| CNPJ/CPF | Nome | Data | Valor |
|---|---|---|---|
| 64858525000145 | Monsanto do Brasil Ltda. | 1900-01-01 | R$ 389,6 mil |
| 10376555000196 | COMBIO ENERGIA S.A. | 1900-01-01 | R$ 200,0 mil |
| 03080168000142 | Nacional Tubos Industrial Ltda. | 1900-01-01 | R$ 31,2 mil |
O documentário, MÉDIA METRAGEM, 1x60’, finalizado em FULL HD para exibição em TV e outras mídias digitais, mostrará diversos casos finalizados no Brasil que podem ser comparados a projetos emblemáticos do exterior, evidenciando o protagonismo do Brasil no tema do combate ao Aquecimento Global.
Um relatório científico publicado pela ONU em outubro de 2018 trouxe um resultado alarmante: rumamos a um aquecimento global irreversível, com consequências desastrosas previstas para até 2050: a elevação da temperatura do planeta acima 2°C , caso não tomemos medidas drásticas para conter esse avanço, acarretará a alteração de biomas, derretimento de calotas polares, extinção de diversas espécies, efeitos nocivos da agricultura e alimentação humana. Talvez estejamos caminhando para o fim da vida na Terra como a conhecemos hoje. A construção civil aparece como a grande vilã. Abrigando bilhões de pessoas em suas edificações, seja no trabalho ou em casas, representam um forte impacto ambiental desde o início da sua cadeia produtiva, utilizando muitos recursos naturais, e durante a sua vida útil, o consumo de energia e água continuam, lado a lado com o descarte de bilhões e bilhões de toneladas de resíduos no meio ambiente. Segundo alguns renomados órgãos internacionais, como World Green Building Council e Green Building Council Brasil, construções 100% sustentáveis já são uma realidade e, caso sejam implantadas em massa, sejam as novas edificações ou a adaptação de construções já existentes, poderão, por si mesmas, atingir a meta estabelecida pela ONU de termos um aumento máximo de 1,5°C na temperatura do planeta até 2050, se comparada à era pré-Revolução Industrial. Mais do que passar de vilã à grande heroína na luta contra o aquecimento global, segundo a tese defendida por esses órgãos, Construções 100% Sustentáveis seriam capazes de gerar fortes impactos positivos na economia, sociedade, saúde e bem-estar. O tema não é pacífico. Há quem ainda considere as edificações como protagonistas de um futuro ameaçador para a vida no planeta. Apresentado por Casé e dirigido por Eduardo Rajabally, o documentário de longa-metragem “Projeto Zero Energy – Construções 100% Sustentáveis” adentrará, de forma inédita e com alto teor de profundidade, nesse acirrado debate. Cientistas, órgãos, especialistas, nos auxiliarão a compreender se as construções serão as grandes heroínas na luta por um planeta mais sustentável.
A) GERAIS 1. Ganhando mais espaço nas escolas, na mídia e na cabeça das pessoas do mundo, o tema "Sustentabilidade" tende a se alastrar e fortificar ainda mais ao longo dos anos, na medida em que os reflexos do uso inconsequente dos recursos naturais vão sendo sentidos na pele pelos seres humanos de todo o planeta. A ONU, em documento com mais de 400 páginas de estudo, lançado no final de 2018, demonstra que permitir que as temperaturas globais subam 2 °C acima dos níveis pré-industriais terá consequências devastadoras, incluindo a perda de habitats naturais e de espécies, a diminuição de calotas polares e o aumento do nível do mar - impactando em nossa saúde, nossos meios de subsistência, nossa segurança humana e nosso crescimento econômico. Estabelece que um cenário de aumento de apenas 1,5 °C é mais seguro e pode evitar grandes tragédias. O setor da construção civil, nesse cenário, aparece como um dos grandes heróis-vilões da vida sustentável. Por um lado, o consumo energético, geração de resíduos, emissão de gases do efeito estufa e a pesada utilização dos recursos naturais, presentes em todas as edificações, causam um grande impacto negativo na balança do uso consciente do planeta. Afinal de contas, as construções se alastram e abrigam os mais de 7 bilhões de pessoas existentes no mundo, seja como moradia ou ambiente de trabalho. Nelas, as pessoas se alimentam, demandam climatização, água, energia, geram resíduos de variadas espécies. Terráqueos passam 90% da sua vida dentro de alguma forma de edificação. Um dos objetivos do filme é, portanto, estabelecer a construção civil como um dos elementos-chave no combate ao aquecimento global. 2. A outra face desta moeda? A exponencial evolução tecnológica, com Internet das Coisas e a Inteligência Artificial, elevando para padrões nunca visto a eficiência no funcionamento e no consumo energético das edificações, crescente oferta de produtos inovadores, totalmente sustentáveis, ambientes de trabalho mais saudáveis, contribuindo para uma melhor qualidade de vida das pessoas, certificações e padrões internacionais que podem transformar o setor da construção civil no grande herói quando o assunto é sustentabilidade. É possível dimensionar os impactos causados no planeta se tivéssemos construções 100% sustentáveis? Edificações, das mais variadas espécies, capazes de gerar toda a energia que consomem, reutilizar todos os resíduos que geram e ainda contribuírem para a qualidade de vida de seus ocupantes e da própria localidade onde estão inseridas, estendendo seus benefícios para além de seus muros limítrofes? Praças, parques, lagos, qualidade do ar, sendo melhorados, a cada dia, pelas construções que, hoje, se apresentam como grandes vilãs de um planeta saudável para os humanos? Aqui, o filme expõe a tecnologia como grande aliada na implantação de construções zero energy. 3. Estamos mais próximos do que podemos imaginar do PROJETO ZERO ENERGY. Edifícios, casas, apartamentos, galpões industriais, capazes de gerarem todos os recursos necessários para os seus funcionamentos, com zero emissão de gases, reutilização total dos resíduos e otimização dos recursos naturais, de tal forma que o próprio descarte, em caso de desconstrução, seja totalmente reaproveitado. Há quem defenda, então, uma teoria bastante inovadora e, à primeira vista, controversa: construir para resolver o problema. Entidades como World Green Building Council e Green Building Council Brasil, especialistas nessa temática, nos apresentarão o caminho. De maneira consistente, eles propõe um debate técnico-científico, sempre com viabilidade econômica e tendo as pessoas como centro das atenções. A grande notícia que trazem é: mudar a forma como construímos e ou adaptamos as edificações existentes será suficiente para atingir a meta de 1,5°C estabelecida pela ONU até 2050. A vilã construção civil está prestes a se tornar a grande heroína contra o aquecimento global? Apresentar projetos inovadores e demonstrar que estamos mais perto do que pensamos de uma cidade com construções eficientes do ponto de vista energético e contra o aquecimento global. 4. O documentário "Projeto Zero Energy _ Construções 100% Sustentáveis" irá trazer à tona esse complexo debate e buscar solucionar a controvérsia: seriam tais edificações suficientes para cumprir as metas estabelecidas pela ONU? Quando falamos em construções sustentáveis observamos diversos vieses a serem abordados; ainda mais quando apresentamos esse tipo de edificação como a solução máxima para o problema do aquecimento global e atingimento da meta estabelecida pela ONU. Para que a teoria possa ser confirmada, refutada ou considerada apenas um ponto, não definitivo, mas sim apenas auxiliar, nessa equação, diversas vertentes necessitam ser abordadas e perguntas serem respondidas e ou debatidas. Aspecto Científico: existem bases científicas sólidas para confirmar que a utilização de construções 100% sustentáveis seria suficiente para atingir a meta estabelecida pela ONU? Qual teria que ser a dimensão disso para que se possa fazer uma afirmação tão categórica? Proporcionar um amplo debate com pensadores, arquitetos, engenheiros e visionários que apresentem argumentos sobre a implantação de construções mais eficientes. 5. A equação "poluentes x despoluentes", como os maiores responsáveis pelo aquecimento global e as melhores soluções para sua redução, encontraria um resultado fortemente favorável ao meio-ambiente, espécies, ecossistemas e à humanidade pela mudança na forma que construímos? Como pensam e acreditam os principais cientistas do mundo a esse respeito? 6. O Brasil e o Mundo / Políticas e Relacionamentos Entre Nações: diferentemente de outros setores da sociedade, quando estamos falando de construções sustentáveis o Brasil se encontra em uma posição bastante relevante diante do planeta. É considerado um dos quatro países com maior quantidade de edificações sustentáveis de todo o mundo. Como é o cenário nacional e internacional nesse aspecto? Qual o volume necessário de mudança da forma com a qual construímos para que a meta da ONU seja atingida? Como as políticas internas e externas, dos principais países do mundo, estimulam ou freiam esse tipo de iniciativa? O que poderia ser melhorado? Como tornar a mudança de visão das nações acerca da importância do Projeto Zero um fato? Seria pela demonstração cabal das vantagens econômicas? Sociais? Ambientais? Adentramos, então, em nosso último tópico para a defesa da teoria do projeto zero: os Reflexos da implantação de construções sustentáveis como regra das edificações no mundo. Reflexos: quais setores da sociedade e do meio-ambiente seriam, diretamente ou indiretamente, impactados pela implantação do "Projeto Zero"? Sem dúvida, para os defensores da teoria, o ponto inicial seria atingir a meta de redução do aquecimento global estabelecida pela ONU, mas os reflexos dessa teoria vão muito além desse aspecto. Quais seriam os benefícios gerados na economia? Nas políticas públicas? A melhoria da qualidade do ar e redução do aquecimento global, resultante das construções 100% sustentáveis, reduziriam os gastos públicos em saúde? Trariam maior qualidade de vida, a ponto de ser observada uma redução significativa no quadro de deficiência em saúde humana em geral? A autossuficiência energética das edificações sustentáveis seria capaz de resolver boa parte dos problemas no mundo? Por fim, apresentar um panorama atual do Brasil nesse cenário. OBJETIVOS ESPECÍFICOS Produção de um um documentário de média-metragem com duração de 60 minutos, full HD, para exibição em Tv e meios digitais, abordando o tema das Construções Auto-suficientes em Energia elétrica e o Aquecimento Global. Oficinas de formação audiovisual gratuita. ESPECIFICAÇÃO TÉCNICA Documentário media metragem, Full HD, aproximadamente 60 minutos para TV e classficação livre
1. Justificativa O projeto se enquadra nos seguintes incisos do Artigo 1º da Lei 8313/91: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais. II - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais. III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores O projeto tem por objetivo, dentre os elencados no Artigo 3º da Lei 8313/91: II - fomento à produção cultural e artística, mediante: a) produção de discos, vídeos, obras cinematográficas de curta e média metragem e filmes documentais, preservação do acervo cinematográfico bem assim de outras obras de reprodução videofonográfica de caráter cultural Esse projeto se justifica pela importância do tema. É de extrema necessidade a abordagem de um assunto que é de interesse mundial e que faz parte da conscientização de novas gerações no que tange à manutenção da preservação da natureza e a sustentabilidade.
Documentário media metragem, Full HD, aproximadamente 60 minutos para TV e classficação livre.
Produto: média metragem / documentário Promovendo o acesso às produções audiovisuais às pessoas com deficiência visual e auditiva (em atendimento ao Art. 18 da Instrução Normativa nº 02/2019), iremos adotar todas as medidas a seguir: - Audiodescrição; - Legendagem descritiva ou Legenda para surdos e ensurdecidos (LSE); - Língua Brasileira de Sinais – LIBRAS. Produto: oficinas de formação Acessibilidade Física: iremos garantir a acessibilidade de deficientes físicos as oficinas que serão oferecidas. Definicientes Auditivos: Interprete de Libras Deficinentes visuais: não se aplica Todo material de divulgação dos produtos culturais gerados pelo projeto irão conter todas as informações sobre as de acessibilidade no projeto.
Em referência ao Art. 21. iremos promover as seguintes medidas de ampliação do acesso: III - disponibilizar, na Internet, registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino e de outros eventos de caráter presencial, sem prejuízo do disposto no § 2º do art. 22; Irá disponibilizar a obra integral nas redes sociais da Tocha Filmes no FACEBOOK e em seu canal no YOUTUBE com ampla divulgação garantindo o acesso amplo e irrestrito a toda população; O documentário ficará à disposição das unidades CEU’s da cidade de São Paulo e também dass unidades FATEC do Estado de São Paulo para livre exibição aos alunos e professores. Adicionalmente, o documentário estará disponível no site do Green Building Council Brasil, entidade civil para a promoção de práticas sustentáveis na construção e parceira da proponent no projeto, para livre acesso das empresas e seus colaboradores. Estimamos que o total do público atingido seja superior a 2000 beneficiários. Oficinas de formação audiovisual Local de realização - CEUS - Os Centros Educacionais Unificados (CEU) - equipamentos públicos voltados à educação criados pela Secretaria Municipal de Educação de São Paulo e localizados nas áreas periféricas da Grande São Paulo Tema: Abordaremos, nas oficinas, o audiovisual como uma maneira de mostrar como podemos educar as pessoas de acordo com a temática proposta para conscientização das pessoas. Público alvo: Alunos da rede pública Quantidade: 10 oficinas de 03 horas Vagas: 100 vagas por oficina
Sylvio Rocha - responsável TOCHA FILMES Após mais de 20 anos de experiência corporativa no mercado financeiro, em 2011 Sylvio passou a focar na produção de conteúdo e gerenciamento de projetos audiovisuais. De lá pra cá participou como produtor executivo em uma série de documentários e séries de TV, inclusive em coproduções com a Fox, Nat Geo, ESPN e Bonne Pioche, entre outros. Em 2014 fundou a Tocha Filmes, uma produtora independente especializada em conectar pessoas, marcas, organizações e valores através da experiência audiovisual. Entre os últimos lançamentos da Tocha estão os documentários ”Como ela Faz?" (Brasil, 2020) - Vencedor do "Melhor Curta Documentário" no Hollywood International Women's Film Festival e o longa ”Um Presente à Prova de Futuro" (Brasil e Países Baixos, 2020), uma coprodução com a Globo Filmes e Globo News. Eduardo Rajabally - Diretor Eduardo é documentarista, diretor de séries para tevê, roteirista e jornalista. Há mais de 25 anos na profissão, já conduziu cerca de três mil entrevistas, dirigiu treze documentários de longa metragem e mais de 350 episódios de programas para a televisão, tendo filmado em todos os estados brasileiros e em diversos países da Europa, da América Latina, Ásia e nos EUA. Criou e dirigiu para canais como BBC International, TV Globo, HBO, NatGeo, Discovery Channel, GNews, GNT, AXN/Sony, A&E, Animal Planet, Canal OFF, Multishow, TV Cultura, Canal Cuatro Espanha, TVI Portugal, Telecine, TVE, TV Brasil, ESPN e Eurochannel, com trabalhos licenciados para Globoplay e Netflix. Entre alguns de seus trabalhos mais importantes estão: “Um Presente à Prova de Futuro”, “Vida em Movimento”, “A Reinvenção do Futebol Arte”, “Para Gostar de Ler”, “Outros Tempos – Velhos”, “Tabu Brasil”, “Até Que a Morte Nos Separe”, “Amazônia Desconhecida”, “Cabeceiras do Xingu”, entre muitos outros. Guilherme Stockler - Roteirista Gui escreve profissionalmente desde 1999 e já trabalhou em projetos do National Geographic, Nat Geo Wild, Youtube Originals, A&E, ESPN Brasil, Canal Off, Nickelodeon, Disney Channel, Rede Globo, Record, SBT e Rede TV! Entre suas obras estão "Expedição Oriente", "Brasil Selvagem" (S02 e 03), "Câmera Selvagem", "O Mundo Selvagem de Richard Rasmussen" (S01 e 02), "Missão Américas" (S01) e "Até que a Morte nos Separe”(S03). Ele também escreveu os roteiros dos documentários de longa-metragem “Um Presente à Prova de Futuro” (Brasil e Países Baixos, 2020), “A Reinvenção do Futebol Arte” (Brasil, Alemanha, Suíça e Reino Unido), “A Busca do U -513” (Brasil, Alemanha e EUA), “Legendary Routes - Route 66” (EUA) e o curta“ Natural Born Climber” (Nepal e Brasil). Além dos trabalhos para TV e Cinema, Gui escreveu um livro, várias webséries, roteiros para grandes eventos como o “Meus Prêmios Nick”, “Prêmio Itaú-Unicef”, e dezenas de trabalhos corporativos e de branded content. Eduardo Carlin - Diretor de Fotografia Diretor de Fotografia e movimento de câmera em documentários, filmes publicitários e programas de tv. Selecionado pra alguns festivais competitivos, como KRAKOW FILM FESTIVAL, CAMERIMAGE, FESTIVAL DE CINE DE BOGOTÁ (BOGOCINE), ATLANTIDOC (URUGUAY), FICA - Festival Internacional de Cinema Ambiental, SEMANA PAULISTANA DO CURTA-METRAGEM e em 2009 e 2017 no festival É Tudo Verdade. Diretor de Fotografia do Premiado Longa Doc Piripikura, Dois indígenas Nômades, do povo Piripkura, vencedor do prêmio de direitos humanos no Festival Internacional de Documentários de Amsterdã (IDFA), e do Festival de Documentários do Rio de Janeiro em 2017. Esse filme entrou na lista do pré-Oscar 2018.
Projeto encaminhado para avaliação de resultados.