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Realizar, no formato híbrido, a VII Edição do Cine Jardim - Festival Latino-Americano de Cinema de Belo Jardim, durante 02 (duas) semanas, com o objetivo de divulgar e promover o Cinema Latino-Americano no interior do Nordeste e a formação de novos olhares cinematográficos, na cidade de Belo Jardim, agreste pernambucano. As exibições serão realizadas no formato presencial no Cine Teatro Cultura e em praça pública. No formato digital a programação ficará disponível no site do Festival. O Cine Jardim é competitivo, premiação em Troféu, com exibições de filmes de curtas e longas-metragens. Como contrapartida social vamos realizar as oficinas de formação: Introdução à Crítica de Cinema; Roteiro de Animação e Direção Cinematográfica. As oficinas serão oferecidas, gratuitamente, para os alunos das Escolas Públicas de bairros periféricos de Belo Jardim, no contraturno.
OFICINAS Introdução à Crítica de Cinema Ementa: De perfil teórico e prático, propomos nesta oficina de Introdução à Crítica de Cinema uma imersão que vai apresentar e exercitar os princípios básicos da teoria crítica e da crítica cinematográfica, em particular. Vamos exemplificar por meio do exame de obras de diferentes países e estilos (horror, ficção científica, documentários etc) conceitos gerais aplicados e possíveis interpretações e análise interdisciplinar desses filmes e a evolução da linguagem na história do cinema. Objetivos Gerais:1. Apresentar aos alunos as bases da crítica, e especificamente, a crítica cinematográfica;2. Investigar quem exerce o papel da crítica, incluindo em coletivos ou de forma individual, em veículos não impressos e hegemônicos (como plataformas virtuais); Objetivos Específicos:1. Estimular o exercício da crítica e da análise como forma de atuação na comunidade; 2. Realizar debates e reflexões acerca do papel da crítica;3. Proporcionar atividades que estimulem a criatividade e a sensibilidade dos alunos. Oficina de Roteiro de Animação Ementa: A oficina de Roteiro de Animação, ministrada por Karolina Kalor, proporciona aos participantes experiências de co-criação e construção coletiva e individuais de personagens e universos/ ambientes em animação, a partir de ferramentas digitais de interação em grupo, como a plataforma Padlet, além de exibir algumas animações e roteiros assinados por pessoas racializadas, como negres e origináries, e promover reflexões a respeito. Abastecidas por um repertório construído durante a primeira parte da oficina, a proposta é que cada estudante crie uma sinopse, uma escaleta e em seguida o roteiro de uma animação de, no mínimo, 1 minuto. A plataforma Celtx online também será apresentada como uma ferramenta para escrita e formatação técnica de roteiro. Mais do que reforçar o mito da originalidade ou muní-los de técnica para a composição de roteiro, ainda que alguns desses saberes sejam trabalhados no curso, Karolina Kalor pretende compartilhar estratégias sensíveis para narrar através de imagens em movimento e som. Exibição de videos de animação ou sobre animação, leituras e escrituras de cenas de roteiros, assim como elementos técnicos essenciais e orientações básicas sobre proteção à autoria, entre outros temas ligados ao ofício em questão e a este mercado como um todo contemplam a Oficina de Roteiro de Animação desde a perspectiva de Kalor, cujo trabalho enquanto roteirista tem sido reconhecido nacionalmente. Objetivos gerais:1. Formar novos autores-roteiristas para animação 2. Capacitar agentes da cadeia produtiva do audiovisual na área de roteiro 3. Promover a Igualdade Racial por meio da ferramenta audiovisual; 4. Comunicar-se com o público para além da idade, cor, gênero e classe social através da narrativa de autores negras e negros 5. Contribuir para a promoção da equidade de direitos no mercado audiovisual, independente de raça, gênero e classe. Objetivos específicos: 1. Exibir mínimo de 4 (quatro) animações infantis feitas por realizadores negros e indígenas (diretores e/ou roteiristas) durante as atividades; 2. Orientar alunes quanto ao desenvolvimento de animação tendo como ponto de partida personagens e universo/ ambiente; 3. Exercitar a escrita de sinopse e escaleta de roteiro; 4. Propor que cada participante da oficina redija um roteiro de até um minuto; 5. Promover um maior entendimento sobre autoria a partir do diálogo sobre o tema. Direção Cinematográfica Ementa: A Oficina de Direção Cinematográfica ministrada pelo diretor e jornalista Marco Antônio Pereira, será um treinamento teórico e prático que compartilhará conceitos, técnicas sobre a direção de cinema.Com carga horária de 15 horas e turma de até 15 participantes, o intuito é provocar a reflexão sobre a construção de narrativas potentes e propiciar aos interessados, ambiente de experimentação e aprendizado a partir da proposta de se contar uma história cinematográfica, explorando pontos como enquadramentos, direção de atores, mise-en-scène, luz, composições, texturas, diálogos, ângulos, movimentos de câmera e trabalho em parceria com outros profissionais do set de cinema. Os equipamentos serão cedidos pelo próprio oficineiro o e as aulas nortearão sobre as etapas da produção audiovisual e como proposta de finalização técnica e prática, o/a participante produzirá seu próprio mini- curta. Objetivos gerais:1. Transmitir instrumentos para que o participante tenha compreensão prática e teórica da relação entre diretor de cinema e um set de cinema. 2. Possibilitar o debate para pensar o cinema e suas técnicas frente às lógicas não só do cinema moderno como também do cinema contemporâneo. Além disso, a oficina proporcionará aperfeiçoamento na linguagem do cinema ao mercado cultural local. Objetivos específicos:1. Apresentar aos alunos a oportunidade de vivenciar um set de cinema;2. Utilizar a produção de um curta como uma ferramenta de preservação e resgate à memória; 3. Realizar debates e reflexões acerca do audiovisual;4. Registrar os valores imateriais da região, como manifestações culturais e personagens históricos; 5. Proporcionar atividades que estimulem a criatividade e a sensibilidade dos alunos;6. Realizar 1 documentário digital como resultado final de cada oficina. PALESTRA ON LINE: "3 Formas de integrar a linguagem audiovisual às suas práticas educativas" Capacitar professores e educadores no uso do dispositivo audiovisual, criando estratégias para alinhar a temática do filme e sua narrativa ao conteúdo estudado em sala de aula. Carga-horária: 60 minutos Inscrições gratuitas Estimativa total de público de 900 participantes. Palestrante: Felipe Leal Barquete Minibio: É mestre em educação (UFPB/PB), graduado em Imagem e Som (UFSCar/SP) e faz especialização em Educação Transformadora - pedagogia, fundamentos e práticas (PUC/RS). Desde 2005, trabalha na área de educação, cinema e audiovisual, com práticas educativas nas escolas, promoção de cineclubes, mostras e festivais, e na formação de coletivos de criação cinematográfica, atuando nas áreas de direção, produção e montagem. Viveu e trabalhou em São Paulo/SP entre 2010 e 2013, atuando na produtora Filmes para Bailar com criação de filmes e prestação de serviços audiovisuais para instituições públicas e privadas. Atualmente reside em João Pessoa/PB, onde desenvolve projetos sobre o nexo entre a educação, o cinema e o audiovisual. É fundador e coordenador da Semente - Escola de Educação Audiovisual, membro fundador do Núcleo de Educação Transformadora da Paraíba e coordenador da Rede Kino – Rede Latino-americana de Educação, Cinema e Audiovisual. Ementa: A educação audiovisual é um campo híbrido que articula saberes, processos e práticas dos campos da educação, da educomunicação e das artes. Na Semente, as práticas educativas com o audiovisual no chão da escola e das comunidades contribuem para promover a sensibilização dos olhar sobre o mundo, vivificar as relações dos estudantes com o outro, com o conhecimento e a natureza, e assim qualificar as experiências de aprendizagem tanto do ponto de vista cognitivo quanto socioemocional. Nessa palestra introdutória sobre o tema, vamos apresentar os três eixos constituintes da educação audiovisual nas escolas na perspetiva da Semente - o cineclube escolar, os dispositivos de criação e a produção de narrativas audiovisuais. Tais eixos, quando articulados, podem fazer florescer diversas estratégias de aprendizagens e processos criativos, de forma articulada com o currículo e com a proposta político-pedagógica da escola.
Objetivo Geral Abrir novos caminhos de interiorização cultural fora dos limites já conhecidos das regiões litorâneas; Consolidar o CINE JARDIM como um importante Festival de Cinema do Agreste Pernambucano; Despertar o interesse no público em geral pelo cinema nacional; Proporcionar a formação de novas plateias; Firmar parcerias com Escolas Públicas da cidade de Belo Jardim e comunidades vizinhas; Suscitar o debate nas Escolas Públicas partir do cinema documentário; Gerar empregos diretos e indiretos e renda na área cultural, com mais enfoque no audiovisual; Estimular a criação de vídeos que discutam e questionem os problemas sociais das comunidades a partir das oficinas; Incentivar o diálogo entre a plateia e o realizador; Realizar debates remotos com realizadores; Exibir filmes pernambucanos; Promover o intercâmbio cultural e profissional entre os realizadores; Fortalecer os laços entre a Indústria Cultural e a Indústria do Turismo na cidade; Descentralizar o acesso aos bens culturais com exibições no bairro periférico Santo Antônio; Exibir filmes estrangeiros para formação de novos olhares cinematográficos; Oferecer oficinas para estudantes de Escolas Públicas; Promover lançamento de livros; Realizar palestras de capacitação para os professores da rede pública de ensino; Exibir filme ao ar livre; Exibir filmes com acessibilidade comunicacional; Alinhar estratégia de divulgação e participação dos alunos com a Secretaria de Educação e com os Gestores das Escolas Públicas de Belo Jardim; Programar exibições dentro da temática do festival; Realizar as atividades de homenagem ao Projeto Vídeo nas Aldeias; Montar uma programação especial com filmes de realizadores peruanos; Oportunizar comerciantes e pequenos empreendedores sociais na venda e divulgação dos seus produtos nos pontos de exibições do Festival. Objetivos Específicos Realizar, no formato híbrido, a VII Edição do Cine Jardim - Festival Latino-Americano de Cinema de Belo Jardim, com o objetivo de divulgar e promover o Cinema Latino-Americano no interior do Nordeste, no período de 16 a 28 de maio de 2022, na cidade de Belo Jardim, agreste pernambucano. O Festival terá suas sessões realizadas, gratuitamente, em três polos: PARQUE ARIANO SUASSUNA, exibições ao ar livre no bairro de Santo Antônio; CINETEATROCULTURA, exibições nos turnos da manhã, tarde e noite e na PLATAFORMA DIGITAL, site do Cine Jardim [www.cinejardim.com]. Além de uma vasta variedade de filmes de curtas e longas-metragens, sessões com acessibilidade comunicacional, lançamento de livros, masterclass, debate com realizadores presentes na forma presencial e remota quando os realizadores não estiverem em Belo Jardim, o Cine Jardim prestará homenagem ao Projeto Vídeo nas Aldeias. Após as sessões haverá um bate papo entre o público e os realizadores presentes. O Cine Jardim é competitivo, premiação em Troféu, com a formação do Júri Jovem, Júri Oficial e Júri Popular.O Cine Jardim tem o compromisso desde a primeira edição de trazer os realizadores das Mostras Competitivas para as atividades do Festival, oferecendo transporte aéreo, hospedagem e alimentação durante o período do Festival. Como contrapartida social vamos realizar 03 (três) oficinas de formação: Introdução à Crítica de Cinema; Roteiro de Animação e Direção Cinematográfica. As oficinas serão oferecidas, gratuitamente, para os alunos, professores e educadores das Escolas Públicas de bairros periféricos de Belo Jardim, no contraturno. Cada oficina contará com 30 participantes, com acesso completamente gratuito, o que totalizará 90 participantes atendidos, representando mais de 10% do público previsto para ser beneficiado pelo projeto.
Em municípios sem salas de projeção que só conhecem a sétima arte por meio da televisão, tela de computador ou celular, o CINE JARDIM, ganha relevância por possibilitar aos participantes interagirem com a produção do cinema originário de nosso país, estado e da América Latina, sendo possível trazer múltiplas representatividades culturais, históricas, politicas e sociais, intensificando a experiência com uma forma de expressão artística que simultaneamente trabalha com outras artes, como o teatro, literatura, fotografia, música e demais artes visuais. De outra forma, ganha relevância por ser um mecanismo poderoso para instrução, educação e reflexão humana, capaz de ampliar a experiência coletiva e individual das pessoas com o imaginário, com os modos de ser, pensar e agir na sociedade, um mecanismo capaz de ser condutor de uma imersão mais complexa em nossa sociedade desafiando-nos a compreender e interpretar as manifestações culturais, a realidade e os fatos históricos no qual estamos inseridos. Por meio da diversidade de produções cinematográficas a interiorização da produção cultural audiovisual é um desafio que demanda a consolidação de projetos voltados a facilitar o acesso de todos a cultura cinematográfica e a garantir o pleno exercício dos direitos culturais. É importante destacar que no Estado de Pernambuco um grande número de cidades afastadas das zonas urbanas não possui sala de exibição para o audiovisual e não tem fomentado o desenvolvimento de projetos que contemplem a inclusão e promoção cultural nessa área. Inserida nessa realidade o CINE JARDIM, na cidade de Belo Jardim, por não possuir salas de cinema ou espaços regulares para exibição de filmes, se destaca por possibilitar a comunidade local e as cidades próximas, Alagoinha, Brejo da Madre de Deus, Cachoeirinha, Capoeiras, Pesqueira, Riacho das Almas, Sanharó, São Bento do Uma, São Caetano e Tacaimbó, da Microrregião do Vale do Ipojuca, o acesso democrático aos bens culturais do audiovisual. Assim também, o Festival vai ofertar um conjunto de oficinas gratuitas para os jovens da rede publica municipal de ensino com o objetivo de por meio da produção audiovisual dar voz as suas demandas sociais, reconhecer a sua identidade, de permitir a ocupação dos espaços públicos e privados por meio de linguagem própria, de seus acervos simbólicos e representativos, bem como, permitir o resgate, a crítica e preservação da historicidade do município onde realizam as suas vivencias socioculturais. Por fim, o CINE JARDIM contribuirá para o aprimoramento da cidadania local e global, possibilitará um incremento na economia do município com a geração de renda, fortalecerá a autoestima da região e contribuirá para a formação de parcerias na implantação tanto municipal quanto regional de projetos voltados para a realização cinematográfica. O projeto cultura Cine Jardim enquadra-se nos seguintes incisos do Art. 1º da Lei 8313/91: III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; VII - desenvolver a consciência internacional e o respeito aos valores culturais de outros povos ou nações; VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória; IX - priorizar o produto cultural originário do País. Finalidades do Art. 3° que serão alcançadas com o projeto:I - incentivo à formação artística e cultural, mediante: b) concessão de prêmios a criadores, autores, artistas, técnicos e suas obras, filmes, espetáculos musicais e de artes cênicas em concursos e festivais realizados no Brasil; c) instalação e manutenção de cursos de caráter cultural ou artístico, destinados à formação, especialização e aperfeiçoamento de pessoal da área da cultura, em estabelecimentos de ensino sem fins lucrativos; II - fomento à produção cultural e artística, mediante: a) produção de discos, vídeos, obras cinematográficas de curta e média metragem e filmes documentais, preservação do acervo cinematográfico bem assim de outras obras de reprodução videofonográfica de caráter cultural; (Redação dada pela Medida Provisória nº 2.228-1, de 2001) IV - estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante: a) distribuição gratuita e pública de ingressos para espetáculos culturais e artísticos.
Ressaltamos que a contrapartida social será oferecida de forma completamente gratuita, consistindo na oferta de 3 oficinas, conforme descrito em campo anterior e contará com um quantitativo de 30 pessoas por oficina, totalizando 90 participantes no total. Além disso, ofereceremos uma palestra em formato on line com uma estimativa aproximada de 900 pessoas a serem alcançadas, no mínimo. Somando toda a participação prevista para contrapartida (todas as ações), teremos um quantitativo médio de 990 pessoas, o que ultrapassa os 10% estipulados pela Normativa em vigor.
4º CONCURSO DE CURTA-METRAGEM CLETO MERGULHÃOTema: “O ARTISTA PROVOCADO A REINVENTAR-SE” I - DA FINALIDADE 1.1 – A presente CONVOCATÓRIA visa selecionar e premiar 02 (dois) filmes de realizadores residentes em um dos municípios que formam a mesorregião do Agreste de Pernambuco. Além da premiação os filmes serão exibidos dentro da programação da VII Edição do Cine Jardim – Festival Latino-Americano de Cinema de Belo Jardim, a ser realizada no mês de maio de 2022, na Cidade de Belo Jardim, Estado de Pernambuco, no formato remoto. 1.2 – O deslumbramento com a sétima arte fez alguns belojardineses aventurarem-se na produção de filmes no formato Super-8. Em agosto de 1973, Cleto Mergulhão organizou a I Amostra de Belo Jardim com o apoio da Empresa Pernambucana de Turismo e da Prefeitura local. O filme produzido por Mergulhão - A Casa Maldita - fez parte da I jornada de Super-8 em Salvador. Era um filme de terror com 20 minutos de duração, feito na fazenda Peixe, em Belo Jardim, com carruagens, vampiros e uma casa mal-assombrada. Cleto Mergulhão participou como ator do filme “O último Cangaceiro”, de Carlos Mergulhão. Apesar de bastante citado quando tratamos do Cinema Pernambucano, são poucos os estudos sobre sua obra e vida. Seu filme “O Palavrão”, de 1978, foi o último longa-metragem produzido, antes da retomada do Cinema Pernambucano, com “Baile Perfumado”, de Lírio Ferreira, em 1997. II – DA ORGANIZAÇÃO 2.1 – O Concurso de curta-metragem Cleto Mergulhão é uma das atividades do VI Cine Jardim – Festival Latino-Americano de Cinema de Belo Jardim, realizado pela Pontilhado Cinematográfico e Produções Culturais e Artísticas Ltda e pelo InstitutoConceição Moura. III – DA INSCRIÇÃO 3.1 – Podem participar realizadores jovens e adultos residentes em um dos 71 (setenta e um) municípios que formam a mesorregião do Agreste Pernambucano: Agrestina, Águas Belas, Alagoinha, Altinho, Angelim, Barra de Guabiraba, Belo Jardim, Bezerros, Bom Conselho, Bom Jardim, Bonito, Brejão, Brejo da Madre de Deus, Buíque, Cachoeirinha, Caetés, Calçado, Camocim de São Félix, Canhotinho, Capoeiras, Caruaru, Casinhas, Correntes, Cumaru, Cupira, Feira Nova, Frei Miguelinho, Garanhuns, Gravatá, Iati, Ibirajuba, Itaíba, Jataúba, João Alfredo, Jucati, Jupi, Jurema, Lagoa do Ouro, Lagoa dos Gatos, Lajedo, Limoeiro, Machados, Orobó, Palmeirina, Panelas, Paranatama, Passira, Pedra, Pesqueira, Poção, Riacho das Almas, Sairé, Salgadinho, Saloá, Sanharó, Santa Cruz do Capibaribe, Santa Maria do Cambucá, São Bento do Uma, São Caetano, São João, São Joaquim do Monte, São Vicente Ferrer, Surubim, Tacaimbó, Taquaritinga do Norte, Terezinha, Toritama, Tupanatinga, Venturosa, Vertente do Lério e Vertentes. 3.2 – As inscrições são gratuitas e estão abertas do dia 15 de janeiro a 15 de abril de 2022 através do site: www.cinejardim.com 3.3 – A direção dos filmes pode ser individual ou coletiva e a premiação será dada ao filme selecionado, através, de uma comissão.3.4 – Cada candidato só poderá concorrer com até 02 (dois) filmes. 3.5 – Serão aceitos, apenas, os filmes realizados a partir de janeiro de 2021. 3.5 – A duração do filme deverá ser entre 3 e 25 minutos, incluindo os créditos. 3.6 – A captação de imagens e sons poderá ser feita em qualquer sistema, seja por meio de equipamentos analógicos ou digitais, profissionais, semiprofissionais, amadores, câmeras fotográficas, celulares ou quaisquer outros dispositivos. 3.7 – As inscrições somente serão feitas através da ficha de inscrição disponível no site do Cine Jardim (http://www.cinejardim.com). IV – DA COMISSÃO DE PREMIAÇÃO: 4.1 – Será constituída pela Diretoria da Pontilhado Cinematográfico uma Comissão de Seleção integrada por 03 (três) profissionais do audiovisual, para premiar os 02 (dois) melhores filmes. 4.2 – Critérios para Premiação:a) adequação ao tema proposto;b) criatividade;c) qualidade artística;d) qualidade técnica;e) inovação.4.3 – Premiação: a) primeiro lugar R$ 4.000,00 (quatro mil reais) e Troféu Cine Jardim;b) segundo lugar R$ 2.000,00 (dois mil reais) e Troféu Cine Jardim. 4.4 – Os ganhadores terão seus filmes exibidos na VI Edição do Cine Jardim - Festival Latino-Americano de Cinema de Belo Jardim. V – DAS DISPOSIÇÕES GERAIS: 5.1 – A participação no concurso implica na total aceitação de todas as normas contidas neste regulamento. 5.2 – O resultado do Concurso será divulgado no mês de maio de 2022, durante a realização do Cine Jardim e no site do Festival. 5.3 – No caso da premiação do filme inscrito, o pagamento relativo ao prêmio será realizado, no prazo de 60 (sessenta) dias, ao indicado como proponente (Pessoa Física ou Jurídica) responsável pela ficha de inscrição, após o envio da seguinte documentação obrigatória: Proponente Pessoa Física:a) cópia do RG e CPF;b) cópia da Inscrição no INSS (PIS / PASEP ou NIT);c) cartão de Inscrição do CIM (caso tenha inscrição como autônomo);d) comprovante de residência atualizado (do mês da inscrição ou do mês anterior);e) Dados bancários. Proponente Pessoa Jurídica:a) cópia do CNPJ;b) cópia do RG e CPF do responsável legal da empresa proponente;c) cartão de Inscrição do CIM (caso tenha inscrição como autônomo);d) comprovante de domicilio fiscal da empresa;e) Dados bancários.5.4 – É vedada, neste concurso, a participação de profissionais envolvidos na organização, planejamento e execução do Cine Jardim.5.5 – Caso o realizador do filme contemplado não comprove sua naturalidade em um dos municípios que formam a mesorregião do Agreste Pernambucano o prêmio será, automaticamente, repassado para outro realizador. Pontilhado CinematográficoVII Cine Jardim – Festival Latino-Americano de Cinema de Belo Jardim
Cine Jardim desde a primeira edição oferece acessibilidade de conteúdo nas sessões especiais. Os filmes são exibidos com janelas de Libras, audiodescrição e legenda descritiva. Os filmes com acessibilidade comunicacional: Janelas de Libras, Audiodescrição e Legenda Descritivas serão exibidos no CineTeatro Cultura. O cerimonial, das sessões do CineTeatro Cultura, será acompanhado de um intérprete de libras. O CineTeatro Cultura, também, dispõe de sinalização e espaço para cadeirantes e mobiliário acessível para promover a inclusão social e uma melhor qualidade de vida para os obesos que fazem parte do grupo de pessoas que possuem mobilidade reduzida. As exibições na Praça Ariano Suassuno contará com sessões com acessibilidade comunicacional. As oficinas que serão realizadas como contrapartida social serão realizadas com a presença de um intérprete de libras. O material de divulgação do Festival terá o cuidado em informar as medidas de acessibilidade adotadas para cada atividade. Como instrumento de mobilização social e democratização do acesso aos bens culturais. O Festival terá suas sessões, oficinas e demais atividades realizadas gratuitamente. O Festival será amplamente divulgado nas Escolas Públicas (Estaduais e Municipais) e comunidades carentes.
Democratização de Acesso: EXIBIÇÕES NA PRAÇA ARIANO SUASSUNA (Praça localizada no bairro periférico de Santo Antônio)Estimativa de público: 300 pessoas por sessãoPúblico-Alvo: Moradores de baixa renda do bairro Santo Antônio (Belo Jardim)Classificação Indicativa das sessões: LIVREEntrada Gratuita EXIBIÇÕES NO CINETEATRO CULTURAEstimativa de público: 2.665 durante o FestivalPúblico-Alvo: Alunos do Ensino Fundamental e Médio das Escolas Públicas de Belo JardimClassificação Indicativa das sessões: LIVREEntrada Gratuita EXIBIÇÕES NO ONLINE NO SITE WWW.CINEJARDIM.COMEstimativa de público: 15.000 durante o FestivalPúblico-Alvo: Jovens e AduldosClassificação Indicativa das sessões: LIVRE - MAIORES DE 12 ANOSAcesso Gratuito CONTRAPARTIDAS SOCIAIS DO PROJETOOficinas: Introdução à Crítica de Cinema; Roteiro de Animação e Direção Cinematográfica. As oficinas serão oferecidas, gratuitamente, para os alunos, professores e educadores de Escolas Públicas Municipais e Estaduais de Belo Jardim (PE). Serão beneficiados: 90 participantes. Introdução à Crítica de Cinema A oficina irá capacitar os participantes com os princípios básicos da teoria crítica e da crítica cinematográfica, em particular, na análise interdisciplinar dos filmes e a evolução da linguagem na história do cinema. Nº de vagas: 30 vagas Público-Alvo: Alunos regularmente matriculados no Ensino Médio, professores e educadores de Escolas Públicas de Belo Jardim.Formato: Presencial Gratuita Roteiro de Animação A oficina irá capacitar os participantes na construção coletiva e individuais de personagens e universos/ambientes em animação, a partir de ferramentas digitais de interação em grupo. Nº de vagas: 30 vagas Público-Alvo: Alunos regularmente matriculados nas Escolas Públicas de Belo Jardim com idade entre 12 e 16 anos.Formato: Presencial Gratuita Direção Cinematográfica A oficina irá capacitar os participantes na construção de narrativas, direção de atores, mise-en-scène, luz, composições, texturas, diálogos, ângulos, movimentos de câmera e trabalho em parceria com outros profissionais do set de cinema. Nº de vagas: 30 vagas Público-Alvo: Alunos regularmente matriculados nas Escolas Públicas de Belo Jardim com idade entre 12 e 16 anos.Formato: Presencial Gratuita
LEO TABOSA (DIRETOR GERAL) DIRETOR, ROTEIRISTA, ESCRITOR E GESTOR CULTURAL. Formado em Comunicação Social, com habilitação em Jornalismo e História (Universidade Católica de Pernambuco - Unicap). É Especialista em História Regional do Brasil: Nordeste (Unicap), Pós-graduado em Produção Cultural e Gerenciamento de Evento (Faculdade Senac) e Pós-graduando em Estudos Cinematográficos pela Universidade Católica de Pernambuco (UNICAP). É idealizador do Cine Jardim – Festival de Cinema de Belo Jardim (Belo Jardim – Pernambuco), Mostra Curta Vazantes: Cinema em Comunidade (Vazantes – Ceará) e curador do Cine Congo – Festival do Audiovisual da Paraíba (Congo – Paraíba). É sócio diretor da Pontilhado Cinematográfico e Produções Culturais e Artísticas LTDA e, também, exerce a função de Gestor Cultural da Universidade Católica de Pernambuco. Entre seus trabalhos como diretor e roteirista destacam-se os documentários: “Retratos” (2010), “Tubarão” (2013) e “Baunilha” (2017), o filme de animação: “As aventuras do Menino Pontilhado” (2016) e os filmes de ficção: “Nova Iorque” (2018) e “Marie” (2019). JORGE SARDO JR. (PRODUTOR EXECUTIVO) PRODUTOR CULTURAL E ADMINISTRADOR DE EMPRESAS. Mestre em Gestão Empresarial e Cultural na Faculdade Boa Viagem/FBV. Graduado em Administração de Empresas com pós-graduação na FGV-EAESP. MBA em Marketing pela Universidade Mackenzie. ADMINISTROU projetos com recursos públicos derivados da FUNCULTURA Independente 2011/2012 – Fundação do Patrimônio Histórico e Artístico de Pernambuco/FUNDARPE, Programa Cultural Banco do Nordeste, Fundação Roberto Marinho e Prefeitura da Cidade do Recife. ARTHUR LEITE (DIRETOR DE PRODUÇÃO) Atualmente é Coordenador da Formação Básica em Audiovisual do Porto Iracema das Artes – Escola de Formação e Criação do Ceará do Instituto Dragão do Mar. Produtor Associado e Assistente de Direção no filme “Nova Iorque”, com Direção de Leo Tabosa, gravado em Pernambuco e estrelado por Hermila Guedes e Marcélia Cartaxo. Lançou, em 2016, o curta-metragem “Abissal”, gravado em Quixeré-CE, exercendo as funções de Roteiro, Direção e Montagem e foi vencedor do 21º É Tudo Verdade – Festival Internacional de Documentários – Melhor Curta e de outros quatro prêmios em diversos festivais. O filme foi pré-qualificado ao OSCAR 2017, além de considerado pela crítica um dos 10 melhores curtas brasileiros do ano. Já foi exibido no Brasil, Espanha, Austrália, Bulgária e ainda tem uma agenda com diversas exibições no Brasil e no Mundo. Produtor Executivo e Assistente de Direção do filme “Baunilha”, gravado em Pernambuco, com Direção de Leo Tabosa com estreia internacional no Queer Lisboa Festival e Assistente de Direção no longa-metragem “O Barco” com direção de Petrus Cariry, gravado Morro Branco-CE. Realiza, através da Pontilhado Cinematográfico, o “CINE JARDIM – Festival Internacional de Cinema de Belo Jardim”, onde exerce a função de Produtor Executivo.
Projeto encaminhado para avaliação de resultados.