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Exposição artística virtual de imagens produzidas durante oficinas de fotografia e arte digital para idosos (já vacinados contra Covid-19) e adolescentes de Casas de Acolhimento, fotografando os afetos e as íntimas idades a partir do contato intergeracional. Realização de oficinas, atendendo meninas e mulheres idosas. Como contrapartida, realizaremos palestra sobre arte e cultura digital oferecida no abrigo para idosos. O objetivo é promover capacitação em fotografia digital para pessoas em situação de vulnerabilidade social. "Intima-idade" é um devaneio à belezada longevidade humana, um retrato afetivo e poético para as intimidades possíveis entre as gerações.
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Objetivos: O principal objetivo do projeto é valorizar o contato intergeracional, promovendo capacitação em arte e cultura digital para adolescentes e idosos em situação de vulnerabilidade social. Objetivo específico: Realizar uma exposição virtual (e 1 física) com pelo menos 20 imagens produzidas por adolescentes e/ou idosos durante a realização da oficina. Realizar 10 encontros de fotografia e arte digital para adolescentes e idosos, estimando participação mediante fichas de inscrição, com 15 vagas disponíveis para as adolescentes participantes. Realizar 01 Palestra sobre arte e cultura digital, estimulando a interação dos idosos, oferecida em até 2h de duração em Casas de Acolhimento de Idosos, vislumbrando o público máximo local disponível pela casa de acolhimento e/ou associação convidada escolhida.
O projeto tem como foco a constituição de espaço de convivência, formação para a participação e cidadania, desenvolvimento do protagonismo e de autonomia de adolescentes a partir da cultura e dos interesses e potencialidades dessa faixa etária. Além disso, busca envolver idosos na valorização de suas memórias e de seu envolvimento com adolescentes. A ação busca unir gerações, promovendo uma troca de experiências e saberes em um processo de crescimento contínuo que se baseia no respeito mútuo às diferenças de cada fase da vida, entendendo o relacionamento intergeracional como processo de permanente construção cultural. É dever da família, da sociedade e do Estado amparar e assegurar a participação de pessoas idosas na comunidade em que vivem, garantindo a eles o direito à vida, defendendo sua dignidade e seu bem-estar. São premissas da Constituição Federal, no art. 115 da Lei no 10.741, de 1o de outubro de 2003, que fez com que as doações aos Fundos dos Direitos fossem reconhecidas como lei específica que estipula os valores possíveis e que serão direcionados _ constituindo-se nas esferas federal, distrital, estadual e municipal _ para ações de proteção aos direitos do idoso; recebidos, administrados e movimentados pelos Conselhos do Idoso. A cada nova geração, os modos, comportamentos as expressões verbais e as histórias populares vão sendo esquecidas ou assumem novos significados. Pensando na importância da re-significação dessas histórias, desenvolvemos este projeto visando contribuir dinamicamente através de meios tecnológicos e artísticos para a construção de mecanismos de preservação das memórias. O relatório "Situação da Adolescência Brasileira 2011_ O Direito de Ser Adolescente: Oportunidade para reduzir vulnerabilidades e superar desigualdades" está estruturado em cinco capítulos. O primeiro deles apresenta um convite para que a sociedade brasileira construa e lance um novo olhar à adolescência, compreendendo essa etapa como uma fase única na vida, rica e cheia de potencialidades. As Instituições de Longa Permanência para Idosos (ILPI) são locais para residência coletiva, nas quais pessoas com idade avançada buscam a proteção e o amparo que, frequentemente, não encontraram no seu ambiente familiar e social. O ambiente de convivência familiar abrange um conjunto de hábitos e valores, transmitidos de geração em geração e que se refletem no cotidiano das pessoas. Deste modo, quando idosos são encaminhados para viver em ILPI, correm um risco de maior isolamento e insatisfação com a vida. O estudo teve como objetivo geral interpretar o significado atribuído pelos idosos. Nos grandes centros urbanos, ao contrário, percebemos que prevalece atualmente a separação das gerações em espaços sociais exclusivos, em que os jovens, adultos e idosos frequentam lugares diferentes e "exclusivos" para cada geração, a exemplo se pode citar a formação de "tribos juvenis", que se compartimentalizam e são visivelmente identificadas já na aparência, pelos traços e adereços. O conceito que fundamenta a ação do projeto o define como um processo de estímulo à comunicação intergeracional, através do intercâmbio de vivências e experiências entre ambas as gerações. O eixo central desse conceito trabalha essencialmente a reflexão de temas existenciais e a discussão das imagens fixadas e pré-estabelecidas entre as gerações.Sua principal inovação centra-se na tentativa de estimular experiências entre as gerações fora do contexto familiar, rompendo o isolamento social do idoso e questionando a formação de guetos. Com esse projeto preconizamos o atendimento em uma área pouco explorada institucionalmente no campo da cultura - o trabalho conjunto entre duas gerações - através de uma ação que enseja e reforça características artísticas dos indivíduos envolvidos. A metodologia é baseada na exposição "Intima idade" realizada por Débora Benaim. Segundo Lucia Helena de Freitas Pinho França, Alcina Maria Testa Braz da Silva e Márcia Simão Linhares Barreto em "Programas intergeracionais: quão relevantes eles podem ser para a sociedade brasileira?", uma das conclusões da Assembleia Mundial de Madri foi o reconhecimento da importância decisiva dos programas intergeracionais para o desenvolvimento social a interdependência, a solidariedade e a reciprocidade entre as gerações. Um dos grandes benefícios destes programas é a quebra de preconceitos entre as gerações, tanto no âmbito cognitivo quanto no social e afetivo, mas outros benefícios culturais, psicossociais e de solidariedade poderão ser alcançados. Diante de tantos benefícios, é fundamental que estas práticas intergeracionais sejam divulgadas pela mídia e desenvolvidas com maior intensidade pelas diversas instituições da sociedade. O projeto também busca valorizar a apropriação de ferramentas tecnológicas através da juventude, ampliando o acesso à informação e à conteúdos de qualidade. Abre espaço para promover o diálogo e a troca cultural. Por caracterizar-se como uma atividade cultural de difusão e de formação o projeto enquadra-se no inciso I, do Art. 1º da Lei, já que a ação pretende contribuir para facilitar a todos o livre acesso às fontes da cultura como direito cultural de formação e de acesso a fotografia e arte digital com conteúdo disponível na internet, sendo esta última um canal de legítima e importante janela para a distribuição audiovisual. No que tange ao artigo 3º da Lei 8313/91, o projeto enquadra-se no inciso II c) considerando que o projeto é entendido também como um projeto de arte que integra, além do audiovisual, a capacidade de reflexão. Além disso, justifica-se o apoio via Lei de Incentivo Federal, justamente porque no contexto do Espírito Santo não se é possível captar via Lei de Incentivo Estadual, justamente por que ela ainda não está ativa na política pública local. O projeto Íntima Idade se inspira na exposição homônima realizada pela fotógrafa Débora Benaim em 2012. Débora Benaim homenageia a avó, Beatriz, falecida no mesmo ano revelando a delicada rotina de uma pessoa com idade avançada, e usa o enquadramento em detalhes para exprimir seus sentimentos e observações sobre a estreita relação que manteve com a avó. A avó Beatriz se desnuda, aos 93 anos, sem medo para as lentes de sua neta. Cumplicidade. Passaram-se horas, dia, meses, 39 anos de muito carinho, amor, afeto, cuidado. Cuidado este com que a autora retorna presenteando sua avó com este ensaio."Intima idade" é um retrato afetivo e poético do universo da avó materna da autora. A pele enrugada, as páginas amareladas do livro de receitas, o corpo delgado, os cabelos brancos e longos guardados em coque… Uma declaração de amor contada quadro a quadro, numa poesia visual. Débora Benaim é quem coordenará a oficina de fotografia, estabelecendo laços com os adolescentes e aplicando o conteúdo previsto, contemplando atividades práticas e workshops interativos.
OFICINAS ÍNTIMA IDADE PLANO DE TRABALHO, EMENTA E INFORMAÇÕES ADICIONAIS >> Duração de 10 encontros << Cada encontro poderá ter em média de 1h a 5h de atividade, a depender da disponibilidade do local/parceria a ser firmada na localidade. 1ª aulaInscrição, apresentações, fotografar todos os inscritos em estúdio, explicar como será o curso, responder um questionário.2ª aulaA Câmera Fotográfica: Existem componentes básicos que todas as câmeras possuem, não importando se são digitais, analógicas, simples… e conhecendo-os, você poderá dominar melhor o equipamento. Para explicarmos cada um deles, iremos fazer um passeio através das partes mais importantes, seguindo o caminho que a luz percorre ao entrar na nossa câmera.3ª aulaFotografia Digital – Fotografia tirada com uma câmera digital ou outro dispositivo móvel com câmera, resultando num arquivo de computador que pode ser editado, impresso, enviado por e-mail ou armazenado em websites ou em dispositivos de armazenamento digital. Dispensa, assim, o processo de revelação. A visualização da imagem pode ser feita no ato, através dos recursos da câmera digital (normalmente, uma tela de LCD), e a manipulação da imagem pode ser feita em um computador, usando-se softwares editores de imagem como o Lightroom, Photoshop, GIMP, entre outros.4ª aulaAula Prática – Parque externo – Os alunos irão praticar a arte de fotografar acompanhado dos monitores.5ª aulaAnálise de Fotos – Cada aluno deverá trazer 05 fotos para análise que será feito usando o Lightroom.6ª aulaLinguagem Fotográfica – Por trás de cada fotografia deveria existir um motivo suficiente para justificá-la. Essa afirmação é mais importante do que talvez se acredite, pois antes de tirar uma determinada foto, o fotógrafo não deve dispensar uma compreensão integral dos motivos que o levaram a fazer esta ou aquela fotografia. O fotógrafo deve ter consciência plena de seu ato antes de apertar o botão. Podemos afirmar que não basta competência técnica para a realização de boas fotografias, é imprescindível ter consciência. Pense primeiro, fotografe depois. Ao fotografarmos pessoas, objetos ou qualquer assunto, não estamos necessariamente registrando a verdade sobre ele, e sim nossa opinião sobre o assunto, nossa forma de ver o mundo. Um bom fotógrafo coloca sua marca e seu estilo em tudo aquilo que por ele for fotografado. A fotografia, assim como a música, a poesia, a pintura, a dança, etc., é um meio de expressão do indivíduo; como tal tem linguagem própria. Seus elementos podem ser manipulados pelo estudo e pesquisa ou própria intuição do fotógrafo. Um bom domínio dos elementos da linguagem fotográfica, assim como das questões técnicas e do equipamento, são as garantias que nos permitem concretizar a realização da fotografia desejada. 7ª AulaAula Prática – Parque externo – Os alunos irão praticar a arte de fotografar acompanhado dos monitores8ª aulaAnálise de Fotos – Cada aluno deverá trazer 05 fotos para análise – Serão analisados todos os conceitos da aula de linguagem fotográfica.9ª aulaOrganização e tratamento de Imagens10ª aulaEscolha das imagens que serão utilizada na exposição. Entrega para os “avós” e realização da mostra. Entrega de certificados. Currículo da profissional/instrutora Débora Benaim Cruz nasceu e cresceu em São Paulo. Fez faculdade de Administração de Empresas na ESPM e se dedicou por muitos anos à publicidade, nos últimos anos em especial ao atendimento da Fox Films, que renderam a ela uma vasta visão cinematográfica do mundo através das lentes de outros fotógrafos. Recentemente mudou-se para o Espírito Santo e seguindo seu coração e uma antiga paixão, resolveu cursar Fotografia na UVV. A experiência adquirida, o gosto por relações sociais, um olhar atento ao cotidiano e às emoções humanas e suas cores, fazem com que Débora capte instantes sensíveis por onde transita: festas folclóricas, paisagens urbanas, casamentos, pessoas… O sonho a empurrou para dentro dessa arte a qual ela sabe jamais ter se distanciado dela. Metodologia Início com exercício para aquecimento, sensibilização do grupo e desbloqueio da criatividade. Introdução breve da história da fotografia. Introdução ao processo fotográfico: óptico, físico e químico. Linguagem fotográfica, o alfabeto visual (com leitura de imagens). Exercícios práticos. Material didático: Câmeras fotográficas digitais (modelo sony cybershot) e celulares; Datashow com projeções de trabalhos artísticos/referências visuais. Método de avaliação dos resultados: Entrevistas com os adolescentes envolvidos e idosos, questionários de avaliação.
Os locais (tanto das oficinas quanto da exposição) onde serão realizados os eventos terão adaptações necessárias para acesso de deficientes, bem como banheiros, assento, e estratégias de comunicação adaptadas para tal público. Dois sanitários destinados para o uso de pessoas com deficiência ou mobilidade reduzida, estarão localizados nos pavimentos acessíveis com entrada independente dos demais sanitários. >>>EXPOSIÇÃO FOTOGRÁFICA A exposição fotográfica terá as seguintes medidas de acessibilidade: Acessibilidade física: - Legendagem descritiva (em todas as imagens da exposição): transcrição, em língua portuguesa, doas características da obra e demais informações da obra visual que sejam relevantes para possibilitar a melhor compreensão do trabalho. - Ação realizada em local com adaptação para cadeirantes, como os próprios asilos e casas de abrigo. - Projeção de mostra em plataforma online (site). Item da PLANILHA ORÇAMENTÁRIA: Legendagem (descritiva) (para vídeo de 1min apresentando as imagens da exposição) - Para público geral Acessibilidade para deficientes visuais: - Audiodescrição (em todas as imagens da exposição): narração, em língua portuguesa, integrada ao som original da obra, contendo descrições de elementos visuais e quaisquer informações adicionais que sejam relevantes para possibilitar a melhor compreensão da obra. ITEM DA PLANILHA ORÇAMENTÁRIA: Narrador de audiodescrição (para vídeo de 1min apresentando as imagens da exposição) - Para cegos Acessibilidade para deficientes auditivos: - Língua Brasileira de Sinais – LIBRAS (em todas as imagens da exposição): forma de comunicação e expressão, em que o sistema linguístico de natureza visual-motora, com estrutura gramatical própria, constitui um sistema linguístico de transmissão de ideias e fatos, oriundos de comunidades de pessoas surdas do Brasil. A proposta é gravar um vídeo traduzindo todas as informações da imagem. Item da PLANILHA ORÇAMENTÁRIA: Intérprete de Libras (para vídeo de 1min apresentando as imagens da exposição) - Para surdos >>> CONTRAPARTIDA SOCIAL (PALESTRA) Acessibilidade física: Medidas de acesso como rampas e banheiros adaptados para este público, bem como pisos táteis. Disponibilização de vídeo na internet de cobertura da ação contendo as medidas de acessibilidade - legenda descritiva. Item da PLANILHA ORÇAMENTÁRIA: Item em divulgação (custos vinculados) (projeção e cobertura de vídeo) Acessibilidade para deficientes visuais: Gravação da palestra com medida de acessibilidade (audiodescrição) disponibilizada na internet. Item da PLANILHA ORÇAMENTÁRIA: Narrador de audiodescrição Acessibilidade para deficientes auditivos: Gravação da palestra com medida de acessibilidade (Libras) disponibilizada na internet. Item da PLANILHA ORÇAMENTÁRIA: Intérprete de Libras >>> OFICINAS Medidas de acesso como rampas e banheiros adaptados para este público, bem como pisos táteis. Disponibilização de vídeo na internet de cobertura da ação contendo a medida de acessibilidade: legendas descritivas. Item da PLANILHA ORÇAMENTÁRIA: Item em divulgação (custos vinculados) (projeção e cobertura de vídeo) Gravação da oficina (abertura/parte principal) com medida de acessibilidade (audiodescrição) disponibilizada na internet. Item da PLANILHA ORÇAMENTÁRIA: Narrador de audiodescrição Acessibilidade para deficientes auditivos: Gravação da oficina (abertura/parte principal) com medida de acessibilidade (Libras) disponibilizada na internet. Item da PLANILHA ORÇAMENTÁRIA: Intérprete de Libras Obs.: Todas as ações previstas aqui sempre que tecnicamente possível, conforme a Lei nº 13.146, de 2015 e Decreto nº 9.404, de 2018. Obs.2: As rubricas referentes aos custos elencados acima encontram-se na planilha orçamentária na aba de inclusão de legendas
O projeto proporcionará a participação de comunidades locais, bem como proporcionará acesso gratuito a mostra de fotografias de qualidade, proporcionando acesso de pessoas de todas as classes sociais e idades. Uma vez realizado por uma empresa de produção cultural através de captação de recurso também público, a produção busca manter toda a grade de programação do evento totalmente gratuita. As atividades sempre serão realizadas em espaços em localização central, de fácil acesso, sem controle de ingresso, atingindo um número aproximado e esperado de 5.000 pessoas, seja através de ações online ou presencial/semipresencial. A ação formativa cultural (contrapartida social) para atender ao disposto no art. 22 da IN nº 02/2019 do Ministério da Cidadania será realizada com a produção/viabilização de palestras que relacionem a arte digital para idosos. Dos 500 beneficiários previstos na contrapartida, prevemos que pelo menos 50% possam ser, também, estudantes e/ou professores de instituições públicas de ensino. Em relação ao Art. 21, recuperando as informações acima, cumpriremos os incisos III (disponibilizar, na Internet, registros audiovisuais das exposições, das atividades de ensino e de outros eventos de caráter presencial, sem prejuízo do disposto no § 2º do art. 22), em alguns casos podendo atingir o Inciso II (oferecer transporte gratuito ao público, prevendo acessibilidade à pessoa com deficiência ou com mobilidade reduzida e aos idosos), o inciso IV (permitir a captação de imagens das atividades e de espetáculos ou autorizar sua veiculação por redes públicas de televisão e outras mídias), o Inciso VI (oferecer bolsas de estudo ou estágio a estudantes da rede pública ou privada de ensino em atividades educacionais, profissionais ou de gestão cultural e artes desenvolvidas na proposta cultural;) através da realização da contrapartida. Como é OBRIGATÓRIA a adoção de pelo menos uma medida de ampliação de acesso relativa ao PRODUTO PRINCIPAL do projeto, realizaremos a disponibilização das imagens da exposição na rede social (internet) do projeto para público geral.
companhamento, gestão e criação: EVA COMUNICAÇÃO Responsável pela direção artística geral, criação de conceito e desenho de produção geral da exposição visual, além de contratações junto ao advogado e elaboração de corpo técnico geral com equipe de desenvolvimento de projeto e planejamento geral. Suellen Castello (Direção de produção, assistencia geral) Profissional comprometida, proativa e que almeja bons resultados e alcance de metas com trabalho colaborativo. Alta capacidade de criação de proposições inovadoras com foco na responsabilidade socioambiental. A 10 anos no mercado, possui 08 anos de experiência no terceiro setor, desenvolvendo projetos socioambientais, unindo comunidade, setor privado e governo. Cocriação de recursos didáticos, além de planejamento, desenvolvimento e execução de ações de conscientização e sensibilização cidadã. Experiência em articulações institucionais e stakeholders. Capacidade de gestão de projetos e conhecimento básico em captação de recurso.Bacharel em Ciências Biológicas pela Universidade Vila Velha. Gabriel Passos (diretor administrativo) Graduado em Arquitetura pela UVV é um dos diretores da EVA Comunicação. criador de exposições de arte e arquitetura no Espírito Santo, com experiência em ações educacionais realizadas em parceria com a Caju Produções e a LA Ferreira em território capixaba ao longo dos anos de 2020 e 2021. É graduando em medicina na EMESCAM - Vitória e fundador do Instituto EVA. Léo Alves (direção de programação e produção) Leonardo Alves Ferreira: Léo Alves é escritor, roteirista e produtor cultural com formação em Jornalismo na Universidade Federal de Ouro Preto (MG). Possui experiência na produção de cinema, de eventos culturais no Espírito Santo e na publicação de livros (romances e/ou reportagens). É diretor do FECIN, o Festival de TV e Cinema do Interior e do MUltipliqQUI, Festival Jovem de Integração Cultural de Muqui, realizados no maior sítio histórico do Estado do Espírito Santo. Douglas Passamani (Produção Executiva) Graduado em Fotografia; pós-graduado em Propaganda, Marketing e Comunicação Integrada. Acredito no marketing como ferramenta de comunicação para entender as necessidades, solucionar problemas, ensinar e proporcionar novas experiências aos clientes. Tornando assim a interação empresa X consumidor cada vez mais próxima, onde a empresa trabalha baseada nos desejos desses consumidores. Possuo conhecimento em automação, SEO, Social Ads, Growth Marketing, análise de mercado, pesquisa de público-alvo, analise de dados do processo de divulgação e venda de produtos no ambiente digital, produção de conteúdo e captação de leads. Continuo buscando aprendizado nesse mercado em constante evolução.
Projeto encaminhado para avaliação de resultados.