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PRONAC 211502Projeto encerrado por excesso de prazo sem captaçãoMecenato

Casa: um documentário sobre os impactos do home office na vida das mulheres brasileiras

CENTRO DE IMPRENSA ASSESSORIA E RADIO
Solicitado
R$ 599,9 mil
Aprovado
R$ 599,9 mil
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Prod. AV curta/média mtragem/Tv Edu Cult
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Projetos normais
Ano
21

Localização e período

UF principal
RJ
Município
Rio de Janeiro
Início
2021-07-01
Término

Resumo

O projeto prevê a criação de um documentário média metragem, finalizado em HD com cerca de 40 minutos de duração, sobre a adoção do home office e seus impactos para as mulheres brasileiras, durante e após a pandemia da covid-19. A fim de apreender as muitas facetas da questão, Casa irá entrevistar mulheres de diferentes regiões do Brasil, etnias, faixas etárias, ocupações e classes sociais, investigando os impactos dessa mudança para o futuro delas e do país.

Sinopse

Este projeto prevê a criação de um filme média-metragem no formato documentário que trata dos impactos da adoção do home office para as mulheres brasileiras contando com personagens de diferentes idades, profissões, classes sociais e regiões do Brasil. O filme vem ao encontro da necessidade de incluir em nossas obras culturais o debate sobre essa mudança no mundo do trabalho e familiar, contribuindo para o debate público sobre o tema. O filme será finalizado em HD, com cerca de 40 minutos de duração. Roteiro do média metragem em anexo. Classificação indicativa: livre

Objetivos

OBJETIVO GERAL: - Problematizar a adoção do home office especificamente para as mulheres brasileiras, a partir do olhar, percepção e vivência cotidiana delas próprias, durante e após a pandemia do novo coronavírus. A fim de apreender as muitas facetas regionais, profissionais e sociais da questão, Casa irá entrevistar mulheres _ inclusive especialistas e estudiosas do tema _ de diferentes regiões do Brasil, etnias, faixas etárias, ocupações e classes sociais, investigando os impactos dessa mudança para o futuro delas e do país. - Trazer elementos para o debate social em torno da implementação do home office no contexto das inequidades existentes entre homens e mulheres, contribuindo para a incidência de pessoas e entidades nas políticas públicas relacionadas ao tema. OBJETIVO ESPECÍFICO: - Um videodocumentário colorido, em formato HD, com tempo de duração de aproximadamente 40 minutos, com audiodescrição, legendagem descritiva e língua brasileira de sinais, a ser distribuído gratuitamente pela internet e em festivais de cinema; - Realização de palestra de lançamento do filme, enquanto ação de contrapartida social, com expectativa total de público de 600 pessoas.

Justificativa

Dentre as muitas, profundas e duradouras transformações decorrentes da pandemia da covid-19, destaca-se a utilização _ pouco ou nada planejada _ do home office por empresas públicas e privadas no Brasil. Apesar de inicialmente encarada como uma solução temporária frente à necessidade do isolamento social, diversas empresas já anunciaram a adoção total ou parcial do home office, mesmo após o fim da pandemia do novo coronavírus. Para as mulheres, que historicamente já sofrem uma série de iniquidades no mercado de trabalho, a mudança tem diversos significados. Há, de fato, elementos positivos a serem considerados, tais como: proximidade com a família e aumento do convívio familiar; eventual maior independência de horário; o ganho do tempo de deslocamento casa-trabalho; alimentação mais saudável. Porém, mesmo para homens, há uma série de prováveis prejuízos: perda de privacidade; excesso de trabalho; perda de limites entre tempo de trabalho e prazer; possibilidade de isolamento social com consequentes problemas de saúde mental; falta da troca com a equipe; inadequação e /ou desgaste de itens pessoais (computador, cadeiras etc.). Sem desconsiderar esses eventuais ganhos, o documentário Casa, por sua vez, dará destaque para o fato de que, no caso das mulheres, há um conjunto de iniquidades no mercado de trabalho que devem ser consideradas na avaliação da adoção do home office, principalmente num contexto de crise econômica decorrente da pandemia. As mulheres são mais afetadas pelo desemprego (40% superior que a taxa de desocupação dos homens, IBGE-2020), ocupam os principais setores afetados pela pandemia (como hotelaria, alimentação e serviços domésticos) e têm menores salários (22% menor que os homens, IBGE/DIEESE-2019). Acima de tudo, sobre elas recaem a sobrecarga do trabalho doméstico. Dados divulgados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), em 2019, mostram que as mulheres realizam serviços domésticos durante 18,5 horas por semana, em comparação com 10,3 horas semanais gastas pelos homens. A pandemia evidenciou também que sobre elas sempre recaem as atribuições do cuidado familiar (dos filhos, dos idosos, dos doentes), principalmente enquanto as escolas estiveram fechadas. Nesse contexto, elas correm mais risco de serem demitidas. Com as equipes mais enxutas, as empresas priorizam as pessoas com melhor desempenho: como a mulher vai ter alta produtividade sobrecarregada? De acordo com a pesquisa Pnad Contínua, do IBGE, no segundo trimestre de 2020, marcado pelo início da pandemia, o desemprego foi de 12% entre homens contra 14,9% entre mulheres. A pesquisa também mostra que, em junho, 7 milhões de mulheres deixaram o mercado de trabalho na última quinzena de março, contra 5 milhões de homens. Mesmo entre as mulheres, há diferenças nos impactos quando analisamos diferentes classes sociais e profissões: condições inadequadas para trabalhar (p. ex. quantidade e tamanho dos cômodos da casa) tendem a ser mais severas quão mais pobres forem as mulheres; quanto menos valorizada a profissão, menores as chances de o empregador oferecer flexibilidade (de horário, do cuidado dos filhos etc.) e menores as condições financeiras para pagar creche, babá etc. Além disso, nem sempre para elas casa significa segurança: 43% dos casos de violência contra a mulher acontecem no próprio domicílio (IPEA, 2019). Essa e as demais iniquidades levantadas acima são ainda mais profundas entre mulheres negras, jovens e de regiões mais pobres do país. Por todo o exposto acima, e considerando o longo histórico do CRIAR Brasil de atuação pela igualdade entre mulheres e homens tendo a comunicação como instrumento de mobilização e conscientização dos valores da cidadania, o projeto "Casa: um documentário sobre os impactos do home office na vida das mulheres brasileiras" se mostra relevante por, através de uma obra documental, trazer múltiplos aspectos, em contextos diversos, dos efeitos que a adoção do home office terá para o futuro das mulheres e do país, servindo assim como insumo para que pessoas e entidades incidam nas políticas públicas relacionadas ao tema. Além disso, o projeto se justifica por se enquadrar nos objetivos expressados no art. 1° da Lei 8.313, sendo: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais;: II - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais; III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; IV - proteger as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsáveis pelo pluralismo da cultura nacional; V - salvaguardar a sobrevivência e o florescimento dos modos de criar, fazer e viver da sociedade brasileira; Para isso, o projeto se enquadra nos seguintes incisos do art. 3 da mesma Lei II - fomento à produção cultural e artística, mediante: a) produção de discos, vídeos, obras cinematográficas de curta e média metragem e filmes documentais, preservação do acervo cinematográfico bem assim de outras obras de reprodução videofonográfica de caráter cultural;

Especificação técnica

Formato HD Colorido Tempo de duração: aproximadamente 40 minutos Legendas: Português.

Acessibilidade

Produto: Média Metragem O filme será finalizado com as seguintes medidas de acessibilidade de conteúdo: - Audiodescrição: narração, em língua portuguesa, integrada ao som original da obra audiovisual, contendo descrições de sons e elementos visuais e quaisquer informações adicionais que sejam relevantes para possibilitar a melhor compreensão da obra. - Legendagem descritiva: transcrição, em língua portuguesa, dos diálogos, efeitos sonoros, sons do ambiente e demais informações da obra audiovisual que sejam relevantes para possibilitar a melhor compreensão da obra. - Língua Brasileira de Sinais – LIBRAS: forma de comunicação e expressão, em que o sistema linguístico de natureza visual-motora, com estrutura gramatical própria, constitui um sistema linguístico de transmissão de ideias e fatos, oriundos de comunidades de pessoas surdas do Brasil. Produto: Contrapartida Social Acessibilidade Física: as ações formativas serão realizadas em espaços físicos que contem com facilitadores para a locomoção de pessoas com deficiência física. Acessibilidade auditiva: Intérprete de libras. Acessibilidade visual: Audiodescrição.

Democratização do acesso

Referente à distribuição gratuita à população adotaremos o exposto no item "a", inciso I do artigo 20 Instrução Normativa nº 2/2019 do Ministério da Cidadania para a doação gratuita de 20% do total de produtos, a saber: a) mínimo de 20% (vinte por cento) exclusivamente para distribuição gratuita com caráter social, educativo ou formação artística. Adotamos também o exposto no inciso III do artigo 21 da IN nº 2/2019 do Ministério da Cidadania, a saber: III - disponibilizar, na Internet, registros audioviuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino e de outros eventos de caráter presencial, sem prejuízo do disposto no § 2º do art. 22. O filme será disponibilizado na plataforma digital de distribuição de vídeos YouTube de forma totalmente gratuita.

Ficha técnica

Coordenação Geral e Proponente - CRIAR BRASIL O CRIAR BRASIL – Centro de Imprensa, Assessoria e Rádio - é uma organização não governamental, sem fins lucrativos, que atua pela democratização da comunicação desde 1994. Uma história escrita em parceria com ampla rede de comunicadores populares e instituições da sociedade civil. Articulação pautada no compromisso com o fortalecimento da cidadania. A proponente realizará a função de Coordenadora Geral, sendo a responsável pela total gestão do processo decisório do projeto, logo remunerada por estas rubricas orçamentárias. Diretora de Produção - Rosangela de Jesus Fernandes Formada em jornalismo com mestrado em Comunicação e Cultura pela ECO/UFRJ, especialização em Gestão Pública e Comunicação empresarial. Possui experiência em gestão, atuação em organizações não governamentais, inclusive em cargo de coordenação. Experiência na área de comunicação: rádio, TV e internet - como roteirista, produtora, locutora, repórter, editora de texto. Em vídeo, participou dos documentários do Repórter Record, da TV Record; Caminhos da Reportagem, TV Brasil; e docs do Criar Brasil como Tapajós, além de centenas de reportagens nos programas jornalísticos da TV Record, TV Educativa e TV E, além de produções da ONG Criar Brasil. Roteirista - Marcelo Guerra Formado em Jornalismo pela UERJ, Mestre em Artes com ênfase em cinema pela UFF, curso de direção de cinema na EICAR em Paris e com curso de Roteiro para cinema e TV na Escola de Cinema Darcy Ribeiro. Domínio das técnicas cinematográficas desde a produção, passando pelo roteiro e direção e chegando a edição. Conhecimento das teorias e estudos cineinematográficos, principalmente história do cinema mundial, tema abordado na dissertação de mestrado. ROTERISTA, CRIADOR E DIRETOR DA WEBSÉRIE "A VIDA SEXUAL DE BABU" - Segunda Temporada Exibida no site do Canal Multishow. ROTERISTA, EDITOR E DIRETOR de vídeos de ficção para campanha contra a Violência Contra as Mulheres e Depressão Feminina da Secretária Política para as Mulheres do Ministério da Saúde. Produtora - Viviane Nascimento de Oliveira Formada em comunicação social com habilitação em Radialismo (audiovisual) e Jornalismo, pós-graduada em jornalismo cultural. Experiência em direção, roteiro e produção de áudio, vídeo e texto. Trabalhos mais recentes: assistente de direção dos vídeos “Não é sua culpa” e “Depressão” do Projeto Mulheres: Quero Mais Saúde!; produtora e jornalista para o “Seu Jornal”, da TV dos Trabalhadores; produtora do programa “Sintonia”; roteirista e produtora do vídeo “Jornada: Violência contra Crianças”; produção e divulgação do filme “Um Golpe, 50 Olhares; Roteirista e diretora do videoclipe “Teu Olhar”. Assistente de diretor - Adriana Maria Jornalista com experiência em gestão e coordenação de projetos sociais. É coordenadora executiva do Centro de Imprensa, Assessoria e Rádio – CRIAR BRASIL, gerenciando projetos de comunicação que envolvem produção audiovisual, conteúdo para a internet, além de atividades de capacitação de comunicadores populares. Sonoplasta - Douglas Vieira Radialista, possui vasta experiência em operação, edição, montagem, sonoplastia e produção musical. Opera e domina Softwares Profissionais de música:• VEGAS e SOUNDFORD da SOUNDFOUNDRY, COOLEDIT e PRO TOOLS, • Edição no Avid Express e Rádio na Web. Leandro Vales - Diretor de fotografia e Editor Formado em Cinema pela Universidade Gama Filho e pós graduado em Relações Internacionais pelo CLIO INTERNACIONAL. Acumula experiência em direção cinematográfica, edição e legendagem. Trabalho mais recentes: Diretor de Fotografia e Editor de Imagem no Filme MUDANÇAS; Editor de Imagem no quadro PAPO DE MÚSICA – RÁDIO MEC; Diretor de Fotografia do curta – QUERO MAIS SAÚDE – SPM / GOVERNO FEDERAL; Editor de Imagem no curta – JORNADA: Cidadania e Participação – PETROBRAS – Diretor de Fotografia Diretor de Fotografia e editor do filme Um Golpe, 50 OLHARES – MINISTÉRIO DA JUSTIÇA / GOVERNO FEDERAL.

Providência

PROJETO ARQUIVADO.

2024-06-30
Locais de realização (4)
Salvador BahiaSantarém ParáRio de Janeiro Rio de JaneiroSão Paulo São Paulo