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Lançamento de um livro e de um site em fevereiro de 2022 para comemorar o centenário da Semana de Arte Moderna, que será comemorado no ano que vem, bem como lançamento de um e-book e áudio-book gratuito nesse mesmo site. O livro vai abordar a passagem dos modernistas em Paris nos Anos 1920 e retratar as influências que eles receberam na Cidade Luz que contribuíram para que criassem uma nova visão de arte a partir de uma estética inovadora inspirada nas vanguardas europeias que culminou na Semana de Arte Moderna ocorrida em São Paulo entre os dias 13 e 18 de fevereiro de 1922. O evento de lançamento do livro e do site está sendo tratado nesse projeto como OBRA EXIBIDA e será aberto a toda a comunidade. Em atendimento ao Art. 22. da Instrução Normativa Nº 2, de 23 de abril de 2019 também iremos promover tours guiados para crianças da rede pública de ensino de escolas situadas no Capão Redondo a monumentos históricos da cidade de São Paulo que possuem correlação com a Semana de 22.
Durante os chamados “anos loucos”, na década de 1920, Paris tornou-se a meca dos aspirantes à carreira de artista. Atraídos pela expansão do mercado internacional, estrangeiros dos quatro pontos cardeais do planeta afluíam à Cidade Luz, cerrando fileiras na vanguarda cosmopolita. A colorida fauna encontrava espaço de sociabilidade e troca de experiências nos cafés, óperas, ateliês e nos salons ao estilo da escritora Natalie Barney, no Quartier Latin. Seus saraus das sextas-feiras eram freqüentados pelo que de mais brilhante havia nas artes norte-americanas. Por lá passaram Ernest Hemingway, Scott e Zelda Fitzgerald, Sinclair Lewis, Sherwood Anderson, Isadora Duncan, Ezra Pound e Gertrude Stein – essa, anfitriã de outro concorrido salão reunindo de André Gide, Jean Cocteau, Max Jacob a Paul Valérie, Apollinaire e Serge Diaghelev, o empresário dos Ballets Russes que dirigia Nijinsky e contrataria Picasso para criar a cenografia de Parade, de 1917. E os brasileiros não ficaram de fora. Estivessem apenas de passagem ou fossem estudantes das academias de arte ou do seu conceituado Conservatório Musical, eles buscavam, ali, fontes de inspiração e referências estéticas. Nomes como Anita Malfatti, Victor Brecheret, Oswald de Andrade, Tarsila do Amaral e Villa-Lobos, entre outros, nesta época entraram em contato com as mais recentes produções, tanto em termos de pintura, escultura, quanto de música e literatura. Esta vivência com a multiplicidade de expressões artísticas da efervescente capital francesa teve importantes desdobramentos nas carreiras artísticas dos modernistas, que absorviam e re-trabalhavam, cada qual a seu modo, os influxos da vanguarda mundial. Com base em uma extensa pesquisa já realizada em arquivos nacionais públicos e privados, mapeando endereços, leituras, exposições, concertos e espetáculos, além da roda de artistas franceses e estrangeiros com quem conviveram, este projeto procura recuperar os caminhos trilhados pelo núcleo modernista na Paris do entreguerras. Sabemos, por meio da correspondência de Brecheret com o mecenas Freitas Valle ou com Mário de Andrade, por exemplo, da sua verdadeira “indigestão” artística, que o levaria a rever a própria produção confrontada com as experiências dos demais escultores do Salão de Outono. “Tinha feito um longo aprendizado clássico e aquela revolução de todos os cânones me deixava completamente confuso”, revelaria mais tarde ao jornalista Luís Martins. “Sentia que alguma coisa se desfazia dentro de mim, que eu não podia continuar fazendo o que fizera até então, mas conscientemente não podia aceitar uma arte para a qual não estava suficientemente preparado”. Como consequência do choque, passou um ano sem trabalhar, embora frequentasse ateliês. Na Revue de L’ Amérique Latine, o crítico Raymond Congniat escrevia com frequência sobre eles, como se pode ver em “Les artistes américains aux Salons du printemps”, publicado em junho de 1925. As críticas positivas valorizavam a produção desses artistas, impulsionando as vendas, conforme constatamos nas palavras de Victor Brecheret remetidas a Mário de Andrade: “Estou com um bom número de obras que eu considero definitivas, penso, e graça ao meu trabalho sem repouso estou classificado aqui em Paris em primeira linha, tenho tido visitas de muitas pessoas notáveis, bem como o crítico Maurice Renal, como o Mestre Besnard e outros”, disse, em referência ao também escultor Joseph Besnard. Seguindo uma das correntes parisienses, que propunha trabalhar a própria pedra bruta e não a partir da modelagem, Brecheret experimentou o procedimento, enviando ao salão das Tuileries um excepcional granito em talhe direto, aprovado, segundo ele, por Bourdelle em pessoa. A maioria dos seus endereços de residência são conhecidos. Ele instalou-se primeiro na Avenue Châtillon, 36, ao sul de Montparnasse, em ateliê de pé direito alto, adequado a um escultor, mudando-se depois para a Rue Bréa, 14, conforme declarado no Salão de Outono de 1922. Outros que, como ele, recebiam uma pensão modesta do Pensionato Artístico, aproveitavam as estadias de Paulo Prado em Paris para matar a fome nos bons e caros restaurantes, onde jantavam as expensas do mecenas. Já Tarsila do Amaral, ao visitar a Académie Julian, na Rue du Dragon, em pleno Quartier Latin, durante a estada em Paris entre 1920 e 1921, revelou que seus trabalhos eram considerados avançados pelos colegas e professores. Em carta a Anita Malfatti, escrita de Paris, em 26 de outubro de 1920, onde permanecia toda manhã com um grupo de 50 alunas, observou: “Está me parecendo que muitos são os chamados, mas poucos os eleitos. Não vejo uma aluna forte. Algumas trabalham bem, mas falta aquilo que nos impressiona”. A conselho de Pedro Alexandrino, seu professor em São Paulo, passou para o ateliê de Emile Renard, hors-concours do Salão dos Artistas Franceses. Em 1924, Anita Malfatti receberia uma bolsa do Pensionato Artístico do Estado de São Paulo, comandado pelo mecenas José de Freitas Valle. Com Souza Lima, Di Cavalcanti e Villa Lobos, ela formou em Paris um consulado informal sob os auspícios do embaixador Souza Dantas, cujas célebres recepções eram noticiadas em artigos enviados de lá por Sérgio Milliet. A pintora participa da inauguração da Maison de L’Amérique Latine com Tarsila e Brecheret que, no Salão do Outono, teve selecionada sua escultura Mise au Tombeau. Por meio de Paulo Prado e de Olívia Guedes Penteado, amigos do franco-suíço Blaise Cendrars, conheceriam a vanguarda européia, iriam assistir espetáculos, aos balés russos e a conferências na Sorbonne. Tais exemplos ilustram parte do levantamento prévio já efetuado. De posse destas informações, pretendo complementar a pesquisa em arquivos franceses e em revistas e jornais do período, além de visitar e fotografar os locais por onde eles passaram. Serão incluídos e pesquisados também o círculo de amigos e colegas que, embora não fossem modernistas ao pé da letra, conviveram, deram respaldo aos artistas vanguardistas. Nomes como o embaixador Souza Dantas, o maestro Souza Lima ou o escritor Ribeiro Couto, por exemplo, formavam uma rede de apoio da maior importância para os artistas brasileiros aqui a serem estudados. Esta radiografia ajudará a estabelecer o contexto social, político e cultural responsável por forjar o imaginário e fornecer as ferramentas estéticas para o grupo articulado em torno dos ideais da Semana de 22, posteriormente consolidados no movimento modernista.
O objetivo geral da proposta é valorizar a cultura nacional, considerando suas várias matrizes e formas de expressão através da celebração do centenário da Semana de Arte Moderna que acontece no início de 2022 aproximando a sociedade das questões relacionadas a esse importante movimento artístico brasileiro, bem como popularizar o tema levando-o ao conhecimento de vários extratos sociais que dificilmente teriam acesso a essa tão importante agenda cultural. Como objetivos específicos temos: _ Lançamento de um site exclusivo para comemorar a Semana de 22 que ficará no ar até maio de 2022 para servir de fonte de pesquisa a respeito do tema. O site também terá um ebook e um audiobook para download gratuito sobre o material compilado pela historiadora brasileira Marcia Camargos residente em Paris. Ela fará um panorama da influência europeia que os modernistas brasileiros receberam quando viveram em Paris nos Anos 1920 mostrando como essa vivência foi crucial para a criação da Semana de Arte Moderna Brasileira. _ Além da versão digital descrita acima também faremos a impressão de 300 livros que serão distribuídos gratuitamente para vários segmentos da nossa sociedade em observância ao Art. 20. da INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº 2, DE 23 DE ABRIL DE 2019. - O evento de lançamento desses produtos, tratado nesse projeto como OBRA EXIBIDA, será um evento de imprensa e aberto à comunidade. Iremos distribuir 100 convites para essa agenda. _ Contrapartida social - em atendimento ao artigo 22 da IN nº 02/2019 do Ministério da Cidadania), faremos tours culturais educativos em vans pela cidade de São Paulo com estudantes de escolas públicas residentes no Capão Redondo/SP, da faixa etária entre 12 e 14 anos, para que elas conheçam locais que compõe a história de artistas responsáveis pela Semana de Arte Moderna. Ao todo serão 160 pessoas atendidas. Essa etapa será realizada em parceria com a Associação Pequeno Mestre, situada no Capão Redondo, em São Paulo.
A Semana de Arte Moderna representou uma verdadeira renovação de linguagem, na busca de experimentação, na liberdade criadora da ruptura com o passado e até corporal. O evento marcou época ao apresentar novas ideias, conceitos e paradigmas artísticos, que tiveram reflexos diretos em alguns movimentos culturais posteriores, como o Movimento Pau-Brasil, Movimento Verde-Amarelo e o Movimento Antropofágico. Por isso é tão importante a criação dessa memória virtual para que o tema seja amplamente discutido no ano do seu centenário. O projeto, portanto, está em consonância com o ideário estabelecido pela Instrução Normativa Nº 2, de 23 de abril de 2019, que diz em seu Art. 1º - § 2º que os projetos culturais apresentados por meio do mecanismo de incentivo a projetos culturais do Programa Nacional de Apoio à Cultura (Pronac) devem ter por objetivo ampliar o acesso da população aos bens e serviços culturais, apoiar a produção e a expressão cultural, fortalecer a economia criativa e contribuir para o desenvolvimento do país. A utilização do incentivo fiscal da Lei nº 8.313/1991 (Lei Rouanet) representa a principal ferramenta para que esse projeto possa ser atrativo para a iniciativa privada. Sem o aparato da lei corremos o risco de não realizar o projeto e assim sendo perderemos a divulgação dessa comemoração tão importante para o calendário artístico/cultural nacional. O projeto se enquadra nos seguintes incisos do Art. 1º da Lei 8313/91: I - Contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; Visto que estamos criando um produto 100% gratuito e que faz luz a um dos principais acontecimentos culturais brasileiros. III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória; IX - priorizar o produto cultural originário do País. Visto que o nosso produto tem o intuito de marcar a comemoração do centenário da Semana de Arte Moderna no Brasil, o evento que é considerado o marco inicial do movimento modernista brasileiro. As ideias que surgiram na Semana de 22 se desdobraram movimentos diversos que levaram seu legado adiante. A herança da Semana de Arte Moderna ainda pode ser observada em movimentos posteriores como o Tropicalismo a geração da Lira Paulistana e a Bossa Nova. O projeto tem por finalidade (dentre as elencadas no Art. 3º da Lei Rouanet), as seguintes: II - fomento à produção cultural e artística, mediante: b) edição de obras relativas às ciências humanas, às letras e às artes; Visto que iremos lançar um livro em vários formatos para tratar sobre a Semana de Arte Moderna que ocorreu em São Paulo. IV - estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante: b) levantamentos, estudos e pesquisas na área da cultura e da arte e de seus vários segmentos; V - apoio a outras atividades culturais e artísticas, mediante: a) realização de missões culturais no país e no exterior, inclusive através do fornecimento de passagens. Visto que faremos uma extensa pesquisa em Paris a respeito de artistas brasileiros que residiram na capital francesa. A respeito do último item fazemos um adendo que a historiadora já reside na Europa e não precisaremos arcar com o seu deslocamento àquele continente.
O SITE será lançado em fevereiro de 2022 e ficará no ar até maio de 2022 . Ele irá conter uma home principal com as fotos da pesquisa, além de uma página com o institucional do projeto e o institucional do patrocinador. Também teremos uma página com os currículos da equipe envolvida, uma com a palestra gravada sobre a Semana de 22, uma página para download do livro e também para o áudio-book e uma última com as mais recentes notícias sobre as comemorações da Semana de 22. Para fazer o download dos produtos gratuitos o internauta só precisará efetuar um breve cadastro. O LIVRO será diagramado no Tamanho 15,7 x 23 com e terá até 150 páginas (podendo ser menos). Ele será em papel couchê Fosco 300g com 4 x 0 cores, com orelha de 6cm na capa e na contra capa+ Laminação Fosca - Miolo Fechado em Offset 90g. Na parte interna teremos algumas páginas em 4 x 4 mas a definição do quantitativo dependerá do levantamento que será realizado em Paris. A diagramação contará com elaboração do projeto gráfico visual e criação do layout da capa; diagramação e tratamento de imagens; preparação das provas e acompanhamento de impressão, bem como da adequação do livro para a versão e-book. O AUDIOBOOK de 150 páginas será gravado em estúdio de dublagem e terá, além do narrador, produção de mixagem, finalização e equalização. O resultado será um áudio-livro de cerca de 7 horas, podendo ser menos. Essa adequação demandará até 10 dias de trabalho em estúdio. CONTRAPARTIDA SOCIAL – A contrapartida social será uma palestra itinerante sobre os monumentos existentes na capital paulistana que fazem referência ao Movimento Modernista Brasileiro e à Semana de 22. Ela será voltada principalmente para os alunos da educação pública de ensino da cidade de São Paulo e o principal objetivo será apresentar para os estudantes os locais que marcaram esse importante calendário da agenda cultural do país bem como mostrar a eles as obras de artistas que integraram o movimento modernista. Para isso, faremos tours culturais por locais do Centro e da Zona Oeste de São Paulo que representam registros referenciais para que os jovens possam entender a Semana de Arte Moderna. Através desses lugares vamos contar história do evento e, ao mesmo tempo, dos lugares a ele conectados. Faremos ao todo quatro “viagens” levando 40 crianças por dia no passeio. A faixa etária escolhida foi de crianças entre 12 e 14 anos. O trajeto demorará até 2 horas entre saída, tour e retorno. O trabalho está sendo realizado em parceria com a Associação Pequeno Mestre, do Capão Redondo, que irá selecionar as crianças das escolas públicas região e também moradores da comunidade. O tour será feito da seguinte forma: Saída da Associação Pequeno Mestre, no Capão Redondo; seguindo para a Casa Modernista da Rua Santa Cruz (Vila Mariana); Teatro Municipal de São Paulo (Centro da Cidade) - história do teatro em si e o que aconteceu ali durante a Semana de 22; Praça das Artes (Centro da Cidade) - ali ao lado, abriga o Conservatório Dramático e Musical, onde Mário de Andrade, um dos protagonistas da Semana, dava aulas; Hotel Terminus - no primeiro endereço (rua Brigadeiro Tobias, 576, esquina com a rua Washington Luís)- onde o núcleo do modernismo posou para uma celebre foto logo após a Semana de 22; Palácio da Indústrias (Parque Dom Pedro II, no centro da cidade de São Paulo, Brasil) onde o escultor Victor Brecheret trabalhava meio escondido, em sala cedida por Washington Luís, e foi “descoberto” por Oswald de Andrade; Pinacoteca (Centro de SP) - antigo Liceu de Artes e Ofícios, hoje tem na sua coleção as primeiras obras modernistas do país; Palacete Veridiana da Silva Prado, em estilo francês localizado na Avenida Higienópolis, 18, que antecedeu a Semana de 22; Casa, de autoria do arquiteto ucraniano Gregori Warchavchik, na Itápolis, no Pacaembu; Finalizando no Parque do Ibirapuera, para visitar o Monumento das Bandeiras, de Brecheret, um dos principais modernistas; e retorno para a associação onde as crianças receberão um kit lanche. Vale ressaltar que o guia que vai trabalhar no tour e o coordenador do projeto na comunidade serão representantes da própria comunidade do Capão Redondo, a serem escolhidos pela direção da ONG Pequeno Mestre. Salientamos que a garantia de público se dará através da seleção realizada pela Associação Pequeno Mestre, do Capão Redondo. A entidade atualmente atende 839 pessoas residentes na comunidade. Caberá à comunidade selecionar as crianças na faixa etária pretendida no projeto, entre 12 e 14 anos, e recolher os comprovantes escolares que garantem que o participante da atividade efetivamente está matriculado e frequenta uma escola pública do entorno. Para esse trabalho estamos prevendo inclusive um coordenador que está descrito no orçamento como COODENAÇÃO TÉCNICA da contrapartida social. O evento de LANÇAMENTO do livro e do site, que estamos chamando nesse projeto de obra exibida, será estruturado com o cerimonial do patrocinador. Portanto não temos detalhamento a apresentar. A única ressalva é que irá ocorrer em local aberto ao público e de fácil acesso conforme especificação na democratização do acesso e também no item que trata sobre a acessibilidade.
Em observância aos termos da Lei 10.741/2003 (que instituiu o Estatuto do Idoso) e da Lei 13.146/2015 (que instituiu a Lei Brasileira de Inclusão da Pessoa com Deficiência); bem como ao Decreto nº 9.404, de 2018, e demais normativas que especificam as normas gerais e critérios básicos para a promoção da acessibilidade de pessoas portadoras de deficiência, com mobilidade reduzida e também dos idosos, temos a declarar que: Em relação ao PRODUTO SITE no que se refere a acessibilidade física o termo não se aplica. Já em relação à acessibilidade de conteúdo iremos programar a página de acordo com a World Wide Wev Consortium, a principal organização da web que especifica algumas diretrizes internacionais para garantir que a acessibilidade digital seja uma realidade. Os principais pontos que serão abordados na programação para tornar o site mais acessível são: todas as imagens serão publicadas com legendas para facilitar a leitura de telas; Todos os textos do navegador terão a opção de aumentar a fonte para ajudar na condição de leitura das pessoas com deficiência visual; vamos legendar todos os vídeos publicados no site e, além disso, instalaremos o plugin de acessibilidade chamado Hand Talks para que a comunidade surda tenha acesso ao intérprete de Libras na nossa página. Esse aplicativo é GRATUITO e só precisa ser linkado através de programação de instalação. $$$$ ORÇAMENTO $$$$ Não existe uma rubrica específica para essa adequação uma vez que o trabalho será realizado dentro da rotina do programador do site e da inserção de informações feitas pela jornalista, cujo orçamento está previsto dentro das rubricas sítio de internet (design e criação) e sítio de internet (textos). PRODUTO LIVRO SOBRE A SEMANA DE 22 – No quesito acessibilidade física do produto livro o termo não se aplica. Já no quesito acessibilidade de conteúdo faremos uma versão em áudio para ser ouvida diretamente no site. $$$$ ORÇAMENTO $$$ o custo dessa adequação do livro para a versão audiobook está previsto no projeto com as rubricas EDIÇÃO DE SOM e GRAVAÇÃO DE VOZES. PRODUTO EVENTO DE LANÇAMENTO (OBRA EXIBIDA) – esse produto está sendo chamado no projeto de OBRA EXIBIDA. No quesito acessibilidade física a produção se compromete a realizar o lançamento da obra em espaços que respeitem a legislação e regulamentação vigente de modo a tornar tais eventos acessíveis a qualquer público, principalmente àqueles com dificuldades motoras, bem como pessoas idosas e as PcD (pessoas com deficiência), portanto não teremos que empregar valores para esse quesito. Em relação à acessibilidade de conteúdo informamos que iremos contratar um intérprete de libras para a data. $$$$ ORÇAMENTO $$$ a rubrica para a adequação de conteúdo desse produto está prevista no projeto como INTÉRPRETE DE LIBRAS. CONTRAPARTIDA SOCIAL – em relação à acessibilidade física iremos alugar um veículo que esteja devidamente adaptado às normas vigentes. Além disso, o local de concentração para embarque no tour será a Associação Pequeno Mestre (em São Paulo), que já é perfeitamente adaptado à legislação descrita na inicial. No que diz respeito aos deficientes visuais informamos que o coordenador do projeto na comunidade ficará responsável por acomodar os participantes cegos nos seus assentos no ônibus. $$$$ ORÇAMENTO $$$ A rubrica desse profissional está prevista no projeto como COORDENAÇÃO TÉCNICA. Em relação à acessibilidade de conteúdo para deficientes auditivos iremos contratar intérprete de libras para os tours guiados. $$$ ORÇAMENTO $$$ orçamento está descrito no projeto para a acessibilidade de conteúdo com a rubrica INTÉRPRETE DE LIBRAS. Em relação à acessibilidade de conteúdo para cegos informamos que iremos produzir um roteiro (COM RECURSOS PRÓPRIOS) de áudiodescrição dos monumentos visitados. Caberá ao guia treinado na comunidade apresentar os locais visitados e também fazer uma leitura descritiva do local para que os participantes cegos tenham uma maior percepção dos locais visitados. $$$ ORÇAMENTO $$$ O roteiro, conforme descrito, será produzido com recursos próprios e a contratação do guia está prevista no projeto com a rubrica MONITORES. Já em relação à adaptabilidade de ônibus não teremos gasto extra para esse quesito. Já está prevista no projeto com a rubrica ALUGUEL DE ÔNIBUS. Em relação às condições da associação já estão perfeitamente adaptadas conforme descrito. Caso aja necessidade de algum ajuste será realizado através de recursos próprios.
Conforme estabelece a INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº 2, DE 23 DE ABRIL DE 2019, que diz em seu Art. 20. que as propostas culturais deverão conter um plano de distribuição detalhado visando assegurar a ampliação do acesso aos produtos, bens e serviços culturais produzidos, temos a informar que o site terá acesso aberto à comunidade em todas as suas abas e o download do livro e/ou do audiobook será gratuito mediante breve cadastro. Estamos prevendo o acesso de, no mínimo, mil pessoas ao portal cuja comprovação será feita mediante a contagem de acessos da página pelo Google ADS. Faremos a impressão de 300 livros para registro perene dessa produção literária a respeito do centenário da Semana de 22. Eles seguirão o seguinte plano de distribuição respeitando as especificações da INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº 2, DE 23 DE ABRIL DE 2019: 100 livros serão doados para a Associação Pequeno Mestre que atende famílias de baixa renda da Região do Campo Limpo, local que concentra mais de 60 favelas da capital paulistana, algumas em processo de urbanização e a maioria ainda extremamente precária. A associação fará a distribuição dos exemplares conforme demanda. Com isso, nos enquadramos na normativa acima citada, em seu Art.20. Inciso I- A, que diz que pelo menos 20% do produto deverá ser destinado para distribuição gratuita com caráter social, educativo ou formação artística. 20 livros serão entregues ao patrocinador, conforme o teto de até 10% previsto na norma; 20 livros serão encaminhados para divulgação, conforme o teto de até 10% previsto na norma; 100 livros serão doados para bibliotecas de escolas públicas de ensino da capital paulistana e, com isso, contemplamos o artigo 21 da normativa, em seu Inciso I, que prevê que no mínimo 20% dos produtos resultantes da execução do projeto deverão ser destinados a escolas públicas, bibliotecas, museus ou equipamentos culturais de acesso franqueado ao público, devidamente identificados. 55 livros serão distribuídos no dia do lançamento do evento. 5 livros serão distribuídos para a comunidade brasileira residente em Paris que atua como formadora de opinião da cultura brasileira no exterior. Em relação ao produto OBRA EXIBIDA, ou seja, o lançamento do site e do livro da Semana de 22, iremos distribuir 100 convites ao todo. Destes, 10 são para o patrocinador, 10 são para a imprensa, 40 para diretores de instituição de ensino da rede pública da cidade, 20 para ongs que atuam em prol da inclusão cultural para população de baixa renda e 20 para pessoas ligadas à cultura. O evento poderá ser gravado e utilizado em reportagens e divulgações no geral. Em relação ao produto CONTRAPARTIDA SOCIAL, ou seja, a palestra itinerante ou tour cultural educativo, teremos 160 vagas ao todo e todas elas serão destinadas a professores e alunos matriculados em escolas públicas de ensino da comunidade do Capão Redondo e entorno – seleção realizada pela Associação Pequeno Mestre. O evento poderá ser gravado e utilizado em reportagens e divulgações no geral. Também iremos disponibilizar na internet o registro dessas atividades. As imagens e vídeos serão captadas pelo coordenador técnico, cuja remuneração está prevista em CONTRAPARTIDA SOCIAL na rubrica COORDENAÇÃO TÉCNICA, função que será ocupada por um representante da comunidade carente que será atendida no projeto. A compilação do material será feita pelo profissional indicado na planilha de custos como OPERADOR DE VÍDEO. O resultado será divulgado no site da Semana de 22. Vale ressaltar que o público mínimo total previsto nos produtos descritos nesse projeto (site, livro e evento de lançamento) é de 1.400 pessoas. Portanto, a realização da contrapartida social para 160 crianças de escolas públicas de ensino atende perfeitamente o mínimo previsto em lei.
PROPONENTE - LUCIANA CANUTO - Repórter de cultura, economia e política dos jornais A Gazeta-ES, O Estado de Minas-MG e correspondente do O Globo-RJ. Biógrafa do empresário Cariê Lindenberg, proprietário do Conglomerado A Gazeta, filiada à TV Globo no Espírito Santo. Editora dos livros Eu e a Sorte, Vou te Contar e Pingos e Respingos, publicados pela Editora Grypus. Biógrafa do advogado Euclides Ribeiro, de Mato Grosso, e do industrial Floriano Campolina, cujo livro, Um mineiro na Pauliceia, será lançado em abril de 2021. Publicou em 2018 o romance Óleo de Prímula. Atuou no projeto de translado da Escultura Musa Impassível, de Victor Brecheret, do Cemitério do Araçá, em São Paulo, para a Pinacoteca do Estado. Ação que culminou no lançamento de um livro. Brecheret foi o principal responsável pela iniciação da escultura brasileira no movimento modernista internacional. Em 1922, Victor Brecheret participou com dezenas de obras na Semana de Arte Moderna, quando teve suas esculturas expostas no Teatro Municipal de São Paulo. Daí vem a aproximação da jornalista Luciana Canuto com o tema e por isso começou a idealizar uma ação que marcasse o centenário da Semana de 22. Nesse projeto será a coordenadora geral do trabalho e ficará responsável pela edição de texto do livro, além de alimentar o site com notícias enquanto ele estiver no ar. MARCIA CAMARGOS - Escritora e jornalista com pós-doutorado em História pela USP, tem 30 livros publicados, entre ensaios, romances e infanto-juvenis, alguns dos quais receberam importantes prêmios literários, como o Jabuti e livro do ano, pela CBL. Especialista em modernismo, sobre o tema escreveu, entre outros, A Semana de 22: entre vaias e aplausos. (Boitempo, 2002), prêmio de melhor ensaio historiográfico de 2003, pela APL; A Semana de 22: revolução estética? (Lazuli/Companhia Editora Nacional, 2007) e A turma do Sítio na Semana de 22: uma aventura modernista. (Globo, 2012). Vive em Paris desde 2016, onde escreve artigos para revistas e jornais de São Paulo, faz conferências em instituições francesas e realiza um segundo pós-doutorado na Universidade da Sorbonne, sobre os modernistas em Paris nos anos 1920. Historiadora responsável pela pesquisa em Paris e pela curadoria do livro enquanto estiver sendo produzido. Também irá treinar o guia responsável pelo tour pela cidade. WILLIAN DANILO - Desenvolvedor e Especialista em UI, Sócio Fundador da Forge Design, fez suas transições em grandes empresas como Penalty, aonde ganhou conhecimento e abriu sua própria Startup em 2018, Atualmente desenvolve projetos em todo o Brasil tendo, inclusive, um servidor próprio. Irá desenvolver o site e fará a manutenção da página ao longo de 2022. GUEN YOKOYAMA - Designer gráfico e artista plástico formado pela FAU-USP (Faculdade de Arquitetura e Urbanismo da Universidade de São Paulo), com pós-graduação pela mesma escola. Foi chefe de divisão da área de criação da Imprensa Oficial do Estado de SP. Realizou trabalhos para a Gaumont Cinematográfica, TV Bandeirantes, Jogo, Puket e Petrobras, entre outras empresas. Com trabalho, atualmente, mais focado em publicações impressas, é autor do projeto gráfico e diagramação de “Patrimônio Colonial Latino-Americano”, de Percival Tirapeli, lançado pela Editora SESC-São Paulo. Responsável pelo lay out do livro. BRUNA ESTIVALET - relações públicas e influencer dos principais colunistas e repórter políticos do país. Atuou em campanhas políticas, foi jornalista investigativa em produção de TV e já recebeu o Prêmio Esso de Jornalismo. Fará a assessoria de imprensa do lançamento. PAULO CESAR JUNIOR - Ator profissional, com experiência em atuação em teatro, televisão, cinema e dublagem, além de produção, administração de espetáculos, roteiros, projetos culturais, workshops com crianças da rede municipal de educação, e com grande bagagem cultural, teórica e prática. Formação em Artes Cênicas pela UFMG / DRT (MG) 3761 – 09/1999. Fará a narração do livro para o audiobook. CESAR DE SOUZA SANTOS (CONHECIDO COMO CESAR SNYPER) - presidente da ONG Pequeno Mestre. Será o nosso braço na comunidade do Capão Redondo para a realização das ações de cunho social. LEOCLÍCIA ALVES - revisora com mais de 100 livros revisados. Fará a revisão de português do livro.
PROJETO ARQUIVADO.