| CNPJ/CPF | Nome | Data | Valor |
|---|---|---|---|
| 61360574000165 | Firmenich & Cia Ltda. | 1900-01-01 | R$ 150,0 mil |
| 61354452000166 | CGVINC. INCORPORACOES E VENDAS LTDA | 1900-01-01 | R$ 35,3 mil |
O presente projeto tem como intuito registrar o processo de criação, a partir de resíduo florestal, coletado diretamente de solo Amazônico, e transformado em obra de arte durante processo artesanal e sustentável. A proposta é visitar três cidades que já realizam esse trabalho e produzir material visual e textual, no intuito de confeccionar um livro sobre este processo de criação das peças. O projeto também prevê dentre as suas ações uma oficina de fotografia e como contrapartida social,duas palestras sobre reaproveitamento do resíduo florestal, transformando-o em arte.
CONTEÚDO PROGRAMÁTICO OFICINA DE FOTOGRAFIA A proposta é desenvolver conhecimentos teóricos e práticos de recursos do celular e composição fotográfica que irá dar um salto na qualidade das fotografias feitas com este recurso. A ideia é trabalhar a partir do conceito NATUREZA e instigar o aluno a compreender os elementos naturais que o rodeiam e como podem ser potências para a composição de imagens. Um fator essencial que será trabalhado, principalmente durante a prática, é a sensibilização do olhar, criatividade, concentração, atenção aos detalhes, integração à natureza. O participante despertará sua criatividade com noções teóricas e práticas de fotografia, explorando os recursos da câmera do seu celular e produzindo fotos de qualidade. Objetivo: Capacitar o aluno a utilizar câmeras de celulares Aprofundar o conhecimento nas funções gerais de uma câmera. Ampliar o nível conhecimento sobre o controle da luz, tipologias e suas qualidades. Sensibilizar o olhar para que o aluno possa compor retratos a partir de elementos da natureza. Desenvolver os princípios básicos de composição e linguagem fotográfica. Metodologia: Aulas expositivas dialogadas, aulas práticas e com linguagem de fácil entendimento. Duração: 03 horas Vagas: 30 Público Alvo: Estudantes do ensino público de Mato Grosso ---------------------- COMO SERA A DIVISÃO DOS CAPÍTULOS DO LIVRO: Capítulos: 1. O chão da Floresta - Biodiversidade, resíduos, espécies de arvores, sementes, usos e historia 2. As arvores, espécies, usos, sementes - floresta que ensina, protege, alimenta, etc 3. A Coleta e tratamento - quem coleta, como, onde e o que - pessoas e espécies 4. Criação - Processo, quem cria, coletivo, como e onde 5. Resultados: Peças, Collabs, Impacto, Resultados TEMA CENTRAL A SER ABORDADO NO LIVRO: A arte produzida a partir dos resíduos da floresta em pé: pretendemos retratar a produção de peças artísticas, feitas por artesãs que vivem na região do Mato Grosso, e como se dá sua relação com esse ‘lixo’ que para muitos não tem valor algum, mas para essas mulheres é fonte de renda e inspiração para a criação de obras únicas. Pretendemos mostrar que a arte emana do planeta e de nossa relação com ele, e de como é importante olharmos para a natureza e entendermos ela como parte de nós. A partir desse processo de criação de uma narrativa construída inspirada neste trabalho profundo e minucioso, pretendemos não somente valorizar uma produção artística de um povo e sua região, mas inspirar novas comunidades a olharem a sua volta e entenderem que a produção artística pode se construir a partir de qualquer possibilidade de relação do homem com seu entorno e principalmente do homem com o mundo, com a natureza, com o planeta terra em uma troca harmônica, respeitosa e sustentável. COMO SERÁ DIVIDIDA E CONDUZIDA A NARRATIVA: O chão da floresta é o ecossistema mais rico do mundo. https://www.rainforestjournal.com/rainforest-layers/ A Floresta tem camadas. Todos falam de suas arvores. Ninguém olha para seu chão que detém a maior biodiversidade. Essas mulheres olham. Elas começam seu trabalho coletando tudo aquilo que cai ao solo: sementes, cipos, raizes. Na floresta elas identificam e coletam resíduos florestais e tudo aquilo que a floresta amazônica deita ao solo. O trabalho começa na floresta e termina no mundo. Num processo envolve mais de 20 famílias que são beneficiadas , desde a coleta, passando por beneficiamento, tratamento, produção , venda final até o replantio de espécies nativas. Somos um coletivo que cria junto, do artesão ao designer e contamos historias de sementes, povos, rios, mitos e povos amazônicos. Através destas, esse coletivo cria e mostra a dimensão imaterial da floresta, cria objetos míticos para transformadores e com a renda, planta novas espécies num projeto continuado de preservação ANCESTRALIDADE E BIO DIVERSIDADE Movimento pelo feminino. A natureza é feminina. A semente. A terra. A arte. A Beleza. A vida. A floresta. Feminino é a capacidade de ver o todo e as partes de maneira integrada. Somos um coletivo que tem como mestre uma entidade intangível que é a natureza. A Amazonia legal é nossa casa e nossa fonte de inspiração e nosso desafio. Somos um coletivo de criação e juntos estamos construindo um modelo que é fluido, livre , orgânico e original. A Amazonia possui mais de 15 mil tipos de sementes e é a maior floresta nativa do mundo, abrigo de quase 10% de toda biodiversidade do planeta, mas ainda desconhecida por muitos em sua riqueza e complexidade. Essa é a nossa casa, nossa inspiração e nosso desafio. As obras são criadas por diferentes mãos: um coletivo de artesãos, artistas e designers que buscam revelar o conhecimento ancestral da floresta com uma identidade contemporânea global. RELEVÂNCIA DO TEMA ABORDADO PARA A CULTURA BRASILEIRA: Este projeto é relevante no momento que registra e valoriza a criação de peças artísticas feitas por um coletivo de mulheres, artesãs, coletoras, designers, a partir do bioma da Amazônia brasileira, promovendo o acesso ao conhecimento cultural de espécies que estão ameaçadas de extinção. A ideia é mostrar como essas espécies transformam a vida de pessoas, que a partir de seus resíduos criam peças de arte. Queremos mostrar este processo que mostra de onde as peças são retiradas, mantendo desta forma a história de um povo e uma região. As pessoas que conhecem essas peças criadas, as veem, mas não sabem de onde essas peças vem, então a ideia é mostrar a natureza por detrás da natureza, por isso o nome Amazonia Profunda, a profundidade está em mostrar, registrar, documentar de onde vem as peças de arte, como é feita a coleta e como uma semente se transforma. Entendemos que esse registro de um processo de criação artístico de um povo e uma região é de total relevância para a cultura brasileira, já que documenta um fazer, um saber fazer, um conhecimento que é passado de geração para geração e que é construído na relação do homem com a natureza. Esse registro é fundamental para que no futuro, as pessoas entendam a luta e a resiliência de pessoas de uma região, para a preservação de espécies, já que este processo envolve um respeito e uma simbiose com a natureza. A arte transforma, é a partir dela que um povo pode criar novas perspectivas, por isso, Amazônia Profunda quer propor uma reflexão da importância do respeito a espécies nativas, do quanto nossa vida depende dessa preservação, de como podemos mudar o mundo, a partir das nossas pequenas ações, a partir de uma semente podemos salvar a floresta.
Objetivo Geral Criar um livro que conte a história do processo de criação de obras de arte, a partir de resíduos coletados em solo amazônico com valorização e comprovação da identidade geográfica de peças, cultura e sementes de produtos do norte do MT e comprovação de denominação de origem das peças de arte. Objetivo específico Produzir 1.000 livros; Promover uma oficina de fotografia com duração de 03 horas; Realizar duas palestras sobre criação de obras de arte a partir de resíduos com duração de 03 horas.
Vivemos em tempos de consumo exacerbado, onde são desencadeados ciclos constantes de substituição, e tudo o que chega a nossas mãos já vem envolto em plástico, papel ou metal, que brevemente será descartado, tornando-se um novo apêndice no planeta, sem destino ou reciclagem garantida. A lógica da geração atual é consumir cada vez mais, sem a preocupação com nenhum tipo de comprometimento ético com o que adquire, colocando o planeta em uma crise social, econômica, cultural e ambiental. Precisamos refletir sobre nosso consumo e nos preocupar com a origem e o destino do que adquirimos. A arte é uma potência transformadora, capaz de provocar a sociedade para pensar de forma diferente, mesmo em situações caóticas e aparentemente irreversíveis. Através deste projeto, pretendemos refletir sobre o processo de criação manual e artesanal, elaborado a partir de materiais considerados lixos da floresta, ou seja, são materiais desprezados pelo olhar, por não apresentarem utilidade para a sociedade. Com um olhar feminino, cuidadoso e capaz de ressignificar o resíduo da floresta, cascas, oriços de castanha, sementes, cipós são transformados em arte, dando-se um novo olhar para a floresta e para a arte que vem do profundo da Amazônia brasileira. A ideia é despertar - a partir do compartilhamento de um processo de criação artístico, a consciência do consumo descontrolado, problematizando a importância de um pensamento sustentável, que possa atentar-se à origem da matéria-prima, levando em consideração a importância de olhar para o povo que vive na Amazônia, seus costumes, seu chão, o profundo que está além da opulência das árvores, a semente pequena que se transforma em uma peça única, que demonstra que a floresta está dentro de cada um, que respeitar o meio ambiente. Olhar e re-olhar e re-significar o que é "lixo", entendendo como é o ciclo de vida de criação de uma peça até chegar a uma casa e qual o impacto gerado por produtos que respeitam o meio ambiente, que valorizam as coletoras locais, que comprovam a identidade geográfica do material utilizado, que valoriza a cultura, os produtos e comprova a denominação de origem das peças, um artesanato tipicamente mato-grossense feito de matérias locais. Será registrado o percurso partindo da coleta até a criação das obras confeccionadas num acordo suave com o mundo, a partir dos resíduos que a floresta amazônica deita ao solo, no qual entendemos que a natureza é a grande provedora dos elementos. O processo de confecção das peças faz com que os artesãos se conectem, conheçam e respeitem seu entorno e a fonte da sua matéria-prima. Um trabalho que possibilita a expressão de uma região fincada no coração do Brasil, na Amazônia legal, colocada em prática através de um saber manual, ancestral e passado por gerações, cheio de riqueza de técnicas que registram e contam a história de um povo e de uma terra. Desta forma, acreditamos que a arte traz à tona questões fundamentais para a compreensão da importância do respeito e cuidado com a floresta, com seu povo, com o saber feminino e com o mundo a nossa volta, pois tudo está conectado. Resgatar riquezas do solo amazônico e transformá-las em peças de arte é uma forma de aproximar o urbano à mata, o novo ao ancestral, a cultura à floresta, o mundo À Amazônia Profunda! Isso instigando o olhar para um pedaço do planeta que pede socorro e coloca-o na paisagem cotidiana das pessoas, como uma forma de lembrar: a Amazônia é parte de nós, é preciso valorizar o que ela tem e o que ela nos dá! Esse bioma que pulsa na superfície do planeta estende-se do oceano Atlântico às encostas orientais da Cordilheira dos Andes, sendo que em torno de 60% dessa área faz parte do solo brasileiro. A Amazônia ocupa os estados de Roraima, Rondônia, Amapá, Acre, Mato Grosso, Goiás, Maranhão, Amazonas e Pará. Sendo um ecossistema fundamental para a produção de oxigênio no planeta, a maior floresta tropical do mundo, a maior variedade de espécies do planeta, diversas formas de exploração acometem hoje a Floresta Amazônica, o desmatamento tem se alastrado a passos largos, juntamente com políticas de exploração insustentável da terra, crescimento das grandes cidades e a falta de um olhar e de alternativas viáveis para manter a floresta em pé. Dia após dia, o homem destrói silenciosamente a maior floresta tropical do mundo. Esse projeto não apenas une arte e cultura à floresta e seu povo, ele une um olhar de preservação, conservação e regeneração para impactar as pessoas de que a floresta e a responsabilidade de mantê-la é de todos nós. Diante disso, há cinquenta anos na região amazônica e há quinze anos instituída e reconhecida pelo Ministério da Justiça como Associação sem fins lucrativos, a ECOARTS AMAZÔNIA, apoia projetos e ações que viabilizem a manutenção da floresta em pé. Atualmente, desenvolve empreendimento ecológico, que promove as dimensões materiais e imateriais da floresta. As criações das peças de arte buscam ecoar histórias da floresta, dos povos, dos rios, das árvores e dos mitos amazônicos, visando despertar uma consciência profunda e urgente que pretende fomentar a transformação do hoje e do amanhã. Através do processo de coleta, dos resíduos da floresta, fomenta a atividade de coletoras levando uma viabilidade econômica para essas mulheres no interior da Amazônia legal, com o tratamento, confecção e recriação de peças únicas que valorizam a cultura local a Ecoarts alavanca a noção de ecologia profunda, compreendendo o ser humano como parte integrante e igualitária da natureza, em harmonia com as diversas existências que habitam o planeta, assim as peças sensibilizam através da arte um olhar para a floresta e além da floresta. Acreditamos neste projeto, como uma ação que corrobora para frear esse sistema mecanizado que cada vez mais distancia a natureza das cidades e das peças. Ao olhar as criações feitas a partir dos resíduos da floresta, cada uma traz a energia da mata, a história do povo, a força das mulheres a compreensão profunda de que todos fazem parte da mata, que todos somos um! Krenak, importante filósofo, ambientalista e líder indígena defende: "...fomos nos alienando desse organismo de que somos parte, a Terra, e passamos a pensar que ele é uma coisa e nós, outra: a Terra e a humanidade. Eu não percebo onde tem alguma coisa que não seja natureza. Tudo é natureza. O cosmos é natureza. Tudo que eu consigo pensar é natureza". Através da criação do livro "Amazônia Profunda" objeto deste projeto, pretendemos registrar todo o processo de criação das obras de arte que emergem do solo amazônico, são pedaços, sementes, cascas, folhas... Micro potências que se desprendem das árvores e recebem um tratamento cuidadoso e sensível, pelas mãos de mulheres artesãs e artistas mato-grossenses. Matérias-primas que se deitam ao chão e são respeitosamente coletadas e transformadas. Será feita uma imersão em cada região do estado, especificamente nas cidades de Sinop e Alta Floresta, com uma equipe coordenada pelas próprias artesãs e coletoras, que compartilharão toda essa complexidade de criação. Esse registro, que irá compor o livro, passando a ser uma memória viva, uma ponte de conexão entre floresta e o leitor, um instrumento de difusão de saberes, fazeres, olhares e histórias desses artistas. Serão fotografias e textos distribuídos em torno de 80 folhas, formando um memorial poético que tecerá a narrativa dessa matéria-prima natural que se transforma em obra de arte. Ainda, nas palavras de Krenak: "A minha provocação sobre adiar o fim do mundo é exatamente sempre poder contar mais uma história. Se pudermos fazer isso, estaremos adiando o fim". Desta forma, buscamos através da criação e distribuição do livro Amazônia Profunda, não apenas adiar o fim, mas criar novos possíveis, estreitar conexões, deixar ecoar vozes, e acima de tudo, contar novas histórias. No intuito de alinhar o projeto aos preceitos que regem a Lei 8.313/91, acreditamos que o projeto enquadra-se nos incisos I, II,III, IV, V, VI, VIII, IX do Artigo 1, que versam sobre: contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais; apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; proteger as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsáveis pelo pluralismo da cultura nacional; salvaguardar a sobrevivência e o florescimento dos modos de criar, fazer e viver da sociedade brasileira; preservar os bens materiais e imateriais do patrimônio cultural e histórico brasileiro; estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória e priorizar o produto cultural originário do País. Da mesma forma, acreditamos que o projeto tem como finalidade o fomento à produção cultural e artística, mediante a edição de obras relativas às ciências humanas, às letras e às artes; preservação e difusão do patrimônio artístico, cultural e histórico, mediante proteção do folclore, do artesanato e das tradições populares nacionais; de acordo com o Art. 3°, inciso II alínea b, inciso III alínea da mesma Lei referida acima.
Palestra Transformar resíduo florestal em arte- um novo olhar para o “lixo” da mata - CONTRAPARTIDA Pretende-se abordar, através da experiência de uma equipe de artistas, práticas que são desenvolvidas para a criação de obras de arte a partir de resíduos coletados na mata. Serão abordados os processos de coleta in loco, limpeza, desinfecção – beneficiamento, tratamento, polimento, tingimento, confecção de peças com o material coletado. A palestra também pretende lançar mão de caminhos possíveis para que qualquer pessoa se sinta provocada a produzir arte a partir de resíduos, ressignificando materiais e dando nova vida para peças que até então seriam descartas ou ignoradas. O foco dessa formação é para professores de escolas públicas, e o objetivo é que a partir dessa experiência, os educadores possam desenvolver práticas em sala de aula, a partir de resíduos encontrados na comunidade escolar. Duração: 02 horas Público alvo: professores de escolas públicas Vagas: 150 Sobre passagens aéreas e hospedagens: Passagem aéreas: Serão feitos 06 trechos de São Paulo até Sinop. Esses trechos correspondem à ida e volta de duas artesãs e uma produtora local. Serão feitos 02 trechos de Cuiabá até Sinop. Esses trechos correspondem à ida e volta do fotógrafo. Hospedagens: Haverá uma hospedagem na cidade de Alta FLoresta que durará por quatro dias e será para as duas artesãs, a produtora local, o fotógrafo e o agrônomo. O orçamento foi feito no Floresta Amazônica Hotel. As demais hospedagens serão feitas em casas de parceiros do projeto não tendo custo. A importância de cada profissional no projeto já foi justificada na planilha de custos. Todos os trajetos que serão feitos via aéreo foram registrados no campo DESLOCAMENTOS
80 Páginas Capa Dura Verniz Revestimento capa: 4x0 Papel Eurobulk 150gr, 230x190, laminação anti-scuff, refilados, papelão 1420g, 10 cadernos 8pg, 4x4 Papel Eurobulk 150gr, 230x190, Refilados, Dobrados, Verniz à base d’água, fosco, Guardas, color plus escuro 120g, 230x190, Refilados, dobrados. Acabamento geral: Cadernos: costurados Capa: serigrafia high print Livro: capa dura, shirink individual, Pré-press: 01 jogo de prova digital , equalização simples de 80 imagens. 1.000 unidades.
PRODUTO PRINCIPAL - LIVRO Acessibilidade física: Não há necessidade de prever acessibilidade física, tendo em vista que não há a previsão de ação presencial aberta ao público no projeto. Acessibilidade para deficientes visuais: Visando atender as necessidades de amplo acesso ao conteúdo, o livro contará com uma versão em braile. – Item 42 na planilha de custos – rubrica IMPRESSÃO EM BRAILE – valor R$ 4.625,00 Além disso, todo o conteúdo produzido e compartilhado nas redes sociais contará com descrição de imagens e legendagem para os vídeos[M1] , quando houver. – Item 16 na planilha de custos – rubrica LEGENDAGEM – valor R$ 2.000,00 Acessibilidade para deficientes auditivos: Não há a necessidade de prever recursos de acessibilidade para surdos tendo em vista que o projeto prevê a impressão de um livro. PRODUTO SECUNDÁRIO – OFICINA DE FOTOGRAFIA Acessibilidade física: O local onde será realizada a oficina contar com rampa de acesso, elevadores e portas adaptadas. Serão destinadas vagas específicas no estacionamento para deficientes físicos, gestantes ou idosos. Não há previsão de custos na planilha para este item pois o local já terá as adaptações necessárias Acessibilidade para deficientes auditivos: A palestra contará com tradução em libras. Item 36 na planilha de custos – Rubrica TRADUÇÃO – valor R$ 1.000,00 Acessibilidade para deficientes visuais: Haverá recurso de audiodescrição para deficientes auditivos – Item 35 na planilha de custos – Rubrica AUDIODESCRIÇÃO – valor R$ 1.500,00 CONTRAPARTIDA SOCIAL Acessibilidade física: O local onde será realizada a palestra de contrapartida deverá contar com rampa de acesso, elevadores e portas adaptadas. Serão destinadas vagas específicas no estacionamento para deficientes físicos, gestantes ou idosos. . Não há previsão de custos na planilha para este item pois o local já terá as adaptações necessárias Acessibilidade para deficientes auditivos: A palestra contará com tradução em libras. Item 39 na planilha de custos – Rubrica TRADUÇÃO - Valor R$ 1.500,00 Acessibilidade para deficientes visuais: A palestra contará com recurso de audiodescrição. Item 38 na planilha de custos valor
No intuito de alinhar o projeto ao que prevê o Art.21 da IN 02/2019 o projeto irá contemplar o inciso V que prevê realizar, gratuitamente, atividades paralelas aos projetos, tais como ensaios abertos, estágios, cursos, treinamentos, palestras, exposições, mostras e oficinas, além da previsão do art. 22 – a ação específica que será desenvolvida é a OFICINA DE FOTOGRAFIA, que é uma atividade de formação gratuita que será oferecida para alunos de ensino médio das escolas públicas de Mato Grosso.
Ecoarts (A proponente ficará responsável pela coordenação geral do projeto, criando estratégias para o bom funcionamento das ações do projeto, definindo prioridades e também coordenando as demandas de toda a equipe do projeto) Nascemos dentro de uma família, a terceira geração de pioneiros no estado do Mato Grosso, na Amazônia Legal brasileira, mas a primeira a imaginar e desenvolver um modelo de viabilidade da floresta em pé. Quinze anos se passaram. Somos empreendedores ecológicos e promovemos as dimensões materiais e imateriais da floresta. A partir de sementes, folhas, resíduos e histórias, criamos produtos e soluções que preservam a maior floresta do mundo. Desenhamos modelos inovadores de sustentabilidade ambiental, junto a comunidades, instituições e corporações. A Ecoarts nasceu dentro de uma família, a terceira geração de pioneiros no estado do Mato Grosso, na Amazônia Legal Brasileira, mas a primeira a imaginar e desenvolver um modelo de viabilidade da floresta em pé. Quinze anos se passaram e a Ecoarts se tornou um empreendimento ecológico, que promove as dimensões materiais e imateriais da floresta. Nossas criações contam histórias da flora, povos e mitos amazônicos e parte da renda de nossos produtos é destinada ao plantio de árvores nativas da Amazônia Brasileira. Transformamos o ordinário em extraordinário, criando uma experiência continuada de preservação. Acreditamos e trabalhamos de acordo com os princípios fundamentais da deep ecology e os aplicamos na preservação da Amazônia Brasileira. A riqueza e a diversidade das formas de vida do nosso território têm valor intrínseco e devem contribuir para o bem-estar e florescimento da vida humana e não-humana sobre a terra. Somos interconectados e interdependentes da maior floresta do mundo. A partir dessa condição, produzimos e compartilhamos histórias e experiências, despertando a consciência profunda que está na base da transformação necessária para a vida do planeta hoje e do futuro. Promovemos os elementos materiais e imateriais da Amazônia Brasileira em benefício da floresta em pé. Nossa energia criativa e ações inovadoras são voltadas para este objetivo: a renda da venda de nossos produtos, os royalties da comercialização dos licenciamentos, as ações de advocassed e as doações que recebemos, transformam-se em devolutivas para a floresta. Os recursos são empregados no plantio de árvores frutíferas e tratamento de sementes, capacitação e renda para as comunidades e advocacy para o aperfeiçoamento de questões regulatórias e políticas públicas ambientais e culturais. Nossa política de transparência faz com que a experiência da preservação seja contínua e compartilhada com e por nossos públicos CURRÍCULO BOUGANVILLE PRODUÇÕES – PRODUÇÃO EXECUTIVA A Bouganville Produções é uma empresa especializada na elaboração, execução, consultoria, planejamento, gestão e prestação de contas de Projetos Culturais realizados através de Leis de Incentivo Nacional, Estaduais e Municipais, Fundos de Apoio à Cultura e Editais. Experiência a empresa vem Desde 2018 construindo sonhos, colaborando na formação de plateia e principalmente, respeitando e valorizando ações culturais em todo o território nacional. O QUE PENSAMOS A empresa tem como premissa, contribuir com o fortalecimento e o desenvolvimento da cadeia produtiva cultural, além de investir na relação de simbiose com seus clientes, sempre honrando o compromisso firmado. PROJETOS REALIZADOS CINE CIRCULAR BRASIL (2018) CTG Querência da Amizade: Passos Gaúchos em Terras Germânicas (2019) Incorpore (2021) CHAMA CULTURAL (2017) ARTEMOVIE (2020) CURRÍCULO MÁRCIA GIOVANA DA COSTA (Proprietária Bouganville) Formada em Violão Clássico pelo Instituto Carlos Gomes da cidade de Carazinho, e graduada em habilitação em Música pela Universidade de Passo Fundo e Pós-graduada em Arte-Educação pela mesma instituição além de Musicoterapia pela Universidade Federal de Pelotas. Durante 18 anos atuou mais diretamente na área da educação, ministrando aula na rede estadual do Rio Grande do Sul com a cadeira de História da Música e Didática da Música em curso de pedagogia. Concomitante, atuou como Regente e Preparadora vocal de Corais na região noroeste do estado, em específico nas cidades de Santa Rosa, Santo Cristo e Cândido Godói sendo responsável pelas apresentações destes corais no Natal Luz de Gramado de 1998 a 2001. De 1998 a 2004 foi sócia-proprietária do CEM – Centro Musical e Cultural na cidade de Santa Rosa, onde além de coordenadora do Centro, ministrava aulas de violão clássico, violão popular, técnica vocal e Iniciação Musical. No ano de 2005 fixou residência na cidade de Porto Alegre, onde continuou por mais 1 ano trabalhando na área pedagógica. Em 2006 começou a trabalhar na área cultural com consultoria para elaboração de projetos culturais via Lei de Incentivo à Cultura, em especial consultoria para projetos pela Lei da Cultura do Rs trabalhando em muitos municípios tais como: São Borja, Trindade do Sul, Tenente Portela, Sete de Setembro, São Pedro do Butiá, Santa Rosa, Bom Retiro do Sul, Palmitinho, Arroio do Meio, Frederico Westphalen, Jaboticaba, Alpestre, Planalto, Faxinalzinho, Itatiba do Sul, Pelotas e Porto Alegre. Concomitante à consultoria para elaboração de projetos via Isenção fiscal do estado do Rio Grande do Sul, foi aos poucos abrindo horizontes e deu início à também execução de projetos próprios no estado, como Coordenadora Geral, Produtora Executiva e Produtora Administrativa, tais como: Arte Movie Festival de Curtas edição I II e III; Festival Manuel Padeiro de Cinema e Animação edição I e II; Almanaque do Bicentenário de Pelotas; Tournée Musical Mulher Encanto edição I e II; Festival Canto Livre edição I II e III; Festival da Canção Cristo redentor da cidade de Alpestre; Festival Jaboticaba Canta da cidade de jaboticaba; Pelotas Jazz Festival edição I e II; Musicanto vai à Escola; Musicanto 26ªedição, projeto EAI- Encontro de Artes Integradas entre outros. Em 2010 aumentou o leque de atuação inserindo a consultoria, além de produção e execução de projetos via Isenção fiscal federal, ou seja, projetos executados pela Lei Federal da Cultura. Foram muitos projetos realizados até o momento nas mais diversas áreas culturais, tais como: área audiovisual: Cine Circular edição I, II e III; área dança- Dança Para todos e Incorpore edição I e II e Alpensöhne Aos Filhos dos Alpes, Vivenciando as Tradições- CTG Querência da Amizade Bom Retiro do Sul, Passos Gaúchos em Terras Germânicas, Vivenciando as Tradições, CTG Rincão dos Guararapes- Recife; área da Música: Musicalidade do Sul edição I e III; Encontro de Bandas Marciais; Tournée Orquestra de Bom Retiro do Sul; artes Integradas: Arte Mix, Cultura Sem Idade; área da Construção: Reforma Auditório São Carlos- Santa Catarina, Reforma do Auditório de Guatambu Santa Catarina, Reforma do Auditório de Faxinalzinho Rio Grande do Sul; Escultura: Construção Monumento aos Mártires na cidade de Nonoai.
Projeto encaminhado para avaliação de resultados.