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O Projeto prevê a relização do média metragem "Era Uma Era",gênero comédia infanto juvenil, de aproximadamente 39 min, no formato de finalização em HD.Como contrapartida social teremos oficinas formativas de práticas audiovisuais, e palestras.
Sinopse: Numa tarde ensolarada do ano zero dessa história, Barba Rala, personagem esquecido dentro de um livro que ninguém abre, decide iniciar uma nova empreitada: fundar um reino, ficar famoso e entrar para os Anais da História.Ele faz um chamamento convocando habitantes de seis universos distintos para habitarem o Reino ainda sem nome: Maria Vilhosa saiu de um livro de contos de fadas e não suporta finais felizes, Dono da Quebrada tem uma cachorra invisível que só se vê pela coleira, Dona Colherosa veio diretamente de um programa de receitas, Fulano deixou a grande São Paulo e Paulo Maluco traz consigo um diário chamado "Livro de Autos do Reino". Nele serão registradas todas as etapas do processo de construção e gestão desse Reino. A Era de Barba Rala aponta os primeiros indícios de construção: modos de produção, criação de uma moeda, sistema de governo e regulamentação. A Era de Paulo Maluco aborda os processos de digitalização e de uso de dados e mídias sociais como constituição da memória de um povo e manipulação de informações. Na Era de Dono da Quebrada será a vez das crianças, dos animais, dos esquecidos e invisibilizados sociais. Na Era de Fulano o tempo-máquina, o ritmo acelerado e as "pessoas-número" entrarão em ação. A Era de Dona Colherosa traz os empreendimentos, a manipulação do temperamento das pessoas de um Reino através daquilo que consomem: se na Era de Paulo Maluco consumiam informações e isso determinava seus humores e atitudes, na Era de Colherosa o alimento será o novo petróleo. A Era de Maria Vilhosa inaugura um retorno ao matriarcado, ao feminino esquecido, da igualdade de direitos e um novo padrão estético e funcional para o Reino. A cada Era, um novo governo. A cada governo, novos problemas. Afinal: qual é o papel do indivíduo no motor da História? Classificação Etária: Livre.
Objetivo Geral: "Era uma Era" é resultado de um processo de 9 anos de pesquisa com crianças e adolescentes de escolas públicas e privadas, de ensino formal e informal, e seu interesse pelo universo digital, tecnologia e relações mediadas pela virtualidade. Portanto, falo de "construir um Reino", depois de ter uma experiência real de construção de um universo sócio-cultural que abarca múltiplas culturas e identidades, que trouxeram conflitos complexos que inspiraram o roteiro. Essas situações me motivaram a criar cenas que produzem reflexões sobre convivência em sociedade. Objetivos Específicos: - Realização do média metragem "Era Uma Era", para o segmento de mercado Web , total de 39minutos. - Realização de 4 oficinas formativas. - Realização de 2 palestras sobre a temática do filme com crianças e adolescentes.
Apesar de ser direcionado para o público infanto-juvenil, a série atinge diferentes faixas eta´rias, culturas e regio~es, ao propor reflexo~es sobre cidadania e a difusa~o lu´dica de conteu´dos considerados complexos. A série, através de uma linguagem de entretenimento, possibilita do debate acerca da construção do espaço público/comum, da convivência com o diferente, do respeito ao próximo e da ética frente ao que é comum/público/de todos e todas. Desta forma desperta o interesse por um assunto que parece "pertencer apenas aos adultos": a construça~o da vida em sociedade, mas que em verdade, é constitutiva da moral e dos valores de todo ser-humano, independente da faixa etária. Uma proposta de obra audiovisual bem estrutrada, com conteúdo em excelente valor cultural, com linguagem específica e gestos criativos próprios, elaborada para ser projetada na internet (redes sociais) é a intenção deste projeto. O proponente busca o apoio dos mecanismos desta Lei, sabendo que a mesma é importante ferramenta para promover e fomentar a cultura de nosso país de forma justa e equilibrada. O projeto se enquadra nos seguintes incisos do art. 1º da lei 8313/91: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória. O projeto tem por finalidade (dentre as elencadas no art. 3º da lei 8313/91): II - fomento à produção cultural e artística, mediante: a) produção de discos, vídeos, obras cinematográficas de curta e média metragem e filmes documentais, preservação do acervo cinematográfico bem assim de outras obras de reprodução videofonográfica de caráter cultural.
Tema de fundo O tema de fundo gira em torno dos diferentes modelos e sistemas de governo que o "Reino Ainda sem Nome" experimenta ao longo das Eras e como cada sistema nasce, se mantém, colapsa e cede espaço à outro. A primeira temporada - proposta ao presente edital - é centrada no Rei Barba Rala, que quer entrar para a História a todo custo. Para isso, inaugura um Reino com seis habitantes no intuito de produzir histórias interessantes em seu cotidiano e, assim, expandir os horizontes e ser reconhecido. O "Reino Ainda sem Nome" representa as esperança de um recomeço para cada uma dessas personagens que abandonaram seus lugares de origem em busca de um destino melhor. Durante o crescimento e expansão do Reino surgem os primeiros indícios de conflitos entre interesses pessoais e coletivos. A cada nova temporada um cidadão comum é alçado ao poder e podemos ver os desdobramentos dessas lideranças e os impactos sobre a cultura do Reino e a vida dos cidadãos. Como se dá a construção da vida social e pública de um coletivo e o que esse coletivo entende por "bem comum"? Utilizando-se da metáfora de um Reino por construir-se, a série aborda as consequências de nossas ações perante a sociedade. Trazendo reflexões sobre as ferramentas necessárias para construir e manter um lugar comum, as figuras de poder que emergem para representar seus cidadãos, a lógica das trocas entre os mesmos, o surgimento de uma moeda local, de mão de obra local, de consumo, noções de direitos, deveres, éticas e a constituição da memória comum à esse coletivo. O principal foco da série como um todo não é o Rei, mas a Coroa. Não o cidadão que senta no trono, mas o que o trono em si provoca em quem nele senta. Tempo e Espaço: A narrativa inicia no ano zero da criação deste Reino e, na primeira temporada, é contada pelo seguir das páginas do Livro de Autos. Como consta no próprio nome "Era uma Era", o percurso é de uma Era para outra. Um "entre-tempos". O Reino é localizado em algum lugar no mapa. Pode ser qualquer lugar. Quando suas personagens visitam o "mundo real", a história se passa na cidade de São Paulo. Motivação Observando as séries voltadas para o público dessa faixa etária, percebi que as temáticas abordam, em sua grande maioria, as primeiras paixões, romances, relações familiares, escolares e entre amigos.Senti necessidade de criar um eixo temático que abordasse a constituição das relações num âmbito mais macro: envolvendo, não uma relação entre mãe e filho, mas entre cidadão e sua atuação no meio em que vive. Cidadão e seu ecossistema. No entanto, sabemos que temas como cidadania, relações que regem uma cidade, um país, ou que são responsáveis pela criação de novas leis e de novas condutas de pensamento, pode ser um tema abstrato demais para quem está acostumado a ver histórias com relações numa escala micro: mãe e filho, namorado e namorada, criança e cachorro, aluno e professor. Portanto, o objetivo principal deste projeto é desenvolver um roteiro que invista na estruturação de personagens bem específicos e lúdicos que trazem identificação imediata com diferentes eixos sócio-culturais. Desta forma investindo num roteiro que traga reflexões mais profundas sobre cidadania, responsabilidade e o impacto da ação de cada indivíduo no meio em que vive.
Tema a ser a abordado:O tema aborda, de forma lúdica, a vida em sociedade, na convivência entrehabitantes de um Reino fictício e seus governantes. A trama conta a saga do "ReinoAinda sem Nome" e seus sucessivos governantes ao longo de diferentes Eras. Acada Era, uma personagem assume a Coroa do Reino e governa segundos seusprincípios pessoais, afetando a vida dos cidadãos e cidadãs do Reino. O argumentopara o média-metragem conta a história da primeira Era sob o Reinado de BarbaRala. As personagens são representações arquetípicas de diferentes nichossócio-culturais trazendo diversidade e representatividade à trama. Formato: HD Gênero: Comédia infanto juvenil Argumento: O argumento de roteiro do média metragem "ERA UMA ERA - O Livro deAutos do Reino" integra um projeto transmídia infanto-juvenil idealizado pelaroteirista e dramaturga Verônica Gentilin. . O espetáculo teatral "Era uma Era" estreou em2015 sob dramaturgia e direção de Verônica e integra o repertório da Cia.Mungunzá de Teatro (https://www.ciamungunza.com.br/eraumaera). O primeirovolume literário será lançado no próximo ano pela Editora Ciranda Cultural. Enredo base: Os seis habitantes do reino tem um papel fundamental na narrativa. Todas as personagens representam a estratificação social e, cada uma ao seu momento, serve de escada para a saga do Reino ainda sem nome em busca de seu lugar na História. Todos querem se inscrever na História e serem perpetuados na memória futura desse Reino. Barba Rala estreia a Coroa do Reino de forma primitiva: assim como em todos os começos, desajeitado, investindo no método "tentativa e erro". Paulo Maluco traz resquícios de uma aristocracia: um híbrido entre uma figura jurídica e ao mesmo tempo, um mestre da estratégia. Seu governo contará com elementos de manipulação refinados. Dono da Quebrada, ágil, fluido e comunicativo, condensa várias dimensões sociais e quando alçar ao governo essa será a tônica de seu reinado. Maria Vilhosa com seu olhar arrojado e visionário trará grandes mudanças quando for sua vez, Dona Colherosa encarna a empreendedora e Fulano, cada um de nós em nossa vida ordinária. Todos convivendo, legislando, construindo, se relacionando, sempre sujeitos aos mandos e desmandos de quem está com a Coroa. A cada Era, um habitante assume a coroa em sua cabeça e acaba por repetir erros que condenou numa Era passada. A cada era-temporada um habitante é alçado à protagonista e vemos o transcorrer das ações pela sua ótica e subjetividade. Sentado no trono, o Rei de cada temporada cumpre a função da metonímia do Reino. O roteiro é desenvolvido transitando entre dois mundos: o "mundo real" e o "mundo fantástico". Um narrador que é uma voz que conduz toda a história mas a qual nunca vemos o rosto; um Rei que não entende nada de governo, uma mocinha que não nasceu pra ser "mocinha", um rapaz que tem uma cachorra invisível chamada "Quebrada", uma senhora que faz bolos com ingredientes que mudam o temperamento do Reino, um trabalhador da cidade de São Paulo que caiu de pára-quedas nessa fábula, e o conselheiro do Rei, que sonha em ficar rico e virar rei. Todas as personagens são alegorias que condensam qualidades intrínsecas a vários nichos sócio-culturais. São personagens fantásticos habitando um mundo real travestido de Reino falido. Mas com urgências e conflitos bem cotidianos e contemporâneos. Todas as relações tecidas entre essas personagens são simples na escala micro (individuais), mas fundamentadas em metáforas que as represente numa escala macro (sociedade). As ações "micro" terão consequências imediatas no "macro", impactando o Reino. A primeira temporada aborda de forma simples, bem humorada, caricata e alegórica, situações bem típicas que reconhecemos o tempo todo em nosso "mundo real": uma eleição que dá empate porque cada um votou em si mesmo ou um Rei que come o estoque de bolos para exportação e afunda o Reino em dívidas.São situações a priori ingênuas de personagens ingênuas, mas que são desdobradas de forma contundente e realista. Tal como a turma da série do Chaves foi passar as férias em Acapulco, essas personagens também transitarão pela grande São Paulo com dilemas bem reais, mesmo sendo oriundos de um conto de fadas falido. Conflito central: De "Fausto" de Goethe à "Chaves", essa obra se referencia em conflitos de ordem sistêmica: como cuidar da coisa pública, diferença entre público e privado, interesses pessoais e interesses coletivos. A relação subjetiva tecida entre o governante da vez e seu trono, sua coroa, seu cetro. A cada Era, um encontro entre a figura de poder e seu espelho, entre suas expectativas anteriores e o que conseguiu executar, entre o que julgou num governante passado e os erros que repetiu. A coroa traz o peso real de um personagem antagônico que coloca seus governantes em conflitos em muitas camadas: entre rei e povo, entre rei e sua consciência, entre rei e sua visão de mundo, entre rei e sua responsabilidade. E , conflitos de ordem secundários, entre os cidadãos de diferentes culturas convivendo e construindo uma ambiente comum.
PRODUTO PRINCIPAL: - Acessibilidade física:Não se aplica - Acessibilidade para deficientes visuais : Audiodescrição(narrador), Legendagem descritiva ou Legenda para surdos e ensurdecidos (LSE) e Língua Brasileira de Sinais - Intérprete em libras - Acessibilidade para deficientes auditivos : Audiodescrição(narrador) Legendagem descritiva ou Legenda para surdos e ensurdecidos (LSE) e Língua Brasileira de Sinais - Intérprete em libras PRODUTO CONTRAPARTIDA SOCIAL: Produto:Contrapartida Social - Acessibilidade física:O local para realização das oficinas e palestras possuiará o acesso por meio de rampas, corrimãos, avisos e sinalizações de identificação, de tal modo que o amplo acesso de gestantes, idosos, cadeirantes e de pessoas com dificuldades de locomoção e de seus respectivos acompanhantes, sendo que, todos estes, ainda terão banheiros adaptados e o atendimento especializado. - Acessibilidade para deficientes visuais: Durante as ações haverá equipe especializada para orientação e direcionamento dos deficientes visuais. - Acessibilidade para deficientes auditivos: Haverá presença de um intérprete em libras em um dos debates e em uma das oficinas.
PRODUTO PRINCIPAL :Média Metragem será disponibilizada gratuitamente no Youtube Em atendimento ao disposto no Artigo 21 da IN nº 2/2019 do Ministério da Cidadania, adotaremos: I - doar, além do previsto na alínea a, inciso I do artigo 20, no mínimo, 20% (vinte por cento) dos produtos resultantes da execução do projeto a escolas públicas, bibliotecas, museus ou equipamentos culturais de acesso franqueado ao público, devidamente identificados; além da previsão do art. 22; Produto Contrapartida Social: O proponente vai realizar oficinas formativas e palestras gratuitas, sendo que 50% dos beneficiários serão compostos por estudantes e professores da rede pública de ensino. PRODUTO CONTRAPARTIDA SOCIAL: 1)OFICINAS AUDIOVISUAIS PARA CRIANÇAS E ADOLESCENTES: OBJETIVO GERAL Proporcionar a inclusão social de adolescentes e jovens, por meio de oficinas audiovisuais, proporcionando a produção cultural, o desenvolvimento pessoal, convívio com a sociedade e defesa da cultura regional, despertando suas habilidades e competências para a vida e para o mundo do trabalho. OBJETIVOS ESPECÍFICOS Propiciar o acesso de adolescentes e jovens a equipamentos de gravação e oferecer oficinas multidisciplinares compreendendo as modalidades de manipulação de equipamento de edição de imagem, filmadora e câmeras. Despertar o interesse pelos estilos literários com a criação e execução de roteiros e incentivar o estudo histórico da cultura local para execução das tarefas propostas. Possibilitar a ampliação do universo artístico e cultural, bem como estimular o desenvolvimento de potencialidades, habilidades, talentos e propiciar sua formação cidadã. Os pequenos atores serão estimulados a descobrirem sua criatividade, vivenciando jogos e improvisações dramáticas de forma divertida. Poderão participar crianças e adolescentes entre 7 e 16 anos,estudantes da rede pública de ensino. METODOLOGIAAtravés de atividades criativas, jogos e brincadeiras, ele aprenderão a criar personagens para a televisão e o cinema.Dentro desse universo lúdico e artístico, os alunos entrarão em contato com técnicas de atuação que, plenamente desenvolvidas, irão trazer possibilidades profissionais para aqueles que já se interessam pela arte desde cedo. Um dos diferenciais do curso é a orientação e o contato integral com pais e responsáveis, para o bom desenvolvimento de cada aluno, de forma personalizada. VAGAS: 40 PESSOAS POR OFICINA. 2) PALESTRAS - RELAÇÃO CINEMA - EDUCAÇÃO PÚBLICO ALVO: ESTUDANTES E PROFESSORES DA REDE PÚBLICA DE ENSINO VAGAS: ATÉ 300 PESSOAS POR PALESTRA. O cinema constitui-se em um dos variados modos de expressão cultural da sociedade industrial e tecnológica contemporânea. A relação entre cinema e educação, seja no contexto da educação escolar ou da educação informal, é parte da própria história do cinema. Desde os primórdios das produções cinematográficas, produtores e diretores de cinema o consideravam como uma poderosa ferramenta para instrução, educação e reflexão humanas. Cabe ressaltar que a relação entre cinema e conhecimento excede o campo da educação formal. O cinema em relação ao conhecimento pode ser localizado no campo da imagem e da edição das imagens, em primeiro lugar, mas também envolvendo outros elementos como o som. Considerando-se a variedade de saberes apresentados nos filmes, é possível transcender a simples utilização do cinema como estímulo audiovisual ou como uma ilustração da realidade. Deve-se trazer para o campo da educação e da didática a reflexão e a investigação sobre como os filmes, as imagens e os estímulos audiovisuais educam as pessoas e influenciam seu imaginário. Para isso deve-se partir de uma análise sob um enfoque sócio-cultural para se construir uma didática que identifique e discuta as questões ideológicas e mercadológicas que envolvem produções culturais como o cinema. A utilização do cinema como veículo e ferramenta de ensino-aprendizagem oportuniza enfocar os aspectos culturais, históricos, literários e políticos, proporcionando uma visão integral do cinema enquanto mídia educativa. A inserção de novas estratégias de desenvolvimento do processo de ensino-aprendizagem é primordial para a inovação pedagógica e a adequação às mudanças sociais com a finalidade de proporcionar uma formação integral aos cidadãos. Nesse contexto o cinema se torna uma ferramenta educativa cheia de potencialidades ao constituir-se em um meio de contribui para a mudança social. Ao ser percebido como uma mídia educacional o cinema tem a possibilidade de inserir-se na sala de aula de forma promissora.
Ficha Técnica: Idealização: Verônica Gentilin Direção: Bruno Rico e Camila CruzDireção Geral: Verônica Gentilin Autoria: Cia. Mungunzá de Teatro e Verônica Gentilin Argumento e Roteiro: Verônica Gentilin Colaboração de Roteiro: Camila Cruz e Tatiana RehderDireção de Arte: Tatiana CurtoEfeitos especiais e cenografia digital: Lucas SchlosinskyAssistente de Direção de Fotografia/Gaffer: Pedro AugustoMontagem: Bruno Rico e Camila CruzProdutor Executivo/Controler: Gustavo SannaProdução executiva: Bruno Rico e Marcos Felipe Produção geral: Rico Filmes e Cia. Mungunzá de Teatro Currículos: Sandra Modesto Atriz, arte-educadora, produtora. Formação em Comunicação Social – Jornalismo. Se formou como atriz em 2006 quando fundou a Cia Mungunzá de Teatro juntamente com outros colegas do Teatro Escola Macunaíma. A partir daí atuou e produziu as montagens “Por que a criança cozinha na polenta”- direção de Nelson Baskerville (ganhou 6 prêmios de melhor atriz em festivais de teatro), “Luis Antonio–Gabriela” – direção de Nelson Baskerville, “Poema Suspenso para uma cidade em queda” - direção de Luiz Fernando Marques (Lubi), “Era uma era” - direção de Verônica Gentilin e “Epidemia Prata” com direção de Georgette Fadel. Foi assistente de direção nos espetáculos “As estrelas cadentes do meu céu são feitas de bombas do inimigo” e “Lou&Leo”, ambas com direção de Nelson Baskerville. Foi diretora assistente nos espetáculos “A Falecida” de Nelson Rodrigues, direção de Nelson Baskerville e Marcos Felipe, “Os sapatos que deixei pelo caminho” e “Hamlet Futebol Clube”, direção de Marcos Felipe - todas as montagens do Teatro do Kaos (Cubatão). Também fez os figurinos das seguintes montagens: “Era uma era” - direção de Verônica Gentilin“, Hamlet Futebol Clube” - direção de Marcos Felipe, “Epidemia Prata” - direção de Georgette Fadel e "Vocifera" - direção de Marcos Felipe e Lucas Beda. É idealizadora e gestora do Teatro de Contêiner Mungunzá, inaugurado em 2017. Verônica Gentilin Atriz, dramaturga, arte-educadora, artista visual e produtora. Integra a Cia. Mungunzá de Teatro desde 2009 (participa de todas as montagens do grupo). Atua como arte-educadora de artes integradas no Grão do Centro da Terra. Pesquisa as narrativas digitais e tecnologia criativa dentro de sala de aula. Trabalhou com arte-educação por 16 anos na Casa do Teatro (escola para crianças e adolescentes integrada ao Teatro escola Celia Helena). Trabalhou na rede Estadual de ensino como professora de artes e atuou no programa Vocacional como artista orientadora de Artes Integradas em 2015. Dirigiu e escreveu os espetáculos “Era uma Era” com a Cia Mungunzá de Teatro e “A[GENTE] com a Cia do Terreno. Criou e executou um projeto de mediação em arte no CCSP, intitulado “Recolhedores de Bocados”, em 2011. Em 2008 teve um microconto publicado pela editora Andross, na antologia de contos e microcontos intitulada “Entrelinhas”. Foi indicada ao Prêmio Shell de teatro como melhor autora junto a Nelson Baskerville pelo espetáculo “Luis Antonio Gabriela”. Foi indicada ao prêmio de melhor atriz coadjuvante nos festivais de: Campo Mourão (PR), Jundiaí, Pindamonhangaba e Ponta Grossa (PR) com o espetáculo “Por que a criança cozinha na polenta”. Foi contemplada com o Prêmio Funarte de Estímulo à Dramaturgia como autora do texto “Suspensões”, em 2007. Bruno Rico: No Cinema, Bruno atua como Diretor, Diretor de Fotografia e Produtor em longas e curta-metragens. Projetos Comerciais (Produção): - Momento Queens (Queensberry / Agência A Banda / 2018) - Semana do Conhecimento (Protege / Agência A Banda / 2018) Projetos Comerciais (Direção Bruno Rico) - Dia da Conquista Rubro Negra (África / 2019) - MitzvahDay Brasil / Rafael Cortez, Oscar Filho, Beja Back & Fabio Rabin (África / 2019) Longa-metragens (Direção de Fotografia) - Negro em Mim (Lente Viva / 2020) - O Olhar do Boto (Zaum / 2017) Virginia Iglesias - Atriz e produtora da Cia Mungunzá de Teatro desde 2009 (participa de todas as montagens do grupo). Formada em Turismo pela ECA/USP, em 1996. Sua formação como atriz acontece no Teatro Escola Célia Helena em 2008. Participa nas montagens “Por que a criança cozinha na polenta” e “Luis Antonio - Gabriela” - direção de Nelson Baskerville, “Poema suspenso para uma cidade em queda”- direção de Luiz Fernando Marques e “Era uma era” - direção de Verônica Gentilin. Integrou o Grupo Conexion Latina de 2006 a 2011 tendo participado das montagens “Nuestra Señora de las Nubes”, de Aristides Vargas, “Topografia de um Desnudo”, de Jorge Diaz e “Ridícula Concórdia”, de Humberto Garcia, todas dirigidas por Hugo Villavicenzio, e “Respira”, de Eduardo Adrianzen, dirigida por Carla Lorena Bauche. Participou como atriz, em 2009, do Núcleo de Direção Teatral na Escola Livre de Teatro (ELT) de Santo André/SP. Mestre: Luiz Fernando Marques (Lubi) do Grupo XIX de Teatro. Recebeu o Prêmio de Melhor Atriz na 9a edição do FETA- CAM Festival de Teatro de Campo Mourão (PR) em set/2009 com o espetáculo “Por que a criança cozinha na polenta”, de Aglaja Veteranyi. Gustavo Sanna Graduado em comunicação social no Centro Universitário Belas Artes, e pós graduado em Gestão Cultural pelo Senac, Gustavo Sanna possui em seu currículo a realização de mais de 30 obras em diversas mídias e formatos, com enfoque principal em teatro, dança e eventos culturais.Tem produzido espetáculos com ótima repercussão de crítica e público, frequentemente indicados a prêmios, dentre os quais se destacam Não nem nada (2014, duas indicações ao Prêmio Shell/14), Assim é (se lhe parece) (2014, dir: Marco Antônio Pâmio, três indicações ao Prêmio Shell/14), Gotas d’água sobre pedras escaldantes (2014, dir: Rafael Gomes, três indicações ao Prêmio Shell/14), O convidado surpresa (2014, dir: Rafael Gomes), Riso Nervoso (2013, Cia. As Olívias) e muitos outros.Trabalha com gestão de projetos culturais de diversos espaços e Cias teatrais, como a Cia Mununzá de Teatro, Cia Empório de Teatro Sortido, Instituto Cultural Capobianco entre outros. FUNÇÃO DO PROPONENTE NO PROJETO: A Rico Filmes, produtora artística com 4 anos de experiência no mercado audiovisual, será a responsável pela administração e gestão do projeto, acompanhando todas as etapas referentes ao projeto. Será responsável pela contratação da equipe envolvida para criação dos espetáculos e devidas prestações de serviço. A produtora também fará a gestão do projeto, e receberá recursos das rubricas de produção e direção. CURRÍCULO DO PROPONENTE: RICO FILMES é produtora de filmes Comerciais, Institucionais e de Cinema, fundada em 2016 pelo Diretor Bruno Rico. Na área comercial, produz vídeo-cases, vídeo-receitas, institucionais, brand-content, vídeo-clipes e web-series. No Cinema, Bruno atua como Diretor, Diretor de Fotografia e Produtor em longas e curta-metragens. Projetos Comerciais (Produção): - Momento Queens (Queensberry / Agência A Banda / 2018) - Semana do Conhecimento (Protege / Agência A Banda / 2018) Projetos Comerciais (Direção Bruno Rico) - Dia da Conquista Rubro Negra (África / 2019) - MitzvahDay Brasil / Rafael Cortez, Oscar Filho, Beja Back & Fabio Rabin (África / 2019) Longa-metragens (Direção de Fotografia) - Negro em Mim (Lente Viva / 2020) - O Olhar do Boto (Zaum / 2017)
PROJETO ARQUIVADO.