| CNPJ/CPF | Nome | Data | Valor |
|---|---|---|---|
| 02992446000175 | Banco CNH Capital / New Holland Brasil | 1900-01-01 | R$ 200,0 mil |
| 19537471000161 | USA - USINA SANTO ÂNGELO LTDA | 1900-01-01 | R$ 186,0 mil |
| 78958717000138 | Romagnole Produtos Elétricos Ltda. | 1900-01-01 | R$ 65,0 mil |
| 79114450000165 | Cocamar Coopertiva Agroindustrial | 1900-01-01 | R$ 50,0 mil |
| 81170003000175 | UNIMED DE CASCAVEL - COOPERATIVA DE TRABALHO MEDICO | 1900-01-01 | R$ 27,5 mil |
| 01092817000108 | M.A Máquinas Agrícolas Ltda | 1900-01-01 | R$ 24,3 mil |
| 07851247000160 | AGROINDUSTRIAL IRMAOS DALLA COSTA LTDA. | 1900-01-01 | R$ 20,0 mil |
| 07770014000133 | Onix Distribuidora de Produtos Elétricos Ltda. | 1900-01-01 | R$ 15,0 mil |
Projeto itinerante de Cinema, que circulará por diversas cidades brasileiras, levando cultura e entretenimento para os alunos da rede pública de ensino. Em cada cidade serão realizadas 2 sessões de cinema, uma de manhã e outra à tarde, nos pátios ou quadras esportivas das Escolas públicas.
Os filmes e conteúdos audiovisuais a serem apresentados serão selecionados pela curadoria do projeto, e licenciados diretamente com seus produtores. Em cada escola serão realizadas 2 sessões, uma no período da manhã e outra no período da tarde.
Objetivo principal _ Democratizar o acesso à cultura, arte e ao entretenimento por meio de exibições gratuitas de filmes cinematográficos, para alunos da rede pública de ensino. Levaremos a diversão e o Cinema para as Escolas. Objetivos específicos:- Realizar 46 sessões de Cinema- Atingir aproximadamente 11.500 pessoas- Realizar palestras formativas como Contrapartida Social para 1.000 pessoas
O conceito de democratização da arte é pleno neste projeto, uma vez que permitirá a realização de sessões de cinema nas escolas públicas, sendo a Lei de Incentivo à Cultura a única forma de levar de forma gratuita a um público carente. Em nosso entendimento o projeto enquadra-se no Art. 1º da Lei 8313/91 através dos incisos: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; V - salvaguardar a sobrevivência e o florescimento dos modos de criar, fazer e viver da sociedade brasileira; Para o cumprimento das finalidades expressas no art. 1° da Lei 8313/91, conforme Art. 3º da referida norma, este projeto atenderá aos seguintes objetivos: As finalidades do projeto se enquadram no Art. 3º, inciso II alínea a) e inciso IV alínea b): II - fomento à produção cultural e artística, mediante: a) produção de discos, vídeos, obras cinematográficas de curta e média metragem e filmes documentais, preservação do acervo cinematográfico bem assim de outras obras de reprodução vídeo fonográfica de caráter cultural; O cinema na escola é, sem dúvida, uma das estratégias para ampliar o conhecimento dos alunos. A importância disso fez com que o Ministério da Educação incluísse um item específico na Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional, que determina a exibição de filmes produzidos no Brasil por duas horas por mês (pelo menos). Desta forma, desde junho de 2014, a aquisição de recursos audiovisuais passou a ser obrigatória nas instituições de ensino de educação básica de todo o país. Pesquisas feitas para fundamentar a mudança sinalizam que a atividade tende a desenvolver a percepção dos estudantes, aguçando suas funções sensoriais. Os recursos audiovisuais também despertam a interação dos alunos, assim como o uso de tecnologias em sala de aula, ambos com a capacidade de gerar mais atratividade deles diante dos temas. Pesquisas indicam que o foco permanece nos alunos de 10 a 20 minutos, num cenário de aula expositiva. O filme contribui para despertar a atenção deles à medida que traz, de modo diferenciado, conteúdos necessários à formação curricular, sendo apresentados por uma linguagem interativa e que tende a sensibilizar os estudantes. Até porque as imagens e o som estimulam mais facilmente o cérebro dos alunos, facilitando a compreensão do tema passado. Se bem alinhado com outras disciplinas, o cinema na escola pode ser aplicado combinando com uma atividade de leitura, o que fortalecerá outro pilar importante para o desenvolvimento dos estudantes. Apesar disso, em linhas gerais, as escolas encontram dificuldades com a falta de verbas e de estrutura. Embora esteja previsto na Lei, há muitas escolas que têm dificuldade em dispor dos aparelhos necessários. Desta forma, este projeto CINEMA NA ESCOLA permite a democratização do acesso à arte e ao entretenimento através de eventos e atividades culturais que se propõem a revalorizar o cinema e contribuir com a educação dos alunos da rede pública de ensino.
Nos custos vinculados administrativos estamos considerando a eventual contratação de assistentes administrativos PJ e a contratação de empresa especializada para a prestação de contas do projeto, tanto com relação ao planejamento financeiro quanto ao cumprimento dos objetos, quantidades, acessibilidade e democratização, com as respectivas comprovações. O custo de divulgação orçado é relativamente baixo pois está focado na comunicação direta para um público dirigido, que são os alunos das escolas públicas.
Cada dia de apresentação terá 2 sessões, uma no período da manhã e outra no período da tarde. Toda estrutura do projeto será montada no pátio da escola ou ginásio, sendo que levaremos almofadas para as crianças e algumas cadeiras. A tela será em LED, com tamanho de 3x8 metros
Acessibilidade Física: COMUM A TODOS OS PÚBLICOS: os locais elegíveis para a exibição dos filmes serão as escolas públicas, desde que comportem um mínimo de 250 pessoas (200 pessoas sentadas e 50 pessoas circulando no espaço) e tenham fácil acesso e circulação de pedestre. PESSOAS COM DEFICIÊNCIA: serão elegíveis escolas que permitam o acesso a cadeirantes com infraestrutura de rampas dentro do permitido pela legislação. Serão reservados espaços sinalizados para acomodação com acesso mais curto ou de melhores condições de locomoção. GESTANTES, IDOSOS E OBESOS: Para garantir o acesso a esses públicos, estabelecemos um mínimo de 10% dos assentos disponíveis com a sinalização de reservados. A localização dos assentos será de acordo com as melhores condições de acesso à plateia, mas a prerrogativa inicial é que eles sejam dispostos na frente e ao longo do corredor central. Como apoio e orientação, o profissional responsável pela animação fará a indicação e o acompanhamento dessas pessoas aos locais reservados. Acessibilidade de conteúdo: A curadoria garantirá a exibição de sessões com: Audiodescrição (ao menos 1 sessão) Legendagem descritiva ou legenda para surdos e ensurdecidos – LSE (1 sessão) Língua Brasileira de Sinais – LIBRAS (1 sessão) PARA TODAS AS SESSÕES: Os filmes exibidos contarão com legenda em português. Todos os filmes serão exibidos com dublagem em português do Brasil. CONTRAPARTIDA SOCIAL Acessibilidade física: As apresentações ocorrerão em locais públicos, que atendam a todas as exigências quanto à acessibilidade para os participantes. Acessibilidade para deficientes visuais: não se aplica, uma vez que todos poderão participar normalmente das palestras. Acessibilidade para deficientes auditivos: teremos tradução simultânea na linguagem de libras em 1 das palestras/debates a serem realizados.
- Todas as sessões serão gratuitas, não havendo venda de ingresso. Referente ao art. 21 da IN nº 02 de 23/abril/2019 do MinC a proposta irá adotar como ação de democratização de acesso o inciso: I – doar, além do previsto na alínea "a", inciso I do artigo 20, no mínimo, 20% (vinte por cento) dos produtos resultantes da execução do projeto a escolas públicas, bibliotecas, museus ou equipamentos culturais de acesso franqueado ao público, devidamente identificados; uma vez que todas as apresentações serão gratuitas Para o cumprimento da Contrapartida Social, Serão realizadas 6 palestras para público de 750 pessoas, entre alunos e professores da rede pública de ensino: Tema: ação formativa de "Criação de Roteiro para audiovisual" Objetivo: capacitar professores e alunos para utilização de técnicas de criação de Roteiro. Desenvolver habilidade de utilização de elementos variados. Programa: - Fundamentos, - Como organizar um roteiro audiovisual, a partir de um livro de história, - Técnicas de utilização da voz, - Entendendo o espaço cênico, - Prática. DURAÇÃO: 60 minutos O público alvo será de 10% do público total atingido, até o limite de 1.000 pessoas, considerando-se todas exigências estabelecidas no artigo 22 da IN nº 02/2019.
PEDRO OCHÔA – é sócio Diretor da Cia. Circo Teatro Sem Lona e será remunerado pela Direção geral do projeto (acumulará também a CURADORIA do projeto). Pedro participará de todos os processos do projeto, coordenando todas as etapas. Também será Palestrante na ação formativa. Pedro é Produtor, Ator, Diretor Teatral (SATED-PR e Circo Teatro Sem Lona) e professor de Teatro, graduado em Pedagogia com Mestrado em Educação pesquisa em ensino do Teatro. Trabalha na UEM – Universidade Estadual de Maringá desde 1988, é professor e coordenador do Teatro Universitário de Maringá, professor no curso superior de Artes Cênicas da UEM e foi Presidente da comissão para criação do Curso de Artes Cênicas UEM e Diretor de Cultura (Gestão 2011-2014). Fundador do Circo Teatro Sem Lona em 1996, onde desempenha a função de dramaturgo, diretor e ator. Trabalhou 15 anos como professor de teatro na Educação no Colégio Platão. Ao longo de sua carreira já ganhou mais de 55 prêmios de ator, diretor, dentre outros. Rafael Ochoa – é sócio Diretor da Cia. Circo Teatro Sem Lona e, juntamente com Pedro, participará de todos os processos do projeto. Será remunerado pela Produção Executiva e coordenará todas as etapas administrativas, financeiras e operacionais do projeto. É Formado em Administração de Empresas, UNICESUMAR. Produtor de peças teatrais desde 1.999 com “O Guarani O Amor de Peri e Ceci”, “Cantos e Contos”, “Peripécias Circenses”, “O Boi Cidadão”, “Dois Idiotas Sentados”, “A Lenda do Vale da Lua”, “Os Inimigos Não Mandam Flores”, “A Parada do Velho Novo”, “Medidas Contra a Violência”, “A Voz de Maria”, “Tam Tam e Tem Tem Numa Noite de Lua Cheia”, “A Divorciada”, “Medidas Contra Violência”, “Auto dos 99%”, “A Cidade que Renasceu” e outras. Participa em Eventos e Festivais desde 1999 onde destaca-se: Festival de Teatro de Presidente Prudente, Festival de Teatro de Campo Mourão (Ganhou cinco prêmios, dentre ele melhor espetáculo), Festival de Teatro de Florianópolis (Prêmio de melhor espetáculo), Festival de Teatro de Toledo (Ganhou seis prêmios, dentre eles melhor espetáculo), Festival de Teatro de Cascavel, Festival de Teatro de Guarapuava, Comboio Cultural – SEEC-PR, FESTAR – Festival de todas as artes de Arapongas, Caravana Funarte de Circulação Regional, FETECO- Festival de Teatro de Guarapuava (Prêmio de Melhor Espetáculo e Ator), Projeto Paranização – Teatro Guaíra (Curitiba, Umuarama e Maringá), Temporada Universitária de Teatro UEM, Festival de Teatro Curitiba – Fringe, Circuito SESC Oeste de Teatro, FETACAM Festival de Teatro de Campo Mourão (Prêmio de melhor interprete e conjunto da obra), Festival internacional de Londrina/FILO, Festival de teatro de Limeira SP – (prêmios – segundo lugar como melhor espetáculo adulto – melhor ator coadjuvante), Circuito SESI de Cultura e produção de todos os projetos do Circuito SESI das Regiões Norte do PR em 2016.
Projeto encaminhado para avaliação de resultados.