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O Projeto é a criação e manutenção de um Espaço Cultural destinado a preservação do PATRIMÔNIO CULTURAL IMATERIAL de Mato Grosso, uma das culturas mais genuínas e autênticas do Brasil, com a participação dos grupos detentores dos bens culturais imateriais do Rasqueado, Mato-Grossense, Siriri e Cururu.
Produto: Manutenção de Instituição Cultural O Projeto ESPAÇO MEMÓRIA CULTURAL DE MATO GROSSO prevê a criação e manutenção de um Espaço Cultural destinado a preservação do PATRIMÔNIO CULTURAL IMATERIAL de Mato Grosso, uma das culturas mais genuínas e autênticas do Brasil. O Espaço será um local de troca de saberes dos grupos detentores dos bens culturais imateriais do Rasqueado, Mato-Grossense, Siriri e Cururu, em uma proposta de preservação e salvaguarda, visando também a melhoria das condições de produção e reprodução da prática cultural pelos seus detentores. No espaço serão realizados encontros, ensaios, gravação de CDs, apresentações, cursos, oficinas, palestras, entre outros. Produto: Contrapartida Social Serão realizadas oficinas de transmissão de saberes da cultura Mato-grossense, como Contrapartida Social, no espaços cultural, para as crianças e jovens, professores e outros interessados, em um total de 1.260 atendimentos, em acolhimento ao Art. 22. As propostas culturais deverão apresentar ações formativas culturais em suas atividades ou equivalente, em território brasileiro, com rubricas orçamentárias próprias. § 1º As ações formativas culturais deverão corresponder a pelo menos 10% (dez por cento) do quantitativo de público previsto no plano de distribuição, contemplando no mínimo 20 (vinte) limitando-se a 1.000 (mil) beneficiários, a critério do proponente. § 2º 50% (cinquenta por cento) do quantitativo de beneficiários das ações formativas culturais devem se constituir de estudantes e professores de instituições públicas de ensino.
Objetivo Geral Preservar e enaltecer a cultura Mato-grossense do Rasqueado, Siriri e Cururu, sob a ótica da sustentabilidade social, econômica e cultura dos grupos detentores dos bens culturais imateriais objeto da proposta de preservação e salvaguarda, visando também a melhoria das condições de produção e reprodução da prática cultural pelos seus detentores. Objetivos Específicos -Locar 01 espaço para a Associação reunir artistas, compositores e músicos, das expressões culturais do Rasqueado, Siriri e Cururu, com adequação de espaços físicos; -Possibilitar espaço de troca de saberes, para encontros e ensaios para grupos de 03 expressões distintas da cultura tradicional de Mato Grosso; -Gravar 03 CDs dos trabalhos dos grupos; -Realizar 03 apresentações de Rasqueado, Siriri e Cururu; -Atender um público mínimo de 10 mil espectadores; -Atender um público mínimo de 100 participantes; -Realizar 02 cursos de produção, 03 cursos de edição, 04 cursos de mixagens e 05 cursos de masterizacao, visando a preparação profissional e atualização das possibilidades de divulgação da cultura tradicional; -Implementar 04 turmas de aulas de música para os grupos: canto, construção de viola de Cocho, Mocho e ganzá/ instrumentalização de viola de cocho e percussão; -Realizar 15 oficinas de transmissão de saberes da cultura Mato-grossense como forma de contrapartida social.
Destacamos a necessidade de utilização do Mecanismo de Incentivo a Projetos Culturais, baseados na necessidade de preservação das tradições culturais nacionais, além de: -Necessidade de descentralizar as manifestações culturais; -Valorização da cultura regional tradicional; -Importância do desenvolvimento de talentos regionais; -Garantia de visibilidade e identidade cultural; -Economia da Cultura - desenvolvimento social e econômico; Conforme o Art. 1º da Lei 8313/91 a proposta se enquadra nos incisos: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; II - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais; III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; IV - proteger as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsáveis pelo pluralismo da cultura nacional; V - salvaguardar a sobrevivência e o florescimento dos modos de criar, fazer e viver da sociedade brasileira; VI - preservar os bens materiais e imateriais do patrimônio cultural e histórico brasileiro; VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória; IX - priorizar o produto cultural originário do País. Atende também a finalidade Art. 3°, inciso III - preservação e difusão do patrimônio artístico, cultural e histórico, mediante: d) proteção do folclore, do artesanato e das tradições populares nacionais.
SOBRE A TIPICIDADE E TIPOLOGIA DA PROPOSTA. artigo 4º, § 2º e §3º da IN 02/2019 § 2º Os limites do inciso I do caput não serão aplicados a projetos de: II - patrimônio cultural material e imaterial; TIPO DE EXECUÇÃO IMEDIATA artigo 26, § 1º da IN 02/2019. Art. 26. Após a captação mínima de 10% (dez por cento) do valor homologado para captação, o proponente poderá, no prazo de 30 (trinta) dias, adequar o projeto à realidade de execução. § 1º A necessidade de captação mínima prevista no caput não se aplica aos projetos de proteção do patrimônio material ou imaterial e de acervos, os museológicos, de planos anuais e plurianuais de atividades, de manutenção de corpos estáveis, de equipamentos culturais, eventos de ação continuada com captação nos últimos 3 (três) anos, os aprovados em editais públicos ou privados, os que possuam contratos de patrocínio ou termos de compromisso de patrocínio que garantam o alcance do percentual previsto no caput, e projetos apresentados por instituições criadas pelo patrocinador na forma do § 2º do art. 27 da Lei nº 8.313, de 1991.
-O Produto Manutenção de Instituição Cultural irá constar de: Gravação de CD ao vivo com cada grupo de Siriri e Cururu e Rasqueado Cuiabano. Tiragens de 1.000 para cada grupo, distribuido gratuitamente nas escolas publicas e nos quintais dos grupos e distribuicao digital gratuita. Capa 12/24 Projeto Pedagógico das Oficinas TÍTULO:AULAS DE DANÇA DE RASQUEADOPÚBLICO-ALVO:MORADORES DAS COMUNIDADES DA GRANDE CUIABÁ, ALUNOS DE ESCOLAS PÚBLICAS PRINCIPALMENTENÚMERO MÁXIMO DE PARTICIPANTES:20 PESSOAS POR TURMAOBJETIVO:ENSINAR A DANÇA DO RASQUEADO, SEUS MOVIMENTOS, SUA BELZA, BUSCANDO PERPETUAR ESTE RITMO QUE REPRESENTA TÃO BEM A NOSSA REGIÃO.JUSTIFICATIVA: O RASQUEADO É UM DOS RITMOS DANÇANTES MAIS IMPORTANTES DA NOSSA CULTURA. FAZ PARTE DA HISTÓRIA CULTURAL DA FAMÍLIA CUIABANA. ELE FOI E SEMPRE SERÁ A NOSSA MAIOR EXPRESSÃO MUSICAL, AQUELA QUE CARACTERIZA, QUE RELEMBRA, QUE EMOCIONA, QUE TRAZ NA MEMÓRIA A NOSSA CUIABÁ ANTIGA, ROMÂNTICA, CHEIA DE HISTÓRIAS E MOMENTOS.PRESERVAR ESTA CULTURA É O QUE JUSTIFICA A REALIZAÇÃO DESSE CURSO. RASQUEADO, SEGUNDO O DICIONÁRIO, É: “ARRASTAR AS UNHAS OU UM SÓ POLEGAR SOBRE AS CORDAS SEM AS PONTEAR.” EM MATO GROSSO, O RASQUEADO CUIABANO TRAZ EM SUA HISTÓRIA O FINAL DA GUERRA DO PARAGUAI QUANDO PRISIONEIROS E REFUGIADOS NÃO RETORNARAM AO SEU PAÍS, INTEGRANDO-SE COM AS POPULAÇÕES RIBEIRINHAS, ESPECIALMENTE DA MARGEM DIREITA DO RIO CUIABÁ, ONDE HOJE ESTÁ A CIDADE DE VÁRZEA GRANDE. ESTA INTEGRAÇÃO INFLUENCIOU COSTUMES, LINGUAJAR E PRINCIPALMENTE DANÇAS FOLCLÓRICAS, COMO POR EXEMPLO A POLCA PARAGUAIA E O SIRIRI MATO-GROSSENSE.DA FUSÃO DAS DUAS NASCEU O PRÉ-RASQUEADO, QUE SE LIMITOU AOS ACORDES DO SIRIRI E CURURU, DEVIDO AO SEU DESENVOLVIMENTO NA VIOLA-DE-COCHO, RECEBENDO OUTROS NOMES COMO LISO, CRESPO, REBUÇA-E-TCHUÇA, PARA MAIS TARDE PARTICIPAR DE FESTAS JUNINAS, CARNAVAL OU QUALQUER MANIFESTAÇÃO DOS RIBEIRINHOS.COM A PROCLAMAÇÃO DA REPÚBLICA OS SENHORES DE CLASSE, PRECISANDO SE APROXIMAR DO POVO RIBEIRINHO, TORNARAM O RASQUEADO UM RITMO POPULAR E DE GOSTO GERAL, LEVANDO-O PARA PRAÇAS E MAIS TARDE PARA OS SALÕES DE FESTA. AINDA FOI DISCRIMINADO NOS SARAUS E RODAS DE POESIA DOS INTELECTUAIS, ATÉ QUE A JUVENTUDE DOS ANOS 20 E 30 TROUXE PARA ESSES AMBIENTES. TÍTULO: AULAS DE DANÇA DE SIRIRI E CURURUPÚBLICO-ALVO: MORADORES DAS COMUNIDADES DA GRANDE CUIABÁ, ALUNOS DE ESCOLAS PÚBLICAS PRINCIPALMENTENÚMERO MÁXIMO DE PARTICIPANTES: 20 PESSOAS POR TURMAOBJETIVO:ENSINAR AS DANÇAS SIRIRI E CURURU BUSCANDO A DISSEMINAÇÃO E PERPETUAÇÃO DESSA CULTUEA TÃO IMPORTANTE.JUSTIFICATIVA:O SIRIRI E O CURURU REPRESENTAM NA SUA ESSÊNCIA TODA A CULTURA MATO-GROSSENSE, ELES SÃO A DEMONSTRAÇÃO ARTISTICA DA NOSA FÉ, DAS NOSSAS CRENÇAS, DO NOSSO MODO DE VIDA, DA NOSSA POESIA EM MÚSICA, DAS NOSSAS LENDAS, TRADIÇÕES E DEMAIS ELEMENTOS DA NOSSA ARTE PRODUZIDA NO NOSSO ESTADO. SUA BELEZA FOLCLÓRICA JÁ GANHOU O MUNDO, PORÉM PRECISAMOS QUE AS NOVAS GERAÇÕES, PRINCIPALEMENTE PRESERVEM ESSES DOIS RITMOS DE DANÇA. AS ROUPAS SÃO COLORIDAS E O AGITO DAS SAIAS DAS MOÇAS CONFIRMA A ALEGRIA EMBUTIDA NA DANÇA DO SIRIRI – UMA DAS MANIFESTAÇÕES FOLCLÓRICAS TÍPICAS DA REGIÃO PANTANEIRA, QUE INVADE OS PALCOS E RESGATA A IDENTIDADE DESTE POVO. MULHERES DE UM LADO, HOMENS DO OUTRO. NO ENCONTRO DE AMBOS, O REPLICAR DO COTIDIANO DE UM POVO ACOSTUMADO A VALORIZAR A TRADIÇÃO, PASSADA DE GERAÇÃO PARA GERAÇÃO. AO SIRIRI, SE JUNTA O CURURU (APRESENTADO APENAS POR HOMENS), AMBOS TOCADOS COM INSTRUMENTOS TÍPICOS, COMO A VIOLA-DE-COCHO E O GANZÁ E ACOMPANHADOS PELO RITMO DAS PALMAS. A ORIGEM É INDÍGENA E, AO LONGO DOS ANOS, O SIRIRI E O CURURU FICARAM RESTRITOS ÀS COMUNIDADES RIBEIRINHAS. HÁ 15 ANOS, GANHARAM OS PALCOS E SE ESPALHARAM POR TODOS OS SEGMENTOS SOCIAIS. OS GRUPOS SE PROLIFERARAM E, HOJE, PARTICIPAM DO FESTIVAL DE SIRIRI E CURURU, REALIZADO EM CUIABÁ E QUE ATRAI GRANDE NÚMERO DE VISITANTES. COM UM LENÇO PRESO ENTRE OS DEDOS DA MÃO DIREITA OU SEM ELE, REVOLUTEIA NO MEIO DAQUELE CÍRCULO IMÓVEL, GERALMENTE NO TERREIRO DA CASA, CANTANDO E FAZENDO OS MAIS VARIADOS REQUEBROS. O CURURU, PARA ALGUNS ESTUDIOSOS DA MATÉRIA, É UMA DANÇA ORIGINÁRIA DE SÃO PAULO, MAS PARA OUTROS É UMA DANÇA FOLCLÓRICA REGIONAL TÍPICA DA REGIÃO CENTRO-OESTE. HÁ VÁRIAS LINHAS PARA A ORIGEM DO CURURU. EXISTEM AQUELES QUE FALAM DO CURURU COMO UMA DANÇA DE ORIGEM TUPI-GUARANI COM FUNÇÃO RITUALÍSTICA. A ORIGEM DO NOME TAMBÉM É CONTROVERSA. HÁ DUAS TEORIAS: UMA, QUE DIZ QUE VEM DE “CARURU”, UMA PLANTA QUE ERA COZIDA COM O FEIJÃO SERVIDO ANTES DO INÍCIO DAS ORAÇÕES E DA DANÇA; E OUTRA QUE REMETE A ORIGEM AO SAPO-CURURU. NA DANÇA DO SIRIRI, AS MULHERES REMEXEM AS SAIAS, SEMPRE COM UM SORRISO NO ROSTO. OS HOMENS BATEM O PÉ NO CHÃO E FAZEM A CORTE. A EXPRESSÃO CORPORAL E A COREOGRAFIA TRANSMITEM O RESPEITO E O CULTO À AMIZADE, POR ISSO É CONHECIDO COMO DANÇA MENSAGEM. É PRATICADA POR CRIANÇAS, HOMENS E MULHERES. JÁ O CURURU É TOCADO APENAS POR HOMENS VESTIDOS COM SUAS MELHORES ROUPAS E QUE FAZEM IMPROVISAÇÕES E REPENTES PARA CORTEJAR AS MOÇAS. O PONTO ALTO DA APRESENTAÇÃO É O MOMENTO EM QUE O DIVINO “POUSA”, QUANDO O CURURUEIRO (OU CANTURIÃO) CANTA E SAÚDA A SUA CHEGADA. O CURURU, ATUALMENTE, NO CENTRO-OESTE AINDA É DANÇADO NAS FESTAS DO DIVINO E DE SÃO BENEDITO. EM SÃO PAULO, ELE É MAIS UM DESAFIO DE VIOLEIROS. SÃO USADOS A VIOLA-DE-COCHO, O RECO-RECO E O GANZÁ. NOS DESAFIOS, CADA VIOLEIRO DESAFIA O OUTRO, COMO UM REPENTISTA. O TEMPO É MARCADO PELA VIOLA E PELO PÚBLICO, QUE ACOMPANHA CADA VERSO E RESPOSTA. APESAR DE PARECEM PROFANOS, O SIRIRI E O CURURU ESTÃO PRESENTES EM FESTAS RELIGIOSAS, COMO A DE SÃO GONÇALO E A DE SÃO BENEDITO. TÍTULO: AULAS DE CAPTACAO, PRODUCAO E MIXAGEM E MASTERIAZACAOPÚBLICO-ALVO:MORADORES DAS COMUNIDADES DA GRANDE CUIABÁ, ALUNOS DE ESCOLAS PÚBLICAS PRINCIPALMENTENÚMERO MÁXIMO DE PARTICIPANTES:20 PESSOAS POR TURMAOBJETIVO:ENCINAR OS ALUNAS A CAPTAR AUDIO EM ESTUDIO OU PALCOS, PRODUZIR EDITAR E MIXAR E MASTERIZAR Criação da ementa dos cursos; Produção: Abertura das inscrições limitadas a 20 alunos por sala on line sendo 4 salas, completamente gratuito; Criação da plataforma online, dando acesso à todos os músicos e artistas do estado de Mato Grosso, não necessitando o deslocamento. Torna o processo mais acessível e abrangente. O usuário da plataforma poderá fazer o upload de sua música. Solicitar os serviços de modo online, conta com nosso time de profissionais para atender às suas necessidades. E ter sua música pronta para download FUNCIONALIDADES DA PLATAFORMA A SER DESENVOLVIDA PLATAFORMA STUDIO ONLINE - MENU . A plataforma as seguintes funcionalidades: 1- Página de acesso; 2- Fazer cadastro; 3- Subir arquivos .wav ou .aiff 4- Você poderá incluir: Edições de afinação e tempo. Mixagens alternativas e sua Masterização. Nossa equipe logo fará o Download da sua música e iniciará todo o processo para deixar de mixagem e masterização. TÍTULO:CURSO DE CONFECÇÃO DE GANZÁPÚBLICO-ALVO:ARTESÃOS MORADORES DAS PERIFERIAS DA GRANDE CUIABÁ QUE TRABALHAM COM PRESERVAÇÃO DE CULTURA REGIONALNÚMERO MÁXIMO DE PARTICIPANTES:20 PESSOAS POR TURMAOBJETIVO:APRENDER A TÉCNICA DE CONFECÇÃO DE GANZÁ PARA COMERCIALIZAÇÃO DO MATERIAL COMO INSTRUMENTO MUSICAL OU COMO OBJETO DE DECORAÇÃO, PRESERVANDO NOSSA CULTURA E BUSCANDO SUSTENTABILIDADEJUSTIFICATIVA O GANZÁ É O INSTRUMENTO DE APOIO E MUITO IMPORTANTE NOS RITMOS SIRIRI, CURURU E RASQUEADO, ELE É A BASE PERCURSSIVA PARA OS RITMOS ANTERIOMENTE DESCRITOS. CONFECCIONADO TAMBÉM PELO HOMEM PANTANEIRO, RIBEIRINHA, QUE TRÁS A NOSSA CULTURA ENVOLVIDA EM TODO O SEU MODO DE VIDA. É UM INSTRUMENTO ARTESANAL QUE ALÉM DA MUSICALIDADE GANHOU STATUS DE PEÇA DE DECORAÇÃO. CONSTRUIR O GANZÁ É UMA FORMA DE SUBSISTÊNCIA FINANCEIRA E TAMBÉM DE PRESERVAÇÃO DE CUTURA, POR ISSO ESTAMOS PROPODO ESTE CURSO PARA QUE NOSSA TRADIÇÃO E PERPETUE.
Produto: Plano Anual Acessibilidade física: Em atendimento ao Art. 47 da Instrução Normativa nº 01/2017, serão tomadas as devidas precauções no local de realização do projeto, levado em conta a acessibilidade de pessoas com deficiência, mobilidade reduzida ou idosas. Os locais não irão apresentar entrave, obstáculo, atitude ou comportamento que impeça a participação social da pessoa, bem os seus direitos à acessibilidade, conforme preconiza o Art. 3º e Art. 42, & 2º da Lei 13.146. Acessibilidade para deficientes visuais: Uma placa em braile será disponibilizada na entrada contendo informações sobre o Espaço Cultural. Acessibilidade para deficientes auditivos: Impressos contendo informações e programação do Espaço Cultura serão disponibilizados aos deficientes auditivos. OBS.: Os custos com as ações de acessibilidade estão previstos na planilha financeira em CUSTOS VINCULADOS/Custos de Divulgação, com previsão de elaboração de material gráfico. Produto: Manutenção de Instituição Cultural Acessibilidade física: Em atendimento ao Art. 47 da Instrução Normativa nº 01/2017, serão tomadas as devidas precauções no local de realização do projeto, levado em conta a acessibilidade de pessoas com deficiência, mobilidade reduzida ou idosas. Os locais não irão apresentar entrave, obstáculo, atitude ou comportamento que impeça a participação social da pessoa, bem os seus direitos à acessibilidade, conforme preconiza o Art. 3º e Art. 42, & 2º da Lei 13.146. Acessibilidade para deficientes visuais: Uma placa em braile será disponibilizado na entrada contendo informações sobre o Espaço Cultural. Acessibilidade para deficientes auditivos: Impressos contendo informações e programação do Espaço Cultura, serão disponibilizados aos deficientes auditivos. OBS.: Os custos com as ações de acessibilidade estão previstos na planilha financeira em CUSTOS VINCULADOS/Custos de Divulgação, com previsão de elaboração de material gráfico. Produto: CD-Áudio ou outro suporte para música Acessibilidade para deficientes visuais: Além do rol de músicas o CD/DVD constará de faixa gravada com todas as informações técnicas do produto. Acessibilidade para deficientes auditivos: As letras das músicas e o conteúdo CD/DVD estarão impressos no produto. OBS.: Todos os custos com as ações de acessibilidade estão previstos na planilha financeira no produto CD-Áudio ou outro suporte para música e CUSTOS VINCULADOS/Custos de Divulgação, com previsão de elaboração de material gráfico. Produto: Oficina /Workshop/Seminário Audiovisual Acessibilidade física: Em atendimento ao Art. 47 da Instrução Normativa nº 01/2017, serão tomadas as devidas precauções na escolha dos locais para a realização das oficinas, levado em conta a acessibilidade de pessoas com deficiência, mobilidade reduzida ou idosas. Os locais de realização não irão apresentar entrave, obstáculo, atitude ou comportamento que impeça a participação social da pessoa, bem os seus direitos à acessibilidade, conforme preconiza o Art. 3º e Art. 42, & 2º da Lei 13.146. Acessibilidade para deficientes visuais: As Oficinas serão orais e qualquer material de apoio visual, será descrito aos deficientes. Acessibilidade para deficientes auditivos: O conteúdo das oficinas será impresso e disponibilizados aos deficientes auditivos. OBS.: Todos os custos com as ações de acessibilidade estão previstos na planilha financeira no produto : Oficina /Workshop/Seminário Audiovisual e CUSTOS VINCULADOS/Custos de Divulgação, com previsão de elaboração de material gráfico. Produto: Contrapartida Social – Oficinas Acessibilidade física: Em atendimento ao Art. 47 da Instrução Normativa nº 01/2017, serão tomadas as devidas precauções na escolha dos locais para a realização das oficinas, levado em conta a acessibilidade de pessoas com deficiência, mobilidade reduzida ou idosas. Os locais de realização da Contrapartida Social não irão apresentar entrave, obstáculo, atitude ou comportamento que impeça a participação social da pessoa, bem os seus direitos à acessibilidade, conforme preconiza o Art. 3º e Art. 42, & 2º da Lei 13.146. Acessibilidade para deficientes visuais: As Oficinas serão orais e qualquer material de apoio visual, será descrito aos deficientes. Acessibilidade para deficientes auditivos: O conteúdo das oficinas será impresso e disponibilizados aos deficientes auditivos. OBS.: Todos os custos com as ações de acessibilidade estão previstos na planilha financeira no produto CONTRAPARTIDAS SOCIAIS/PRODUÇÃO e CUSTOS VINCULADOS/Custos de Divulgação, com previsão de elaboração de material gráfico.
A democratização de acesso se dará conforme exposto no artigo 21 da IN nº 02/2019 da Lei Federal com a adoção das seguintes medidas de ampliação do acesso: Produto: Manutenção de Instituição Cultural IV - permitir a captação de imagens das atividades e de espetáculos ou autorizar sua veiculação por redes públicas de televisão e outras mídias; V - realizar, gratuitamente, atividades paralelas aos projetos, tais como ensaios abertos, estágios, cursos, treinamentos, palestras, exposições, mostras e oficinas, além da previsão do art. 22; Obs.: As informações referentes às ações de contrapartida social não estão inceridas neste canpo, pois as mesmas não se confundem com as ações de ampliação de acesso.
Proponente - Sefora Aparecida Anhãn Função: Coordenador ATUAÇÃO DO PROPONETE: Elaboração do conceito do projeto, desdobramentos das ações e gestão da equipe administrativa e por toda a gestão do processo decisório do projeto. Trabalho não remunerado. Curso profissionalizante de Produção Produtora de enventos Atualmente responde como PRESIDENTE da ASSOCIACAO MATOGROSSENSE DOS ARTISTAS, MUSICOS, PRODUTORES E COMPOSITORES DE MATO GROSSO, cuja atividade principal visa contribuir com a valorização e a projeção de oportunidades aos artistas da região, exerceu a função de produtora de eventos e de projetos sociais e cursos profissionalizantes, junto as escolas publicas dos bairros, voluntariamente durante 05 anos. -Enio Marcelo Castilho – Direção Geral Publicitário, Pós-graduado em Gestão de Marketing – UNIC Informações Profissionais Criador e produtor do Projeto Rasque’Art – considerado maior projeto do ritmo musical “Rasqueado” de Mato Grosso Criador e produtor do “Projeto Divina” Música com Orquestra e Coral da UFMT Criador e Produtor do espetáculo “A Admirável Música Brasileira” com a Banda Terra Como produtor, realizei e trabalhei em mais de 50 shows, com destaque para espetáculos com Ivete Sangalo, Skank. Titãs, Paralamas do Sucesso, Asa de Águia, Harmonia do Samba, Bruno e Marrone, Negritude Júnior, Rionegro & Solimões, RenatoTeixeira, Netinho, banda Beijo, Banda Cheiro de Amor, dentre outros Produtor da por 5 anos da “Micarecuia” – Micareta de Cuiabá entre 2000 a 2004 Proponente e produtor do projeto cultural “A Cultura Gospel em Movimento” Co-produtor da Festa do Trabalhador organizada pelo SESI e que durante 11 anos Criador e produtor do projeto “Violas do Araguaia ao Pantanal” com as atrações musicais João Ormond, Paulo Simões, Abel Di Anjos e Divino Arbues Produtor do evento Folk Pantanal – show musical com João Ormond, Zé Geraldo, Paulo Simões e Divino Arbués Produtor do Show Edmilson Maciel em Terra Brasilis convida Geraldo Spíndola Produtor do Show Edmilson Maciel em Terra Brasilis convida Divino Arbués Edimilson Maciel – Diretor Artístico -Formação Acadêmica Superior em Gestão Pública – Escola do Governo/ICE -Informações profissionais Músico, arranjador e ator Profissional Edmilson Maciel, é das terras de Mato Grosso. aos cinco pra seis anos a família muda-se para o recém-criado distrito de Tangará da Serra, que viria a se emancipar em 1976, e lá começou a sua trajetória na música e artes cênicas, na adolescência começa a participar dos festivais de calouros promovidos e organizados pela família Maciel. Sua primeira banda se chamava Banda Som da Terra – antes, porém, foi “Tangará Som 7”, “Grupo Natureza”, se tornando posteriormente apenas em Banda Terra. O artista morou no Rio de Janeiro e lá gravou o primeiro LP “América 500 anos” juntamente com a Banda Terra. Banda Terra possui 2 CDS gravados Edmilson ainda tem a participação em gravação de mais de 10 cds entre coletâneas e também como convidado de outros artistas Proprietário do estúdio Terra de gravações o qual foi um dos primeiros montados em Mato Grosso e que beneficiou e viabilizou a gravação fonográfica de muitos artistas locais. Atuação como ator se inicia ainda em Tangará da Serra no grupo ‘Andanças’ com direção geral de Amaury Tangará. Atualmente como ator Edmilson interpreta a peça de teatro “Mato Grosso em Cena”, escrita em parceria com o poeta Aurélio Augusto, na qual é contada a história do estado numa atuação cênico/musical, tendo o espetáculo percorrido mais de 30 cidades e com cerca de 200 apresentações, tanto em Mato Grosso como em outros estados. Atua há cerca de 10 anos no Grupo Folclórico ‘ Flor Ribeirinha’, como arranjador e diretor musical, cujo trabalho busca a divulgação e a preservação da cultura Cuiabana, tendo participado de mais de 250 apresentações dentro e fora do Brasil. EDEVALDO GONÇALVES SIQUEIRA – Direção Artística Experiência de 6 anos com dança de Siriri, como dançarino, coreógrafo, monitor e professor na Associação das Manifestações Folclóricas de Mato Grosso – AMFMT. Experiência de 4 anos como professor de dança de salão na Associação das Manifestações Folclóricas de Mato Grosso – AMFMT. Instrutor e dançarino de dança de salão há 5 anos na Escola de dança Robson Brasil. Experiência de 3 anos como instrutor de dança de salão no projeto longevidade saudável – UFMT. Experiência em corpo coreográfico, dirigindo e coreografando aberturas de eventos como abertura dos jogos escolares da juventude 2019, etapa Estadual no ginásio Poliesportivo Júlio Domingos de Campos, o Fiotão. Experiência como professor e coreógrafo do Grupo de Siriri Estrela Guia. Experiência de participação como dançarino no Fórum Internacional de Ginástica Geral – Campinas/SP, 2012 e 2014, realizando apresentação artística em 2012. FORMAÇÃO: Licenciado em Educação Física, pela Universidade Federal de Mato Grosso de Cuiabá – 2012 á 2016. Especialista em Educação Física Escolar, pela Faculdade Afirmativo de Cuiabá – 2017 á 2018. EXPERIÊNCIAS PROFISSIONAIS: • Professor efetivo da Secretaria Municipal de Educação – SME/Cuiabá. • Professor efetivo do Governo do Estado de Mato Grosso – SEDUC. -Tereza Mendes – Diretor Administrativo Diretora Artística - DRT 3413/RJ Produtora Cultural – CNPJ 13.281.119/0001-21 Licenciatura em Educação Artística – Faculdade de Formação Profissional Integrada – Niterói – RJ Cursos de aperfeiçoamento profissional em Gerenciamento de Recursos em Produção Cultural, Gerência e Administração Comercial e Capacitação em Gestão para Sustentabilidade. Histórico de mais de 17 anos no SESC – Serviço Social do Comércio – Barra Mansa – RJ como coordenadora da Galeria de Artes e de Cursos, responsável pela elaboração e supervisão de contratos e Gestora Cultural dos Eventos e suas diversas edições: Encontro de Produção Cultural, Circuito Cultural de Inverno, SESC Dança & Cia., Mostra SESC de Teatro, SESC + Humor, SESC Blues Jazz, Festival de Intérpretes MPB SESC, SESC Rock Independente, Hip Hop SESC, entre outros. Idealizadora e Diretora Administrativa do I Festival Internacional de Dança de Barra Mansa – RJ em 2012 e Festival Internacional Tons da Dança – Barra do Piraí/RJ em 2015. Coordenadora Administrativa dos Projetos realizados pelo SESC na Região do Médio Paraíba: Curto Circuito em 2012 e 2013, Festival SESC Dança e Cia em 2013 e Primeiros Passos em 2013 e 2014. Diretora Administrativa da Associação de Amigos do Balé de Câmara e Coordenadora Administrativa do Projeto Dança & Magia – Barra Mansa e Resende de 2006 a atualmente. -ALEXANDRE PAES DE OLIVEIRA – Coordenador de produção Mestre popular tocador de siriri e cururu. Artesão de viola de cocho, mocho e ganzá. Atualmente, ele fabrica viola de cocho, ganzá e mocho, no ateliê que mantém em sua residência. As madeiras utilizadas preferencialmente são ximbuva (tamborim), cedro rosa, sarã-de-leite e pino cuiabano, porém, costuma usar também cajueiro, mangueira, cajá manga e seriguela. Essa matéria prima é proveniente de restos de podas encontrados nos entornos, garantindo assim que a procedência de seus produtos seja totalmente reaproveitável. Além disso, ministra oficinas de viola de cocho e outros instrumentos na AMFMT (Associação das Manifestações Folclóricas de Mato Grosso), localizada em Várzea Grande, região metropolitana de Cuiabá.
PROJETO ARQUIVADO.