| CNPJ/CPF | Nome | Data | Valor |
|---|---|---|---|
| 08357240000150 | BANCO CSF S/A | 1900-01-01 | R$ 639,6 mil |
| 75315333000109 | ATACADAO S.A. | 1900-01-01 | R$ 300,0 mil |
"Prato Firmeza 5: diálogo campo e cidade" é uma continuidade e um aprofundamento do projeto Prato Firmeza, o guia gastronômico das quebradas de São Paulo e RJ. Nossa missão agora é entender o caminho do alimento, desde o plantio até o prato das pessoas que vivem nas periferias e favelas de grandes cidades do Brasil. Um diálogo entre campo e favela. Teremos como produtos culturais: um livro impresso (formato de guia), com 40 histórias de produtores rurais e restaurantes brasileiros que se preocupam com a cadeia produtiva da alimentação; série de 10 episódios de podcast para trazer a mesma temática para a linguagem oral e atingir mais pessoas; 10 vídeos para distribuição do livro e da série de podcast e uma atualização no nosso site para inserir as novas produções sobre a relação campo e favela. E, nesta edição, formaremos cerca de 410 jovens para a produção de jornalismo cultural, podcast e audiovisual como contrapartida social
1. Livro Esse será o quinto volume de um livro, com edição impressa e online, que preserva e difunde a cultura de periferias de cidades brasileiras e seus diálogos com suas zonas rurais de abastecimento, por meio da gastronomia. Os 40 textos, que vão compor o livro, serão produzido por jovens de coletivos jornalísticos com experiência e interesse em produção cultural, de periferias de centros urbanos e das zonas rurais de abastecimento, formados e coordenados pela nossa equipe - e que também vão contar com informações de produtores locais que nos abasteçam de informações sobre os territórios estudados. Composto de texto e fotos, é um canal para promover e conhecer de forma aprofundada a cultura da alimentação saudável nas periferias, suas influências e raízes, a partir da comida. O projeto é um canal, uma plataforma, para mostrar o que é produzido no campo e nas periferias de centros urbanos brasileiros e que ali ficam escondido – para quem não frequenta essas regiões, se guia pela imprensa tradicional e mesmo para seus moradores. Mergulhando nos caminhos dos bairros por meio de jovens moradores desses mesmos territórios que vão integrar o projeto, o Prato Firmeza mostra o que há de bom ali, focando em arte, empreendedorismo, cultura e na criatividade locais. Por meio da culinária e da produção de alimentos in natura, o projeto destaca a história desconhecida desses lugares, as misturas, as sabedorias, as dificuldades e a riqueza que é criada e vivida ali. Por meio da gastronomia, retrata a vida no campo e nas periferias costurando histórias de migração, de tradições culturais reformuladas e adaptadas, de ideias empreendedoras, de projetos sustentáveis e narrativas que contemplam a cidade como um todo, melhor representada em suas atividades culturais e inovações sociais. Com uma rede local de correspondentes gastronômicos, fortalecemos a visão plural sobre a cultura paulistana, colaborando para uma construção horizontal e democrática de significados. 2. Série de 10 podcasts sobre diálogo campo e cidades brasileiras Por meio de uma série de 10 podcasts, o Prato Firmeza vai mergulhar mais profundamente na história e na riqueza cultural das periferias e das zonas de abastecimento de alimentos de grandes centros urbanos do Brasil. Vamos conversar com produtores rurais e empreendedores urbanos de 10 cidades brasileiras sobre abastecimento de alimentos in natura, cultivo de produtos tipicamente brasileiros, empreendimentos gastronômicos periféricos e sobre a importância de um diálogo entre campo e cidade. 3. Vídeos de acompanhamento do projeto cada um dos 10 vídeos vai trazer um aspecto da pré, produção e pós produção do livro e da séria de documentário. Será nosso principal material de apoio para abrir os processos de trabalho presente no projeto, engajar as pessoas na discussão do tema (gastronomia em diálogo campo e favela) e porestar contas do projeto para o seu público nas redes sociais, sites e até para ser exibidos em eventos locais.
O objetivo do projeto "Prato Firmeza 5: diálogo campo e cidade" é valorizar a cultura e os saberes culturais da gastronomia, da produção no campo e culinária tradicional, salvaguardar os modos de produção tradicionais, além de, fomentar a prática da alimentação saudável nas periferias de centros urbanos, por meio da investigação das relações entre o campo e a cidade, o caminho do alimento desde seu plantio até seu consumo final. Vamos fazer isso por meio do mapeamento de iniciativas de produtores rurais e restaurantes periféricos que se preocupam em manter seus meios de produção tradicionais e disseminar a cultura de alimentação saudável como um direito de todas as pessoas que vivem nas periferias de cidades brasileiras. Depois do mapeamento, vamos produzir, com jovens jornalistas, com produtores culturais formados pelo projeto e coletivos de jornalismo do campo e das periferias, o quinto volume do "Prato Firmeza, diálogo campo e cidade". O livro, feito com base nesse mapeamento nacional, vai conter 40 perfis de produtores e restaurantes e será distribuído para mais de 3 mil pessoas, que vivem tanto no campo como nas periferias das cidades mapeadas, para que tenham acesso a esse conhecimento, contribuindo para a conscientização sobre o sistema de abastecimento urbano, sobre o caminho do alimento (da terra ao prato), valorizando, assim, os meios de produção e a distribuição de alimentos que contribuem para a saúde das pessoas. Além disso, vamos produzir uma série de 10 programas radiofônicos (podcast), valorizando a cultura da oralidade tão presente nesses dois lugares (áreas rurais e periféricas). A série de programas radiofônicos será distribuída nacionalmente, gerando um debate sobre a importância de valorizar produtores rurais e restaurantes periféricos, que trazem a preocupação com a origem dos alimentos e os modos de fazer tradicionais como cultura central de seus empreendimentos gastronômicos. Para reforçar essa distribuição dos conteúdos produzidos (livro e série radiofônica), vamos desenvolver 10 vídeos para distribuir por redes sociais e canais parceiros. A prática cotidiana da alimentação será, como nas outras edições do Prato Firmeza, a porta de entrada para compreender a identidade cultural de locais afastados do centro, suas influências étnicas, culturais, estéticas, as raízes e as transformações da cultura tradicional. O projeto contribui para valorizar a preservar a "consciência da ‘tradição culinária’, a revalorização dos saberes tradicionais, as recuperações das matérias-primas, dos produtos e pratos ‘em processo de desaparecimento’ ou que já desapareceram, juntamente com o reconhecimento de que a cozinha constitui um patrimônio cultural imaterial importante e deve ser preservada por razões ecológicas e culturais", como apontado pelo antropólogo e professor da Universidade de Barcelona Jesús Contreras Hernández, em seu artigo "Patrimônio e Globalização, o caso das culturas alimentares". Este mapeamento terá os seguintes objetivos: Objetivo Geral Realizar o mapeamento de 50 produtores rurais e da da cadeia produtiva da Culinária/Gastronomia local tradicional de 10 municípios brasileiros visando registrar e salvaguardar os meios de produção tradicionais, fomentar e mapear a cadeia de economia criativa da produção gastronômica tradicional e disseminar o acesso aos meios de produção dessa cadeia produtiva. Objetivos específicos: > Apresentação da culinária como uma forma de expressão cultural na periferia e no campo, priorizando o produto cultural originário do país; > Produção de 3.000 livros impressos e versão online com 1000 dowloads distribuídas gratuitamente; > Produção de 10 programas radiofônicos em versão online e transcrição com distribuição gratuita; > Abastecimento das redes sociais do Prato Firmeza com 10 vídeos curtos sobre o processo de produção do livro e dos programas radiofônicos; > Valorização da cultura gastronômica do campo em diálogo com as favelas e comunidades; > Promoção de um amplo debate sobre a cultura de abastecimento das periferias dos centros urbanos do Brasil, olhando para o caminho do alimento; > Formar 410 jovens do campo e das periferias em produção cultural, para que sejam capazes de mapear, produzir e distribuir conteúdos relevantes (tanto em formato de texto, quanto de rádio) para o entendimento da cultura gastronômica brasileira. Os jovens formados terão formação nas seguintes áreas: Produção Cultural - Programas rádiofônicos, produção de jornalismo cultural, produção audiovisual etc.; Mapeamento afetivo e mobilização social e Jornalismo Gastronômico entre outros. > Reorganizar e alimentar o site do projeto com os produtos e contrapartidas sociais mencionadas; > Fomentar inclusão social por meio da contratação de, uma média, de dois joven por município para a realização do projeto. O projeto será produzido pelos jovens/coletivos de periferias formados no projeto; e > Trabalhar a cultura da alimentação saudável por meio do registro impresso (livro) e pela cultura da oralidade (programas radiofônicos); Como histórico do projeto, vale ressaltar que mais de 200 empreendimentos gastronômicos já foram mapeados nas periferias de São Paulo e região metropolitana e no Rio de Janeiro, e ganharam resenha e fotos nas publicações do guia impresso e online do Prato Firmeza. O mapeamento da comida tradicional de periferias de São Paulo foi iniciado em 2013 com o guia online e se aprofundou em quantidade e densidade com a realização de três volumes do livro Prato Firmeza, via Lei de Incentivo Federal, e mais um volume feito por meio de um edital da Fundação Cargill, servindo como lente para compreender as raízes da história e culturas locais por meio da prática cotidiana. A consolidação e a expansão do projeto carregam junto a valorização da cultura das periferias e maiorias invisibilizadas, por meio da gastronomia, entre os jovens realizadores do projeto e o público impactado, estimado em cerca de 2 milhões de pessoas, entre versões impressa, online, oficinas, palestras e seminários (presenciais e online), websérie em vídeo de 4 episódios e mais 5 episódios de podcast, em parceria com a Feira Preta, além de uma ampla divulgação na imprensa e redes sociais. Com a realização da quinta edição do Prato Firmeza, vamos ganhar o Brasil, consolidar e ampliar a visibilidade e a valorização da cultura de periferia e do campo, mapeando mais de 50 iniciativas gastronômicas brasileiras (40 para o livro e mais 10 para os podcasts), divulgando a metodologia de produção do guia nacionalmente, para que o projeto possa ser replicado e possa aprofundar as pesquisas sobre questões culturais e sociais ligadas à comida das periferias e do campo. Em 2017, o primeiro volume do livro ficou em 6º lugar no Jabuti, o maior prêmio de literatura brasileira, na categoria de gastronomia. Em 2018, o segundo volume venceu, na categoria "Guia", o XXI Troféu São Paulo Capital Mundial da Gastronomia, organizado pela Câmara Municipal de São Paulo. No mesmo ano, teve sua primeira versão audiovisual com a websérie "Comida de Quebrada", produzida e veiculada em parceria com a TV Folha. Os jovens repórteres que participaram das produções mudaram a maneira de ver a região em que moram, a partir do entendimento da história e da cultura dos locais. Tivemos empreendedores retratados no guia que relataram sentimento de valorização do seu trabalho e da preocupação com alimentação nas periferias e aumento do movimento. Construímos, assim, uma rede de comunicadores e empreendedores que seguem ativos no projeto e consolidamos o Prato Firmeza como uma marca articuladora entre essa rede e outros espaços de alimentação, comunicação, cultura e educação, além de um método de formação para o jornalismo a partir dos territórios geográficos e afetivos de cada um. Com isso, o Prato Firmeza 5 vem para dar continuidade e aumentar a capilaridade do projeto.
O "Prato Firmeza 5: diálogo campo e cidade" é um projeto de valorização da cultura das periferias e do campo, preservando a cultura por meio dos saberes e práticas cotidianas, no âmbito da gastronomia e da produção de alimentos tipicamente brasileiros. Sua realização é justificada porque produz e difunde bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória; e contribui para preservar os bens materiais e imateriais do patrimônio cultural brasileiro representados pelo campo e pelas periferias das cidades de São Paulo e outros centros urbanos brasileiros. Ao documentar e valorizar a cultura do campo e de periferias de São Paulo e outras cidades brasileiras, por meio da gastronomia e da compreensão da cultura de alimentação saudável, uma prática cotidiana e que faz parte desse diálogo entre campo e cidade, o projeto se enquadra nos seguintes incisos do art. 1 da Lei 8313/91: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; IV - proteger as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsáveis pelo pluralismo da cultura nacional; V - salvaguardar a sobrevivência e o florescimento dos modos de criar, fazer e viver da sociedade brasileira; IX - priorizar o produto cultural originário do País. E, com isso, visa alcançar os seguintes objetivos do Art. 3 da da Lei 8313/91: Inciso I, alínea c - instalação e manutenção de cursos de caráter cultural ou artístico, destinados à formação, especialização e aperfeiçoamento de pessoal da área da cultura, em estabelecimentos de ensino sem fins lucrativos; Inciso II, alínea b - edição de obras relativas às ciências humanas, às letras e às artes; Inciso III, alínea d - proteção do folclore, do artesanato e das tradições populares nacionais; Inciso IV, alínea b - levantamentos, estudos e pesquisas na área da cultura e da arte e de seus vários segmentos; Isso porque o Prato Firmeza é voltado à descoberta de raízes culturais não valorizadas, invisibilizadas e, ao fazer isso, leva consciência aos sujeitos de que são produtores culturais, por meio da produção gastronômica. A documentação (impressa, online e audiofônica) e divulgação das iniciativas (também por meio de vídeos nas redes sociais do projeto) protege a produção cultural ao mesmo tempo que incentiva e ajuda no desenvolvimento estruturado de novas possibilidades de atuação no campo da cultura gastronômica. Focado nas periferias das maiores cidades brasileiras, o projeto promove a diversidade cultural usando a gastronomia como ferramenta. Durante a realização dos quatro primeiros volumes, ficou claro o impacto do guia na valorização cotidiana da cultura de periferias, manifestada pelos participantes das oficinas e palestras e na cobertura da mídia. O mapeamento feito pelo Prato Firmeza nas periferias conectou agentes culturais desses territórios com a imprensa tradicional e reforçou a valorização dos mesmos nos veículos alternativos locais. Além disso, os fortaleceu como produtores culturais e gerou valorização simbólica e econômica das iniciativas. Os movimentos de afirmação da identidade cultural são formas de resistência à homogeneização cultural e alimentar, como aponta o antropólogo e professor da Universidade de Barcelona Jesús Contreras Hernández, em seu artigo "Patrimônio e Globalização, o caso das culturas alimentares". A cultura das periferias e do campo tem um papel central na resistência e diversidade, tanto cultural quanto econômica/empreendedora, e portanto deve ser preservada. Ao nosso ver, o projeto está totalmente enquadrado nas finalidades do Programa Nacional de Apoio à Cultura (Pronac) e tem sido um canal de encontro relevante entre a responsabilidade social e cultural de empresas e a da sociedade - que deveriam sempre andar juntas. Além disso, nos últimos quatro anos pudemos abordar como as periferias se relacionam com a comida, além de mapear restaurantes, contar e disseminar as histórias dos empreendimentos e pessoas, construindo consciência sobre a alimentação como cultura e saúde. Queremos continuar a levar o impacto do projeto para outros territórios e plataformas. Por isso, vamos para o campo e para periferias de outras capitais brasileiras. Além de trabalharmos as linguagens de livro impresso e programas de rádio (podcast). Além das zonas Sul e Leste de São Paulo, que possuem áreas de agricultura familiar já mapeadas em outras edições do guia, vamos também para cidades como Bragança Paulista e Mogi das Cruzes, na região metropolitana de São Paulo. Parelheiros, na Zona Sul de São Paulo, concentra, junto com o distrito de Marsilac, a maior área agrícola da capital. Nesse território atuam os mais de 30 produtores da Cooperapas, a maior cooperativa da cidade, que fornece diversos tipos de frutas, hortaliças e PANCs para redes de distribuição e consumo, como institutos e restaurantes. A Associação de Agricultores da Zona Leste, com sede em São Mateus, pratica a agroecologia urbana, com hortas espalhadas por toda a região. A Cooperativa dos Produtores Rurais Entre Serras e Águas foi fundada por cooperados das cidades de Joanópolis, Vargem e Piracaia e hoje conta com produtores de 11 cidades da microrregião de Bragança Paulista e 3 de Minas Gerais. Em Mogi das Cruzes, os produtos produzidos pela Coopavat (Cooperativa dos Produtores Agrícolas do Cinturão Verde do Alto Tietê) e Cooprojur (Cooperativa dos Produtores Rurais de Jundiapeba e Região) alimentam mais de 45 mil alunos de 205 escolas da rede municipal. Em Belém, no estado do Pará, por exemplo, existe a Cooperativa de Agropecuária de Belém, cuja produção é feita na Ilha de Cotijuba (um destino turístico bem conhecido, inclusive). Eles produziam pras escolas municipais também e, com a pandemia, começaram a escoar a produção por delivery. Esses são alguns dos exemplos que vamos apurar, aprofundar e trabalhar tanto no guia impresso, como na série de podcasts. Esse movimento acompanha uma tendência nacional na cultura alimentar do brasileiro: segundo o Censo Agropecuário de 2017, realizado pelo IBGE, existem atualmente 579,5 mil estabelecimentos agrícolas associados a cooperativas, um crescimento de 67,3% em relação ao último censo, de 2006. Esse número equivale a 11,4% do número total, mas quando se trata de agricultores familiares, o percentual de cooperados salta para 71,2%. A agricultura familiar representa 77% da quantidade de estabelecimentos de agropecuária do país, mesmo ocupando apenas 23% da área total. Por outro lado, o perfil dos produtores está envelhecendo e isso está diretamente relacionado com a dificuldade em manter jovens no campo. Dos mais de 5 milhões de estabelecimentos agrícolas do Brasil, apenas 11% possuem produtores de até 34 anos. Fazendo um recorte ainda mais jovem, de até 24 anos, esse número não chega a 2%. Em São Paulo, jovens de até 24 anos representam menos de 1% dos produtores e 6% têm até 34 anos de idade. Por isso a importância desse trabalho ser desenvolvido por jovens jornalistas e produtores culturais. Por fim, a lei de Incentivo à Cultura, em suas diretrizes, visa fomentar produtos, produções e meios da cadeia produtiva cultural tradicional que não têm o apelo e nem o capital para se manterem como produções hegemônicas. Por este motivo, o olhar para a produção tradicional gastronômica no campo e na cidade, desde os meios de produção rural da comida até a chegada no prato se faz um meio passível do apoio da Lei de Incentivo à Cultura.
Complementanto os Objetivos e histórico - Com o apoio do Edital Cargill 2018, produzimos o terceiro volume, apontando para a relação dos alimentos com as famílias e comunidades. Também contamos com o apoio do Edital Cargill 2019 para fazer a distribuição em parceria com a Feira Preta, o maior evento de empreendedorismo negro da América Latina. Em 2020, por meio da Lei Federal de Incentivo à Cultura, desenvolvemos o Guia Metodológico Prato Firmeza, que abriu a nossa metodologia de mapeamento, apuração, construção e distribuição para que outras pessoas possam desenvolver seus próprios guias em qualquer lugar. E possibilitou também o desenvolvimento da primeira versão do guia no Rio de Janeiro, além de um quarto volume na capital paulista, desta vez com recorte de empreendimentos de pessoas negras, em parceria com Feira Preta e AfroLab: o Prato Firmeza Preto. Desde o início do projeto foram realizados mais de 50 eventos e oficinas (presenciais e online), com participação direta de cerca de 20.000 pessoas. Na internet, as publicações do Prato Firmeza já atingiram mais de 2 milhões de pessoas por meio das redes sociais e canais parceiros, como Catraca Livre, Periferia em Movimento, HuffPost Brasil, Alma Preta, Preto Império, Vozes das Periferias, Agência Mural. No Facebook, o projeto tem mais de 5 mil curtidas e no Instagram, mais de 4 mil seguidores. Objetivamos multiplicar estes indicadores com esta edição. Complementando as medidas de Democratização do Acesso A distribuição e a divulgação do projeto será feita de forma a diversificar o acesso em termos geográficos, sociais, econômicos, ou seja, valorizando a cultura jovem na formação, das periferias às cidades rurais que abastecem essas favelas urbanas e também capitais de outros estados brasileiros que têm esse diálogo entre campo e regiões periféricas ativo. Vamos distribuir esse conteúdo e conhecimento por todo o país (de maneira online e offline). Os parceiros de distribuição da série de podcasts serão: Spotify, Rádio Yandê, a rede CBN (Rede Globo), SoundCloud e veículos de mídia online tradicionais como UOL e HuffPost Brasil, além daqueles voltados às periferias como Periferia em Movimento, Capão News, Nós Mulheres das Periferias, Desenrola Não Me Enrola, Vozes das Periferias, Agência Mural, Preto Império, Alma Preta (em São Paulo), além de Amazônia Real (AM), Agência Saiba Mais (RN), BHAZ (MG), Congresso em Foco (DF), Diário do Nordeste (CE), ES Hoje (ES), Marco Zero Conteúdo (PE), Nonada – Jornalismo de Travessia (RS), O Povo (CE), Plural (PR) e Sul21 (RS). Além disso, vamos investir no mapeamento de nova iniciativas e parceiras locais que aprofundem a distribuição e democratização de acesso em cada território. São veículos de diferentes perfis, dispostos a discutir a diversidade de uma maneira mais profunda e abrangente. Vamos trabalhar também os respectivos canais em redes sociais como YouTube, Facebook e Instagram do projeto. Por ser distribuído por uma rede de parceiros locais, online e de forma gratuita, a série de 10 podcasts também permitirá o acesso amplo em termos geográficos e de público. Por fim, a democratização do acesso deste projeto está para além da democratização do acesso aos produtos e visa a democratização do acesso ao conhecimento e aos meios de prodção e fazer na economia criativa. Já o lançamento do guia impresso e sua versão online e os eventos de divulgação e discussão da produção serão feitos de maneira virtual e também em espaços relacionados ao tema nas cidades e campos mapeados. Todos os eventos presenciais serão acessíveis a pessoas portadoras de necessidades especiais e também em escolas públicas como ação de formação de plateia, num total de pelo menos 5 eventos, sendo pelo menos dois no campo. A realização de encontros para mostrar o guia impresso e online e discutir a produção dos mesmos - apresentando o conteúdo e abrindo o processo por meio da discussão entre jovens agentes culturais, formadores de políticas públicas e interlocutores que dão a perspectiva geográfica e histórica dos movimentos culturais urbanos e rurais - é uma forma de ampliar a distribuição do material do projeto, formar plateia e valorizar a cidade e o campo como palco de expressão cultural. Assim, a informação será distribuída para além do produto e torna-se interativa. A distribuição offline e online será feita de forma integrada, com estimativa de chegar a mais de um milhão de pessoas, baseada em outras distribuições em rede feitas pela Énois. Em conformidade com a IN 4/2017, as etapas de mapeamento e formação serão abertas ao público gratuitamente. Os eventos de lançamento terão como foco o público jovem das periferias e será autorizada a captação de imagens dos eventos de lançamento e uso delas por outros veículos. Em conformidade com a IN 5/2017, serão feitos registros dos bastidores da produção que serão publicados online (inciso III), o acompanhamento da produção e dos eventos de lançamentos, divulgação e seminários serão permitidos para captação de imagens (inciso IV), serão feitos debates e rodas de conversa gratuitas sobre o projeto após sua finalização (inciso V), o projeto pressupõem o oferecimento de bolsas de estudo aos jovens que vão desenvolver o projeto, em sua maioria estudantes ou ex-estudantes da rede pública (inciso VI). Todo o material do projeto será publicado nos site da Agência Escola de Jornalismo Énois e do próprio projeto sob a licença Creative Commons CC-BY-NC 3.0 BR. Desta maneira, é possível copiar e redistribuir o material em qualquer suporte ou formato, além de remixar, transformar, e criar a partir do material.
1. Guia impresso Tiragem: 3.000 exemplares Formato: 13 cm x 18,2 cm Número de páginas: cerca de 100 Capa: impressa em 4/0 cores em papel alta alvura 200g com laminação fosca Papel miolo: impressa em 4/4 cores alta alvura gramatura 90g Lombada quadrada e orelha simples Mapeamento de 40 estabelecimentos gastronômicos das periferias da cidade de São Paulo e Região Metropolitana, construído com base na metodologia da Escola de Jornalismo da Énois, com pré-produção voltada à pesquisa do tema e das técnicas jornalísticas e produção prática, neste caso voltada a texto e fotografia. São 24 encontros de pré-produção e produção, totalizando 72 horas de desenvolvimento do produto. 2. Site www.pratofirmeza.com.br atualização do site com os novos locais mapeados e história do projeto 3. Podcast (programa radiofônico) Série de 10 podcasts Publicação no Spotify e na Rádio Yandê - e mais parcerias a serem construídas com veículos parceiros e locais. Construído com base na metodologia da Escola de Jornalismo da Énois, com pré-produção voltada à pesquisa do tema e das técnicas jornalísticas e produção prática, neste caso voltada à áudio, podcast. São 40 encontros de pré-produção e produção, totalizando 120 horas de desenvolvimento do produto. 4. Vídeos Publicados nas redes sociais do projeto, da Énois (instituição proponente) e parceiros, como coletivos de comunicação e cultura de âmbito nacional, os vídeos terão no máximo 6 minutos de duração e terão sempre um perfil pedagógico, no sentido de contar para as pessoas como estão sendo feitos o livro e o podcast. Além de trazer e aprofundar aspectos da produção, os vídeos vão levantar questões da cultura gastronômica brasileira, sempre no mote do diálogo entre o campo e a favela. Vamos falar de abastecimento das cidades, cadeia produtiva, alimentação saudável e produção rural. 5. Eventos de lançamento e divulgação Para divulgação do livro e fomentar o debate sobre , serão realizados cinco encontros virtuais, divididos entre lugares periféricos da cidade e zonas rurais (em centros de cultura ou escolas públicas) em que o projeto Prato Firmeza será apresentado, os resultados e as descobertas do trabalho serão discutidas e será feito um registro dos resultados do projeto aberto ao público. Os encontros serão feitos via internet (por exemplo, como é feita a Rádio Poste) e devem ter pelo menos duas horas de duração, mostrar o mapeamento, as descobertas culturais nas periferias da cidade e nas zonas rurais que abastecem esses restaurantes periféricos. Estarão presentes nesses encontros online pelo menos três pessoas envolvidas no desenvolvimento do projeto, sendo um jovem que participou desde a capacitação inicial e integrou a equipe de desenvolvimento do projeto. Todos os encontros serão abertos à gravação em vídeo. Para distribuir a série radiofônica, faremos articulações de parceria com o Spotify e com a Rádio Yandê, que conta com um público de 2 milhões de pessoas de diversas etnias indígenas. Também faremos a divulgação de 10 vídeos sobre o processo produtivo nas redes sociais do projeto e também 10 encontros virtuais para distribuir os 10 episódios de podcast para públicos de cada uma dessas cidades. Contrapartidas sociais - FormaçõesAs formações entram como contrapartidas sociais, mas fazem parte integral do projeto. O projeto é construído pelas mãos das/os alunas/os formadas/os por ele. As formações são destinadas a alunas/os periféricas/os das redes públicas de ensino e é nesse processo que são criados os produtos do projeto. O legado das formações e do projeto é, justamente, a capacitação destes alunos que passam a ser produtores culturais ativos em suas comunidades. Com isso, cada produto é co-criado a partir de processos formativos e as contrapartidas sociais são transversais ao projeto, são elas: 1. Livro com 40 histórias pelo Brasil Vamos oferecer a formação de construção do guia para 10 turmas, em 10 cidades diferentes (de onde vão sair essas histórias), para uma média de 40 alunas (os) em cada cidade na seguinte pegada: EIXOS DA FORMAÇÃO: 1. Eu e o Território - mapeamento afetivo e busca de informações (habilidade de apuração) 2. Como escrever sobre gastronomia (técnica de texto) 3. Jornalismo e Distribuição (produção cultural de eventos e redes de distribuição) 4. Cronograma e Planejamento (como partir para ação/elaboração de projetos) 5. A fotografia e o Projeto editorial gráfico (habilidades gráficas/artísticas) 6. Aprofundamento dos temas editoriais (desenvolvimento do projeto) 2. Formação para produção de podcast Vamos oferecer essa formação para 10 turmas, em 10 cidades diferentes (de onde vão sair essas histórias para cada um dos 10 episódios do programa radiofônico), para uma média de 40 alunas (os) cada uma na seguinte pegada: Eixos da formação: 1. Eu e o Território - mapeamento afetivo e busca de informações (habilidade de apuração) 2. Como escrever um roteiro de podcast (referências, sonoplastia, ruídos cotidianos) 3. Jornalismo e Distribuição (como distribuir uma série nacional de podcasts online e off line: produção cultural de rodas de discussão e escuta da audiência) 4. Cronograma e Planejamento (como partir para ação/elaboração de projetos) 5. Roteiro de apuração, Gravação, Roteiro de montagem e Edição final: os caminhos da produção (habilidades específicas da produção radiofônica) 6. Aprofundamento dos temas editoriais relacionados à comida (como falar de comida a partir do áudio? desenvolvimento do projeto editorial e ser trabalhado de maneira sonora) 3. vídeos para distribuição do conteúdo produzido: Essa formação será complementar as duas demais formações, porque os vídeos produzidos no âmbito do projeto serão utilizados para amplicar o alcance do livro e da produção radiofônica com foco nos 10 territórios mapeados. Eixos da formação: 1. Como produzir seu próprio vídeo com celular 2. Como ganhar alcance nas redes sociais 3. Planejamento da comunicação 4. Medição do alcance e escuta da audiência
Além da versão online do guia (www.pratofirmeza.com.br), que será atualizado neste quinto volume tonando o site mais acessível (como já é o da instituição propontene: www.enoisconteudo.com.br), será produzida uma série de 10 podcasts (programa radiofônico) com acesso gratuito e também 10 vídeos que mostram o processo de produção e serão distribuídos nas redes sociais do projeto. Os 3 mil guias impressos, trazendo histórias de empreendedores do campo e das favelas, também serão distribuídos gratuitamente, por meio de envio postal, eventos, debates e oficinas e também por meio de parcerias com coletivos, organizações sociais e restaurantes que distribuem cestas básicas e quentinhas para as populações mais vulneráveis. Além disso, vale ressaltar que os eventos presenciais e online de lançamento e divulgação do livro e as palestras-oficinas após o desenvolvimento do projeto serão realizados em espaços culturais acessíveis a idosos e pessoas portadoras de necessidades especiais. Neste quinto volume, um dos produtos é a série de podcasts com entrevistas com produtores rurais e empreendedores gastronômicos das periferias de centros urbanos brasileiros - um produto em si já voltado ao público portador de deficiência visual e para pessoas que tem na cultura oral sua principal via de disseminação e apreensão de conhecimento coletivo. Os eventos de divulgação e discussão da série de podcasts também serão realizados em espaços culturais acessíveis a idosos e pessoas portadoras de necessidades especiais e essa condição de acesso será explicitada na divulgação dos eventos. Além disso, formatos online, como lives e encontros virtuais também contribuem para ampliar o acesso e a acessibilidade dos conteúdos produzidos no âmbito do projeto. Produtos e medidas de acessibilidade: Livro Acessibilidade física: Não se aplica para este produto. Acessibilidade para deficientes visuais: - Versão Online possibilita a utilização de apps de leitura para pessoas cegas e/ou com baixa visão; O site terá a inclusão sem custo adicional na planilha Acessibilidade para deficientes auditivos: - Versão impressa e digital distribuída gratuitamente (sem custo adicional na planilha) Podcast Acessibilidade física: Não se aplica para este produto por ter uma distribuição digital. Acessibilidade para deficientes visuais: Os episódios de Podcast terão a distribuição gratuita em várias plataformas e no site do projeto dando amplo acesso a pessoas cegas e/ou com baixa visão; Sem custo adicional na planilha orçamentária Acessibilidade para deficientes auditivos: - Pessoas surdas poderão ler as transcrições dos episódios que, também, estarão disponíveis no site do projeto - iten 17 da planilha orçamentária Vídeos de redes sociais Acessibilidade física: Não se aplica para este produto. Acessibilidade para deficientes visuais: - Pessoas cegas e com baixa visão poderão ouvir o produto que será produzido com audiodescrição; Custos no iten 5 da planilha Acessibilidade para deficientes auditivos: - Todos os vídeos terão legendas inclusivas para as leituras de pessoas sudas. Custos no Item 6 da planilha orçamentária Eventos presenciais e online de formação - Os eventos farão uma triagem para analisar a necessidade de profissionais de libras e/ou tutores para pessoas surdas, cegas e/ou com baixa visão. Caso tenhamos inscrições com estas necessidades contrataremos os profissionais necessários para garantir a participação destes públicos. Itens 42 e 58 da planilha orçamentária
Como contrapartida social 410 jovens, essencialemte de escolas públicas, serão formados em produção cultural, jornalismo cultural, produção de publicações, podcasts e vídeos. Alguns dstes jovens serão co-responsáveis pela produção dos produtos. Sendo assim, entendemos que, aliada às contrapartidas sociais, as medidas de democratização de acesso de acordo com a IN no 02/2019 em seu Art. 21 serão as seguintes: I - doar, além do previsto na alínea "a", inciso I do artigo 20, no mínimo, 20% (vinte por cento) dos produtos resultantes da execução do projeto a escolas públicas, bibliotecas, museus ou equipamentos culturais de acesso franqueado ao público, devidamente identificados; IV - permitir a captação de imagens das atividades e de espetáculos ou autorizar sua veiculação por redes públicas de televisão e outras mídias;
O proponente em seu CNPJ será responsável pela: Direção de Criação do vídeo; Coordenação Geral da estruturação do Site, do programa radiofônico da pré-produção e produção do Guia; da Direção de produção do programa radiofônico, da gestão administrativa e pela divulgação. O proponente, em suas atribuíções trás, em seu histórico, a produção de 4 volumes do guia e vasta experiência na produção cultural e jornalística. Por isso é o principal responsável na ficha técnica do projeto. Principais participantes PF: Amanda Rahra - coordenadora de pré e produção: formou-se em Jornalismo na Universidade Federal de Santa Catarina e é pós-graduada em Gestão da Comunicação pela Escola de Comunicações e Artes da USP. Criou em 2009, na Casa do Zezinho, ONG da zona sul de São Paulo, uma oficina de com jovens de 15 a 24 anos, onde surgiu o Prato Firmeza. Atua na captação de parcerias para projetos de comunicação, cultura e educação e é cofundadora da Escola e Agência de Jornalismo da Énois. Nina Weingrill - coordenadora de produto/pós-produção: formou-se em Jornalismo pela Faculdade de Comunicação Social Cásper Líbero, tem pós-graduação em Marketing Digital e MBA em Gestão de Projetos, ambos pela ESPM. Trabalhou em revistas da área jovem e de comportamento na Editora Abril, Editora Globo Editora Mol. Criou em 2009, na Casa do Zezinho, ONG da zona sul de São Paulo, uma oficina de jornalismo com jovens de 15 a 24 anos, onde surgiu o Prato Firmeza. Ela é cofundadora e diretora de projetos da Escola e da Agência de Jornalismo da Énois e atua no planejamento e desenvolvimento de projetos de educação, comunicação e tecnologia. Simone Cunha - coordenadora de pesquisa: jornalista com mestrado em sociologia, tem experiência na grande imprensa principalmente na área online e impressa, em veículos como Folha de S. Paulo, OGlobo e G1. Para ampliar a compreensão de questões sociais, fez mestrado e trabalho de pesquisa na área de desigualdades sociais e voluntariado. É sócia, editora, roteirista e parceira no desenvolvimento de projetos da Escola e da Agência de Jornalismo da Énois. Jessica Mota - Coordenadora de Redes Sociais: criada em Belém do Pará, é jornalista formada em Comunicação Social (Mackenzie) e pós-graduada em Estudos Brasileiros (FespSP). Produziu reportagens focadas em direitos humanos e meio ambiente pela Agência Pública e pela Repórter Brasil. Junto da cineasta Alice Riff, co-dirigiu o curta Beiradão/Hup Boyoh, lançado pelo Canal Futura. Participou de trabalhos de reportagem em equipe premiados pelo Prêmio Vladimir Herzog de Anistia e Direitos Humanos (2016), Prêmio Petrobras de Jornalismo (2015), 31º Prêmio de Direitos Humanos e Jornalismo da OAB/RS e 4º Prêmio Jovem Jornalista Fernando Pacheco Jordão. Guilherme Petro - produtor: formado em Gastronomia pelo Mackenzie, já passou por diversas áreas dentro e fora dos restaurantes. Foi cozinheiro, garçom e fez gestão até de cozinhas universitárias. É gastrólogo, sommelier, bartender, assessor e fotógrafo de restaurantes, além de técnico em informática. Foi um dos jovens formado em Jornalismo pela EJ, é co-autor e hoje coordenador do Prato Firmeza. Sanara Santos - produtora: 20 anos, nascida e criada na zona leste de São Paulo na Favela da Ilha, conhecida assim por ser cercada pelos afluentes do rio Tamanduateí. Jornalista formada pela Énois, artista e Diretora de fotografia, Sanara acredita em um mundo onde todos podemos viver das nossas diversidades. Gloria Maria - produtora audiovisual: 20 anos, produtora cultural, jornalista e produtora na área de cinema. Gabriella Mesquita - articuladora: nascida na Cohab II, extremo leste de São Paulo é jornalista formada pela Universidade Anhembi Morumbi e pela turma de 2018 da Escola de Jornalismo Énois. Colaborou para a rádio Brasil de Fato, com reportagens focadas em política, alimentação e cultura popular brasileira. Hoje atua no eixo de produção e distribuição da Énois. É interessada em linguagens inovadoras para o jornalismo e na decolonização das narrativas. Simone Freire - coordenadora pedagógica: jornalista graduada pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUC-SP). Nasceu e cresceu em Cidade Tiradentes, Zona Leste de São Paulo. Foi editora e coordenadora de Jornalismo no jornal Brasil de Fato, voltado às pautas de direitos humanos e movimentos populares. Já colaborou com veículos como Revista Retrato do Brasil, Caros Amigos e Le Monde Diplomatique Brasil. É integrante da Preto Império, na Brasilândia, Zona Norte de São Paulo, além de ser editora da Agência Énois e do portal Alma Preta. Enquanto mulher, negra e periférica atua na descoberta e promoção de iniciativas de comunicação que tenham como pilares: raça, classe, gênero e território. Michelly Melo - assitênte pedagógica: 21 anos, moradora da zona leste de sp, Técnica em Serviços Públicos pela ETEC – CEPAM – Comunicadora formada pela ÉNOIS – 2017, educadora social, graduanda em Gestão de Políticas Públicas pela EACH (Escola de Artes, Ciências Humanidades) – USP, Publicou Prato Firmeza 2 junto a outros jornalistas, atuou como articuladora cultural, projetos em bibliotecas públicas com incentivo a leitura afro-indígena. Jamile Santana - editora: nascida em Mogi das Cruzes (SP), é uma jornalista disposta a traduzir em metáforas o sentimento do mundo. Especialista em Dados e Transparência Pública, trabalhou por 11 anos em redações regionais, entre elas a do G1 – Portal de Notícias da Globo. Fundou um projeto de jornalismo local que produz conteúdo guiado por dados e treina jornalistas e cidadãos no uso da Lei de Acesso à Informação (LAI) e métodos digitais de apuração e análise. Vinícius Cordeiro - editor de áudio: formou-se em jornalismo na Universidade São Judas Tadeu com bolsa do ProUni em 2015. Atualmente é repórter, social media, videomaker e editor das produções audiovisuais da Énois. Já teve reportagens e vídeos publicados no The Guardian, UOL TAB, Folha, Revista Galileu, Safernet, Agência Pública, além de ter participado da elaboração do Prato Firmeza. Já atuou como locutor, produtor, editor e diretor na rádio online da Universidade São Judas. Ivan Gomes Barbosa - articulador de parcerias: relações públicas, pós graduado em Mídia, Informação e Cultura pela ECA-USP. Atua no mercado cultural há mais de 10 anos no ISP, captando recursos e increvendo projetos Bruna Gonçalves - financeiro: formada em técnico de cozinha pela HOTEC e em contabilidade geral pelo SENAC. Ex-prounista em economia na PUC, já atuou como percussionista e diretora financeira em blocos de carnaval e em uma bateria universitária. Nas horas vagas faz trabalho voluntário no Projeto Amai-vos, entregando marmitas para moradores de rua. Atualmente é residente no Administrativo Financeiro da Énois.
Projeto encaminhado para avaliação de resultados.