| CNPJ/CPF | Nome | Data | Valor |
|---|---|---|---|
| 03347828000109 | Webmotors SA | 1900-01-01 | R$ 410,0 mil |
| 31595265000103 | ESFERA FIDELIDADE S.A | 1900-01-01 | R$ 376,9 mil |
O projeto "Toda a noite" apresenta 11 séries de trabalhos do premiado fotógrafo brasileiro, Vicente de Mello. A exposição tem como proposta a análise de uma PROTO-FOTOGRAFIA e da compreensão imagem sem fronteira, estruturando em três pontos: A luz do simulacro, a luz que não define a perspectiva e a luz que dá luz a matéria. A exposição foi pensada para realizar site specific no local que abrigará a mostra incluindo assim obras inéditas no projeto. O projeto prevê ainda programa de palestras e educativo integrado à exposição. A exposição é de curadoria de Marilia Panitz e texto critico de Aldonis Nino.
A exposição A arte moderna foi fundamental, na nova configuração dos museus no Brasil e no mundo. Dos anos 60 aos 90, com a implantação dos Museus de Arte Moderna, totalmente conectadas com as demandas e compromissos reais do seu tempo foram criados grandes espaços para se pensar arte. Em decorrência, vieram os museus contemporâneos, onde os espaços e a arquitetura potencializados se tornaram tão importante ou mais, do que o acervo que abrigam o que abriu instintivamente um novo modo de se apreender e conceituar o fazer contemporâneo: consolidar a presença da obra ao intervir, ocupar e adaptar-se a novos espaços, de maneira natural e instintiva. Nada mais se tornaria obstáculo, os espaços não museológicos vieram para estabelecer novos caminhos ao plano expositivo, uma ode ao cubo branco que perdeu sua hegemonia, a arte dialoga agora com todos os ambientes possíveis, sem ferir a integridade de ambos, na realidade, eles juntos expandem a fronteira dos interesses pelos limites. Toda a noite se propõe a buscar esse lugar de como as pessoas são afetadas pela prática da aisthesis que se dá a partir do encontro com o espaço, com o tempo, com as pessoas e como a compreensão dos sentidos e da percepção totalizante. Esta é a linha condutora da exposição - Vicente de Mello Toda à noite - as obras se consolidam nos espaços Farol Santander de Porto Alegre, em proposta de obras em suportes não convencionais pensados exclusivamente para a exposição, com a intensa relação de propor entre as séries e instalações fotográficas, a criação de um cosmos de três pontas que conceituam o pensamento da curadoria. Como o fio de Ariadne, reinterpretado pelo poeta Antonio Cícero, que é tecido a frente e não pelo inicio do labirinto: o visitante será levado por esta “linha“ que parte das fotografias inéditas das séries NeuRAW e Tico Tico taco (realizadas a partir da arquitetura do Farol Santander de Porto Alegre) até a emblemática fotografia Mondrian Negro - uma transvisão do pensamento contemporâneo da arte. Toda à noite os quadros dormem nos museus, os faróis rasgam a escuridão e o infinito nos envolve em seu breu silencioso. Os espaços do Farol Santander de Porto Alegre serão tomados por instalações de múltiplos meios, nos cantos cegos das salas, nos espaços longilíneos e nos corredores. Como as salas são fragmentadas, a exposição respeitará a forma arquitetônica, sem maneirismos que impeçam uma disputa de pesos entre a convivência da obra e espaço. A expografia irá demarcar o jogo de relações na identificação da caligrafia do fotógrafo. A proposta que se afasta do formalismo doméstico de relações simplistas de comparações, propõe uma disposição com vazios entre as obras, espaços que são indagações sobre as semelhanças de paralelos e múltiplas singularidades, permitindo ao expectador vivenciar a perspectiva de dentro do pensamento fotográfico. As obras estão dispostas dentro das 03 linhas de desenvolvimento curatorial: 01. A LUZ DO SIMULACRO 1.1 NeuRAW 05 impressões 210 x 210 cm em lambe-lambe digital em estrutura autoportante. Serão fotografados em preto e branco, com uma câmera Roleyflex, todos lustres originais que ornam os espaços do CCBB-BH. Suas formas vistas por baixo, são claramente uma referencia a um detalhe de uma lamina de estudos científicos de recorte de uma cadeia de neurônios, assim cada painel fotográfico é a representação de um fragmento da "memoria" e da neurogênese. 1.2 Brasilia utopia lirica 22 fotografias 120 x 120 cm e 60 x 60 cm Dispostas na sala mais longilínea do CCBB BH, as fotografias serão diagramadas reproduzindo uma trama espacial, como um mapa visual do plano piloto de Lúcio Costa. 1.3 Mondrian negro 01 fotografia em papel de fibra em estrutura de metal A obra Mondrian Negro, da série Noite americana, é uma extraordinária imagem que revê duas rupturas radicais na história da arte moderna: o Neoplasticismo e o Suprematismo. O suporte estrutural é a fusão de linhas que estendem pelo chão, em linhas proporcionais ao formato da fotografia, criando uma relação de desenho e projeção. O Mondrian Negro é um total blackout pictórico, anti princípio básico das representações em pinturas – luz sobre a superfície. 02. A LUZ QUE NÃO DEFINE A PERSPECTIVA 2.1 Vermelhos telúricos 02 retroprojetores e 80 impressões digitais em laminas de acrílico. Dois retroprojetores ligados por sensores de presença, acionados com a entrada do visitante que terá a sua disposição 80 laminas de acetato formato A4, com as imagens da série, afixadas com pinos no centro da sala. Há uma interação entre os visitantes que escolhem e trocam de imagens uns com os outros. 2.2 Slidetrip 42 impressões digitais em papel jornal fine arte, formato 50 x 50 cm cada. Com uma montagem aleatória, que remete a estrutura geométrica da forma das cartelas plásticas de proteção de diapositivo, a instalação faz uma alusão aos espaços vagos que demarcam a ausência/perda das imagens. Sua impressão em papel jornal é uma clara relação ao fim dos slides com a efemeridade diária do jornal. 2.3 Lápidus 15 fotogramas formatos 40 x 50 cm cada. Esta é uma criação pôs minimalista. Dispostos em uma montagem que simula um mapa do cinturão de asteroides, assim como as agências espaciais o fazem, dão a insustentável leveza, das pedras solidas apoiadas no papel fotográfico, como um plano branco recortado sobre um breu profundo. As pedras que criaram estas imagens são as pedras reais que compõem a instalação In orbit. 2.4Tico-tico-taco 08 fotogramas 100 x 150 cm cada. Esta serie será realizada exclusivamente para esta exposição. Ao visitar o CCBB BH, o artista notou que cada piso das salas dos 3º andar têm sua particularidade na forma e na colocação dos tacos, criando um jogo de acertos e erros, que transformam a geometria padrão deste tipo de piso. Em uma analisa mais atenta há uma clara identificação desta ordenação com a proposta da artista Lygia Clark, sobre uma geometria lúdica que claramente ratifica em sua obra Planos em superfície modulada (1957-58) onde a linha orgânica (espaço entre duas superfícies) cria uma tensão obliqua da geometria. 03 A LUZ QUE DÁ A LUZ A MATÉRIA 3.1 In Orbit Pedras de tamanhos variáveis sobre mesa de metal, spots de fotografia. Elaborada para a exposição Toda a noite, esta instalação lúdica, não possui fotografias, mas remete ao “fazer” fotográfico da técnica de Table top e fotograma (fotografia sem negativo), onde se dispõe objetos sobre papel fotográfico, imprimindo a sombra da forma. Em uma grande mesa que se estende pela sala de exposição estarão dispostas todas as pedras da coleção do artista, coletadas em diversos lugares do mundo, de diferentes formas e composições, dispostas na posição exata dos fotogramas da série Lapidus, recriando um modelo em escala de asteroides no espaço. Com a sala apagada, o volume das pedras será revelado por um foco único intenso de luz pontual instalado em uma das extremidades da mesa, seu facho de projeção rasante, no limite do tampo, criado com vários spots de fotografia antigos, dará a obra o efeito brilhante nas mais próximas, e de penumbra nas mais distantes. 3.2 Fugitivo 10 contêineres de metal 60 x 60 cm cada, fotografia digital, tripé fotográfico, 06 spots. Como um farol náutico congelado ou como um projetor de cinema em transe, Fugitivo é uma instalação dentro do contexto criado por Hélio Oiticica no QUASI-CINEMA, que trata de experiências com o uso dos recursos cinematográficos ou referentes a ele. Com a sala escura, velhos spots de fotografias reunidos em uma única torre, iluminam 10 contêineres de metal, utilizados para transporte de filmes de 70 mm, nos anos sessenta. Nos espaços para identificação dos filmes, estão imagens impressas de faróis náuticos em várias cromaticidades em referência a evolução das películas, do preto e branco e sépia ao Technicolors . 3.3 Opticks for Newton As luzes dos corredores do 3º andar serão cobertas/filtradas com gelatina vermelha, criando uma sensação aquecida, como um fluxo sanguíneo que interliga as instalações, uma resistência acesa que aquece e aclama. A referencia direta nesta instalação são as luzes de segurança dos laboratórios de revelação e ampliação analógicos, mas sua nominação é uma ode ao estudo de Isaac Newton, Opticks (1704), que irá permitir ao espectador experimentar distorções no próprio corpo.
OBJETIVO GERAL · REALIZAÇÃO DA EXPOSIÇÃO "TODA DA NOITE" COM OBRAS INÉDITAS DO FOTÓGRAFO VICENTE DE MELLO NA CIDADE DE PORTO ALEGRE. OBJETIVOS SECUNDÁRIOS O projeto "Toda a noite" do artista Vicente de Mello tem por objeto as seguintes ações: · Produzir e imprimir 1000 catálogos bilíngues relacionados à exposição, com imagens das obras expostas e textos de críticos convidados. A confecção dessa peça gráfica sobre a produção apresentada, permitirá a multiplicação da experiência da visita à exposição, a documentação de acontecimentos de importância para as artes visuais brasileiras e a democratização de material com textos críticos de excelência, produção gráfica cuidadosa e obras de arte que são fruto de longa pesquisa e experimentação; · Criar um hotsite do projeto que permitirá a divulgação de todas as ações desenvolvidas ao longo de todo o período expositivo; · Realizar 03 encontros com pesquisadores, críticos, professores ou especialistas que permitam uma ampla discussão dos temas apresentados no projeto; (100 vagas por encontro); · Realizar formação para professores sobre o projeto e arte contemporânea em geral (100 vagas); · Criar um aplicativo que permita a visita digital e a difusão do material do projeto à distância; · Disponibilizar parte do material em libras e em braile ampliando a acessibilidade do conteúdo ao público em geral; · Disponibilizar gratuitamente no site do projeto todo material produzido para a exposição permitindo o acesso à cultura a todas as pessoas irrestritamente, especialmente o público de baixa renda; · Realizar a documentação fotográfica, a catalogação e o laudo das obras que integrarão a mostra.
O Fotógrafo Vicente de Mello que se iniciou na carreira documentando obras de outros artistas, hoje possui trabalhos em importantes acervos, como Gilberto Chateubriand, Coleção Pirelli, do Masp, Maison Européenne de la Photographie e Fundação Cartier, ambas em Paris. Vicente de Mello concilia investigações sobre elementos específicos da fotografia com questionamentos de caráter intimista. Possui ensaios sobre o corpo humano, paisagens, objetos e ambientes privados, mas seu interesse está voltado, sobretudo, para a luz, o tempo e a ideia de fragmentação. Com interessantes referências da História da Arte e propriamente da fotografia, Vicente cria a cada nova série, um novo caminho, um novo universo. A obra de Vicente de Mello é de grande peculiaridade, transita entre diferentes linguagens da fotografia com a mesma intensidade. Suas séries são potentes e se conceituam na ideia da influência do conhecimento. Toda a noite é um projeto de uma grande exposição que irá reunir pela primeira vez fotografias e instalações do artista, marcando seus 27 anos de trajetória. A influência da fotografia e sua historia recente ou o que se relacionam de alguma forma com ela, são marcos citados e comentados nas obras de Vicente, quando reinterpreta as estéticas e o subjetivo dos processos fotográficos como condição à imagem. Ao trazer para o público de Porto Alegre uma mostra que apresenta um importante e premiado artista da cena cultural brasileira, buscamos promover e permitir uma ampla democratização dos meios artísticos e culturais no Brasil. Permitindo a formação de plateias para a arte, prevê a realização de encontros com o artista e seminário com a comunidade professores, estudantil e cultural da cidade. O projeto "Toda a noite" se enquandra nos incisos abaixo descritos do Art. 1º da Lei 8313/91 I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; II - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais; III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; IV - proteger as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsáveis pelo pluralismo da cultura nacional; V - salvaguardar a sobrevivência e o florescimento dos modos de criar, fazer e viver da sociedade brasileira; VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória; IX - priorizar o produto cultural originário do País. Nesse sentido, no âmbito do Art. 3º da Lei *313/91 o projeto alcançará os seguintes objetivos: II - fomento à produção cultural e artística, mediante: c) realização de exposições, festivais de arte, espetáculos de artes cênicas, de música e de folclore; e)realização de exposições, festivais de arte e espetáculos de artes cênicas ou congêneres; V - estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante: a) distribuição gratuita e pública de ingressos para espetáculos culturais e artísticos.
Público Alvo A exposição “Toda a noite” foi desenvolvida para o público em geral. A mostra tem entrada franca e classificação indicativa Livre para todos os públicos. Estima-se que mais de 5 mil pessoas (por cidade) visitarão a exposição em seu período em cartaz. Plano de comunicação/Mídia O projeto “Toda a noite” produzirá e realizará a distribuição gratuita (para o público, instituições culturais e formadores de opinião) de mídias impressas especialmente para a mostra. Esse material tem caráter de formação e reflexão sobre a arte contemporânea e como desdobramento, colabora para a difusão e a democratização do acesso à cultura. · Contratação de assessoria de imprensa especializada; · Clipagem e valoração de mídia espontânea; · Impressão de 1000 catálogos; · Convite virtual; · Hotsite para o evento; · Divulgação em redes sociais. · Registro fotográfico e videográfico do evento;
DESCRIÇÃO DOS MATERIAIS GRÁFICOS Descrição: Livro Capa Dura - Revestimento em papel couché fosco 170grs 4/0 Formato Fechado: 210 x 270 mm Formato Aberto: 420 x 270 mm 2 Guardas, formato 430 x 275 mm em Colorplus, 170grs Miolo 240 págs. em papel Polén (livro de arte) 150 g/m2, 4x4 cores - Ver tb com papel couché fosco 150grs, 4x4 cores Acabamentos: Verniz Total Frente e Verso(Miolo), Dobrado(Miolo, Guardas), Laminação BOPP Fosca F(Revestimento Capa), Corte Especial(Revestimento Capa), Colado a Quente, Intercalado, Prova Digital(Revestimento Capa, Guardas), Prova Laser(Miolo), Capa Dura com costura O catálogo terá distribuição gratuita para o público em geral, priorizando os professores e estudantes participantes da formação e do bate papo. Serão distribuidos catálogos para bibliotécas públicas, museus, centros culturais, universidades etc.
EXPOSIÇÃO DE ARTE 1. ACESSIBILIDADE FÍSICA: a) Descrição da atividade: O projeto buscará parcerias com locais de exposição que permitam a acessibilidade irrestrita do público portadores de necessidades especiais em conformidade com Art.27 II decreto nº 5.761, de 27 de abril de 2006. b) Item da planilha orçamentária: Não haverá custo para o projeto. 2. ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTE VISUAIS: a) Descrição da atividade: · Textos do projeto em tipos ampliados para garantir o acesso de deficientes visuais de graus variados; · Legendas em braile para as obras presentes na exposição e um texto descritivo de maior extensão de dois trabalhos. Estas impressões serão executadas em placas de pvc e estarão expostas em altura adequada para leitura tátil, inclusive de cadeirantes e pessoas de baixa estatura; · Áudio-descrição de obras. b) Item da planilha orçamentária: · Áudio-descrição – Valor R$ 9.000,00 · Ploter adesivo – Valor R$4.000,00 · Impressão em braile – Valor R$7.500,00 3. ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES AUDITITOS a) Descrição da atividade: · Desenvolvimento de aplicativo que apresentará vídeo em libras com depoimento do artista sobre as obras. b) Item da planilha orçamentária: · Aplicativo: Valor – R$ 7.500,00 CATÁLOGO ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES VISUAIS a) Descrição da atividade:O catálogo da exposição será disponibilizado gratuitamente em PDF. O catálogo no formato PDF permite ao usuário a utilização da funcionalidade “Voice Over” que possibilita a descrição dos elementos, textos e imagens contidos no catálogo. b) Item da planilha orçamentária: Vale ressaltar que tal funcionalidade é intrínseca aos computadores, sem necessidade de inserção de rubrica para contemplar esta medida de acessibilidade. CONTRAPARTIDAS SOCIAIS ACESSIBILIDADE FÍSICA a) Descrição da atividade: · O projeto buscará parcerias com locais de exposição que permitam a acessibilidade irrestrita do público portadores de necessidades especiais em conformidade com Art.27 II decreto nº 5.761, de 27 de abril de 2006. b) Item da planilha orçamentária: · Não haverá custo para o projeto. ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES AUDITIVOS a) Descrição da atividade: · As palestras serão acompanhadas por intérprete em libras; b) Itens da planilha orçamentária: · Apresentador para áudio guia: Valor – R$ 5.600,00 · Interprete em libras: Valor – R$ 8.000,00 · Narrador de áudio descrição: Valor- R$ 8.000,00 ACESSIBILIDADE DE CONTEÚDO Todo o conteúdo desenvolvido pelo projeto será disponibilizado no site do projeto inclusive a Audiodescrição para cegos de parte das obras e os vídeos em libras das obras;
No âmbito do Art. 21 da IN nº02/2019 do Ministério da Cidadania o projeto prevê: I - doar, além do previsto na alínea "a", inciso I do artigo 20, no mínimo, 20% (vinte por cento) dos produtos resultantes da execução do projeto a escolas públicas, bibliotecas, museus ou equipamentos culturais de acesso franqueado ao público, devidamente identificados; III - disponibilizar, na Internet, registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino e de outros eventos de caráter presencial, sem prejuízo do disposto no § 2º do art. 22; IV - permitir a captação de imagens das atividades e de espetáculos ou autorizar sua veiculação por redes públicas de televisão e outras mídias; V - realizar, gratuitamente, atividades paralelas aos projetos, tais como ensaios abertos, estágios, cursos, treinamentos, palestras, exposições, mostras e oficinas, além da previsão do art. 22; O projeto “Toda a Noite” ainda realizará: 1. Os catálogos produzidos para a mostra serão de distribuição gratuita para o público em geral e especialmente para escolas, bibliotecas, museus e outras entidades ligadas à cultura (Inciso I Art. 21) 2. Parte dos ingressos será de distribuição gratuita sendo, como a previsão inicial do projeto é de 90 dias de exposição, 20 dias terão entrada franca perfazendo o total de 22% do período de exposição com atividades abertas ao público (Inciso I Art. 21): a) Um dia no Mês de acesso gratuito ao público em geral à visitação do projeto; b) Um dia por semana de acesso gratuito para estudantes de escolas públicas; c) Nos dias em que ocorrerem atividades relativas ao projeto como bate papo com artista ou seminário para professores a visitação ao espaço será gratuita. 3. Será realizado workshop do artista aberto ao público (100 vagas) tratando do tema da fotografia e suas influências no mundo contemporâneo (Inciso V Art. 21). 4. Todas as imagens e videos realizados no âmbito do projeto estarão disponíveis gratuitamente no site do projeto (Inciso III e IV Art. 21); 5. Será produzido material educativo específico para o projeto e disponibilizado gratuitamente no site (Inciso V Art. 21).
4 ART PRODUÇÕES CULTURAIS - PROPONENTE * ATIVIDADE EXECUTADA PELO PROPONENTE: DIREÇÃO DE PRODUÇÃO A 4 Art Produções Culturais, nome fantasia da empresa individual Daiana Castilho Dias ME, é uma instituição de direito privado, dedicada ao setor cultural, com sede em Brasília/DF. Suas atividades estão concentradas na realização de exposições de artes visuais onde se prima pelo alto padrão estético e cultural. Nosso grupo de colaboradores é formado por uma equipe interdisciplinar com consultores especializados em diversas áreas do conhecimento – o que imprime às nossas realizações um caráter inovador e colaborativo, desde a conceituação até a avaliação final de cada projeto. É dirigida por Daiana Castilho Dias, produtora cultural e professora. Projetos realizados: 2019 Roda Gigante – Carmela Gross – Farol Santander Porto Alegre/RS Pirajá – Renato Morcatti – Caixa Cultural São Paulo/SP 2018 100 anos de Athos Bulcão – CCBB Brasília/DF, Belo Horizonte/MG, São Paulo/SP e Rio de Janeiro/RJ. 2017 Pirajá – Renato Morcatti – Museu Nacional/Brasília/DF Utopia lírica + In Orbit – Sesc Santo André/SP Pli selon Pli – Sesc 24 de Maio /SP Matiz e Gabo , os cronistas do Macondo – CCBB/Brasília/DF Contraponto – Coleção Sérgio Carvalho – Museu Nacional/Brasília/DF 2016 Armadilhas indígenas – Memorial dos povos Indígenas/ Brasília/DF DF Diários de viagem - Memorial dos povos Indígenas/ Brasília/DF Horizontes da Arte Latinoamericana e Caribenha – CCBB/ Brasília/DF Constelações – Hilal Sami Hilal – Palácio Anchieta Vitória/ES 2015 Vértice – Museu dos Correios/Brasília/DF, Centro Cultural Correios São Paulo/SP e Rio de Janeiro/RJ. Códice – Do risco ao Risco – Amilcar de Castro, Marco Tulio Resende e Thais Helt – Museu Vale/ES Brasília Utopia Lírica – Vicente de Mello – CCBB Brasília/DF 2014 À sua saúde – Museu Nacional / Brasília/DF A arte que permanece – Museu dos Correios/Brasília/DF e Centro Cultural Correios/ Rio de Janeiro/RJ. Sherazade – Hilal Sami Hila – Caixa Cultural / Brasília/DF 2013 O olhar que ouve – Carlinhos Brown –Caixa Cultural e no Palácio do Planalto/ Brasília/DF Um nome no Centro da Coleção – Aldemir Martins e o Acervo da Caixa – Caixa Cultural Brasília/DF Crer em fantasmas – Territórios da pintura contemporânea – Caixa Cultural Brasília/DF Brasília Utopia Lírica – Vicente de Mello - Paço Imperial/ Rio de Janeiro/RJ. 2012 Segredos – Pinturas/Esculturas - Siron Franco –Caixa Cultural Recife/PE Impressores – Marcia Pastore – Caixa Cultural Fortaleza/CE The end factory Project - Adriana Tabalipa – Caixa Cultural Brasília/DF Rio +20 - Stand do Ministério da Saúde – Pier Mauá Rio de Janeiro/RJ 2011 Entre a gravura e a arte pública – Maria Bonomi – CCBB/ Brasília/DF Rio Madeira, O gigante da Floresta – Museu Nacional de Brasília/DF AGU – Um olhar sobre o direito brasileiro - Memorial JK/ Brasília/DF. JK e as personalidades do Século XX - Memorial JK/ Brasília/DF Atrás do Porto tem uma cidade- Museu Vale/ES; 2010 Roteiro Amarrado – Retrospectiva Eder Santos – CCBB Rio de Janeiro/RJ Embaixada Planeta Bola – Site Specific – CCBB Brasília/DF Segredos – Siron Franco – Caixa Cultural Brasília/DF, São Paulo/SP e Rio de Janeiro/RJ Cartas de Brasília – Museu Vivo da Memória Candanga Brasília/DF 2009 Arte para Crianças - Coletiva de artistas contemporâneos – SESC Pompéia/SP Galeria das Almas – CCBB Brasília/DF No Coração do Haiti - Museu Nacional, Brasília/DF Amilcar de Castro 34 desenhos – Caixa Cultural Brasília/DF, São Paulo/SP e Rio de Janeiro/RJ A França na rota dos selos – Centro Cultural Correios Rio de Janeiro/RJ. 2008 Arte para Crianças- CCBB Brasília/DF A Gravura de Rubem Grilo– Espaço Cultural Marcantonio Vilaça – TCU, Brasília/DF; Antologia da Animação Canadense – Espaço Cultural Marcantonio Vilaça – TCU, Brasília/DF; Mimo Paladino, Obra gráfica –– CCBB Brasília/DF Heróis de 58 – Palácio do Planalto Brasília/DF 2007 Arte para crianças – Coletiva –Museu da Vale/ES, MAM/ Rio de Janeiro/RJ, Casa das Onze Janelas Belém/PA, Convento das Mercês São Luis/MA Isumavut: “ A arte de nove mulheres do Ártico canadense” –CCBB Brasília/DF, Centro Cultural Correios Rio de Janeiro/RJ, Museu de Arte e Ofício Belo Horizonte/MG, SESC Pompeia São Paulo/SP Vídeos realizados: Histórias da Unha do dedão do pé do fim do mundo – Desenho animado a partir da obra de Manoel de Barros – 2007 Xifopagas capilares entre nós – Filme realizado a partir da obra do artista Tunga – 2007 Sobre 2 quadrados – Desenho animado realizado a partir da obra de El Lissitzky -2008 Suprematismo: 34 desenhos - Malevich – 2009 VICENTE DE MELLO - ARTISTA Vicente de Mello São Paulo - SP, 1967 Fotógrafo, curador e ensaísta Vive e trabalha no Rio de Janeiro. Formou-se em Comunicação Social pela Universidade Estácio de Sá - RJ. Especialização em História da Arte e Arquitetura no Brasil, PUC Rio de Janeiro. Trabalhou no Departamento de Fotografia do MAM - RJ, de 1989 à 1992, como assistente de curadoria de Paulo Herkenhoff, na conceituação da coleção de artistas fotógrafos. De 1992 a 1999 foi o responsável pelo acervo iconografico e documental, no Departamento de documentação do MAM-RJ. Têm sua pesquisa fotográfica autoral , apresentada desde 1992, com a criação de séries: Topografia Imaginária (1994-1997) Os Negativos estão em meu poder (1992) Moiré (1995) / Noite Americana (1998-2006) Bestiário (1997) / Vermelhos Telúricos (2001) / Galáctica (2000) SLIDETRIP (2001- 2013) / O Cinematógrafo (2009 - 2015) Quantas ASAS têm um Pixel? (2007) / STROBO ( 2009), Pli Selon Pli ( 2010-2017) / Orquestra de Trombones (2010) Silent City (2012) / Lapidus / Opere (2013-2019) Monolux ( 2017-2019) / Herbária (2019) Em 2002 foi curador da exposição Fotograma Invisível, na Galeria Antonio Berni, no Rio de Janeiro, apresentando os fotógrafos Alex Lima, Bernardo Pinheiro, Dani Dacorso e Gabriel Jauregui. Em 2006 publicou o livro Áspera Imagem, editado pela Aeroplano, edição que acompanhou a exposição itinerante moiré.galáctica.bestiário / Vicente de Mello – Photographies 1995-2006 , apresentada na Oi Futuro, Rio de Janeiro e na MEP - Maison Européenne de la Photographie, Paris / França, com curadoria de Jean-Luc Monterroso, diretor da Maison Européenne de la Photographie, e Alberto Saraiva, curador do Oi Futuro. Em 2007, foi ganhador do Prêmio da Associação Paulista de Críticos de Arte (APCA) de melhor exposição de fotografia do ano em São Paulo, na Pinacoteca do Estado com a mostra moiré.galáctica.bestiário / Vicente de Mello – Photographies 1995-2006. Em 2010 foi convidado pela editora Cosac Naify, a realizar ensaio fotográfico exclusivo para o livro Maria, sobre a obra da escultora Maria Martins, organizado pelo editor Charles Cosac e por Dawn Ades, professora de teoria e historia da arte na Universidade de Essex, Inglaterra. Em 2012, foi o primeiro brasileiro a ser convidado a participar da residência de artista no Espace Photographie Contretype, em Bruxelas, Bélgica. Apresentou a série Silent City, resultado desta residência, em maio de 2013, nas galerias da Contretype e no livro Bruxelles à l' infini. Em 2013, as fotografias da série Brasília Utopia Lírica, foram exibida no segundo semestre, no Paço Imperial do Rio de Janeiro, itinerando para o Centro Cultural Banco do Brasil de Brasília, em 2015 e em 2017 no SESC Santo André - SP e na Cidade das Artes- Rio de Janeiro - RJ. Em 2014, lançou o segundo livro sobre a sua obra - Parallaxis, pela Editora Cosac Naify com apresentação de Jean-Luc Monterosso, diretor da MEP - Paris. Editou o livro objeto O Cinematógrafo, através do prêmio Livro de artista da Secretaria Estadual de Cultura do Estado de São Paulo. Em 2013 foi apontado no livro Fotografia na arte brasileira século XXI, editado pela Cobogó - Rio de Janeiro/ Credit Suisse, São Paulo. Sua instalação Death Valley, foi apresentada nas Cavalariças do Parque Lage, Rio de Janeiro, na exposição Deserto do Céu , em parceria com Tomás Ribas, com curadoria de Frederico Coelho. Em 2015 foi ganhador do Prêmio Centro Cultural Banco do Brasil Contemporâneo, apresentando a instalação Ultramarino, no CCBB RJ. Em setembro de 2016, convidado como artista curador, concebeu a mostra Indelével, coletiva com Iole de Freitas, Janaina Tschape , Maria Laet , Lenora de Barros e Virginia de Medeiros, no Jacaranda , Villa Aymores , Rio de Janeiro - RJ. É integrante do coletivo de artistas - Arte Clube Jacaranda - criado por Carlos Vergara e Raul Mourão. Realiza para o SESC São Paulo / unidade 24 de maio, projeto do arquiteto Paulo Mendes da Rocha, o painel de azulejos Pli selon pli. Em 2018 foi jurado do Prêmio Félix, do 20 Festival do Rio, com Claudia Saldanha, Adriana Dutra e Felipe Sholl. Idealizador do conceito e artista da Opera Jacaranda, com instalações em conjunto com os artistas Cabelo, Mariana Manhães, Carlos Vergara, Arjan, Tomas Ribas, Maria Laet, Paulo Vivacqua e Oskar Metsavaht, criada especialmente para o Hotel Matarazzo, São Paulo - SP. Apresentou em 2018 a exposição individual MONOLUX, com curadoria de Eucanãa Ferraz, no Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro. Curador da exposição Magic square, individual da artista Anastácia Hatziefstratiou, apresentada em 2019 no Atelier Fidalga, São Paulo - SP. Realizou em 2020, a instalação Pli selon Pli, para o CEIA - projeto realizado no Farol Santander, Porto Alegre. Expôs e pertence aos acervos das seguintes instituições: CCBB, Rio de Janeiro e Brasília; Espace Photographie Contretype, Bruxelas, Bélgica; Fondation Cartier pour l´art contemporain, Paris, França; Fundação DAROS, Zurique, Suíça; Itaú Cultural, São Paulo; MEP - Maison Européenne de la Photographie, Paris, França; MALBA, Buenos Aires, Argentina; MAC / USP; MASP - Coleção Pirelli; MAM - Aluísio Magalhães, Recife; MAM - Brasília; MAM - RJ; MAM - SP; Pinacoteca do Estado de São Paulo; Coleção Gilberto Chateaubriand/MAM - RJ; Coleção Joaquim Paiva, Rio de Janeiro; Coleção José Olympio Pereira, São Paulo; Coleção José Roberto de Figueiredo Ferraz, Ribeirão Preto; Coleção Lhoist, Bruxelas, Bélgica; SESC, São Paulo; Museo Universidad de Navarra, Espanha. www.vicentedemello.com.br Ultramarino - Vicente de Mello [HD] - YouTube www.youtube.com/watch?v=9gci-WOzNeY Vicente de Mello - Enciclopédia Itaú Cultural enciclopedia.itaucultural.org.br/pessoa12684/vicente-de-mello 'Parallaxis', Vicente de Mello mistura linguagens fotográficas www1.folha.uol.com.br/.../1551159-em-parallaxis-vicente-de-mello-mistur... Vicente de Mello - Coleção Pirelli / MASP de Fotografia www.colecaopirellimasp.art.br/autores/179 Interrompendo Artistas: Vicente de Mello - YouTube Vídeo para vicente de mello▶ 11:31 www.youtube.com/watch?v=vooMNzOwzT4 Fotolivro de Vicente de Mello discute o cerne da imagem ... Vídeo para vicente de mello▶ 3:44 www.youtube.com/watch?v=Uz6gFAnp9Yk Vive e trabalha em Brasília, DF.Membro do Comitê de Indicação PIPA 2011 e 2019 Nasceu em São Leopoldo, RS. Mestre em Arte Contemporânea: teoria e história da arte, pela Universidade de Brasília, trabalha como professora desde 1980.É professora da Secretaria de Educação do DF desde 1983. Ensinou na Universidade de Brasília, pelo convênio SEEDF/FUB entre 1999 e 2011.De 1990 a 1996, dirigiu o Museu Vivo da Memória Candanga. Desde 1994, atua como pesquisadora e coordenadora de programas educativos em exposições.Em 1997, atuou como assessora dos projetos de artes visuais da Secretaria de Cultura do Distrito Federal, entre eles o Panorama das Artes Visuais no Distrito Federal.Em 1998, dirigiu o Museu de Arte de Brasília, onde coordenou o Prêmio Brasília de Artes Visuais 98 e o Programa de Bolsas de Pesquisa MAB/MinC para jovens artistas.A partir de 1999, passou a publicar artigos sobre artistas de Brasília em jornais e catálogos. Em 2001, passou e desenvolver propostas de curadoria.Desde 2000, coordena o Programa educativo do CCBB- Brasília. Publica artigos em periódicos, livros e catálogos entre eles “Crítica de Arte no Brasil: Temáticas Contemporâneas” (org. Glória Ferreira) e “Sobre Arte e Psicanálise” (org. Tânia Rivera e Vladimir Safatle). Alguns trabalhos de curadoria : Felizes para Sempre, BSB, Curitiba e SP, 2000/2001 e Todos os que caem 2003/ 2005,; Gentil Reversão , BSB, RJ 2001/2003; Progr. Rumos Visuais ItauCultural 2001/2003; Lúdico, Lírico, Berlim, 2002; Centro|EX|cêntrico, CCBB, 2003; Heterodoxia, Vitória, 2004, Situações Brasília, Caixa e CCBE, 2005; Linhas do Horizonte no Ac. da Caixa, 2006; Rodrigo Godá e Sandro Gomide, ECCO; Bric-a-brac: maioridade, Caixa, 2007; Viva o Esquadrão da Vida e O Livro dos Dias de Carlos Silva, Caixa; Rumos Itaucultural Artes Visuais2008/2010; Bolsa Produção para Artes Visuais, Curitiba,2008/2010; Obsolescências, C. Andrade Muricy, Curitiba- 2009; Brasília: Síntese das Artes, CCBB- BsB, 2010. Aldones Nino Nasceu em São Paulo/SP, em 1990 e vive no Rio de Janeiro. Curador Adjunto de Collegium (Arévalo, Espanha) e Assessor de Educação e Formação do Instituto Inclusartiz (Rio de Janeiro, Brasil). Filósofo e historiador da arte, doutorando em regime de cotutela entre a Universidade de Granada, Espanha e a Universidade Federal do Rio de Janeiro, Brasil. Mestre em História Política e Bens Culturais pela Fundação Getúlio Vargas - RJ (2018). Bacharel em Filosofia - USJT/SP (2014) e Bacharel em História da Arte - UFRJ (2019). É pesquisador/redator da Enciclopédia Itaú Cultural, e já publicou textos em livros e periódicos nacionais e internacionais (Portugal, Espanha e EUA). É curador da exposição Limite Oblíquo, individual de Vicente de Mello no Paço Imperial (Rio de Janeiro, RJ). Foi curador das exposições: Sonantes (2019) de Ayla Tavares, no Centro Cultural Light, La larga noche de los 500 años (2019) de Marcela Cantuária, na galeria A Gentil Carioca, e Andando na história de meu povo (2019) na Galeria Gustavo Schnoor (UERJ). Trabalhou na montagem da exposição Mundo no Museu da Chácara do Céu, foi assistente de pesquisa da exposição Rios do Rio no Museu Histórico Nacional e também assinou a curadoria coletiva das exposições Na Zanza, na Villa Aymoré (2019) e Afuá: fragmentos de paisagens e cotidianos na Procuradoria Geral do Estado do Rio de Janeiro (2016).
Prestação de Contas final apresentada, aguardando análise.