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PRONAC 211406Apresentou prestação de contasMecenato

TEATRO EM INGLÊS

ASSOCIACAO CRISTA DE ARTISTAS
Solicitado
R$ 132,9 mil
Aprovado
R$ 132,9 mil
Captado
R$ 132,4 mil
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

99.6%

Classificação

Área
—
Segmento
Empreend Ações Educ-Cult/Capacitação/Treinamento
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Projetos normais
Ano
21

Localização e período

UF principal
SP
Município
São Paulo
Início
2022-02-01
Término
2022-12-31
Locais de realização (1)
Jundiaí São Paulo

Resumo

O projeto TEATRO EM INGLÊS, assim como o próprio nome diz, tem o intuito de produzir um trabalho de processo colaborativo no desenvolvimento da arte teatral em língua estrangeira, no caso o Inglês, através de oficinas para o estudo da arte, gerando o gosto por outro idioma em crianças e pré-adolescentes, e também inferindo o interesse e democratizando o acesso à cultura. Ao final do ciclo de estudos, apresentar a peça teatral resultante do processo. E como contrapartida social, realizar uma palestra sobre teatro, com experimentação prática.

Sinopse

Classificação indicativa: livre para todos os públicos, voltado a crianças e adolescentes. Oficinas e Montagem da peça: O processo colaborativo em teatro possibilita a criação de uma peça a partir do trabalho desenvolvido durante as oficinas, por isso o tema e conteúdo são gerados somente em sua aplicação de estudos. Além de oficineiros e arte educador envolvidos, um professor de Inglês irá acompanhar o trabalho, para auxiliar na instrução para a realização da montagem em língua estrangeira. Serão cerca de 60 horas de estudos e ensaios para cada uma das duas turmas de trabalho (manhã e tarde). Contrapartida social: Pretendemos realizar uma palestra com experimentação prática, com tema: “A arte do teatro e o respeito aos valores culturais de outros povos ou nações”, voltada para professores e alunos. O intuito é demonstrar como a cultura e a arte são importantes, em qualquer parte do mundo. Duração prevista de 60 a 90 minutos.

Objetivos

OBJETIVO GERAL: Realizar uma oficina de teatro, através do processo colaborativo para composição teatral em língua estrangeira, com o intuito de fomentar o gosto de pela arte e o interesse no aprendizado de outros idiomas, em crianças e pré-adolescentes. OBJETIVOS ESPECÍFICOS: · Realizar o projeto na cidade de Jundiaí; · Fazer uma oficina de teatro em língua inglesa, incentivando o aprendizado de outro idioma e fomentando o gosto pela língua estrangeira, e principalmente, pela arte e cultura; · Executar a oficina no contraturno escolar, durante 5 (cinco) meses; · Atender na oficina crianças e pré-adolescentes; · Fomentar o processo colaborativo de trabalho; · Abrir 2 (duas) turmas: 20 (vinte) vagas no período da manhã e 20 (vinte) vagas no período da tarde; · Empregar em torno de 60 (sessenta) horas de estudos e ensaios com cada turma; · Executar ao menos 1 (um) ensaio aberto; · Concluir o processo com a execução de uma peça teatral em inglês, com 1 apresentação por turma; · Alcançar um público de 220 (duzentas e vinte) pessoas por apresentação; · Executar como contrapartida social, uma palestra com experimentação prática com tema "A arte do teatro e o respeito aos valores culturais de outros povos ou nações", para 60 (sessenta) professores e alunos.

Justificativa

O mundo artístico tem grande responsabilidade na formação dos indivíduos como cidadãos que buscam o bem comum e melhor qualidade de vida. Sendo assim, é de grande importância que as vertentes culturais possibilitem novos aprendizados, objetivando uma gama de recursos que possam ser utilizados pelas pessoas em suas vidas. O TEATRO EM INGLÊS é um recurso atrativo para incentivar crianças e pré-adolescentes em dois aspectos: na valorização da cultura e no aprendizado de outras línguas. Mas por que o Inglês? Aprendendo o idioma, é possível obter diferencial no mercado, ter mais acesso à informação e, ainda, contar com a possibilidade de realizar intercâmbios e trocas culturais riquíssimas. É a língua mais usada no mundo e, muitas vezes, impacta no crescimento profissional e também no social, pois uma viagem ao exterior se torna muito mais prazerosa e aproveitável, quando conseguimos nos comunicar com outras pessoas num idioma considerado universal. Para as crianças e pré-adolescentes, ter esse contato com o idioma desde cedo, gera uma naturalidade na aprendizagem, melhora o raciocínio e estimula a capacidade de concentração. E nada melhor que a arte para aguçar a curiosidade e o interesse. Uma arte que horizontaliza as relações entre os participantes, onde todos trazem suas experiências, conhecimento e talento a serviço da construção do espetáculo. Muitos nomes do mercado cultural se aprofundaram no processo colaborativo do trabalho teatral, conforme podemos notar no artigo de "Luis Alberto de Abreu" publicado nos Cadernos da ELT - número 2, em junho/2004, revista de relatos, reflexões e teoria teatral, da Escola Livre de Teatro de Santo André e disponibilizado pelo SESI Cultural, através do Sistema Fiep online: "...O Teatro da Vertigem, de São Paulo, dirigido por Antonio Araújo, e a Escola Livre de Teatro de Santo André, são referências na busca da horizontalidade de relações artísticas entre seus integrantes. Experiências foram desenvolvidas, dentro do âmbito da Escola Livre, por criadores como Tiche Vianna, Cacá Carvalho, Antonio Araújo, Luis Fernando Ramos, Luís Alberto de Abreu, Francisco Medeiros e outros...". O processo colaborativo tem se revelado altamente eficiente na busca de um espetáculo que represente as vozes, ideias e desejos de todos que o constroem. Aplicar tal processo num trabalho com crianças e pré-adolescentes, faz com que esses seres em formação de suas personalidades, acostumem-se a procurar seu espaço, a formular seus conceitos, a debater ideias e principalmente, encontrar soluções para os momentos de dúvida. Também propomos as descobertas do mundo artístico, ambientando e alimentando a vontade pelo consumo de cultura, tão benéfico a qualquer indivíduo, assim como, pretendemos incentivar a manifestação de talentos. Esperamos que os participantes do processo ajam como multiplicadores de ideias, de resultados e de cultura. Destacamos a necessidade do uso do Mecanismo Incentivo a Projetos Culturais para financiamento deste, enquadrando-o no Art. 1º da Lei 8313/91, nos incisos: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; VII - desenvolver a consciência internacional e o respeito aos valores culturais de outros povos ou nações. Bem como alcançar os objetivos do Art. 3º da referida norma, abaixo listados: II - fomento à produção cultural e artística, mediante: e) realização de exposições, festivais de arte e espetáculos de artes cênicas ou congêneres; IV - estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante: a) distribuição gratuita e pública de ingressos para espetáculos culturais e artísticos; b) levantamentos, estudos e pesquisas na área da cultura e da arte e de seus vários segmentos.

Estratégia de execução

Criamos um projeto artístico, com o intuito de fomentar em crianças e pré-adolescentes, através do teatro, a curiosidade por diversas culturas que não só do ambiente onde vivem, e a vontade de estudar e conhecer outros povos e suas peculiaridades. Também desenvolvemos um estudo colaborativo em teatro, que trabalha a criatividade e processo coletivo, permitindo a liberdade de expressão e o respeito mútuo.

Especificação técnica

Descrição do Plano de Atividade Cultural (projeto pedagógico) Processo para montagem de peça de teatro em Inglês OBJETIVO Incrementar as artes cênicas, embasado num processo colaborativo de trabalho, nos períodos de contraturno da escola/instituição, a fim de colaborar com o desenvolvimento de habilidades pessoais, incentivar o acesso a cultura e o gosto por outros idiomas. O PROCESSO COLABORATIVO Processo colaborativo é um procedimento de criação cênica em que todos os agentes envolvidos têm liberdade propositiva na construção da cena. Esse tipo de processo organiza-se a partir da escolha de um tema e do acesso irrestrito de todos a todo material de pesquisa da equipe. Após esse período investigativo, ideias começam a tomar forma, propostas de cena são feitas por quaisquer participantes e a dramaturgia pode propor uma estruturação básica de ações e personagens, com o objetivo de nortear as etapas seguintes. O processo colaborativo é dialógico, ou seja, a confrontação e o surgimento de novas ideias, sugestões e críticas não só fazem parte do seu modus operandi como também são os motores de seu desenvolvimento. O TEATRO EM INGLÊS Visa ampliar o desenvolvimento de habilidades pessoais e coletivas, a disciplina, a concentração e o aprendizado, para se concretizar um trabalho a ser realizado em idioma que não o nativo dos participantes. JUSTIFICATIVA A partir do diagnóstico da realidade em que se encontra o cenário cultural do país, a gestão da Associação Cristã de Artistas chegou à conclusão que é preciso desconstruir os paradigmas já impostos pelos diversos mecanismos de ensino em arte /cultura para conceber a curiosidade e a indagação como pontos centrais para uma real transformação estética do fazer artístico, preservando os valores morais, éticos, sociais e humanos, de modo a possibilitar ao aluno/artista a oportunidade de se enxergar como um ser participativo capaz de interagir em seu meio, sua comunidade e transformá-lo em protagonista de seu próprio conhecimento, capaz de criar novos horizontes e crescer como pessoa e, por conseguinte, como profissional. METODOLOGIA O que será desenvolvido? Serão desenvolvidas diversas sessões de construção teatral a partir do conceito de processo colaborativo, onde, partindo de um *tema proposto por grupos de alunos, que, monitorados por artistas, realizarão experimentos cênicos, cujo resultado final será apresentado para a comunidade. Todo o processo de trabalho será desenvolvido em língua inglesa, para tornar habitual aos participantes, o expressar-se em outro idioma. Vale uma ressalva: não é intuito do projeto, ensinar a língua Inglesa em suas minúcias, ortografia, gramática, escrita ou conversação, e sim, trabalhar especificamente a montagem da peça no idioma. AÇÕES Referências: Apresentar as questões do processo colaborativo e exemplificá-lo através de imagens dos grupos exercitando a prática e com relatos dos artistas participantes para os alunos interessados. Tudo será realizado tendo como base o idioma Inglês para comunicação entre os participantes, oficineiros/professor. Exercícios Teatrais: Serão colocados em prática exercícios comumente usados por grupos que adotam a prática colaborativa para produção dos seus trabalhos. Essa etapa tem como objetivo instrumentalizar os participantes e prepara-los para a etapa prática. Divisão de Grupos de Trabalho e Escolha Temática: Dividir os participantes em grupos e solicitar que cada grupo escolha um tema para ser trabalhado; o tema escolhido deverá ser amplamente discutido e analisado em diversas perspectivas a fim de torná-lo um objeto artístico. Experimentação: Criar cenas partindo do tema escolhido com o auxílio do coordenador, unindo-as numa montagem única de peça teatral. Desenvolver habilidades em pronunciar palavras/frases em língua estrangeira. Apresentação: Realizar ensaio aberto e posteriormente, apresentar a peça teatral em Inglês para a comunidade. Avaliação: Analisar o que pode significar um processo colaborativo e como podemos usar algumas de suas práticas e características em outros aspectos da vida, diversos da criação artística: trabalho, relação social e familiar, etc., e demonstrar o quanto a arte pode facilitar o aprendizado em outros setores, como o de idiomas. Como será desenvolvido? Durante cinco meses, duas vezes por semana serão realizados encontros entre os alunos e os oficineiros envolvidos no projeto, a fim de dialogar e trocar experiências de trabalho colaborativo, sempre investindo na participação dos alunos em todos os processos de construção da cena. A cada quinzena será feito um encontro entre alunos, oficineiros e professor de Inglês, para adequação do processo de trabalho na língua estrangeira, onde os alunos serão orientados e instruídos no idioma, conforme processo em desenvolvimento de estudo. Ao final, a cenas criadas pelos grupos comporão uma peça teatral em inglês e serão apresentadas para o público em geral. ENVOLVIMENTO COM A COMUNIDADE LOCAL O envolvimento da comunidade dar-se-á principalmente ao final do projeto, onde, adotando o formato de mostra, a instituição será o palco das apresentações construídas pelos grupos, onde os mesmos levarão ao público as cenas discutidas nos encontros. Todavia, professores, alunos, moradores e demais componentes da comunidade estarão acompanhando o desenvolvimento dos trabalhos no decorrer dos cinco meses, através de ensaios abertos que poderão ser realizados. PONTOS EM COMUM COM O PROJETO PEDAGÓGICO DAS ESCOLAS/INSTITUIÇÕES -Ampliar o diálogo com a comunidade por meio de diversas ações (ensaio aberto, oficina, etc.). -Potencializar o uso de todos os recursos e espaços disponíveis na Instituição, permitindo a ampliação dos ambientes de aprendizagem que prevê atividades de cunho social ou cultural. PLANO DE TRABALHO DETALHADO: Duração: Cinco meses Carga horária semanal: Três horas divididas em dois encontros de 90 minutos, com duas turmas para atender os contraturnos escolares (manhã e tarde). Carga horária total: cerca de 60 horas, com cada turma. A cada quinzena ocorrerá um encontro com um professor de Inglês, com o intuito de orientar e instruir os participantes na solução e melhor aproveitamento da língua na montagem da peça teatral. Ao fim do ciclo de estudos, ensaios gerais e apresentação do produto resultante do processo de trabalho, que será mostrado para a comunidade. Recursos Humanos: Um coordenador geral, um coordenador cultural, um arte educador, dois oficineiros, um professor de Inglês e outros profissionais de área que se revezam em momentos específicos do processo. RESULTADOS Do processo colaborativo: Esperamos que os participantes ajam como multiplicadores ao compartilharem os produtos dos encontros e os saberes aprofundados durante o processo, promover a formação de alunos livres para expressarem suas ideias e opiniões, fazer com que o aluno tenha uma boa imagem de si mesmo e poder expressar-se sem medo de repressão, desenvolver o senso crítico e a linguagem criativa, assim como, proporcionar a participação efetiva da comunidade, da família e de todos os envolvidos na comunidade. Do contato com outro idioma: Esperamos que os participantes criem maior facilidade no aprendizado de idiomas, que adquiram o gosto pela língua Inglesa, gerando novos interesses para o desenvolvimento pessoal de cada participante e pela cultura de outros países.

Acessibilidade

PRODUTO: Cursos / Oficinas ACESSIBILIDADE FÍSICA – rampas de acesso, espaço para circulação de cadeiras de rodas, ambiente livre de obstáculos, auxiliares para facilitar na locomoção/movimentação, banheiro adaptado. ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES VISUAIS – auxiliares para facilitar na locomoção/movimentação, material de apoio em áudio gravado (caso necessário), permissão da permanência de um acompanhante que já conheça a rotina da pessoa em questão. ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES AUDITIVOS – o item não se aplica, visto que a linguagem de libras em Inglês possui particularidades diferentes da Brasileira, dificultando o entendimento e aplicação das atividades da oficina para este público. ACESSIBILIDADE / ORÇAMENTO – itens inclusos no material de apoio pedagógico, oficineiros também terão a função de auxiliar este público. O espaço onde serão executadas as oficinas já deverá contar com itens de acessibilidade para pessoas com deficiências ou mobilidade reduzida. PRODUTO: Espetáculo de artes cênicas ACESSIBILIDADE FÍSICA – rampas de acesso, espaço para circulação de cadeiras de rodas, ambiente livre de obstáculos, auxiliares para facilitar na locomoção/movimentação, lugares demarcados, banheiro adaptado. ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES VISUAIS – auxiliares para facilitar na locomoção/movimentação, permissão de um acompanhante, lugares demarcados. ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES AUDITIVOS – intérprete de libras, permissão de um acompanhante, lugares demarcados, descritivo por escrito do espetáculo. ACESSIBILIDADE / ORÇAMENTO – itens inclusos no material de divulgação, oficineiros também terão a função de auxiliar este público e intérprete de libras. O espaço onde serão executadas as apresentações já deverá contar com itens de acessibilidade para pessoas com deficiências ou mobilidade reduzida. PRODUTO: Contrapartida social ACESSIBILIDADE FÍSICA – rampas de acesso, espaço para circulação de cadeiras de rodas, ambiente livre de obstáculos, monitores para facilitar na locomoção/movimentação, lugares demarcados, banheiro adaptado. ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES VISUAIS – monitores para facilitar na locomoção/movimentação, permissão de um acompanhante, lugares demarcados. ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES AUDITIVOS – intérprete de libras, permissão de um acompanhante, monitores para facilitar na locomoção/movimentação, lugares demarcados, descritivo da palestra por escrito. ACESSIBILIDADE / ORÇAMENTO – itens inclusos no material de apoio pedagógico, materiais e equipamentos para montagem, monitores e intérprete de libras. O espaço onde serão executadas as apresentações já deverá contar com itens de acessibilidade para pessoas com deficiências ou mobilidade reduzida.

Democratização do acesso

Todas as atividades desenvolvidas nessa proposta serão gratuitas para os participantes. E estando em acordo com o art. 21 da IN nº 02 de abril/2019, adotam-se as seguintes medidas de ampliação de acesso, conforme os incisos: PRODUTO: Cursos / Oficinas III - disponibilizar, na Internet, registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino e de outros eventos de caráter presencial, sem prejuízo do disposto no § 2º do art. 22; V - realizar, gratuitamente, atividades paralelas aos projetos, tais como ensaios abertos, estágios, cursos, treinamentos, palestras, exposições, mostras e oficinas, além da previsão do art. 22; VII - realizar ação cultural voltada ao público infantil ou infanto-juvenil. PRODUTO: Espetáculo de artes cênicas III - disponibilizar, na Internet, registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino e de outros eventos de caráter presencial, sem prejuízo do disposto no § 2º do art. 22; VII - realizar ação cultural voltada ao público infantil ou infanto-juvenil. PRODUTO: Contrapartida social (palestra) III - disponibilizar, na Internet, registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino e de outros eventos de caráter presencial, sem prejuízo do disposto no § 2º do art. 22; VII - realizar ação cultural voltada ao público infantil ou infanto-juvenil.

Ficha técnica

PROPONENTE: A ACRIART ESTARÁ ENVOLVIDA EM TODOS OS PROCESSOS DECISÓRIOS DE REALIZAÇÃO DO PROJETO, PARTICIPANDO DAS REUNIÕES, ACOMPANHANDO A EXECUÇÃO, FAZENDO AS CONTRATAÇÕES E APROVAÇÕES NECESSÁRIAS, ENTRE OUTRAS ATIVIDADES. COORDENAÇÃO GERAL: SHIRLEY BORDON Iniciou sua carreira como bailarina e coreógrafa. Aos 14 anos, escreveu, atuou e dirigiu sua primeira peça teatral. Em 1993 ingressou no TUMC onde produziu/atuou por 10 anos, participando de mais de 50 leituras dramáticas e peças teatrais. Em 1996, formou-se em Propaganda. Trabalhou por 3 anos como cantora. Durante mais de 10 anos, atuou em setores de planejamento de projetos, atendimento a clientes e gestão de pessoas. Desde o início da carreira desenvolveu atividades de produção e, em 2006, fundou a Cia. Bordon de Artes para elaboração de projetos e produção cultural, empresa em atuação até hoje. Em 2015, produziu o Mamão com Açúcar (programa para WebTV) e alguns outros pilotos. De 2016 a 2018, na Cia dos Ícones, realizou trabalhos como atriz, assistente de direção e de produção. Em 2019, na JJR Produções, desenvolveu peças como “Frozen” e “Baby Shark”. Em 2020, torna-se parceira da Acriart na elaboração e execução de projetos culturais e, no mesmo ano, também se associa ao setor carnavalesco. Continua atuante em teatro e produções em vídeo, bem como trabalha como roteirista e criadora de projetos culturais em várias vertentes. COORDENAÇÃO ADMINISTRATIVO-FINANCEIRA: LUCIANA RUGGIRO Formada no curso de turismo pela Universidade Paulista (UNIP) e com cursos complementares nas áreas de recursos humanos e administrativos pelo SENAC foi supervisora administrativa do Teatro Fábrica São Paulo de 2006 a 2008 onde coordenou projetos como o Primavera Dança entre outros; foi coordenadora de eventos da LARRAT de 2010 a 2013; foi coordenadora administrativa dos documentários; Ensaio Aberto Brasil e Ensaio Aberto Fomento ao Teatro produzido com o apoio do ProAC. Ingressou na Cia. Alvo em 2014 onde desenvolve a coordenação e administração dos projetos incentivados da companhia, entre eles a circulação do Espetáculo Gálatas, a produção e temporada do espetáculo Éfeso – O Regresso ao Primeiro Amor no teatro MUBE, ambos com a direção de Fabiano Moreira e o Espetáculo Infantil Feijão e Maria com direção de Fernando Araújo. Atualmente coordena o projeto de Teatro para Surdos na EMBES Helen Keller. COORDENADOR CULTURAL: FABIANO MOREIRA Trabalha há dez anos na execução de projetos culturais em São Paulo. Em 2004 iniciou sua carreira no teatro, trabalhando na companhia Fábrica São Paulo, lá desenvolveu projetos de iluminação e direção de palco. Realizou projetos como o Música e Cena, levando música e teatro para os bares de São Paulo e - com o apoio do programa de ação cultural - o documentário Ensaio Aberto, uma série de programas em vídeo que traz o recorte sobre a produção teatral de grupos de São Paulo e do Brasil, os programas foram ao ar pelo canal Curta! e pela TVE de Porto Alegre. Foi responsável pelo registro videográfico da Mostra latino Americana de Teatro de Grupos e do projeto Teatro nos Parques (2009 – 2014), além da produção de diversos vídeos de espetáculos teatrais. Como diretor de produção atuou em mais de 20 produções entre eles “A Mãe” de Bertolt Brecht dirigido por Sérgio Audi em 2008, “Ensaio para um Espetáculo” - Realizado pelo núcleo 1 do Teatro Fábrica São Paulo com incentivo da lei de Fomento ao Teatro e “A Onça Castanha” do grupo Grial de Pernambuco durante a sua temporada em São Paulo. Em 2012 também com o apoio do Programa de Ação Cultural, iniciou sua carreira de diretor com o espetáculo “Gálatas” que ficou em cartaz no teatro Grande Otelo e em 2014 dirigiu o espetáculo Éfeso | O Regresso ao Primeiro amor em cartaz no teatro MuBE Nova Cultural. Atualmente é coordenador de projetos da ACRIART e diretor artístico da Cia. Alvo de Teatro. ARTE EDUCADORA: GABRIELA BIANCHI Estudou teatro em 2009 na Escola de Artes César Antonio Salvi durante dois anos, participando das montagens de espetáculos realizados pela escola. No ano de 2010 se apresentou com o grupo “IS 42” no festival FECT com uma peça de teatro autoral. Durante os anos de 2011/12 trabalhou na instituição de ensino de idiomas “UP TO YOU IDIOMAS” como professora da Língua Inglesa. Em 2014 se formou na Fatec Barueri no curso superior em Comércio Exterior. Estagiou no Rabobank na área de “Trade Services” realizando contato diário com clientes no exterior, intermediando transações comerciais de commodities. Em 2014 trabalhou na Exfak como assistente de Comércio Exterior participando do processo de compras internacionais da empresa, realizando negociações e follow up com estrangeiros na língua inglesa. Em 2016 ingressou na Cia de Navegação Hapag-Lloyd como analista de Demurrage e Detention, fazendo contato diário, a fim de intermediar as negociações e pagamentos das multas contratuais geradas a partir das importações e exportações realizadas pelos clientes. Entre 2018/19 participou da Cia Teatral Bola de Neve e ficou em cartaz com a peça “Herdeiros de um Legado”. Em 2020 iniciou um novo desafio, começando a estudar Teatro na ETEC de Artes, na qual atualmente cursa o último módulo. Desde 2020 trabalha como professora de teatro na escola de educação infantil Lumiar. Em 2021 ingressou na ACRIART na área de comunicação, tomou parte de atividades como o Núcleo de Dramaturgia da Cia Alvo que desenvolveu o roteiro da próxima peça. Participa do Teatro espanhol que prepara os atores para desenvolver um espetáculo em espanhol. ASSESSORIA CONTÁBIL – CLAUDIA VIRI DE OLIVEIRA Contadora com 18 anos de experiência em gestão financeira e prestação de contas de projetos culturais e sociais. Mais de 50 projetos culturais foram realizados sob sua responsabilidade sendo 3 no ProAC ICMS e 38 projetos de Lei Rouanet, incluindo planos anuais. Atualmente presta serviços autônomos em gestão financeira e prestação de contas de projetos culturais.

Providência

Prestação de Contas final apresentada, aguardando análise.