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PRONAC 211314Projeto encerrado por excesso de prazo sem captaçãoMecenato

Festival de Cinema Anselmo Duarte: releitura em 90 segundos [evento virtual]

MARIA CRISTINA MONTEIRO TASCA
Solicitado
R$ 179,2 mil
Aprovado
R$ 179,2 mil
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 4,8 mil

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Difusão de acerv e conteúdo AV diver meios/suporte
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Projetos normais
Ano
21

Localização e período

UF principal
SP
Município
Itu
Início
2021-06-01
Término

Resumo

Desenvolver a primeira edição do "Festival de Cinema Anselmo Duarte: releitura em 90 segundos, onde serão selecionados e premiados filmes de 90 segundos que façam a releitura da filmografia de Anselmo Duarte. O objetivo é valorizar, difundir e motivar o debate público em torno da obra do cineasta, entremeando os diferentes momentos do cinema brasileiro.

Sinopse

Filme selecionado para releitura na primeira edição do Festival de Cinema Anselmo Duarte: releitura em 90 segundos. O Pagador de Promessas Categoria: Longa-metragem / Sonoro / Ficção Material original: 35mm, BP, 96min, 2.250m, 24q Data e local de produção:Ano: 1962País: BRCidade: São PauloEstado: SP Certificados: Certificado de Censura Federal 5.806, de 03.07.1962, Livro 1, 20 cópias. 2.642m, proibido para menores de 10 anos.Certificado de Censura Federal 6.360, Livro 1, de 26.06.1962, 30 cópias, 95m, trailer.Censurado em 03.08.1962, 30 cópias, 90m, trailer.Censurado em 08.08.1962, 20 cópias, 2.600m.Certificado de Produto Brasileiro: B0500384200000 de 30.09.2005.Data e local de lançamentoData: 1962.08.06Local: São PauloSala(s): Art-Palácio Sinopse: Para cumprir uma promessa a Santa Bárbara, Zé-do-Burro carrega uma cruz nas costas de sua casa no sertão até a Igreja de Santa Bárbara, em Salvador. Rosa, sua esposa, acompanha-o nesta caminhada de sete léguas. Como parte da promessa ele havia dividido seu sítio no interior com os sitiantes mais pobres da região. A caminhada com a cruz até Salvador seria a segunda parte da promessa. Porém, ao chegar com a cruz até a porta da igreja, ele entra em conflito com Padre Olavo, que se horroriza ao tomar conhecimento de que tal promessa havia sido feita para que o melhor amigo de Zé, um burro doente, ficasse curado. Além disso, a promessa fora feita no terreiro de Iansã, mas para Padre Olavo essa diferença é óbvia: Iansã e o candomblé são símbolos do diabo. Assim, ele manda fechar as portas da igreja para que Zé, com a sua cruz, não possa entrar. Do lado de fora, nos degraus da escadaria da Igreja de Santa Bárbara, Zé, sem saber como argumentar e sem sequer entender os motivos de Padre Olavo, fica com a sua cruz e a determinação de pagar sua promessa a qualquer preço. Enquanto isso, Rosa deixa conquistar-se pelo galante Bonitão, um gigolô da vida noturna de Salvador, que lhe dá a oportunidade de sonhar com a cidade e com toda a luxúria que ela poderia oferecer. Dividida entre Zé e Bonitão, Rosa se encontra numa situação cada vez mais oscilante. Zé, que espera diante da igreja, provoca reações e atenções da população de Salvador. Enquanto Padre Olavo procura achar uma saída para uma situação politicamente desfavorável, Zé-do-Burro vai progressivamente e involuntariamente se tornando um herói. Os comerciantes da praça começam a usar a presença de Zé para fazer negócios às suas custas. A imprensa, farejando uma boa história, transforma o ingênuo Zé em uma figura revolucionária, que reparte suas terras com os necessitados, favorável à reforma agrária. O jornal se declara disposto a apoiar a futura carreira política de Zé em troca da exclusividade de sua história. Até o poeta de rua, Dedé, pensa em lucrar com a publicação do sofrimento de Zé. Para agrado da população negra e dos insatisfeitos com a postura de Padre Olavo e da Igreja , Zé decide enfrentar a autoridade católica. A população negra de Salvador se coloca ao lado de Zé, mas ninguém parece querer escutar o que ele tem a dizer. Ele só quer pagar sua promessa. Quando a polícia chega para prendê-lo, produz-se um tumulto, no qual Zé acaba morrendo. E assim ele é transformado de herói involuntário em herói trágico. (Baseado em Cinemais, n.23, maio-jun, 2000) Gênero: Drama PrêmiosPalma de Ouro no Festival de Cannes, 15, 1962, Cannes - FR..Prêmio Darius Milhaud de Melhor Filme..Prêmio Golden Gate de Melhor Música e Prêmio Especial do Juri no Festival de São Francisco, 1962, São Francisco - US..Prêmio Cabeza de Palanque no Festival de Acapulco, 1962, Acapulco - MX..Prêmio Sapatos Viejos no Festival de Cartagena, 1, 1962, Cartagena - CO..Prêmio Especial no Festival de Bucareste, 1962, Bucareste - RO..Prêmio Critic's Award no Festival de Edimburgo, 1962 - GB..Prêmio Saci, 1962 de Melhor Filme; de Melhor Produtor para Massaini, Oswaldo; de Melhor Ator para Villar, Leonardo e Prêmio Especial para Duarte, Anselmo e Gomes, Dias..Prêmio Governador do Estado de São Paulo, 1962 de Melhor Filme; de Melhor Produtor para Massaini, Oswaldo; de Melhor Diretor para Duarte, Anselmo; de Melhor Ator para Villar, Leonardo; Melhor Argumento para Gomes, Dias..Prêmios de Melhor Filme; de Melhor Diretor para Duarte, Anselmo; de Melhor Ator para Villar, Leonardo; de Melhor Atriz para Bengell, Norma; de Melhor Ator Secundário para Rey, Geraldo d'el; de Melhor Revelação para Menezes, Glória no Festival de Curitiba, 5, 1962, Curitiba, PR..Prêmio Cidade de São Paulo, 1962 do Júri Municipal de Cinema de Melhor Diretor para Duarte, Anselmo; Melhor Ator para Villar, Leonardo; de Melhor Atriz para Menezes, Glória; de Melhor Ator Secundário para Ferreira, Roberto; de Menção Honrosa para Bengell, Norma; de Melhor Argumento para Gomes, Dias; de Melhor Fotografia para Fowle, H. C.; de Melhor Composição para Migliori, Gabriel; de Melhor Edição para Coimbra, Carlos..Troféu Cinelândia, 1962 de Melhor Filme; de Melhor Diretor para Duarte, Anselmo; de Melhor Ator para Villar, Leonardo; de Melhor Atriz para Menezes, Glória..Menção Honrosa no Festival de Sestri-Levante, 1962, Sestri-Levante - IT..Menção Especial no Festival de Locarno, 1962, Locarno - SZ..Menção Honrosa no Festival de Toronto, 1962, Toronto - CA..Menção Honrosa no Festival de Karlovy-Vary, 1962, Karlovy-Vary - CZ..Menção Especial no Festival de Moscou, 1962, Moscou - RU. Produção: Companhia(s) produtora(s): Cinedistri - Companhia Produtora e Distribuidora de Filmes NacionaisCompanhia(s) co-produtora(s): Anselmo DuarteProdução: Massaini, OswaldoDireção de produção: Massaini, OswaldoProdução executiva: Massaini, OswaldoAssistência de produção: Teles, José; Rosado, Rui Produção - Dados adicionaisGerente de produção: Ribeiro, Roberto DistribuiçãoCompanhia(s) distribuidora(s): Cinedistri - Companhia Produtora e Distribuidora de Filmes Nacionais; Embrafilme - Empresa Brasileira de Filmes S.A. Argumento/roteiroRoteiro: Duarte, AnselmoDiálogos: Gomes, Dias Estória: Baseada na peça teatral homônima de <Gomes, Dias> Direção: Duarte, AnselmoAssistência de direção: Teles, JoséContinuidade: Araujo, Adelice Direção de fotografia: Fowle, ChickCâmera: Gabriel, GeraldoAssistência de câmera: Fraga, Marcial AlfonsoFotografia de cena: Duarte, Anselmo Dados adicionais de fotografiaEletricista: Muromatsu, Antonio; Brimo, Girolamo; Segatio, João CarlosMaquinista: Santos, R. Plinio dos Direção de som: Foscolo, CarlosEngenharia de som: Costa, JuarezSom direto: Foscolo, Carlos Montagem: Coimbra, CarlosMontagem de som: Foscolo, Carlos Direção de arte: Araujo, José Teixeira deFigurinos: Segatio, João C.Cenografia: Araujo, José Teixeira de Maquiagem: Marques, GilbertoAssistência de figurino: Segatio, João C. Trilha musical: Migliori, Gabriel CançãoTítulo: Exaltação à Bahia;Autor da canção: Paiva, Vicente e Garcia, Chianca de; Título: Cisne branco;Autor da canção: Santo, Antonio M. E. e Macedo, Benedito X. de; Título: Dorinha meu amorAutor da canção: Freitas, José Francisco de Fonte: CINEMATECA Brasileira. Disponível em: <http://bases.cinemateca.gov.br/cgi-bin/wxis.exe/iah/?IsisScript=iah/iah.xis&base=FILMOGRAFIA&lang=P&nextAction=search&exprSearch=ID=003261&format=detailed.pft>. Acesso em: 09/04/2021

Objetivos

Objetivo Geral: Desenvolver a primeira edição do "Festival de Cinema Anselmo Duarte: releitura em 90 segundos, onde serão selecionadas as 50 melhores produções de 90 segundos que façam a releitura da filmografia de Anselmo Duarte. Serão oferecidos R$ 21.000,00 aos 05 filmes selecionados através do julgamento por juri técnico, além de troféu especialmente criado para o evento, e R$ 1.500,00 para o filme escolhido pelo juri popular. O objetivo é valorizar, difundir e motivar o debate público em torno da obra do cineasta, entremeando os diferentes momentos do cinema brasileiro. O projeto destina-se ao público especializado, estudantes, profissionais e amantes do cinema. Objetivos específicos: a) Criar plataforma virtual para viabilizar informações sobre o festival, cadastramento, votação popular e exibição dos 50 filmes selecionados; b) Organizar calendário de exibição dos cinquenta (50) trabalhos selecionados, seguido de debates abertos ao público interessado, a fim de promover o intercâmbio entre os agentes produtores, especialistas e o público; c) Oferecer calendário com quatro (04) oficinas de audiovisual, prioritariamente a estudantes de cinema, a fim de promover a qualificação de mão de obra para o setor. d) Reconhecer e premiar a relevância artística dos cinco (05) filmes selecionados através do julgamento por juri técnico. Sendo: R$ 10.000,00 para o 1º colocado, R$ 5.000,00 para o 2º colocado, R$ 3.000,00 para o 3º colocado e 1.500,00 para o 4º e 5º colocados. Totalizando R$ 21.000,00 em prêmios; e) Estimular a formação de público para o audiovisual, promovendo julgamento e premiação de um (01) trabalho escolhido pelo público. Votação será realizada virtualmente através do site oficial do evento. Premiação de R$ 1.500,00; f) Oferecer aos 05 (cinco) primeiros colocados o trofeu Anselmo Duarte, criado especialmente para o Festival. g) Oferecer como contrapartida social 02 (duas) palestras aos professores e alunos das escolas públicas do município, sobre a vida e obra de Anselmo Duarte. Conteúdo programático e currículos dos professores disponível em Anexos. Obs. Oficinas e palestras previstas para o mês de dezembro utilizarão o aplicativo Zoom, que possui ferramentas de acessibildiade para deficientes visuais. Está prevista contratação de intérpretes de libras. Caso a situação sanitária permita a realização das atividades em formato presencial (obedecendo as recomendações de prevenção ao coronavirus), solicitaremos autorização posteriormente.

Justificativa

Incisos em que se enquadra o projeto: Lei 8313/91 Art. 1º I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; VIII - Estimular a produção e a difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória; IX - priorizar o produto cultural originário do País. Lei 8313/91 Art. 3º b) concessão de prêmios a criadores, autores, artistas, técnicos e suas obras, filmes, espetáculos musicais e de artes cênicas em concursos e festivais realizados no Brasil. -.-.-.-. O saltense Anselmo Duarte é o cineasta mais premiado da história do cinema brasileiro. Entre dezenas de produções dirigiu "O Pagador de Promessas", filme mais premiado do mundo em 1962, recebendo cinco grandes prêmios internacionais, inclusive a cobiçada "Palma de Ouro", em Cannes. Essa carreira vitoriosa seria suficiente para torná-lo uma das personalidades mais conhecidas da história nacional, não fosse a longa crise da memória cultural pela qual nosso país atravessa. O ano de 2020 marcou o centenário de nascimento de Anselmo Duarte. O que deveria ter sido um marco festivo para a cultura brasileira, foi apenas páginas de lamentações em alguns grandes jornais pelo esquecimento na efeméride. Agravando ainda mais essa situação, no dia 21 de abril de 2020, data do centenário, a pandemia da Covid-19 ganhou impulso e anuviou qualquer possibilidade de retomada historiográfica. Emoldurando este triste quadro imemorial, para muitos cidadãos de Salto (Terra de Anselmo Duarte), o protagonista dessa história é apenas o nome de um prédio no centro da cidade. Aliado ao desejo de homenagear Anselmo Duarte, há o legítimo interesse de impulsionar a produção audiovisual nacional. Entendemos ser esse importante momento para dar visibilidade e premiar produtores culturais de menos expressividade, que normalmente apresentam maior dificuldade em obter recursos financeiros para suas produções (Lei 8313/91 Art. 3º - b). Espalhados por todo território nacional e especialmente nos Estados de São Paulo e Rio de Janeiro, são estudantes e profissionais que necessitam de oportunidade para retomada de suas produções, após o longo período de paralização do setor. O primeira a sofrer com as consequências da pandemia de corona vírus e o última a retornar, devido ao fechamento dos equipamentos culturais. Nesse sentido, o projeto que propomos atende aos incisos I, III e IX do art. 1º da Lei 8313/91, na medida que garante livre acesso à produção cinematográfica gerada pelo Festival, apoia e valoriza os melhores trabalhos, divulga os autores e sua produção em todo território nacional. Cabe lembrar, que o evento possibilitará resgate da memória de Anselmo Duarte e a reflexão sobre sua obra.

Estratégia de execução

Apresentação do projeto A preservação da memória, através de diferentes versões, nos permite o reconhecimento como seres individuais e como atores inseridos numa vivência coletiva. As sociedades contemporâneas já se deram conta da importância dessa discussão, para a consciência cultural, ou seja, para reconhecermos o complexo conjunto de conhecimento, crenças, arte, moral, leis e costumes adquiridos por nós como membros de uma sociedade. Há que se registrar a diversidade de opiniões sobre os fatos ocorridos. Há que se criar o hábito de valorizar a memória. Entre os diferentes meios em que é possível produzir e reproduzir memórias – individuais e/ou coletivas – o cinema se apresenta como um importante campo e ele mesmo pode tornar-se objeto da memória. No Brasil, debruçar-se sobre a história da sétima arte é fundamental para conhecermos sua trajetória, percalços, contradições, linguagem e sua relação com os diferentes contextos históricos. Nesse sentido, é impossível pensar o cinema brasileiro omitindo a contribuição do ator e diretor Anselmo Duarte (1920-2009). Sua carreira vitoriosa permeia os vários momentos do cinema brasileiro, passa pelos mais de quarenta filmes da Atlântida e Vera Cruz, onde brilhou como protagonista nos anos 1950, e se estende pelos trabalhos como roteirista e diretor, quando se consagra como o único cineasta brasileiro premiado com a Palma de Ouro no Festival de Cannes pelo Filme “O pagador de promessas” (1962), além de outros 4 grandes prêmios internacionais de cinema que o configura como o filme mais premiado do mundo naquele período. Essa trajetória confunde-se com a própria história da arte cinematográfica nacional, de grande relevância para o entendimento da cultura brasileira do século XX. Motivados pela relevância do personagem e a responsabilidade na divulgação de sua obra, o projeto pretende criar a primeira edição do “Festival de Cinema Anselmo Duarte: releitura em 90 segundos”. Trata-se de festival temático, anual, de caráter educativo, competitivo e informativo, onde a cada edição, uma obra do diretor/ator, será selecionada e servirá de base para o exercício de síntese em 90 segundos. Pretende atingir estudantes e profissionais do audiovisual em todo país, entretanto, as inscrições estarão abertas também aos amantes do cinema e admiradores do homenageado. Uma plataforma especialmente criada para o evento, servirá como instrumento de comunicação, inscrição e exibição dos trabalhos que serão avaliados por dois juris: especializado e popular. O primeiro, será formado por cinco especialistas na área, contratados para eleger os 05 primeiros colocados e premiados; e o segundo, contará com votação aberta no site do evento e elegerá o 6ª premiado. Detalhes técnicos, condições de participação, premiações e demais especificações constarão de edital, a ser elaborado pela equipe de curadores responsáveis pelo evento, que deverá ser constituída por representantes do poder público e da sociedade civil, relacionados à área. Fará parte ainda do Festival, programação paralela de oficinas de capacitação, gratuitas e abertas a estudantes de cinema e ao público interessado no tema, buscando oferecer, acesso a um calendário de atividades que fomentem a qualificação e produção de trabalhos audiovisuais. Considerando a insegurança quanto à possibilidade de aulas presenciais, as oficinas poderão ser oferecidas também em formato virtual e terão como temas: “O ATOR E A CÂMERA”, “PRODUÇÃO CRIATIVA”, EXPERIMENTAÇÕES HÍBRIDAS EM DOCUMENTÁRIO, INTRODUÇÃO À ANIMAÇÃO .

Especificação técnica

Especificações técnicas para os filmes concorrentes do Festival (90 segundos) constando do Edital (anexo) 1.1. Cada candidato poderá inscrever um filme, publicado na plataforma YouTube em alta definição (formato HD). 1.1. O responsável pela inscrição deverá informar, em campo próprio e disponível, um link para visualização do filme no YouTube. Não serão aceitos links de transferência de arquivos como WeTransfer, Dropbox, SendSpace, etc. 1.2. Não serão aceitos vídeos do YouTube com a privacidade definida como “Privado”, mesmo que seja enviado o usuário e senha da conta de e-mail do responsável.

Acessibilidade

Obs. Em conformidade com a Portaria Nº 210, DE 15 DE ABRIL DE 2021, informamos que as oficinas de audiovisuais e palestras, agendadas para o mês de dezembro de 2021, serão realizadas em ambiente virtual através do aplicativo Zoom. Caso a situação sanitária assim permita, as atividades poderão ser realizadas presencialmente, obedecendo todas as determinaçõs sanitárias para prevenção do corona virus. Sendo assim, também estão previstas nesse projeto, a acessibilidade para eventos presenciais. 1. Festival de Cinema Anselmo Duarte: releitura em 90 segundos Acessibilidade em ambiente virtual: Os 50 filmes selecionados estarão acessíveis através do site oficial do evento, com previsão de acessibilidade (audiodescrição e legendas). Acessibilidade para deficientes visuais: Os debates subsequentes serão feitos através do app Zoom onde é possível personalização de tamanho da fonte do chat e do closed caption em configurações de acessibilidade. Custo: Custo previsto em orçamento - Rubrica OFICINA / LICENÇA DE SOFTWARE Rubrica FESTIVAL / SÍTIO DA INTERNET Acessibilidade para deficientes auditivos: Está prevista participação de intérprete de Libra nas reuniões virtuais. Custo: Custo previsto em orçamento - Rubrica FESTIVAL/MOSTRA - AUDIOVISUAL Acessibilidade em ambiente presencial: a) Acessibilidade Física Caso a situação sanitária permita, serão realizados no auditório Maestro Gaó, edifício acessível, com rampas e banheiros adaptados, seguindo todas as determinações recomendadas pela Vigilância Sanitária. . Custo: Não há custo para essa atividade. b) Acessibilidade para Deficiêntes Visuais Está prevista em orçamento a contratação de serviços de audiodescrição para os filmes em exibição, possibilitando que pessoas com deficiência visual tenham acesso ao conteúdo. A audiodescrição narra com detalhes em tempo real as cenas que aparecem na tela. Custo: Custo previsto em orçamento - Rubrica FESTIVAL/MOSTRA - AUDIOVISUAL c) Acessibilidade para Deficientes Auditivos Está prevista a contratação de serviços de legenda descritiva (closed caption), possibilitando que pessoas com deficiência auditiva consigam prestigiar a exibição dos filmes e os debates. Para os debates subsequentes às exibições, está prevista contratação de intérprete de libras. Custo: Custo previsto em orçamento - Rubrica FESTIVAL/MOSTRA - AUDIOVISUAL 2. Site Oficial do Evento a) Acessibilidade física Não se aplica. b) Acessibilidade para deficientes visuais O site prevê o uso de ferramentas de acessibilidade. Os filmes exibidos terão audiodescrição e legendas. O site prevê ferramentas de acessibilidade. Custo: Previsto em orçamento - Rubrica - SITIO DE INTERNET c) Acessibilidade para deficientes auditivos Os filmes exibidos terão legendas e intérpretes de libras. O site prevê ferramentas de acessibilidade. Custo: Previsto em orçamento - Rubrica - SITIO DE INTERNET 3. Programa de Oficinas Gratuítas: O conteúdo programáticos das oficinas e informações sobre vagas e horários estão disponíveis em "Anexos" - Anexo 4 - página 11 do documento. Acessibilidade em ambiente virtual: Deficientes visuais: O app Zoom possui ferramentas de acessibilidade. É possível personalização de tamanho da fonte do chat e do closed caption em configurações de acessibilidade. Custo: Custo previsto em orçamento - Rubrica OFICINA / LICENÇA DE SOFTWARE Deficientes auditivos: Está prevista participação de intérprete de Libra nas reuniões virtuais. Custo: Custo previsto em orçamento - Rubrica FESTIVAL/MOSTRA - AUDIOVISUAL Acessibilidade em ambiente físico: a) Acessibilidade Física As oficinas serão realizadas na nave central do Teatro Giuseppe Verdi e no Auditório Maestro Gaó. Locais de fácil acesso, possui rampa e banheiros adaptados para deficientes, seguindo todas as recomendações da vigilância sanitária. Em caso de proibição, a atividade será adaptada para o formato online. Custo: Não há custo. b) Acessibilidade para Deficientes Visuais Deficientes visuais terão acompanhamento de monitores (estudantes do Curso de Cinema e Audiovisual do CEUNSP- Salto). Custo: Não há custo. c) Acessibilidade para Deficientes Auditivos Será disponibilizado intérprete em libras para assegurar a compreensão do conteúdo. Custo: Previsto em orçamento - Rubrica CURSOS / OFICINAS /INTÉRPRETES DE LIBRAS

Democratização do acesso

IN nº 02/2019 art. 21 I - doar, além do previsto na alínea "a", inciso I do artigo 20, no mínimo, 20% (vinte por cento) dos produtos resultantes da execução do projeto a escolas públicas, bibliotecas, museus ou equipamentos culturais de acesso franqueado ao público, devidamente identificados; III - disponibilizar, na Internet, registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino e de outros eventos de caráter presencial, sem prejuízo do disposto no § 2º do art. 22; IV - permitir a captação de imagens das atividades e de espetáculos ou autorizar sua veiculação por redes públicas de televisão e outras mídias; ---------------------------------- CONTRAPARTIDA SOCIAL (em atendimento ao artigo 22 da IN nº 02/2019 do Ministério da Cidadania) 1. Palestra intitulada "O crime do Zé Bigorna": uma joia escondida Sobre a palestra: "O crime do Zé Bigorna" é um filme de Anselmo Duarte, produzido já no fim da carreira de diretor de nosso homenageado. No mês de abril de 2021, o Canal Viva reiniciou a reprise da novela de Lauro Cesar Muniz, "O salvador da pátria" que se trata de uma adaptação do filme para a TV. A represe foi noticiada como pico de audiência no canal e é uma boa oportunidade de chamarmos atenção para o filme de Anselmo Duarte, uma joia escondida. Carga horária: 2:30 h. Número de inscrições: 30 (25% da capacidade total do auditório) Local: Ambiente Virtual - App Zoom. Sendo possível a realização presencial - Biblioteca Pública Municipal Prof. Valderez Antonio Bérgamo da Silva - Salto (SP) Palestrante: DONNY CORREIA Donny Correia é escritor e cineasta brasileiro. Formado em Habilidades de Tradução em Inglês, atualmente está cursando um programa de mestrado em História da Arte na Universidade de São Paulo. Sua pesquisa está focada no uso do cinema nas obras do artista de vanguarda alemão Hans Richter. 2. Palestra “Vida e Obra de Anselmo Duarte” Conteúdo programático: - A vida em Salto (SP) no interior paulista (infância) - Anselmo Duarte: ator, diretor roteirista - Depois da Palma de Ouro Objetivo: Divulgar e valorizar a produção audiovisual de Anselmo Duarte e preservar a memória do cineasta em sua cidade de nascimento. Público alvo: Professores e alunos do ensino médio das escolas estaduais do Mnicípio de Salto (SP) e professores e alunos da Faculdade de Produção Audiovisual do CEUNSP. Carga Horária: 2:30 Local: Ambiente Virtual App Zoom. Sendo possível realização presencial - Auditório da Biblioteca Pública Municipal Prof. Valderez Antonio Bergamo da Silva Número de Inscrições: 30 (25% da capacidade total do auditório) Palestrante: Prof. Oséas Singh Júnior Jornalista, iniciou sua carreira muito jovem. Em 1992, formou-se em Jornalismo pela Universidade Metodista. No ano seguinte, lançou seu primeiro livro “Adeus Cinema”, biografia do cineasta Anselmo Duarte que ganhou destaque nos principais jornais e revistas do país, sendo lançado no programa Jô Soares, quando ainda estava no SBT. Também foi nessa emissora que teve a primeira experiência com telejornalismo, estudando o “TJ Brasil” apresentado por Boris Casoy, o primeiro âncora brasileiro. Em 1999, com o apoio do consulado francês, pesquisou a arte eurocêntrica da segunda metade do século XIX na Ecole nationale Supérieure des Beaux-arts, em Paris. No mesmo ano contribuiu com o dramaturgo Benedito Ruy Barbosa, sugerindo referências sobre aquele século na novela “Terra Nostra”, da Rede Globo. Esse trabalho rendeu-lhe projeção nacional através da portaria número 31/2000 do Ministério da Cultura. Em fevereiro de 2004 sua dissertação de mestrado, sobre o pintor ituano Almeida Junior, foi aprovada com distinção e louvor, tornando-se Mestre em História da Arte e da Cultura pelo Instituto de Filosofia e Ciências Humanas da Unicamp. Demais informações estão disponíveis em "Anexos". Acessibilidade em ambiente virtual: Deficientes visuais: O app Zoom possui ferramentas de acessibilidade. É possível personalização de tamanho da fonte do chat e do closed caption em configurações de acessibilidade. Custo: Custos previstos em orçamento / Ribrica OFICINAS / LICENÇA DE SOFTWARE Deficientes auditivos: Está prevista participação de intérprete de Libra nas reuniões virtuais. Custo: Custo previsto em orçamento - Rubrica FESTIVAL/MOSTRA - AUDIOVISUAL Acessibilidade em ambiente presencial: a) Acessibilidade física: A Biblioteca Pública Municipal Prof. Valderez Antonio Bergamo da Silva possui auditório com capacidade para 80 pessoas e é local de fácil acesso, com rampas, banheiros adaptados, piso tátil, barras de segurança. Custo: não há custo b) Acessibilidade para deficientes visuais: Deficientes visuais serão convidado a interagir com o palestrante e demais participantes antes do início da palestra. Custo: não há custo c) Acessibilidade para deficientes auditivos. O palestrante terá acompanhamento de intérprete de Libras Custo: Custo previsto em orçamento - rubrica CONTRAPARTIDA SOCIAL

Ficha técnica

Ficha Técnica Produção Maria Cristina Monteiro Tasca: é mestre em Ciência da Informação pela PUCCAMP. Possui Graduação em Biblioteconomia pela Pontifícia Universidade Católica de Campinas (1990) e graduação em Letras pelo Centro Universitário Nossa Senhora do Patrocínio (1983). É especialista em Administração de Sistemas de informação (USP) e Organização de Arquivos (UNICAMP). Professora Assistente do Curso de Biblioteconomia do Instituto Manchester de Ensino Superior entre 2005 e 2009 e bibliotecária do Sistema Integrado de Bibliotecas da USP, no Museu Republicano “Convenção de Itu” - MP/USP até 2015. Tem experiência na área de Ciência da Informação, com ênfase em Administração de Sistemas de Informação, atuando principalmente nos seguintes temas: bibliotecas especializadas e particulares, administração de serviços de referência e normalização documentária. Foi membro do Conselho Municipal de Política Cultural de Itu (SP), onde exerceu a função de Presidente no biênio 2010-2011 e Vice-Presidente em 2012-2013, período de implantação do Sistema Municipal de Cultura e seus componentes. Desenvolveu projeto voluntário de organização de biblioteca no CAVI – Centro de Apoio e Valorização à Infância no ano de 2016. Função: Proponente e produção executiva - responsável por todas as decisões operacionais, administrativas e financeiras do projeto. Ana Paula Sbrissa: é turismóloga pelo Centro Universitário Nossa Senhora do Patrocínio (CEUNSP), especialista em Gestão de Projetos Culturais e Organização de Eventos, pelo Centro de Estudos Latino-americanos sobre Cultura e Comunicação - CELACC/ECA/USP e possui MBA em Gestão Pública pela Universidade Cruzeiro do Sul. É coordenadora do Museu da Energia de Itu (Fundação Energia e Saneamento) desde 2010. Atua como parecerista de projetos culturais para a Secretaria Especial da Cultura/Ministério do Turismo (Programa Nacional de Apoio à Cultura – PRONAC: ações de formação e capacitação em geral, incluindo gestão e empreendedorismo cultural; ação educativo-cultural, inclusive seminários, congressos, palestras; exposições realizadas em museus, exposições organizadas com acervos de museus e museografia; e planos anuais de atividades e elaboração de planos museológicos) e para editais estaduais e municipais, das áreas de Patrimônio Cultural Material e Imaterial e Museus: Programa de Incentivo Fiscal do Distrito Federal; Edital Secult Nº 006/2020 - Prêmio De Cultura Afro- Amapaense (2020); Edital Proac Expresso Nº 17/2020 - “Manutenção e Modernização de Espaços Culturais Independentes No Estado De São Paulo” (2020); Edital FAC Regionalizado – Secretaria de Estado de Cultura do Distrito Federal (2018 e 2020); Edital do Programa de Fomento e Incentivo à Cultura – PROFICE – Categoria Patrimônio Cultural Material e Imaterial (2020); Membro do Banco de Pareceristas de Projetos Culturais da SEMUC e do Prêmio Aniceto Matti 2019: Categoria Patrimônio Cultural (Prefeitura do Município de Maringá); Edital LINC (2019) – Secretaria da Cultura de Sorocaba (Categoria Formação Cultural); Ministério da Cultura (2015-2020) - Análise técnica e emissão de pareceres relativos a produto (s) ou projeto (s) culturais do segmento “Patrimônio Cultural - Manutenção de equipamentos culturais em geral - Ações de capacitação”. Foi membro do Conselho Municipal de Política Cultural de Itu (SP), onde exerceu a função de Presidente no biênio 2013-2014 e Secretária Executiva em 2015-2016 e 2011-2012, período de implantação do Sistema Municipal de Cultura e seus componentes. Foi presidente do Conselho Municipal de Turismo de Itu (COMTUR) no biênio 2015-2015 e Vice-Presidente em 2017-2018. Função: Assistente de Produção Ficha Técnica Especialistas Lilia Solá Santiago: Documentarista, Pesquisadora e Professora Universitária. Sempre ligada à Universidade de São Paulo, graduou-se em História (1998), é Mestre em Integração da América Latina (2005) e, atualmente, é doutoranda em Meios e Processos Audiovisuais na ECA, integrando o grupo de pesquisa LabArteMídia, sob orientação do Prof. Dr. Almir Almas. Fez parte da produção e pesquisa de vários filmes de ficção e documentários da Retomada do Cinema Paulista, tais como Os Matadores e Ação entre Amigos, de Beto Brant, Anesia, um vôo no tempo, de Ludmila Ferola, Latitude Zero, de Toni Venturi, O lobo atrás da porta, de Fernando Coimbra, entre outros. Com Família Alcântara, em co-direção com seu irmão Daniel Santigo, foi a primeira mulher negra a lançar um filme em circuito comercial na Retomada. Em seu trabalho autoral destacam-se a produção, pesquisa e distribuição de imagens da população afro-brasileira e indígena, pelos quais recebeu vários prêmios, entre eles, o Prêmio Manoel Diegues Jr, do IPHAN e o troféu Zumbi dos Palmares, da Assembleia Legislativa de São Paulo. Em 2018 foi homenageada no II Cocaf - Colóquio de Cinema de Autoria Feminina, realizado na UFF-RJ. Desde 2010 é mãe e professora das disciplinas ligadas à criação e pesquisa cinematográfica no Curso de Cinema e Audiovisual do CEUNSP (Salto/SP) e, atualmente, é coordenadora do Curso. Em Salto também dirige o “Curta Salto – Festival de Cinema de Salto”, em sua sétima edição. Colabora como roteirista em projetos documentais, coordena oficinas de roteiro de documentário em importantes instituições em todo o Brasil e é parecerista do PROAC-SP. Como diretora, está em fase de desenvolvimento do projeto do documentário em longa-metragem “Quase de Família”, sobre empregadas domésticas no Brasil, que em 2020 ganhou o fomento do edital de Start Money da SPCINE. Função: Coordenação Pedagógica e Assessoria Técnica Corpo Técnico (Oficineiros) Oficineira: Luciana Canton Atriz, cineasta, professora e doutoranda em Formação do Artista Teatral na Escola de Comunicação e Artes da Universidade de São Paulo, Luciana pesquisa o método Meisner. Formada pelo método na New York Conservatory for Dramatic Arts, atualmente ministra workshop na Universidade de Essex (East 15th Acting School) em Londres. Graduada e Mestre em Audiovisual pela USP, onde ela também é professora de direção de atores. No momento, está finalizando o seu primeiro longa-metragem, intitulado”Intimidade Pública”. Oficineira: Juliana Vicente Juliana Vicente é cineasta e fundadora da Preta Portê Filmes, produtora de cinema e conteúdo audiovisual para TV e outras mídias. Em 2015 foi convidada como diretora para o Berlinale Talents; estudou Cinema na FAAP e na EICTV, em Cuba. Dirigiu “Cores e Botas”, curta exibido em mais de 50 festivais no Brasil e no mundo. Realizou o clipe “Mil Faces de Um Homem Leal – Marighella”, dos Racionais MCs, vencedor do Clipe do Ano, no VMB MTV (2012). Em 2014 estreou o documentário “Escola das Águas: o Desafio Pantaneiro” e, em 2015, o documentário “As Minas do Rap”, ambos em coprodução com o Canal Futura. Em 2016 foi contemplada com o edital Itaú Rumos para a realização do filme “Diálogos com Ruth de Souza” e está dirigindo o primeiro documentário longa-metragem oficial sobre os Racionais MCs. Como produtora, realizou mais de 20 filmes, com mais de 100 prêmios nos principais festivais do mundo. Em 2015 conquistou 4 prêmios no Festival de Cannes com a coprodução “A Terra e A Sombra”, ganhador também do Caméra d’Or. Oficineiro Fotografia Digital: Bruno Vieira Lottelli Bruno Vieira Lottelli é bacharel em Audiovisual e Mestre em Meios e Poéticas Audiovisuais pela Escola de Comunicação e Artes da Universidade de São Paulo (ECA-USP). Entre seus trabalhos, destacam-se: “O Vilão - Um Filme Caipira” (ficção, 16 min., 2014), “Noite do Beijo - Ontem e Hoje” (documentário, 52 min., 2016), “Imersão Iminência” (experimental, série, 2017), "O Dragão que Me Queima é o Mesmo que Me Salva" (documentário, 20min. 2019). Desde 2014 atua como arte-educador, tendo ministrado oficinas livres de cinema e teatro em parcerias com instituições como UFSCar, Sesc-SP e Governo do Estado de São Paulo. É fundador-coordenador do Percurso Audiovisual, núcleo voltado para a pesquisa, criação e formação em cinema expandido. Atualmente, é professor da Faculdade de Comunicação, Artes e Design do Centro Universitário Nossa Senhora do Patrocínio (Ceunsp), em Salto-SP. Sócio da produtora Grão Filmes (www.graofilmes.com.br), focada no trabalho com novas mídias audiovisuais e editor da revista online AGRESTE (http://agre.st). Oficineira Textos documentais e poéticos: Luiza Romão Luiza Romão é mestranda em Teoria Literária e Literatura Comparada pela Universidade de São Paulo. Bacharela em Direção Teatral pela Universidade de São Paulo (ECA/USP) e formada na Escola de Arte Dramática (EAD/USP). No teatro, trabalhou em coletivos como Núcleo Bartolomeu de Depoimentos, Teatro Documentário, Cia Ato Reverso e com diretores como Rogério Tarifa, Cristiane Paoli Quito, Silvana Garcia, Lina della Rocca (Itália), entre outros. Seu último projeto autoral chama-se Sangria e além de mesclar cinema, performance e poesia, circulou por diversas mostras e festivais do Brasil e América Latina (Porto Rico, México, Cuba, Argentina, Uruguai, entre outros). Além disso, Luiza é poeta, com dois livros publicado pelo selo doburro/SP (Sangria e Coquetel Motolove). Desde 2013, participa ativamente da cena de slams (batalhas de poesia) e saraus. Como arte-educadora, trabalhou em projetos como Ademar Guerra, Fábricas de Cultura, Vocacional, SESC (Juventudes e oficinas livres), Casa das Rosas e Arte na Casa (Fundação Casa). Oficineiro: Daniel Bruson Daniel Bruson é diretor de animação e artista gráfico brasileiro. Seu trabalho envolve projetos de cinema, videoclipes, artes plásticas, música e ações formativas. Criou o videoclipe de “He Won’t Hold You” (2020), do músico Jacob Collier, música premiada como melhor arranjo instrumental e vocal no Grammy 2021, e os curtas de animação “Pete’s Story”(2015), vencedor do Anima Mundi 2016 na categoria Portfolio e seleção oficial do Festival de Annecy 2016, e “Me, By J-Money” (2018), parte do projeto Preschool Poets e premiado no MAST Awards 2019, além do videoclipe “Morte E Vida Uterina” (2017), de Paula Cavalciuk, seleção do Anima Mundi 2018 e premiado como melhor videoclipe de animação latino-americano no Anima Latina 2019. Produziu segmentos de animação para os documentários “A Woman’s Place” (2020) de Rayka Zehtabchi, “Autism Goes To College” (2019) de Erik Linthorst, e para o curta “Ninety Five Senses” (em produção) de Jerusha Hess. Foi um dos artistas contemplados no Prêmio Flávio Gagliardi de Artes Visuais de Sorocaba 2019. É diretor de arte do longa “Bob Cuspe - Nós Não Gostamos De Gente”, de Cesar Cabral (em produção pela Coala Filmes), e diretor do curta-metragem “Pária” (em produção). Além disso ministra cursos e oficinas sobre animação e é co-produtor e designer do Febre: Festival & Conferência de Música de Sorocaba. Juri Técnico: Coordenador: Donny Correia Donny Correia é escritor e cineasta brasileiro. Formado em Habilidades de Tradução em Inglês, atualmente está cursando um programa de mestrado em História da Arte na Universidade de São Paulo. Sua pesquisa está focada no uso do cinema nas obras do artista de vanguarda alemão Hans Richter. Jurado 1 Nome: Eduardo Santana Currículo: Gestor cultural. Idealizador do Cinefantasy. Foi curador do Festival Educa Claquete Ação, idealizador das mostras Os Clones de Star Wars e da Spaghetti Zombies em São Paulo. Foi do Júri do 23º Festival de Cinema de Vitória e membro do Prêmio Governador de SP. Jurado 2 Nome: Joyce Pais Currículo: É jornalista, pós-graduada em Gestão da Comunicação em Mídias Digitais, criadora e editora-chefe do portal Cinemascope. Atuou no jornal O Estado de S. Paulo e no Museu da Pessoa, é professora da Academia Internacional de Cinema – SP, membro do Coletivo Elviras – Mulheres Críticas de Cinema, curadora do Cine Doppelgänger, já ministrou aulas na Casa Guilherme de Almeida e Casas das Rosas. A convite do Canal Brasil integrou júris em festivais pelo país como o CineramaBC, Mix Brasil, É Tudo Verdade e Kinoforum. Diretora e roteirista do documentário em produção, Iracunda, que discute o cinema brasileiro sob o olhar de mulheres que fazem parte dele. Jurado 3 Nome: Helena Inês Currículo: Iniciou sua carreira como modelo de desfiles às fábricas de roupa de São Paulo e concorreu ao Miss Bahia de 1958. Em 1959, por influência de Glauber Rocha, com quem se casaria, atuou pela primeira vez no curta-metragem Pátio, o primeiro da filmografia do diretor. Ao longo das décadas de 1960 e 1970, participou de inúmeros filmes, alguns dos quais rendendo vitórias de prêmios importantes do cinema brasileiro, bem como fez uma única incursão na televisão e algumas peças de teatro. Nesse período conheceu e se casou com Rogério Sganzerla, com quem viveu até a morte dele. Em meados dos anos 70, sua carreira entra num hiato. Helena retornou à atuação a partir de meados dos anos 1980. Volta a atuar em filmes e peças e faz duas incursões na televisão nos anos 90. Em 2005, dirigiu seu primeiro curta-metragem (A Miss e o Dinossauro), e em 2007 seu primeiro longa (Canção de Baal). Jurado 4 (a confirmar) Nome: Carlos Augusto Calil Currículo: Desde 1987, professor do Departamento de Cinema, Rádio e Televisão da ECA/USP, onde ministra as disciplinas História do Audiovisual Brasileiro e Legislação e Mercado Audiovisual. Curadoria: Professor: Oséas Singh Júnior Jornalista, iniciou sua carreira muito jovem. Em 1992, formou-se em Jornalismo pela Universidade Metodista. No ano seguinte, lançou seu primeiro livro “Adeus Cinema”, biografia do cineasta Anselmo Duarte que ganhou destaque nos principais jornais e revistas do país, sendo lançado no programa Jô Soares, quando ainda estava no SBT. Também foi nessa emissora que teve a primeira experiência com telejornalismo, estudando o “TJ Brasil” apresentado por Boris Casoy, o primeiro âncora brasileiro. Em 1999, com o apoio do consulado francês, pesquisou a arte eurocêntrica da segunda metade do século XIX na Ecole nationale Supérieure des Beaux-arts, em Paris. No mesmo ano contribuiu com o dramaturgo Benedito Ruy Barbosa, sugerindo referências sobre aquele século na novela “Terra Nostra”, da Rede Globo. Esse trabalho rendeu-lhe projeção nacional através da portaria número 31/2000 do Ministério da Cultura. Em fevereiro de 2004 sua dissertação de mestrado, sobre o pintor ituano Almeida Junior, foi aprovada com distinção e louvor, tornando-se Mestre em História da Arte e da Cultura pelo Instituto de Filosofia e Ciências Humanas da Unicamp.

Providência

PROJETO ARQUIVADO.

2021-12-31
Locais de realização (1)
Salto São Paulo