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PRONAC 211684Arquivado a pedido proponenteMecenato

Macondamérica

ESCAFANDRA TRANSMEDIA PRODUCOES LTDA
Solicitado
R$ 600,0 mil
Aprovado
R$ 600,0 mil
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Prod. AV curta/média mtragem/Tv Edu Cult
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Projetos normais
Ano
21

Localização e período

UF principal
SP
Município
São Paulo
Início
2022-03-01
Término
2023-03-01
Locais de realização (1)
São Paulo São Paulo

Resumo

Produção de um filme de gênero documental, média-metragem, com duração de 50 minutos, no formato Full HD (1920x1080) que mistura imagens reais com trechos animados onde buscamos revelar como seria se o nosso continente (América Latina) fosse um povoado. Macondamérica une relatos de pessoas de diferentes países e monstram como suas histórias são parecidas com as nossas. Também ofereceremos uma Palestra de Formação Audiovisual, sobre Documentário na América Latina, como contrapartida e produto secundário.

Sinopse

O média-metragem é um documentário de indicação livre, segundo os parâmetros da classificação indicada no Guia Prático – 2012 da Secretaria Nacional de Justiça/MJ. Macondamérica é um documentário live action que, em alguns momentos, usa o recurso de animação para colocar todos os protagonistas reais (que estão espalhados pelo continente latino-americano) dentro de um povoado imaginário. Dessa forma, os personagens mexicanos são avós do argentina, a entrevistada chilena é irmã do brasileiro e todos eles protagonizam o cotidiano de Macondamérica, um povoado cujos acontecimentos se cruzam com a história do continente. Os personagens estão em diferentes países, mas suas histórias se relacionam e se cruzam. A animação unifica os espaços e os relatos dos personagens. Para isso, dois universos irão convergir, um é formado pela imagens reais do dia a dia, onde conhecemos as histórias épicas cotidianas da América Latina, e o outro universo deriva da transformação dessas pessoas em personagens do povoado Macondamérica, através da animação digital. Por exemplo, uma bordadeira chilena relata casos sobre seu povoado através dos desenhos dos bordados, essa personagem então é convertida em animação e, ao pendurar a manta que está costurando no varal, olha para um de seus irmãos, um coronel, que entra na casa. Esse coronel é Agustín, um soldado argentino aposentado, que lutou na guerra das Malvinas e nos conta como foi perder o seu melhor amigo em combate. Agustín joga futebol de botão e enquanto nos mostra uma partida, lembra dos dois gols de Maradona no final da Copa de Mundo de 1986. ele gostaria de viver num mundo onde os confitos fossem resolvidos em partidas de futebol. Assim como acontece em Cem Anos de Solidão, onde Melquíades não ordenou os feitos dos Buendías no tempo convencional dos homens, e sim os concentrou de modo que todos coexistissem em um instante, o mesmo passa no documentário. Existe um Macondo mais campesino, um mais urbano. Todos coexistem no mesmo espaço e tempo. Em Macondamérica, os relatos autênticos tem um final distinto do literário, enquanto Macondo desapareceu, nosso continente segue aqui, se reinventando. Nossos protagonistas resolvem mudar as regras do jogo e enfrentar seus problemas com inteligência, bom humor e apoio mútuo. E esse universo macondiano está bem próximo a nós, os brasileiros. Reunindo relatos que se entrecruzam entre os personagens, revelamos ao espectador o quanto nossos países vizinhos têm em comum com o Brasil. Por exemplo, ima- gine uma avó muito dedicada, que conseguiu criar oito filhos vendendo doces ao mesmo tempo que toca maracas (chocalho) e dança. Ela poderia estar em qualquer lugar do Brasil, mas essa senhora está no México. Por isso que essas histórias, por mais que sejam de diferentes lugares, nacionalidades, culturas e até idiomas, se encontram no mesmo povoado imaginário, que une audiovisual e narrativamente, o continente e aqueles que nele vivem. Cada personagem tem o seu próprio arco dramático, mas quando os juntamos, temos o arco global do projeto.

Objetivos

O objetivo geral desse projeto é produzir um média-metragem documental de 50 minutos onde o espectador poderá conhecer mais sobre América Latina e encontrar similitudes entre o continente e o Brasil. É necessário contar histórias e criar laços de empatia entre nós e o povo dos países que nos circundam. Dessa maneira, queremos que filme também ajude a combater o preconceito contra haitianos e venezuelanos refugiados no Brasil. Para alcançar esse objetivo geral, tomaremos mão de alguns objetivos específicos, o primeiro deles é a gravação do média-metragem em que esse universo macondiano está bem próximo a nós, os brasileiros. Reunindo relatos que se entrecruzam entre os personagens, revelamos ao espectador o quanto nossos países vizinhos têm em comum com o Brasil, esse filme é o produto principal desse projeto, que, em sua distribuição por festivais, deve alcançar ao menos 1.500 pessoas e também outras 1.000 pessoas ao disponibilizar o filme gratuitamente, na internet, através de um link do youtube. Além disso, visando democratizar o acesso ao conteúdo do filme, faremos acordos com três escolas públicas de São Paulo (detalhadas no campo de Democratização de Acesso), para que os professores de História e Geografia possam usar o filme como um instrumento paradidático em suas aulas, atingindo 1.200 alunos. Outro objetivo específio e produto secundário do projeto é a organização de uma palestra formativa sobre documentário na América Latina, que será ministrada na Escola Estadual Dr. Fausto Cardoso Figueira de Mello da rede pública de São Paulo capital, para, pelo menos, 370 pessoas. As exibições em festivais (do produto principal) devem acontecer tanto de forma presencial, como virtual, já que alguns festivais estão voltando a ser presencial e outros mantém a veiculação dos filmes pela internet. A palestra sobre Documentário na América Latina (do produto secundário) será presencial. O filme busca traçar essas características em comuns entre os países latino-americanos através de relatos pessoais, de forma que os espectadores, brasileiros e latinos, possam se identificar. Os relatos do média metragem se entrelaçam porque ao mesmo tempo que a personagem da América Central está contando sua história, dizendo que brincava com uma bonequinha de milho na infância, uma senhora brasileira complementa falando o quanto o pai ficava bravo quando ela tirava uma espiga do pé para ser o seu brinquedo, mas que não resistia, principalmente se o milho tivesse o cabelo ruivinho, que entre as bonecas morenas e loiras (das colorações do cabelo da própria espiga), era a sua preferida. Escolhemos como referência de conceito, o povoado Macondo, oriundo da obra de Gabriel García Márquez, pois a cidadezinha resume em si diversas características que o nosso continente têm em comum. A colonização da América Latina resultou de processos muito parecidos em todo o continente, de forma que nossa história se cruza de uma forma muito mais potente do que boa parte dos brasileiros imaginam. Estamos acostumados a consumir conteúdo que não reflete nossos costumes e identidades. Também não aprendemos espanhol nas escolas. Chegamos a adotar medidas, depois que nos estabelecemos como parte do Mercosul, para implementar o ensino da língua hispânica no ensino fundamental e médio, porém, essa matéria voltou a ser excluída da grade curricular. Macondamérica é um documentário live action que, em alguns momentos, usa o recurso de animação para colocar todos os protagonistas reais (que estão espalhados pelo continente latino-americano) dentro de um povoado imaginário. Dessa forma, os personagens mexicanos são avós do argentino, a entrevistada chilena é irmã do brasileiro e todos eles protagonizam o cotidiano de Macondamérica, um povoado cujos acontecimentos se cruzam com a história do continente. Por fazer uso da animação e possuir uma linguagem acessível, Macondamérica é adequado também para o público juvenil e pode ser usado como material educativo. O projeto, além disso, será uma vitrine da cultura brasileira no cenário latino-americano. Todas essas ações estão em consonância direta com os seguintes incisos do Artigo 2o, do Programa Nacional de Apoio à Cultura (PRONAC): Art. 2o Na execução do PRONAC, serão apoiados programas, projetos e ações culturais destinados às seguintes finalidades: I - valorizar a cultura nacional, considerando suas várias matrizes e formas de expressão; II - estimular a expressão cultural dos diferentes grupos e comunidades que compõem a sociedade brasileira; III - viabilizar a expressão cultural de todas as regiões do País e sua difusão em escala nacional; IV - promover a preservação e o uso sustentável do patrimônio cultural brasileiro em sua dimensão material e imaterial; V - incentivar a ampliação do acesso da população à fruição e à produção dos bens culturais; VI - fomentar atividades culturais afirmativas que busquem erradicar todas as formas de discriminação e preconceito; VII - desenvolver atividades que fortaleçam e articulem as cadeias produtivas e os arranjos produtivos locais que formam a economia da cultura; VIII - apoiar as atividades culturais de caráter inovador ou experimental; IX - impulsionar a preparação e o aperfeiçoamento de recursos humanos para a produção e a difusão cultural;

Justificativa

O projeto Macondamérica, como já comentado anteriormente, tem o objetivo de celebrar a cultura latino-americana, compreendendo o Brasil como parte integrante dessa cultura. Essa proposta está diretamente ligada aos incisos VII e VIII e IX do Artigo Primeiro da Lei de Incentivo à Cultura. VII - desenvolver a consciência internacional e o respeito aos valores culturais de outros povos ou nações; VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória; IX - priorizar o produto cultural originário do País.O filme, depois do período de exibição exclusiva em festivais e escolas, ficará disponível de forma ampla e gratuita no site YouTube. O produto principal e sua distribuição estão de acordo com os incisos II, III, IV e V do Artigo 3 da Lei de Incentivo à Cultura: II - fomento à produção cultural e artística, mediante: a) produção de discos, vídeos, obras cinematográficas de curta e média metragem e filmes documentais, preservação do acervo cinematográfico bem assim de outras obras de reprodução videofonográfica de caráter cultural; (Redação dada pela Medida Provisória nº 2.228-1, de 2001) III - preservação e difusão do patrimônio artístico, cultural e histórico, mediante: d) proteção do folclore, do artesanato e das tradições populares nacionais; IV - estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais. Fortalecer laços econômicos, diplomáticos e identitários com os países que nos circundam pode trazer grandes benefícios ao nosso país, porém, isso perpassa valores culturais que são construídos através da educação e do consumo de conteúdos que nos façam conhecer mais o outro e a nós mesmos.

Estratégia de execução

Nosso projeto audiovisual envolve duas linguagens, Documentário e Animação, que são factíveis de serem produzidas durante a pandemia e em qualquer fase da quarentena. O documentário exige equipes muito menores que a ficção, no audiovisual. As equipes de gravação de um documentário são formadas por três a cinco pessoas, no máximo, e o tempo de gravação das entrevistas é muito menor. Os produtos resultantes desse projetos também podem ser adaptados e consumidos em qualquer fase da pandemia, sem gerar aglomeração ou risco para o espectador. Sendo assim, não será necessário adiar as etapas do projeto, mesmo com um agravamento da pandemia.

Especificação técnica

O Formato do média metragem é Full HD (1920 x 1080), composto por imagens live action e Animação 2D. A Contrapartida Social de Formação se constitui em uma palestra sobre a História do Documentário na América Latina e será feita de forma presencial na Escola Estadual Dr. Fausto Cardoso Figueira de Mello em São Paulo capital. A palestra formativa se relaciona diretamente com o filme, tanto na questão do conteúdo, como em linguagem, já que média-metragem (produto principal) se trata de um documentário sobre personagens latino-americanos. A Escola escolhida está entre as 4 maiores escolas da cidade de São Paulo, tendo um corpo discente de 1.600 estudantes. Além disso, ela possui infraestrutura com auditório e teatro de arena, suficientes para acomodação do público alvo de 370 participantes da palestra, que corresponde aos 10% do público total do projeto, conforme o parágrafo 1 do Artigo 22 da IN nº 2/2019. Sendo assim, DECLARAMOS EXPRESSAMENTE que, ao menos, 50% (cinquenta por cento) dos beneficiários dessa ação formativa cultural se constituirá de estudantes e professores de instituições públicas de ensino, uma vez que a palestra acontecerá em uma escola da Rede Estadual de Ensino em São Paulo e será voltada para sua comunidade interna. Conforme o parágrafo 2 do Artigo 22 da IN nº 2/2019. Dessa foma, o público alvo da palestra, formado por estudantes e professores de instituições públicas de ensino, está em consonância com o parágrafo 2 do Artigo 22 da IN nº 2/2019. Na lista de inscrição, recolheremos o número Matrícula na Instituição Pública ou Atestado de Trabalho (no caso de professores).

Acessibilidade

Acessibilidade do produto principal: O média-metragem contará com Libras (Língua Brasileira de Sinais), Legendas Descritivas ou Legenda para surdos e ensurdecidos (LSE) e Audiodescrição. Todas essas medidas estão cotadas no orçamento. As libras e legenda descritiva serão disponibilizadas nas exibições em festivais. Após o período de exibição exclusiva em festivais e escolas, o média-metragem será exibido ao grande público de forma gratuita, através do site Youtube. Acessibilidade do produto secundário: A contrapartida social, que é uma palestra sobre a História do Documentário na América Latina será ministrada na Escola Estadual Dr. Fausto Cardoso Figueira de Mello, em São Paulo, capital. A palestra será feita de forma presencial e contará com Libras. Essa medida está cotada no orçamento.

Democratização do acesso

Nossas Ações de Democratização de Acesso estão em conssonância com os itens do Artigo 20 e 21 da Intrução Normativa do Programa Nacional de Incentivo à cultura, sobre medidas de ampliação do acesso: Artigo 20 I - estimativa da quantidade total de ingressos ou produtos culturais previstos, observados os seguintes limites: a) mínimo de 20% (vinte por cento) exclusivamente para distribuição gratuita com caráter social, educativo ou formação artística; b) até 10 % (dez por cento) para distribuição gratuita por patrocinadores; c) até 10 % (dez por cento) para distribuição gratuita promocional pelo proponente em ações de divulgação do projeto; d) mínimo de 10% (dez por cento) para comercialização em valores que não ultrapassem o valor do Vale-Cultura, nos termos do art. 8º da Lei nº 12.761, de 2012; e) a comercialização em valores a critério do proponente será limitada a 50% (cinquenta por cento) do quantitativo de produtos culturais, sendo o preço médio do ingresso ou produto limitado a R$ 225,00 (duzentos e vinte e cinco reais), excetuando-se projetos com transmissão ao vivo em TV aberta; e II - parametrização estabelecida no sistema em atendimento aos órgãos de controle, como segue: a) meia entrada à razão de 50% (cinquenta por cento) do quantitativo total dos ingressos comercializados; b) valor total da bilheteria igual ou inferior ao Custo Total do Projeto (Anexo I); e c) a eventual transferência de quantitativos não utilizados previstos nas alíneas "b" e "c" do inciso I é permitida apenas para se somar aos quantitativos previstos nas alíneas "a" e "d" do referido inciso. Parágrafo único. Os projetos culturais que contemplem o custeio de atividades permanentes deverão prever a aceitação do Vale-Cultura como meio de pagamento quando da comercialização dos produtos culturais resultantes, nos termos da Lei nº 12.761, de 2012. Artigo 21 Em complemento, o proponente deverá prever a adoção de, pelo menos, uma das seguintes medidas de ampliação do acesso: I - doar, além do previsto na alínea "a", inciso I do artigo 20, no mínimo, 20% (vinte por cento) dos produtos resultantes da execução do projeto a escolas públicas, bibliotecas, museus ou equipamentos culturais de acesso franqueado ao público, devidamente identificados; II - oferecer transporte gratuito ao público, prevendo acessibilidade à pessoa com deficiência ou com mobilidade reduzida e aos idosos; III - disponibilizar, na Internet, registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino e de outros eventos de caráter presencial, sem prejuízo do disposto no § 2º do art. 22; IV - permitir a captação de imagens das atividades e de espetáculos ou autorizar sua veiculação por redes públicas de televisão e outras mídias; V - realizar, gratuitamente, atividades paralelas aos projetos, tais como ensaios abertos, estágios, cursos, treinamentos, palestras, exposições, mostras e oficinas, além da previsão do art. 22; VI - oferecer bolsas de estudo ou estágio a estudantes da rede pública ou privada de ensino em atividades educacionais, profissionais ou de gestão cultural e artes desenvolvidas na proposta cultural; VII - realizar ação cultural voltada ao público infantil ou infantojuvenil; VIII - estabelecer parceria visando à capacitação de agentes culturais em iniciativas financiadas pelo poder público; IX - promover o uso do Vale-Cultura para aquisição dos produtos e serviços culturais resultantes do projeto que, eventualmente, venham a ser comercializados, nos termos da Lei nº 12.761, de 2012, no caso de não enquadramento da proposta cultural ao Parágrafo único do art. 20, desta Instrução Normativa; ou X - outras medidas sugeridas pelo proponente, a serem apreciadas pela Secretaria Especial de Cultural. Etapas da distribuição e democratização do acesso do média-metragem: 1. Exibições exclusivas em Festivais e Mostras de cinema. 2. Disponibilização do filme para as seguintes escolas realizarem atividades educativas: CIEJA - Campo Limpo Cabo Estácio da Conceição, 176 - Parque Maria Helena, São Paulo - SP (11) 5816-3701 EMEF Maria rita Lopes Pontes– IRMÃ DULCE R. Prof. Barroso do Amaral, 694 - Vila Santa Lúcia, São Paulo - SP (11) 5831-0046 através de link privado no VIMEO. e Escola Estadual Dr. Fausto Cardoso Figueira de Mello R. Francisco Alves, 580- Pauliceia- São Bernardo do Campo São Paulo- SP (11) 41789083 Vamos entrar em contato com os professores de História e Geografia dessas três escolas citadas acima e enviar um link secreto do VIMEO (plataforma de vídeo que permite que o filme só seja acessado por quem tiver um link), para que os professores exibam o filme para seus alunos do último ano do ensino médio e também do último ano do ensino fundamental (caso do CIEJA-Campo Limpo- que oferece formação até o 9º ano.) O filme, por trazer fatos da história recente da América Latina, além de paisagens do continente, pode se tornar um forte aliado no ensino paradidático nessas instituições. Nessa ação, estaremos atingindo, pela média do número de estudantes matriculados nessas escolas e nos anos letivos explicitados acima, cerca de 1.200 estudantes de escolas públicas de São Paulo. 3. Após o período de exibições exclusivas em Festivais e mostras de cinema (etapa 1) - Faremos a disponibilização ampla e gratuita do filme na internet através de link público no YouTube. Nossas Ações de Democratização estão em conssonância com as medidas encontradas no Artigo 20 e 21, pois, ao disponibilizar o link para atividades educativas, a porcentagem sobre as exibicões gratuitas e de caráter social, previstas na letra a) do item I, do artigo 20, são cumpridas. No caso da Disponibilização ampla e gratuita na internet, através do link do YouTube, o item III do artigo 20 também é cumprido.

Ficha técnica

Proponente (Dirigente Escafandra), Coordenadora Geral, Diretora e Roteirista/Escritora Ana Teixeira é uma realizadora audiovisual brasileira com especialização em Cinema, Televisão e Novas Mídias na Escuela Internacional de Cine y TV - EICTV (2015-2018) e graduação em Midialogia na UNICAMP (2012-2015). Escreveu, produziu e dirigiu diversas produções no Brasil e na América Latina, como Coisa-Malu, Reflexo, Ecos, Voces de la Sierra, Zombie Paradiso e o Episódio Melaine da série documental juvenil “Lo que soy", que foi finalista do festival Prix Jenuesse Iberoamericano em Agosto de 2019. Também realizou dois documentários interativos: Wi-Five (2017) e Vozes do Minha Casa, Minha Vida (Brasil, 2014). Atualmente trabalha no Brasil como roteirista, produtora e diretora, é semifinalista do prêmio Cabíria de roteiro pela série documental Estopim, que desenvolve através do fundo PROAC São Paulo. Produz e codirige também a experiência imersiva CVR “O Chamado do Mar”, com a documentarista moçambicana Lara Sousa, em fase de pós-produção, selecionado no Art Talents do Sheffield Doc/Fest 2021 e realizado com o apoio da Secretaria de Cultura do Estado de São Paulo. Seu projeto de documentário transmídia, Macondamérica, foi selecionado em laboratórios e mercados como IDFA DocLab Academy (Holanda, 2019), Anidocs Sur, Miradas Doc (Tenerife, 2020), FICCALI (Colômbia, 2020), Conecta (Chile, 2021), FAM (Brasil, 2021) e DocsMX (México, 2021). Produtora Executiva Janaína Moraes, brasileira, produtora audiovisual e transmedia com experiência em distintos projetos cinematográficos, publicitários e interativos. Formada na Escola Internacional de Cinema e Televisão de San Antonio de los Baños, EICTV, na carreira de Televisão e Novos Meios, é pós-graduada em Interatividade e Novas Mídias. Colaborou como produtora da Indústria e Formacão no Festival Internacional de Cinema da Costa Rica - CRFIC, no Festival de Cinema Icaro da América Central e em Nuevas Miradas - Plataforma de Desenvolvimento e Networking. Se estabeleceu no México como produtora transmídia na Secretaria de Cultura e produtora de pesquisa para a BBC (Reino Unido) e Canal RedBull Brasil. Entre seus trabalhos estão os curtas-metra- gens “LUI” (Ficção, Brasil, 2016), seleção oficial da Mostra Tiradentes, menção honrosa no Olhar de Cinema e exibição no Canadá, Estados Unidos e Holanda; “Meia Lua Falciforme” financiado pela FioCruz, Documentário, Brasil, 2020). As séries “Rarefeito” (Brasil, 2016) vencedora do Fundo PRODAV e transmitida na TV Cultura, Lienzo en Blanco, (El Salvador, 2016), selecionada no Festival Internacional de Cinema de San Lawrence e no RioWeb Fest, além dos documentários interativos “Metáfora Viva” (2017) e “Cultura digital” (2019), este último em fase de programação na Secretária de Cultura da Cidade do México. Atualmente trabalha em duas frentes: acadêmica, como docente titular da disciplina de Desenvolvimento de Projetos Transmídia e Multiplataforma na SAE Institute México e artística audiovisual, como produtora na casa produtora Escafandra Transmedia de São Paulo. Fotógrafo Flávio Rebouças é baiano de Itacaré, Brasil. Diretor de Fotografia formado na EICTV (Escuela Internacional de Cine y TV) e bacharel em Comunicação Social – Rádio e Tv (UESC-BA). Em 2020, participou do Berlinale Talents Guadalajara. Dirigiu a fotografia de diversos curtas metragens ficcionais e documentais, em suporte digital e analógico, premiados em mostras e festivais de cinema e audiovisual no Brasil e no mundo. Alguns deles são Pattaki, de Everlane Moraes (Brasil), Oliva, de Irene Segovia Ponce (Espanha) e Murciélago, de Claudia Claremi (Espanha). Fotografou o longa-metragem documental Açucena, de Isaac Donato, eleito Melhor Filme (Mostra Aurora) da Mostra de Cinema de Tiradentes, 2021. Assina direção de fotografia do longa-metragem documental “Back Home” de Nisha Platzer (Canadá). Atualmente, Flávio está fotogrando o longa-metragem documental "Jeruboés" de Otávio Almeida (Brasil) e se prepara para dirigir a fotografia dos longas-metragens de ficção "Campo Santo" de Julia De Simone (Brasil), "A Mensageira" de Cláudio Marques (Brasil). Editor Juliano Castro nasceu em 1990 em Mogi Mirim, Brasil. Formado em Comunicação Social pela FAAP São Paulo e com especialização em Edição pela EICTV (Escuela Internacional de Cine y TV), seus trabalhos foram exibidos na Espanha, Chile, México, Japão e em festivais de renome internacional como Sundance, DocLisboa e Havana. Em 2019, ele editou seu primeiro longa-metragem “Filho de boi”, que ganhou o Prêmio do Público no 23o Festival de Málaga. Atualmente edita o longa “Saudade fez morada aqui dentro” de Haroldo Borges, e conclui seu mestrado em Montagem na Filmuniversität Babelsberg Konrad Wolf, na Alemanha. Sound Designer Vitor Coroa é formado em Audiovisual pela USP e especializado em som pela Escuela Internacional de Cine y TV, trabalha desde 2011 na área de Som. Já passou por todas as etapas do som no processo audiovisual, trabalhando na produção e pós-produção de diversos trabalhos para cinema, televisão e internet. Se destacam seus trabalhos como técnico de som direto no longa-metragem O Futebol, de Sergio Oksman, como supervisor de som do longa-metragem Filho de Boi, de Haroldo Borges, e como desenhador de som e mixador no longa-metragem Pele, de Marcos Pimentel. Animadora Liz Capote Alonso é ilustradora e animadora, formada no Instituto Superior de Desenho, com especialização em Desenho de Comunicação Visual. Teve suas obras expostas em diversas exposições, como a Bienal do Cartaz de Bolivia, Festival Artes no Kennedy Center, em Washington, Bienal de Desenho de Madrid, entre outras.

Providência

PROJETO ARQUIVADO.