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Realização do curso "Ebó Ejé: religiões tradicionais no documentário brasileiro", no qual se investiga as diferentesabordagens de religiões tradicionais no documentário brasileiro, acionando pontualmente obras de ficção.
Ebó Ejé: religiões tradicionais no documentário brasileiro, ministrado por Ewerton Belico, investiga as diferentes abordagens de religiões tradicionais no documentário brasileiro, acionando pontualmente obras de ficção, em especial os trabalhos de Glauber Rocha, Cacá Diegues e Nelson Pereira dos Santos. 25 vagas / Carga horária: 18 horas / 9 aulas de 2 horas cada / Classificação indicativa etária: pessoas acima de 16 anos. >>> Resumo do curso Módulo 1 Aula 1 - O negro e a formação nacionalAula 2 - Tradições afro-baianasAula 3 - Os nós do sincretismo: a religião em um mundo órfãoAula 4 - O documentário e a dialética comunitária Módulo 2 Aula 5 - Cinema e descolonização: a SECNEB e seus filmesAula 6 - As formas da tradição na metrópole: o aquilombamento, entre o político e o cosmológicoAula 7 - Os fios redescobertos entre a África e o BrasilAula 8 - Santo Forte: um novo paradigma?Aula 9 - Na cripta, uma flor: transmissão e resistência no documentário brasileiro contemporâneo
OBJETIVO GERAL Realizar o curso "Ebó Ejé: religiões tradicionais no documentário brasileiro", ministrado por Ewerton Belico e produzido pela Anacoluto (Marisa Merlo), com o fito de investigar as diferentes abordagens de religiões tradicionais no documentário brasileiro, acionando pontualmente obras de ficção, em especial os trabalhos de Glauber Rocha, Cacá Diegues e Nelson Pereira dos Santos. Características e metas do produto: Encontros síncronos, 25 vagas, carga horária: 18 horas, 9 aulas de 2 horascada, público alvo: pessoas acima de 16 anos. OBJETIVOS ESPECÍFICOS 1. Contrapartida social: 03 palestras gratuitas ministradas por Ewerton Belico, voltadas para estudantes e professores de instituições públicas de ensino. Duração da palestra: 90 minutos / Vagas: até 150 vagas / Local: instituições públicas de ensino
O curso Ebó Ejé: religiões tradicionais no documentário brasileiro ofertará uma formação gratuita acerca de um conjunto de filmes que, em sua maioria, estão ausentes do principais meios de veiculação audiovisual disponíveis para o público brasileiro. Este conjunto de filmes se voltam à representação das manifestações religiosas tradicionais nas últimas décadas: suas lideranças, seus símbolos, suas músicas e danças, os modos de pensar e viver atrelados a diversas concepções de mundo formuladas por diversas comunidades tradicionais e suas expressões religiosas, apresentando um contato possível com alguns dos grupos formadores da sociedade e da cultura brasileiras, contribuindo assim para assegurar a continuidade e a sobrevivência desses modos de pensar e viver ao longo das gerações. Tratam-se de artefatos artísticos, os filmes, produzidos no seio de diferentes movimentos de pensamento e ação que tentaram compreender o Brasil nas últimas décadas, expressando um interesse profundo por um conjunto de produtos culturais originários do Brasil, a dizer, as diversas formas de expressão religiosa tradicionais. O curso Ebó Ejé ainda propicia incentivo à formação artística e cultural, mediante a gratuidade das inscrições, o acesso a discussões que, de outro modo, permeneceriam restritas ao meio dos festivais e mostras de cinema; formando e especializando agentes culturais no trato com material cultural oriundo das formas religiosas tradicionais que constituem as faces plurais da sociedade brasileira. De acordo com o Art. 3.º da Lei 8.313/91, o projeto tem a natureza de incentivo à formação artística e cultural, se adequando ao dispositivo que prevê "instalação e manutenção de cursos de caráter cultural ou artístico, destinados à formação, especialização e aperfeiçoamento de pessoal da área da cultura, em estabelecimentos de ensino sem fins lucrativos"; Assim, de acordo com o Art. 1° da Lei 8.313/91, a proposta preve: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais;III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores;IV - proteger as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsáveis pelo pluralismo da cultura nacional; VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória;IX - priorizar o produto cultural originário do País. Pelas características do projeto, de oferecer um curso com abordagem inédita sobre história do cinema brasileiro, e pela falta de recursos próprios da proponente que permitam a oferta desse curso gratuitamente, o incentivo fiscal como meio de financiamento do projeto apresenta-se como a principal forma de viabilização do mesmo.
Ebó Ejé: religiões tradicionais no documentário brasileiro, ministrado por Ewerton Belico, investiga as diferentes abordagens de religiões tradicionais no documentário brasileiro, acionando pontualmente obras de ficção, em especial os trabalhos de Glauber Rocha, Cacá Diegues e Nelson Pereira dos Santos. 25 vagas / Carga horária: 18 horas / 9 aulas de 2 horas cada/ Público: pessoas acima de 16 anos. O curso Ebó Ejé é realizado em nove encontros de duas horas de duração cada um, e se subdivide em dois módulos, o primeiro deles consistindo em 4 encontros e o segundo em outros 5 encontros. Esse percurso compreende um amplo espectro de debates cinematográficos, históricos e sociológicos em torno das religiões tradicionais brasileiras, desde os anos sessenta até a contemporaneidade. As aulas serão ministradas com base material textual e audiovisual fornecidos gratuitamente aos participantes, para promoção do debate acerca do tema abordado.
1. O local de realização do curso será um espaço acessível para pessoas com deficiência motora e de mobilidade. 2. Os trechos (cenas) de filmes exibidos em aula contaram com recursos de acessibilidade, em respeito aos artigos 18 e 19 da IN 02/2019 (LSE, audiodescrição e LIBRAS).
- Contrapartida social 03 palestras gratuitas ministradas por Ewerton Belico, destinadas para estudantes e professores de instituições públicas de ensino, conforme artigo 22 da IN 02/2019; Especificações: até 150 vagas, carga horária: 90 minutos cada palestra, público alvo: pessoas acima de 16 anos. Conteúdo: Resumo do curso sobre as religiões no cinema brasileiro: O negro e a formação nacional; Tradições afro-baianas; Os nós do sincretismo: a religião em um mundo órfão; O documentário e a dialética comunitária; Cinema e descolonização: a SECNEB e seus filmes; As formas da tradição na metrópole: o aquilombamento, entre o político e o cosmológico; Os fios redescobertos entre a África e o Brasil; Santo Forte: um novo paradigma?; Na cripta, uma flor: transmissão e resistência no documentário brasileiro contemporâneo - Curso integralmente gratuito; - 50% das vagas (13 vagas) do curso são voltadas para de estudantes e professores de instituições públicas de ensino. - Até 10% das vagas (2 vagas) ofertadas para distribuição gratuita por patrocinadores; - Transporte gratuito ao público, prevendo acessibilidade à pessoa com deficiência ou com mobilidade reduzida e aos idosos; - Permissão para veiculação das imagens das aulas por redes públicas de televisão e outras mídias;
PROFESSOREWERTON BELICO Ewerton Belico é curador, educador, roteirista e diretor. Vive e trabalha em Belo Horizonte, onde integra a Associação Filmes de Quintal, responsável pela realização do forumdoc.bh - festival do filme documentário e etnográfico de Belo Horizonte - e por inúmeros outros projetos em realização, formação e difusão audiovisual. Presidiu a Associação entre 2014 e 2018, e enquanto seu integrante, é um dos organizadores e curadores do forumdoc.bh desde 2005. Para o festival, coordenou as retrospectivas dos realizadores Fernando Coni Campos e Olney São Paulo, além das mostras Ebó Ejé - sobre as religiões afrodescendentes no documentário brasileiro - e Esta terra é a nossa terra - sobre as relações entre cinema documental e lutas fundiárias - dentre diversas outras. Foi ainda integrante das equipes curatoriais dos Festival Internacional de Curtas-Metragem de Belo Horizonte, e do Fronteira - Festival Internacional de cinema documentário e experimental de Goiânia. Foi ainda assistente na curadoria de curtas-metragem do Olhar de Cinema - Festival Internacional de Cinema de Curitiba. Foi também curador da mostra CineTropicália, sobre as relações entre o cinema brasileiro e o tropicalismo, realizada em parceria com o SESC/MG. Contribuiu para o catálogo de inúmeras mostras e festivais, com destaque para o artigo “ A véspera do fim do mundo - fragmentos distópicos, patologias do poder” publicado no catálogo da mostra Brasil Distópico, realizada na Caixa Cultural com a curadoria de Luís Fernando Moura e Rodrigo Almeida. Foi ainda jurado da primeira edição do Pirinópolis.doc - festival de cinema documentário de Pirinópolis. Participou de inúmeros projetos educativos e formativos em audiovisual, com destaque para Escola Livre de Cinema de Belo Horizonte - onde foi professor de história do cinema - para o Ponto de Cultura Audiovisual Quintal de Cultura - Aglomerado da Serra, onde foi coordenador e professor; e ainda para o programa de formação audiovisual para docentes da rede estadual de educação de Minas Gerais, comissionado pela SEC/MG. Foi ainda co-roteirista do longa-metragem Subybaya, dirigido por Leo Pyrata, contemplado no VI Filme em Minas - programa de fomento ao audiovisual - e lançado na XX Mostra de Cinema de Tiradentes. Foi co-roteirista e co-diretor, juntamente com Samuel Marotta, de Baixo Centro, contemplado no VII Filme em Minas, e vencedor do prêmio de melhor longa-metragem na XXI Mostra de Tiradentes. Baixo Centro foi exibido ainda em mostras e festivais como Hamburg Filmfest, Filmadrid, Neighboring Scenes, dentre outros. Atualmente desenvolve os roteiros da série documental A luta que não pode parar - com fomento do edital de desenvolvimento de projetos da CODEMGE/MG - do longa-metragem Para Aquilo que Sobrevive, juntamente com Luiz Pretti; finaliza o curta-metragem A Memória Sitiada da Noite; e prepara três mostras para o CCBB: A porta do mundo, sobre a música sertaneja no cinema brasileiro (juntamente com Samuel Marotta), uma retrospectiva do diretor Geraldo Sarno (juntamente com Leonardo Amaral) e a mostra Vidas Danificadas - Edgar Ulmer e seus contemporâneos. É ainda responsável pela apresentação da primeira temporadas do podcast de documentário do Itaú Cultural, Versões do Tempo, com lançamento previsto para março/2021. PRODUÇÃO, PRODUÇÃO EXECUTIVAresponsável por todas as decisões operacionais, administrativas e financeiras do projetoANACOLUTOMARISA MERLO A Anacoluto foi criada por Marisa Merlo em 2017, após seu desligamento da Grafo Audiovisual, produtora da qual foi sócia-diretora de 2008 a 2016. Nesta transição, a Anacoluto passa a ser Produtora Associada dos filmes realizados no período em que Marisa Merlo foi sócia da Grafo; sendo 6 longas-metragens, 1 série 5x26' e diversos curtas-metragens, que passaram por festivais nacionais e internacionais como Festival de Brasília, do Rio, Mostra de São Paulo, Gramado, Semana da Crítica de Cannes, Sundance, Montreal, Habana e Short-list do Oscar, e também lançados em circuito comercial em diversas capitais do Brasil e licenciados para canais de TV / players como TV Brasil, TV Cultura, Globo, Sesc TV, Canal Brasil, Canal Curta!, RPC TV, Canal Plus (França), AXN, Turner, Now, Vivo Play, iTunes, Google Play. A Anacoluto nasce em Belo Horizonte/MG com a intenção de desenvolver e acolher projetos autorais de cinema e TV que se adequam a desenhos de produção pequenos, realizados em parceria com outras miúdas e miúdos. É também por meio desta empresa que Marisa Merlo atua como freelancer em diversas áreas do cinema, como produtora, produtora executiva, diretora de produção, coordenadora de produção, curadoria. Nascida e criada em Sertãozinho/SP, Marisa Merlo (1986) é graduada em cinema pela Unespar (Faculdade de Artes do Paraná/Curitiba). É produtora, produtora executiva, diretora de produção, coordenadora de produção e curadora. Foi, de 2008 a 2016, sócia da produtora Grafo Audiovisual (Curitiba/PR), atualmente vive em Belo Horizonte/MG e possui a empresa Anacoluto, produtora de projetos audiovisuais autorais e prestadora de serviços freelancer (de filmes, séries e mostras). É Membro fundadora do Olhar de Cinema - Festival Internacional de Curitiba. Atuou em diversas áreas da produção em mais de 30 obras, sendo 10 longas-metragens, dentre eles “Nóis por Nóis” (2018), “Ferrugem” (2018), “Para Minha Amada Morta” (2015), “A Gente” (2013), a série “Nóis por Nóis” (2017)” e diversos curtas-metragens, que passaram por festivais nacionais e internacionais como Festival de Brasília, do Rio, Mostra de São Paulo, Gramado, Semana da Crítica de Cannes, Sundance, Montreal, Habana e Short-list do Oscar, e também lançados em circuito comercial em diversas capitais do Brasil e licenciados para canais de TV / players como TV Brasil, TV Cultura, Globo, Sesc TV, Canal Brasil, Canal Curta!, RPC TV, Canal Plus (França), AXN, Turner, Now, Vivo Play, iTunes, Google Play.
PROJETO ARQUIVADO.