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Produção de um filme de gênero documental, média-metragem, com duração de 50 minutos, no formato Full HD (1920x1080) que mistura imagens reais com pequenos trechos animados, onde o Sertão é reconstruído a partir das memórias de cinco migrantes que vieram para o interior de São Paulo há algumas décadas. Através do poder da oralidade, eles nos transportam para esse espaço e contam o universal e o singular da juventude vivida ali. O gênero predominante no média-metragem é o documental. Como produto secundário, editaremos e publicaremos um livro ilustrado (de 32 páginas, capa dura, feito em papel offset e com dimensões de 19,2 cm de largura por 21,6 cm de altura), que contém, metaforicamente, um resumo dessas cinco jornadas. Também ofereceremos uma Oficina de Formação Audiovisual, como contrapartida.
O média-metragem é um documentário de indicação livre, segundo os parâmetros da classificação indicada no Guia Prático – 2012 da Secretaria Nacional de Justiça/MJ. O filme começa com cenas do interior de São Paulo que, apesar de urbanas, revelam mandacarus nas calçadas de cimento, hortas em pequenos terrenos e criação de animais rurais ao lado de prédios. Essas imagens ilustram a construção de um espaço marcado pela origem daqueles que o ocupam. Diva Rosa explica que veio para São Paulo há mais de quarenta anos. Ela se refere ao seu lugar de origem como "meu Goiás velho" e conta que lembra melhor episódios da sua infância do que sobre o que vem acontecendo nos últimos dias. "A memória da gente é igual um copo..." ela diz, "a primeira água que é colocada lá, fica no fundo, vai colocando e quando o copo estiver cheio, o que é colocado depois, sai pra fora, e o que tava lá, permanece lá dentro. O que aconteceu há quinze dias atrás, eu não me lembro, mas o que aconteceu há 30, 50 anos atrás, tá guardado." Essa introdução dá origem à costura de uma série de relatos. Neide evoca cenas do passado com grande poder de oralidade: "Pense num sol quente, com a mochilinha nas costas, os caderninhos no braço, suava… Poeirão, chegava lá e os pés chega tava branco de poeira." Essa descrição é complementada por Carminha, que diz que se formavam bancos de areia em que os pés afundavam e saíam queimados, grande parte das vezes, se estivessem descalços. Em paralelo, a animação de uma pequena menina começa a traçar uma metáfora aos relatos apresentados. A criança se sente muito pequena em relação ao ambiente que a cerca, um cacto se converte numa montanha a ser escalada e um pássaro lhe dá carona até seu ninho para que a garota observe como trata seus filhotes. Todas as nossas protagonistas mulheres brincavam de cozinhar com pequenas panelinhas e faziam de espigas de milho, suas bonecas. Os relatos delas se complementam com mais frequência (possuem mais pontos em comum) do que as histórias contadas pelo Sr. Avelar. Apesar disso, quando se trata das recordações das infâncias, essas meninas brincavam de estilingue, caçavam, ajudavam seus pais no roçado e até se aventuravam dentro de redemoinhos. Quanto à adolescência, a saudade das festas juninas é unânime. O lugar onde todos tiveram suas primeiras experiências de paqueras, mas onde também começaram a perder suas liberdades e serem mais vigiados pelos pais. Na animação, esse momento é representado por um choque entre a menina e um pau de sebo de uma festa de São João. Voando com seu balão movido a lamparina, a menina bate no objeto, cai e precisa se esticar para alcançar a mochila presa na ponta do pau de sebo. Esse estirão é irreversível e a adolescente se encontra enorme, já sequer cabe na casa dos seus pais. A essa sensação de desencaixe, também se soma uma percepção do que é justo e o que não é dentro da cabeça desses jovens. Carminha, de Pernembuco, conta que muitos não tinham absolutamente nada. O jogral vai se formando, mas nenhum dos entrevistados se encontram em um mesmo espaço, eles complementam os discursos dos outros protagonistas de forma espontânea. Dividem memórias muito similares. Os redemoinhos, poucos conhecidos pelos paulistas, marcaram muito a infância desses cinco personagens. Diva conta de um dia que resolveu desafiar os conselhos da família e tentar entrar em um. Com uma enxada, ela começou a ser levada e girar dentro do redemoinho, até que o pai o cortou com um arame, e ela caiu no chão. Mas no espaço fictício e metafórico da animação, a queda do redemoinho significa que a personagem já não consegue alçar voo, e que necessita encontrar outra forma de empreender suas aventuras a partir desse momento. Ainda gigante, ela cruza com um caminhão pau de arara e se dá conta que, andando, consegue vencer distâncias mais rápido que ele. Dessa forma, ela passa a se compreender grande em um sentido positivo e o ultrapassa para começar sua travessia em direção ao Sul. Marcamos aí o ponto de giro da história. Os personagens começam a relatar sua decisão de migrar e como se deu essa jornada. Diva Rosa veio com os três filhos, fugindo do ex-marido, em um ônibus onde os outros passageiros a ajudaram na mudança. Carminha foi trazida por um irmão para trabalhar na casa de uma senhora. Cada um empreendeu sua própria viagem. Durante os relatos sobre essa fase adulta, metaforizamos os sentimentos da personagem animada através das cores. Por estar desenhada em tons claros e translúcidos, ela acaba deixando transparecer em si as cores ao seu redor, passa a emanar os tons de cinza que os prédios e indústrias onde trabalha, apresentam. Esses ambientes monocromáticos passam a mudar quando ela começa a trazer para sua casa os elementos que a fazem lembrar de sua cultura: mudinhas de cactos, uma toalha de chitão, um cobertor de retalhos, etc. Os relatos cruzados nesse momento são sobre as famílias e as casas que os personagens construíram em São Paulo. Carminha comenta o quanto aproveitou os terrenos baldios ao redor da sua casa, uma das primeiras do bairro, para plantar mandioca, milho, mamão e criar alguns animais. Diva Rosa mostra seu quintal, repleto de árvores típicas do sertão goiano. Avelar é taxativo quando afirma que boa parte da cidade de São Paulo e da região de Campinas foi construída por sertanejos. Memórias mais recentes, sobre as visitas que fizeram a suas famílias, se mantêm bem vivas e são contrapostas às recordações do sertão da infância. Alguns só voltaram ao seus lugares de origem após muito tempo, depois de mais de trinta anos vivendo aqui As animações, dessa vez, revelam o Sertão de agora pelos olhos de alguém que retorna após anos a seu lugar de origem, o que parecia gigante nas recordações da infância, agora tomam a dimensão real, um cacto não pode ser escalado, os passarinhos dos quais eles lembravam, quase não existem mais. Frutas que queriam comer novamente e já não encontraram, áreas rurais que se transformaram em urbanas, parte das paisagens tomadas por carvoarias. A partir desse momento, o Sertão lembrado pelos protagonistas, o imaginado pelo espectador e as cenas do cotidiano de São Paulo, tudo é conectado pela narrativa. Algumas imagens dos bairros em que nossos protagonistas habitam acabam evocando as imagens que eles descreveram em suas memórias, a igrejinha branca com portas e janelas azuis, a feira que vende castanha de Baru, etc. Parte do Sertão está em São Paulo; nas comidas, quermesses e construções. Os arcos de vida de todos eles envolvem travessia e muita batalha. Ao perseguir seus objetivos, migrar e deixar parentes e amigos, cada protagonista passou parte da sua vida questionando seu lugar no mundo. A conclusão dessa narrativa parece ser que o pertencimento está atrelado ao que você leva da sua terra contigo, e não sobre onde você está.
O OBJETIVO GERAL desse projeto é produzir um média-metragem e um livro ilustrado que ajude a repovoar o imaginário coletivo sobre o Sertão através protagonistas inventivos, corajosos e que superaram diversos conflitos para chegar onde estão hoje. O média-metragem Jovem que desceu do Norte busca reconstruir o espaço do Sertão através de relatos contados por pessoas que migraram do Sertão há algumas décadas. Logo, estamos falando de personagens já não tão jovens assim, veteranos nas itinerâncias da vida e cujas memórias sobre seu lugar de origem ainda estão vívidas. Alguns desses personagens estão na transição entre a meia e a terceira idade e outros já são idosos. No livro Manuelzão e Miguilim, Guimarães Rosa, um dos principais autores que construíram o imaginário do país sobre o Sertão, coloca em bonitas palavras aquilo que representa um dos maiores objetivos desse projeto: "...competia se mandar enviados com paga, por aí fundo, todo longe, pelos ocos e veredas do mundo Gerais, caçando - para se indagar _ cada uma das velhas pessoas que conservavam as estórias." No contexto do ano 2021, com a COVID-19, também observamos o quanto a vida das pessoas mais velhas não foram e nem estão sendo devidamente valorizadas. Logo no começo da pandemia, as discussões a respeito da quarentena perpassavam comentários como "apenas pessoas mais velhas e com comorbidades correm risco de vida". Essa falta de empatia e alteridade também está relacionada, entre outras coisas, à falta de representatividade midiática desse grupo. É necessário contar mais histórias sobre nossos idosos e com a urgência de explorar e guardar valiosas informações que não estão em nossos livros de histórias didáticos sobre a região. Conhecimentos que foram passados de pai para filho via oralidade. Quanto ao caráter de urgência, também é importante levar em consideração o quanto desses arquétipos de anciãos e mentores estão desaparecendo e que, possivelmente, já não estarão entre as próximas gerações, como, por exemplo: o quitandeiro. As pequenas cidades interioranas começaram a ser invadidas pelas grandes redes de mercado nos últimos anos, aos poucos, elas estão substituindo as pequenas vendas. E conforme o contingente populacional tem subido, muitas famílias estão dividindo seus terrenos, e as senhoras que antes cultivavam suas ervas e criavam alguns animais, já não possuem o mesmo espaço. A conformação do espaço acaba impactando os costumes também. Outro objetivo desse projeto é desassociar miséria e sofrimento das histórias dos sertanejos que migraram para São Paulo. No caso dos sertanejos, os conceitos de miséria e sofrimento seguem atrelados à imagem da região desde a "construção" do país, em que o dividiram em um litoral "civilizado" e em um interior "selvagem". Euclides da Cunha, em 1902, escreveu Os sertões, um livro em que documentou a Guerra de Canudos. Nessa obra, ele denuncia todo o sofrimento de um povo esquecido, mas também o caracteriza como "sub-raça sertaneja do Brasil". Esse preconceito foi reverberando na história do país. Na década de 80, por exemplo, a banda Ira cantava os seguintes versos no refrão da música Pobre Paulista: "Não quero ver mais essa gente feia/ Não quero ver mais os ignorantes/ Eu quero ver gente da minha terra/ Eu quero ver gente do meu sangue". O próprio vocalista do grupo assumiu que se tratava de uma música xenófoba e racista. É necessário apresentar uma variedade de narrativas sobre a região e também sobre como o legado cultural do Sertão reverbera em outros espaços. Combater o preconceito contra o povo sertanejo e nortista (concepção popular da palavra onde quem veio de cima veio do Norte) perpassa pelo aspecto cultural. E quando essa parcela da população é representada, a identificação do público costuma ser muito forte. Um exemplo disso são obras como "Cabras da Peste", "O Auto da Compadecida", "Cine Holliúdy" e o "Velho Chico" que, entre outras histórias potentes, foram sucesso de crítica e também de audiência. Para atingir esse objetivo geral, as ações que serão realizadas no projeto e configuram os OBJETIVOS ESPECIFICOS são, em uma primeira etapa, a produção do documentário (parcialmente animado) e, em uma segunda etapa, a confecção do livro ilustrado (cujas imagens derivam da animação) e que complementa a narrativa. O média-metragem será distribuído através de festivais de cine, TV Cultural e, posteriormente, ficará disponível na internet, gratuitamente. Também enviaremos cópias aos Centros de Tradição Nordestinas, como é o caso do CNT em São Paulo e do Centro Luiz Gonzaga no Rio de Janeiro, além de outros espaços culturais no interior dos estados. Quanto à distribuição do livro, parte dos 3.000 exemplares impressos do livro serão doados para escolas e instituições culturais e parte será comercializado à preço popular, para democratizar o acesso a esse bem artístico e cultural. Todas essas ações estão em consonância direta com os seguintes incisos do Artigo 2º, do Programa Nacional de Apoio à Cultura (PRONAC): Art. 2o Na execução do PRONAC, serão apoiados programas, projetos e ações culturais destinados às seguintes finalidades: I - valorizar a cultura nacional, considerando suas várias matrizes e formas de expressão; II - estimular a expressão cultural dos diferentes grupos e comunidades que compõem a sociedade brasileira; III - viabilizar a expressão cultural de todas as regiões do País e sua difusão em escala nacional; IV - promover a preservação e o uso sustentável do patrimônio cultural brasileiro em sua dimensão material e imaterial; V - incentivar a ampliação do acesso da população à fruição e à produção dos bens culturais; VI - fomentar atividades culturais afirmativas que busquem erradicar todas as formas de discriminação e preconceito; VII - desenvolver atividades que fortaleçam e articulem as cadeias produtivas e os arranjos produtivos locais que formam a economia da cultura; VIII - apoiar as atividades culturais de caráter inovador ou experimental; IX - impulsionar a preparação e o aperfeiçoamento de recursos humanos para a produção e a difusão cultural;
O projeto Jovem que Desceu do Norte busca trazer para a tela histórias emocionantes que transmitam o legado cultural da região do Sertão. Almejamos alcançar um público que gosta de se reconhecer na tela, sertanejos que, vivendo fora do Sertão, possam encontrar um pouquinho de suas raízes representadas. Existe uma grande quantidade de empresas formadas por migrantes dessa região que, identificadas com o tema, se somariam no patrocínio via Lei de Incentivo. O livro que será feito a partir do documentário é uma oportunidade de expandir o universo, já que a parte animada do documentário metaforiza histórias e emoções compartilhadas por muitas pessoas que também gostariam de ver fragmentos de seu passado eternizados em um livro. O objetivo do documentário é celebrar a cultura da região do Sertão, compreendendo os Estados que possuem territórios tomados pela região Sertaneja como parte integrante dessa cultura. Essa proposta está diretamente ligada aos incisos VIII e IX do Artigo Primeiro da Lei de Incentivo à Cultura. VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória; IX - priorizar o produto cultural originário do País. Além de buscar janelas de exibição em festivais, salas de cinema e TV Culturais, vamos, posteriormente, disponibilizar o média-metragem na plataforma YouTube, de forma gratuita, faremos acordos com Centros de Tradição Nordestinas e outros espaços culturais para distribuir o conteúdo gerado. Esse objetivo está de acordo com os incisos II, III, IV do Artigo 3 da Lei de Incentivo à Cultura: II - fomento à produção cultural e artística, mediante: a) produção de discos, vídeos, obras cinematográficas de curta e média metragem e filmes documentais, preservação do acervo cinematográfico bem assim de outras obras de reprodução videofonográfica de caráter cultural; (Redação dada pela Medida Provisória nº 2.228-1, de 2001) III - preservação e difusão do patrimônio artístico, cultural e histórico, mediante: d) proteção do folclore, do artesanato e das tradições populares nacionais; IV - estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais. Parte desses livros e DVDs serão doados para instituições culturais e parte será oferecido às empresas que apoiarem o projeto, isso estará melhor detalhado no plano de destribuição. O restante dos livros será vendido a preço popular, com intuito de democratizar o acesso a bens culturais. Fortalecer laços econômicos, diplomáticos e identitários com os Estados que nos circundam pode trazer grandes benefícios ao nosso país, porém, isso perpassa valores culturais que são construídos através da educação e do consumo de conteúdos que nos façam conhecer mais o outro e a nós mesmos.
Nosso projeto audiovisual envolve duas linguagens, Documentário e Animação, que são factíveis de serem produzidas durante a pandemia e em qualquer fase da quarentena. O documentário exige equipes muito menores que a ficção, no audiovisual. As equipes de gravação de um documentário são formadas por três a cinco pessoas, no máximo, e o tempo de gravação das entrevistas é muito menor. Além disso, quatro dos cinco personagens que vamos entrevistar já tomaram a vacina, e estamos cotando no orçamento, testes para e equipe e verba para todas as medidas de segurança necessárias. Depois da gravação, que deve durar uma ou duas semanas, todo o processo acontecerá de forma remota: edição, escolhas de trechos para serem animados, animação e finalização de áudio e cor. O segundo produto que vamos entregar, um livro ilustrado, também será feito de forma remota, com reuniões digitais e cada profissional trabalhando desde a sua casa. Todo o desenvolvimento e pesquisa do projeto foram feitos dessa maneira. Os produtos resultantes desse projetos também podem ser consumidos em qualquer fase da pandemia, sem gerar aglomeração ou gerar risco para o espectador. Sendo assim, não será necessário adiar as etapas do projeto, mesmo com um agravamento da pandemia. A parte animada do Média-metragem conta com um storyboard inicial que será anexado nos documentos. Ela também indica como serão algumas imagens do livro ilustrado.
O Formato do média-metragem é Full HD (1920 x 1080), composto por imagens live action e Animação 2D. Quanto ao Livro, é um livro ilustrado, de 32 páginas, capa dura, feito em papel offset e com dimensões de 19,2 cm de largura por 21,6 cm de altura. Quando aberto, o livro tem dimensões proporcionais a uma tela e comparte os cenários da própria animação 2D do média-metragem. A Contrapartida Social de Formação, que se constitui em uma oficina de Introducão à Linguagem Documental no Audiovisual será feita de forma digital, com uma apostila em PDF e transmitida através de reuniões do Zoom, para 450 pessoas. Faremos chamadas nas redes sociais (Instagram e Facebook) em grupos/páginas de audiovisual e de faculdades/escolas de cinema, assim como escolas públicas de Ensino Médio. DECLARAMOS EXPRESSAMENTE que 50% (cinquenta por cento) dos beneficiários dessa ação formativa cultural se constituirão de estudantes e professores de instituições públicas de ensino. Faremos isso através da exigência de documentos, no ato de incrição da atividade, por exemplo, pediremos Comprovante de Matrícula em Instituição Pública ou Atestado de Trabalho (no caso de professores).
O média-metragem contará com Libras, Legendas Descritivas e Audiodescrição. Todas essas medidas estão cotadas no orçamento. As libras e legenda descritiva serão disponibilizadas nas exibições em festivais e serão feitas sessões especiais para os que quiserem acessar ao filme com a audiodescrição. Após o perído de exibição em festivais, o média-metragem será disponibilizado ao público, na internet, através da plataforma de vídeos/site YouTube, de forma gratuita, através de diferentes links e cada espectador poderá acessar o conteúdo com medidas diferentes de acessibilidade (Libras, Legendas Descritivas e Audiodescrição) de acordo com o link. O livro ilustrado contará com uma completa audiodescricão do livro, que será disponibilizada, gratuitamente, online, através da principais plataformas de streaming de conteúdo sonoro (Spotify, Deezer, Google Podcasts etc..).
Nossa Ações de Democratização estão em conssonância com dois itens do Artigo 21 da Intrução Normativa do Programa Nacional de Incentivo à cultura, sobre medidas de ampliação do acesso: I - doar, além do previsto na alínea "a", inciso I do artigo 20, no mínimo, 20% (vinte por cento) dos produtos resultantes da execução do projeto a escolas públicas, bibliotecas, museus ou equipamentos culturais de acesso franqueado ao público, devidamente identificados; Faremos 40 cópias Blueray do média-metragem, que destribuiremos às instituições culturais e escolas públicas de Campinas, cidade do interior de São Paulo. Dos 3.000 livros ilustrados impressos, doaremos 600 às instituições culturais e escolas públicas de Campinas. Os livros derivados das animações do média-metragem são ilustrados e com forte apelo ao público infantil e juvenil. As ilustrações são lúdicas e representam a infância e juventude no Sertão, através das memórias de sertanejos veteranos que hoje vivem em São Paulo. Dessa forma, parte desses livros vão ser doadas para escolas públicas de educação infantil e fundamental. III - disponibilizar, na Internet, registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino e de outros eventos de caráter presencial, sem prejuízo do disposto no § 2º do art. 22; Após o período de exibições em festivais, salas de cinema e acordos com canais de TV quanto à exclusividade do média-metragem, ele será disponibilizado ao público, na internet, através da plataforma de vídeos/site YouTube, de forma gratuita. O audiolivro também será disponibilizado, gratuitamente, online, através da principais plataformas de streaming de conteúdo sonoro (Spotify, Deezer, Google Podcasts etc..).
Proponente (Dirigente Escafandra), Coordenadora Geral, Diretora e Roteirista/Escritora Ana Teixeira é uma realizadora audiovisual brasileira com especialização em Cinema, Televisão e Novas Mídias na Escuela Internacional de Cine y TV - EICTV (2015-2018) e graduação em Midialogia na UNICAMP (2012-2015). Escreveu, produziu e dirigiu diversas produções no Brasil e na América Latina, como Coisa-Malu, Reflexo, Ecos, Voces de la Sierra, Zombie Paradiso e o Episódio Melaine da série documental juvenil “Lo que soy", que foi finalista do festival Prix Jenuesse Iberoamericano em Agosto de 2019. Também realizou dois documentários interativos: Wi-Five (2017) e Vozes do Minha Casa, Minha Vida (Brasil, 2014). Atualmente trabalha no Brasil como roteirista, produtora e diretora, é semifinalista do prêmio Cabíria de roteiro pela série documental Estopim, que desenvolve através do fundo PROAC São Paulo. Produz e codirige também a experiência imersiva CVR “O Chamado do Mar”, com a documentarista moçambicana Lara Sousa, em fase de pós-produção, selecionado no Art Talents do Sheffield Doc/Fest 2021 e realizado com o apoio da Secretaria de Cultura do Estado de São Paulo. Seu projeto de documentário transmídia, Macondamérica, foi selecionado em laboratórios e mercados como Nuevas Miradas (Cuba, 2018), IDFA DocLab Academy (Holanda, 2019), Anidocs Sur, Miradas Doc (Tenerife, 2020), FICCALI (Colômbia, 2020), Conecta (Chile, 2021) e DocsMX (México, 2021). Animadora e Corroteirista/Escritora Natália Gregorini é escritora e ilustradora, formada em Artes Visuais (2016) pela Unicamp, onde também realizou o mestrado em Poéticas Visuais (2020), no qual pesquisou o processo criativo de “Madalena”, seu primeiro livro ilustrado autoral. Madalena perpassa temáticas como memória, envelhecimento e pertencimento, foi publicado pela editora Livros da Matriz em 2019, e é considerado um dos 30 melhores livros infantis pela Revista Crescer. Com esse livro, Natália foi finalista do Prêmio Jabuti de Literatura de 2020, na categoria Ilustração. Natália também é a animadora do documentário Jovem que Desceu do Norte. Ilustrou livros infantis e juvenis, dentre eles: “ Quintal de Sonhos” de Christian David (2018), “Com a ponta dos dedos e os olhos do coração”, de Leila Rentroia Iannone (2019) ambos publicados pela Editora do Brasil, “Eu, ué!” com poemas de Juliana Valverde, publicado pela Ôzé editora em 2020, e "O Menino Baleia", de Luísa Costa Lima (2021). Tem narrativas visuais publicadas no Jornal Cândido e na Revista do grupo de pesquisa Têmpera. Em 2020 realizou a animação “ Dança”, em parceria com Lívia Carolina. Produtora Larissa Cezarino é Bacharel em Comunicação Social - Midialogia pela Unicamp, pós-graduada MBA em Marketing pela USP/ESALQ e cursando o MBA em Gestão de Projetos e Metodologias Ágeis. Possui experiência em Relacionamento com empresas e Captação de Recursos para Leis de Incentivos Fiscais, além de Gestão de projetos e equipe. Atua/atuou em empresas como Numen Produtora (atualmente), Direção Cultura Produções (2018-2020), TWC Grupo (2017-2018), Corricos (2017-2017). Na área de Produção Audiovisual e Cultural, possui experiência na roteirização, produção e desenvolvimento de curta-metragens como “Campanha Setembro Azul 2015”, “Cadê meu par?”, “Viola & Carambolas” (projeto contemplado pela 6ª edição do Programa Aluno Artista da Unicamp) e “Outrens”. Participou da produção do projeto Multimídia “Domo”. Foi Rondonista em 2015 pela Operação Bororos onde desenvolveu atividades ligadas às artes, saúde e direitos humanos. Atuou como voluntária de fotografia e edição de vídeos para instituições públicas. Foi semifinalista do Prêmio Universitário Aberje de 2015. Possui DRT: 0053225/SP de Radialista habilitada em diversas funções de Produção. Fotógrafa Giovanna Pezzo é diretora de fotografia formada pela Escuela Internacional de Cine y Televisión. Participou do Berlinale Talents Guadalajara, encontro de jovens cineastas promovido pela Berlinale, em 2014. Realizou a direção de fotografia dos curtas-metragens La llamada, pelo qual recebeu o prêmio de Melhor Fotografia no Festival de Gramado, Cheiro de Melancia premiado como Melhor Fotografia no Festival de curtas-metragens de Pernambuco; Marea, que recebeu Menção Honrosa por sua visualidade no Festival 16 BRNO, na República Tcheca, e La tarea, documentário selecionado no IDFA. Também assina a direção de fotografia dos longas-metragens Selvagem, premiado pelo júri popular no Festival de cinema Latino-Americano de São Paulo e O sussurro do Jaguar, exibido no Dokumenta14 e premiado no 58º FICCI. Editor Juliano Castro é graduado em Estudos de Comunicação na FAAP- São Paulo, com especialização em Edição na EICTV. Seus trabalhos foram exibidos em festivais como Sundance, DocLisboa, Sheffield Doc/Fest, Mar del Plata, Kinoforum e Toronto Queer Film Festival. Em 2019, editou seu primeiro longa-metragem, "Filho de Boi", que estreou no Busan Film Festival. Hoje, Juliano está em processo de finalização do seu mestrado em Montagem na Film University Babelsberg Konrad Wolf, na Alemanha. Pós-Produção de Som Vitor Coroa é formado em Audiovisual pela USP e especializado em som pela Escuela Internacional de Cine y TV, trabalha desde 2011 na área de Som. Já passou por todas as etapas do som no processo audiovisual, trabalhando na produção e pós-produção de diversos trabalhos para cinema, televisão e internet. Se destacam seus trabalhos como técnico de som direto no longa-metragem O Futebol de Sergio Oksman, como supervisor de som do longa-metragem Filho de Boi de Haroldo Borges, e como desenhador de som e mixador no longa-metragem Pele de Marcos Pimentel.
PROJETO ARQUIVADO.