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PRONAC 211585Projeto encerrado por excesso de prazo sem captaçãoMecenato

Acronon

ANACOLUTO PRODUCOES MIUDAS LTDA
Solicitado
R$ 599,8 mil
Aprovado
R$ 599,8 mil
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Prod. AV curta/média mtragem/Tv Edu Cult
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Projetos normais
Ano
21

Localização e período

UF principal
MG
Município
Belo Horizonte
Início
2021-12-01
Término
2022-12-31
Locais de realização (4)
Salvador BahiaBelo Horizonte Minas GeraisRio de Janeiro Rio de JaneiroSão Paulo São Paulo

Resumo

Acronon é um documentário de média-metragem, com 70' de duração e finalização em 4K, com direção de Gregório Gananian e Danielly O.M.M., sobre a transformadora e radical vida e obra do artista, compositor, maestro e filósofo, brasileiro de origem alemã, Hans J. Koellreutter, persona fundamental na abertura e expansão da música e da cultura brasileira do século XX. Além disso, como contrapartida o projeto conta com 3 sessões do filme + debate com os diretores sobreHans J. Koellreutter e o processo criativo do filme.

Sinopse

O documentário “Acronon” pretende trabalhar de forma poética a vida/obra do compositor Hans Koellreutter. O documentário trata de questões da música moderna relacionadas ao nosso tempo atual. Introdutor de novas formas de percepção no campo ampliado da arte, Koellreutter cria na década de 70, a esfera-partitura transparente com inscrições, que remetem ao sistema cósmico das estrelas e ao não cronológico. Este mote norteia o documentário, onde o som reverbera as polifonias da música contemporânea, em seu sincronismo não linear. O som como objeto-sonoro. A imagem surge como partitura para a construção sonora. Classificação indicativa: 10 anos

Objetivos

OBJETIVO GERAL Realizar um média-metragem sobre a transformadora e radical vida e obra do artista, compositor, maestro e filósofo, brasileiro de origem alemã, Hans J. Koellreutter, persona fundamental na abertura e expansão da música e da cultura brasileira do século XX, voltado primeiramente à exibição em festivais e mostras de cinema. Características e metas do produtoDireção: Gregório Gananian e Danielly OMM; Produção: Anacoluto (Marisa Merlo); Duração: 70'; Formato: 4k; Gênero: documentário; Público alvo: pessoas acima de 16 anos; Acessibilidade: LIBRAS; Audiodescrição, Legenda Descritiva; Legenda: inglês; Veiculação: internet (Youtube, Vimeo); OBJETIVOS ESPECÍFICOS Contrapartida social03 sessões gratuitas de exibição do filme + debate com diretores Gregório Gananian e Danielly O.M.M. com temática sobre Hans J. Koellreutter e o processo criativo do filme, voltadas para estudantes e professores de instituições públicas de ensino. Duração: 150 minutos/sessãoQuantidade de público: 100 pessoas/sessão (Total: 300 pessoas);Local: instituições públicas de ensino, a definir;Acessibilidade: filme com audiodescrição, debates com narrador de audiodescrição;

Justificativa

Quando pensamos em "contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais", não podemos esquecer a importância de Hans J. Koellreutter, para a cultura brasileira, tendo influenciado de forma decisiva o Movimento Tropicalista e seus artistas. Influenciou, também, inúmeros artistas plásticos e cineastas. Sua pedagogia sacudiu normas caducas de conservatório e fez literalmente escolas Brasil afora (criou a Escola de Música da Universidade Federal da Bahia, por exemplo), além de ter realizado inúmeros laboratórios de disciplina e inquietação. Formou maestros como Rogério Duprat, Julio Medaglia, Diogo Pacheco, Isaac Karabitchevsky e Benito Juarez. Muitos músicos sofreram sua influência, tendo sido professor de Tom Jobim, Tim Rescala e Tom Zé. Caetano Veloso é tomado por "excitação feliz e gratidão" ao ouvir o nome do professor, crucial em sua formação. É preciso conhecer este artista fundamental que revolucionou os modos de criação das artes brasileiras. Isto se adequa perfeitamente à proposição desta Lei de "salvaguardar a sobrevivência e o florescimento dos modos de criar, fazer e viver da sociedade brasileira". Koellreutter tocou e lecionou na Europa, Ásia e EUA e é reconhecido internacionalmente. A primeira vez que o Brasil ouviu as notas dissonantes de Webern e Cage, entre outros, e música medieval e barroca em instrumentos originais foi pelas mãos do maestro. Através de sua história de vida e suas criações é possível "desenvolver a consciência internacional e o respeito aos valores culturais de outros povos ou nações". Preocupado com a sociedade de massa, tecnológica e industrial, Koellreutter vê na arte meio de liberdade, comunicação, educação. Realizou rara síntese entre cultura oriental e física moderna, espiritualidade milenar e teoria quântica, do zen à incerteza: a "estética relativista do impreciso e do paradoxal", amálgama da alma dos contrários complementares e da invenção permanente. Suas composições modelam a música como experiência de conhecimento e percepção. Não tem como não relacionar com "estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória". A liberdade criativa de Koellreutter inspira de forma vital as propostas de investigação estética do filme "Ácronon", que assim como a obra, a esfera circular Ácronon, gera uma partitura que norteia a experiência. A experiência proposta pelo filme "Ácronon" pretende, sem dúvida, "salvaguardar a sobrevivência e o florescimento dos modos de criar, fazer e viver da sociedade brasileira". Introdutor de novas formas de percepção no campo ampliado da arte, Koellreutter apresentou ao Brasil, a partir do fim da década de 30, as notas dissonantes de Schoenberg, Webern, Stockhausen e John Cage. Artista inquieto, ele evidenciou as conexões existentes entre a chamada "música de invenção" com as descobertas da física moderna e dos movimentos das vanguardas históricas. Em sua juventude na Alemanha, participa ativamente da famigerada música dodecafônica, que coloca em xeque o antigo sistema da música tonal. Em 1937, um acontecimento irá modificar profundamente os rumos de sua vida. Com apenas 22 anos, é denunciado pelos próprios pais à Gestapo, pelas posições políticas contrárias ao regime nazista. Exila-se no Brasil. O homem europeu dodecafônico nos trópicos, inicia um incrível processo de transmutação que o acompanhará por toda sua existência. Entre diversas realizações, funda e dirige a Escola de Música da Universidade Federal da Bahia, dando início a uma experiência ímpar na história do Brasil, o encontro do pensamento das vanguardas com a inventividade popular brasileira. Desta experiência surgem artistas cmo Tom Zé, Caetano Veloso, Glauber Rocha, Helena Ignez, entre tantos. Depois da experiência na Bahia, se lança pelo mundo: vive 5 anos no Japão e 7 na Índia. Pratica uma afluência orgânica entre a cultura oriental e ocidental, apreende a espiritualidade milenar do oriente, conectando-a com as questões da teoria quântica (do zen à incerteza), desenvolvendo a tese da "Estética relativista do impreciso e do paradoxal". De volta ao Brasil, Koellreutter cria no fim da década de 70, uma esfera-partitura transparente com inscrições que remetem ao sistema cósmico das estrelas e a nomeia com o instigante neologismo: Ácronon, que refere-se ao não cronológico. A esfera remete tanto ao planeta terra em sua concretude, como às questões do espaço curvo da física moderna e o olhar para o fora, para as estrelas, para o universo: o ponto de vista da Terra. De acordo com o Art. 3.º da Lei 8.313/91, o projeto tem a natureza de "fomento à produção cultural e artística", mediante a produção uma obra cinematográficas de média-metragem e filmes documentais. Assim, de acordo com o Art. 1° da Lei 8.313/91, a proposta preve: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais;II - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais;III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores;IV - proteger as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsáveis pelo pluralismo da cultura nacional;V - salvaguardar a sobrevivência e o florescimento dos modos de criar, fazer e viver da sociedade brasileira;VI - preservar os bens materiais e imateriais do patrimônio cultural e histórico brasileiro;VII - desenvolver a consciência internacional e o respeito aos valores culturais de outros povos ou nações;VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores deconhecimento, cultura e memória;IX - priorizar o produto cultural originário do País.

Especificação técnica

Título: AcrononDireção: Gregório Gananian e Danielly OMM; Produção: Anacoluto (Marisa Merlo); Duração: 70'; Formato: 4K / DCP; Gênero: documentário; Veiculação: internet (Vimeo, Youtube);Classificação indicativa: acima de 10 anos; Público alvo: pessoas acima de 16 anos;Acessibilidade: LIBRAS; Audiodescrição, Legenda Descritiva; Legenda: inglês;Contrapartida: filme com audiodescrição e debates com narrador de audiodescrição;

Acessibilidade

1. O filme contará com recursos de acessibilidade (LIBRAS, Audiodescrição e Legenda descritiva), em respeito aos artigos 18 e 19 da IN 02/2019. 2. Serão priorizados locais de exibição acessíveis para pessoas com deficiência motora e de mobilidade, inclusive para execução da contrapartida social. 3. Contrapartida social contará com exibição do filme com audiodescrição e debates terá narrador de audiodescrição;

Democratização do acesso

• Acesso ao filme: totalmente gratuito;• Veiculação do filme em plataformas da internet (Vimeo, Youtube);• Contrapartida social: 03 sessões gratuitas de exibição do filme + debate com diretores Gregório Gananian e Danielly O.M.M. com temática sobre Hans J. Koellreutter e o processo criativo do filme, voltadas para estudantes e professores de instituições públicas de ensino. Duração: 150 minutos/sessão;Estimativa de público: 100 pessoas/sessão (Total: 300 pessoas);Local: instituições públicas de ensino;Acessibilidade: audiodescrição;Público alvo: estudantes e professores de instituições públicas de ensino, conforme artigo 22 da IN 02/2019;Acessibilidade: o filme será exibido com Audiodescrição e debates terá narrador de audiodescrição;

Ficha técnica

PRODUÇÃO, PRODUÇÃO EXECUTIVAresponsável por todas as decisões operacionais, administrativas e financeiras do projetoANACOLUTOMARISA MERLO A Anacoluto foi criada por Marisa Merlo em 2017, após seu desligamento da Grafo Audiovisual, produtora da qual foi sócia-diretora de 2008 a 2016. Nesta transição, a Anacoluto passa a ser Produtora Associada dos filmes realizados no período em que Marisa Merlo foi sócia da Grafo; sendo 6 longas-metragens, 1 série 5x26' e diversos curtas-metragens, que passaram por festivais nacionais e internacionais como Festival de Brasília, do Rio, Mostra de São Paulo, Gramado, Semana da Crítica de Cannes, Sundance, Montreal, Habana e Short-list do Oscar, e também lançados em circuito comercial em diversas capitais do Brasil e licenciados para canais de TV / players como TV Brasil, TV Cultura, Globo, Sesc TV, Canal Brasil, Canal Curta!, RPC TV, Canal Plus (França), AXN, Turner, Now, Vivo Play, iTunes, Google Play. A Anacoluto nasce em Belo Horizonte/MG com a intenção de desenvolver e acolher projetos autorais de cinema e TV que se adequam a desenhos de produção pequenos, realizados em parceria com outras miúdas e miúdos. É também por meio desta empresa que Marisa Merlo atua como freelancer em diversas áreas do cinema, como produtora, produtora executiva, diretora de produção, coordenadora de produção, curadoria. Nascida e criada em Sertãozinho/SP, Marisa Merlo (1986) é graduada em cinema pela Unespar (Faculdade de Artes do Paraná/Curitiba). É produtora, produtora executiva, diretora de produção, coordenadora de produção e curadora. Foi, de 2008 a 2016, sócia da produtora Grafo Audiovisual (Curitiba/PR), atualmente vive em Belo Horizonte/MG e possui a empresa Anacoluto, produtora de projetos audiovisuais autorais e prestadora de serviços freelancer (de filmes, séries e mostras). É Membro fundadora do Olhar de Cinema - Festival Internacional de Curitiba. Atuou em diversas áreas da produção em mais de 30 obras, sendo 10 longas-metragens, dentre eles “Nóis por Nóis” (2018), “Ferrugem” (2018), “Para Minha Amada Morta” (2015), “A Gente” (2013), a série “Nóis por Nóis” (2017)” e diversos curtas-metragens, que passaram por festivais nacionais e internacionais como Festival de Brasília, do Rio, Mostra de São Paulo, Gramado, Semana da Crítica de Cannes, Sundance, Montreal, Habana e Short-list do Oscar, e também lançados em circuito comercial em diversas capitais do Brasil e licenciados para canais de TV / players como TV Brasil, TV Cultura, Globo, Sesc TV, Canal Brasil, Canal Curta!, RPC TV, Canal Plus (França), AXN, Turner, Now, Vivo Play, iTunes, Google Play. DIRETORGREGÓRIO GANANIAN Em 2012 fundou a produtora Zaum com Danielly O.M.M. Em 2020, o longa-metragem "Inaudito", de Gregorio Gananian e DaniellyO.M.M é lançado em mais de 20 salas de cinema pelo Brasil, com a distribuição da Embaúba Filmes. No fim de 2017 estreou o seu primeiro longa-metragem INAUDITO,na Mostra Internacional de Cinema de São Paulo, em 2018 recebe o prêmio de melhor filme na Mostra de Cinema de Tiradentes, sendo o filme de encerramento na edição do festival em São Paulo. O longa-metragem percorreu diversos festivais pelo Brasil - como A Semana dos Realizadores, ForumDoc - Prêmio Destaque, IN-EDIT, entre outros, participou do Festival del Nuevo CIne Latinoamericano de Cuba - Habana Film Festival. Dirigiu com José Roberto Aguilar, o filme e a instalação, “O Olhar do Boto”, filmado na Amazônia e apresentado no Sesc Consolação (SP-2017). Dirigiu e produziu o meta cinespetáculo realizado no Teatro Oficina e no Sesc Santo Amaro "Siñfonia de Jards", com Jards Macalé e grande elenco. Em 2009, realizou o premiado curta-metragem,“Dórian”. Em 2010, dirigiu e produziu no Teatro Oficina e no Sesc Santo Amaro, o meta cinespetáculo “Sinfonia de Jards”, com Jards Macalé e grande elenco. Em 2012 fez parte do núcleo de criação do espetáculo em homenagem a John Cage, “100 Cage”, no Tuca Arena. Em 2012 participou da 30a Bienal de São Paulo com Daniel Scandurra, "radiouvídeo". Em 2014, dirigiu e produziu a Ópera, “Gilberto Mundus”, com o maestro e compositor Gilberto Mendes, no Museu do Futebol. De 2014 a 2019 realizou diversas edições do projeto audiovisual LABZAUM, em espaços culturais. Em 2016 desenvolveu a cenografia para a apresentação da composição “Pierrot Lunaire”, de Arnold Schoenberg. Em trabalho coletivo realizou 6 edições da experiência ZINEMAOCUBO na Praça Roosevelt em SP. Entre outros tantos trabalhos, desenvolveu videoclipes para o artista Negro Leo e Jards Macalé e curtas-metragens com artistas como Tom Zé, Arnaldo Antunes, Augusto de Campos, José Roberto Aguilar, Ava Rocha e Jards Macalé, entre outros. Em 2020 é associado ao IHUDD Instituto Humanidades Direitos e Democracia, onde participa e dirige a live expandida "Quarentena Liv(r)e" com José Roberto Aguilar, Sérgio Villafranca e grande elenco. Participa em diversas áreas dos projetos audiovisuais da Zaum Produtora - filmes, clipes e outros experimentos. Embarca no dia 8 de março de 2019, junto com Ava Rocha, Negro Leo e Danielly O.M.M. para uma residência artística de 1 mês na China no projeto China Tropical. Para a realização do filme "Aquele que viu o Abismo". DIRETORADANIELLY O.M.M. Possui graduação em Arquitetura e Urbanismo pela Universidade de São Paulo (2011). Em 2012 fundou a produtora Zaum com Gregorio Gananian. Em 2020, o longa-metragem Inaudito, de Gregorio Gananian e Danielly O.M.M é lançado em mais de 20 salas de cinema pelo Brasil, com a distribuição da Embaúba Filmes. No fim de 2017 estreou o seu primeiro longa-metragem INAUDITO, deGregorio Gananian e Danielly O.M.M. na Mostra Internacional de Cinema de São Paulo, que recebeu o prêmio de melhor filme na Mostra de Tiradentes, sendo o filme de encerramento na edição do festival em São Paulo. O longa-metragem percorreu diversos festivais pelo Brasil - como A Semana dos Realizadores, ForumDoc - Prêmio Destaque, IN-EDIT, entre outros, participou do Festival del Nuevo CIne Latinoamericano de Cuba - Habana Film Festival. Realizou o curta-metragem, “Vias Veias” em 2011. Participou do núcleo decriação do espetáculo “100CAGE”, em homenagem a John Cage, no Tucarena (SP-2012). Realizou a cenografia do espetáculo multimídia “Sinfonia de Jards” com Jards Macalé, no Teatro Oficina (SP-2011/2012). Produziu e fez a cenografia da 'opereta' “Gilberto Mundus”, com o compositor e maestro Gilberto Mendes,no Museu do Futebol (SP-2014). Desde 2012 desenvolve o projeto audiovisual LabZaum, realizou a instalação artística, “Hexagrampos" na Casa das Rosas (SP-2015). A partir de 2017 desenvolve o projeto de "músicavídeo", “OMM Som”. Realizou em 2017 a performance multimídia no seminário Arte e Revolução, na Cinemateca Brasileira. Em 2018 realizou a cenografia, montagem e captação de som da instalação “O Olhar do Boto” de José Roberto Aguilar e Gregorio Gananian, no Sesc Consolação (SP). Participa ativamente em diversas áreas de todos os projetos audiovisuais da Zaum Produtora - curtas, clipes e outros experimentos. Em 2020 é associado ao IHUDD - Instituto Humanidades Direitos e Democracia, onde participa e dirige a live expandida "Quarentena Liv(r)e". Embarca no dia 8 de março de 2019, junto com Ava Rocha, Negro Leo e Gregorio Gananian para uma residência artística de 1 mês na China no projeto China Tropical. Desde 2020 é associado ao IHUDD - Instituto Humanidades Direitos e Democracia, onde participa e dirige a live expandida "Quarentena Liv(r)e".

Providência

PROJETO ARQUIVADO.