| CNPJ/CPF | Nome | Data | Valor |
|---|---|---|---|
| 06185785000109 | MARNA PRE-FABRICADOS LTDA | 1900-01-01 | R$ 109,0 mil |
| 92816560000137 | BANCO REGIONAL DE DESENVOLVIMENTO DO EXTREMO SUL | 1900-01-01 | R$ 70,0 mil |
| ***153079** | MARINA MARIA FIORESE PHILIPPI | 1900-01-01 | R$ 38,0 mil |
| ***368409** | MAURICIO JOSE BERTUZZI | 1900-01-01 | R$ 31,7 mil |
| ***172809** | Ivo Dematte | 1900-01-01 | R$ 30,3 mil |
| ***848239** | MARINA LUCIA DE MELLO SA | 1900-01-01 | R$ 30,0 mil |
| ***948049** | LUIZA HELENA MEYER PHILIPPI | 1900-01-01 | R$ 20,0 mil |
| ***132979** | ILVANIO LOSS PORTO | 1900-01-01 | R$ 15,0 mil |
| 85150209000194 | Protensul Pre Fabricados Ltda. | 1900-01-01 | R$ 13,5 mil |
| ***044639** | José Guerino Altoe | 1900-01-01 | R$ 10,7 mil |
| ***081369** | ORLANDO ODILIO KOERICH FILHO | 1900-01-01 | R$ 10,6 mil |
| ***791509** | LUCIANO GOMES PHILIPPI | 1900-01-01 | R$ 10,0 mil |
| 84291525000113 | ROGERIO PHILIPPI & CIA LTDA | 1900-01-01 | R$ 10,0 mil |
| ***856389** | ANA LUCIA BERTUZZI | 1900-01-01 | R$ 10,0 mil |
| ***735769** | MARIA CRISTINA GOMES PHILIPPI | 1900-01-01 | R$ 10,0 mil |
| ***026129** | MAURICIO KOERICH | 1900-01-01 | R$ 8,0 mil |
| ***618547** | JOAO DE CAMPOS GOMES | 1900-01-01 | R$ 6,5 mil |
| ***604739** | MARIA APARECIDA MOELLMANN GOMES | 1900-01-01 | R$ 5,0 mil |
| ***971099** | FABRICIO GOMES PHILIPPI | 1900-01-01 | R$ 5,0 mil |
| ***382791** | ODILO ARLINDO PHILIPPI | 1900-01-01 | R$ 4,0 mil |
| ***976541** | CLAUDIA MAY PHILIPPI | 1900-01-01 | R$ 4,0 mil |
| ***268091** | MANOEL DORVALINO MAY PHILIPPI | 1900-01-01 | R$ 2,0 mil |
| ***659459** | BERNARDO HEUSI SANTOS | 1900-01-01 | R$ 1,0 mil |
| ***061909** | TEREZINHA DE FATIMA LEHMKUHL | 1900-01-01 | R$ 720,00 |
| ***982439** | JAIR PHILIPPI | 1900-01-01 | R$ 500,00 |
| ***101219** | RUBEM ERNANI GROTTO | 1900-01-01 | R$ 500,00 |
| ***347359** | GUIDO ANTONIO LEHMKUHL | 1900-01-01 | R$ 360,00 |
Este projeto contempla a elaboração do Concurso que irá selecionar o melhor Projeto Básico de Arquitetura para a reforma e restauro do Casarão Philippi, importante imóvel de 1907, que possui grande relevância patrimonial e histórica para a Grande Florianópolis/SC, em especial para a cidade de Águas Mornas e seu Distrito de Vargem Grande (imóvel não tombado). Após seleção do Projeto Básico através do Concurso, este projeto prevê o desenvolvimento do Projeto Executivo e dos projetos Complementares que permitirão a transformação do mesmo num Centro Cultural para a cidade, mantendo suas características originais, além da construção de um anexo, onde será instalado um café e área de convivência. O projeto prevê ainda a elaboração e a entrega de um Plano Museológico para o espaço.
Seleção através de Concurso do Projeto Básico de arquitetura Elaboração do Concurso para Seleção do Projeto Básico de Arquitetura visando a reforma e restauro do Casarão Philippi, importante imóvel de 1907, que possui grande relevância patrimonial e histórica para a cidade de Águas Mornas, no Distrito de Vargem Grande. As obras de recuperação visam a transformação do mesmo num centro cultural para a cidade (que possui atualmente 4.500 habitantes), mantendo suas características originais, além da construção de um anexo, onde será instalado um café e área de convivência. Para tanto, serão desenvolvidos os seguintes projetos: Desenvolvimento do Projeto Executivo Após seleção do projeto básico - contemplando o Casarão e o Anexo - ajustes para o desenvolvimento do projeto executivo, além de discussões com equipe de consultores, bem como dos gestores públicos do município. Plano Museológico (pesquisa e entrega do plano) Será desenvolvida uma pesquisa para a elaboração e entrega de um Plano Museológico para o Casarão Philippi - Centro Cultural de Águas Mornas. O Plano Museológico será entregue em versão impressa (encadernada) e digital para a equipe da Prefeitura Municipal de Águas Mornas, bem como para associações de bairro, escolas e lideranças da sociedade civil. O Plano Museológico será desenvolvido pela Consultora Técnica Clara Paulino e terá a impressão de 250 livretos.
OBJETIVO GERAL Art. 2º Na execução do PRONAC, serão apoiados programas, projetos e ações culturais destinados às seguintes finalidades: IV - promover a preservação e o uso sustentável do patrimônio cultural brasileiro em sua dimensão material e imaterial; Pois este projeto prevê a ampliação do acesso à cultura, através da seleção do Projeto Básico via Concurso, bem como seu desenvolvimento e detalhamento, visando a transformação de um imóvel de valor histórico num Centro Cultural, observando sempre suas características arquitetônicas originais.Através deste projeto, a cidade de Águas Mornas, localizada na Grande Florianópolis, que possui apenas a Biblioteca Pública como um equipamento cultural a serviço da população, terá um espaço cultural que valorizará aspectos relativos ao patrimônio material e imaterial da região, bem como um espaço para exposições, um espaço dedicado ao livro e à leitura, espaços para apresentações musicais, bem como para o contato com outras linguagens artísticas. OBJETIVOS ESPECÍFICOS: A) Realizar 01 (um) Concurso para seleção do melhor projeto básico; B) Após seleção do melhor projeto, desenvolver projetos executivos e complementares para as áreas interna e externa do Casarão, bem como para seu Anexo, no período de 3 (três) meses; C) Elaborar 1 (um) Plano Museológico, que terá a impressão de 250 livretos (cartilhas), com distribuição gratuita.
A Cultura, compreendida a partir de seu valor simbólico, está necessariamente ligada a sua dimensão antropológica, na qual estão inseridos os saberes, crenças, comportamentos, criações materiais, imateriais. Ou seja, podemos definir a Cultura como um conjunto de sistemas simbólicos que buscam compreender nossa etnografia, assim como ressignificá-la a partir de sua análise crítica. O projeto de recuperação do bem imóvel situado no Distrito de Vargem Grande, na localidade de Águas Mornas, em Santa Catarina, é um exemplo de como a valorização da nossa cultura requer uma leitura criteriosa de nossa história, de entrarmos em contato com ela, para valorizarmos a nossa própria identidade, comprendendo as diversas camadas que definem nossa existência. E a nossa existência significa a existência de singularidades e de coletivos, como este que caracteriza a história daquela que foi uma das mais importantes colônias de imigrantes germânicos em Santa Catarina. Através deste projeto, com enorme potencial para a região da Grande Florianópolis, um novo equipemento cultural será entregue ao município: o Casarão Philippi - Centro Cultural de Águas Mornas. Nesse sentido, vale destacar de que modo este projeto está alinhado com o que diz a Lei 8.313/91. Além de contribuir na ampliação do acesso à cultura (Art 1, §I) , vale destacar o §II. Segue:II - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais; Além deste, destacamos:VI - preservar os bens materiais e imateriais do patrimônio cultural e histórico brasileiro; Além de tais aspectos jurídicos, podemos destacar as seguintes linhas do Art.3 que estão em consonância com este projeto: II - fomento à produção cultural e artística, mediante: c) realização de exposições, festivais de arte, espetáculos de artes cênicas, de música e de folcllore; e) realização de exposições, festivais de arte e espetáculos de artes cênicas ou congêneres; III - preservação e difusão do patrimônio artístico, cultural e histórico, mediante: a) construção, formação, organização, manutenção, ampliação e equipamento de museus, bibliotecas, arquivos e outras organizações culturais, bem como de suas coleções e acervos; c) restauração de obras de artes e bens móveis e imóveis de reconhecido valor cultural;d) proteção do folclore, do artesanato e das tradições populares nacionais; IV - estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante: a) distribuição gratuita e pública de ingressos para espetáculos culturais e artísticos; b) levantamentos, estudos e pesquisas na área da cultura e da arte e de seus vários segmentos. Ou seja, trata-se de um projeto cultural com importantes ações ligadas ao patrimônio e à memória, com a valorização de um bem móvel que será entregue à população como um equipamento cultural, ampliando o acesso à cultura, à memória e a história de toda uma região. O município de Águas Mornas conta atualmente com uma população de 4.500 habitantes. Importante ressaltar ainda que, de acordo com a IN 2, de 23 de abril de 2019, em seu Artigo 4 / Seção I - Do Princípio da Não Concentração, trata-se de um projeto voltado para um município de menos de 100 mil habitantes e que será integralmente executado na Região Sul do país.
Passagem - Informo que o item passagem faz referência à equipe de produção e à consultoria técnica que fará deslocamento Rio de Janeiro-Florianópolis-Rio de Janeiro para acompanhamento das ações e da entrega do Plano Museológico à Prefeitura, gestores e lideranças do território.
Concurso: todos os projetos inscritos serão disponibilizados no site da Prefeitura de Águas Mornas. Elaboração dos projetos de arquitetura: após seleção do Projeto Básico, todos os projetos executivos e complementares da reforma do Casarão, assim como da construção do anexo e da área externa do espaço serão entregues em formato digital. A reforma do imóvel terá como público direto a população, mas é importante levar em consideração o turismo na Grande Florianópolis e todo o público indireto, o que aumentará ainda mais o número de pessoas atendidas pelo projeto. Estima-se que, com a reforma do bem e transformação do mesmo num Centro Cultural, teremos pelo menos 2.000 pessoas atendidas/ano, podendo chegar a um númeroa ainda mais expressivo. Compreende-se aqui as atividades desenvolvidas nas oficinas, as apresentações musicais, espaço museológico, palestras, atividades de livro e leitura (como contação de histórias para crianças), entre outros. Plano Museológico: o Plano Museológico será entregue em versão impressa e digital. A versão impressa será encadernada terá 250 livretos impressos no total. A versão digital será em formato PDF. O desenvolvimento do Plano Museológico contribuirá na consolidaçao do novo espaço cultural para a cidade e região, assim como na formação de um público voltado às artes e à cultura de uma forma geral. Os exemplares serão distribuídos para a equipe da Prefeitura Municipal de Águas Mornas, bem como para associações de bairro, escolas e lideranças da sociedade civil. Editoração: - 250 unidades;- 1 CAPA no formato aberto 29,5x21,0 cm em papel Cartão Supremo Alta Alvura 250 g/m2 impressos à 4x0 cores;- 2 GUARDAS no formato aberto 28,0x21,0 cm em papel Color Plus Marfim 240 g/m2 impressos à 4x4 cores.- Vinco, Empastamento Simples;- 32 LÂMINAS - 128 PÁGINAS no formato aberto 28,0x21,0 cm em papel couche fosco nacional imune;- 90 g/m2 impressos à 4x4 cores;- ACABAMENTOS: Costurado, Lombada Quadrada PUR.
Produto Principal: Projeto Arquitetônico Acessibilidade física: O projeto arquitetônico a ser selecionado deverá seguir inteiramente as normas arquitetônicas e de engenharia quanto aos critérios de acessibilidade. Para tanto, os projetos arquitetônio, preventivo, paisagístico levarão em conta itens como: banheiros acessíveis, rampas de acesso, guarda-corpos, entre outros. Item na planilha orçamentária: Projeto Arquitetônico e Consultores. Acessibilidade para deficientes visuais: o projeto arquitetônico e seu projeto paisagístico contemplarão sinalização tátil, contemplando a acessibilidade a pessoas com deficiências visuais. Item na planilha orçamentária: Projeto Arquitetônico e Consultores. Acessibilidade para deficientes auditivos: os espaços do imóvel deverão seguir as orientações arquitetônicas que assegurem melhor conforto para que deficientes auditivos possam circular e fruir o espaço. Tais critérios serão elvados em conta na seleção do projeto arquitetônico. Item na planilha orçamentária: Projeto Arquitetônico e Consultores. Obs.: Os valores corespondentes ao cumprimento desta exigência estão contemplados em normas vigentes da engenharia e da arquitetura e que seguem as exigências de órgãos como Corpo de Bombeiros, bem como CREA, entre outros. Ou seja, o projeto deverá seguir as normas de acessibilidade garantidas por leis. Cartilha - Plano Museológico Acessibilidade física: não se aplica. O Plano Museológico será impresso e distribuído para a equipe da Prefeitura Municipal de Águas Mornas, bem como para associações de bairro, escolas e lideranças da sociedade civil. Acessibilidade para deficientes visuais: o Plano Museológico será impresso e também terá uma versão em audiolivro (E-book), que será distribuído para a equipe da Prefeitura Municipal de Águas Mornas e poderá ser acessado posteriormente no próprio Centro Cultural. Na planilha orçamentária, ver item Edução de Texto (em Cartilha - Produção/Execução). Acessibilidade para deficientes auditivos: não se aplica. O Plano Museológico será impresso e distribuído para a equipe da Prefeitura Municipal de Águas Mornas, bem como para associações de bairro, escolas e lideranças da sociedade civil. Além dos aspectos acima citados, o projeto prevê a contratação de profissionais para orientações quanto ao gerenciamento do acervo, usos e práticas que possam promover a ampliação do acesso ao conhecimento, à cultura e à história, através do contato com o acervo disponível no espaço. Nesse sentido, a ampliação do acesso levará em conta o atendimento e acolhida de pessoas com deficiência, assim como um público que não tem acesso a equipamentos culturais, seja por razões socioeconômicas ou até mesmo geográficas, já que distantes dos equipamentos culturais situados e concentrados em grandes centros urbanos. Ou seja, trata-se de um projeto cultural que contribuirá para a inclusão, assim como na formação e ampliação do acesso à cultura.
De acordo com a IN 2, de 23 de abril de 2019, em seu Artigo 4 / Seção I - Do Princípio da Não Concentração, trata-se de um projeto voltado para um município de menos de 100 mil habitantes e que será integralmente executado na Região Sul do país. De acordo com os limites do artigo 23 da IN 01/2022: Art. 23 O Plano de Distribuição da proposta deve assegurar a democratização do acesso (Anexo I) aos produtos, bens, serviços e ações culturais produzidos. Improtante lembrar que este projeto não terá comercialização de ingressos ou outro item. No caso do Plano Museológico, serão impressos 250 livretos (cartilhas) com distribuição gratuita. Além disso, a Prefeitura terá uma cópia em PDF para distribuição futura, igualmente gratuita, e que poderá ser reimpressa com recursos próprios.
Vera Schroeder: Coordenação geral do projeto. Articulação institucional com todos os parceiros do projeto; definição, em conjunto com a assessoria jurídica, do Concurso que irá selecionar o projeto arquitetônico; alinhamento das ações com a Prefeitura do Município; contratação, acompanhamento e análise dos projetos complementares, buscando alinhamento de todo o projeto; contratação de toda a equipe; articulação com escolas e universidades; prospecção com outros possíveis parceiros; alinhamento das demais ações previstas no projeto junto à Funarte e à Secretaria Especial de Cultura, entre outras ações. Vera Schroeder: Sócia-diretora da Fulô Projetos de Cultura Ltda. Mestre em Psicologia Social pela Universidade Estadual do Rio de Janeiro (UERJ) e Doutora pela mesma instituição, com estágio na Universidade Livre de Liège/Bélgica. Graduada em Comunicação Social com especialização em Marketing pela ESPM, em São Paulo. De junho de 2014 a março de 2017 exerceu o cargo de Superintendente da Leitura e do Conhecimento, na Secretaria de Estado de Cultura do Rio de Janeiro. Durante o período que atuou como Superintendente da Leitura e do Conhecimento, Vera Schroeder conduziu importantes programas e ações. Entre eles, destaca-se o Programa de Bibliotecas-Parque, que possibilitou a ressignificação do papel de uma biblioteca no mundo contemporâneo (Prêmio IPL – Retratos da Leitura, Instituto Pró-Livro/2016). Foi também uma das idealizadoras do Prêmio Rio de Literatura. Renata de Oliveira Santos: Produção Executiva. Acompanhamento e execução de todas as ações, como: divulgação e análise dos projetos via Concurso; controller das contratações e pagamentos; acompanhamento de todas as etapas de divulgação e assessoria de imprensa do projeto; acompanhamento da criação da linguagem visual para o novo equipamento cultural; recebimento e entrega (incluindo aprovação e gráfica) do Plano Museológico; distribuição do Plano conforme definido em projeto; análise e execução das medidas definidas em projeto relacionadas à acessibilidade; acompanhamento das ações de contrapartida, incluindo a produção das oficinas, com preparação dos espaços, incluindo parte técnica de som, luz, áudio. Dará prosseguimento a todas as ações que buscam a articulação com as escolas, universidades e demais instituições. Além dessas, outras possíveis ações e execuções no transcorrer de todo o projeto, incluindo os produtos Cartilha e Contrapartidas Sociais. Renata de Oliveira Santos: Sócia-diretora da Fulô Projetos de Cultura Ltda.. Atriz, produtora cultural e gestora sociocultural. Com formação em artes cênicas e serviço social, sua atuação profissional sempre esteve no trânsito e, em especial, nos pontos de convergência entre o campo artístico e o sociocultural. Esteve em equipes de produção cultural de diversos projetos, entre eles, Trilhas Literárias, pelo Tear Núcleo de Atividades Criativas; espetáculo teatral “Desalinho”, pela Transa Arte e Conteúdo; Grupo Cultural Jongo da Serrinha. Atuou como educadora no SESC (Programa Saber Comunitário) ministrando aulas de Comunicação e Captação de Recursos em Projetos Socioculturais; na ONG Se Essa Rua Fosse Minha, Projeto Jovens Griot’s – mediação de leitura e contação de histórias; no SENAC/RJ, ministrando aulas de Identidade Cultural, entre outros. Durante sete anos atuou como gestora da ONG Terr’Ativa, elaborando e coordenando projetos socioculturais para crianças e jovens. Clara Paulino: Consultoria Técnica do Projeto, Elaboração do Plano Museológico. Dará o suporte técnico e fará o acompanhamento do Concurso; acompanhamento das etapas subsequentes, como na contratação dos projetos complementares; possíveis alterações e ajustes no projeto arquitetônico; acompanhamento e orientação em possíveis ajustes propostos pela Secretaria Especial de Cultura e/ou Funarte. Clara Paulino é Mestranda em Museologia e Patrimônio e bacharelada em História pela Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro-UNIRIO, possui experiência na área de Patrimônio Cultural e Museus. Atuou entre os anos de 2008 e 2016, em instituições como Fundação Cultural de Quissamã e Superintendência do IPHAN no Rio de Janeiro, lidando diretamente com as questões administrativas e de supervisão de projetos ligados a preservação de acervos, patrimônio material, com ênfase no ferroviário, a educação patrimonial e a ações de difusão e fomento. Após exerceu o cargo de Superintendente de Museus da Secretaria de Cultura do Estado do Rio de Janeiro, sendo responsável pela formulação e desenvolvimento de políticas públicas ligadas as ações de gestão e fomento de Museus. Foi Presidente da Fundação Museu da Imagem e do Som do Rio de Janeiro e atualmente preside a Fundação Theatro Municipal do Rio de Janeiro. Consultores (a serem contratados): uma equipe composta por 3 (três) consultores será formada para a seleção do projeto arquitetônico via Concurso. Assistente de Produção (a ser contratado): dará suporte à equipe de produção em todas as etapas, assim como apoio à consultora técnica. Importante destacar que, mesmo sem valores previstos na planilha orçamentária, a assistência dará suporte a todas as ações durante todo o projeto, incluindo os produtos Cartilha e Contrapartidas Sociais. DFato Comunicação: Plano de Comunicação Desde 2004 no mercado de comunicação, a Dfato, com sede em Florianópolis , atua em assessoria de imprensa, produção de conteúdo para roteiros, revistas e livros com foco nas áreas de economia, energia, cultura , sustentabilidade e inovação.
Projeto encaminhado para avaliação de resultados.