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O projeto se trata de uma produção ecirculação gratuita de um espetáculo de dança onde serão usados vários estilos de Danças Urbanas e Danças de Salão, serão apresentações abertas e gratuitas á população. Em contrapartida serão ofertadas aulas de Danças Urbanas, Danças de Salão e Jazz Dance, gratuitas e abertas á população.
Com o passar dos anos e a implantação de novas tecnologias que estreitam as distâncias e abrem um leque enorme de possibilidades e informações, aproximando as pessoas e dando uma "falsa" sensação de liberdade e poder, já que todo tipo de informação está facilmente disponível, ao nosso alcance, mas neste contexto ficamos "cegos" á necessidade alheia, nos tornamos escravos de uma existência vazia. É aqui que tentamos introduzir certa tristeza ao público, fazendo - os refletir sobre o que é realmente importante á nossa vida e tentar resgatar um personagem apático do seu estado inerte e depressivo, e através de dez atos com misturas de vídeos motivacionais e coreografias, trazendo-o á realidade. No primeiro ato, que será a introdução, vamos exibir um vídeo de 4 minutos, um pequeno explicativo sobre os malefícios da tecnologia e distanciamento social, usando como personagem central no vídeo o “Coringa”, personagem mentalmente perturbado e facilmente influenciado pelos meios de comunicação. Ao final do vídeo, começa a coreografia, um solo com a música “Behind Blue Eyes”, blackout no palco, foco central mostrando um personagem apático com roupa social preta, descalço e com uma venda preta recobrindo os olhos, simbolizando as perdas sociais e todo distanciamento com o convívio humano, sob um cenário projetado de tempo nublado com relâmpagos esporádicos. Neste início o solista apresenta uma variação de Experimental e Popping (Danças Urbanas), na medida em que a música vai passando os outros integrantes do grupo vão entrando e caminhando pelo, com as mesmas vestimentas e vendados. Durante a coreografia o solista toca, sem querer, em cada bailarino fazendo com que o outro integrante também dance, e assim se segue até o final da coreografia, uma intensa troca de duos que culmina quando todos deixam o palco lentamente e deixando o solista sozinho. No segundo ato, intitulado “Inquietação e devaneios de euforia”, será exibido um curto filme com o nome “inquietação de ser humano”, onde mostra o medo que provoca a ansiedade e inquieta a alma, trazendo à tona uma forma expressiva mais ativa e forte, beirando um abismo de sentimentos e sensações controversas. Neste contexto permanece no palco o solista que retira a venda e se vê fisicamente só, apresenta uma coreografia de danças urbanas na música “Smooth Touch - Marcus Scooty”, sob uma iluminação geral vermelha e com fumaça no palco mostrando a perda da sanidade, na tela é projetada a figura de um homem sentado em uma cadeira á beira do abismo. A coreografia se encerra com um blackout. No terceiro ato, “ Momentos de euforia”, os dez bailarinos entram em palco, ao som de uma colagem musical com as músicas “No Mask - Magdy Haddad” e “Syn Cole – GIZMO”, dançando variações de Hip Hop Dance e House Dance. Todos usando como figurino calças jeans e camisas coloridas, de várias cores, variando de frias á quentes e dançando com os smartphones nas mão simbolizando as variações de humor que as histórias e vídeos da internet provocam nas pessoas, especialmente e profundamente naquelas propensas a um estado depressivo, da anedonia á euforia. O cenário projetado será uma tela extremamente colorida, como feita por crianças e a iluminação também será variada com cores quentes. No quarto ato, “Conexão”, será exibido um curta sobre autoconhecimento e seus efeitos benéficos para a melhora dos males da mente. A coreografia seguinte será composta por uma colagem das músicas “Cheap thrills - Sia” e “ Jap’s Gap’s - Dance to the music”, três bailarinas trajando short social preto, camisa social branca de manga longa e tênis brancos dançarão uma variação de Dancehall e Locking, simbolizando a busca pelo autoconhecimento, buscando entender todos os seus lados pra começar o processo de ajuda. O cenário será uma projeção de tempo nublado á noite e a iluminação será luz geral branca, variando para geral vermelha e amarela, acabando em blackout. O quinto ato começa com o vídeo “O poder da recuperação. Chegamos á um ponto chave onde o autoconhecimento faz com que o ser tome consciência de que existe algo de errado com ele. A aceitação é o primeiro passo para a resolução de problema, a ajuda vinda de fora se torna um alicerce essencial para o indivíduo. Com o usa da música ”Amor e Ódio - Júnior No Beat”, o duo apresentará uma variação de Dancehall e Zouk,com calça social preta e camisa manga longa branca para o bailarino e short social preto, camisa branca manga longa branca para a bailarina, ambos descalços, sob uma projeção de nuvens escuras que vão variando até amanhecer, simbolizando o autoconhecimento e aceitação para a cura. O sexto ato, intitulado “Recovery”, começará com o vídeo “O garoto superou todas as dificuldades através da dança”. Alcançando um patamar onde a recuperação é possível, a ajuda agora vem de fora, vem das pessoas que se importam e que farão de tudo para trazer o indivíduo e mantê – lo em estado consciente. Usando uma colagem musical com as músicas “Ether - música triste/calma” e “ Cartoon - On & On / Hip Hop #1”, e uma variação de Experimental e Hip Hop Dance, usando somente uma rotunda preta como fundo, o grupo tentará induzir o indivíduo á sua recuperação. Usando como figurino peças Jeans (calças, bermudas, shorts) e camisas brancas ( variadas), tênis branco, simbolizando que a ajuda pode vir de lugares e pessoas diferentes O sétimo ato tem conexão direta com o sexto, onde todos os bailarinos saem do palco e fica somente um solista enquanto os outros bailarinos trocam de figurino. Com uma variação somente em Hip Hop Dance e ainda no contexto da recuperação com ajuda externa, o apoio dos amigos e familiares. Os bailarinos vão entrando com bermudas e camisas cinzas com manchas pretas, tênis preto, simbolizando o começo da recaída, e mostrando que mesmo cercado de ajuda o indivíduo precisa estar em luta constante contra um inimigo invisível e impalpável. A rotunda preta permanece fechada e a fumaça trará um efeito mais tenebroso ao ato. No oitavo ato, “A Recaída”, será exibido o vídeo “Eu só não quero me sentir tão mal”, logo após começa a coreografia usando as músicas “Hand in Glove “ e “Cry me a River ”, mostrando o solista com calça social marrom, camisa manga longa branca, colete marrom, tênis preto, sentado em uma cadeira á beira do palco, com foco no mesmo, e como projeção um vulcão em erupção, ao longo da coreografia os demais integrantes do grupo adentram o palco, com o mesmo figurino, simbolizando como todo e qualquer desvio da natureza mental, existem as recaídas, já esperadas mas nunca aceitas, um pequeno retrocesso em meio á um longo período de lutas onde se acha que tudo foi em vão e o pensamento de desistência se faz presente. próximo ao fim da coreografia os integrantes saem do palco, o solista permanece dançando, a rotunda preta vai se fechando devagar e um corda em formato de forca entra no palco, o solista olha para a corda, pega a cadeira que estava sentado e leva embaixo da corda, passa a corda pelo pescoço e no momento em que o solista vai pular o grupo todo corre para o palco e o seguram, mostrando que ele não está só nesta batalha. Um blackout encerra o ato. No nono ato, “Luta constante”, começará com o vídeo “Vídeo motivacional para sair da escuridão e depressão”, com a música “Cry me a River - Epic Orchestral Cover” e uma variação de Hip Hop dance e Experimental, todos os bailarinos vão colocando as vendas pretas, com uma projeção do luar, vamos mostrar o quão dura é esta luta constante, e que todos temos medos e receios. No décimo e último ato, “Superação”, Mostraremos uma mensagem de superação com fotos dos bastidores e dos artistas envolvidos, mostrar que o ser humano é frágil nos seus medos e forte nas suas lutas, na coreografia final, com a música “Latin Formation/ Cuba - The Gibson Brothers”, mostraremos uma variação de Hip Hop Dance, House Dance e Salsa, com cada bailarino usando um figurino apresentado no espetáculo e terminando de uma forma esperançosa e alegre.
1-Produto Principal: Objeto Geral: O projeto propõe a produção e circulação inédita do espetáculo "O Vazio Em Mim", proporcionando ao público de forma geral, uma experiência artística cênica única com a união das Danças de Salão e as Danças Urbanas, contribuindo para a formação cultural e formação de público para as artes cênicas. Objetivos Específicos: a) Produzir um espetáculo inédito com 1 (uma) hora de duração; b) realizar 4 apresentações gratuitas e abertas á população na Fundação Cultural de Serrana, com um público estimado de 150 pessoas por apresentação. 2. Contrapartida Social: Objetivo Geral:O objetivo principal do projeto é contribuir para a formação cultural da população de Serrana em geral, situada no interior do Estado de São Paulo, utilizando-se da dança como ferramenta. Objetivos Específicos: a) Oferecer aulas de Danças Urbanas para 50 pessoas por 8 meses; b) Oferecer aulas de Dança de Salão para 50 pessoas por 8 meses; c) Oferecer aulas de Jazz Dance para 40 pessoas por 8 meses.
A pandemia tirou dos artistas e de todo o meio profissional relacionado sua principal fonte de renda: as apresentações e shows. O projeto "Produção do Espetáculo O Vazio Em Mim" surge exatamente para dar uma oportunidade para os novos artistas de mostrar seus trabalhos ao público. Também é uma forma de ajudar profissionais da cultura a receberem alguma renda. Através do apoio financeiro por meio das leis de incentivo, torna-se viável levar este trabalho ao público de maneira profissionalizada, possibilitando uma transferência de plateia para os artistas, de forma adequada a partir das apresentações propostas e de modo a ter grande adesão. O projeto leva também à população a possibilidade de contato com as diversas vertentes de danças e ritmos, tudo convergindo para os objetivos das leis de incentivo à cultura. O projeto também se torna uma grande ferramenta para atrair e formar público para as danças e shows. De acordo com o art. 1° da Lei 8313/91, o projeto se enquadra em: "I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; II - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais; III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; IV - proteger as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsáveis pelo pluralismo da cultura nacional; e V - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória; VII - desenvolver a consciência internacional e o respeito aos valores culturais de outros povos ou nações; VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória. os objetivos que pretendemos alcançar, de acordo com artigo 3 da Lei nº 8.313 de 27 de Julho de 1998, são:I - incentivo à formação artística e cultural, mediante: c) instalação e manutenção de cursos de caráter cultural ou artístico, destinados à formação, especialização e aperfeiçoamento de pessoal da área da cultura, em estabelecimentos de ensino sem fins lucrativos; II - fomento à produção cultural e artística, mediante: a) produção de discos, vídeos, obras cinematográficas de curta e média metragem e filmes documentais, preservação do acervo cinematográfico bem assim de outras obras de reprodução videofonográfica de caráter cultural; (Redação dada pela Medida Provisória nº 2.228-1, de 2001); IV - estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante:b) levantamentos, estudos e pesquisas na área da cultura e da arte e de seus vários segmentos.
Histórico do espetáculo, incluindo informações sobre apresentações, prêmios e críticas (se houver). Tivemos várias apresentações pela região de ribeirão Preto entre os aos de 2018 á 2020, como prévias do espetáculo. Como o espetáculo em sua totalidade ainda não foi concebido, temos participado de festivais com prévias do espetáculo, do montante de dez coreografias prevista para o espetáculo, seis já foram levadas para competições. Fomos premiados em todas as competições que participamos neste intervalo de tempo como segundo lugar em 2018 e 2019 no American Dance Festival em Americana SP na Categoria Danças Urbanas Adulto, neste mesmo festival, em 2019, obtivemos outras premiações, terceiro lugar em Danças Urbanas Trio Juvenil, terceiro lugar em Danças Urbanas Solo Adulto e terceiro lugar em Danças Urbanas solo Juvenil. Ainda em 2019 obtivemos o terceiro lugar na modalidade Danças Urbanas Adulto no Dance Move Festival em Descalvado e Primeiro lugar na modalidade Danças Urbanas Trio Juvenil. Indicação do público-alvo e classificação indicativa: Indicação livre para todas as idades. PLANO DE DIVULGAÇÃO Mídias de internet; Ingressos: Cronogramas; Camisetas de algodão com aplicação da logomarca nas costas; Aplicação da logomarca da empresa em todas as mídias impressas, digitais, antes das apresentações. CONTRAPARTIDA SOCIAL Os 4 espetáculos serão integralmente abertos, sem custo algum para o público. Serão disponibilizados 2 Arte educadores para a Fundação cultural de Serrana que ofertarão 2 aulas de Danças Urbanas, 2 aulas de Jazz Dance e 2 aulas de Danças de Salão semanais pelo período de execução do espetáculo (8 meses), aulas totalmente gratuítas e abertas á população.
Concepção de cenário, figurino, iluminação e música. O projeto cenográfico se utiliza de recursos audiovisuais motivacionais e explicativos em cada ato e projeção para criar imagens que modifiquem o ambiente e proponha os diferentes lugares por onde o espetáculo transita. Projeções que constroem no imaginário da plateia as informações necessárias para dar vida ao espaço e a narrativa proposta. As projeções serão realizadas por meios de tempos e espaços reais. Trata-se da utilização de retroprojetores e máquina de fumaça, já existentes no local da filmagem, para criar imagens, algumas estáticas e outras em movimento, utilizando desde tempestades, noite de luar, vulcão em erupção, abismos, cores em movimento, criando texturas, aspectos e sensações. As imagens criadas por meio dos retroprojetores e por efeitos de sombra a partir de luz serão projetadas em uma rotunda branca localizada ao fundo do palco. Buscamos com isso, criar possibilidades para a utilização do espaço. Concepção de Figurino Para os figurinos, idealizamos um figurino social todo preto com vendas pretas que serão usados em partes mais obscuras do espetáculo, um figurino social com calça marrom, camisa branca de manga longa e colete marrom, dando a possibilidade de dançar sem o colete e modificar o figurino usando a camisa branca com a calça preta, um figurino composto por calças e bermudas jeans e camisas coloridas, com paleta de cores que variam de quentes á frias, um figurino com bermuda e camisa cinzas pra dar uma conotação opaca. Concepção de iluminação O conceito de iluminação pré-idealizado para o espetáculo trabalha com luz e sombras, iluminando as cenas de forma difusa e com uso pontuais de focos e blackouts. A perspectiva é trabalhar com o posicionamento específico de refletores para que a luz ao mesmo tempo que ilumine o necessário da cena, também crie imagens ao distribuir-se em sombras pelo cenário, também porque, ela não pode ser um elemento que comprometa uma boa visualização das projeções de efeitos e sombras na cenografia. Concepção de trilha sonora Para a trilha sonora iremos explorar as possibilidades de clima construídos por cada música, que em sua maioria serão bastante expressivas, instrumentais, e serão sobrepostas aos vídeos para dar uma conectividade entre vídeos e coreografias nas cenas, criando sensações no espectador, delineando os acontecimentos de forma sonora. A trilha ficará sempre em papel de destaque, já que buscamos expressar sentimentos sem o uso de palavras.
1. Produto principal: a). Espetáculo de Artes Cênicas: Acessibilidade física: O espetáculo será realizado em local de fácil acesso aos deficientes físicos como rampas, elevador, corrimões, piso tátil e antiderrapante,assim como garante a Lei nº11.646, de 10 de março de 2008, reserva de 2% dos lugares para pessoas com deficiência, como preconiza o DECRETO Nº 9.404, DE 11 DE JUNHO DE 2018; Item da Planilha Orçamentária: Locação de espaço para evento; Acessibilidade para deficientes visuais: Equipe de apoio, reserva de 2% dos lugares para pessoas com deficiência, como preconiza o DECRETO Nº 9.404, DE 11 DE JUNHO DE 2018; Item da Planilha Orçamentária: Locação de espaço para evento; Acessibilidade para deficientes auditivos: Legendagem Descritiva nos vídeos, intérprete de libras nas seções; Item da Planilha Orçamentária: Edição de Imagem, Intérprete de libras. 2. Contrapartida Social: a). Oficina/Workshop/Seminário Audiovisual: Acessibilidade física: As aulas serão serão realizadas na Fundação Cultural de Serrana, espaço que, atualmente, contempla requisitos de acessibilidade necessários para a recepção de um público tão diversificado e garantido pela Lei nº 11.646, de 10 de março de 2008 como local de fácil acesso, corrimões, elevador para cadeirantes, piso tátil e banheiro adaptado; Item da Planilha Orçamentária: N/A (espaço será cedido para as atividades) Acessibilidade para deficientes visuais: Pessoas com deficiência visual terão acesso as ações conduzidas e orientadas por profissionais capacitados (que já trabalham na Fundação Cultural de Serrana); Item da Planilha Orçamentária: Arte educador; Acessibilidade para deficientes auditivos: Pessoas som deficiência auditiva serão orientados por profissionais com conhecimento em LIBRAS; Item da Planilha Orçamentária: Pesquisa.
Produto principal: a). Todas as apresentações serão abertas e gratuitas, com classificação livre. Conforme o art. 21 da IN nº 02/2019: III - disponibilizar, na Internet, registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino e de outros eventos de caráter presencial, sem prejuízo do disposto no § 2º do art. 22; IV - permitir a captação de imagens das atividades e de espetáculos ou autorizar sua veiculação por redes públicas de televisão e outras mídias.
Marcio José Braga da Silva-O proponente realizará no projeto as seguintes atividades: Coreógrafo e Arte Educador. Ressaltamos que o proponente será o responsável pela gestão do processo decisório do projeto. Currículo resumido:Cursando o quarto semestre de pedagogia, estudante e praticante de Danças Urbanas desde o ano 2000. Participou da primeira formação do grupo Bronx criado na Fundação Cultural. Participa de vários workshops nacionais e internacionais, um deles com as lendas do Hip Hop Dance Buddha Stretch e Henry Link. Participa do grupo de estudos regulares de Dancehall com Karla Mendes. Cursou Danças, Técnicas de Alongamento e História da Danças pela Faculdade Sul Mineira. Atua como professor e coreógrafo desde 2002 colecionando vários títulos pela região. Fez parte da organização de 2 edições do festival sem fins lucrativos "Dançando na Escola" em 2002 e 2003, e festival "Dança Serrana" em 2002. Praticante e difusor das seguintes vertentes das danças: Hip Hop Dance, House Dance, Locking, Popping, Dancehall, Experimental, Zouk e Bachata. Concluiu em 2021 o curso de formação e aperfeiçoamento para professores de dança de salão. Vanessa Samanta Amaral dos Santos: Dançarina, Coreógrafa, Arte Educadora-Estudante de Educação Física, professora de Ritbox, pratica balé danças contemporâneas desde 2003. Fez técnico em dança pelo Studio de dança Luciana junqueira, de 2008 a 2014. Participou de vários festivais e workshops pela região. Praticante e estudante de várias vertentes das Danças Urbanas e Danças de Salão: Hip Hop Dance, Dancehall, Forró, Samba Rock, Bachata, Zouk". Arielle Campos Pereira: Dançarina "Atuante na área de design gráfico,web design e marketing digital, estudante e praticante de Danças Urbanas desde o ano 2003. Participou da primeira formação do grupo Bronx criado na Fundação Cultural de Serrana. Participou vários workshops nacionais e internacionais. Cursou técnicas de Alongamento e respiração, praticou ballet, contemporâneo,jazz e artes cênicas. Bailarina de danças urbanas colecionando várias premiações pelo Estado de São Paulo. Praticante de: Hip Hop Dance, House Dance, Locking, Popping, Dancehall." Ewerton Luiz Aparecido de Assis Albino:Dançarino - "Estudante e praticante de Danças Urbanas desde o ano 2004. Participou da primeira formação do grupo Bronx criado na Fundação Cultural de Serrana. Participou vários workshops nacionais e internacionais. Bailarino de danças urbanas colecionando várias premiações pelo Estado de São Paulo. Ajudou na organização e preparação de festivais de dança na região. Praticante de: Hip Hop Dance, House Dance, Locking, Popping, Dancehall." Marcela Passos Mechia: Dançarina- "Cursando o sexto semestre de educação física (bacharelado), estudante e praticante de Danças Urbanas desde o ano 2016. Participa do grupo Bronx criado na Fundação Cultural. Esteve presente em vários workshops nacionais com grandes nomes das danças urbanas. Praticante das seguintes vertentes das danças: Hip Hop Dance, House Dance, Locking, Popping, Dancehall, Experimental, Waacking, Salsa, Zouk e Bachata. Laura Gomes Coelho: Dançarina -Em 2006 deu início ao estudo do ballet clássico onde foi cursado 7 anos de estudo na fundação cultural de serrana, em 2012 ingressou nas danças urbanas, foi participante do grupo criado na fundação cultural " hands up" permanência no grupo por 3 anos. Em 2018 iniciou o estudo de jazz no estúdio Natália morais. Participante também de workshop de contemporâneo com Fabiana pott e Tati Sanchis em 2018 e workshop de danças urbanas com Henrique bianchini em 2018. Jaqueline Cristina de Sousa Castilho: Dançarina -Começou a dançar em grupos amadores de seu bairro (em 2000), participando de Projetos Sociais e Eventos beneficentes – Espaço Livre . Procurando ampliar seus conhecimentos, em sua trajetória já participou de Grupos e Cia em sua cidade, Street Angels (2001 - 2004), Urban Feeling (2008 - 2010), Urban Jam (2011 - 2012). Participou em festivais e eventos como dançarina e coreógrafa, Festival Internacional de HIP HOP (Curitiba PR), Meeting HIP HOP (Valinhos SP), entre outros. Tiago Zambroni Furuzava: Dançarino - Cursou licenciatura em Educação Física no Centro Universitário Claretiano, concluindo em 2015. estudante e praticante de Danças Urbanas desde o ano 2000. Participou da primeira formação do grupo de performance Crazy Jam (2004). Participa de vários workshops nacionais e internacionais, um deles com as lendas do Hip Hop Dance Buddha Stretch e Henry Link. Integrou a Cia de Dança Alexandre Snoop durante 10 anos. Ministrou workshops e fez parte da banca de júri de eventos pelo interior de São Paulo e Minas Gerais. Atua como professor e coreógrafo desde 2001 colecionando vários títulos pelo país. Praticante e difusor das seguintes vertentes das danças: Hip Hop Dance e Ritmos diversos com o intuito de emagrecimento.Profissional de Dança com DRT desde 2015. Jonata Pinheiro Alves: (Diretor de Palco)- Iniciado nas Artes Cênicas em 1998 concluindo a oficina “Desperte o artista dentro de você” da Oficina Regional Cândido Portinari.Oficina da Cia PAC (Projeto Artes Cênicas) sob a coordenação de Edson Martins em março 1999.Oficina de direção módulos I e II na Fundação Cultural de Serrana com Edson Martins de março a outubro de 2000 Concluindo o curso Técnico em Artes Dramática do SENAC em abril de 2011.Atuou em:O Médico A Força (Molière), sob a direção de Edson Martins de 1999 a 2001 Pedreira das Almas (Jorge Andrade), sob a direção de Carlos Marroco 2002 Uma Mulher Vestida de Sol (Ariano Suassuna) na VII Mostra de Artes Cênicas SENAC sob direção de João Paulo H. Fernandes 2010.Perdoa-me Por Me Traíres (Nelson Rodrigues) sob a direção de Renato Greco.O Fantástico Mistério de Feiurinha (Pedro Bandeira) 2012 sob a direção de Eliana Contiliani.Morte e Vida Severina (João Cabral de Melo Neto)2013 sob a direção de Eliana Contiliani.Dirigiu:Pluft o Fantasminha (Maria Claro Machado) 2001; Vestido de Noiva (Nelson Rodrigues) 2002; Uma Vez Era... (Nayla Bovê) 2002; A bruxinha Que Era Boa (Maria Clara Machado) 2009; Chapeuzinho Vermelho (Maria Clara Machado) 2011. Poemas a Conta Gotas 2015/2016, Mostra de Cenas 2015, Tv Pirada O Besteirol 2016, Chapeuzinho Vermelho (Maria Clara Machado) 2018.Participou como diretor e ator:Dog e Cat (Edson Martins) 2000; O Burguês, adaptado do Burguês Fidalgo (Molière) com participação no Mapa Cultural Paulista em 2003. Domingos Justiniano da Silva:(Diretor Geral)- Profissional de teatro, DRT 35940/SP. Iniciado nas Artes Cênicas em 1998 concluindo a oficina “Desperte o artista dentro de você” da Oficina Regional Cândido Portinari.Oficina da Cia PAC (Projeto Artes Cênicas) sob a coordenação de Edson Martins em março 1999.Oficina de direção módulos I e II na Fundação Cultural de Serrana com Edson Martins de março a outubro de 2000 Concluindo o curso Técnico em Artes Dramática do SENAC em abril de 2011.Atuou em:O Médico A Força (Molière), sob a direção de Edson Martins de 1999 a 2001 Pedreira das Almas (Jorge Andrade), sob a direção de Carlos Marroco 2002 Uma Mulher Vestida de Sol (Ariano Suassuna) na VII Mostra de Artes Cênicas SENAC sob direção de João Paulo H. Fernandes 2010.Perdoa-me Por Me Traíres (Nelson Rodrigues) sob a direção de Renato Greco.O Fantástico Mistério de Feiurinha (Pedro Bandeira) 2012 sob a direção de Eliana Contiliani.Morte e Vida Severina (João Cabral de Melo Neto)2013 sob a direção de Eliana Contiliani.Dirigiu:Pluft o Fantasminha (Maria Claro Machado) 2001; Vestido de Noiva (Nelson Rodrigues) 2002; Uma Vez Era... (Nayla Bovê) 2002; A bruxinha Que Era Boa (Maria Clara Machado) 2009; Chapeuzinho Vermelho (Maria Clara Machado) 2011. Poemas a Conta Gotas 2015/2016, Mostra de Cenas 2015, Tv Pirada O Besteirol 2016, Chapeuzinho Vermelho (Maria Clara Machado) 2018.Participou como diretor e ator:Dog e Cat (Edson Martins) 2000; O Burguês, adaptado do Burguês Fidalgo (Molière) com participação no Mapa Cultural Paulista em 2003.
PROJETO ARQUIVADO.