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PRONAC 211186Apresentou prestação de contasMecenato

Vinhos e Artes

BUSHIDO PRODUCOES LTDA
Solicitado
R$ 196,8 mil
Aprovado
R$ 196,8 mil
Captado
R$ 126,6 mil
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

64.3%

Classificação

Área
—
Segmento
Livros ou obras de referência - valor Humanístico
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Projetos normais
Ano
21

Localização e período

UF principal
MG
Município
Belo Horizonte
Início
2021-10-01
Término
2024-12-31
Locais de realização (1)
Belo Horizonte Minas Gerais

Resumo

Edição e publicação do livro Vinhos e Artes com textos e imagens sobre a história do vinho no Brasil e no mundo, apresentando suas interconexões com a cultura, a sociedade e a formação da identidade brasileira. Como contrapartida social, realizar palestra online.

Sinopse

O livro será dividido em duas partes, cada uma com diversos capítulos. A primeira parte, com o título provisório de O vinho nas artes, apresentará um panorama das interconexões entre o vinho e as artes na história do Brasil e do mundo. Das citações bíblicas aos cultos pagãos gregos e romanos à literatura, teatro e música contemporânea, o vinho é repleto de simbolismo, com grande impacto na cultura e na sociedade. A segunda parte, com o título provisório de As artes do vinho, apresentará um histórico da produção, uvas, vinhedos e cultura, abordando não apenas os aspectos técnicos, mas também as relações sociais impactadas pelo consumo, no Brasil e em outras sociedades. Destaca-se no Brasil a importância da herança portuguesa e o impacto dos fluxos migratórios dos séculos 18 e 19, com o vinho transformando-se em um elemento de identidade cultural para os descendentes de europeus radicados no Brasil.

Objetivos

Objetivo geral Contribuir para a democratização do acesso à cultura por meio da publicação de livro com textos e imagens sobre a história do vinho no Brasil e no mundo, assim como seu impacto nas artes e na cultura. Objetivos específicos Publicar 2.750 exemplares do livro "Vinhos e Artes". Resgatar a memória, a cultura e a identidade brasileira, por meio do registro de histórias, depoimentos e imagens da história do vinho no Brasil e no mundo, assim como suas interconexões com a cultura, a sociedade e formação da identidade brasileira. Contrapartida social: Oferecer palestra online para até 275 interessados no assunto, entre eles professores e estudantes universários da rede pública.

Justificativa

A relação entre o vinho, as artes e a formação da identidade brasileira permite uma série de aproximações. A publicação do livro "Vinhos e Artes" será uma contribuição de valor para o entendimento de um dos aspectos da formação cultural brasileira. A história do vinho no Brasil tem início com o descobrimento, em 1500, pelo navegador português Pedro Álvares Cabral. As treze caravelas que partiram de Portugal carregavam pelo menos 65 mil litros de vinho, para consumo dos marinheiros. As primeiras videiras foram introduzidas no Brasil por Martim Afonso de Sousa, em 1532, na capitania de São Vicente. As mudas eram oriundas de Portugual e Espanha e posteriormente se espalharam por outras regiões do Brasil. No mesmo ano, o fundador da cidade de Santos, Brás Cubas, foi o primeiro a tentar cultivar videiras de forma mais ordenada. No Rio Grande do Sul, as primeiras videiras foram introduzidas pelos padres jesuítas ainda em 1626, posto que necessitavam do vinho para os rituais da missa. A introdução de cultivares européias no Rio Grande se deu com a chegada dos imigrantes alemães, que obtiveram bons resultados. Embora nos primeiros séculos após o descobrimento a produção local tenha sido limitada, o consumo dos importados era frequente. A presença do vinho, produzido nacionalmente ou importado, logo se fez sentir nas artes e na cultura. Assim já era no mundo. O vinho está presente na Bíblia e nos cultos pagãos gregos e romanos. De Dostoiévski a Dante, de Baudelaire a John Donne, no teatro farsesco italiano e nas óperas alemãs, o vinho é uma citação frequente, para expressar sentimentos, emoções e situações. É identificado com determinadas práticas sociais e elemento de representatividade de povos, principalmente do Mediterrâneo. No Brasil, diversos autores tiveram no vinho a inspiração para a criação de obras. É o caso de Machado de Assis (1839-1908) e vários contos, Debret (1768/1848) e suas pinturas do cotidiano colonial, o teatro de Álvares de Azevedo (1831-1852) e seus personagens em tabernas. Esta presença frequente é consequência da constancia do produto nas mesas dos brasileiros, resultado da colonização portuguesa e dos fluxos migratórios dos séculos 18 e 19. Muitos destes imigrantes, deslocados de sua terra natal, buscavam manter sua identidade por meio da valorização de práticas ligadas às suas origens, e a produção e consumo de vinho era uma das mais frequentes. Com tempo, durante o processo de integração, estas práticas foram assimiladas e compartilhadas, fazendo parte da própria cultura brasileira. No entanto, a mera compilação das obras de artes e da história da produção e consumo no Brasil é insuficiente para garantir ao leitor a plena compreensão da riqueza do tema. É importante garantir espaço e aprofundamento sobre os vinhos citados nas peças artísticas. Assim, por meio de fotografias, ilustrações, infografias e índices o livro trará informações sobre as técnicas de plantio, os tipos de uvas e as regiões produtoras, do Brasil e do mundo. Estas histórias, apesar de sua importância para a memória e a identidade brasileira, ainda são desconhecidas por parte considerável da população. Iniciativas com o objetivo de despertar sua valorização por parte da sociedade são de suma importância, e este projeto se presta a este objetivo. Vale destacar a importância das políticas de fomento à cultura para viabilização de iniciativas como esta, de elevado valor inicial e lento retorno comercial. Entendemos que o projeto está em consonância com os incisos I, II e VIII do artigo 1º da Lei 8.313/91, pois a publicação do livro Vinhos e Artes irá: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; II - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais; VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória; O projeto também atende ao objetivo do artigo 3º, alínea b, inciso II, da referida lei por se tratar de um livro de valor humanístico, literário e artístico, com rica pesquisa histórica revelando a importância dessas histórias para a formação da identidade e cultura brasileira, acompanhado pelo registro fotográfico de qualidade artística: b) edição de obras relativas às ciências humanas, às letras e às artes.

Especificação técnica

Miolo Formato: 22 x 27 cm (fechado) Cores: 4x4 Páginas: 180 Papel: couche fosco Capa dura, 4 cores, laminação Guarda: 4 cores Tiragem: 2.750 exemplares

Acessibilidade

Livro Acessibilidade física - não se aplica. Deficientes auditivos - não se aplica. Deficientes visuais - Para o caso das pessoas com deficiência visual, em consonância com o inciso V do artigo 3º da Lei 13.146 (Lei Brasileira de Inclusão da Pessoa com Deficiência), será disponibilizada gratuitamente, em um endereço a ser divulgado, uma versão do livro em áudio-book (meios de voz digitalizados). A geração do áudio-book será feita com a utilização de ferramentas online ou softwares de uso gratuito, eliminando a necessidade de prever rubricas para o custeio dessa etapa do projeto. Palestra (contrapartida social) Acessibilidade física - A palestra será realizada online, não exigindo adaptações para o público com necessidades especiais. Deficientes auditivos: A palestra será disponibilizada online com tradução em libras. A ação consta na planilha orçamentária no item INTÉRPRETE DE LIBRAS. Deficientes visuais: A palestra será disponibilizada online com legendas. A ação consta na planilha orçamentária no item LEGENDAGEM.

Democratização do acesso

Livro Conforme o Artigo 21 da Instrução Normativa no 2/2019 do Ministério da Cidadania, o projeto propõe: I - doar, além do previsto na alínea a, inciso I do artigo 20, no mínimo, 20% (vinte por cento) dos produtos resultantes da execução do projeto a escolas públicas, bibliotecas, museus ou equipamentos culturais de acesso franqueado ao público, devidamente identificados.

Ficha técnica

BUSHIDO PRODUÇÕES: O proponente será remunerado pelas rubricas coordenação geral e produção de textos CONRADO MOREIRA: Pesquisa e produção de textos FÁBIO DE ASSIS: Editoração Eletrônica *os demais profissionais serão contratados em função da disponibilidade à época da execução do projeto. CURRÍCULOS RESUMIDOS Bushido Produções: A Bushido Produções tem ampla experiência no segmento editorial, bem como na produção e gestão de projetos culturais de outras naturezas, contando com os códigos da CNAE relacionados à Edição de Livros (58.11-5-00) e ao Ensino de Arte e Cultura (85.92-9-99), entre outras atividades. O sócio-diretor da Bushido, Guilherme Aragão, tem em seu portfólio dois livros inscritos como pessoa física, aprovados, captados, executados e com as contas prestadas junto ao Ministério da Cultura: Futebol e Arte (Pronac 122086) e Anos Olímpicos (Pronac 1012712). Além disso, atuou na publicação dos livros Patrimônios do Rio (ISBN 978-85-93282-00-3) e Peirópolis: o Vale dos Dinossauros brasileiro (ISBN 978-85-69628-08-8), entre outras obras recentes. Guilherme Aragão é formado em Comunicação Social pela Universidade Federal de Minas Gerais, com especialização em História do Brasil Pós-30, pelo Centro Universitário Newton Paiva, e Gestão de Projetos Editoriais e Multimídia (em conclusão) pelo Centro Universitário UNA. Atuou por mais de 15 anos como jornalista, repórter e editor, reportagens nas áreas de cultura, cidades, arquitetura e educação. Foi o responsável pela coluna De Bem com Vida, publicada aos domingos no jornal Estado de Minas, dedicada à programação cultural de Belo Horizonte. Conrado Moreira: Conrado Moreira é graduado em Comunicação Social (Relações Públicas) pela Universidade Federal de Minas Gerais (2013) e pós-graduado (MBA) em Projetos Editoriais Multimidiáticos pelo Centro Universitário UNA (2017). Desde 2010 atua como pesquisador, redator e editor de projetos culturais e editorais desenvolvidos por órgãos públicos, empresas privadas e entidades do terceiro setor. Foi gestor de projetos editoriais e de extensão na Agência de Comunicação Solidária da UFMG (2010 e 2011) e pesquisador e redator de três edições do Almanaque Ilustrado do Jequitinhonha (2011). O almanaque reuniu causos, contos, lendas, poesias e curiosidades de diversas cidades do Vale do Jequitinhonha. Ganhou o prêmio nacional na categoria Projeto de Comunicação para o Terceiro Setor, concedido pela Sociedade Brasileira de Estudos Interdisciplinares da Comunicação (2012). Entre 2012 e 2016 foi produtor executivo da ONG Orquestra Jovem das Gerais. Lá coordenava, na equipe de Comunicação, a produção de conteúdo editorial e jornalístico, por meio da pesquisa, apuração, redação e edição de textos, monitorava a avaliação das atividades do projeto junto aos parceiros e patrocinadores e auxiliava na produção de concertos e outros eventos. Foi responsável pela produção dos textos do livro Patrimônios do Rio (ISBN 978-85-93282-00-3) e atuou na produção editorial do livro Rio Paisagem Cultural (ISBN 978-85-63325-15-0), entre outras publicações. Fábio de Assis:Designer editorial desde 2007, atuando em mercado de livros de arte como diagramador, arte finalista e produtor gráfico. Pós graduado em projeto editoriais impressos e multimídia pela Una, formação acadêmica em comunicação social pela UNIP, técnico em desenho industrial pelo Senai MG.Atuou na produção de mais de 50 livros como designer gráfico, como A Curva e a Linha – Obras de Niemeyer no Brasil, Inhotim – do objeto para o mundo, Petrobras 60 anos entre outros, além de diversas outras peças gráficas, como a produção de peças gráficas para o projeto Trem da Vale, e o Relatório de Sustentabilidade Usiminas 2007.

Providência

Projeto encaminhado para avaliação de resultados.