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PRONAC 211366Projeto encerrado por excesso de prazo sem captaçãoMecenato

DEIXA A MÚSICA PASSAR

IZABELLE DE FATIMA WALENGA
Solicitado
R$ 196,1 mil
Aprovado
R$ 196,1 mil
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Apresentação/Gravação Música Popular Cantada
Enquadramento
Artigo 26
Tipologia
Projetos normais
Ano
21

Localização e período

UF principal
PR
Município
Curitiba
Início
2022-03-28
Término
2023-12-31
Locais de realização (1)
Curitiba Paraná

Resumo

Este projeto visa a produção de performances artísticas com músicos que estão sem poder se apresentar ao vivo em meio a pandemia. Um caminhão vitrine com sonorização será usado para isso, percorrendo de forma itinerante os bairros da cidade, como um palco aberto para a cidade sem que as pessoas precisem sair de casa para assistir. São instrumentistas, cantores solo e bandas que constituem o mosaico cultural curitibano. Como contrapartida social, um percentual destes convidados serão artistas de rua.

Sinopse

Os artistas convidados se apresentarão em um caminhão em movimento, que passará em baixa velocidade pelas ruas da cidade. Este caminhão terá as 3 faces em vidro transparente e com sonorização externa.

Objetivos

Objetivo geral Produzir espetáculos itinerantes, ao vivo, com músicos de qualidade que estão desempregados devido a pandemia e levar para o expectador que está trancada em casa através de um palco móvel. Objetivo específico Com a pandemia, este projeto cultural tem a ideia como um forte apelo social neste momento. O caminhão de som que percorre as ruas é um palco aberto para a cidade. Assim o músico que está sem poder tocar, desempregado e ser oportunidades, tem neste projeto um espaço para se apresentar, veicular seu trabalho e receber uma remuneração em forma de cachê. Dentro do protocolo de saúde. Deixa a música passar. A música como a vida não pode parar. Ruas vazias são multidões lutando contra o Coronavirus. Para ir de encontro a elas, o caminhão de uma forma inesperada passará por ruas da cidade porém, sem estacionar, parar e gerar aglomerações. A ideia é interagir com as pessoas em suas casas, sem que elas saiam de seu isolamento. O trabalho em curso: O som das ruas. Sem ter estilo musical fixo, o palco estará aberto para o talento. Será desde música clássica, MPB, Gospel, Samba, Rock, etc. O importante é abrir as ruas para a música passar. Quanto maior a gama de músicos se apresentando, maior a amplitude social do projeto e retorno em imagem da ação como um todo. Pretendemos impactar mais de 500 mil pessoas diretamente no decorrer do projeto. Serão 10 apresentações ao longo de um mês de execução, sempre às sextas e sábados.

Justificativa

A música é uma língua que dispensa tradução. Ela nos toca a todos. E quanto melhor o músico, melhor é o resultado. Por sua vez, a música tocada ao vivo tem um valor extra. A fascinação de ver a música ser produzida diante dos olhos e ouvidos da audiência sempre ira ter um mágica ímpar, marcante e emocionante. O músico presente encanta a música. Ver os acordes serem produzidos e a letra cantada agrada de certa forma mais aos ouvidos. Entretanto, como ter a música ao vivo em tempo de pandemia e isolamento? Cenário: O músico mudo. A classe musical como um todo foi das mais atingidas pelas restrições que a pandemia nos impõe. Música pede plateia. E plateia é aglomeração. Então, desde Março de 2020 a música ao vivo, em shows, teatros, bares, festas está proibida e emudecida. Na Itália, músicos e cantores, usaram o balcões e sacadas de suas casas como palco e cantaram para os vizinhos. Mas isso, apesar da gentileza, não oferece retorno financeiro. O resultado é que classe musical brasileira está passando por um período de dificuldade jamais enfrentado. Mas se vida tem que seguir, a banda não pode parar de tocar. Oportunidade: Viva a música ao vivo! Tempo de crise também é um momento de oportunidades. Pois quando as pedras aparecem no caminho, a pessoas encontram outros caminhos, jeito de passar. Assim nasce a nossa proposta para unir música ao vivo, produzida por músicos de qualidade que estão desempregados por conta da pandemia para encantar a audiência que está trancada em casa. Entretanto ao invés de termos um espaço, um teatro, o balcão de um prédio, ou um cantinho com violão, nossa proposta é ter uma cidade inteira como palco e o cidadão como plateia. Como? A solução: Um palco pela cidade. Se o cidadão não pode se aglomerar numa plateia, o palco percorre a cidade em um caminhão equipado com caixas e amplificadores. Simples assim, música percorre as ruas, levando alegria, encantamento, magia e vida. Mais que uma simples gravação, a música feita ao vivo promove a integração entre os músicos que não podiam trabalhar com a audiência que não pode ir a shows, festas, bares ou mesmo ouvir o músico tocando pelas ruas. A cultura na ruas. Músicas para todos por toda parte. Como projeto cultural, essa ideia também tem um forte apelo social neste momento. O caminhão de som que percorre as ruas é um palco aberto para a cidade. Como também um fonte de renda para o músico que está sem poder tocar, desempregado e ser oportunidades. Nossa proposta e oferecer o projeto como um espaço para toda a classe se apresentar, veicular seu trabalho e receber uma remuneração em forma de cachê. Como a vida, a música não pode parar. Ruas vazia e muda são multidões lutando contra o Coronavirus em casa. Para ir de encontro a essa pessoas, o caminhão passará por ruas da cidade porém sem estacionar, parar e gerar aglomerações. A ideia é interagir com as pessoas em suas casa, sem que elas saiam de seu isolamento. O caminhão palco na ruas: O som interação em movimento. Sem ter estilo musical fixo, o palco estará aberto para o talento. Pode ser um música clássica, Jazz, Gospel, MPB, Rock etc. O importante é abrir as ruas para a música passar. Quanto maior a gama de músicos se apresentando, maior a amplitude social do projeto e retorno em imagem da ação como um todo. O conceito do projeto. Mais uma vez frisamos que este projeto seguirá os protocolos de saúde . Para tanto, o caminhão com o palco não vai estacionar apenas passar tocando música ao vivo. Assim evitamos as aglomerações. Para evidenciar essa atitude e também se auto explicar com o seguinte conceito: DEIXA A MÚSICA PASSAR. Desdobramentos do projeto. Muito mais que apenas levar música e alegrias para a ruas, esse projeto em seu lado social quer levar esperança para um parcela da classe musical. Como um palco móvel pela cidade, o caminhão leva um fonte de renda para dezenas de músico que estão se poder trabalho. Retorno do projeto. Com sendo um iniciativa inédita, esse projeto será marcante. Por levar música para as ruas e oportunidade para músicos. Tal fato, irá gerar mídia espontânea para os incentivadores que irão receber a sua contrapartida em forma de imagem e engajamento social em tempo de desafio. Por fim, o projeto pode seguir adiante mesmo com o fim da pandemia. Afinal, a música não pode deixar de passar nunca. Com base nos incisos I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais e II - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais da Lei, pretendemos colocar os músicos e artistas locais em contato com o público e como objetivo, conforme o inciso ll do Art. 3: o fomento à produção cultural e artística, mediante a realização de exposições, festivais de arte e espetáculos de artes cênicas ou congêneres.

Especificação técnica

As apresentações serão às sextas e sábados durante o mês de setembro começando às 18h e finalizando às 21h. A área de palco do caminhão é de 4x2 metros, o que comportará um grupo de até 4 instrumentistas. Teremos um painel de LED que ficará trazendo informações sobre as apresentações, imagens da logomarca do incentivador e do Ministério da Cultura. Vamos criar um roteiro onde o caminhão passe pelas ruas com maior fluxo de moradores. Vamos fazer uma campanha intensa de divulgação nas redes sociais para que as pessoas possam se programar para ver a música passar.

Acessibilidade

PARA AS APRESENTAÇÕES: Na estrutura do caminhão haverão telas em LED (na planilha de orçamento) com frases explicativas para a compreensão, com legendas descritivas, para acessibilidade de conteúdo. Como as apresentações serão vistas da casa dos expectadores, neste caso não se faz necessária a inclusão de medidas de acessibilidade física, não sendo aplicável a Lei nº 13.146, de 2015 e Decreto nº 9.404, de 2018. CONTRAPARTIDA SOCIAL: As oficinas da contrapartida social serão realizadas em escolas municipais, já preparada e estruturada quanto à Acessibilidade Física. Para a acessibilidade de conteúdo, o profissional de contação de histórias fará a leitura também em libras.

Democratização do acesso

As apresentações serão todas abertas ao público geral. Como medidas de democratização de acesso, seguiremos os seguintes incisos: III - disponibilizar, na Internet, registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino e de outros eventos de caráter presencial, sem prejuízo do disposto no § 2º do art. 22; IV - permitir a captação de imagens das atividades e de espetáculos ou autorizar sua veiculação por redes públicas de televisão e outras mídias; CONTRAPARTIDA SOCIAL Um fim de semana será reservado para apresentação de artistas de rua. O objetivo dessa contrapartida é levar esses artistas para o contato com um público que, no cotidiano, não os enxerga como artistas e sim como um problema da sociedade, principalmente com o exponencial aumento de moradores em situação de rua em meio a pandemia. Através de frases impactantes nos painés de led durante as apresentações, o público será apresentado àqueles artistas de uma forma inusitada, gerando assim reações que pretendemos mostrar com o registro filmográfico.

Ficha técnica

PRODUÇÃO (PROPONENTE) Empresa do segmento de produção de eventos e marketing promocional. Produtora de eventos desde 2002, tendo passado em diversas agências como Master, CCZ, Bridge, Combo Promocional, Ação e W. Sul, coordenando campanhas para clientes como: Unilever, Boticário, Reckitt Benckiser, Ambev, Tim, Vivo, Brasil Telecom, Sadia, Kaiser, Pepsico, Souza Cruz, Kraft entre outros. - Por 3 anos foi responsável pela comunicação e eventos culturais no Provopar - Governo do Paraná - como as campanhas Arte Nossa de Artesanato, Campanha do Agasalho, Desfiles do projeto Costurando a Liberdade entre outros eventos. - Nos últimos 3 anos fui responsável pela área de marketing promocional e eventos da rede de Farmácias Nissei nos 3 Estados onde atua: Paraná, Santa Catarina e São Paulo. Na área cultural produziu o Espetáculo Cirandar em 2019, 2020 e 2021 do Programa Municipal de Incentivo à Cultura da Fundação Cultural de Curitiba Produção, o Documentário Sultaque, do Programa Estadual de Incentivo à Cultura do Estado do Paraná. Portfólio no website: www.ummaprodutora.com CURADORIA ARTÍSTICA: BETH CAPPONI - Iniciou sua carreira profissional como estilista onde exerceu a profissão por oito anos. Com passagens pela imprensa onde atuou como cronista social e editora de moda e cultura durante dez para jornal impresso, foi âncora de um programa de moda durante um ano para TV fechada no Oeste do Paraná. Desenhou figurinos para teatro e série para a TV Brasil, onde migrou para a produção cinematográfica tendo DRT de figurinista e produtora. - Em Curitiba, atuou como Relações Públicas para a Academia Internacional de Cinema durante os anos de fundação sendo responsável pelas mostras de filmes dos alunos no Espaço Itaú de Cinema em Curitiba e São Paulo além de ser responsável pela área de comunicação (http://www.aicinema.com.br) – 2004/2006; - Na Academia, assinou figurino e direção de arte para alguns filmes produzidos pela escola. Em 2006 assume a gerência de Atendimento da Vision Art Produções com sede em Foz do Iguaçu na sua filial em Curitiba. Durante três anos foi responsável pelo atendimento das empresas Sanepar, Teatro Guaíra e Itaipu Binacional. Na ocasião, foi a responsável pela coordenação geral de produção do vídeo institucional de Itaipu em exibição no Centro de Visitantes da referida Usina (https://www.youtube.com/watch?v=MweXQFQAzko) – 2006 - 2009; Na Vision Art, dirigiu e produziu o programa de esportes radicais para o SBT estadual; - Atende empresas, governos e artistas na elaboração de projetos técnicos culturais para Leis de Incentivo em todas as esferas Lei Roaunet, Mecenato Municipal de Estadual. (Rádio Mundo Livre), Instituto Polo Iguaçu – Foz do Iguaçu, Prefeitura de Cascavel, entre outros); - Engajada em projetos sociais, tem 3 publicações livros na área do folclore infantil com uma tiragem total de 6 mil exemplares todos distribuídos gratuitamente como material auxiliar ao processo de alfabetização infantil para escolas da Rede Pública do município de Curitiba através do Mecenato Municipal com incentivo da Mondelez Internacional e Grupo O Positivo. "Cantigas de Roda", "Para Cantar e Brincar" e "Lendas, Mitos e Cantigas do Folclore Infantil Brasileiro" estão em todas as escolas municipais da capital; - A partir das publicações, criou o espetáculo "Festival Infantil Cirandar" evento público e gratuito que homenageia as crianças no mês de outubro num grande show com artistas e músicos com realização de oficinas de arte no Parque Barigui .O projeto, acontece há cindo anos e é realizado em parceria com a Smelj e Prefeitura Municipal de Curitiba. Sua primeira edição, aconteceu no grande auditório do Teatro Guaíra; - Fez produção Cultural para as primeiras edições da Virada Cultural de Curitiba com projetos nas áreas de música e artes Visuais em parceria com a Fundação Cultural de Curitiba e Sesi e Sesc; - Trouxe para a capital paranaense, o projeto "Águas Plácidas" . Uma projeção que mostra uma sequência de imagens das Cataratas do Iguaçu com imponentes efeitos sonoros que misturam texturas digitais ao ruído intermitente das quedas d’água com trilha sonora de Jean Moreau (França). A ideia desse projeto, foi confrontar a natureza e a arquitetura precisa de uma cidade construída pelo homem. A performance aconteceu na Rua La Perle com a Vielle Du Temple no bairro Marais em Paris, e no Edifício Duca de Lacerda na Praça Generoso Marques em Curitiba; - Produtora Executiva para o projeto "Mucha Tinta na Cidade" com a entrega de três painéis em escala monumental em grafite sendo dois em escolas públicas e um na fachada da Mondelez Internacional no CIC; - Participação no júri das três edições do "Curta Iguassu" – Maratona de Cinema envolvendo países da América Latina realizado em Foz do Iguaçu e também na composição do projeto; - Produtora executiva para o projeto "Mostra Literatura Paraná" 2017 – com ações na periferia de Curitiba; - Produtora do projeto Relative Project http://www.wayneeardley.com/relative para América Latina com edições realizadas no Brasil e em Cuba com agenda programada para final de outubro inicio de novembro de 2016 para circuito de cidades no Peru e na Bolívia. O projeto, é alojado dentro do site da National Geografic; - Produtora para as Mostra de Cinema na Caixa Cultural de Curitiba: "El Deseño: O Fascinante Cinema de Pedro Almodóvar", "Mostra do Cinema de Pernambuco", "Curso de Crítica Cinematográfica" com Mario Abbade , Secretário Geral da Associação dos Críticos de Cinema RJ, "O Universo de Myasaki, Otomo e Kon". - Produtora executiva para o projeto "Mais Cor Mais Vida" , projeto social que incluía a entrega painéis de intervenção urbana com oficinas de arte para crianças da Rede Pública de Ensino - (2016/2017); Mecenato Municipal com incentivo da Serra Verde Express e realização em 2020 Incentivo Ademila/Celepar - Colégio Maria Balbina - com presença de Santiago Rueda (Colômbia/ Doutor em Arte Contemporânea por Barcelona); - Produtora executiva para o projeto "Cosmic Boys" – Painel de grafite em escala monumental entregue a cidade em 2017 entre as ruas Ébano Pereira e Cruz Machado, ao lado da Secretaria de Estado da Cultura; - Co-criadora do Festival Subtropikal 2017. Sobre Produções Culturais: - Produção dos show de Maria Gadú e Yamandú Costa para A Casa Foz, onde foi curadora e mentora do projeto durante o ano de 2019 até a consolidação do projeto; - Em 2019, em suas estadas entre Foz do Iguaçu e Curitiba, fez parte de 03 comissões de avaliações de projetos para a Fundação Cultural de Foz do Iguaçu; - Produção e coordenação de 02 edições do projeto Festival Infantil Cirandar em 2019 para as cidades de Foz do Iguaçu e Curitiba através da Lei Rouanet com incentivo da Sanepar; - Coordenação do mesmo projeto (www.festivalinfantilcirandar.com) em 04 regionais de Curitiba em outubro de 2020. Responde pela empresa Bell’Art Produções Artísticas e Eventos onde realizou a cenografia e intervenções artísticas da inauguração do Centro Cultural SESI Heitor Stockler de França desde sua inauguração até 2018/ Cenografia para a celebração dos 70 anos da FIEP, exposição de arte e história alusivas as comemorações com circulação por todo o Paraná/ Montagem da cenografia do palco do Prêmio Fiep de Jornalismo (2014)/ Festa Celebração de Resultados na mesma entidade; - Cenografia para o Centro de Mídia da Copa no Memorial de Curitiba (2014); - Foi relações públicas da Academia Internacional de Cinema onde era responsável pelos eventos de exibição de filmes e mostras dos alunos em Curitiba e em São Paulo. Na academia, fez diversos projetos de curta como produtora e diretora de arte como "Os Solitários" de Cristiano Burlan premiado na Mostra Internacional de Cinema da Bahia, "On The Road" onde trabalhou com o documentarista Tobias Kohl (ONU e Discovery Channel), "Uma Vela para Dário" curta baseado numa crônica de Dalton Trevisan entre outros; - Produtora para as mostras de cinema "El Deseño: O Fascinante Cinema de Pedro Almodóvar", "Mostra do Cinema de Pernambuco" e " "O Universo de Miyazaki | Otomo | Kon" e para o curso de "Crítica Cinematográfica" com Mário Abbade todos na Caixa Cultural de Curitiba; - Foi gerente de atendimento da produtora Vision Art em sua filial em Curitiba onde produziu o vídeo documentário de Itaupi Binacional em exibição no Centro de Visitantes da referida Usina(https://www.youtube.com/watch?v=MweXQFQAzko), na mesma empresa, dirigiu e produziu o programa de esportes "Conexão Radical" para o SBT estadual durante um ano, responsável pela coordenação das edições de conteúdo de vídeos institucionais do Teatro Guaíra, Sanepar e Copel na produtora; - Produtora, júri e curadora para as três edições do projeto Curta Iguassu em Foz do Iguaçu que compreendia em uma maratona cinematográfica envolvendo realizadores dos países do Bloco Mercosul; - Produção, design e execução da exposição "Murais e Vitrais de Poty – O Registro Inquieto do Palco da Vida" Sesi (junho de 2014) Com temporada expositiva em Londrina e Marechal Cândido Rondon; - Contratação e produção para os shows de Elza Soares, Otto, Rashid, Orquestra a Base de Sopro, Música de Ruiz, Silva e Lucas Santana (2015); - Coordenadora de produção para a execução do projeto Centro de Memória Virtual Fiep (Museu Virtual – 2016); Para a exposição SESI 70 anos (julho 2016) e circulação para todo o Estado. Cenografia da história do SESI para o show de Chitãozinho e Chororó em comemoração aos 70 anos da entidade no átrio do CIETEP (julho de 2106); - Cenografia para a Semana da Indústria da Fiep – 2017; - Cenografia para reabertura do Centro Cultural Sesi Heitor Stockler de França (2018);Prêmios recebidos e títulos: Na área de produção, Beth Capponi já atou nos diversos segmentos da área. No Teatro, produziu e fez cenografia para espetáculos dois espetáculos "Memória Torturadas" de Gehad Hajar e "Flash Back" de Flávio de Souza (Castelo Rá-Tim- Bum). Na televisão fez produção e figurino para série da TV Brasil "A Saga". Produziu e dirigiu para televisão assim como teve diversas participações como apresentadora e comentarista nos assuntos de moda e cultura em Tvs locais e regionais no Paraná. Nos anos 90, atuou como estilista de moda durante 10 anos onde dividia seu tempo entre a redação de dois ornais em Cascavel, como editora do caderno de Cultura, Coluna Social e de Moda e pequenas participações em programas de TV locais e regionais. Teve seus textos publicados em diversas revistas e editoriais sobre os mais diversos assuntos. Participou ativamente da fundação do Polo Cinematográfico de Cascavel e Foz do Iguaçu. Colaboração com prefeituras e empresas em formatação de projetos culturais para a Lei Rouanet em diversos municípios do interior do estado prestando consultoria e direcionando projetos. Seus serviços prestados, continuam sendo solicitados.

Providência

PROJETO ARQUIVADO.