| CNPJ/CPF | Nome | Data | Valor |
|---|---|---|---|
| 61082962000121 | Companhia Melhoramentos Norte do Paraná | 1900-01-01 | R$ 200,0 mil |
| 75642256000100 | Ribeiro Veículos S.A | 1900-01-01 | R$ 79,0 mil |
| 79124079000112 | Fabrica de Acolchoados Maringá Ltda. | 1900-01-01 | R$ 50,0 mil |
| 79151502000173 | ARIOVALDO COSTA PAULO & CIA LTDA | 1900-01-01 | R$ 18,0 mil |
| 01125487000100 | Crivali Brasil Ltda. | 1900-01-01 | R$ 5,0 mil |
Trata-se de um documentário de média-metragem, estimado em 70 minutos, que retratará a vida do padre Emílio Clement Scherer. O produto cultural resultante será finalizado em 4K, sendo distribuído gratuitamente pela internet. Palestras gratuitas sobre a história de Maringá serão realizadas em escolas públicas do Município.
O projeto “Scherer: do nazismo à terra vermelha” resultará em um documentário de média metragem, estimado em 70 minutos. Seu conteúdo abordará a complexa biografia do padre Emílio Clement Scherer, conforme histórico citado na justificativa. Ainda, por se tratar de obra destinada ao campo da Educação Patrimonial, segundo o Guia Prática – 2012 da Secretaria Nacional de Justiça/MJ, a classificação indicativa será livre para todos os públicos.
Objetivo Geral Resgatar em formato de documentário de média metragem, de forma inédita, estimado em 70 minutos, a biografia do padre Michael Emil Clement Scherer, popularizado no Noroeste do Paraná como Emílio Clemente Scherer. O conteúdo contextualizará, por meio de entrevistas e documentos diversos, a presença do padre dentro da história local, promovendo a construção de uma narrativa acerca de tradições católicas e seus conflitos de interesse, bem como os impactos empreendidos por essa figura no desenvolvimento econômico, social e cultural de Maringá, cidade onde fixou residência. O documentário contará com um apresentador, o criador e gestor do Maringá Histórica, Miguel Fernando. Haverá passagens em off para aprimorar o assunto que será explorado, bem como a inserção de infográficos e animações para situar o expectador do conteúdo. O produto resultante será finalizado em 4K. Objetivos específicos - Distribuir o produto cultural resultante por meio de sua publicação, integral e gratuita, dentro das plataformas virtuais e redes sociais do Maringá Histórica: o Site _ www.maringahistorica.com.br o Facebook _ www.facebook.com/maringahistorica o Instagram _ www.instagram.com/maringahistorica o YouTube _ www.youtube.com.br/maringahistorica - O acesso ao documentário se dará sem pré-cadastro e de maneira ilimitada; - Realizar 10 palestras gratuitas, como contrapartida social, para jovens estudantes da rede de ensino do Município de Maringá.
Projetos de resgate histórico são fundamentais para a preservação da memória e da identidade de um povo. É habitual que ações de salvaguarda e manutenção de dados históricos sejam efetivadas de maneira contínua e institucionalizada em regiões com formações seculares. Entretanto, o mesmo não se é percebido em cidades mais jovens, como é o caso de Maringá, no interior do Paraná. Fundada em 10 de maio de 1947, Maringá teve seu nome inspirado na canção composta pelo médico mineiro Joubert de Carvalho, e que fez muito sucesso ao longo da década anterior. A cidade, diferentemente de outras do país, foi concebida a partir de um amplo projeto de colonização estabelecido pela empresa inglesa Companhia de Terras Norte do Paraná, que foi adquirida por investidores brasileiros no início da década de 1940. Com esmero e cuidado, Maringá ganhou destaque por seu projeto urbanístico e paisagístico, o que fez que conquistasse sua emancipação política poucos anos após sua elevação à categoria de Distrito, que ocorreu no mesmo ano de sua fundação. Mas, assim como destacou Victor Hugo, ao desconstruirmos as cidades restam apenas pessoas. Isso implica em dizer que nossas memórias são estruturadas, também, a partir das relações de afeto e de atos promovidos por pessoas que estão próximas ou distantes de nós, sejam no tempo ou no espaço. É inevitável questionar que Maringá possui dezenas de milhares e homens e mulheres que ajudaram a construir sua história. Mas, inegavelmente, algumas dessas pessoas acabam ganhando maior relevância por seus feitos, conquistas ou participação coletiva. Este é o caso do padre Emílio Clement Scherer, que nunca teve sua história relata em livro ou vídeo. O padre Michael Emil Clement Scherer (popularizado na região como Emílio Clemente Scherer) nasceu francês, na Alsácia-Lorena, mas com a anexação desse território pela Alemanha, na Primeira Guerra Mundial, ele optou pela nacionalidade alemã e entrou para o seminário, concluindo seus estudos e se tornando padre. Com grande interesse pelo conhecimento sobre a igreja, passou a ser considerado uma enciclopédia e começou a escrever alguns livros. Ao ingressar na Organização São Bonifácio, assumiu a função de diplomata da igreja católica, viajando o mundo para prestar assistência espiritual às comunidades germânicas. No começo da década de 1930, ante as hostilidades que começaram a ser praticadas pelo partido nazista, Scherer posicionou-se contra e começou a sofrer perseguições. Por isso, resolveu trocar seus bens por terras no Brasil, em uma operação triangular envolvendo a Paraná Plantations, sediada em Londres, e o governo alemão, que era compensado com materiais da indústria bélica. A Paraná Plantations era a subsidiária da Companhia de Terras Norte do Paraná. Em 1936, Scherer vem para o Brasil e se decepciona ao saber que suas terras estavam tomadas por uma densa floresta virgem. Pior: estavam localizadas longe de Roland, onde já havia uma comunidade alemã (atual Rolândia). Começavam aí os seus atritos com a Companhia de Terras Norte do Paraná (CTNP). E como é que um sacerdote, diplomata e catedrático, escritor reconhecido e poliglota, iria morar no mato, em condições tão precárias? Mas foi o que aconteceu. Ele assumiu a fazenda localizada atualmente no Conjunto Cidade Alta em Maringá, e, em 1940, já havia construído sua casa e a capela que foi consagrada a São Bonifácio, o mesmo nome da propriedade. Precedeu ao lançamento da pedra fundamental da cidade, ocorrida em 1942. E foi o primeiro padre do lugar, tendo participado da solenidade de fundação da cidade, em 1947. Plantou café e perdeu tudo com a geada, instalou uma olaria e não foi em frente. Importou porcos de raça que acabaram morrendo por doenças. Mas era um padre querido pelas famílias, apesar de sua peculiar rispidez. Foi desafeto do bispo de Jacarezinho, dom Geraldo de Proença Sigoud, a quem estava subordinado. E, por isso, recebeu a pedras os primeiros padres enviados para Maringá, que se sentiam humilhados pelo alemão. Em 1945, contrariando a CTNP, lidera a construção da Capela Santa Cruz, concluída em 1946. Durante a Segunda Guerra Mundial, apesar de seu histórico antinazista, era visto com desconfiança pelas autoridades. E, para deslocar-se de um lugar a outro, dependia de um salvo-conduto. No final da década de 1940, negocia sua fazenda com a Ordem dos Palotinos em troca de um salário vitalício e, em 1953, vai embora de Maringá. No litoral do Paraná, volta a escrever biografias, o que continua fazendo em São Paulo, quando ingressou no mosteiro dos Beneditinos. Emílio Clemente Scherer retorna já idoso para a Alemanha, onde morre em 1970. Com esse arrazoado, pode-se afirmar que Maringá possui um grande ativo ainda disponível para lapidação e é justamente nele que este projeto pretende, dentro outros objetivos, se embasar. Isto é, resgatar histórias inéditas locais e contextualizá-las com acontecimentos mundiais. O Maringá Histórica nasceu com o princípio de resgatar a memória da cidade há mais de dez anos, quando propôs a pesquisa e a disseminação de fatos históricos de forma pragmática e atualizada ao grande público. Naturalmente, utilizando-se de plataformas digitais contemporâneas, atingiu-se as camadas mais jovens da sociedade local, onde despertou curiosidade e interesse pelo passado da cidade. Atualmente, são mais de 50 mil pessoas presentes entre todas as redes sociais do Maringá Histórica, as quais interagem com diversas publicações sobre acontecimentos históricos diariamente. Acerca do projeto em tela, vale elencar o motivo do recorte temporal estabelecido, ou seja, 1889 e 1970. Considerou-se esse período devido ao nascimento do personagem em questão (1º de maio de 1889, em Mutzig/Elsass, e seu falecimento, ocorrido em 30 de agosto de 1970, me Mallersdorf/Pfaffenberg _ ambas cidades alemãs). Posto isso, a proposta aqui descrita vai ao encontro do que preconiza a Lei Nacional de Incentivo à Cultura (Lei Federal nº 8.313/91), que em seu Art. 1º que visa: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; II - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais; V - salvaguardar a sobrevivência e o florescimento dos modos de criar, fazer e viver da sociedade brasileira; VI - preservar os bens materiais e imateriais do patrimônio cultural e histórico brasileiro. E, em seu Art. 3º, II _ fomento à produção cultural e artística, mediante: a) produção de discos, vídeos, obras cinematográficas de curta e média metragem e filmes documentais, preservação do acervo cinematográfico bem assim de outras obras de reprodução videofonográfica de caráter cultural. Ainda, para fins de enquadramento, evoca-se o Art. 18, § 3º, alínea f.
Vale ressaltar que o projeto Maringá Histórica possui amplo acervo documental, imagético e textual sobre a história do Município de Maringá. Além desses milhares de arquivos, serão incorporados novos documentos a serem garimpados em acervos públicos da cidade, bem como aqueles que poderão ser disponibilizados pelos entrevistados ao longo do processo de execução do projeto. Todas as imagens dos entrevistados, bem como esses conteúdos impressos históricos contarão com as respectivas autorizações para veiculação, bem como cessão de direitos autorais, quando necessário for, conforme estabelecido pelas legislações vigentes. Como CONTRAPARTIDA SOCIAL serão realizadas 10 palestras em Escolas Públicas do Município de Maringá, a fim de apresentar detalhes da história da cidade. As mesmas serão desenvolvidas de forma gratuita, em datas a serem definidas, e podendo ser on-line. A ideia é ampliar a temática que será abordada pelo produto cultural principal deste projeto por meio do processo de Educação Patrimonial.
Conforme estabelecido pela IN 05/2017, o conteúdo de audiovisual aqui previsto será desenvolvido dentro das limitações de média metragem, em acordo com respectivo CNAE previsto no cartão de CNPJ do proponente (59.12-0-99). Com isso, considerar-se-á que o documentário terá, no máximo, 70 minutos. A captação de imagens se dará com equipamentos condizentes para resultar em material 4K e som surround 5.1. Lentes específicas serão incorporadas às captações para o melhor resultado, conforme orientações a serem estabelecidas pela equipe técnica. Com a direção fotográfica e a concepção artística de audiovisual, o produto cultural será colorizado e tratado de acordo com os objetivos da direção geral e seu respectivo roteiro.
O projeto de documentário de média metragem, “Scherer: do nazismo à terra vermelha”, será desenvolvido para veiculação nas plataformas das redes sociais (Instagram, YouTube e Facebook), bem como o site do Maringá Histórica (www.maringahistorica.com.br). Desse modo, considerar-se-á a legislação vigente, atendendo aos aspectos de acessibilidade previstos para as pessoas com necessidades especiais, bem como o estipulado pelo art. 27 do Decreto nº 5.761, 27 de abril de 2006, pelo art. 47 do Decreto nº 3.298, de 20 de dezembro de 1999 e pelo art. 2º do Decreto nº 5.296, de 2 de dezembro de 2004. Em atendimento ao Art. 18 da Instrução Normativa nº 02/2019, adotaremos todas as medidas de acessibilidade: a) Audiodescrição: narração adicional roteirizada, em língua portuguesa, integrada ao som original da obra audiovisual à sua versão dublada, contendo descrições das ações, linguagem corporal, estados emocionais, ambientação, figurinos, caracterização de personagens, bem como a identificação e/ou localização dos sons. b) Legendagem descritiva ou Legenda para surdos e ensurdecidos – LSE: consiste na conversão do texto oral para o texto escrito de uma língua para outra, dentro de uma mesma língua ou de uma língua de sinais para uma língua escrita, levando-se em conta, na composição das legendas, a redução textual decorrente das restrições de tempo, espaço na tela, número de caracteres, conveniência de supressão ou acréscimo de informações, segmentação, alinhamento, fonte e local de cada legenda na tela e velocidade de leitura. Devem ser explicitadas informações de efeitos sonoros, música, sons do ambiente, silêncios significativos e aspectos paralinguísticos do discurso perceptíveis pela entonação ou pela emissão de sons não verbais – como choro ou riso –, bem como adicionada a identificação dos falantes. c) Língua Brasileira de Sinais – LIBRAS: forma de comunicação e expressão, em que o sistema linguístico de natureza visual-motora, com estrutura gramatical própria, constitui um sistema linguístico de transmissão de ideias e fatos, oriundos de comunidades de pessoas surdas do Brasil. Obs. 1: Todo material de divulgação dos produtos culturais gerados pelo projeto conterá informações sobre a disponibilização das medidas de acessibilidade adotadas para o produto. Obs. 2: Todos os custos estão previstos na Planilha Orçamentária. Quanto aos locais das palestras que serão executadas como ações de contrapartida social, ressalta-se que as mesmas serão promovidas em Escolas Públicas instaladas no Município de Maringá, estruturas que já cumprem as normas estabelecidas pela legislação vigente de segurança e acessibilidade. Dependendo as condições de Saúde Pública, as mesmas poderão ser executadas em formato on-line.
Pela característica do projeto, “Scherer: do nazismo à terra vermelha” será veiculado abertamente nas redes sociais do Maringá Histórica, bem como em seu site, por onde mais de 50 mil pessoas circulam todos os dias em busca de informações sobre o passado da cidade. Naturalmente, sua distribuição se dará gratuitamente, sem qualquer tipo de pré-cadastro ou registro, ação que poderia inibir ou limitar o acesso aos conteúdos que serão produzidos. Essa informação será circulada por meio dos materiais publicitários e veículos de comunicação, a fim de estimular ainda mais a participação e engajamento do público. Ainda, em consonância com a IN 05/2017, seguem as medidas de democratização do acesso às atividades, aos produtos, serviços e bens culturais que serão atendidas com o projeto: - Disponibilizar na internet registros audiovisuais dos espetáculos, exposições, atividades de ensino e outros eventos de caráter presencial, - Permitir a captação de imagens das atividades e de espetáculos ou autorizar sua veiculação por redes públicas de televisão e outras mídias, - Acesso ao conteúdo de forma desburocratizada e completamente gratuita. Em atendimento ao Art. 21 da Instrução Normativa nº 02/2019, serão adotados como mecanismo de Democratização de Acesso: - III - disponibilizar, na Internet, registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino e de outros eventos de caráter presencial, sem prejuízo do disposto no § 2º do art. 22. Ou seja, todo o conteúdo produzido ficará à disposição para acesso gratuito na rede de internet. As "Ações formativas culturais", integrantes ao campo de Contrapartida social, serão realizadas para atender o disposto pelo art. 22 da IN nº 02/2019, por onde serão promovidas palestras sobre a história de Maringá. Lembra-se que: * As ações formativas culturais deverão corresponder a pelo menos 10% (dez por cento) do quantitativo de público previsto no plano de distribuição, contemplando no mínimo 20 (vinte) limitando-se a 1.000 (mil) beneficiários, a critério do proponente. ** 50% (cinquenta por cento) do quantitativo de beneficiários das ações formativas culturais devem se constituir de estudantes e professores de instituições públicas de ensino. Neste caso, nossa ação será integralmente destinada a professores e estudantes da Rede Pública de Ensino Fundamental e Médio, de forma gratuita e presencial.
Maringá Histórica / Proponente e gestão do projeto O projeto Maringá Histórica surgiu em 2007, por meio do pesquisador Miguel Fernando, com o objetivo de reunir vídeos antigos do Norte e Noroeste do Paraná, em especial da cidade de Maringá. Contudo, a proposta ganhou uma esfera maior do que o esperado e se transformou em Blog no ano de 2009. Em 2015, ganhou página no Facebook, onde tem mais de 14 mil curtidas, além de ter iniciado a produção de vídeos para o Youtube com conteúdos sobre pontos e estruturas da história local, onde contabiliza mais de 25 mil inscritos. No Instagram conta com mais de 24 mil seguidores. Com essas importantes ferramentas, a história local se tornou acessível ao grande público (www.maringahistorica.com.br). Atualmente, o projeto Maringá Histórica se transformou em um dos maiores acervos históricos virtuais independentes do Brasil. São mais de 3 mil publicações com arquivos imagéticos, documentos, textos e depoimentos sobre a cidade de Maringá. Miguel Fernando / Apresentador, narrador, roteirista e diretor geral Bacharel em Turismo e Hotelaria pelo Centro Universitário de Maringá - UNICESUMAR (2008), com especialização em História e Sociedade do Brasil pela Universidade Estadual de Maringá - UEM (2010) e em Gestão e Políticas Culturais pela Universidade de Girona - Espanha (2017). Realiza pesquisas sobre a história de Maringá e o Norte do Paraná, as quais são disponibilizadas no site do projeto Maringá Histórica. Foi um dos idealizadores do jornal sobre a cultura da região de Maringá, O Duque, e coordenou o departamento de eventos da Associação Comercial e Empresarial de Maringá (ACIM) durante seis anos. Foi diretor executivo do Instituto Cultural Ingá (ICI), uma agência de incentivo e fomento à cultura. Também ocupou a função de secretário municipal de Cultura de Maringá (2018-2020). Atua como gestor de eventos, consultor para projetos artísticos e culturais, bem como pesquisador da história de personalidades, empresas e instituições. Cosmos Filmes / Direção de fotografia, captação de imagens/sons, tratamento e colorização de imagens e edições Iniciou suas atividades em junho de 2016, atuando no mercado publicitário, educacional e cultural. Atende clientes como Instituto Cultural Ingá, Associação Brasileira de Recursos Humanos (ABRH), Teclaser, Grupo Telhaço, Euphoria Eventos, PAM Saúde, Grupo G10, Arbache Innovation, Sancor Seguros, Santa Casa de Maringá, Spraytech Fertilizantes, Nortox e Maringá Histórica, além de produzir seus próprios projetos de vídeo documentários. Rogério Recco / Diretor executivo, jornalista e pesquisador Autor de diversos livros sobre a história do Norte e Noroeste do Paraná, desenvolve pesquisas da região desde o início dos anos 1990, quando produziu um pequeno documentário sobre a fazenda São Bonifácio, chamado “O templo de Scherer”. A proposta, à época, foi registrar as construções históricas e coletar um depoimento das pessoas que ali viviam. Há alguns anos se debruça sobre a biografia de Emílio Clemente Scherer, tendo um livro inédito pronto para ser publicado.
Projeto encaminhado para avaliação de resultados.