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PRONAC 211393Projeto encerrado por excesso de prazo sem captaçãoMecenato

Pequeno Manual Antirracista

FRED SOARES GOMES
Solicitado
R$ 999,4 mil
Aprovado
R$ 999,4 mil
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Linha do tempo

  1. 01/01/2021
    Cadastro PRONAC
    Ano 21
  2. 10/07/2021
    Início previsto
  3. 10/02/2022
    Término previsto
  4. 06/05/2026Encerrado
    Projeto encerrado por excesso de prazo sem captação

Histórico inicial = baseline (situação atual no momento da primeira ingest). Próximas mudanças de status serão capturadas automaticamente a cada nova sincronização SALIC.

Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Apresentação ou Performance de Teatro
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Projetos normais
Ano
21

Localização e período

UF principal
BA
Município
Salvador
Início
2021-07-10
Término
2022-02-10
Locais de realização (2)

Resumo

Montagem e temporada teatral do espetáculo inédito, adaptado do livro "PEQUENO MANUAL ANTIRRACISTA", de Djamila Ribeiro e realização de 02 oficinas como contrapartida social.

Sinopse

A pauta do racismo tem sido cada vez urgente e presente na contemporaneidade. Todavia não é uma questão recente, ela atravessa séculos assim como os corpos, especialmente, negros que sentem na pele propriamente dita as violências raciais presentes em seu cotidiano. Em Salvador, capital mais negra do Brasil, onde 8 em cada 10 moradores se autodeclaram negros (IBGE), esse debate precisa acontecer em muitos (senão todos) lugares, para o maior número de pessoas e por isso a estreia do projeto se dará nesta localidade. Nesse sentido, o projeto vem ratificar um espaço solicitado e cada vez mais ocupado por aqueles que fomentam tal debate, ao passo que protagonizam ações afirmativas no âmbito da representatividade negra, ocupando lugares historicamente negados. Tratar do racismo em interseccionalidade à gênero, sexualidade e classe, trazendo à luz da cena mulheres negras com trajetórias e formações distintas, assim como configurar uma equipe que converge técnicos e profissionais das artes cênicas negros e pardos, justifica a realização da proposta aqui apresentada entendendo que é premente a mirada para os sujeitos tomados com marcadores que lhe subjulgam em minorias. A pandemia colocou uma lente de aumento em questões caras à estrutura sócio-política da soterópolis e do mundo. A máscara sob os rostos para proteção ao coronavírus, desvelou as máscaras do vírus colonial que adoece nossa sociedade. De crianças a adultos, assiste-se a casos de violência provocados por preconceitos raciais, do mesmo modo que vê-se acontecer manifestações virtuais e até mesmo presenciais reivindicando justiça, respeito, validação de direitos. Não à toa o livro da Djamila Ribeiro ocupa o ranking de vendas do país. Transpor o Pequeno Manual Antirracista para os palcos e telas num momento em que a cena teatral se reinventa para não se perder ao passo que busca os caminhos de sua retomada frente as novas possibilidades de encontro, é simbólico pois atende a uma convocatória social, potencializa debates e abre espaço para ações que afirmem o/a negro/a. O espetáculo Pequeno Manual Antirracista, é uma adaptação da obra da filósofa, feminista negra, escritora e acadêmica brasileira Djamila Ribeiro, uma das principais referências do ativismo negro no Brasil. Revisitando as 10 lições breves que a autora aponta para entender as origens do racismo e como combatê-lo, assim como as narrativas pessoais do elenco e as situações amplamente difundidas pela mídia, antes e durante a pandemia, todas marcadas pelo preconceito racial -são o esteio da concepção desta obra.

Objetivos

Objetivo Geral: Contribuir para o fomento da produção cultural e artística, a difusão da cultura brasileira, e a discussão sobre o racismo no Brasil, através da montagem inédita e apresentações de um espetáculo baseado no livro de Djamila Ribeiro,Pequeno Manual Antirracista. A montagem será protagonizada por cinco atrizes com uma equipe majoritariamente negra. Objetivos Específicos: Salvador/BA: - Temporada de 08 apresentações teatrais; - 01 Oficina com Carga Horária de 10 horas para 495 Alunos e Professores da rede pública de ensino; São Paulo/SP: - Temporada de 12 apresentações teatrais; - 01 Oficina com Carga Horária de 10 horas para 750 Alunos e Professores da rede pública de ensino;

Justificativa

Uma pesquisa do DataFolha de 1995 mostrava que 90% dos brasileiros se identificavam como não racistas. Mas 89% também admitiam existir preconceito de cor no Brasil. Lidos os dados lado a lado, conclui-se que, para os brasileiros, racista é o outro. "O primeiro impulso de muita gente é recusar enfaticamente [ser racista]. Claro que não, afinal tenho amigos negros. Como, se empreguei um negro?", escreve Djamila Ribeiro em livro Pequeno manual antirracista que agora tem a oportunidade de chegar em novas camadas sociais através de sua montagem teatral. A pauta do racismo tem sido cada vez urgente e presente na contemporaneidade. Todavia essa não é uma questão recente, ela atravessa séculos assim como os corpos, especialmente, negros que sentem na pele propriamente dita as violências raciais presentes em seu cotidiano. Salvador (BA), é a capital mais negra do Brasil, onde 08 em cada 10 moradores se autodeclaram de cor preta ou parda (IBGE) e por isso fora a cidade escolhida para estreia do projeto. Djamila Ribeiro é mestre em filosofia política e figura em uma lista apoiada pela ONU das 100 pessoas negras mais influentes do mundo com menos de 40 anos. Em seu obra, ela não se atém apenas aos casos mais absurdos de racismo. Traz experiências em que o racismo se revelou para ela não em um ataque direto, mas na condescendência de amigos ou em comentários inoportunos, como quando um colega lhe sugeriu casar com um gringo rico em vez de estudar filosofia. No curso de graduação, também notou que, durante os quatro anos de aulas, nunca foi sugerida a leitura de uma autora mulher, "Quem dirá negra". Na versão teatral, adaptado pelo dramaturgo Luiz Antonio Sena Jr, o texto propõe com fluidez e didatismo que o espetactador perceba seu racismo internalizado. Porque ele está na história, nos livros da escola, na falta de políticas afirmativas e de reparação. A montagem quer fazer reflertir que o racismo não necessita de intenção para se manifestar e por isso opta por um elenco coletivo, aonde cinco atrizes se colocam em classes sociais distintas, mas todas atravessadas pelo repúdio moral ao racismo, servindo como o espelho, reflexo e pensamento da escritora em diferentes posicionamentos para um diálogo entre pessoas tão diferentes, negras e não tão negras, a partir de questões relacionadas à negritude. Personagens que se combinam pela ideologia, mas em espaços que se multiplicam com uma simples iluminação e tempos que podem se modificar com a rapidez de um gesto, ou com a suavidade de uma música que será interpretada ao vivo. O espetáculo suscita reflexão sobre como a sociedade tem lidado com as diferenças. O racismo é o ponto de partida. No entanto, o propósito não é puramente discutir o racismo transposto pelo livro de Djamila Ribeiro, mas sim, trazer um experimento cênico da coexistência da negritudes desde os ancestrais. As questões raciais tão latentes no debate do Brasil atual demonstram a dificuldade em colocar em diálogo pessoas com diferentes repertórios e vivências e por isso as cinco atrizes interpretam personagens com visões distintas e por isso as diferenças serão colocadas em convivência durante o processo de criação da montagem. A proposta do diretor é fazer refletir na plateia esse pensamento sobre diferenças. O espetáculo Pequeno Manual Antirracista trará a cena um desdobramento sobre as nuances do preconceito para transmutar em diferentes reflexões através da cena, do jogo, do corpo, da voz e do canto. Este projeto atende ao seguintes incisos do Art. 1º da Lei 8313/91: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; II - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais; III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores. Este projeto também atende aos seguintes objetivos do Art. 3º da Lei 8313/91: II - fomento à produção cultural e artística, mediante: e) realização de exposições, festivais de arte e espetáculos de artes cênicas ou congêneres.

Estratégia de execução

As Oficinas "As Novas Dramaturgias para o Teatro Negro" que fazem parte da contrapartida social, serão ministrada pelo Dramaturgo Luiz Antonio Sena Jr, que integra o projeto como Adaptação do texto e Direção de Produção; O valor das pautas dos Teatros para Montagem de cenário/Iluminação/Sonorização serão pagas com recursos próprios da Produção sem gerar custos financeiros ao projeto conforme é possível verificar na planilha orçamentária a ausência destes ítens; Os profissionais de intérpretes de Libras e Audiodescrição que prestarão estes serviços durantes a contrapartida social, participarão de forma voluntária, sem gerar custos financeiros ao projeto conforme é possível verificar na planilha orçamentária a ausência destes itens. Anexamos no campo "informações adicionais" documento contendo: ementa das oficinas, concepção de cenografia, dramaturgia e texto teatral. O contrato sobre os direitos autorais também está anexado em campo específico.

Especificação técnica

- No material de divulgação dos produtos culturais gerados pelo projeto constará informações sobre a disponibilização das medidas de acessibilidade, segundo parágrafo 2º do art 18 da IN nº 02/2019 do Ministério da Cidadania.

Acessibilidade

Neste projeto, temos 02 produtos resultantes: espetáculo de artes cênicas e oficina de formação. Para o espetáculo de artes cênicas, as medidas são: Acessibilidade física: As apresentações do espetáculo serão realizadas em teatros que atendem às medidas de acessibilidade para idosos e portadores de deficiência, conforme Decreto nº 9.404, de 2018 e inciso do art. 18 da IN nº 02/2019 do Ministério da Cidadania e pode ser conferido pelos sites dos locais a serem realizadas as temporadas: http://teatroprocopioferreira.com.br/ e http://teatro.isba.com.br/. Item da planilha orçamentária: 28 (Salvador) e 51 (São Paulo) - locação dos teatros Acessibilidade de conteúdo: a. Audiodescrição em todas as apresentações em cada uma das cidades (Salvador e São Paulo). Ampliando o processo de inclusão e acesso à cultura, toda a divulgação nas redes sociais contará com a utilização da hashtag #paracegover, na qual são descritas todas as informações constantes na peça de divulgação online, possibilitando assim um maior acesso à programação do projeto. item da planilha orçamentária: 08 b. Em todas as sessões e em cada uma das cidades (Salvador e São Paulo) será exibido em um telão a tradução do espetáculo por um Intérprete usando a Linguagem Brasileira de Sinais (LIBRAS) ou legenda descritiva promovendo uma maior acessibilidade a públicos portadores de necessidades especiais. item da planilha orçamentária: 23 As ações em Libras serão gravadas em vídeo a ser exibido em todas as sessões para os deficientes auditivos. Para a oficina, as medidas são: Acessibilidade física: A oficina será realizada em teatros que atendem às medidas de acessibilidade para idosos e portadores de deficiência, conforme Decreto nº 9.404, de 2018 e inciso do art. 18 da IN nº 02/2019 do Ministério da Cidadania e pode ser conferido pelos sites dos locais a serem realizadas as temporadas: http://teatroprocopioferreira.com.br/ e http://teatro.isba.com.br/. itens da planilha orçamentária: 28 e 51 Acessibilidade de conteúdo: a. Audiodescrição em todas as oficinas em cada uma das cidades (Salvador e São Paulo). Ampliando o processo de inclusão e acesso à cultura, toda a divulgação nas redes sociais contará com a utilização da hashtag #paracegover, na qual são descritas todas as informações constantes na peça de divulgação online, possibilitando assim um maior acesso à programação do projeto. item da planilha orçamentária: 08 b. Em todas as oficinas e em cada uma das cidades (Salvador e São Paulo) será exibido em um telão a tradução do espetáculo por um Intérprete usando a Linguagem Brasileira de Sinais (LIBRAS) item da planilha orçamentária: 23

Democratização do acesso

Haverá venda de 20% dos ingressos das apresentações a preço popular, garantindo a democratização do público. Referente à distribuição gratuita à população, adotaremos os incisos do artigo 21 da IN 05/2017: I - doar, além do previsto no inciso I, do art. 44, do Decreto 5.761, de 2006, no mínimo, 20% (vinte por cento) dos produtos resultantes da execução do projeto a escolas públicas, bibliotecas, museus ou equipamentos culturais de acesso franqueado ao público, devidamente identificados; III - disponibilizar, na Internet, registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino e de outros eventos de caráter presencial, sem prejuízo do disposto no § 2º do art. 22; IV - permitir a captação de imagens das atividades e de espetáculos ou autorizar sua veiculação por redes públicas de televisão e outras mídias. Como contrapartida social serão oferecidas 02 oficinas de formação sobre "As Novas Dramaturgias para o Teatro Negro" com o dramaturgo Luiz Antonio Sena Jr, sendo 01 (uma) em cada uma das cidades (São Paulo - 750 pessoas e Salvador 495 pessoas) Alunos e Professores da Rede Pública de Ensino, garantindo a estes 50% (cinquenta por cento) do total das vagas disponibilizadas. As oficinas serão gratuitas.

Ficha técnica

A remuneração do proponente está na alínea 16 - Diretor Geral - R$22.500,00 EQUIPE: Djamila Tais Ribeiro do Santos (Djamila Ribeiro) - Autoria de obra original Fred Soares Gomes (Fred Soares) – Concepção e Direção Geral - PROPONENTE DO PROJETO Luiz Antonio Pereira de Sena Junior (Luiz Antônio Sena Jr.) - Adaptação de Texto e Dramaturgia e Direção de Produção Elza da Conceição Soares (Elza Soares) - Direção Musical Antônio Carlos Santos de Freitas (Carlinhos Brown) - Composição Música Original Andre Cortez Mahon (André Cortez) - Cenógrafo Fause Haten (Fause Haten) - Figurinista Luiz Fernando Julio Barbosa (Nando Zâmbia) - Design de luz Bergson Nunes Santana (Bergson Nunes) - Produção executiva ELENCO: Valdineia Soriano dos Santos (Valdineia Soriano) Denise Correia (Denise Correia) Márcia Lima Gomes (Márcia Limma) Elane Santana Nascimento (Ella Nascimento) * A Atriz convidada será definida no processo de pré-produção e em conjunto com a Equipe Criativa. PRINCIPAIS CURRÍCULOS: DJAMILA RIBEIRO – AUTORA Filósofa, feminista negra, escritora e acadêmica brasileira. É pesquisadora e mestra em Filosofia Política pela Universidade Federal de São Paulo (Unifesp). Em 2016, foi nomeada secretária-adjunta de Direitos Humanos e Cidadania da cidade de São Paulo. Graduou-se em Filosofia pela Unifesp, em 2012. Escreveu o prefácio do livro "Mulheres, raça e classe" da filósofa negra e feminista Angela Davis, obra inédita no Brasil e que foi traduzida e lançada em setembro de 2015. Escreveu os livros O que é lugar de fala?. Belo Horizonte: Letramento, 2017; - Quem tem medo do feminismo negro? São Paulo: Companhia das Letras, 2018; Pequeno manual antirracista. São Paulo: Companhia das Letras, 2019; Lugar de Fala. São Paulo: Pólen Livros, 2019 LUIZ ANTONIO SENA JR – ADAPTAÇÃO, DRAMATURGIA E DIREÇÃO DE PRODUÇÃO Bacharel em Artes Cênicas com habilitação em Interpretação Teatral pela Escola de Teatro da UFBA, especialista em Gestão e Políticas Culturais pela UFRB, mestrando no Programa de Pós-graduação em Artes Cênicas – UFBA com foco em dramaturgia para espaços urbanos. É artista da cena, produtor e gestor cultural, com trabalhos ligados a grupos e coletivos artístico-culturais (A Outra Companhia de Teatro, Teatro da Queda, Núcleo Viladança, NATA, Aldeia Coletivo Cênico, CORRE Coletivo Cênico), a eventos calendarizados (FIAC Bahia, VIVADANÇA Festival Internacional), além de realizar projetos e/ou obras que pautam questões de raça, gênero e sexualidade. Escreveu os textos: Nas Entranhas do AMOR; Corpus; O Cabaré da Rosa Rubra; Véu; Mar Me Quer; BORRADO; O que de você ficou em mim; Ruína de Anjos; Mundaréu; Dandara; Sertão;comproVendoTrocoAMOR e Ultima Chamada. FRED SOARES – CONCEPÇÃO E DIREÇÃO GERAL - PROPONENTE DO PROJETO Começou como produtor ainda jovem. Aos 18 anos montou sua própria produtora realizando eventos corporativos.Em 2000 realizou a primeira edição do projeto Catálogo Brasileiro de Teatro e já montou diversos espetáculos na Capital Baiana entre os espetáculos TODO MUNDO TEM PROBLEMAS SEXUAIS, E AI COMEU?, RAUL SEIXAS – O MUSICAL e DECAMERON. Formado em Relações Públicas, tem Pós Graduação em Direção Audiovisual pela Faculdade ESPM/SP e Formação em Direção Teatral pela CAL, e especialização em Direção de Cena pela Oficina da Rede Globo. Em 2007 passou a dirigir shows, dvds, clipes e talentos, além de projetos especiais como NATAL SEM FOME UNICEF, SOM BRASIL (Rede Globo) e BAND FOLIA, MISS BRASIL (TV Bandeirantes). No Teatro esteve à frente da montagem de Amigas Pero No Mucho e direção geral do musical O Fantástico Mundo da Lore. Sua produtora, que leva seu nome tem 21 anos de atuação no mercado. ELZA SOARES – DIREÇÃO MUSICAL São 90 anos de vida, 70 de carreira e uma história tão impactante que fica difícil resumir. A primeira apresentação pública da Elza Soares não aconteceu por bons motivos: com o filho pequeno doente, sem poder contar com ajuda dos pais ou do marido, a menina se inscreveu para participar do tradicional programa de calouros do radialista Ary Barroso. Em 2000, Elza Soares recebeu da BBC Londres o título de Melhor Cantora do Milênio.Em 2015, ela gravou o álbum A Mulher do Fim do Mundo, o primeiro de sua carreira a conter só músicas inéditas. Elza Soares resistiu à violência, à fome, ao preconceito e até mesmo ao tempo, para se tornar um ícone da música nacional e um símbolo de luta contra a opressão. CARLINHOS BROWN – COMPOSIÇÃO MÚSICA ORIGINAL Iniciado na música através de Osvaldo Alves da Silva, o Mestre Pintado do Bongô. Seus primeiros instrumentos, que marcariam toda a carreira e estilo musical, foram os de percussão, com aprendizado e desenvolvimento das células rítmicas provenientes dos terreiros de candomblé. Em 2012, concorreu ao Oscar com a canção "Real in Rio", fruto de uma parceria com Sergio Mendes. Atualmente está produzindo a trilha sonora para o espetáculo da Cia de Dança Deborah Colker. ANDRÉ CORTEZ – CENOGRAFIA Dez vezes indicado para o Prêmio Shell e vencedor em cinco ocasiões. Cortez fez a cenografia de "O Continente Negro", do chileno Marco Antônio De La Parra, e de "A Serpente", de Nelson Rodrigues, com a qual ganhou o Prêmio Shell de 2005 pelo cenário. FAUSE HATEN – FIGURINO - Fause Haten é um artista multifacetado, conhecido no mundo da moda no Brasil e internacionalmente com uma carreira de mais de 25 anos. Tem se destacado fazendo figurinos de grandes musicais como O Médico e o Monstro ,O Mágico de Oz , Hello Dolly, Romeu e Julieta no mundo da Mônica, A Madrinha Embriagada, 220 Volts . NANDO ZAMBIA – ILUMINADOR Ator e iluminador negro, iniciou sua carreira no interior do Estado da Bahia, em Alagoinhas, no ano de 1999. Formado pela UFBA, no Brasil, e pela Universidade de Évora, em Portugal. Já iluminou peças também em, Portugal, Grécia, Itália e Alemanha. DENISE CORREIA - ATRIZ Coleciona peças como ‘O Sumiço da Santa’ , ‘Casulo’, ‘Kanzuá, Nossa Casa‘ e ‘Se Acaso você Chegasse’. Na tv participou da novela Velho Chico. ELLA NASCIMENTO – ATRIZ Atriz, dançarina, acrobata, produtora, arte educadora e pedagoga - especialista em Libras. Integra o elenco do Bando de Teatro Olodum. Na tv esteve nas Novelas Segundo Sol e Bonsucesso, o seriado Ó Pai Ó e O Curios. No Cinema, Deserto feliz, Jardim das folhas sagradas e Quincas Berro D’água e dos Curtas O Grande Segredo do Cinema, Marlindo Paraíso e a Kombi do Amor e Pandorga. No teatro destaca sua atuação nos espetáculos As Orações de Mansata em Lisboa, Portugal e Lívia no Rio de Janeiro pelo Coletivo Preto. MARCIA LIMMA – ATRIZ É atriz, pesquisadora, cantora, performer e produtora cultural. Atuou em “Medeia Negra”, indicada no Prêmio Cenym Nacional de Teatro nas categorias: Melhor atriz, melhor monólogo, melhor grupo de teatro Vilavox; Atuou em O Castelo da Torre, O segredo da Arca de Trancoso, Labirintos, Canteiros de Rosa, Primeiro de Abril, Almanaque da Lua , Trilhas do Vila Auto-Retrato aos 40. Atualmente é membra da ATEB/ Academia de Artes do Teatro do Brasil - Anual Prêmio Cenym Nacional. VALDIRENE SORIANO – ELENCO - Atriz do Bando de Teatro Olodum desde sua formação em 1990. Sua experiência de palco envolve mais de 30 montagens, entre elas “Essa é a nossa praia”, Medeamaterial, Ópera de Três Reais, Cabaré da RRRRRaça, do infantil Áfricas, das três montagens já realizadas de Ó, Paí, Ó, Bença e Dô. No cinema, Ó, Paí, Ó e O Jardim das Folhas Sagradas, Tim Maia e Ilha. Já na TV, Ó Paí, ó!, O Curioso e Mister Brau. Ganhadora do Troféu Candango na categoria Melhor Atriz no filme Café com Canela de Ary Rosa e Glenda Nicácio. BERGSON NUNES – PRODUTOR EXECUTIVO - Graduado em Comunicação Social pela Rede FTC. Coordenador de produção do VIVADANÇA Festival Internacional e do Núcleo de Dança do Teatro Vila Velha, desde 2017. Atuou como produtor executivo com experiência em teatro, dança e música, a exemplo dos projetos ,- É Só Amor³, FIAC – Bahia, PAVIO – Arte e Negócios, Pé de Feijão – Arte Educação.

Providência

PROJETO ARQUIVADO.

Salvador BahiaSão Paulo São Paulo