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PRONAC 211420Projeto encerrado por excesso de prazo sem captaçãoMecenato

COLEÇÃO BRASILEIRA - De Alberto e Priscila Freire

INSTITUTO CHACARA SANTA EULALIA - ICSEU
Solicitado
R$ 541,2 mil
Aprovado
R$ 541,2 mil
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Exposição de Artes Visuais
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Projetos normais
Ano
21

Localização e período

UF principal
MG
Município
Belo Horizonte
Início
2021-06-01
Término
2022-06-30
Locais de realização (1)
Belo Horizonte Minas Gerais

Resumo

Realização da EXPOSIÇÃOCOLEÇÃO BRASILEIRA _ de Alberto e Priscila Freire, selecionada em recente edital para ser realizada no Centro Cultural Banco do Brasil, em Belo Horizonte, apresentando recorte da relevante coleção de Arte de Alberto e Priscila Freire. Essa importante coleção de arte brasileira foi formada pelo casal ao longo de 60 anos e doada à UEMG _ Universidade do Estado de Minas Gerais. A exposição apresentará três grandes núcleos da Coleção: Arte Brasileira, Arte de Minas Gerais e Arte Popular. A proposta é que a exposição aconteça com entrada gratuita, prevendo também conteúdo virtual e atividades de mediação e arte educação, partes integrantes de um robusto trabalho EDUCATIVO-CULTURAL e de FORMAÇÃO DE PLATEIA.A exposição é proposta pelo ICSEU _ Instituto Chácara Santa Eulália, Instituto sem fins lucrativos que tem como missão difundir a arte brasileira e apoiar a gestão deste importante acervo.

Sinopse

O projeto prevê a realização da exposição COLEÇÃO BRASILEIRA – de Alberto e Priscila Freire que apresentará recorte da relevante coleção de Arte de Alberto e Priscila Freire, organizada em três grandes núcleos da Coleção: Arte Brasileira, Arte de Minas Gerais e Arte Popular. No Núcleo da Arte Brasileira destacamos a coleção GUIGNARDIANA com 20 obras desse artista, além de Tarsila do Amaral, Pancetti e Pedro Correia de Araujo. No Núcleo de Arte Mineira destacamos artistas como Nello Nuno, Mario Zavagli, José Alberto Nemer, Amilcar de Castro, Paulo Laender, Fernando Velloso, Farnese de Andrade, Maria Helena Andrés, Marina Nazareth e Lorenzato. No Núcleo Arte Popular, a Arte do Vale do Jequitinhonha terá destaque, além de GTO - Geraldo Telles de Oliveira. A curadoria da exposição é da Priscila Freire que, além da grande experiência em curadoria, pesquisas e gestão de museus, é a maior conhecedora desse acervo, das obras mais relevantes e das relações e diálogos possíveis entre obras, artistas e períodos, possibilitando ao público uma experiência única. A proposta é que a exposição ocupe cerca de 145m² das Galerias 1, 2 e 3 do primeiro pavimento do CCBB BH. A exposição contará com expografia funcional e acessível, além de conteúdo virtual e interativo em seus espaços expositivos e também em plataformas virtuais. Os conteúdos virtuais em formato de texto/imagem, audiovisual e podcast oferecerão novos elementos e reflexões sobre as obras e artistas, como forma de ampliar a mediação cultural. Permitirão ainda entrar em contato íntimo com o pensamento da curadora, ao compartilhar seu olhar e sua abordagem sobre a coleção. Além das visitas mediadas para grupos de escolas e outros, serão realizados dois debates com a curadora, com o museógrafo, com o diretor de audiovisual e com os responsáveis pelo programa de arte educação. Será oferecida ainda uma palestra da curadora sobre Arte Brasileira. Em um primeiro momento os debates e a palestra serão oferecidos às pessoas interessadas nos temas com inscrição antecipada e com entrega de Certificado de Participação. Em seguida, esses encontros serão disponibilizados em canal virtual (no YOUTUBE). Pela primeira vez a coleção é apresentada com esse recorte e diálogo entre os núcleos, demonstrando a vitalidade e a diversidade estética e temática da Produção artística nacional. Uma oportunidade única de ver um acervo dessa importância reunido, impactando e fascinando todas as gerações.

Objetivos

Objetivo GeralO Objetivo Geral do projeto é a realização da exposição COLEÇÃO BRASILEIRA _ de Alberto e Priscila Freire que apresentará recorte da relevante coleção de Arte de Alberto e Priscila Freire, ocupando cerca de 145m² das Galerias 1, 2 e 3 do primeiro pavimento do CCBB BH, conforme processo de seleção já realizado e aprovado pelo Centro Cultural Banco do Brasil em Belo Horizonte. O recorte apresentará três grandes núcleos dessa Coleção: Arte Brasileira, Arte de Minas Gerais e Arte Popular. No Núcleo da Arte Brasileira destacamos a coleção GUIGNARDIANA com 20 obras entre desenhos, telas em óleos e uma aquarela de Alberto da Veiga Guignard. Ao lado das obras do Guignard houve o interesse em complementar a coleção com outros artistas modernos e assim foram acrescentados um desenho de Tarsila do Amaral feito em Minas, no ano de l924, uma Marinha de Pancetti e duas obras de Pedro Correia de Araújo. No Núcleo de Arte Mineira destacamos obras de Nello Nuno, Mario Zavagli, José Alberto Nemer, Amilcar de Castro, Paulo Laender, Fernando Velloso, Farnese de Andrade, Maria Helena Andrés, Marina Nazareth, Lorenzato, Marcos Coelho Benjamim, entre outros. No Núcleo Arte Popular, a produção da Arte do Vale do Jequitinhonha com obras de uma coleção de 2OO peças de cerâmicas de artesãos dos anos 70, a fina flor da arte do Vale. Destacamos as obras de Noemiza e D. Izabel e ainda importantes obras de GTO Geraldo Telles de Oliveira. A curadoria da exposição é de Priscila Freire que, além da grande experiência em curadoria, pesquisas e gestão de museus, é a maior conhecedora desse acervo, das obras mais relevantes e das relações e diálogos possíveis entre obras, artistas e períodos. A Expografia, da experiente Objeto Design, vai dialogar com cada um dos Núcleos, mas com sentimento de unidade. Haverá grande esforço para funcionalidade e ampliação da acessibilidade, com expografia que dialoga com tecnologia e o espaço. Pontos de contemplação estarão nas salas. A exposição contará também com conteúdo interativo em seus espaços expositivos e também em plataformas virtuais, além de atividades de mediação cultural, fortalecendo um robusto programa EDUCATIVO-CULTURAL e um processo intenso de FORMAÇÃO DE PLATEIA. Pela primeira vez a coleção é apresentada ao público com esse recorte e diálogo entre os núcleos, demonstrando a vitalidade e a diversidade da produção artística nacional. Uma oportunidade única de ver um acervo dessa importância reunido, impactando e fascinando todas as gerações. Portanto, com a realização da exposição COLEÇÃO BRASILEIRA _ de Alberto e Priscila Freire, objetivamos: · Compartilhar com o público um rico acervo de arte brasileira, em recorte inédito, já que integra uma coleção privada; · Promover a difusão da arte brasileira, com ênfase em sua potencialidade e diversidade estética e temática; · Ampliar o alcance da difusão das obras e artistas da exposição, por meio de produção de conteúdo virtual disponível presencialmente e também em plataformas virtuais; · Realizar exposição inédita com acervo de grande importância da arte brasileira, mostrando a diversidade e a riqueza local; · Realizar atividades de arte educação e formação de plateia junto a jovens e grupos, com a difusão da arte brasileira; estimulo à reflexão e diversidade de olhares e perspectivas; · Criação de vasto conteúdo virtual sobre o acervo e a exposição, com disponibilização gratuita e em plataformas, com enorme alcance e acessibilidade; · Estimular o interesse de diversas gerações pela produção de artes visuais brasileira, a partir de mediação cultural e instrumentos virtuais interativos; · Difundir e celebrar a obra de grandes artistas mineiros e brasileiros; · Reconhecer, valorizar e difundir a arte popular de Minas Gerais; · Mobilizar público diverso nos aspectos de gerações, camadas socioeconômicas, procedências etc; · Propiciar a alunos da rede de ensino pública e privada acesso raro a esse acervo, com atividades formativas e de reflexão; · Promover o debate e a reflexão sobre aspectos da Produção de Artes Visuais Brasileira, como estéticas, linguagens, colecionismo, curadoria, catalogação etc; · Estimular a exibição de outras coleções de arte particulares. Objetivos EspecíficosPara realização do objetivo acima descrito, listamos os seguintes objetivos específicos para o presente projeto: · Realizar a exposição COLEÇÃO BRASILEIRA _ de Alberto e Priscila Freire, franqueada gratuitamente ao público. · Um Programa de Mediação e de Arte Educação com atendimento presencial na exposição e também com o conteúdo virtual; · Um vídeo com a visita guiada, onde o público poderá conhecer o acervo exposto; · Dois debates com a curadora, com o museógrafo e com os responsáveis pelo programa de arte educação; · Uma palestra da curadora sobre Arte Brasileira; . Catálogo da Exposição, com 1.000 exemplares para distribuição gratuita.

Justificativa

As coleções de arte normalmente são formadas por admiração e afinidade com os artistas ou até mesmo por obras que instiguem ou desafiem seus colecionadores. Priscila Freire iniciou sua coleção de arte após ser aluna de Guignard na Escola Guignard do Parque Municipal de Belo Horizonte. Ao adquirir algumas obras do artista na década de 60, concretizou-se o interesse de formação de uma coleção. A partir do olhar original, especializado e sensível de Priscila Freire, iniciaram-se participações em leilões e inúmeras visitas a galerias, até se chegar ao consistente conjunto atual. Importantes coleções particulares foram constituídas em Minas Gerais e no Brasil nas últimas décadas, mas, por diversas vezes, esses acervos não chegam ao conhecimento do grande público. Acreditando que o destino de grandes coleções de arte é estar disponível e acessível ao público, o ICSEU _ Instituto Chácara Santa Eulália e Priscila Freire têm desenvolvido programas, ações e soluções para a difusão da importante coleção de arte de Alberto e Priscila Freire. É a transformação do patrimônio individual em patrimônio de toda a sociedade, a crença de que a coleção é um bem cultural do país e que deve ser vista e acessada por um público cada vez maior. Com esse objetivo o ICSEU propõe a realização da exposição inédita no CCBB BH de recorte desse importante acervo de arte brasileira. Acreditamos que as apresentações públicas de coleções de arte, com acesso gratuito e acessibilidade, cumprem importante função de educar o olhar do público e fortalece o impacto social e cultural, assim como uma cadeia produtiva importante das artes visuais. Por sua relevância, a exibição desse acervo no CCBB-BH, integrante do Circuito Cultural Liberdade, pode alcançar forte impacto junto ao público de Belo Horizonte, mas também visitantes do interior de Minas Gerais, outras regiões do Brasil e exterior que buscam esse Circuito Cultural e que poderão conhecer obras de artistas ícones da produção artística de Minas e do Brasil. Poderão conhecer ainda uma produção da arte popular de Minas Gerais que deve ser reconhecida, valorizada e celebrada. Ao oferecermos uma abordagem inédita dessa importante coleção de arte, estimulamos outros colecionadores a compartilhar seus acervos, mas principalmente, pesquisas nas artes visuais e novos olhares do público, além de darmos acesso a um importante acervo de artes. Soma-se à proposta de visitação presencial um amplo conteúdo virtual que será importante instrumento de mediação cultural, ampliando em muito o alcance de público e permitindo acesso a novas "camadas" de informação, conteúdo artístico e reflexões. Com esse conteúdo, além do público presente às exposições, novos públicos poderão ser alcançados, de todas as regiões do país, além de segmentos específicos como professores de arte e escolas públicas. Desta forma, a Lei Federal de Incentivo à Cultura propiciará a possibilidade de acesso a um importante acervo e conteúdo sobre a arte brasileira, a milhares de cidadãos, uma vez que o presente projeto tem aderência total a esse instrumento de fomento, atendendo praticamente todos os incisos do seu Artigo 1º, conforme descrito abaixo: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; II - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais; III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; IV - proteger as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsáveis pelo pluralismo da cultura nacional; V - salvaguardar a sobrevivência e o florescimento dos modos de criar, fazer e viver da sociedade brasileira; VI - preservar os bens materiais e imateriais do patrimônio cultural e histórico brasileiro; VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória; IX - priorizar o produto cultural originário do País. A presente proposta atende também ao Artigo 3º da mesma Lei, conforme os itens descritos a seguir: II - fomento à produção cultural e artística, mediante: c) realização de exposições, festivais de arte, espetáculos de artes cênicas, de música e de folclore. III - preservação e difusão do patrimônio artístico, cultural e histórico, mediante: a) construção, formação, organização, manutenção, ampliação e equipamento de museus, bibliotecas, arquivos e outras organizações culturais, bem como de suas coleções e acervos d) proteção do folclore, do artesanato e das tradições populares nacionais IV - estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante: a) distribuição gratuita e pública de ingressos para espetáculos culturais e artísticos.

Estratégia de execução

Importante destacar que a exposição foi selecionada em edital pelo Centro Cultural Banco do Brasil, para integrar a sua programação na unidade de belo horizonte. O edital foi amplamente disputado e a exposição foi selecionada pela relevância do acervo e importância da curadoria.

Especificação técnica

A exposição terá lugar no Centro Cultural Banco do Brasil, unidade de Belo Horizonte, no segundo semestre de 2021, com duração estimada de três meses. Produtos audiovisuais alimentarão as redes sociais próprias da exposição, permitindo a aproximação de um público impossibilitado de estar presencialmente nos espaços espositivos.

Acessibilidade

As instalações do CCBB BH possuem 8.000 m2 abertos ao público, entre áreas expositivas e de convivência, sala educativa, teatro e espaço multiuso, para oferecer as mais diversas atividades e manifestações culturais. Todas as instalações do CCBB-BH estão providas de recursos de acessibilidade, destacando-se: · Rampa de entrada ao prédio pela Rua Cláudio Manoel; · Elevadores especiais com acesso a todos os andares; · Banheiros adaptados. Na exposição e atividades formativas, estarão disponíveis: EXPOSIÇÃO ACESSIBILIDADE FÍSICA:· Acesso a todas as salas a partir dos equipamentos e recursos disponibilizados pelas instalações do Centro Cultural Banco do Brasil – Belo Horizonte. ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES VISUAIS: · Visitas mediadas especificas para deficientes visuais; · Gravação em áudio dos debates e palestra a serem realizados, disponibilizados nas redes sociais. As despesas para realização desse item estão contempladas nos itens 33, 35, 37 e 40, entre outros, na planilha orçamentária. ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES AUDITIVOS: · Visitas mediadas especificas para deficientes auditivos; · Tradução em LIBRAS do vídeo de visita guiada e no registro videográfico dos debates e palestra a serem realizados (disponibilizado pela internet); As despesas para realização desse item estão contempladas nos itens 33, 34, 35, 37 e 40, entre outros, na planilha orçamentária. CONTRAPARTIDA SOCIAL ACESSIBILIDADE FÍSICA:· Acesso a todas as salas a partir dos equipamentos e recursos disponibilizados pelas instalações do Centro Cultural Banco do Brasil – Belo Horizonte. ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES VISUAIS: · Visitas mediadas especificas para deficientes visuais; · Gravação em áudio dos debates e palestra a serem realizados, com a respectiva áudio-descrição, disponibilizados nas redes sociais. As despesas para realização desse item estão contempladas nos itens 32, 33, 35, 36, 37 e 40, entre outros, na planilha orçamentária. ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES AUDITIVOS: · Visitas mediadas especificas para deficientes auditivos; · Tradução em LIBRAS do vídeo de visita guiada; · Tradução em LIBRAS dos debates e palestras a serem realizados, presencialmente e na versão disponibilizada na internet. As despesas para realização desse item estão contempladas nos itens 32, 33, 34, 35, 36, 37 e 40, entre outros, na planilha orçamentária. Além da acessibilidade nos espaços, a exposição contará com conteúdo virtual, onde daremos ênfase na acessibilidade universal como a inserção de legendas e ou libras nos vídeos. Além disso, visitas mediadas para grupos com necessidades especiais também poderão ser agendadas. (Despesas contempladas nos itens 32, 34, 36, 37 e 40, entre outros, na planilha orçamentária).

Democratização do acesso

Nosso projeto é 100% gratuito. Realizaremos um Programa de Mediação e de Arte Educação com atendimento presencial na exposição e também com o conteúdo virtual. O projeto de mediação prevê um diálogo entre ações presenciais (visitas mediadas, oficinas, debates) e ações virtuais – gestão de conteúdo (conteúdo virtual das obras, dos artistas, da exposição e da coleção, podcast, conteúdo audiovisual, gestão de redes sociais, entre outros). Além das visitas mediadas para grupos de escolas e outros, serão realizados dois debates com a curadora, com o museógrafo, com o diretor de audiovisual e com os responsáveis pelo programa de arte educação. Será oferecida ainda uma palestra da curadora sobre Arte Brasileira. Em um primeiro momento os debates e a palestra serão oferecidos às pessoas interessadas nos temas com inscrição antecipada e com entrega de Certificado de Participação. Em seguida, esses encontros serão disponibilizados em canal virtual (no YOUTUBE). Além da exposição das obras, será produzido conteúdo virtual para ampliação do potencial de mediação cultural. Junto a cada obra haverá um QR Code que levará o visitante para o ambiente virtual da exposição, com mais informações sobre a obra e o artista. Haverá uma sala com conteúdo virtual e interativo sobre as obras, a exposição e a coleção. Depoimentos e visita guiada virtual com a curadora. Uma visita guiada em formato de podcast também será produzida, funcionando também como áudio guia da exposição. Todo esse conteúdo estará disponível também em plataformas virtuais, dando enorme alcance para os conteúdos de informação e reflexão. VT visita guiada, com cerca de 10 minutos de duração, o vídeo reproduzirá uma visita à Exposição, guiada pela Curadora. Através desse vídeo, o público fará uma visita à exposição, conhecendo detalhes de cada obra exposta e outros aspectos relevantes. Ele será disponibilizado para os visitantes virtuais, nas redes sociais da Exposição. Por meio de uma ação articulada de comunicação e difusão desses conteúdos digitais, o acervo terá potencial de alcance muito maior, também com maior diversidade de público, possibilidade de uso didático em escolas, entre outros. Com todas as ações pelo meio digital espera-se ter um alcance de 10 mil pessoas e 50 mil visualizações. Complementamos as ações de democratização publicando 1.000 exemplares do Catálogo da Exposição, com distribuição gratuita para a comunidade artística, museus, escolas públicas e bibliotecas especializadas. Com as ações acima propostas, acreditamos atender o disposto na Lei de Incentivo à Cultura, conforme os incisos III e V do artigo 21 da IN nº 02/2019 do Ministério da Cidadania, conforme descrito abaixo: Art. 21. Em complemento, o proponente deverá prever a adoção de, pelo menos, uma das seguintes medidas de ampliação do acesso: I - doar, além do previsto na alínea "a", inciso I do artigo 20, no mínimo, 20% (vinte por cento) dos produtos resultantes da execução do projeto a escolas públicas, bibliotecas, museus ou equipamentos culturais de acesso franqueado ao público, devidamente identificados; III - disponibilizar, na Internet, registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino e de outros eventos de caráter presencial, sem prejuízo do disposto no § 2º do art. 22; V - realizar, gratuitamente, atividades paralelas aos projetos, tais como ensaios abertos, estágios, cursos, treinamentos, palestras, exposições, mostras e oficinas, além da previsão do art. 22.

Ficha técnica

Coordenação Geral – ICSEU – Instituto Chácara Santa EuláliaCuradoria - PRISCILA FREIRE Produtor Executivo – Alfredo Alves (ARTICULAR – comunicação, projetos e eventos culturais Ltda.)Produtores - Guilherme Ferreira Machado e Márcia Renó MacedoProjeto Expográfico - Objeto Design - Luis G VieiraComunicação Visual e Interatividade - Objeto Design - Luis VG VieiraDiretor Produtos Audiovisuais e Mídias Digitais - Alfredo Alves O proponente ICSEU será o coordenador geral do projeto, coordenando todas as atividades e etapas do Projeto, garantindo o cumprimento das diretrizes gerais do Instituto e do Projeto. O INSTITUTO CHÁCARA SANTA EULÁLIA - ICSEU é uma associação de direito privado, sem fins lucrativos e tem como finalidade promover o incentivo, a valorização e a difusão da cultura, especialmente por meio da Coleção Alberto e Priscila Freire. Esse acervo, importante conjunto de obras de arte brasileira, com reconhecido valor artístico e cultural, foi doado à Escola Guignard - UEMG e encontra-se na Chácara Santa Eulália, em Belo Horizonte. A doação foi feita com o objetivo de instalar um Centro de Cultura com Museu Casa, Escola de Artes e Centro de Pesquisa, na Chácara. O ICSEU tem os seguintes objetivos sociais principais: · Apoiar a preservação, proteção e conservação do acervo artístico, documental e bibliográfico que compõe a Coleção Alberto e Priscila Freire; · Realizar a gestão, a coordenação e o acompanhamento da Coleção Alberto e Priscila Freire, de modo a garantir o acesso por parte da sociedade; · Empreender, apoiar e monitorar ações de restauração, conservação e ampliação da Coleção Alberto e Priscila Freire; · Apoiar a criação de instituições museológicas para difusão e exibição do acervo que compõe a Coleção Alberto e Priscila Freire, como o Memorial Priscila e Alberto Freire; · Divulgar a Coleção Alberto e Priscila Freire, sensibilizando a sociedade sobre a importância cultural do acervo; · Desenvolver atividades e produtos culturais resultantes da gestão do Acervo Alberto e Priscila Freire ou de outras coleções, como exposições, publicações, documentários, websites, catálogos e revistas e linhas de produtos, com sua distribuição e exploração; · Desenvolver atividades de arte educação e educação patrimonial a partir do acervo que compõe a Coleção Alberto e Priscila Freire; · Elaborar e gerir projetos junto às Leis de Incentivo à Cultura e demais formas de fomento às suas atividades, em todos os âmbitos; · Promover cursos, treinamentos e outras atividades de qualificação de mão-de-obra nas suas áreas de atuação. Ao longo de seu período de atuação, o ICSEU se dedicou a realizar o planejamento estratégico da instituição; a realizar o trabalho continuado de pesquisa e catalogação desse importante acervo; a desenvolver ações junto à Escola Guignard de atividades de reflexão e formativas e também programas e projetos de exposição e difusão do acervo. Destacamos como principais ações: · Aprovação do projeto “Inventario do Acervo do Centro de Arte Chácara Santa Eulália – Coleção Alberto e Priscila Freire” na Lei Federal de Incentivo à Cultura, para o processamento técnico do acervo composto de quase 17 mil itens. Projeto captado e em preparação para execução; · Publicação do Catálogo Livro “Arte no Vale do Jequitinhonha”, pela Editora UEMG, com registro e análise da Colação do Arte do Jequitinhonha no Acervo de Alberto e Priscila Freire; · Atividades formativas conjuntas com Escola Guignard como Aulas Práticas e visitas comentadas ao acervo; · Projeto Artístico Ambiental de catalogação e manutenção da reserva ambiental e de integração do Espaço com a comunidade local, por meio da UEMG. A Escola Guignard disponibilizou 06 bolsas para estudantes em projetos extensionistas específicos para o Centro de Arte. · Projetos em parceria com Marina Nazareth, de relação com a comunidade do Bairro São Bernardo, especialmente focado em cerâmica. PRISCILA FREIRE A idealizadora e fundadora do ICSEU, Priscila Freire tem uma vida dedicada às artes e à cultura, com atuação como atriz, diretora de teatro, escritora, defensora do patrimônio, colecionadora e gestora cultural. É reconhecida nacionalmente por seu fundamental trabalho de gestão e desenvolvimento de Museus de Minas e do Brasil e por seu relevante acervo. Foi diretora do Museu de Arte da Pampulha por 15 anos, Coordenadora do Sistema Nacional de Museus e Superintendente de Museus do Estado de Minas Gerais. Como curadora destacamos as exposições Guignard e a Paisagem Mineira (Centro Cultural Minas Tênis Clube – 2017), “Guignard e o Oriente”: China, Japão e Minas (Instituto Tomie Otake, São Paulo; Museu de Arte de Porto Alegre e Museu de Arte do Rio de Janeiro –MAR – 2011) e “Arte no Vale Jequitinhonha” (Centro de Arte Popular Cemig – 2013). Junto com seu marido, Alberto, Priscila formou uma expressiva coleção de arte que hoje soma mais de 600 obras. Entre os itens da rica coleção estão quadros de Alberto da Veiga Guignard, Tarsila do Amaral e José Pancetti, além de cerâmicas do Vale do Jequitinhonha, gravuras, esculturas e tapeçarias de renomados artistas. Soma-se a essa coleção de arte, enorme acervo de objetos, mobiliários, documentos e livros de grande relevância para a cultura mineira e nacional, totalizando cerca de 17 mil itens. Em 2014, Priscila Freire decidiu doou seu acervo à Escola Guignard – Universidade Estadual de Minas Gerais. A doação tem o objetivo de criação de um Centro de Arte no espaço, com um Museu Casa e uma escola de artes na Chácara, na capital mineira. Paralelamente, Priscila Freire constituiu o Instituto Chácara Santa Eulália - ICSEU, proponente do presente projeto. Ao propor essa exposição, o ICSEU assume sua função de fortalecer a difusão e acessibilidade a esse importante acervo, e se junta ao CCBB BH no desenvolvimento permanente das artes em Minas Gerais e no Brasil. OBJETO DESIGNEmpresa especializada em projetos museográficos, projeta, administra, produz e executa projetos museográficos, cenográficos, luminotécnicos e coorporativos em diversos países. Há quinze anos no mercado, parte do resultado deste trabalho pode ser visto na qualidade de projetos como a 29ª Bienal de Arte de São Paulo - premiada pela I Mostra de Projetos de Exposições de Viena, o Festival Internacional de Gastronomia de Tiradentes e a Casa Cor MG. Qualidade e sofisticação com personalidade. GUILHERME FERREIRA MACHADO E MÁRCIA RENÓ MACEDOArtistas visuais, formados pela Escola Guignard da Universidade do Estado de Minas Gerais, atuam desde o início dos anos 2010 com Gestão, produção e coordenação de exposições, eventos e publicações nas áreas de Museus e Artes Visuais. ALFREDO ALVESSócio administrador da Articular Comunicação, Projetos e Eventos Culturais Ltda, atuando desde 2001 na produção executiva de exposições em Minas Gerais e outros estados do país. Além disso, é diretor de cinema e vídeo, premiado em inúmeros festivais nacionais e internacionais. A exposição mais recente como Produtor Executivo é a “VIX estórias capixabas”, que reabriu o Museu de Arte do Espirito Santo.

Providência

PROJETO ARQUIVADO.