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PRONAC 211239Apresentou prestação de contasMecenato

O Silêncio das Rosas

DESATINO FILMES LTDA
Solicitado
R$ 287,5 mil
Aprovado
R$ 292,3 mil
Captado
R$ 276,5 mil
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

Incentivadores (7)
CNPJ/CPFNomeDataValor
06228648000104FORTGREEN - COMERCIAL AGRICOLA LTDA1900-01-01R$ 90,0 mil
75642256000100Ribeiro Veículos S.A1900-01-01R$ 70,0 mil
53400818000168Fertigran Fertilizantes Vale do Rio Grande Ltda1900-01-01R$ 50,0 mil
79151502000173ARIOVALDO COSTA PAULO & CIA LTDA1900-01-01R$ 26,0 mil
79124079000112Fabrica de Acolchoados Maringá Ltda.1900-01-01R$ 23,0 mil
14758909000118KRONES CONSULTORIA DE CREDITO E COBRANCA LTDA1900-01-01R$ 10,0 mil
82015652000164Lightsweet industria e comercio de alimentos Ltda.1900-01-01R$ 7,5 mil

Eficiência de captação

94.6%

Classificação

Área
—
Segmento
Prod. AV curta/média mtragem/Tv Edu Cult
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Projetos normais
Ano
21

Localização e período

UF principal
PR
Município
Maringá
Início
2022-01-17
Término

Resumo

Produção audiovisual de um documentário de média-metragem com duração entre 55-65 minutos, formato 4K ou 6K, a ser escrito, produzido e dirigido pelo cineasta Eliton Oliveira, abordando histórias reais de violência e homicídios praticados contra a mulher em decorrência do fato de ela ser mulher, a partir de roteiro elaborado por meio de depoimentos de vítimas, amigos e familiares das vítimas, psicólogos, sociólogos, advogados que atuam em defesa das mulheres, médicos, jornalistas e delegadas de polícia, com embasamento jurídico e social.

Sinopse

Quando o Silêncio Mata! é um documentário de média-metragem com duração entre 55-65 minutos, que compila e cruza depoimentos de mulheres de diferentes idades, cor e etnia, vítimas de violência doméstica e tentativa de feminicídio, amigos e familiares de mulheres vítimas de feminicídio, homens condenados por violência doméstica e feminicídio, assim como entrevistas com profissionais que trabalham em prol destas vítimas, desde advogadas, psicólogas, terapeutas, delegadas, entre outras, fornecendo informações e dados pertinentes e atualizados. O documentário tem o objetivo de instigar reflexão ao mesmo tempo em que fornece esclarecimentos sobre as diferentes formas de violência contra a mulher, desde a violência psicológica e social, à violência física que fatalmente culmina no feminicídio. Trechos dos principais depoimentos serão dramatizados por atores experientes e de forma verossímil para que o público possa compreender o sofrimento pelo qual passa uma mulher acuada psicológica e fisicamente por seu agressor e, muitas vezes, assassino. Um dos melhores efeitos de se assistir a um bom filme é refletir sobre algum assunto que nunca paramos para analisar de forma aprofundada. Essas reflexões podem nos levar até a algumas discussões e com isso nos tornar cada vez mais conscientes dos problemas do mundo, além de nos oferecer caminhos para resolvê-los. A desigualdade é o maior problema que enfrentamos atualmente. Desigualdade de raça, de gênero e de classe impedem que todas as pessoas vivam de forma digna. Com a desigualdade de gênero vivenciamos o dia a dia de mulheres tendo a vida bruscamente interrompida ou o bem-estar anulado em virtude de um sistema de opressão. O silêncio mata e está na hora de tirar essa mordaça de nossas bocas! Todo o conteúdo deste filme será acompanhado e embasado pela Dra. Talita Arruda, advogada criminal e de família, professora de Direito Penal. Classificação indicativa: NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 12 ANOS por apresentar: ato violento, lesão corporalo, descrição de violência, presença de sangue, sofrimento da vítima, morte natural ou acidental com violência, exposição de pessoas em situações constrangedoras ou degradantes, agressão verbal e assédio sexual.

Objetivos

Objetivo geral: Produzir uma obra audiovisual em formato de documentário de média-metragem com duração entre 55-65 minutos que aborde a discriminação, a violência contra as mulheres e o feminicídio resultante dessa violência, abordando relatos verídicos e discussões com diversos setores de proteção à mulher, promovendo discussão jurídica e psicológica a respeito do feminicídio como crime hediondo, de forma que o produto final tenha dois formatos, sendo 1) obra audiovisual normal com legendas em português e 2) obra audiovisual com ferramentas de acessibilidade, tais como audiodescrição, legendagem para surdos e ensurdecidos(LSE) e box com interpretação de linguagem LIBRAS. Objetivos específicos: Produzir 01 (um) filme, gênero documentário de média-metragem, capaz de dialogar com a sociedade a respeito da "violência contra a mulher e o assustador aumento dos casos de feminicídio" no mundo; Realizar 20 (vinte) exibições do documentário em ambas as versões (com legendas em português e com ferramentas de acessibilidade) de forma gratuita em espaços culturais de Maringá e São Paulo (10 exibições em cada cidade), almejando um público total de 4.000 pessoas; Realizar como contrapartida social 2 (duas) palestras sobre "criação e execução de obra audiovisual / documentário" com a participação do produtor/diretor, do produtor executivo e outros profissionais da área audiovisual especialmente convidados para falar sobre direção, produção, roteiro e criação de obra documental, nas cidades de Maringá e São Paulo, com entrada gratuita para até 200 pessoas em cada uma das cidades, totalizando 800 pessoas.

Justificativa

A realização do documentário Quando o Silêncio Mata! é de vital importância para levar luz à violência contra a mulher e ao crime hidiondo de feminicídio, sendo assim, a produção desta obra precisa se utilizar do Mecanismo de Incentivo a Projetos Culturais por meio da Lei 8313/91, devido ao alcance que esta obra audiovisual e suas ações poderão alcançar junto ao público e à sociedade. Conforme o Art. 1° do Programa Nacional de Apoio à Cultura (PRONAC), esta proposta se enquadra nos seguintes incisos: I _ Contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; III _ Apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; V _ Salvaguardar a sobrevivência e o florescimento dos modos de criar, fazer e viver da sociedade brasileira; VIII _ Estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informações de conhecimento, cultura e memória; IX _ Priorizar o produto cultural originário do País. No que toca o cumprimento dos objetivos dispostos pelo Art. 3°, a proposta deverá cumprir os seguintes: II _ Fomento à produção cultural e artística, mediante: b) Edição de obras relativas às ciências humanas, às letras e às artes; IV _ Estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante: a) Distribuição gratuita e pública de ingressos para espetáculos culturais e artísticos. c) Ações não previstas no incisos anteriores e consideradas relevantes pelo Ministro de Estado da Cultura, consultada a Comissão de Apoio à Cultura.

Estratégia de execução

QUESTÕES QUE SERÃO DISCUTIDAS COM OS ENTREVISTADOS (MITOS DA VIOLÊNCIA DOMÉSTICA) 1. "As mulheres apanham porque gostam ou porque provocam." Quem é vítima de violência doméstica passa muito tempo tentando evitá-la para assegurar sua própria proteção e a de seus filhos. As mulheres ficam ao lado dos agressores por medo, vergonha ou falta de recursos financeiros, sempre esperando que a violência acabe, e nunca para manter a violência. 2. "A violência doméstica só acontece em famílias de baixa renda e pouca instrução." A violência doméstica é um fenômeno que não distingue classe social, raça, etnia, religião, orientação sexual, idade e grau de escolaridade. Todos os dias, somos impactados por notícias de mulheres que foram assassinadas por seus companheiros ou ex-parceiros. Na maioria desses casos, elas já vinham sofrendo diversos tipos de violência há algum tempo, mas a situação só chega ao conhecimento de outras pessoas quando as agressões crescem a ponto de culminar no feminicídio. 3. "É fácil identificar o tipo de mulher que apanha." Não existe um perfil específico de quem sofre violência doméstica. Qualquer mulher, em algum período de sua vida, pode ser vítima desse tipo de violência. 4. "A violência doméstica não ocorre com frequência." Segundo dados da Organização Mundial da Saúde (OMS), em 2013 o Brasil já ocupava o 5º lugar, num ranking de 83 países onde mais se matam mulheres. São 4,8 homicídios por 100 mil mulheres, em que quase 30% dos crimes ocorrem nos domicílios. Além disso, uma pesquisa do DataSenado (2013) revelou que 1 em cada 5 brasileiras assumiu que já foi vítima de violência doméstica e familiar provocada por um homem. Os resultados da Fundação Perseu Abramo, com base em estudo realizado em 2010, também reforçam esses dados – para se ter uma ideia, a cada 2 minutos 5 mulheres são violentamente agredidas. Outra confirmação da frequência da violência de gênero é o ciclo que se estabelece e é constantemente repetido: aumento da tensão, ato de violência e lua de mel. Nessas três fases, a mulher sofre vários tipos de violência (física, moral, psicológica, sexual e patrimonial), que podem ser praticadas de maneira isolada ou não. 5. "Para acabar com a violência, basta proteger as vítimas e punir os agressores." Tanto a proteção das vítimas quanto a punição dos agressores são importantes no combate à violência. Mas isso não é suficiente, principalmente porque a violência doméstica e familiar contra as mulheres é um problema estrutural, ou seja, ocorre com frequência em todos os estratos sociais, obedecendo a uma lógica de agressões que já são mapeadas pelo ciclo da violência. Daí surge a necessidade também de ações sequenciadas para o enfrentamento da violência de gênero, tais como inserir essa discussão nos currículos escolares de maneira multidisciplinar; criar políticas públicas com medidas integradas de prevenção; promover pesquisas para gerar estatísticas e possibilitar uma sistematização de dados em âmbito nacional; realizar campanhas educativas para a sociedade em geral (empresas, instituições públicas, órgãos governamentais, ONGs etc.); e difundir a Lei Maria da Penha e outros instrumentos de proteção dos direitos humanos das mulheres. 6. "A mulher não pode denunciar a violência doméstica em qualquer delegacia." A violência doméstica pode, sim, ser denunciada em qualquer delegacia, sem perder de vista, entretanto, que a Delegacia Especializada no Atendimento à Mulher (DEAM) é o órgão mais capacitado para realizar ações de prevenção, proteção e investigação dos crimes de violência de gênero. O acesso à justiça é garantido às mulheres no art. 3º da Lei Maria da Penha. 7. "Se a situação fosse tão grave, as vítimas abandonariam logo os agressores." Grande parte dos feminicídios ocorre na fase em que as mulheres estão tentando se separar dos agressores. Algumas vítimas, após passarem por inúmeros tipos de violência, desenvolvem uma sensação de isolamento e ficam paralisadas, sentindo-se impotentes para reagir, quebrar o ciclo da violência e sair dessa situação. 8. "É melhor continuar na relação, mesmo sofrendo agressões, do que se separar e criar o filho sem o pai." Muitas mulheres acreditam que suportar as agressões e continuar no relacionamento é uma forma de proteger os filhos. No entanto, eles vivenciam e sofrem a violência com a mãe. Isso pode ter consequências na saúde e no desenvolvimento das crianças, pois elas correm o risco não só de se tornarem vítimas da violência, mas também de reproduzirem os atos violentos dos agressores. 9. "Em briga de marido e mulher não se mete a colher./Roupa suja se lava em casa." A violência sofrida pela mulher é um problema social e público na medida em que impacta a economia do País e absorve recursos e esforços substanciais tanto do Estado quanto do setor privado: aposentadorias precoces, pensões por morte, auxílios-doença, afastamentos do trabalho, consultas médicas, internações etc. De acordo com o § 2º do art. 3º da Lei Maria da Penha, é de responsabilidade da família, da sociedade e do poder público assegurar às mulheres o exercício dos “direitos à vida, à segurança, à educação, à cultura, à moradia, ao acesso à justiça, ao esporte, ao lazer, ao trabalho, à cidadania, à dignidade, ao respeito e à convivência familiar e comunitária”. Além disso, desde 2012, por decisão do Supremo Tribunal Federal (STF), a Lei Maria da Penha é passível de ser aplicada mesmo sem queixa da vítima, o que significa que qualquer pessoa pode fazer a denúncia contra o agressor, inclusive de forma anônima. Achar que o companheiro da vítima “sabe o que está fazendo” é ser condescendente e legitimar a violência num contexto cultural machista e patriarcal. Quando a violência existe em uma relação, ninguém pode se calar. 10. "Os agressores não sabem controlar suas emoções." Se isso fosse verdade, eles também agrediriam chefes, colegas de trabalho e outros familiares, e não somente a esposa, as filhas e os filhos. A violência doméstica não é apenas uma questão de “administrar” a raiva. Os agressores sabem como se controlar, tanto que não batem no patrão, e sim na mulher ou nos filhos. Além disso, eles agem dessa maneira porque acreditam que não haverá consequências pelos seus atos. 11. "A violência doméstica vem de problemas com o álcool, drogas ou doenças mentais." Muitos homens agridem as suas mulheres sem que apresentem qualquer um desses fatores. 12. "A Lei Maria da Penha é inconstitucional." É comum ver argumentos de que a Lei Maria da Penha fere a Constituição Federal em seu art. 5º, inciso I, segundo o qual “homens e mulheres são iguais em direitos e obrigações nos termos desta constituição”. Assim, o problema estaria no fato de que a lei teria tratado a violência doméstica e familiar pelo viés de gênero, o que, para muitos, seria uma “discriminação” do sexo masculino, pois marcaria uma diferenciação entre homens e mulheres e infringiria o princípio da isonomia. No entanto, esse princípio não significa uma igualdade literal, mas prescreve que sejam tratadas igualmente as situações iguais e desigualmente as desiguais. Ora, as mulheres enfrentam desvantagens históricas dentro do contexto machista e patriarcal em que vivemos, as quais vão desde o trabalho, passando pela participação política e o acesso à educação, até as relações familiares, entre outras. Dessa forma, a Lei Maria da Penha, longe de privilegiar as mulheres em detrimento dos homens, tem uma atuação imprescindível para equilibrar as relações e proteger as mulheres em situação de risco e violência, visando uma igualdade real, e não apenas teórica. Por fim, vale ressaltar que o Supremo Tribunal Federal (STF) também já se posicionou quanto a essa questão, decidindo pela constitucionalidade da lei.

Especificação técnica

A pesquisa sobre os temas-alvo do documentário Quando o Silêncio Mata!, isto é, violência doméstica, violência contra a mulher, machismo, sexismo, violência psicológica, social, verba e sexual e, finalmente, feminicídio envolverão diversos profissionais da área que atuam no auxílio à vítimas de violência doméstica, como a Dra. Talita Arruda, que advoga em benefício do feminino, e Carmen Cuenca, que atua como psicóloga clínica para casais e famílias. Ambas as profissionais lidam diariamente com situações que envolvem todos os tipos de violência contra a mulher e filhos. O acesso a estes profissionais, e diversos outros, será realizado pela Dra. Talita Arruda que também é coprodutora deste documentário e a principal consultora. Por meio dos profissionais, será realizada a construção do pré-roteiro deste documentário e o acesso à vítimas de violência doméstica e feminicídio. O ponto mais importante, no entanto, é ouvir as vítimas, conhecer suas histórias, conversar com familiares, amigos, entre outros, a fim de se registrar informações que forneçam dados para o roteiro final. As filmagens dos depoimentos serão realizadas em estúdio onde as vítimas poderão, mais uma vez, acessar as dolorosas lembranças da violência, desta vez fornecendo detalhes de como tudo aconteceu, quando e por que aconteceu. Todos os depoimentos serão filmados em P&B com câmera Red Dragon em 6K com captação de som direto. A produção espera reunir o máximo possível de depoimentos ao longo de 3 dias de filmagem com jornadas diárias de no mínimo 8 horas. Além dos depoimentos, a produção deste documentário prevê acompanhar por algumas horas cada uma das vítimas e seus familiares, seja no dia a dia em casa, no trabalho, na rua, em atividades do cotidiano, para ilustrar o quanto a violência limitou ou prejudicou estas mulheres. Estas imagens deverão ilustrar e entrecortar os depoimentos. As cenas dramatizadas serão criadas a partir de depoimentos reais e objetivam mostrar ao espectador a violência até então apenas verbalizada. Caso seja necessário, estas cenas conterão violência gráfica. A montagem do documentário intercalará os depoimentos das vítimas e familiares de vítimas com cenas do cotidiano destas pessoas e com as cenas dramatizadas da violência sofrida (conforme relatadas) com as entrevistas dos profissionais esclarecendo pontos importantes do ponto de vista policial, jurídico e psicológico, de maneira a tornar o filme dinâmico.

Acessibilidade

Lançamento da obra audiovisual Acessibilidade Física: Os locais de exibição do documentário contam com facilitadores para a locomoção, tais como estacionamento cobertos com vagas especiais, rampas de acesso, portas largas e automáticas, escada rolante, elevadores espaçosos e banheiros com tamanho e acessibilidade de cadeirantes. Todos os acessos e saídas são devidamente sinalizados e contam com profissionais treinados para fornecer informações e auxílio ao público. Acessibilidade para Deficientes Visuais: O documentário conta com produção de roteiro de audiodescrição, locução e gravação de acessibilidade audiodescritiva, além de produção de textos audiodescritivos para leitores de tela (divulgação nas redes sociais) conduzidas por profissionais com ampla experiência em acessibilidade. Os locais de exibição contam com piso tátil, áreas amplas de circulação (sem mobiliário), nos elevadores os botões e comandos orientam em Braille, além de comunicação auditiva indicando os respectivos andares, os corredores, banheiros e demais espaços. Acessibilidade para Deficientes Auditivos: O documentário conta com legendagem para surdos e ensurdecidos (LSE) e box com intérprete de LIBRAS conduzidas por profissionais com ampla experiência em acessibilidade. Os locais de exibição contam com placas sinalizadoras e sinais luminosos. Contrapartida social Acessibilidade Física: Os locais de realização das palestras contam com facilitadores para a locomoção, desde estacionamento com vagas especiais a rampas de acesso, portas largas e automáticas, e banheiros com tamanho e acessibilidade de cadeirantes. Todos os acessos e saídas são devidamente sinalizados e contam com profissionais treinados para fornecer informações e auxílio ao público. Acessibilidade para Deficientes Visuais: Os locais de realização das palestras contam produção de material de divulgação impresso e também acessível por QRCode, além de piso tátil, áreas amplas de circulação (sem mobiliário) e orientações em Braille em todas as dependências. Acessibilidade para Deficientes Auditivos: Os locais de realização das palestras contam com intérpretes de LIBRAS, além de placas sinalizadoras e sinais luminosos.

Democratização do acesso

O documentário Quando o Silêncio Mata! contará com duas versões, sendo a primeira versão destinada ao público em geral com legendas em português para melhor entendimento das entrevistas, depoimentos e cenas dramatizadas, e a segunda versão destinada ao público carente de acessibilidade, tanto visual quanto auditiva, sendo assim, contará com audiodescrição, legendagem para surdos e ensurdecidos (LSE) e box com intérprete de libras. - A obra será exibida em espaços públicos com entrada gratuita à população da cidade de Maringá (teatros, anfiteatros, espaços comunitários, escolas da rede pública de ensino, escolas da rede particular de ensino, universidades públicas estaduais e federais, além de espaços cedidos em empresas, ONGs e prefeitura); - Não haverá doação de cópias físicas do documentário ao público; - Não haverá disponibilização do documentário na internet; O documentário Quando o Silêncio Mata! será oferecido em rodadas de negócio para distribuidoras e canais de televisão, VoD e serviços de streaming, em ambas as versões, caso se de interesse do canal que adquirir os direitos de exibição da obra. Conforme o Art. 21 da IN 02/2019, serão adotadas as seguintes medidas de democratização de acesso: I - doar, além do previsto na alínea "a", inciso I do artigo 20, no mínimo, 20% (vinte por cento) dos produtos resultantes da execução do projeto a escolas públicas, bibliotecas, museus ou equipamentos culturais de acesso franqueado ao público, devidamente identificados; IV - permitir a captação de imagens das atividades e de espetáculos ou autorizar sua veiculação por redes públicas de televisão e outras mídias; V - realizar, gratuitamente, atividades paralelas aos projetos, tais como ensaios abertos, estágios, cursos, treinamentos, palestras, exposições, mostras e oficinas, além da previsão do art. 22; X - outras medidas sugeridas pelo proponente, a serem apreciadas pela Secretaria Especial de Cultural. Para cumprimento da contrapartida social, serão realizadas 4 (quatro) palestras (sendo 2 na cidade de Maringá/PR e 2 na cidade de São Paulo/SP) sobre a criação e produção de obra audiovisual documental com a participação do produtor/diretor e do produtor executivo do documentário "Quando o Silêncio Mata!", além de convidados especiais da área do audiovisual (diretores, produtores, roteiristas, realizadores, entre outros), em espaços culturais com entrada gratuita ao público, estudantes e professores da rede pública de ensino, almejando até 200 (duzentas) pessoas em cada palestra, que também contará com exibição do documentário produzido a partir desta proposta. As palestras contarão com intérpretes de LIBRAS e ampla divulgação no rádio, programas de televisão, jornais, redes sociais, além de convite direto em escolas da rede pública de ensino. O total do público previsto na contrapartida social é de 800 (oitocentas) pessoas. Para atender ao disposto no Art. 22 da IN 2/2019, esta ação formativa cultual de capacitação e treinamento pessoal corresponderá a 20% (vinte por cento) do quantitativo de público total previsto no plano de distribuição (4.000 pessoas nas cidades de Maringá e São Paulo), sendo que pelo menos 50% (cinquenta por cento) do público será constituído de estudantes e professores de instituições públicas de ensino, e os demais 50% (cinquenta por cena) de estudantes da área audiovisual (incluindo cursos de formação e faculdades particulares) e ainda o público em geral que tenha interesse pelo assunto.

Ficha técnica

A empresa proponente Script Doctor Productions é uma produtora de conteúdo para cinema, televisão e literatura, anteriormente conhecida como Gato na Árvore Filmes. O produtor Eliton Oliveira atua no gerenciamento de projetos próprios e em parceria com terceiros desde 1997. Nesta proposta, a empresa ficará responsável pela elaboração da pesquisa, roteiro, viabilização da produção, produção executiva e direção artística. CURRÍCULO DO PROPONENTE: CINEMA O ARMÁRIO MÁGICO – UMA FANTÁSTICA HISTÓRIA NA 2a GUERRA MUNDIAL. Produção: Diamante Filmes & Script Doctor Productions. Longa-metragem. Ano de produção: 2021. Ano de lançamento: 2021. Produtor / Produtor Executivo / Roteirista: Eliton Oliveira. Diretor: Érico Alessandro. Gênero: Drama. (EM PRÉ-PRODUÇÃO – PREMIADO EM 1o LUGAR NO EDITAL ANICETO MATTI AUDIOVISUAL 2020 – R$ 300.000,00. Sinopse: Um imigrante polaco e um menino judeu constroem um forte laço de amizade durante a Segunda Guerra Mundial, enquanto o perigo do nazismo toma conta de uma pequena cidade no sul do Brasil. AOS 30. Produção: Gato na Árvore Filmes. Curta-metragem. Ano de produção: 2013. Ano de lançamento: 2013. Produtor / Diretor / Roteirista: Eliton Oliveira. Gênero: Comédia. Sinopse: Três amigas enfrentam juntas a crise dos 30 anos com a ajuda de um amigo gay. 23.11.1967 – DOCUMENTOS DO CASO CLODIMAR PEDROSA LÔ. Produção: Gato na Árvore Filmes. Longa-metragem. CPB: 11013909. Ano de produção: 2010. Ano de lançamento: 2011. Produtor / Diretor / Roteirista: Eliton Oliveira. Gênero: Documentário drama. *Vencedor do Prêmio de Melhor Fotografia no Festival de Cinema de Maringá (2011). Sinopse: Compilação de depoimentos e documentos sobre o Caso Clodimar, um dos crimes mais hediondos e controversos da história recente do Paraná. A GAROTA DA LOJA DE LIVROS. Produção: Gato na Árvore Filmes. Média-metragem. CPB: 10012105. Ano de produção: 2007. Ano de lançamento: 2007. Produtor / Diretor / Roteirista: Eliton Oliveira. Gênero: Drama. *PREMIADO POR LEI DE INCENTIVO À CULTURA DE MARINGÁ 2006 – R$ 30.000,00. Sinopse: Um jovem com uma doença terminal se apaixona por uma vendedora de livros. OUTROS TRABALHOS EM CINEMA DESAPARECIDOS. Produção: Seven Filmes. Longa-metragem. Ano de produção: 2006. Ano de lançamento: 2007. Roteirista: Eliton Oliveira. Diretor: Antônio Marcos Ferreira. Gênero: Suspense. Sinopse: Jovens cineastas decidem investigar um local esquecido onde as pessoas desaparecem e descobrem um terrível segredo. CONEXÃO BRASIL. Produção: Tigre Filmes. Longa-metragem. Ano de produção: 1997/1998/1999. Ano de lançamento: 2001. Assistente de direção: Eliton Oliveira. Diretor: Antônio Marcos Ferreira. Sinopse: Ex-policial parte para a guerra contra a máfia das três fronteiras quando sua esposa é sequestrada. A SAGA – DA TERRA VERMELHA BROTOU O SANGUE. Produção: TV Tarobá/BAND. Longa-metragem convertida em minissérie. Ano de produção: 1998/1999. Ano de lançamento: 1999. Assistente de produção: Eliton Oliveira. Diretor: Manaoos Aristides. Sinopse: Drama épico sobre a colonização do oeste do Paraná. --- CURRÍCULO DRA. TALITA ARRUDA (COPRODUTORA / CONSULTORA) Dra. Talita da Fonseca Arruda Possui graduação em Direito pela Universidade Estadual de Maringá/PR (2000). É especialista pela Escola da Magistratura do Paraná (2001). Mestre em Direito pela Universidade Estadual de Maringá/PR (2008). Iniciou a vida docente em 2004, como professora colaboradora da UEM, onde estudou. Foi Professora Titular da Faculdade Integrado de Campo Mourão, professora assistente da Universidade Estadual de Maringá, entre outras, várias IES (sempre lecionando direito penal e matérias afins, inclusive as do eixo fundamental) na Cidade de Maringá - PR/ BR e região. Lecionou em curso de pós-graduação lato sensu. Foi Coordenadora do Curso de Direito da Faculdade Alvorada de Maringá- PR entre janeiro de 2014 e janeiro de 2017. Tem experiência na área de Direito, com ênfase em Direito Criminal e disciplinas propedêuticas ou chamadas de eixo fundamental. Advoga na área penal e de execução penal, há mais de 14 anos. Doutoranda pela Faculdade de Direito da Universidade de Lisboa (FDUL - Portugal) em Ciências Penais (tempo de dedicação exclusiva entre 2012 e 2013). Encontra-se em fase de conclusão da tese. Foi Vice-Presidente do Núcleo de Estudantes Luso Brasileiros (NELB). Investiga os fenômenos criminógenos; reabilitação dos egressos do sistema carcerário; vitimização da mulher e das crianças; desigualdade social e de gênero; acesso a justiça; meios alternativos de composição de conflitos; direito comprado; Justiça Restaurativa; fomento à celeridade processual e acesso a linguagem jurídica como direitos de cidadania. --- CURRÍCULO EDISON FATTORI (DIRETOR DE FOTOGRAFIA) Edison FattoriRegistro de Diretor de Fotografia e Operador de Câmera: 4938/003329/03 Diretor de Fotografia, câmera e assistente de câmera: Documentários – Serra Catarinense, Fortalezas da Ilha, Herança da Serra, Vale das Tradições, Homem do Sambaqui, Vinhas e Homens, Um Rei chamado Henrique, Um Sonho de Maestro, Em Busca da Cura, Ciranda Da Paz, Espanhois Confinantes Doc, Economia Solidaria Amazonas * Colombia, Florianópolis uma História a ser Contada, Gentil do Orocongo e Acolhida ao Campo. Comerciais Eletrobras,Eletrosul, Casan, Drogaria Catarinense, Prefeitura de São José, Florianópolis, Itajai, Criciuma, Joinville, Balneário Camburiú, Grupo Vita, Tigre, Koprime, Ibagy, Beira Mar Shoping ,Floripa, Super Imperatriz, Giassia, além de diversos governos municipais, estaduais e Federal. Seriado para TV Pequenos grandes Talentos 12 capitulos 2019 e Crisalida 4 Capitulos ( Tv cultura, NETFLIX ) Cinema Assistente de câmera em diversos curta-metragens em Porto Alegre e Florianópolis, longa-metragem O Quatrilho, Anahí de Las Missiones. Diretor de Fotografia no filme Isadora (curta metragem 16 mm) – (Festival de Brasília 2004) (Melhor filme FAM 2006), Jardim do Eden (**Festival de Cinema Infantil Fopolis, 2007), Confinantes (longa-metragem 35 mm – preto e branco) (Mencao Honrosa festival do RIO de Janeiro 2010, Melhor filme e Fotografia Piratuba 2010), Mnésia e O Armário Mágico (longa-metragem em pré-produção) --- CURRÍCULO GABRIEL GERALDINI (PRODUTOR EXECUTIVO) Produtor dos filmes abaixo: Série "Que Tal uma Notícia Boa? / Direção: Peri Lima (Mas Por Quê? Produções Artísticas); "Faz de Conta", de 2016 / Direção: Sérgio Spina (NaVeia Filmes); “Valores” (Media-metragem de 2013) / Direção: Peri Lima (Produtora: Pau na Máquina Filmes), “Brincadeira tem hora” (Curta-metragem de 2013) / Direção: Peri Lima (Produtora: Pau na Máquina Filmes) --- CURRÍCULO SIANDRE CAMACHO (DIRETORA DE PRODUÇÃO) Competência nas seguintes atividades: Direção de produção / Coordenação de projetos, Produção executiva, Produção de elenco para filmes publicitários e campanhas de moda. Experiência: Atua há 14 anos no mercado, tendo participado de mais de 400 projetos entre filmes publicitários e produções fotográficas neste período e desempenhando diversas funções para atender a especificidade de cada projeto. Campanhas publicitárias Nacionais e locais atendendo clientes como: Ford Caminhões, Arcor, Sicoob, Sicredi, Revest Acabamentos, Shopping Maringá Park / Avenida Center/ Catuaí / Eldorado, Construtora Plaenge, Construtora A. Yoshii,Viapar, Prefeitura de Maringá, Unicesumar, entre outros. Cenografias diversas para clientes como: Sicoob, Ozmose, Richini, Shopping Maringá Park / Avenida Center / VestSul, Grupo PL (Pura mania, Lado Avesso, Nine Pockets, etc), F.A Maringá (Sideral / Convicto), Prorelax e Scalon. ---

Providência

Projeto encaminhado para avaliação de resultados.

2022-10-15
Locais de realização (5)
Curitiba ParanáMaringá ParanáPorto Alegre Rio Grande do SulRio de Janeiro Rio de JaneiroSão Paulo São Paulo