Metis
metis
Inteligência cultural
Início
  • Meus projetos
  • Nova análiseAI
  • Prestação contas
  • Alertas
  • Favoritos
  • Chat IAAI
  • Insights IAAI
  • Newsletter
  • Relatórios
  • Oportunidades🔥
  • Projetos
  • Propostas
  • Proponentes
  • Incentivadores
  • Fornecedores
  • Segmentos
  • Locais
  • Mapa Brasil
  • Estatísticas
  • Comparativos
  • Visão geral
  • Comparar
  • PNAB (Aldir Blanc)
  • Lei Paulo Gustavo
  • Cultura Afro
  • Bolsas
  • Minha conta
  • Filtros salvos
  • Configurações
Voltar📄 Gerar Relatório Completo
PRONAC 211411Projeto encerrado por excesso de prazo sem captaçãoMecenato

Produção do curta-metragem ficcional Água Doce (nome provisório)

Gustavo Maximiliano Silva Oliveira
Solicitado
R$ 199,2 mil
Aprovado
R$ 199,2 mil
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

Nenhum incentivador/fornecedor cadastrado localmente. Click "Carregar via SALIC" para buscar da API ao vivo.

Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Prod. AV curta/média mtragem/Tv Edu Cult
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Projetos normais
Ano
21

Localização e período

UF principal
SP
Município
São Paulo
Início
2021-06-16
Término
2021-12-31
Locais de realização (4)
Bocaina São PauloDourado São PauloJaú São PauloSão Paulo São Paulo

Resumo

O produto principal do projeto é a produção audiovisual do curta-metragem ficcional de duração de 15 minutos, do gênero drama, provisoriamente intitulado "Água Doce" com classificação indicativa para 14 anos. Além disso, iremos realizar como produto de contrapartida 3 (três) oficinas de realização cinematográfica, com carga horária de 8h/aula cada, totalizando 24h, para o público interessado dos municípios onde serão realizadas as filmagens, no interior do Estado de São Paulo. O curta-metragem será filmado e finalizado em HD, em formato 16:9, em cores, com som 5.1 e Stereo 2.0. Será falado em português (Brasil), com legendas em inglês e closed caption em português, para garantir acessibilidade.

Sinopse

A produção audiovisual curta-metragem Água Doce é uma fábula contemporânea sobre memórias afetivas. Na trama, do gênero suspense, com classificação indicativa para 14 anos, dois primos se reencontram depois de muito tempo para resolver questões relacionadas a uma herança conjunta: o sítio de seus finados avós no interior do estado que está prestes a ser vendido para uma usina de cana-de-açúcar. JOÃO tem 28 anos. Nascido e criado na cidade grande, tem personalidade melancólica e passa por um momento nebuloso em relação ao seu futuro. Enquanto PEDRO, 30 anos, trabalha em um escritório de engenharia na pequena cidade de interior, de onde nunca saiu, e acaba de ter sua primeira filha. Ambos passam por dificuldades financeiras, fazendo com que o dinheiro da venda do sítio seja aguardado com expectativas por ambos. João vai ao encontro de Pedro no interior, para que assinem o contrato de venda. Ao se encontrarem, os dois passam o dia juntos no sítio em meio à paisagem exuberante. João, com uma curiosidade tardia sobre a venda do imóvel, descobre que todo o terreno se transformará em uma plantação de cana de açúcar que estará a serviço da usina de refinaria da região. João se preocupa com o destino da nascente que existe no terreno. Pedro parece já conformado com a situação e vislumbra com uma certa felicidade a conclusão do negócio. A ausência de afinidades faz com que o único elo de ligação entre os dois seja a infância vivida em conjunto durante as férias no sítio. Como reencontro, lembranças da relação e memórias associadas ao sítio vem à tona: as brincadeiras pelo terreno, a proximidade afetiva com os avós e o medo que tinham das histórias que lhes contavam. Entre as lembranças, a história do espírito caboclo protetor das águas doces personificado em uma linda mulher tinha um lugar especial. O mistério que envolvia a história da Mãe d’Água parecia nunca ter saído daquele lugar e da memória deles. Quando cai a noite, João diz a Pedro que pretende dormir no sítio. Pedro avisa o primo que só poderá aparecer para buscá- lo em dois dias. Pedro vai embora e João fica sozinho no sítio. No período em que fica só, João se coloca em estado de completo bucolismo, atravessado por admiração e fascínio pela natureza. O mistério vindo desse encantamento abre um canal subjetivo muito forte em João e as fronteiras entre realidade e imaginação ficam borradas. João começa a ser assombrado por seus medos de infância, que surgem na figura da Mãe d’Água. Após entrar em contato com essa entidade, em uma cena no rio, João acaba se fundindo a ela. Nesse contexto, Pedro retorna ao sítio para buscar o primo. Ao encontrar João na beira do rio, Pedro é convencido a dar um último mergulho, antes que saiam para fechar a venda definitiva do terreno. Durante o mergulho, os dois acabam entrando em conflito.Na água, João traz à tona a iniciação amorosa e sexual que tiveram juntos na infância, reprimida ao longo dos anos. Eles brigam e Pedro, induzido por João, se afoga no rio. A imagem de Pedro se afogando está ligada diretamente ao mito da Mãe d’Água. João fecha a porteira do sítio dando um fim drástico às negociações e garantindo a proteção deste universo mítico e onírico.

Objetivos

Produzir o projeto audiovisual A´gua Doce, um curta-metragem ficcional, de cara´ter arti´stico-cultural, com duraça~o prevista de 15’, que transita entre os gêneros drama e suspense, para difusa~o inicial em festivais nacionais e internacionais de cinema, e depois em TV e plataformas digitais. Apresentar ao público uma história envolvente que fala da memória cultural do povo brasileiro, repleta de seres oriundos de contos populares comuns às famílias tradicionais brasileiras. Realizar todas as etapas de produção da obra audiovisual Água Doce e com isso: Expor um universo onírico, onde as subjetividades do telespectador é fator determinante para o entendimento da história; Gerar oportunidade para 23 profissionais da área audiovisual; Estimular o intercâmbio artístico entre profissionais da Grande São Paulo e dos locais de filmagem; Oferecer curso livre de formação em cinema com certificado de participação para 30 jovens com três oficinas de 8 horas cada; Contribuir para a representação da região do Oeste Paulista no imaginário do cinema contemporâneo brasileiro; Realizar quatro sessões de cinema gratuítas para até 100 pessoas cada nas cidades de produção: Jaú, Bocaina, Dourado e São Paulo.

Justificativa

O projeto é de interesse do povo brasileiro e carece do apoio da Lei de Incentivo à Cultura, pois fomenta o mercado audiovisual e contribui com o fortalecimento da imagem do Brasil como grande produtor de obras do gênero. Além disso, A´gua Doce sera´ filmado no interior do estado de Sa~o Paulo, na regia~o do Oeste paulista - as filmagens acontecera~o principalmente numa fazenda localizada no munici´pio de Bocaina, mas tambe´m havera´ cena´rios na zona rural dos munici´pios de Jau´ e Dourado -, desta forma, a obra destaca as belezas naturais da região, servindo assim como um registro histórico da natureza local. Em Água Doce, Antonio Miano, roteirista e diretor, nos faz refletir sobre a natureza e o avanço das intervenções do homem no meio ambiente, muitas vezes aceitas pelo bem econômico dos indivíduos envolvidos. Uma obra poética e relevante, que nos remete ao realismo fantástico latino-americano. Segundo Antonio Miano: "Água Doce faz um mergulho no interior do país, através de seus personagens a trama expõe várias camadas de Brasil, do agronegócio à mais antiga das crendices populares." Complementam o projeto uma oficina de produção audiovisual e uma exibição da obra à céu aberto em cada uma das três cidades que receberão a produção. Através das entregas, este conteúdo impacta positivamente na vida das pessoas, contribui na formação construtiva da população e beneficia as comunidades locais. O projeto se enquadra nos incisos do Artigo 1º da Lei 8313/91: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; II - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais; VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória; IX - priorizar o produto cultural originário do País. O projeto tem como finalidade, em conformidade com o Artigo 3º da Lei 8313/91: II - fomento à produção cultural e artística, mediante: a) produção de discos, vídeos, obras cinematográficas de curta e média metragem e filmes documentais, preservação do acervo cinematográfico bem assim de outras obras de reprodução videofonográfica de caráter cultural; (Redação dada pela Medida Provisória nº 2.228-1, de 2001).

Especificação técnica

O curta-metragem Água Doce é uma obra de ficção com duração de 15 minutos. Será filmado e finalizado em HD, em formato 16:9, em cores, com som 5.1 e Stereo 2.0. Será falado em português (Brasil), com legendas em inglês e closed caption em português, para garantir acessibilidade.

Acessibilidade

A obra audiovisual terá legenda descritiva, audiodescrição e libras. Para as exibições públicas nas cidades de Bocaina, Dourado e Jaú os locais de exibição terão rampa de acesso livre de obstáculos, banheiros acessíveis e contarão com equipe preparada para auxiliar o público. Sendo assim, as exibições serão inteiramente adequadas a pessoas com deficiência por curto período de tempo ou com deficiência de longo prazo, mobilidade reduzida, idosos, gestantes e obesos.

Democratização do acesso

Como apresentado nesta proposta, o curta-metragem Água Doce será filmado em três cidades do interior do Estado de São Paulo. Bocaina, Dourado e Jaú receberão a equipe da produção e também um pequeno evento de lançamento do curta com exibição gratuita em espaço público para no mínimo 50 pessoas em até 4 semanas após sua estreia. Este evento será realizado respeitando as orientações do governo e dos órgãos técnicos sobre a pandemia de COVID-19, dando preferência para realização de todas as atividades ao ar livre e respeitando as determinações relacionadas ao distanciamento social; explicando e informando os convidados das metodologias e medidas de prevenção a serem adotadas durante qualquer encontro presencial, promovendo conscientização das medidas recomendadas pela OMS. Para garantir a saúde dos convidados do evento, a equipe realizará medição de temperatura dos participantes; distribuirá EPIs descartáveis aos participantes que vierem a precisar; fornecerá e manterá abastecidos recipientes de higienização das mãos; adotará todos os procedimentos de prevenção das Autoridades da Saúde mantendo o ambiente sempre higienizado e desinfetado; e sustentará as recomendações em argumentos técnicos. A fim de respeitar a IN 02/2019, artigo 21 inciso III - disponibilizar, na Internet, registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino e de outros eventos de caráter presencial, sem prejuízo do disposto no § 2º do art. 22; ao final da estratégia de difusão, disponibilizaremos o curta na íntegra em plataformas digitais gratuitas, como Porta Curtas, VideoCamp e SPCine Play. Para o inciso V - realizar, gratuitamente, atividades paralelas aos projetos, tais como ensaios abertos, estágios, cursos, treinamentos, palestras, exposições, mostras e oficinas, além da previsão do art. 22 - desta mesma IN, faremos as 3 (três) oficinas de realização cinematográfica, com carga horária de 8h/aula cada, totalizando 24h, para o público interessado dos municípios onde serão realizadas as filmagens, no interior do Estado de São Paulo. Através das mídias sociais do projeto também garantimos acesso do conteúdo ao público alvo da proposta: jovens e adultos, de ambos os sexos, dos 14 aos 40 anos. Interessados em audiovisual, como cinéfilos, público de festivais internacionais e nacionais de cinema e espectadores de séries com foco em temas de suspense e drama. Pessoas que acompanham particularmente o audiovisual brasileiro. É um público diverso, de várias regiões do Brasil, que inclui as pessoas LGBT’s e admiradores que seguem a carreira dos atores deste filme.

Ficha técnica

Gustavo Maximiliano Silva Oliveira - Produtor executivo e proponente, responsável por todas as decisões operacionais, administrativas e financeiras do projeto Nasceu em Goiânia, em 1984. Em 2004, mudou-se para São Paulo, para cursar Audiovisual na Escola de Comunicações e Artes da Universidade de São Paulo (ECA-USP), onde graduou-se em 2010, com ênfase em produção e fotografia. Em 2011, realizou cursos livres em direção e roteiro para cinema e TV na Universidade da Califórnia, Los Angeles (UCLA), nos EUA. Produziu os curtas-metragens ficcionais ‘Eletrotorpe’ (Yuri Amaral e Nalu Béco, 2008), ’A Visita’ (Thais Fujinaga, 2009), ‘Pety Pode Tudo’ (Anahí Borges, 2012), ’Os Irmãos Mai’ (Thais Fujinaga, 2013), ‘Paraisópolis’ (Laure de Clermont-Tonnerre, 2016), e ’Tônica da Cidade’ (Viviane Rodrigues, 2019). Foi diretor de produção na primeira temporada da série ficcional de comédia Vida de Estagiário (2010) e no longa-metragem ficcional Odeio o Dia dos Namorados (2012). Em 2018, foi coordenador de produção executiva da série Coisa Mais Linda (2018), da Prodigo Films, veiculada na Netflix. Em 2021, fez coordenação de produção executiva na série “De volta aos 15”, da Neoplastique entretenimento, para a Netflix. Em 2017, participou do 4o Icumam Lab - Laboratório de Roteiros do Centro-Oeste, com seu roteiro de longa-metragem ficcional do gênero comédia, “Assentadas” (em desenvolvimento). Como produtor executivo, assina o documentário em longa-metragem “O Ponto Firme”, de Laura Artigas, contemplado no Edital de Fomento ao Cinema Paulista 2017; e o longa-metragem ficcional “Agreste”, dirigido por Sergio Roizenblit (em pós-produção). É produtor associado da série ficcional Zona SSP (em pós-produção), da Astronauta Filmes, projeto vencedor do pitch de projetos multiplataforma do Mediamorfosis 2017. Antonio Miano - Roteirista e Diretor Antonio Miano é ator, diretor e roteirista. Cursou audiovisual na Universidade Senac e é um dos fundadores da Casa 22, universidade livre e núcleo de pesquisa e realizações cinematográficas. Dirigiu o curta-metragem “Ventura” (seleção oficial do Festival de Cinema de Montpellier - 2012), o videoclipe “Na pele”, de Caio Falcão, e o documentário “O que te move - o que vemos quando olhamos dança”. No teatro, dirigiu as peças “Gota d’água” (Festival de Teatro de Edim- burgo, FRINGE -2015), “Dr. Lao” e “Resistência” (criada a partir de residência artística na cidade do Porto/Portugal em coprodução com o Museu da Imagem e do Som de São Paulo). Como ator, trabalhou com diretores nacionais e internacionais como Fernando Meirelles, Adolf Shapiro, Jorge Bodanzky, Georgette Fadel, Carolina Bianchi, Marcelo Caetano, Carlos Nader, Lisa Nelson, Tino Sehgal, Beth Bastos, Diogo Granato, Diego Moschkovich e Marcelo Grabowsky. André Srur - assistente de direção André Srur é diretor, roteirista e assistente de direção. Nasceu em Belém-PA e foi criado em Goiânia-GO. Reside em São Paulo desde 2006. Formado em Comunicação Social é Assistente de Direção desde 2015 já tendo desempenhado 6 longas, 4 séries de TV, 2 Reality Shows, 7 curtas e inúmeras publicidades. Rafael Veríssimo - diretor de som Formado em Jornalismo na USP, estudou Cinema Documentário na Univ. Lumière Lyon 2, (França). Entrou no mercado audiovisual em 2010 exercendo a função de técnico de som direto. Colaborou em diversos documentários de sobre música, como os premiados “O Piano que Conversa” e “Música Pelos Poros” (de Marcelo Machado) e “Work in Progress: OSESP” (de Diego de Godoy), além de outros trabalhos como "Pelé" e "Democracia em Vertigem", ambos disponíveis no Netflix. Como diretor, acaba de lançar seu primeiro documentário de longa-metragem, “Garoto - Vivo Sonhando”, selecionado para os festivais In-Edit Brasil e É Tudo Verdade 2020 e com lançamento no Canal Curta!. . Antes do audiovisual, passou pelas redações do UOL, EuroNews, Ed. Globo, Getty Images e Agência USP, além de produzir projetos de música no Brasil e Europa. Caio Nigro - diretor de fotografia Caio Nigro trabalha na área de audiovisual desde 2009. Começou como assistente de edição e em 2011, passou a trabalhar na área de fotografia como assistente e operador de câmera em algumas pequenas produtoras. Logo começou a exercer a função de diretor de fotografia e nos anos que se passaram alternou a assistência de câmera com a direção de fotografia, fotografando filmes publicitários, documentários, web séries, video-clipes, filmes institucionais, longas e curtas metragem. Também trabalhou em parceria com artistas na parte visual de espetáculos de dança e teatro. Possui também um trabalho autoral voltado para a fotografia de rua e documental. Paloma Mecozzi - Diretora de arte Há dez anos faz assistência de arte em longas-metragens. É artista visual e participa de residências artísticas desde 2012 (Pivô, Residência Fazenda São João, ASTRA, dentre outras). Lançou seu livro “Vermelho” em 2015, vencedor do prêmio Lote 42 como melhor livro de artista. É formada em Arquitetura e Urbanismo na Escola da Cidade. Seu primeiro trabalho no cinema foi em 2010, quando fez estágio para a Vera Hamburger (com quem já tinha trabalhado antes, ao catalogar o acervo de Flávio Império) no longa “Hoje”, de Tata Amaral. Desde 2012, faz diversas assistências para a diretora de arte Maíra Mesquita (“Boi Neon”, “Corpo Elétrico”, “Luna”, “Avaxi”, “Terra Negra dos Kawa”, dentre outros). Assinou a cenografia do longa “Lili e as libélulas” (2019), de René Guerra, com arte de Maíra Mesquita. Já trabalhou com diversos DAs: Fernanda Carlucci, Carol Ozzi, Taísa Malouf, Chiquinho Andrade, Marcos Cavalheiro, Thales Junqueira, dentre outrxs. Como diretora de arte, assinou peças de teatro, videoclipes e curtas, dentre eles, “Menarca”, filme dirigido por Lillah Halla, que entrou em diversos festivais e foi um dos dez curtas selecionados na Semana da Crítica de Cannes 2020. Jesuíta Barbosa - ator Natural do sertão central pernambucano, Jesuíta iniciou seu estudo artístico no Teatro José de Alencar, onde formou-se no CPBT em 2008. No ano seguinte ingressou na formação superior de Licenciatura em Teatro no IFCE-CE. Compõe o elenco de vários projetos em audiovisual no cinema como "Tatuagem" de Hilton Lacerda/2013 e "Praia do Futuro" de Karim Ainouz/2014. Na televisão brasileira integra a equipe de algumas séries como "Amores Roubados"/2015 e "Justiça"/2016, ambas dirigidas por José Luiz Villamarim. Protagonizou em 2019 a peça "Lazarus" dirigida por Felipe Hirsch. Tulio Starling - ator Bacharel em Interpretação Teatral pela UnBesde, desde 2005 trabalhou em diversos espetáculos teatrais que circularam na cena cultural da cidade de Brasília. Com o espetáculo Desbunde, de Juliana Drummond e Abaetê Queiroz, ganhou em 2015 o Prêmio SESC do Teatro Candango de Melhor Ator. Trabalha com audiovisual desde 2006. No total, compôs o elenco de 7 longas, 6 curtas e 3 séries. Destacam-se os longas A Porta Ao Lado, de Júlia Rezende; O Pastor e o Guerrilheiro, de José Eduardo Belmonte; Anna, de Heitor Dhalia; Faroeste Caboclo, de René Sampaio, Campus Santo, de Márcio Curi; as séries Hit Parede, de Marcelo Caetano; Feras, de Teo Poppovic e Felipe Sant'angelo; além do curta A Noite por Testemunha, de Bruno Torres. Com este último ganhou em 2009 o prêmio de Melhor Ator em Curta-metragem em 35 mm no Festival de Brasília do Cinema Brasileiro. Em 2017, mudou-se para São Paulo para trabalhar no Teat(r)o Oficina Uzyna Uzona. Sob a égide de trabalho de companhia teatral e da direção de Zé Celso Martinez Corrêa e Catherine Hirsch, atuou em Bacantes e Macumba Antropófaga (2017), O Rei da Vela (2017-2018) e Roda Viva (2019). Em 2020, ainda atuou no musical Lazarus, dirigido por Felipe Hirsch. Iza Moreira - atriz Iza Moreira, 20 anos, natural de Belém - PA, mudou-se para São Paulo com 17 anos para trabalhar como modelo profissionalmente e estreou como atriz em julho de 2020 na série Boca a Boca, Netflix.

Providência

PROJETO ARQUIVADO.