro, 28 de março de 1935) é um compositor, poeta e produtor musical brasileiro,[1] além de ativista Cultural na linha de valorização da nacionalidade de Mário de Andrade e Heitor Villa-Lobos. Foi um dos responsáveis pelo sucesso de Clementina de Jesus, reunindo-a com o violonista Turíbio Santos e fazendo-a estrela do musical "Rosa de Ouro". O musical estreou em 1965 e contava com a grande dama do teatro de revista, Aracy Cortes, além de outros veteranos e iniciantes que constituíram o núcleo posterior de resistência do samba, de Paulinho da Viola e Elton Medeiros a Nelson Sargento e Jair do Cavaquinho. Poeta, lançou os livros "Chove azul em teus cabelos", "Ária e percussão" e "Poemas do amor maldito". Atuou também como jornalista e cronista na Revista da Música Popular, nO Pasquim, na Leitura. § Ricardo Cravo Albin - - Historiadores (Criadores de Textos de Apresentação do LMB) Formou-se em Direito, Ciências e Letras pela Faculdade de Direito da Universidade do Brasil em 1963, no ano seguinte formou-se em Direito Comparado pela Universidade de Nova Iorque, bem como tendo estudado línguas em instituições privadas e entre 1961-1962 o curso do Centro de Preparação de Oficiais da Reserva.[1] Cravo Albin fundou e dirigiu o Museu da Imagem e do Som (MIS) do Rio de Janeiro entre 1965 e 1971, além de outros análogos em várias cidades brasileiras; Albin foi ainda diretor geral da Embrafilme e presidente do Instituto Nacional de Cinema (INC). É também autor, desde 1973, de aproximadamente 2500 programas radiofônicos para a Rádio MEC.[1] Maria Tereza Arruda de Campos Possui graduação em pela Universidade de São Paulo (1980), mestrado em Lingüística Aplicada e Estudos da Linguagem pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (2014), doutorado em Linguística Aplicada pela PONTIFÍCIA UNIVERSIDADE CATÓLICA (2018) e doutorado em Lingüística Aplicada e Estudos da Linguagem pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (2018). Atualmente é professora da Universidade Paulista. Tem experiência na área de Comunicação, com ênfase em Edição, atuando principalmente nos seguintes temas: didático português fundamental ii, educação, edição, didático português e didático português ensino médio. § Malluh Praxedes - Revisora de Verbetes e Letras Musicais Natural de Pará de Minas, Malluh Praxedes é escritora, jornalista, produtora cultural e coordenadora editorial. Autora de 18 livros. Em 2016, teve sua atuação de jornalista e produtora cultural no período de 1980 a 2010, biografada pelo escritor José Roberto Pereira e publicada no livro "A Música de Minas: nas Anotações de Malluh - Participou de diversos projetos literários como Sempre Um Papo Minas; Sempre Um Papo em Belo Horizonte e em São Paulo, Fórum das Artes e Fórum das Letras, em Ouro Preto, além de fazer parte da Antologia de Escritoras Mineiras, Dicionário Bibliográfico de Escritores Mineiros - ambos coordenados pela Profª Constância Lima Duarte e Coletivo 21 - Antologia. · Ricardo Gilly - Coord. Revisão e Diagramação de Partituras A GILLY MUSIC é uma editora independente, especializada em partituras de música brasileira, transcrição e edição de songbooks e métodos musicais O editor Ricardo Gilly já trabalhou em 140 publicações, desde os primeiros anos da Lumiar Editora, nos songboocks de Almir Chediak. Editou as partituras de Jobim Music: Cancioneiro Jobim, Vinicius de Morais, Moacyr Santos, Humberto Teixeira e Chico Buarque Colaborou nos 14 Cadernos de Choro da Acari Records e da Escola Portátil de Música. Editou a Obra completa de Djavan, para a Luanda Recordes e “A Música de Edu Lobo”, para a Edições de Janeiro. O Álbum Violão Brasileiro – 40 peças para violão, de Zé Paulo Becker, é o primeiro lançamento do Selo Gilly Music. Colabora na edição das Partituras Brasileira Online da Funarte, atualmente com 22 volumes publicados Ministrou oficinas de editoração de partituras nos Painéis de Música Popular da Funarte É arranjador e diretor musical de shows, peças teatrais e gravações. § Ian Guest – Educador e Músico (Assessoria Produção de Partituras) Bacharel em composição pela Universidade Federal do Rio de Janeiro e Berklee College of Music, em Boston, Estados Unidos. Fundador do Centro Ian Guest de Aperfeiçoamento Musical (Cigam). Em 1987, no Rio, foi professor de Raphael Rabello, Almir Chediak, Zélia Duncan, Leila Pinheiro, Vittor Santos, Hélio Delmiro, Maurício Einhorn, Luiz Carlos Vinhas, Henrique Caze // Compôs diversas trilhas sonoras para cinema, teatro e comerciais, como "Guerra conjugal" (1975), de Joaquim Pedro de Andrade, "Anti-Nelson Rodrigues" (1974), de Nelson Rodrigues. Suas composições foram gravadas por Vittor Santos, Nelson Faria, Golden Boys, Trio Ternura, Renato e seus Blue Caps, entre outros. Foi responsável pelos arranjos e direção musical de discos gravados por Marcos Valle, João Donato e Fagner, entre outros. Berenice Horta: produtora executiva. Graduação em historia pela UFMG, produtora executiva de toda a carreira de Tonunho Horta Sumaya Costa – Assistente de produção/ administrativo: Maria Aparecida de Souza Costa - Nome Artístico: SUMAYA COSTA Presidente do Instituto Artes, Cultura e Serviços – antigo Grupo de Teatro de Bonecos Patati e Patatá Experiência em administração de projetos Coordenadora de projetos da Fundação de Educação Artística desde 2013 // Coordenadora dos espetáculos de palco FITBH/2012. // Elaboração de projetos Culturais nas Leis de incentivo: Estadual, Municipal e Federal. // Analista de projetos Culturais; // 6º Encontro da Canção Infantil Latino Americana e Caribenha – Belo Horizonte // Coordenadora de Espetáculos. – agosto de 2003; // Coordenação Geral da 1ª Mostra de Teatro de Grupo - Associação Movimento de Teatro de Grupo /MG- Serraria Souza Pinto – novembro de 2001; // Diretora Administrativa e Financeira do FIT-BH-97 , FIT-BH-98 e FIT-BH-2000 - Festival // Internacional de Teatro Palco e Rua de Belo Horizonte; // Coordenação do FIT-BH-96 - Festival Internacional de Teatro “Palco & Rua” 15 a 30 de junho de 1996; Imaculada Conceição Soares – Tesoureira do Instituto Artes, Cultura e Serviços – antigo Grupo de Teatro de Bonecos Patati e Patatá. e Maria Helena Batista – Administrativo do projeto ambas com vasta experiências em administração de projetos culturais
PROJETO ARQUIVADO.