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FRAMES SONOROS é um filme documentário de animação 2D para Youtube, que narra memórias, saberes e práticas de profissionais da Cultura e pesquisadores da Bahia, que são os protagonistas do filme. A produção videográfica tem como parceiro o Museu de Arte da Bahia e tem como proposta utilizarcomo base para elaboração do filme, fotogramas e fonogramas de acervos dos envolvidos, tais como : obras visuais, desenhos, fotos, slides e fonogramas.FRAMES SONOROS tem a duração de30 minutose o seu lançamento acontece na internet, pela plataforma streaming do Youtube.De contrapartida serão realizadas oficinas virtuais para elaboração de cenas com alunos de uma Escola pública em Salvador e universitários das cidades de Cachoeira e Santo Amaro no Recôncavo Baiano.
O filme tem a classificação livre. Sinopse: Frames Sonoros é um documentário curta-metragem de animação 2D, que narra de forma lúdica, memórias, saberes e práticas de pesquisadores que utilizam equipamentos de som e imagem, como ferramentas do seu trabalho e profissionais da Cultura, como Capoeiristas, Cineastas e Sambadores de Salvador e do Recôncavo Baiano.
OBJETIVO GERAL Produzir e lançar na internet o curta-metragem de animação 2D, Frames Sonoros. OBJETIVOS ESPECÍFICOS Finalizar o roteiro na ilha de edição; Destacar equipamentos de som e imagem nas cenas, enfatizando as memórias, os saberes e as práticas das culturas ancestrais; Desenhar novos ângulos e movimentos dos personagens e figurantes; Remixar cenários e objetos de cena dos acervos envolvidos; Manipular pixels para edição de texturas e efeitos visuais; Editar e mixar som ( fonogramas do acervo ) Editar e finalizar imagens (stop motion); Montar as cenas em sequências; Fazer a cena de abertura, transições, elipses e cena dos créditos finais; Divulgar o projeto pela internet com uma equipe de produção; Prospectar a difusão em outras plataformas de exibição;
Respeitando as orientações adequadas para a situação atual de isolamento e produzir à distância usando as novas tecnologias ao nosso favor. Um projeto que tem como intuito, fomentar a economia criativa desses convidados, amplificando as suas obras, pesquisas e acervos, difundindo em outras redes, mesclando culturas contemporâneas com tradicionais, além de: Valorizar obras que precisam de maior visibilidade Difundir conhecimentos ancestrais e africanos como a capoeira e a religiosidade, saberes e práticas, patrimônios culturais imateriais e materiais de cidades baianas. Tratar de assuntos importantes para a memória da cultura Fortalecer a auto-estima de artistas e profissionais envolvidos que dependem da Cultura para sobreviver, sem perder a identidade original dos autores e remunerá-los por isso, incentivando a economia em rede e virtualmente. Fortalecer o trabalho à distância Criar formas de economia criativa em conjunto O proponente tem experiências com o IPHAN, UNESCO entre outras organizações e entidades da cultura e preservação do patrimônio cultural Ampliar a atenção aos projetos do proponente e dos envolvidos Fortalecer a economia cultural Estimular a criatividade e o trabalho com as novas tecnologias Interagir à distância com pessoas idosas Interagir com estudantes de escola pública e pesquisadores universitários ativos Criar e difundir conteúdos relacionados à capoeira Inspirar-se no Plano de Salvaguarda da Capoeira Contratar profissionais temporariamente Realizar um tráfego virtual de arquivos sonoros e visuais para a criação do filme Interagir virtualmente com fins econômicos e artísticos Ampliar a visibilidade tanto das obras dos artistas como também dos projetos ligados ao proponente Possibilitar a continuidade do desenvolvimento do projeto do proponente, que foi afetado pela situação da pandemia; Desenvolver a técnica de animação utilizada pelo proponente Desenvolver narrativas com o foco de entreter de forma lúdica e criativa Colaborar coletivamente e à distancia, com a arte e cultura Interagir com as pessoas que estão em casa neste momento de isolamento Interagir com criadores da cultura e arte que também se encontram numa situação de isolamento Contribuir para a formação de multiplicadores dos manifestações populares na forma virtual; Envolver a juventude menos privilegiadas no compromisso comunitário considerando a questão de raça e gênero; Estimular a tomada de consciência e valorização da auto-estima na comunidade afro-descendente; Consolidar e fortalecer a Bahia na recuperação dos valores populares; Utilizar esses conhecimentos críticos e repletos adquiridos através das artes educativas transformando-as em veículos de multiplicação Oferecer novas formas de interação e integração da cultura; Agir diretamente com a nova geração, a usar a linguagem do game, animação e remixes, com temas culturais; Estimular de forma lúdica, os saberes e práticas da capoeira, fazendo referência aos antigos; Atuar coletivamente para um bem comum, promovendo a paz e o conhecimento; Valorizar a memória, utilizando as novas tecnologias para narrar estimulando os sentidos, na tentativa de novas formas de expressão; Conscientizar um público geral sobre a importância da memória e prática consciente da capoeira e do samba de roda, além de outras culturas ancestrais; Ampliar o alcance virtual de uma roda de capoeira com a linguagem atrante para a nova geração; Porque a Lei de incentivo à cultura é o mecanismo ideal para a cultura, por exemplo da capoeira, samba de roda e o reggae que são temas abordados neste projeto, entre outros, considerando os incisos do Art. 1º da Lei 8313/91 I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; II - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais; III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; IV - proteger as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsáveis pelo pluralismo da cultura nacional; V - salvaguardar a sobrevivência e o florescimento dos modos de criar, fazer e viver da sociedade brasileira; VI - preservar os bens materiais e imateriais do patrimônio cultural e histórico brasileiro; VII - desenvolver a consciência internacional e o respeito aos valores culturais de outros povos ou nações; VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória; IX - priorizar o produto cultural originário do País. Considerando o Art. 3º (Incisos I e IX) o projeto tem como parceiro convidado dois mestres de capoeira ambos com mais de 60 anos e irão atuar virtualmente na rede social de grupos e associações da capoeira através do episódio sobre a capoeira. Um projeto audiovisual que tem uma relação direta com o Patrimônio cultural imaterial: " Saberes, celebrações, formas de expressão e lugares que grupos sociais reconhecem como referências culturais organizadoras de sua identidade, por transmissão de tradições entre gerações (conceito extraído do art. 3º, XX da Instrução Normativa 01 do MinC) " e que usa a técnica clássica do STOP MOTION para produzir um filme de animação 2D, que usa como fotogramas na sua composição cinematográfica, obras visuais de artistas baianos (acervo do Museu de Arte da Bahia), fragmentos narrados e cenas inspiradas em livros de valores artísticos, humanísticos de referência (antropóloga Goli Guerreiro e fotógrafa Arlete Soares), arquivos visuais e sonoros, registro de performances e saberes e práticas de personagens reais das áreas culturais da Fotografia, do Cinema, do Samba de Roda do recôncavo baiano e da Capoeira de rua e do Samba-reggae de Salvador, em cenas lúdicas de animação 2D que são remix de fonogramas e fotogramas dos artistas e pesquisadores convidados que serão personagens de um desenho animado: O cineasta Roque Araújo, a fotógrafa Arlete Soares, os mestres de Capoeira Gajé e Santa Rosa, a etnomusicóloga Francisca Marques e a antropóloga Goli Guerreiro.
Outro fator importante de ressaltar é que o proponente havia feito uma proposta de um projeto de capoeira pela Lei Rouanet, anteriormente a esta, porém, foi cancelada pela situação da pandemia, a proposta já havia iniciado as diligências iniciais de inscrição e havia mobilizado até intercâmbio internacional com os dois mestres envolvidos , para irem à Alemanha visitar um grupo local e realizar um vídeo, um festival em Salvador, entre outras atividades, incluindo a oficina de berimbaus no modo presencial.
Produto principal: Vídeo FRAMES SONOROS Produção videográfica de um documentário de animação 2D que utiliza como base, fotogramas e fonogramas dos acervos envolvidos, (obras visuais, desenhos, fotos, slides e fonogramas ) com duração de 30 minutos. O seu lançamento acontece na internet, pela plataforma streaming do Youtube no formato 16:9, FullHD 1080p. CONTRAPARTIDA Filme extra do projeto - FRAMES SONOROS NA ESCOLA | Oficina de berimbaus com o Mestre Gajé METODOLOGIA (EM ANEXO SE ENCONTRA O PDF com mais informações)
A Acessibilidade de CONTEÚDO prever medidas para compreensão do projeto em audio descrição, legendagem descritiva e LIBRAS.
Será gratuito e livre para um público geral, no entanto, serão selecionados 20 alunos para participar das oficinas. Serão remunerados cada aluno, com 1 cachê simbólico. CONTRAPARTIDA O projeto tem como contrapartida a elaboração de cenas para o filme com a participação de alunos de escola pública através de oficinas em 2 modos: Modo virtual A proposta é criar cenas de animação com os personagens Mestre Gajé (oficineiro) e Mestre Santa Rosa (cinegrafista) Fabrício Jabar (microsystem) fazendo uma oficina de confecção de berimbaus e apresentando uma roda de capoeira holográfica para a comunidade jovem de uma escola pública de Salvador. Modo presencial Será necessária a contratação de uma Agente social para fazer encontros virtuais e presencial com os alunos e o proponente. O encontro presencial será para captar imagens e fonogramas dos alunos, da escola e comunidade e transformá-los em diálogos espontâneos, personagens animados em 2D e cenários para as cenas do FRAMES SONOROS com o Mestre Gajé na Escola (descrita anteriormente e que será ainda expandida). Portanto o caráter educativo se dar na realização da cena, que por si só, será uma ferramenta de aprendizagem e se torna uma oficina virtual que será chamada FRAMES SONOROS NA ESCOLA | Oficina de Berimbaus com o Mestre Gajé. Por isso, essa cena vai ser compartilhada à parte do filme, se tornando um material extra social do filme e também servir de divulgação para o lançamento do próprio FRAMES SONOROS. Será feita uma seleção pela Agente Social que já atua na comunidade e com autorização dos pais e responsáveis convocará 20 alunos para irem nos contraturnos realizar as oficinas. Os participantes selecionados irão receber um cachê simbólico de 200 reais cada. A ideia é montar um pano de croma key na escola para poder captar os movimentos dos personagens fardados e também gravar fonogramas in loco e frames para cenários e objetos de cenas. CRITÉRIO DE SELEÇÃO 1 - Aluno deve está matriculado no Ensino Fundamental 2 ou 1º ano do Ensino Médio de escola pública 2 - Ser Afro decendente 3 - Apresentar o termo de autorização dos pais ou responsáveis, com cópias dos documentos de RG CPF e conta bancária Inscrição Será feita uma mobilização juntamente com a coordenação pedagógica, o agente social e o professor envolvido, através de emails e grupos de whatsapp, por onde serão enviados o convite e o termo de autorização, os 20 primeiros inscritos serão beneficiados com o cachê simbólico.
Fabrício Jabar - Proponente (Editor de som e imagem, Sonoplasta e Diretor cinematográfico) Desde 2004 atua no mercado audiovisual em vários segmentos e nas funções, prestando serviços como pessoa física e jurídica, se especializando em edição e finalização de som e imagem, animação 2D, desenho sonoro e registro videográficos, para Empresas, Instituições, Artistas sonoros e visuais, Pesquisadores, Televisão, Produtoras, Projetos Sociais, Associações Culturais, Laboratórios de pesquisa e de forma independente em projetos autorais com parcerias. A partir de 2016 se tornou o desenvolvedor de som e imagem do projeto cultural de criação e difusão audiovisual, o Micro Soundcine, de sua autoria e que possui uma mostra audiovisual móvel com uma programação que se expande a cada temporada de projetos audiovisuais e co-produções. Arlete Soares (Fotógrafa convidada) Arlete Soares, nascida em 1940, fundadora da Editora Corrupio (Salvador, 1979) é autora de seis livros de fotografia. Goli Guerreiro (Antropóloga convidada) Goli Guerreiro, soteropolitana, é pós-doutora em antropologia, blogueira, curadora e escritora. Tem seis livros publicados, entre eles o romance Alzira está morta, ambientado no século 20, em África e na diáspora negra. Modelou o conceito Terceira diáspora sobre trocas culturais pós-internet entre cidades atlânticas; é uma pesquisadora independente e se debruça sobre repertórios culturais do mundo atlântico negro em vários formatos: palestras, oficinas, mostras iconográficas, coleções de moda, exposições, narrativas audiovisuais e literárias. Consultoria Antropológica será feita para o video com fotos de Arlete Soares, auxiliando o roteiro durante a edição. Francisca Marques (Etnomusicóloga convidada) Francisca Marque é fundadora e coordena o Laboratório de Etnomusicologia, Antropologia e Audiovisual (LEAA) que é um espaço comunitário e acadêmico de pesquisa, ensino e extensão voltado à documentação das manifestações tradicionais e culturais, em especial, do Recôncavo, Portal do Sertão e Região Metropolitana. A partir de uma pedagogia comunitária, o LEAA tem como objetivo estimular a formação de pesquisadores entre crianças, adolescentes e jovens para que trabalhem e desenvolvam atividades ligadas à pesquisa em música e cultura, e a documentação audiovisual e etnográfica. O LEAA teve a sua metodologia de trabalho com as culturas populares premiada pela UNESCO, o que resultou na publicação de Being Young Digital Creators: a practical booklet for educators (UNESCO, 2007), que circulou por 65 países. Criado como Laboratório comunitário através de uma parceria entre a Associação de Pesquisa e Cultura Popular e Música Tradicional do Recôncavo e Associação Cultural do Samba de Roda Dalva Damiana de Freitas, desde 2014, o LEAA está vinculado ao Centro de Cultura, Linguagens e Tecnologias Aplicadas (CECULT/UFRB). O Laboratório tem a participação de pesquisadoras(es) da UFRB e de outras instituições nacionais e estrangeiras, assim como estudantes de graduação, pós graduação, ensino médio e básico. Mestre Santa Rosa ( Mestre de capoeira) O mestre Santa Rosa tem experiência com cinema e produção audiovisual. Já produziu 2 documentários sobre capoeira na parceria do cineasta baiano Roque Araújo. Santa Rosa possui um acervo pessoal de frames e takes sobre a capoeira em Salvador e a proposta é realizar um remix dos takes do capoeirista em croma key e também frames dos seus documentários para construir cenários, a proposta é ele virar um personagem animado que narra poesias relacionado a a cultura ancestral pelas ruas do centro histórico de salvador. A trilhas sonoras do seu acervo também serão remixadas e os takes no croma já existem. Mestre Gajé (Mestre de capoeira) O mestre Gajé possui 3 cd’s gravados com música autoral, a proposta é realizar um clipe animado com frames do seu acervo audiovisual para divulgar o seu último cd lançado, que tem um video registro do lançamento realizado em 2019 pelo proponente, que também já produziu um documentário biográfico do capoeirista em 2015. As músicas serão selecionadas pelo proponente durante a edição. Adriana Brito (Produtora Executiva) Responsável pelas etapas de produção relacionadas aos tramites com patrocinador, auxilio ao diretor cinematográfico, contatos com os convidados e parceiros, serviços contratados de auxiliar de design e auxiliar de comunicação, despesas, prestação de contas, assessoria de comunicação, divulgação, impulsionamento,...
PROJETO ARQUIVADO.