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Projeto prevê a realização de apresentações ao vivo do programa Jazz Panorama. O Programa Jazz Panorama surgiu originalmente no rádio e cativa um público fiel há mais de 30 anos. O espetáculo reúne bate-papo e informações sobre Jazz acompanhados de apresentação de banda ao vivo. Todo o conteúdo reproduzido será de música instrumental.
O evento traz para o palco a mesma fórmula didática e o repertório de altíssima qualidade, já conhecidos e apreciados pelos fãs do programa no rádio. Nessas apresentações, clássicos e novos temas do jazz são executados pela banda do Clube do Jazz Maceió e convidados especiais, com informações dessas composições, autores e músicos trazidas ao público por Juan Maurer em pessoa.
OBJETIVOS GERAIS Trazer ao público uma programação de alto valor cultural, oferecendo-lhe a oportunidade de estar em contato com o trabalho de artistas locais e também músicos de renome do Jazz em âmbito nacional e internacional; Valorizar o Jazz e músicos de jazz brasileiros. OBJETIVOS ESPECÍFICOS Realizar 5 apresentações, do Jazz Panorama ao vivo em teatros de até 400 lugares.
O Jazz Panorama foi criado em 1987 para trazer ao seu público o melhor do jazz. Começou a fazer parte da programação da Rádio Educativa FM 107,7 de Alagoas, a princípio com apenas uma edição semanal e, com o tempo tornou-se o programa de maior audiência da emissora. Esse sucesso de audiência fez com que passasse a ser transmitido diariamente em horário mais nobre - a partir do meio-dia. Desde o início, o Jazz Panorama é produzido e apresentado por Juan Maurer, jazzófilo de origem peruana radicado no Brasil desde os anos 1970. Após algumas semanas de exibição, Maurer passou a contar com a colaboração e o conhecimento jazzístico do alagoano Imanoel Caldas, como ele, também dono de uma inacreditável coleção discos de Jazz. Dos desafios iniciais, quando faziam a produção quase artesanal dos programas com gravações e mixagens dos originais em LP em fitas k7 até as facilidades da era digital, quando tudo passou a ser produzido e editado em computadores de última geração, o Jazz Panorama só viu crescer, manter e renovar o seu público ouvinte. O sucesso do Jazz Panorama está aliado a uma fórmula que deu muito certo: música de excelente qualidade dirigida a um público não especializado. Hoje o Jazz Panorama também pode ser acessado nas plataformas digitais. Em 2018, o Clube do Jazz Macéio, um grupo de músicos da cidade, liderado pelo contrabaixista Félix Baigon, e que nos últimos anos vem se dedicando a trazer para o público local o melhor deste gênero musical, passou a promover um evento que já entrou para o calendário cultural de Maceió: o ´Jazz Panorama ao Vivo´. O evento traz para o palco a mesma fórmula didática e o repertório de altíssima qualidade, já conhecidos e apreciados pelos fãs do programa no rádio. Nessas apresentações, clássicos e novos temas do jazz são executados pela banda do Clube do Jazz Maceió e convidados especiais, com informações dessas composições, autores e músicos trazidas ao público por Juan Maurer em pessoa. Apesar de ser uma atração relativamente nova, o Jazz Panorama ao Vivo rapidamente passou a fazer parte da programação cultural de Maceió. A cada nova edição, a audiência se multiplica, já tendo ocorrido a abertura de sessões extras para atender à demanda de público. Atrações de renome nacional e internacional já participaram de edições dos shows. Outra interessante estratégia do projeto Jazz Panorama que pretendemos repetir neste projeto são as participações de músicos locais que se apresentam como convidados nas sessões ao vivo do Jazz Panorama. Isso fomenta e fortalece o Jazz e a música nas regiões por onde o projeto passa. Subiram ao palco para nos trazer seu talento artistas como Duofel, Cristovão Bastos, Derico, Antonio Adolfo, Kiko Freitas, Nelson Faria, Itamar Assierre, Fernando Nunes, Billy Magno, Joatan Nascimento e os musicos alagoanos Almir Medeiros, , Chau do Pife, Leureny Barbosa , Everaldo Borges, entre muitos outros Tendo o Jazz Panorama ao Vivo se tornado parte do calendário cultural do Estado de Alagoas, alcançando inclusive repercussão regional, o evento já tem ao seu dispor mídia espontânea, com destaque nos veículos de comunicação on-line e off-line Além dos shows, promovemos com os músicos convidados workshops totalmente gratuitos para músicos locais e estudantes de música, o que consideramos uma parte importante e com impacto social do projeto. Todo conteúdo musical explorado no projeto deverá necessariamente se enquadrar como música instrumental, para melhor enquadramento ao projeto. O projeto se alinha com os seguintes incisos do Art. 1º da Lei 8313/91 II - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais; III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; VII - desenvolver a consciência internacional e o respeito aos valores culturais de outros povos ou nações; VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória; O projeto cumpre os seguintes objetivos previstos no Art. 3º da Lei 8313/91 II - fomento à produção cultural e artística, mediante: c) realização de exposições, festivais de arte, espetáculos de artes cênicas, de música e de folclore; IV - estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante: a) distribuição gratuita e pública de ingressos para espetáculos culturais e artísticos;
Não se aplica
-Apresentações: Pessoas com deficiência física: Os teatros escolhidos para receberem as apresentações do projeto deverão atender às normas de acessibilidade de pessoas com deficiência e idosos. Item no orçamento: Não será necessaria adição de rubrica dedicada. Pessoas com deficiência visual: Haverá uma preocupação do mestre de cerimônia dedicada a uma descrição mais detalhada das ações durante as apresentações, ofereceremos ingressos gratuitos a pessoas com deficiência visual em instituições locais que atendem a este público. Item no orçamento:Não sera necessaria adição de nova rubrica na planilha orçamentaria pois o apresentador a ser escolhido sera previamente orientado à realizar uma descrição sobre as cenas. Pessoas com deficiência auditiva: Disponibilizaremos em uma apresentação um intérprete de libras voltado ao publico portador de deficiência auditiva, intérprete incluso no orçamento. Item no orçamento:Tradutor - Ações de Contrapartida Social Pessoas com deficiência física: Os locais escolhidos para receberem as oficinas do projeto deverão atender às normas de acessibilidade de pessoas com deficiência e idosos. Item no orçamento: Não será necessaria adição de rubrica dedicada. Pessoas com deficiência visual: Haverá uma preocupação do oficineiro dedicada a uma descrição mais detalhada das oficinas. Item no orçamento: Não será necessaria adição de nova rubrica na planilha orçamentaria pois o apresentador a ser escolhido sera previamente orientado à realizar uma descrição sobre as cenas. Pessoas com deficiência auditiva: Disponibilizaremos em uma oficina um intérprete de libras voltado ao publico portador de deficiência auditiva, intérprete incluso no orçamento. Item no orçamento:Tradutor
Medidas de democratização de acesso no projeto: Apresentações Musicais: - Doação de 20% dos ingressos destinada a instituições sem fins lucrativos. - Preços populares de ingressos (R$40,00); O projeto se alinha com os seguintes incisos do artigo 21 I - doar, além do previsto na alínea "a", inciso I do artigo 20, no mínimo, 20% (vinte por cento) dos produtos resultantes da execução do projeto a escolas públicas, bibliotecas, museus ou equipamentos culturais de acesso franqueado ao público, devidamente identificados; IV - permitir a captação de imagens das atividades e de espetáculos ou autorizar sua veiculação por redes públicas de televisão e outras mídias; V - realizar, gratuitamente, atividades paralelas aos projetos, tais como ensaios abertos, estágios, cursos, treinamentos, palestras, exposições, mostras e oficinas, além da previsão do art. 22; Ação de contrapartida social/ Oficina - Ação totalmente gratuita.Os beneficiários da ação formativa cultural devem ser professores e alunos de qualquer nível. Desses alunos e professores, pelo menos, 50% devem ser de instituições públicas de ensino. O projeto se alinha com os seguintes incisos do artigo 21 I - doar, além do previsto na alínea "a", inciso I do artigo 20, no mínimo, 20% (vinte por cento) dos produtos resultantes da execução do projeto a escolas públicas, bibliotecas, museus ou equipamentos culturais de acesso franqueado ao público, devidamente identificados; IV - permitir a captação de imagens das atividades e de espetáculos ou autorizar sua veiculação por redes públicas de televisão e outras mídias; V - realizar, gratuitamente, atividades paralelas aos projetos, tais como ensaios abertos, estágios, cursos, treinamentos, palestras, exposições, mostras e oficinas, além da previsão do art. 22;
Ficha Técnica - Coordenador do Projeto: Felix Baigon - Produtor: Léo Villanova - Mestre de cerimônia: Juan Maurer - Músicos: Felix Baigon (contrabaixo), Allysson Paz (bateria) Jailson Britto (saxofone) Jiuliano Gomes (piano e teclados). Currículos Felix Baigon Em sua trajetória, Felix Baigon atuou em orquestras como a Tabajara, do maestro Severino Araújo, Orquestra Cuba Libre e Rio Jazz Orquestra. Com a Tabajara, fez temporada no Cassino Estoril, em Portugal. No Rio de Janeiro, durante a década de 1980, acompanhou artistas conhecidos nacionalmente, a exemplo de Jamelão, Nelson Gonçalves, Eliana Pitman, Jorge Vercilo, Rita Mansur, Suzy Quintela e fez parte da primeira formação da banda Celebrare. Participou ainda de musicais com os atores Luiz Armando Queirós e Beth Faria. De volta à Maceió, nos anos 1990, passou a produzir os trabalhos de artistas alagoanos como Leureny, Mácleim, Júnior Almeida, Ricardo Mota, Chico Elpídio, Sóstenes Lima, Lucy Serralvo, Clarice Barreiros, Fernanda Guimarães e Irina Costa. Fora do Brasil, apresentou-se com o cantor alagoano Carlos Moura na cidade de Vancouver no Canadá, participou da Festa du Suds em Marselha/FR e apresentou-se nas cidades de Aix Provence e Montpelier com os cantores alagoanos Júnior Almeida e Ricardo Mota. Viajou à Suíça, onde se apresentou no Montreaux Jazz Festival com a Maceió Jazz Orquestra do Maestro Ivanildo Rafael. Participou ainda do II encontro de arte e cultura na cidade de Serpa em Portugal, com o cantor baiano Del Yrerê. Foi técnico de música do SESC Alagoas, onde dirigiu os festivais de música da instituição durante oito anos. Participou do Femucic - Festival de Música Cidade Canção na cidade de Maringá/PR como músico e membro da comissão de seleção em diversas oportunidades. Em 2007, voltou a atuar no eixo Rio/São Paulo. Participou do espetáculo Bibi Pop III, com a atriz e cantora Bibi Ferreira, realizando shows em Goiânia, Aracaju e Salvador, e fez parte da banda no espetáculo "Obra Viva de Baden Powell" no SESC Pompéia/SP, tocando com diversos artistas, como Yamandu Costa, Marcel Powell, Duofel, Paula Morelembaun, Dalilla Coult, Chico Pinheiro, Natan Marques e Paulo César Pinheiro. Foi diretor musical do FEMUFAL - Festival de Música da Universidade Federal de Alagoas entre 2009 e 2014. Atuou no Musical Vicente Celestino A Voz Orgulho do Brasil se apresentando nos teatros Ginástico e Leblon no Rio de janeiro entre Março e Julho de 2010 e no Teatro Anhembi Morumbi em Janeiro de 2012. Dirigiu o show Saudades de Elis com os artistas Leureny, Irina Costa, Wilma Araújo, Nara Cordeiro, Elaine Kundera, Wilma Miranda, Fernanda Guimarães, Jr. Almeida, Dida Lyra e Igbonan Rocha no Teatro Gustavo Leite e na Praça multieventos em Maceió. Entre os anos de 2013 e 2014 fez as temporadas brasileira e europeia tocando em navios de cruzeiros da empresa espanhola Pullmantur. Em 2015 funda o Clube do Jazz Maceió, grupo dedicado ao Jazz, Bossa Nova e a música instrumental brasileira, que reúne os músicos antigos e novos da cena alagoana em ensaios abertos ao público no Espaço Cultural da Diteal, onde o grupo compartilha o saber musical, repertório, partituras e estudos técnicos dos instrumentos para as novas gerações. Realizou o primeiro show em homenagem ao Dia Internacional do Jazz em Abril de 2018 no Teatro de Arena de Maceió com a participação de diversos músicos e cantores alagoanos, o que resultou em uma sequência de shows mensais por onde já passaram os artistas Amaro Freitas/PE, Antonio Adolfo/RJ, Billy Magno/SP e instrumentistas alagoanos como Toni Augusto, Jailson Brito, Everaldo Borges, Rony e Beto Ferreira e Jiuliano Gomes. Léo Villanova Sócio-diretor da Promosix e da Six Propaganda. Formado em Comunicação Social. Publicitário, jornalista, músico, ilustrador e fotógrafo e produtor cultural.Trabalha como cartunista e ilustrador desde 1982, tendo passagem em vários jornais em Alagoas e em revistas de circulação nacional, como a Bundas e o Pasquim 21, estando sob a editoria do cartunista e escritor Ziraldo. Em 2016, expus uma série de ilustrações reconstituindo a cidade de Maceió no início do século XX.Como publicitário atua desde 1986, trabalhando na direção de criação e arte de peças publicitárias e na produção de eventos corporativos para clientes como Sebrae, Unimed, Braskem, Senac, Maceió Shopping, entre outros. Tenho trabalho reconhecido através de premiações regionais, nacionais e internacionais, como a conquista do ouro no Prêmio Lusos, em Lisboa – Portugal.Como fotógrafo já participou de exposições e mostras em Alagoas e outros estados como Paraíba, Rio Grande do Norte e Pernambuco. Teve ensaios fotográficos com temática social publicados em jornais e revistas de circulação nacional como a Caros Amigos e foto reportagem sobre a Primavera Árabe, publicada em caderno especial no jornal Gazeta de Alagoas.É músico instrumentista e atua como baterista e compositor nas bandas Influenza que participou de festivais promovidos pelo Sebrae e Querosene Jango que participou de eventos locais e foi premiada em festival promovido pela MTV em 2005. Desde 2018 trabalho na produção do Jazz Panorama ao Vivo, evento dedicado a promover a música instrumental em Alagoas e que faz o intercâmbio entre músicos locais e artístas de relevância no cenário nacional e internacional através de espetáculos e oficinas.Atualmente trabalha também como co-diretor e diretor de arte em um documentário contemplado em edital da Ancine em 2018 em fase de montagem e com lançamento previsto para 2021. Juan Maurer Nasceu na cidade de Bellavista, na província de Callao, no Peru em 1940. Por conta da vida profissional do pai – um diplomata e executivo de uma multinacional – desde cedo teve uma existência cigana. Ainda com um ano de idade, foi morar nos Estados Unidos. Mas em pouco tempo, estava se mudando para Havana, Cuba, retornando alguns anos mais tarde para Lima, no Peru. Ainda adolescente, teve que se mudar para o Rio de Janeiro, onde, aos 15 anos de idade, começou a se interessar por Jazz e comprar seus primeiros discos do gênero. A partir daí, o interesse do jovem foi se ampliando com livros sobre o assunto que tomava de empréstimo na Embaixada dos Estados Unidos no Rio. Do Brasil voltou aos Estados Unidos onde cursou faculdade na California. Lá teve oportunidade de ver performances ao vivo de ícones do jazz como Miles Davis, John Coltrane, Modern Jazz Quartet, Cannonball Adderley, entre muitos outros. Por conta de atividades profissionais, voltaria ao Brasil no final dos anos 1970, onde vive até hoje.
PROJETO ARQUIVADO.