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PRONAC 211457Apresentou prestação de contasMecenato

Bom de Nota, Bom de Dança - Plano Anual 2022

ASSOCIACAO PRO-ESPORTE E CULTURA
Solicitado
R$ 1,96 mi
Aprovado
R$ 2,10 mi
Captado
R$ 2,03 mi
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

Incentivadores (9)
CNPJ/CPFNomeDataValor
43619832001760BRANCO PERES ACUCAR E ALCOOL S/A1900-01-01R$ 501,9 mil
08355201000113BIOENERGETICA AROEIRA S.A.1900-01-01R$ 338,6 mil
71304687000105Pedra Agroindustrial S.A.1900-01-01R$ 315,8 mil
07280328000158IPIRANGA AGROINDUSTRIAL S.A.1900-01-01R$ 219,0 mil
61082962000121Companhia Melhoramentos Norte do Paraná1900-01-01R$ 210,3 mil
00372496000124Central Energetica Vale do Sapucai Ltda1900-01-01R$ 165,8 mil
07674341000191Usina Uberaba S/A1900-01-01R$ 150,9 mil
44373108000103COCAL COMERCIO INDUSTRIA CANAA ACUCAR E ALCOOL LTDA1900-01-01R$ 112,0 mil
45372893000134Caldema Equipamentos Industriais Ltda.1900-01-01R$ 12,0 mil

Eficiência de captação

96.7%

Classificação

Área
—
Segmento
Empreend Ações Educ-Cult/Capacitação/Treinamento
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Planos anuais e plurianuais
Ano
21

Localização e período

UF principal
SP
Município
Ribeirão Preto
Início
2022-01-01
Término

Resumo

Por meio deste Plano Anual, a Associação Pró‐Esporte e Cultura (APEC) atenderá, com ações relacionadas à dança, comunidades de regiões periféricas. A metodologia da proposta, desenvolvida pela APEC, permite que crianças da rede pública de ensino realizem aulas de Balé e Danças Urbanas acompanhadas por profissionais qualificados que fazem dos passos de dança uma extensão da escola. Ao fim do ano, produz-se um espetáculo de encerramento em cada núcleo atendido. Será realizada, como contrapartida, uma ação de formação de plateia junto à comunidade acadêmica de Ribeirão Preto.

Sinopse

Os roteiros e temas de cada um dos espetáculos serão definidos após o início da execução do projeto, em um trabalho conjunto entre os coordenadores, as equipes técnicas e o roteirista contratado.

Objetivos

O objetivo principal do plano é impactar positivamente a formação integral de crianças e adolescentes que vivem em situação de vulnerabilidade, utilizando‐se da Dança como ferramenta principal. Seus objetivos específicos são: - Realizar 13 oficinas de dança, com duração de 12 meses, totalizando atendimento a 960 crianças; - Realizar duas oficinas de canto coral, com duração de 12 meses, totalizando atendimento a 100 crianças; - Realizar uma oficina de musicalização, com duração de 12 meses, atendendo 40 crianças; - Produzir 09 espetáculos de dança sendo um no decorrer do projeto (meio do ano) e 08 ao final do ano; - Realizar 01 ação de formação de plateia junto à comunidade acadêmica de Ribeirão Preto e garantir que o conteúdo trabalhado no evento seja replicado a cada um dos núcleos atendidos pelo projeto; Vale destacar que nosso objetivo não é formar bailarinos profissionais, mas caso alguma das crianças evidencie enorme talento (como já ocorrido em outros projetos que desenvolvemos), faremos o encaminhamento a companhias que trabalhem com a profissionalização de bailarinos.

Justificativa

A Associação Pró-Esporte e Cultura tem como preceitos a valorização da educação, do consumo e da produção cultural como caminhos para resolução de problemas relacionados à desigualdade social, saúde coletiva, meio ambiente e demais desdobramentos. Buscamos desenvolver, então, técnicas e instrumentos simples que possam atingir facilmente crianças e jovens e, quando aplicados, auxiliem a promoção da educação formal e não formal, garantindo, assim, o desenvolvimento da cidadania. A relação professor-aluno tem sido a base para o sucesso do "Bom de Nota, Bom de Dança", que já vem sendo realizado há anos com recursos da Lei 8313/91. A atual proposta de Plano Anual representa a renovação da ação, com ampliação no número de atendidos e núcleos, buscando-se assim prezar pelo inciso I do Art. 1º da referida lei, este projeto abrange os seguintes pontos: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; IV - proteger as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsáveis pelo pluralismo da cultura nacional; V - salvaguardar a sobrevivência e o florescimento dos modos de criar, fazer e viver da sociedade brasileira; VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória; Trabalhamos com as vivências socioculturais das crianças atendidas, entendendo que "a dança, hoje, retrata as ansiedades, ideias, necessidades e interesses da nossa época, aliadas à forte necessidade do ser humano de extrapolar a sua essência ou transcender a sua existência em evasões positivas e significativas nas circunstâncias de sua vida real" (NANNI, 2002). Portanto, o ato de dançar não é por nós entendido como privilégio de alguns, mas sim como um excelente método capaz de auxiliar na formação pedagógica e capaz de desenvolver em seus praticantes uma consciência corporal enquanto sujeitos transformadores do tempo e do espaço. Logo, no que tange ao Art. 3° da Lei 8313/91, temos: I - incentivo à formação artística e cultural, mediante: c) instalação e manutenção de cursos de caráter cultural ou artístico, destinados à formação, especialização e aperfeiçoamento de pessoal da área da cultura, em estabelecimentos de ensino sem fins lucrativos; II - fomento à produção cultural e artística, mediante: e) realização de exposições, festivais de arte e espetáculos de artes cênicas ou congêneres; IV - estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante: a) distribuição gratuita e pública de ingressos para espetáculos culturais e artísticos; Nesse contexto, trabalhamos com uma metodologia de ensino que motiva os professores a saírem do lugar comum e se dedicarem à relação de aprendizagem implícita nas práticas corporais. Mais do que treinar e desenvolver habilidades motoras e técnicas, entendemos como nossa tarefa desenvolver a capacidade de resolução de conflitos, promoção de autonomia e criatividade, entre outros aspectos da conduta que serão apreendidas pelos alunos a partir da prática cultural. Com tudo isso, temos visto reais e significativos ganhos no que tange à formação integral das crianças atendidas. E entendemos que a continuidade do trabalho com cada beneficiário se configura como aspecto de extrema importância.

Estratégia de execução

Apresentamos, em anexo, plano de distribuição detalhado.

Especificação técnica

Uma consideração importante acerca do método empregado no projeto está relacionada ao Boletim de Talentos. Os alunos serão estimulados a executarem missões, é papel do professor, monitor e assistente de coordenação estimular e ser agente facilitador destas missões. Isto é, incentivar e encorajar as crianças nas atividades e, ao mesmo tempo, organizá-las e contribuir para que elas desenvolvam as missões da maneira delas. Portanto, algumas aulas são reservadas para o desenvolvimento deste papel de tutoria dos grupos. A configuração do boletim de avaliação tem como principal objetivo manter uma atenção constante e ampla ao desempenho do aluno no projeto. Para isto, volta-se o olhar também ao ambiente escolar e familiar. Desta forma, este dispositivo contém alguns indicadores diversos com caráter autoavaliativo, abordando a auto avaliação nas esferas: escola, projeto e casa. Além desses indicadores, o boletim comporta uma ferramenta de mapeamento da rede de apoio do aluno, também nestes três planos. Este dispositivo visa estimular uma reflexão do seu cotidiano e, assim, pretende que este aluno se perceba cada vez mais consciente e responsável pelo seu desenvolvimento. Para isso, o aluno terá adesivos que variam entre -1, 0 e +1, para colar no seu boletim de acordo com a autoavaliação nas três esferas. No campo escola, ele atribui pontos a sua frequência, utilizando os dados da escola. Ou seja, de acordo com sua assiduidade nas aulas. Ainda no campo escola, ele se avalia tendo como base a nota emitida pela escola. Isto é, a partir da nota obtida nas matérias escolares (Português e Matemática) ele irá refletir, com o auxílio do professor do projeto, e escolherá o adesivo que mais representa sua nota. Por último, no campo escola, ele se auto avaliará utilizando os critérios Solidariedade, Cooperação e Respeito. Assim, ele atribui a si mesmo um adesivo de acordo como ele pensa estar sendo seu comportamento na escola com base nestes 3 valores. Já no campo projeto, o aluno terá que completar 2 espaços, um reservado a sua frequência no projeto, outro ao seu comportamento. Um terceiro espaço será reservado para a avaliação do professor. Dessa forma, no primeiro espaço ele atribui pontos de acordo com sua assiduidade no projeto. No segundo espaço, é o aluno quem refletirá a respeito do seu comportamento no projeto e se auto avaliará, com base nos mesmos valores (Solidariedade, Cooperação e Respeito). É interessante neste espaço que o aluno seja estimulado a refletir sobre suas condutas, sobre o que fez e sobre o que se compromete a fazer para os próximos bimestres. E o terceiro momento da avaliação no projeto fica a cargo do professor que, em um diálogo com este aluno, mostrará os seus motivos para a escolha de determinado adesivo, sempre utilizando como critérios os valores Solidariedade, Cooperação e Respeito para avaliar comportamento. No último campo, casa, o aluno atribui uma nota, levando em conta os mesmos critérios citados (Solidariedade, Cooperação e Respeito) e escolherá um adesivo que melhor represente sua avaliação. É papel do professor ficar atento neste campo, estimular e se interessar pela forma como esse aluno está realizando esta avaliação. Se preciso, este profissional poderá entrar em contato com a equipe gestora do projeto para um olhar mais profundo e cuidadoso para esta criança. No mapeamento das redes de apoio, a criança preenche um pequeno universo, no qual ela é o centro e, em espaços vazios nas 4 órbitas, ela deverá completar com as pessoas que mais a apoiam. Portanto, a figura será preenchida a partir da pergunta: Quem mais te ajuda em casa? E no projeto? E na escola? Assim, a avaliação pretende compreender como esta criança está se desenvolvendo nestes três planos, a partir de indicadores. Entretanto, o diálogo entre professor e aluno buscará garantir que a mensuração dos pontos não será o maior objetivo deste boletim. Pelo contrário, os pontos são importantes, mas compreender e estimular a apropriação deste aluno para com seu desenvolvimento nestes três planos citados é o objetivo deste dispositivo. Na sequência, existe um outro mecanismo que pretende trabalhar a coesão grupal, trabalhando temas transversais e estimulando a inserção e intervenção do grupo na comunidade em que ocorre o projeto. O intuito disto é o desenvolvimento de ações autônomas que motivem um engajamento em grupo para cumprir missões. Para isto, a cada bimestre os alunos têm uma missão que deverá ser executada em grupo. Portanto, em grupos eles deverão executar uma tarefa relativa ao tema transversal abordado pelo projeto. Os grupos serão avaliados nesta missão preenchendo individualmente um quadro que contém a seguinte questão: “Cumpriu a missão?”. Como resposta, eles podem escolher entre sim, não ou em partes. E em seguida este mecanismo pretende explorar o caráter auto avaliativo dos alunos. Então, utiliza-se uma linguagem moderna e acessível para que o aluno assinale entre duas opções: “curtir” ou “não curtir”. É importante lembrar que o professor do projeto também conduzirá essa avaliação, e neste momento ele informará às crianças que elas deverão levar em conta os valores cooperação, solidariedade e respeito para avaliar seu trabalho no grupo. Assim, este profissional deverá estimular o posicionamento, discussões e reflexões acerca do trabalho executado pelo grupo. Lembrando que serão atribuídos pontos para estas atividades em grupo contabilizados também com o desempenho individual, cada um com sua proporção. Então, o grupo inteiro terá que atingir um número X de pontos somados ao final para conseguirem ganhar um prêmio eles escolherem dentro das opções apresentadas.

Acessibilidade

Curso/Oficina/Estágio: Acessibilidade física: As aulas serão realizadas em locais acessíveis a todos os públicos. Mas, além do local em si, é importante destacar que as atividades do projeto estarão completamente abertas para a participação de pessoas com deficiência. Nossa equipe técnica estará preparada e capacitada para lidar com as necessidades desse público, adaptando os exercícios e atividades sempre que necessário. Isso porque a entidade já possui expertise com projetos voltados especificamente a este público e, inclusive, organiza vivências e workshops acerca do tema. Acessibilidade para deficientes visuais: Nossa equipe técnica estará preparada e capacitada para lidar com as necessidades desse público, adaptando os exercícios e atividades sempre que necessário. Acessibilidade para deficientes auditivos: Nossa equipe técnica estará preparada e capacitada para lidar com as necessidades desse público, adaptando os exercícios e atividades sempre que necessário. Espetáculo de Artes Cênicas: Acessibilidade física: O evento será realizado em local de fácil acesso, com piso tátil, banheiro adaptado e vagas exclusivas para pessoas com deficiência no estacionamento; Acessibilidade para deficientes visuais: Haverá confecção de materiais de apoio em Braille, quando necessário, com o objetivo de contemplar Pessoas com Deficiência Visual, essa triagem será realizada através do formulário de inscrição. Acessibilidade para deficientes auditivos: Nos espetáculos de encerramento, contaremos com intérpretes de Libras realizando tradução simultânea de toda a interpretação. O item está previsto na planilha do projeto. Plano Anual: Acessibilidade física: As aulas serão realizadas em locais acessíveis a todos os públicos. Mas, além do local em si, é importante destacar que as atividades do projeto estarão completamente abertas para a participação de pessoas com deficiência. Acessibilidade para deficientes visuais: Nossa equipe técnica estará preparada e capacitada para lidar com as necessidades desse público, adaptando os exercícios e atividades sempre que necessário. Também haverá a confecção de materiais de apoio em Braille, quando necessário, com o objetivo de contemplar Pessoas com Deficiência Visual que se interessarem por participar das atividades da Associação Pró‐Esporte e Cultura. Para a execução desta ação de acessibilidade, não será necessário incluir rubricas na planilha orçamentária do Plano Anual, uma vez que a entidade já possui uma impressora específica para a confecção deste item. Acessibilidade para deficientes auditivos: Nossa equipe técnica estará preparada e capacitada para lidar com as necessidades desse público, adaptando os exercícios e atividades sempre que necessário. Contrapartida: Acessibilidade física: O evento será realizado em local de fácil acesso, com piso tátil, banheiro adaptado e vagas exclusivas para pessoas com deficiência no estacionamento; Acessibilidade para deficientes visuais: Haverá confecção de materiais de apoio em Braille, quando necessário, com o objetivo de contemplar Pessoas com Deficiência Visual, essa triagem será realizada através do formulário de inscrição. Acessibilidade para deficientes auditivos: O evento contará com intérpretes de Libras, realizando tradução simultânea, caso necessário. O item está previsto na planilha orçamentária do projeto.

Democratização do acesso

No que concerne ao atendimento do Art. 21 da IN nº 05/2017 do MinC, o projeto prevê a adoção das seguintes medidas de democratização do acesso às atividades, conforme produto cadastrado: Curso/Oficina/Estágio: VII - realizar ação cultural voltada ao público infantil ou infantojuvenil: Todas as oficinas serão gratuitas e voltadas a estudantes de 07 a 14 anos. Espetáculo de Artes Cênicas: II - oferecer transporte gratuito ao público, prevendo acessibilidade à pessoa com deficiência ou com mobilidade reduzida e aos idosos; III - disponibilizar, na Internet, registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino e de outros eventos de caráter presencial, sem prejuízo do disposto no § 2º do art. 22; IV - permitir a captação de imagens das atividades e de espetáculos ou autorizar sua veiculação por redes públicas de televisão e outras mídias; Todas essas iniciativas serão registradas com fotos e filmagens. Os vídeos e imagens serão disponibilizados na íntegra no canal do Youtube e na página do Facebook da Associação Pró-Esporte e Cultura.

Ficha técnica

Os membros da diretoria da Associação Pró-Esporte e Cultura serão responsáveis, de forma voluntária, pela gestão do Plano Anual, além de fornecer todo o método de trabalho aos profissionais contratados. Com mais de duas décadas de atuação com projetos de cunho social, a entidade desenvolveu propostas metodológicas que combinam elementos culturais e esportivos à educação formal, além de trabalhar conceitos de cidadania e participação social com crianças e adolescentes. Com base nos instrumentais metodológicos produzidos pela Associação, será realizada capacitação inicial de todos os técnicos contratados e acompanhamento frequente do desenvolvimento do projeto. Além disso, pretende-se contar com os seguintes profissionais: ANGÉLICA DENISE SANTANA SARNE - professora de ballet (Serrana/SP), possui Bacharelado em Educação Física – 2009 – 2012 pelo Centro Universitário Claretiano/Batatais e realizou Curso Técnico em Dança teórico e pratico modalidades balé clássico, jazz, sapateado – 2005 – 2008 pela Escola Adriana Paula Ballet. Experiência Profissional: 2008-2014 – Escola Infantil Clube do Mickey (Cargo: Professora Dança e recreação); 2009-2015 – Escola Atheneu Lev Vygotsky física (Cargo: Professora Dança e educação); 2009-2010 – Escola Colégio Laura´s (Cargo: Professora Dança); EDUARDO ZANELLO (COORDENADOR GERAL) - Formado em Direito pela Universidade de Ribeirão Preto (UNAERP), já atuou como jogador de futebol profissional nas equipes do Botafogo F.C., Portuguesa de Desportos, Clube Atlético Mineiro e El Paso Patriots/Texas. Possui MBA em Gestão de Marketing pela Fundace/USP e em Gestão Empresarial GV/COC. É fundador da Associação Pró‐Esporte e Cultura (APEC). FAENA SIENA (SECRETÁRIA EXECUTIVA) – Formada em Administração pela Faculdade Anhanguera e pós-graduação em Coaching e Liderança para Gestão de Pessoas na Faculdade Metropolitana em andamento. MARIANA CARLA ÁVILA SIQUEIRA – Monitora de Danças Urbanas (Ribeirão Preto/SP) – Técnica em Teatro pelo SENAC. Foi professora de Danças Urbanas da Wellness Sport Club e do Rauds Dance Studio. Participou dos Festivais Hip Hop Internacional Brasil 2012 e 2014. MARIANA DE BARROS SOUZA (COORDENADORA ARTÍSTICA) - é bacharela em administração pela Universidade de São Paulo (USP), mestra e doutoranda pela mesma instituição. Possui experiência em gestão de projetos culturais, além de publicações acadêmicas na área. MIGUEL AFONSO DE SOUZA FILHO - monitor de ballet (Serrana/SP), Técnico em Dança, eixo Tecnológico; Produção cultural e Designer (Instituição: CAD-Centro Avançado de Dança-Desde: 2015). Experiência Profissional: Savegnago supermercados, como Empacotador, Operador de caixa, Cartazista; Projeto Dança Bacana, como professor de danças urbanas. CURSOS DE APERFEIÇOAMENTO: Hip Hop Dance Prof° Ralf Willian (BRA); Hip Hop Dance Prof° Henrique Bianchini(BRA); Hip Hop Dance Prof° João Victor Fernandes (BRA); Hip Hop Dance Prof° Marcelo Fernandes (BRA); Ragga Jam Prof° Laure Courtellemont (FRA); Ragga Jam Prof° Carla Mendes (BRA); Wacking e Locking Prof° André Pires (BRA);

Providência

Prestação de Contas final apresentada, aguardando análise.

2022-12-31
Locais de realização (12)
Bom Jesus de Goiás GoiásMonte Alegre de Minas Minas GeraisTupaciguara Minas GeraisUberaba Minas GeraisJussara ParanáNova Londrina ParanáBuritizal São PauloDescalvado São PauloJaboticabal São PauloNarandiba São PauloRibeirão Preto São PauloSerrana São Paulo