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PRONAC 211576Apresentou prestação de contasMecenato

Natal de Encantos - Concerto Natalino 6° ano

COMPANHIA DE OPERA DO ESPIRITO SANTO
Solicitado
R$ 1,55 mi
Aprovado
R$ 1,55 mi
Captado
R$ 1,45 mi
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

Incentivadores (1)
CNPJ/CPFNomeDataValor
17469701000177ARCELORMITTAL BRASIL S.A.1900-01-01R$ 1,45 mi

Eficiência de captação

93.6%

Classificação

Área
—
Segmento
Apresentação/Gravação de Música Erudita
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Concertos sinfônicos
Ano
21

Localização e período

UF principal
ES
Município
Vitória
Início
2021-09-01
Término

Resumo

Realização da sexta edição do Concerto de Natal: Natal de Encantos, em formato de musical, com a participação de crianças/adolescentes/adultos de várias camadas sociais formando um único coral, 04 cantores líricos, bailarinos, num único espetáculo com apresentação gratuita. Teremos um trabalho de formação como contrapartida social, onde envolveremos todos os coralistas participantes do projeto e convidaremos alunos da rede pública de ensino. Este curso será ministrado por um regente convidado.

Sinopse

Concerto de Natal em Vitória neste ano aborda a necessidade de maior equilíbrio entre virtualidade e realidade Pelo sexto ano consecutivo o Natal de Encantos – Concerto Natalino, realizado pela Companhia de Ópera do Espírito Santo em parceria com o Ministério do Turismo, com o patrocínio da ArcelorMittal, e apoio institucional da Prefeitura Municipal de Vitória, através da Secretaria de Turismo, Cultura, Esporte e Lazer traz este ano uma oportuna reflexão sobre a temática da relação entre o virtual e o real. A ideia é convidar as pessoas a pensarem no uso da tecnologia como substituta da experiência humana real e também como intermediária das relações, uma vez que o fim de ano favorece reflexões e balanços pessoais. Vivemos em um mundo cujo ritmo é ditado pela cadência tecnológica, sem muita atenção ao rumo, com muita polarização gerada pelas divergências e disputas nas redes sociais, nem sempre utilizadas para se fazer uma comunicação equilibrada e mesmo verdadeira. Com o slogan “Despertando para sonhos reais” desde a cenografia, as imagens que serão projetadas, as musicas, chegando às cores que inspiram ambientes de sonho, tudo remeterá o espectador a refletir até que ponto estamos vivendo a realidade. Outros aspectos da abordagem incluem a lembrança de que o Natal nos convida à fraternidade, ao abraço, à compaixão, solidariedade e ao afeto em geral, intensificando os atributos de convivência, incluindo o perdão e o amor, que habitualmente compõem a atmosfera espiritual no fim do ano. Tudo isso priorizando as pontas da jornada existencial por serem mais vulneráveis: as crianças e os idosos, sem esquecer que todos merecem ser felizes. Para materializar e legitimar esse necessário eixo temático, o evento contará com solistas de expressão no Estado, como os sopranos Natércia Lopes e Meire Norma e o baixo Alessandro Santana. A Orquestra de Câmara da COES também marcará presença, sob a regência do maestro Helder Trefzger conferindo um tom erudito ao evento com a competência musical de nosso regente e dos músicos capixabas que estarão no palco. · Serviço: Evento: Natal de Encantos – Concerto Natalino 6° ano Realização: COES – Cia de Ópera do Espírito Santo Local: Praça do Papa Data: 12/12 Hora: 20h00 · Atrações: A definir Créditos: Consultoria Artística: Sidemberg Rodrigues Direção Produção e Musical: Tarcísio Santório Direção Cênica: Colette Dantas Apoio Institucional: Prefeitura Municipal de Vitória Realização: COES – Cia de Ópera do Espírito Santo Assessoria de Imprensa: Carol Veiga

Objetivos

Objetivos e metas do projeto: APRESENTAÇÃO MUSICAL Geral: Produzir com qualidade 01 espetáculo musical: NATAL DE ENCANTOS - CONCERTO NATALINO 6° Ano, divulgar a musica erudita e a dança, no formato de música de concerto, unindo a musica e a dança, com 04 corais formando um único para o espetáculo, 04 solistas liricos, bailarinos e orquestra; intercâmbio entre artistas locais e nacionais. Específicos: Participação de 15 crianças/Adolescentes de bairros periféricos da cidade Participação de 100 adultos, 04 cantores líricos locais, num único espetáculo com 01 apresentação gratuita no mês de dezembro; (repertório especificado na Descrição da Atividade) Contribuir para o processo de valorização da música em forma de musical natalino no estado. Gerar mercado de trabalho, emprego e renda para 60 profissionais da área musical, bem como técnicos em espetáculos de Diversões do Estado do Espírito Santo. Proporcionar gratuitamente aos cidadãos 7.000 ingressos de fácil acesso às atividades culturais, aberta a qualquer tipo de público, democratizando assim, as atividades relacionadas à cultura desenvolvidas no estado. Ação formativa com 770 vagas, distribuidas gratuitamente Valorização da musica e teatro de suma importância para a identidade cultural capixaba, com ênfase para a preservação deste patrimônio extremamente significativo para a cultura Mundial. Fomentar produções de qualidade no Estado do Espírito Santo; Fazer 01 ensaio geral aberto e 01 apresentação oficial Formação de plateia, onde contaremos com uma equipe de mobilização que irão percorrer as comunidades do entorno Capacitação de alunos da rede publica de ensino na criação de coral. CONTRAPARTIDA SOCIAL: Geral: Trabalho de formação em canto coral, onde envolveremos todos os coralistas participantes do projeto e convidaremos alunos da rede pública de ensino. Este curso será ministrado por um regente convidado. Específico 01 ação educativa que terá como atividade da ação formativa de 10h. 385 vagas (50%) serão distribuidas gratuitamente a estudantes e professores de instituições públicas de ensino. 385 vagas (50%) serão distribuidas aos profissionais cantores e coralistas envolvidos diretamente no projeto.

Justificativa

Conforme Art. 1 da Lei 8313/1991, o projeto visa: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; II - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais através da contratação de 80% de profissionais locais; VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória, através do canto Coral IX - priorizar o produto cultural originário do País. Conforme art. 3 da Lei 8313/1991, o projeto visa: I - incentivo à formação artística e cultural, mediante a contrapartida social, com o curso de canto coral;II - fomento à produção cultural e artística, mediante a apresentação de um espetáculo musical; IV - estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante a distribuição gratuita e pública de ingressos para o espetáculo musical: Natal de Encantos O MINC vem assumindo uma posição de desenvolvimento social, cidadania e fortalecimento cultural que promove o conhecimento do Espírito Santo no Brasil e no mundo, disseminando uma imagem positiva do estado e enfatizando os atributos que caracterizam os valores capixabas, podendo perceber uma economia cada dia mais forte e que aponta para um futuro ainda mais promissor de crescimento continuado, garantindo que o crescimento continuará no futuro através do alto nível de investimentos planejados para o estado nos próximos anos. Nesse contexto, o espetaculo, possui abrangência estadual e nacional, envolvendo a valorização e incentivo de práticas culturais, com a construção de um processo econômico que promova a inclusão social das pessoas, privilegiando o desenvolvimento local, resultando no crescimento das atividades e negociações turísticas e culturais, alcançando ganhos financeiros, ou seja, economicamente sustentáveis. Principais pontos do projeto: Contribui através da entrada gratuita, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; Com 80% dos prestadores de serviços brasileiros, promove e estimular a produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais; A música clássica, assim como a ópera é considerado um "bem universal". O concerto estimula a produção e difusão desses bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória; Realização de espetáculos de artes cênicas, de música. Contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; fomento à produção cultural e artística, mediante a realização de espetáculos de música;

Estratégia de execução

Com a retirada da despesa do artista de renome nacional de dentro da planilha orçamentária da lei de incentivo à Cultura Federal houve um aumento de repertório erudito e a necessidade de mais músicos, dias de ensaios, ambientação no palco (local de apresentação), passagem de som, entre outras despesas. Confirmamos, o recebimento de recursos oriundos de Outras Fontes, conforme cadastrado na PLANILHA ORÇAMENTÁRIA e informado no campo “FONTE DE RECURSO”. PROFISSIONAL DA COES O Proponente será remunerado através de rubrica correspondente de captação, coordenação de produção, assistente de produção e prestação de contas. Cumpriremos o "PLANO DE DISTRIBUIÇÃO, para que o mesmo atenda aos dispositivos narrados no Art. 28, da Instrução Normativa n° 1, de 24 de junho de 2013, transcritos abaixo quantitativo de ingressos ou produtos culturais, observados os seguintes limites: a) mínimo de dez por cento para distribuição gratuita à população de baixa renda, nos termos do art. 4º do Decreto nº 6.135, de 26 de junho de 2007; b) até dez por cento para distribuição gratuita promocional pelos patrocinadores; e c) até dez por cento para distribuição gratuita promocional em ações de divulgação do projeto; LEMBRO QUE TEREMOS ENTRADA GRATUITA

Especificação técnica

Não se enquadra

Acessibilidade

1 - ESPETÁCULO MUSICAL 1.1 - Acessibilidade física: A Praça do Papa possui equipamentos adequados, no sentido de proporcionar condições de acessibilidade a pessoas idosas, nos termos do art. 23 da Lei no 10.741, de 1o de outubro de 2003 (*), e portadoras de deficiência, conforme o disposto no art. 46 do Decreto no 3.298, de 20 de dezembro de 1999 (**), modo a possibilitar-lhe o pleno exercício dos seus direitos culturais. Tais como: Rampa para cadeirantes, banheiros adaptados, identificação no piso e calçadas de obstáculos proximos para pessoas com dificuldade visuais, corrimão, locais na platéia especiais para cadeirantes, cadeiras para idosos. Itens da Planilha orçamentária: a)Locação de banheiros - PNE (rubrica 39) b)Assistente de produção - para auxiliar até os locais especiais para cadeirantes. (rubrica 09) c) Locação de palco - já inclui corrimão para prestadores de serviços com necessidades especiais (rubrica 49) d) Outras despesas já foram custeadas pela Prefeitura ao construir a praça com recursos próprios. 1.2 - Acessibilidade para deficientes visuais: Teremos um apresentador na abertura para narrar as projeções e cenários para as pessoas com dificuldades visuais Item da planilha orçamentária: a) Apresentadora/locução (rubrica 07) 1.3 - Acessibilidade para deficientes auditivos: Teremos programa com sinopse das obras, ementa do espetaculo e letras dos poemas (das musicas) para pessoas com dificuldades auditivas Item da planilha orçamentária: a) Catálogo/Revista/Programa (rubrica 60) b) Confecção de Texto (rubrica 60) c) designer grafico (rubrica 21) 2 - CONTRAPARTIDA SOCIAL O Instituto joão XXIII possui equipamentos adequados, no sentido de proporcionar condições de acessibilidade a pessoas idosas, nos termos do art. 23 da Lei no 10.741, de 1o de outubro de 2003 (*), e portadoras de deficiência, conforme o disposto no art. 46 do Decreto no 3.298, de 20 de dezembro de 1999 (**), modo a possibilitar-lhe o pleno exercício dos seus direitos culturais. Tais como: Rampa para cadeirantes, banheiros adaptados, identificação no piso e calçadas de obstáculos proximos para pessoas com dificuldade visuais, corrimão, locais na platéia especiais para cadeirantes, cadeiras para idosos. Elevador Itens da Planilha orçamentária: As despesas já foram custeadas pela OS ao construir o Instituto João XXIII, onde será realizado o curso, com recursos próprios. 2.2 - Acessibilidade para deficientes visuais: Teremos um maestro para instruir as pessoas com dificuldades visuais Item da planilha orçamentária: a) Regente (rubrica 04) 2.3 - Acessibilidade para deficientes auditivos: Teremos programa com sinopse das obras, ementa do curso e letras dos poemas (das musicas) para pessoas com dificuldades auditivas Item da planilha orçamentária: a) aquisição de partituras (rubrica 01) Todas as atividades serão instruidas vocalmente pelo regente convidado.

Democratização do acesso

Conforme Art 21, da IN 05/2017, iremos ter todo cuidado nos incisos abaixo: APRESENTAÇÃO MUSICAL: IV - permitir a captação de imagens das atividades e de espetáculos ou autorizar sua veiculação por redes públicas de televisão e outras mídias; V - realizar, gratuitamente, atividades paralelas aos projetos, tais como ensaios abertos, estágios, cursos, treinamentos, palestras, exposições, mostras e oficinas, além da previsão do art. 22; CONTRAPARTIDAS SOCIAIS: IV - permitir a captação de imagens das atividades e de espetáculos ou autorizar sua veiculação por redes públicas de televisão e outras mídias; V - realizar, gratuitamente, atividades paralelas aos projetos, tais como ensaios abertos, estágios, cursos, treinamentos, palestras, exposições, mostras e oficinas, além da previsão do art. 22;

Ficha técnica

PROPONENTE - A atividade técnico-financeira e de gestão será exercida diretamente pelo proponente. O proponente será remunerado somente pela captação de recursos. DIRETOR DE PRODUÇÃO E DIREÇÃO GERAL - SERÁ REMUNERADO COMO PRODUÇÃO Tarcísio Santório Administrador, Marketeiro e Contabilista, 40 anos, capixaba e residente na capital, formado em Contabilidade, Administração e Marketing há mais de dez anos pela Faculdade Estácio de Sá e UNIVILA, organizador, projetista e produtor (com participação em importantes projetos culturais e esportivos). Inteirado com as mudanças do mercado e a valorização da cultura. Há sete anos participando de duas Empresas que fizeram história no Espírito Santo. Tarcísio Santório além de organizar e colocar em prática sonhos de pessoas, se revela um projetista cultural sensível e dinâmico, com pleno domínio dos seus recursos produzindo projetos criativos, com alta valorização social e ao mesmo tempo cultural. Traz na bagagem eventos realizados para empresas com credibilidade no mercado nacional e internacional: AMB Associação dos Magistrados do Brasil, AMAGES Associação dos Magistrados do Espírito Santo, Petrobras, Prêmio Tarú, Sebrae, OI, Shopping Rio Branco, SINAPRO Sindicato de Propaganda do Espírito Santo, Unimed, Shell, Federação Unimed, Ipsos Marplan,CRC-ES, Polícia Civil, Empreendedor e colaborador do programa Cultura em Rede da Vale, entre outros seu Projeto “I e II De Portas Abertas para as Artes”. Um trabalho moderno e um forte potencial criativo e organizacional com uma equipe qualificada. Recebeu da empresa de telefonia OI (Institucional) em 2007 a missão e credibilidade de projetar em Vitória pela primeira vez o Evento Natalino “Diga Oi ao Natal”, onde desde seu slogan até a apresentação foi projetado por ele. Devido o sucesso obtido, a empresa OI patrocinou com parceria do SESI no ano 2008, dando continuidade ao evento, realizado do dia 05 a 19 de Dezembro, envolvendo mais de 300 pessoas na sua equipe de artistas, coralistas e técnicos. Repetindo nos anos posteriores. Projeto e Direção Geral. No ano de 2008 já participou como empreendedor e colaborador do Programa Cultura em Rede e da I Conferencia Municipal de Cultura na cidade de Vitória. Como parceiro da Caju Produções, produziu: “Projeto Arte Cidadã” da ESCELSA , Circuito Cultural Banco do Brasil “Lua em Concerto: Um olhar erudito sobre a obra de Luiz Gonzaga” e “A Ordem do Mundo com Drica Moraes”. Em 2009 participou do Projeto SEIS E MEIA uma iniciativa do Governo do Estado do Espírito Santo em Parceria com a Caju Produções. (Artistas: Roberto Menescal, Teresa Cristina, Fátima Guedes, Gabriel o Pensador, Dona Ivone Lara, Nosso Trio, Boca Livre, Luciana Mello, Negra Li, Leila Pinheiro, Simoninha, entre Outros). Concluiu a Turnê Kátia Rocha RJ e SP. Cursou o curso de Gestão Cultural Ministrado pelo Instituto Cultural da Cidade Viva, Certificado pela SECULT - Secretaria de Estado da Cultura ES e SEBRAE-ES, 2008. Foi contemplado pela Rubem Braga no projeto “CD Jully Victoria” onde teve 100% de aprovação do valor solicitado e Kátia Rocha. Premiado em 2009 pela Lei Cultura e Arte da Prefeitura de Vila Velha com o Projeto “Roda de Congo” com Etti Paganucci. Hoje assume o cargo de Presidente da Associação Coro de Câmara de Vitória e da COES – Cia de Ópera do ES, com este cargo já realizou/realizará tais concertos: • Ópera Cosi Fan Tutte - Direção: Palco e Produção (2012); • Lançamento da Cia de Ópera do ES - Direção Geral (2012); • Ópera Pagliacci - Direção de Palco e Produção (2011); • Grande Missa in C minor - Mozart - Direção Executiva (2011); • Ópera Suor Angélica - Diretor: Palco e Produção (2010); • Missa da Coroação sob regência do Maestro Isaac Karabtchevsky - Direção de Palco (2010); • Magnificat de Villa-Lobos (Maestro Helder Trefzger) - Direção de Palco (2010); • Réquiem Kv 626 – Mozart (Maestro Manfredo Schimtd) - Direção de Palco (2009); • Magnífica de Bach (Maestro Leonardo David e João Carlos Martins) - Direção de Produção e Executiva (2009); PRODUÇÃO MUSICAL: SERÁ REMUNERADO COMO DIREÇÃO MUSICAL Natercia Lopes Cantora de maior expressão na lírica espírito-santense, dona de voz e de beleza ímpares, Natércia Lopes é conhecida por seus inúmeros sucessos em óperas, operetas, recitais e concertos sinfônicos realizados neste estado. Em 1969 graduou-se em História pela Universidade Federal do Espírito Santo - UFES. Seu destino musical já estava traçado. Em 14 de setembro de 1971, iniciou sua carreira profissional na música, no auditório Fábio Ruschi. Em 1976, bacharelou-se em Canto pela Escola de Música do Espírito Santo (EMES). Aperfeiçoou-se no Conservatório Brasileiro de Música do Rio de Janeiro, em 1980. Na Europa, aprimorou sua técnica vocal, com aulas no Teatro Alla Scala, em Milão, Italia. Na ocasião, excursionou por diversas cidades italianas com sua voz e sua arte, e apresentou-se ainda em palcos da Polônia, França e Portugal. Sua voz, de timbre quente e intenso, e sua verve interpretativa foram e são sempre elogiados. Artista atuante nos principais teatros brasileiros, consolidou sua carreira nas décadas de 80 e 90. Hoje, é presença marcante nos principais teatros e salas do Espirito Santo. Natércia deixou marcas importantes como artista e cidadã consciente que é. Foi coordenadora da UFES – Universidade Federal do Espírito Santo e diretora da FAMES – Faculdade de Música do Espírito Santo, implementando esforços junto a outros mestres da Música para o desenvolvimento e aperfeiçoamento da formação de músicos neste estado e ainda na melhoria dos equipamentos e espaços físicos, gestões marcadas pelo seu dinamismo ímpar e um amplo diálogo com os corpos docente e discente destas instituições. Recentemente a artista pôde ser ouvida interpretando a Mimi, protagonista da famosa ópera La Bohème, de Puccini. A Diva atuou ainda como Madame Glavary, na famosa opereta A Viúva Alegre, montagem realizada no Theatro Carlos Gomes, com a participação da Orquestra Sinfônica do Espírito Santo - OSES, sob a regência do Maestro Helder Trefzger. Marcantes são ainda suas participações no Stabat Mater de Rossini e nas Galas Líricas realizadas nas temporadas da OSES, bem como no concerto beneficente Classics for Haiti e no Concerto Natércia Lopes e Amigos. Recentemente, a convite da SECULT, realizou tournée com seu bem sucedido Recital de Canções pelas principais cidades do Espírito Santo, tendo recebido este ano da COES uma homenagem especial por suas relevantes contribuições à Ópera no Espírito Santo. MAESTRO - SERÁ REMUNERADO COMO MAESTRO Helder Trefzger Maestro Titular da Orquestra Filarmônica do Estado do Espírito Santo desde 1992, é Bacharel em Música-Regência, tendo iniciado seu curso na UnB – Universidade de Brasília – e concluído na UFMG – Universidade Federal de Minas Gerais. Teve como principais professores o maestro e compositor Cláudio Santoro, além dos maestros David Machado e Roberto Duarte. Em 1990 ganhou uma bolsa de estudos para participar do curso “The Moscow Conservatory in América”, realizado na Rutger’s University (New Brunswick – NJ), tendo estudado com diversos professores do Conservatório de Moscou, dentre eles, Igor Beszrodny (Diretor Musical da Moscow Chamber Orchestra) e Pavel Kogan (Diretor Musical da Moscow State Symphonic Orchestra), também violinista, filho do célebre Leonid Kogan. Em 1991, com a obtenção de outra bolsa de estudos, foi para a Itália estudar com o Maestro Francesco La Vecchia, no Festival de Anzio. No Brasil participou de diversos seminários, em São Paulo, Belo Horizonte, Brasília, Poços de Caldas e Ouro Preto. Já dirigiu como convidado algumas das principais orquestras brasileiras, como a Orquestra Sinfônica do Teatro Municipal do Rio de Janeiro, Orquestra Sinfônica de Porto Alegre, Orquestra Sinfônica de Minas Gerais, dentre outras, além da Orquestra Artave (Portugal), New World Young Orchestra (Brasil, Itália e Bulgária) e a Orquestra Sinfônica de Bourgas (Bulgária). Realizou ainda um concerto na cidade do Porto (Portugal) além de duas apresentações à frente da Orchestra Sinfonica di Roma, no Auditório della Conciliazione (Vaticano). Durante anos dirigiu os trabalhos da Orquestra Infantil do CMI (Centro de Musicalização Infantil) e da Orquestra Jovem do Curso de Formação Musical da EMUFMG (Escola de Música da Universidade Federal de Minas Gerais), tendo recebido Voto de Louvor por esse trabalho. No princípio do seu aprendizado estudou trompete, clarinete e saxofone. Paralelamente iniciou o estudo da viola e do violino. É detentor do 1º. Prêmio do Concurso Jovens Solistas da Orquestra da EMUFMG, do ano de 1998. Seus principais professores de violino foram Alberto Jaffé, Edson Queiroz de Andrade, Nicolas Merat, Marco Antônio Lavigne e Max Teppich. Além disso, participou de seminários ministrados por Paulo Bosísio. Atuou em diversas orquestras e conjuntos, inclusive como solista. Ainda como violinista, participou por dois anos do Quarteto de Cordas da EMUFMG, sob a orientação do Professor Dr. Edson Queiroz de Andrade, tendo se apresentado em diversos espaços de Belo Horizonte, interior de Minas Gerais, Rio Grande do Sul e Rio de Janeiro (Sala Cecília Meireles – Bienal de Música Contemporânea). Gravou, com a OFES - Orquestra Filarmônica do Estado do Espírito Santo, a trilha sonora do filme Lamarca, de Sérgio Rezende, música de David Tygel. Gravou também o CD Melodiário, com músicas do compositor Jaceguay Lins e as trilhas sonoras dos curtas “Portinholas” (que recebeu vários prêmios, inclusive o de melhor música) e “Zen ou Não Zen, eis a Questão” (apresentado no Vitória Cine Vídeo em novembro de 2004). De suas apresentações, destacam-se a Nona Sinfonia, de Beethoven, no Palácio das Artes, O Messias, de Handel, no Teatro Municipal do Rio de Janeiro, o Ciclo Beethoven, em Vitória, além dos concertos realizados com a OFES no Teatro Carlos Gomes. Desde que assumiu a Filarmônica do Estado do Espírito Santo, vem realizando extensa programação, que inclui as Séries Concertos Sinfônicos, Concertos Didáticos, Concertos Populares (A Orquestra nas Escolas, que já levou a música de concerto a mais de 40 mil crianças), além de vários concertos pelo interior do Estado do Espírito Santo. Essa iniciativa, de levar a orquestra aos mais diferentes locais, como praças, escolas, ginásios, igrejas, centros comunitários, dentre outros, procurando sempre mostrar a música de uma maneira simples e agradável, é uma de suas marcas. Dentre as manifestações de reconhecimento do seu trabalho, destacam-se o Título de Cidadão Vitoriense, outorgado pela Câmara Municipal de Vitória em 2001 e o Título de Cidadão Espírito-Santense, concedido pela Assembléia Legislativa em 2004. É membro da ACADEMIA DE LETRAS E MÚSICA DO BRASIL – ALMUB, onde ocupa a cadeira de número 10, com a patronímica de Carlos Gomes. É mestre em Práticas Interpretativas – Regência, na UFRJ – Universidade Federal do Rio de Janeiro. DIREÇÃO CÊNICA: SERÁ REMUNERADA COMO DIRETORA CÊNICA Colette Dantas Cenógrafa, arquiteta, atriz, gestora de cultura, educadora, não exatamente nesta ordem, mas fazendo esses papéis ao longo de uma vida profissional consolidada especialmente no Espirito Santo. Nascida na Paraíba, cresce em Recife, onde começa a carreira de atriz, e conclui a Licenciatura em Artes. Mora dois anos no Rio, onde trabalha com teatro e artes visuais. Vem para Vitória em 1982, onde atua desde então no meio artístico em diversas funções nos campos da gestão, educação e criação. Torna-se arquiteta e urbanista em 1999 pela UFES, e mestre em Arquitetura pela UFRJ em 2015. Atualmente exerce a função de Coordenadora de Cultura e Assessora de Artes Cênicas no Sesc-ES. No campo artístico atualmente desenvolve projetos de cenografia e arquitetura cênica.

Providência

Prestação de Contas final apresentada, aguardando análise.

2023-03-17
Locais de realização (1)
Vitória Espírito Santo