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PRONAC 211630Arquivado a pedido proponenteMecenato

Laboratório de Formação Básica em Cinema

PONTILHADO CINEMATOGRAFICO E PRODUCOES CULTURAIS E ARTISTICAS LTDA
Solicitado
R$ 68,5 mil
Aprovado
R$ 68,5 mil
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Ações de capacitação e treinamento de pessoa
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Projetos normais
Ano
21

Localização e período

UF principal
PE
Município
Recife
Início
2022-02-01
Término
2022-12-30
Locais de realização (1)
Belo Jardim Pernambuco

Resumo

O Laboratório de Formação Básica em Cinema tem como foco a iniciação no campo cinematográfico e atuação no mercado audiovisual de jovens estudantes de Escolas Públicas da cidade de Belo Jardim. A formação busca abordar as diversas dimensões da realização em cinema: Criação de Roteiro, Linguagem Cinematográfica, Direção, Câmera de Vídeo, Som Direto, Montagem, Produção, Direção de Arte, Direção de Atores. O Laboratório será híbrido, com aulas no formato online e presencial. Os módulos serão conduzidos por profissionais atuantes no mercado audiovisual. Os alunos têm a oportunidade de se engajar num projeto prático de curta-metragem, proporcionando uma imersão total num set filmagens, como trabalho de conclusão. Como, contrapartida Social, vamos realizar as seguintes palestras:Educação audiovisual: percursos criativo-pedagógicos entre escola e comunidade, Cineclube Escolar e 3 Formas de integrar a linguagem audiovisual às suas práticas educativas.

Sinopse

O PERCURSO DA ESTÉTICA CINEMATOGRÁFICAApresenta um panorama geral da história do cinema, do surgimento aos movimentos de vanguarda, a partir da análise de algumas das principais obras que possibilitaram o desenvolvimento de sua linguagem. O PERCURSO DA ESCRITAO roteirista é o primeiro a contar uma história que ganha vida durante a produção e só termina na sala de edição. Seu trabalho inclui desenvolvimento de argumentos, personagens, diálogos e situações. Além de criatividade, a função exige técnica, seguindo uma estrutura de roteiro e uma formatação nos padrões de mercado. O PERCURSO DAS TÉCNICAS AUDIOVISUAIS O Percurso de Câmera apresenta, numa perspectiva teórico-prática, noções básicas de operação de câmera em suas dimensões técnica e discursiva, tendo como fundamento a imagem digital. O PERCURSO DA PRODUÇÃO CINEMATOGRÁFICADiscute o método de trabalho da produção cinematográfica, equipe técnica e suas funções. O PERCURSO DA DIREÇÃOO Percurso da Direção o aluno aprenderá qual o papel do diretor nestas produções e o que ele deve fazer em cada etapa do processo, desde a criação até a entrega final, passando pelo roteiro, filmagem, atores e pós-produção – além de dicas de como entrar no mercado audiovisual atual. O PERCURSO DA DIREÇÃO DE ARTEO Percurso da Direção de Arte abre a discussão sobre: métodos, linhas estéticas, necessidades técnicas, relação entre arte e roteiro/direção/fotografia/produção, formação de equipe, estrutura de projetos cenográficos, pesquisas de materiais, estruturação de uma planilha de orçamento, apanhado conceitual e reflexivo sobre a criação do figurino e sobre a concepção de maquiagem dentro do projeto total de Direção de Arte para um filme. O PERCURSO DE MONTAGEM / EDIÇÃOO percurso apresenta os conceitos e técnicas fundamentais da edição cinematográfica, destacando a criação de sentidos por meio da articulação de planos e elementos sonoros.

Objetivos

Objetivo Geral: Formar profissionais capazes de atuar no mercado de trabalho desenvolvendo aço~es pra´ticas e criativas nos mais diversos setores da atividade audiovisual; Estimular o olhar da juventude para a cidade e o local onde vivem; Praticar e experimentar todas as etapas de produção de um filme; Dominar as diversas técnicas para a realização de produções cinematográficas; Compreender as mudanças operadas pelas novas tecnologias na produção audiovisual contemporânea; Problematizar a concepça~o da imagem cinematogra´fica como representaça~o do real; Exercer e correlacionar sua funça~o dentro de uma equipe de realizaça~o audiovisual; Identificar a estrutura narrativa de filmes ficcionais, documentais, experimentais, entre outras modalidades narrativas, como docudramas, vi´deo arte e outros; Criar roteiros a partir de textos litera´rios ou ideias originais aplicando o conhecimento da estrutura do drama cla´ssico, moderno e contemporâneo; Formatar projetos audiovisuais para o mercado a partir do conhecimento dos sistemas de produção e de suas políticas de incentivo. Objetivo Específico: Objetivos Específicos:O Laboratório tem como objetivo iniciar jovens residentes na cidade de Belo Jardim, entre 15 e 25 anos de idades, interessados nas etapas que envolvem a produção de um filme de curta ou longa-metragem e com perspectivas de ingressarem no mercado audiovisual. Ao final do Laboratório os alunos, divididos, em equipes produzirão curtas-metragens, como trabalho de conclusão. Cada equipe será acompanhada por um tutor que terá um papel fundamental na orientação e acompanhamento dos trabalhos. Como, contrapartida Social, vamos realizar 03 (três) palestras gratuitas para educadores, gestores e professores da rede pública de ensino de Belo Jardim, que abordem o conteúdo "Educação audiovisual nas Escolas". As palestras terão os seguintes tema: "Educação audiovisual: percursos criativo-pedagógicos entre escola e comunidade" (Capacitar professores e educadores na criação de mecanismos que estimulem o processo criativo dos alunos a partir da experiência audiovisual interdisciplinar seja no formato presencial, híbrido ou remoto), "Cineclube Escolar" (Capacitar professore e educadores a promoverem sessões cineclubistas, seja em escolas ou quaisquer outros espaços de convívio social, público ou privado. Criando estratégias e vínculos com os participantes através do cinema) e "3 Formas de integrar a linguagem audiovisual às suas práticas educativas" (Capacitar professores e educadores no uso do dispositivo audiovisual, criando estratégias para alinhar a temática do filme e sua narrativa ao conteúdo estudado em sala de aula).

Justificativa

A cidade de Belo Jardim, agreste pernambucano, conta hoje com 76.687 habitantes, de acordo com dados do IBGE de 2020. A presença do cinema em Belo Jardim é anterior a sua própria emancipação ocorrida em 1928. O primeiro cinema existente na então vila, foi o Cine Brasil trazido pelo Major João Gomes em 1923. Tratava-se de um projetor movido a manivela que exibia pequenos filmes. Em 1936, a empresa Maciel e Cia funda o Cine Rolien, que logo dá lugar ao Cine Guarany, fundado em 1938. Ficava localizado na rua João Pessoa, centro da cidade. No ano de 1940, o jornal A Voz da Cidade, publica anúncios do Cine Lux e também constam registros do Cine Globo, um cinema intinerante.Em 02 de fevereiro de 1952, é inaugurado por José Ramos o Cine Teatro São Jorge. O cine ficava localizado na rua Cleto Campelo, centro da cidade. O cinema de Zé Ramos como era popularmente conhecido, possuía um gerador de energia próprio e um projetor de 16mm RCA Victor. Com 400 lugares, o cine servia também, como um local de extensão da Rádio Bitury. Atualmente, existe no local, uma loja de móveis e eletrodomésticos. O Cine Theatro Brasília começou a funcionar em 1970, construído pelo empresário Arcanjo Gabriel de Souza. O cinema era constituído de uma única sala com capacidade para aproximadamente 1200 poltronas e 600 tamboretes, uma lanchonete, um palco, e uma tela que abrangia toda largura da sala. Além de funcionar para exibição, a estrutura servia como espaço para shows e espetáculos. O prédio onde funcionou o cine, é ocupado atualmente por uma rede de supermercados. José de Souza Lopes conhecido como Zé Vieira do Cinema, foi o último a manter uma sala de cinema comercial na cidade, o Cine Teimoso, em 2005. Ele foi proprietário de vários cines como o Cine São Pedro (1960), o cine São Marcos (1965), o Cine Chaplin (1987) e o Cine Teimoso. Além de construir estas salas de cinema, Vieira realizou sessões de cinema intinerante, com um fusca e um projetor pela zona rural da cidade. Dedicou toda sua vida a exibição, tendo trabalhado e ajudado a construir o Cine TH Brasília, um dos maiores cines do interior do estado a época. É nos anos 70 que a cidade produz seus filmes. Em 1971 é lançado o Último Cangaceiro. Começou com grandes investimentos sendo dirigido por Carlos Mergulhão. Cleto Mergulhão atuou e concluiu o filme. Em 1971 a sala de exibição do Cine Theatro Brasília ficou lotada, com um público de aproximadamente 2.000 pessoas que se acomodaram entre poltronas e tamboretes para ver o lançamento do Último Cangaceiro. O Super 8, tipo de câmera portátil com filmes em 8 mm, possibilitou um tipo de produção mais barata e prática em relação aos outros tipos de película. Em Belo Jardim, Cleto incentiva seu amigo José Osório, a gravar filmes em Super 8, uma trilogia de terror. Sendo concluído apenas o primeiro filme, intitulado A Casa Maldita (1973), este foi enviado a Jornada de Curtas de Salvador no mesmo ano. Os outros, que não foram concluídos, seriam, Seita dos Malditos e Festim dos Malditos. Além dos filmes de José Osório também é gravado em Belo Jardim A eleição do diabo e a posse de Lampião (1977) de Fernando Spencer, que tinha Mergulhão como ator. É nesse contexto histórico que o Laboratório de Formação Básica em Cinema vem reforçar uma antiga vocação da cidade de Belo Jardim que, ao longo de sua história, teve papel de destaque no campo da atividade cinematográfica: exibição e na produção regular e sistêmica de Cleto Mergulhão. Em sendo o primeiro Laboratório com ênfase especi´fica em cinema e audiovisual no agreste de Pernambuco, criado em um momento em que se verifica um crescente aumento da produça~o em cinema e audiovisual no pai´s, alicerçada pelo barateamento dos meios de produça~o possi´vel graças ao advento das mi´dias digitais, por poli´ticas pu´blicas, leis de fomento como a Lei de Incentivo à Cultura, ampliaça~o das telas de exibiça~o (TV a cabo, internet, mi´dias locativas, etc), o que tem gerado um sensi´vel aumento de interesse na a´rea. Em Belo Jardim, a atividade cinematogra´fica tem encontrado diversos espaços de exibiça~o, e discussa~o, como o Cine Jardim - Festival Latino-Americano de Cinema de Belo Jardim, realizado desde 2015, que dedica amplo espaço para a produça~o regional. A proposta em tela equadra-se no seguintes incisos do Art. 1º da Lei nº 8.313/91: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais;II - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais;III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores;IV - proteger as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsáveis pelo pluralismo da cultura nacional;VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória; Quanto aos objetivos do Art. 3º da referida norma serão alcançados, destacamos: II - fomento à produção cultural e artística, mediante:a) produção de discos, vídeos, obras cinematográficas de curta e média metragem e filmes documentais, preservação do acervo cinematográfico bem assim de outras obras de reprodução videofonográfica de caráter cultural; (Redação dada pela Medida Provisória nº 2.228-1, de 2001)

Especificação técnica

MÓDULOS Módulo I – O Percurso da Estética CinematográficaCarga Horária [ online ] = 12hCarga Horária [ presencial ] = 3h Módulo II – O Percurso da Escrita Carga Horária [ online ] = 18hCarga Horária [ presencial ] = 6h Módulo III – O Percurso das Técnicas Audiovisuais Carga Horária [ online ] = 15hCarga Horária [ presencial ] = 6h Módulo IV – O Percurso da Produção Cinematográfica Carga Horária [ online ] = 15hCarga Horária [ presencial ] = 6h Módulo V – O Percurso da Direção Carga Horária [ online ] = 12hCarga Horária [ presencial ] = 6h Módulo VI – O Percurso da Direção de Arte Carga Horária [ online ] = 12hCarga Horária [ presencial ] = 6h Módulo VII – O Percurso da Montagem | EdiçãoCarga Horária [ online ] = 6hCarga Horária [ presencial ] = 6h TRABALHO DE CONCLUSÃOProdução de até 02 (dois) curtas-metragens de ficção ou documentário, com duração de até 15 minutos.

Acessibilidade

Como instrumento de mobilização social e democratização do acesso aos bens culturais. O Laboratório será realizado gratuitamente, jovens estudantes, regularmente, matriculados, nas Escolas Públicas (Estaduais e Municipais) de Belo Jardim. Dessa forma, jovens que tem pouco acesso a uma formação na área do audiovisual. O produto final, resultado do laboratório, terá uma versão em Libras, Audiodescrição e Legendas para surdos e ensurdecidos (LSE). O Laboratório oferecerá intepréte de libras, legenda descritiva e audiodescrição para todo o conteúdo apresentado nos módulos do laboratório. Na ficha de inscrição o aluno informará suas necessidades para que possamos atender de forma precisa todas as medidas de acessibilidade comunicacional. As palestras que serão oferecidas como contrapartida social serão acompanhadas de um intérprete de libras para que o conteúdo seja acessível para pessoas surdas e ensurdecidas.

Democratização do acesso

O Laboratório no formato remoto será realizado através da plataforma Google Meet. O material usado pelos professores serão disponibilizados nas redes sociais do Laboratório [ Canal do YouTube, Facebook e Instragram ] que serão criadas posteriormente. As aulas práticas serão presenciais no CineTeatro Cultura, localizado na Praça Jorge Aleixo da Cunha, 50 - Centro, Belo Jardim - PE, 55150-230. O acesso ao Laboratório será totalmente gratuito. A estimativa de público que pretendemos alcançar ao longo do Laboratório será de 280 alunos. Sendo 100 alunos presenciais e 180 no formato remoto. As contrapartidas sociais do projeto são: Realização de 03 (três) palestras para educadores, gestores e professores da rede pública de ensino de Belo Jardim e cidades vizinhas, que abordem o conteúdo "Educação audiovisual na Escola". As palestras serão oferecidas, gratuitamente, no formato virtual, através da plataforma Google Meet, com transmissão simultânea para as redes sociais do Laboratório. Especificações PALESTRA 01 "Educação audiovisual: percursos criativo-pedagógicos entre escola e comunidade" Capacitar professores e educadores na criação de mecanismos que estimulem o processo criativo dos alunos a partir da experiência audiovisual interdisciplinar seja no formato presencial, híbrido ou remoto. Carga-horária: 60 minutos Inscrições gratuitas Estimativa total de público de 100 participantes. Com intérprete de Libras Palestrante: Felipe Leal Barquete PALESTRA 02 "Cineclube Escolar" Capacitar professore e educadores a promoverem sessões cineclubistas, seja em escolas ou quaisquer outros espaços de convívio social, público ou privado. Criando estratégias e vínculos com os participantes através do cinema. Carga-horária: 60 minutos Inscrições gratuitas Estimativa total de público de 100 participantes. Com intérprete de Libras Palestrante: Felipe Leal Barquete PALESTRA 03 "3 Formas de integrar a linguagem audiovisual às suas práticas educativas" Capacitar professores e educadores no uso do dispositivo audiovisual, criando estratégias para alinhar a temática do filme e sua narrativa ao conteúdo estudado em sala de aula. Carga-horária: 60 minutos Inscrições gratuitas Estimativa total de público de 100 participantes. Com intérprete de Libras Palestrante: Felipe Leal Barquete Felipe Leal Barquete Minibio: É mestre em educação (UFPB/PB), graduado em Imagem e Som (UFSCar/SP) e faz especialização em Educação Transformadora - pedagogia, fundamentos e práticas (PUC/RS). Desde 2005, trabalha na área de educação, cinema e audiovisual, com práticas educativas nas escolas, promoção de cineclubes, mostras e festivais, e na formação de coletivos de criação cinematográfica, atuando nas áreas de direção, produção e montagem. Viveu e trabalhou em São Paulo/SP entre 2010 e 2013, atuando na produtora Filmes para Bailar com criação de filmes e prestação de serviços audiovisuais para instituições públicas e privadas. Atualmente reside em João Pessoa/PB, onde desenvolve projetos sobre o nexo entre a educação, o cinema e o audiovisual. É fundador e coordenador da Semente - Escola de Educação Audiovisual, membro fundador do Núcleo de Educação Transformadora da Paraíba e coordenador da Rede Kino – Rede Latino-americana de Educação, Cinema e Audiovisual.

Ficha técnica

LEO TABOSA (PRODUTOR EXECUTIVO) DIRETOR, ROTEIRISTA, ESCRITOR E GESTOR CULTURAL. Formado em Comunicação Social, com habilitação em Jornalismo e História (Universidade Católica de Pernambuco - Unicap). É Especialista em História Regional do Brasil: Nordeste (Unicap), Pós-graduado em Produção Cultural e Gerenciamento de Evento (Faculdade Senac) e Pós-graduando em Estudos Cinematográficos pela Universidade Católica de Pernambuco (UNICAP). É idealizador do Cine Jardim – Festival de Cinema de Belo Jardim (Belo Jardim – Pernambuco), Mostra Curta Vazantes: Cinema em Comunidade (Vazantes – Ceará) e curador do Cine Congo – Festival do Audiovisual da Paraíba (Congo – Paraíba). É sócio diretor da Pontilhado Cinematográfico e Produções Culturais e Artísticas LTDA e, também, exerce a função de Gestor Cultural da Universidade Católica de Pernambuco. Entre seus trabalhos como diretor e roteirista destacam-se os documentários: “Retratos” (2010), “Tubarão” (2013) e “Baunilha” (2017), o filme de animação: “As aventuras do Menino Pontilhado” (2016) e os filmes de ficção: “Nova Iorque” (2018) e “Marie” (2019). JORGE SARDO JR. (COORDENADOR DOS MÓDULOS) PRODUTOR CULTURAL E ADMINISTRADOR DE EMPRESAS. Mestre em Gestão Empresarial e Cultural na Faculdade Boa Viagem/FBV. Graduado em Administração de Empresas com pós-graduação na FGV-EAESP. MBA em Marketing pela Universidade Mackenzie. ADMINISTROU projetos com recursos públicos derivados da FUNCULTURA Independente 2011/2012 – Fundação do Patrimônio Histórico e Artístico de Pernambuco/FUNDARPE, Programa Cultural Banco do Nordeste, Fundação Roberto Marinho e Prefeitura da Cidade do Recife.ARTHUR LEITE (DIRETOR DE PRODUÇÃO) Atualmente é Coordenador da Formação Básica em Audiovisual do Porto Iracema das Artes – Escola de Formação e Criação do Ceará do Instituto Dragão do Mar. Produtor Associado e Assistente de Direção no filme “Nova Iorque”, com Direção de Leo Tabosa, gravado em Pernambuco e estrelado por Hermila Guedes e Marcélia Cartaxo. Lançou, em 2016, o curta-metragem “Abissal”, gravado em Quixeré-CE, exercendo as funções de Roteiro, Direção e Montagem e foi vencedor do 21º É Tudo Verdade – Festival Internacional de Documentários – Melhor Curta e de outros quatro prêmios em diversos festivais. O filme foi pré-qualificado ao OSCAR 2017, além de considerado pela crítica um dos 10 melhores curtas brasileiros do ano. Já foi exibido no Brasil, Espanha, Austrália, Bulgária e ainda tem uma agenda com diversas exibições no Brasil e no Mundo. Produtor Executivo e Assistente de Direção do filme “Baunilha”, gravado em Pernambuco, com Direção de Leo Tabosa com estreia internacional no Queer Lisboa Festival e Assistente de Direção no longa-metragem “O Barco” com direção de Petrus Cariry, gravado Morro Branco-CE. Realiza, através da Pontilhado Cinematográfico, o “CINE JARDIM – Festival Internacional de Cinema de Belo Jardim”, onde exerce a função de Produtor Executivo. BÁRBARA CARIRY (OFICINEIRA) Cineasta, roteirista e produtora nascida em Fortaleza, Ceará (1988). É graduada em Audiovisual e Novas Mídias pela Universidade de Fortaleza e mestra em Estudos Curatoriais pela Universidade de Coimbra. Como produtora executiva, trabalhou em diversos filmes como Mãe e Filha (longa-metragem/Petrus Cariry/ 2011), Os Pobres Diabos (longa-metragem/Rosemberg Cariry/2013), Abissal (curta-metragem/ Arthur Leite/ 2016), A Balada do Sr. Watson (curta-metragem/ Firmino Holanda/ 2017), Pop Ritual (curta-metragem/Mozart Freire/2019) e Sertânia (longa-metragem/Geraldo Sarno/2019). Como diretora, realizou os curtas-metragens Verão (2009), O Silêncio do Mundo (2011) e Os Cabelos de Letícia (2016). Os filmes que produziu e dirigiu circularam em mostras e festivais no Brasil e no exterior, tendo ganhado diversos prêmios. Como roteirista, já ganhou prêmios em editais no Ministério da Cultura do Brasil (MINC), na Agencia Nacional do Cinema (ANCINE) e na Secretaria de Cultura do Estado do Ceará (SECULT-CE). Já fez trabalhos como produtora e assistente de direção para projetos do Canal Brasil e TV SESC. Em 2021 estreou em festivais seu primeiro longa-metragem como diretora e roteirista, o filme Pequenos Guerreiros. ARTHUR LEITE (OFICINEIRO) Atualmente é Coordenador da Formação Básica em Audiovisual do Porto Iracema das Artes – Escola de Formação e Criação do Ceará do Instituto Dragão do Mar. Produtor Associado e Assistente de Direção no filme “Nova Iorque”, com Direção de Leo Tabosa, gravado em Pernambuco e estrelado por Hermila Guedes e Marcélia Cartaxo. Lançou, em 2016, o curta-metragem “Abissal”, gravado em Quixeré-CE, exercendo as funções de Roteiro, Direção e Montagem e foi vencedor do 21º É Tudo Verdade – Festival Internacional de Documentários – Melhor Curta e de outros quatro prêmios em diversos festivais. O filme foi pré-qualificado ao OSCAR 2017, além de considerado pela crítica um dos 10 melhores curtas brasileiros do ano. Já foi exibido no Brasil, Espanha, Austrália, Bulgária e ainda tem uma agenda com diversas exibições no Brasil e no Mundo. Produtor Executivo e Assistente de Direção do filme “Baunilha”, gravado em Pernambuco, com Direção de Leo Tabosa com estreia internacional no Queer Lisboa Festival e Assistente de Direção no longa-metragem “O Barco” com direção de Petrus Cariry, gravado Morro Branco-CE. Realiza, através da Pontilhado Cinematográfico, o “CINE JARDIM – Festival Internacional de Cinema de Belo Jardim”, onde exerce a função de Produtor Executivo.

Providência

PROJETO ARQUIVADO.