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PRONAC 211752Apresentou prestação de contasMecenato

Ribeirão Vai ao Cinema 2022

CINECLUBE CAUIM
Solicitado
R$ 633,1 mil
Aprovado
R$ 633,1 mil
Captado
R$ 378,3 mil
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

Incentivadores (25)
CNPJ/CPFNomeDataValor
00517645000104Banco Ribeirão Preto S.A1900-01-01R$ 135,0 mil
***085058**Nelson Rocha Augusto1900-01-01R$ 40,0 mil
09609356000100GNATUS PRODUTOS MÉDICOS E ODONTOLOGICOS LTDA1900-01-01R$ 40,0 mil
55980148000121Hospital São Lucas S/A1900-01-01R$ 40,0 mil
43085349000186Homy Industria e Comercio de Produtos Quimicos LTDA1900-01-01R$ 24,0 mil
***588058**MARIA CLOTILDE THEREZINHA ROSSETTI FERREIRA1900-01-01R$ 22,0 mil
***204058**Odonio dos Anjos Filho1900-01-01R$ 15,0 mil
***219898**ODETE FRANCISCA DAS GRACAS SILVEIRA1900-01-01R$ 11,0 mil
***668918**TARCIO JOSÉ VIDOTTI1900-01-01R$ 10,1 mil
***452537**Aurilio Sérgio Costa Caiado1900-01-01R$ 10,0 mil
***463588**Bazileu Alves Margarido Neto1900-01-01R$ 7,5 mil
***415207**MARCELO CARNEIRO DA ROCHA1900-01-01R$ 7,0 mil
***270436**Robson Rocha1900-01-01R$ 5,0 mil
***633298**William Longo1900-01-01R$ 4,1 mil
***866058**Paola de Freitas Junqueira1900-01-01R$ 1,3 mil
***131188**Antonio Carlos Augusto Gama1900-01-01R$ 1,0 mil
***355698**Francisco César de Oliveira Santos1900-01-01R$ 1,0 mil
***735408**Adiel Mendonça Ramos1900-01-01R$ 1,0 mil
***834056**José Antonio Corrêa Lages1900-01-01R$ 1,0 mil
***713138**Maria Nazaré Jucatelli Ubida1900-01-01R$ 700,00
***617536**Vitor Hugo de Paula Carvalho1900-01-01R$ 517,54
***365688**Procopio Ribeiro da Silveira Neto1900-01-01R$ 420,00
***547018**CARMO ANTONIO FERMINIANO DE JESUS1900-01-01R$ 296,00
***268876**ANTONIO CARLOS LOPES PETEAN1900-01-01R$ 200,00
***441866**Harley Gonçalves da Silva Mendes1900-01-01R$ 150,00

Eficiência de captação

59.7%

Classificação

Área
—
Segmento
Difusão de acerv e conteúdo AV diver meios/suporte
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Projetos normais
Ano
21

Localização e período

UF principal
SP
Município
Ribeirão Preto
Início
2022-01-03
Término

Resumo

Ribeirão Vai ao Cinema 2022 é um projeto de Difusão de Acervo Audiovisual e de Formação de Público para o Cinema. Com duração de 1 ano, tem como objetivo dar acesso ao cinema a182.500 mil pessoas, através de730 Sessões de Cinema, apresentando ao público no mínimo 20 (Vinte) filmes (com foco no cinema nacional). Sera oferecidotransporte gratuito para parte do público, através de450 viagens. Como contrapartida Social o projeto contempla a realização de oficinas de audio visual para 1000 participantes. O projeto/Festival será realizado na Sede do Cineclube Cauim, Rua São Sebastião, nº 920, na Cidade de Ribeirão Preto - São Paulo

Sinopse

O projeto será desenvolvido em módulos e de acordo com a demanda levantada, durante os doze meses previstos para sua execução. Descrevemos os projetos potenciais, onde serão envolvidas as diversas entidades, garantindo uma participação ampla e dos diversos setores da sociedade. 1. Escola vai ao CinemaEste projeto consiste na principal ação a ser desenvolvida e visa dar acesso aos estudantes de uma forma geral, do ensino fundamental ao universitário, das escolas públicas às privadas, com apresentação de filmes específicos para cada uma das faixas etárias. Buscar-se- á dar um destaque maior à produção nacional. 2. O Bairro vai ao CinemaEste subprojeto prevê a atendimento da população dos bairros, através das suas associações, trazendo-as até o cinema para assistirem a filmes considerados clássicos e voltados para cada faixa etária específica. Também neste projeto prevemos a formação das lideranças dos bairros para serem agentes multiplicadores. Buscaremos sempre o estímulo a participação dos idosos e portadores de deficiência. 3. Cinema das Nações Exibição de ciclo de filmes, produzidos em países que tenham colônias de imigrantes em número expressivo na cidade e na região, como Alemanha, Itália, Portugal, Espanha, Japão, China e países árabes, por exemplo. 4. O Sindicato vai ao Cinema, com a participação dos diversos sindicatos da cidade, buscar apresentar temas de interesse de cada categoria, de forma a ser um elo entre a organização política e a cultura, trazendo por estas instituições setores que têm acesso reduzido ao cinema. 5. Descobrindo o Cinema, voltado para crianças em idade escolar, este projeto irá trazê-las até o cinema, como se fosse um passeio recreativo, com atividades recreativas extras, além da exibição de um filme compatível com a idade das crianças atendidas.

Objetivos

Objetivo Geral: O projeto prevê a realização gratuita de sessões de cinema, visando a inclusão social por meio da cultura. Com este projeto de difusão cultural, queremos preencher esta lacuna e possibilitar o acesso ao universo do cinema, para aqueles extratos da população que o fator renda acaba excluindo.Prioritariamente trabalharemos com o cinema brasileiro, objetivo fundamental das políticas culturais do governo federal. Cabe ressaltar que um dos focos do projeto é formar público para esta atividade, que na maioria das vezes é realizada com recursos oriundos dos impostos, através de renúncia fiscal. Objetivo especifico: Realização de 730 sessões gratuitas de cinema, para atender um publico de 182.500 mil pessoas e disponibilização de 450 viagens de onibus para parte dos participantes (com agendamento prévio de instituições de ensino e associações). Na contrapartida Social Oficinas de Audio Visual o objetivo é proporcionar capacitação em audiovisual, através de seminários que ocorrerão em 06 dias e serão replicados para 20 turmas com limite de 50 participantes em cada. Nestes seminários, cada turma participará de 6 oficinas, seguidas de filme relacionado a cada temática para capacitação e produção audiovisual com os seguintes temas: Introdução à História das Comunicações e do Audiovisual, Argumento e Roteiro, Escolha do Tema e Pesquisa, Planejamento e Pré-produção,Produção e Edição e Pós-produção. Cada oficina terá duração de 90 minutos e possibilitará a compreensão de saberes que levam à elaboração de um roteiro e sua posterior realização audiovisual. As oficinas atenderão um total de até 1000 participantes.

Justificativa

A proposta se enquadra nois incisos I,II, III, VIII E IX DO Art. 1º da Lei 8.313/91 serão alcançados os objetos dos incisos III do art. 3 Devida à gratuidade total das atividades oferecidas pelo Projeto, há a necessidade de obtenção de fontes de financiamento do mesmo. O Cineclube Cauim tem reconhecida expertise nesse tipo de Projeto e tem tradição de organizar variadas formas parcerias que sempre garantem o sucesso na execução dos mesmos. A Difusão de Acervo, a oferta ao público da oportunidade de acesso às obras cinematográficas, a divulgação das atividades cineclubísticas, a complementação da cadeia econômica da atividade cinematográfica no momento da fruição das obras e a ampliação da reflexão sobre o Cinema como Arte, Cultura e Lazer, justificam o acesso às fontes de financiamento da Lei de Incentivo. Ribeirão Preto apresenta uma das mais baixas taxas de analfabetismo entre os municípios do estado de São Paulo e do país, 98% da população em idade escolar (ensino fundamental) estão regularmente matriculadas. São ao todo mais de 100.000 jovens matriculados nos ensinos fundamental e médio. A infraestrutura escolar possui mais de 100 estabelecimentos de ensino fundamental, sendo 54 estaduais e 20 municipais, e 43 estabelecimentos de ensino médio. A qualificação da população de Ribeirão, medida em anos de estudos, está acima da média das outras cidades. Cerca de 42% da população tem mais de oito anos de estudos, sendo que 16,4% da população têm mais de 11 anos de estudo e 13% têm mais de 15 anos de estudos. Os anos de estudo dos chefes de domicílio deste município também demonstram um maior nível de educação formal desta população comparativamente ao constatado para a região e para o conjunto do estado. Enquanto no estado de São Paulo e na região de governo, os chefes de domicílio têm, em média, pouco mais de seis anos de estudo, Ribeirão Preto apresenta uma média de 7,6 anos de estudo dos chefes de domicílio. No entanto, apesar dos números apresentados, Ribeirão Preto possui problemas objetivos a serem enfrentados, pois este diferencial educacional, em relação ao país, não se traduz em acesso à cultura; principalmente pelo fator renda, a maior parcela da população não tem acesso às diversas manifestações e produtos culturais, especialmente à produção cinematográfica. Existem dados das operadoras das salas de cinema de Ribeirão Preto que indicam que apenas 10% da população vão frequentemente ao cinema, de um total de mais 700 mil habitantes. Com este projeto de difusão cultural, queremos preencher esta lacuna e possibilitar o acesso ao universo do cinema, para aqueles extratos da população que o fator renda acaba excluindo. Prioritariamente trabalharemos com o cinema brasileiro, objetivo fundamental das políticas culturais do governo federal. Cabe ressaltar que um dos focos do projeto é formar público para esta atividade, que na maioria das vezes é realizada com recursos oriundos dos impostos, através de renúncia fiscal. O objetivo é dar acesso ao cinema a 182.500 mil pessoas, incluindo os mais de 100 mil jovens dos ensinos fundamental e médio, bem como abrir possibilidade para os alunos universitários (20 mil) e a população em geral, através deste projeto. Com base na experiência do Cineclube Cauim, queremos, com a realização de debates e discussões, incluir uma grande parcela da população que não frequenta o cinema e não o tem como um instrumento de acesso cultural, seja da cultura nacional ou em relação à diversidade cultural mundial. Com certeza é muito difícil conhecer a cultura da China ou da Alemanha lá na sua origem, mas o cinema pode facilmente cumprir este papel; o universo da literatura brasileira pode ser também apresentado através do cinema, uma vez que grande parte da nossa produção é baseada em livros. O projeto prevê atender a diversidade de público, em todas as faixas etárias, todas as faixas sociais, funcionando de fato como elemento de popularização do cinema. Com ênfase para população de baixa renda, o projeto pretende contribuir para o atendimento do que estabelece a LDB da educação, no que tange as atividades complementares que podem totalizar até 20% da carga horária.

Especificação técnica

Serão realizados, ao longo do Projeto,730 sessões de cinema em oportunidades em que Agenda, Programação e Calendário suscitem e permitam. Os envolvidos nessa atividade de divulgação e estímulo à reflexão serão os militantes do cineclubismo, associados e amigos do Cauim. Há uma pequena previsão de gastos nessa atividade, conforme destacado no Orçamento.

Acessibilidade

Todos os projetos serão desenvolvidos na sala de cinema do antigo Cine Bristol, um dos poucos cinemas de rua que não mudaram suas características. Com acesso direto a rua São Sebastião, o Cauim possui estrutura adequada para o acesso de idosos e portadores de deficiência. Somado a experiência do Cauim em trabalhar com as diversas entidades que cuidam destas questões, certamente o projeto dará o acesso necessário previsto na legislação. O cinema tem capacidade para 675 pessoas. Foi inaugurado na década de 1970 e feito com as características de “Stadium”, hoje considerado o melhor formato para sala de exibição de cinema. O antigo Bristol encontra-se no centro da cidade, e mantê-lo em funcionamento significa estar sintonizado com os esforços dos poderes públicos e privados para revitalizar o centro da cidade de Ribeirão Preto (SP). Para sua reinauguração em fevereiro de 2004, foram realizadas várias adequações e reformas, dotando o espaço de poltronas confortáveis, novo ar-condicionado adequado ao espaço, novo sistema de som e projeção (Som Dolby Stéreo Digital e projeção em película e digital - HD), oferecendo as mesmas condições de todas as salas de exibição de última geração, com o diferencial da tela de exibição de 15 metros, uma das maiores do Brasil. Recuperar e manter o Cine Bristol, hoje sala de cinema do Cineclube Cauim, também é resgatar uma parte da história da nossa cidade e da região, pois durante muitos anos este cinema foi o grande ponto de encontro de várias gerações. Com o avanço das televisões a cabo, vídeos e mais recentemente o DVD, houve uma redução do seu público, agravado ainda pela inauguração de vários cinemas nos quatro shoppings da cidade. Colocá-lo a disposição do imenso contingente populacional estudantil é uma ação extraordinária de política cultural e pedagógica. Esta é de fato a grande parceria que estamos propondo ao Parceiro. O projeto “Ribeirão Preto Vai ao Cinema 2022” coloca um espaço recuperado e totalmente adequado e acessível à exibição de cinema como suporte para uma ação concreta de parceria com a iniciativa privada. O objetivo, portanto, é ampliar o conhecimento da população sobre cinema, particularmente o brasileiro, formando plateia e dando acesso também à população idosa e portadora de deficiência a um produto cultural realizado com recursos públicos e que tem sido assistido apenas por uma parcela pequena da população. Além do acima citado, já adequando nosso projeto à legislação mais recente, todas as sessões terão Legendagem descritiva, e em algumas, ou ao menos uma, haverá Audiodescrição, o mesmo ocorrendo com a Língua Brasileira de Sinais (LIBRAS). Fundamentalmente, este é um projeto de difusão cultural e formação complementar dando acesso de forma gratuita a um bem cultural que não pode ficar restrito a uma minoria. Contrapartidas Sociais, será realizado uma turma das oficinas de audio visual para deficientes auditivos, que contará com interprete de libras e Legenda descritiva para os filmes relacionados as oficinas

Democratização do acesso

Garantir o acesso gratuito a população em geral e alunos e professores das redes publicas de ensino, a 730 sessões de cinema, com média de 250 participantes por sessão o projeto pretende atender um total de 182.500 mil pessoas. O Projeto ainda contemplara 20 turmas para oficinas de capacitação em audiovisual que ocorrerão em 06 dias com limite de 50 participantes. Cada turma participará de 6 oficinas seguidas de filme relacionado a cada temática para capacitação e produção audiovisual com os seguintes temas: Introdução à História das Comunicações e do Audiovisual, Argumento e Roteiro, Escolha do Tema e Pesquisa, Planejamento e Pré-produção,Produção e Edição e Pós-produção. Cada oficina terá duração de 90 minutos e possibilitará a compreensão de saberes que levam à elaboração de um roteiro e sua posterior realização audiovisual.O projeto será oferecido presencialmente no Município de Ribeirão Preto e atenderá um total de até 1000 participantes. Desde os primordios todas as formas de manifestação artistica foram fundamentais e determinantes na formação das civilizações, portanto nossas palestras divulgarão amplamente a cultura e a arte, motivando e suscitando nos participantes a importancia das manifestações culturais na formação de todos, principalmente as crianças e jovens, pois a arte e a cultura abrem nossas mentes para o conhecimento e o entendimento das relações humanas, propiciando um mundo mais igualitario e menos totalitario. As atividades serão ministradas por profissionais da aréa e Professores os responsaveis pelas oficinas são REINALDO JOSÉ VOLPATO e MARCO AURÉLIO LUCCHETTI

Ficha técnica

Produtor Executivo Odônio dos Anjos Filho Formação Acadêmica- Curso superior de Agronomia, UNESP, Jaboticabal - SP, 1984. - Pós - graduação em Economia de Empresas – FGV – São Paulo, 1995. · Trajetória Profissional - Coro Cênico Cororoco Jaboticabal – SP – 1981 a 1984 - Montagem e apresentação de 6 espetáculos – trabalho de produção com os maestros Samuel Kerr e José Luís da Silva - Conjunto Musical “The Lirius” Jaboticabal – SP – 1984 - Trabalhos de produção - Programa de Televisão Boca Livre Ribeirão Preto – SP – desde 1996 – Apresentação e produção do programa semanal de entrevistas no canal da cidade - Conjunto de Percussão Toque da Lata Ribeirão Preto – SP – Trabalhos de produção - Cineclube Cauim Ribeirão Preto – desde 1996 - Curadoria em diversas mostras de cinema e cultura - Sociedade Artística coro Cênico Bossa Nossa Ribeirão Preto – SP – desde 2002 – Diversos trabalhos de curadoria e produção - Sociedade Artística coro Cênico Bossa Nossa Ribeirão Preto – SP Organização, Produção e Curadoria do I (2007), II (2008), III (2009), IV (2010) e V (2011) Encontros Brasileiros de Coro Cênico Resumo das atividades Curador, Produtor e Administrador de empresas e entidades da área cultural, participou na produção de diversos eventos e projetos da área cultural, tais como: Mostra de Cinema Paulista (2007 a 2010) em Ribeirão Preto - SP; Ribeirão vai ao Cinema – projeto com a apoio da Lei Rouanet (2004 a 2011 – Ribeirão Preto; Feira do Livro de Ribeirão Preto – de 2002 a 2011; A Escola vai ao Cinema – de 2004 a 2011 – Ribeirão Preto – SP; Virada Cultural Paulista – Edição Ribeirão Preto – 2009 e 2010. Assistente de Produção Fernando José da Silva - Formação Superior – Faculdade de Ciências Sociais de Araraquara – UNESP –São Paulo. Atividade Atual – Coordena o Cineclube Cauim desde sua fundação, em 1979, sendo que falar sobre o Cineclube Cauim é falar sobre o seu trabalho à frente da entidade que por mais de 25 anos promove a cidadania através da Cultura. Inicialmente, montou várias peças de teatro, em seguida foi o precursor das salas de cineclube em 35 mm, tendo fundado, em Ribeirão Preto, os cineclubes Cauim e CineArteAnglo, além do Oscarito e Elétrico, em São Paulo. Na década de 1980, foi responsável pela formação de 33 cineclubes no interior do Estado de São Paulo. Produziu diversos vídeos, co-produziu filmes de curta e longa duração. Editou livros de vários autores da região de Ribeirão Preto. Promoveu centenas de oficinas culturais, onde destacamos a formação da Oficina Cultural Cândido Portinari, em Ribeirão Preto, em convênio com o Governo do Estado de São Paulo, formando diversos professores. Promoveu ainda debates abertos ao público na região de Ribeirão Preto, como a série “CAUIM Discute a Constituinte”, com a participação de todos os partidos políticos.Mais recentemente produziu o programa, em rede nacional, Stúdio Brasil, pela Rede Mulher de televisão e atualmente, há onze anos, produz o programa Boca Livre, pela TV Local de Ribeirão Preto (canal 20) e o programa “Papo com o Doutor”, apresentado pelo jogador de futebol Sócrates – TV Thathi (canal 22); edita a revista o III Berro; coordena o projeto Agência Cultural Banco Ribeirão Preto, no bairro da Vila Virgínia, que trabalha com jovens e adolescentes, com apoio do Ministério da Cultura - MinC; coordena os espaços culturais Templo da Cidadania, onde funcionam um Ponto de Cultura do MinC e também uma Agência Cultural (MinC); além do apoio aos projetos associados Santa Elisa e Débora Duboc, dedicados ao teatro, coro cênico e cinema; coordena uma sala de cinema de 808 lugares onde realiza projetos de popularização do cinema, também com apoio do MinC, que já levou milhares de pessoas gratuitamente ao cinema de 25 cidades da região.Na área de educação se destaca na formação de jovens para o trabalho, tendo realizado em convênio com a FUNDET – Fundação de Educação para o Trabalho da Prefeitura Municipal de Ribeirão Preto a formação de centenas de jovens vinculados aos programas de formação da entidade, promovendo capacitação profissional e de Cidadania; na área de informática também tem realizado diversos cursos profissionalizantes no seu centro de inclusão digital; na área do audiovisual tem formado alunos e professores da rede pública de ensino, com destaque a capacitação de professores para utilização do audiovisual como ferramenta pedagógica, formando 1.400 professores da rede pública de ensino de Ribeirão Preto e região, no Projeto “A Escola vai ao Cinema”. Palestrante MARCO AURÉLIO LUCCHETTI Nasceu em 19 de maio de 1961, em Ribeirão Preto (SP) Morou em São Paulo (1966-1972), Rio de Janeiro (1972-1982) e Ribeirão Preto (1982-1995). Atualmente, reside em Jardinópolis É licenciado em Letras pela Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras “Barão de Mauá” É Mestre em Ciência da Comunicação pela Escola de Comunicação e Artes (ECA) da USP É Doutor em Artes – Cinema pela ECA da USP Escreveu mais de 400 livros de bolso de Western, Policial e Espionagem para as editoras Cedibra (Rio de Janeiro) e Fittipaldi (São Paulo) Traduziu diversos livros para as editoras Fittipaldi, Maceca e Texas (São Paulo) Foi colaborador dos jornais Evidência e Diário da Manhã (Ribeirão Preto), dos fanzines Jornal da Gibizada (Maceió), Greystoke, Fon-Fon, Fanzim (Porto Alegre), especial do Mirim Clube do Brasil (Niterói), B Zine (Rio de Janeiro), Mocinhos e Bandidos (São Paulo) e das revistas FZ Revistas (Porto Alegre), Cinemin (Rio de Janeio), Calafrio, Mestres do Terror, Comix Book Shop Magazine (São Paulo) e Vide Vídeo (Ribeirão Preto) Colabora na revista Olhar (publicação da Universidade de São Carlos) Teve artigos seus publicados na Revista da USP É autor dos livros: A Ficção Científica nos Quadrinhos (São Paulo, GRD, 1991), As Sedutoras dos Quadrinhos (São Paulo, Opera Graphica, 2001), No Reino do Terror de R. F. Lucchetti (São Paulo, Opera Graphica, 2001), Desnudando Valentina (São Paulo, Opera Graphica, 2005), e O Quadrinho de Emir Ribeiro (a sair proximamente) Deu diversos cursos de Quadrinhos e Cinema na Oficina Cultural “Cândido Portinari” (Ribeirão Preto) e na Oficina Cultural “Sergio Buarque de Holanda” (São Carlos) A convite da Profa. Dra. Jerusa Pires Ferreira, deu algumas palestras na ECA da USP (curso de Jornalismo) e na PUC (colóquio “Visualidade e Horror”, realizado em 1998) É professor do Centro Universitário “Barão de Mauá” (cursos de Tradutor de Inglês de Audiovisual) Cursou até o terceiro ano do curso de Engenharia Civil É formado em Inglês pela Cultura Inglesa de Ribeirão Preto De 1999 a 2002 deu aulas de Língua Portuguesa nos cursos de Publicidade & Propaganda e Jornalismos do Centro Universitário “Barão de Mauá” Trabalha desde 1999 no Centro Universitário “Barão de Mauá” como Professor Titular de Língua Portuguesa (Curso Tradutor de Inglês). Desde 2007 é professor de Adaptação em Multimeios (Curso de Audiovisual) Foi entrevistado diversas vezes pela TV Ribeirão e EPTV (Ribeirão Preto) Os jornais: O Globo, Jornal do Brasil (Rio de Janeiro), O Estado de S. Paulo (São Paulo), Correio Brasiliense (Brasília) já escreveram diversos artigos sobre seu trabalho e/ou entrevistaram-no. As revistas Isto É, Playboy e Set também já comentaram seu trabalho Deu algumas entrevistas para a TV THATHI (Ribeirão Preto). A última delas para o programa Papo com o Dr., apresentando pelo Sócrates (fevereiro de 2008) Palestrante REINALDO JOSÉ VOLPATOTelefones - + (055) 17 99771 4504 E-mail: reivolpato@tausaudiovisuais.com.br Data de nascimento: 17.03.1951 - RG 5.075.361–7 SSP-SP - CPF 677.624.928–87 Registro Profissional DRT nº. 1.250 (Diretor Cinematográfico Diplomado) SINDCINE: sócio 619 (Diretor Cinematográfico) SINRAD SP: sócio 18.586 (Diretor de Programa) Descrição resumida da carreira: Reinaldo VolpatoCineasta formado pela Escola de Comunicações e Artes da Universidade de São Paulo em 1975, com especialização em Técnicas de Som e Sonoplastia. Participou de trabalhos curriculares como assistente de produção (“O Fim” de Elie Politi - 1972), diretor de produção (“Hay Fiesta?” de Adilson Ruiz, Salma Buzzar e Júnior Carone - 1973), roteirista, diretor e montador (“Doces e Salgados”, juntamente com Alain Fresnot - 1973 e “Bóias Frias” - 1974) e repórter (“O Trem” de Wagner Carvalho e “Alegres Tropeços” de Adilson Ruiz - 1974). Iniciou sua carreira profissional ainda na condição de estudante como técnico de som (“Compositores do Festival Abertura” da Rede Globo de Televisão e “Habitação” da Futura Filmes - 1974 e “Desemprego Rural” da Rede Globo de Televisão - 1975), montador (“Baía de Santos”, Raiz Produções - 1974), diretor (“CETESB Institucional, “Rio Paraíba” e “Rio Tietê” da Raiz Produções - 1975) e repórter (“Hora da Notícia” programa jornalístico diário da TV Cultura, sob direção de Vladimir Herzog - 1975). É administradorda Taus Produções Audiovisuais Eireli. Em 1976 participou como diretor, roteirista e montador do Ciclo Cinema de Rua que, sob a inspiração e orientação de João Batista de Andrade, realizou série de filmes curtos em 16mm, p & b, abordando questões relativas às condições de vida dos moradores da periferia da Região Metropolitana de São Paulo: “Restos”, “Ambulantes”, “Pau para toda Obra”, “Buraco da Comadre”, “Herança”, “Domingo em Construção”, “Ônibus” e “Trabalhadores Rurais”. O Cinema de Rua ganhou os prêmios DiómedesGramacho e Especial do Júri na Jornada Brasileira de Curta Metragem e o documentário “Pau para toda Obra” ganhou o prêmio Melhor Filme no Festival do Cinema da Aliança Francesa, dando a seu diretor Reinaldo Volpato uma viagem à França com direito a estágio e apresentações de seus filmes, seguidas de debates, em diversos auditórios. Ainda em 1976, foi convidado a participar como montador da equipe que criou o departamento do Programa Globo Repórter em São Paulo, coordenada pelo editor-chefe Fernando Pacheco Jordão. Nesta função ficou contratado pela Rede Globo de Televisão (programas Globo Repórter, Domingo Gente e Jornal Hoje) durante três anos, continuando free-lancer até 1982. Ao mesmo tempo, como sócio-proprietário da Gira Filmes foi diretor de filmes curtos (“Pergunta de Amor” e “Paixão Maria”), roteirista (“Idemtidade” e “A Visita de Oxossi”), montador (“Gilda”, “Oro”, “Afundação do Brasil” e “A Voz do Brasil”, esses dois últimos ganhadores do Prêmio Glauber Rocha – Renovação da Linguagem na Jornada Brasileira de Curta Metragem – 1980/81). Foi montador free-lancer de vários curtas (destaque para “Greve” de João Batista de Andrade) e quatro longas (“À Caminho das Índias” da Gira Filmes, “O Bandido Antonio Dó” da Filmes do Serro, “Certas Palavras com Chico Buarque” da Thomaz Farkas Produções e “Os Mücker” da Stopfilm). Fez parte da diretoria da Associação Brasileira de Documentaristas – ABD/SP. Em 1980 assinou contrato com a Embrafilme para realização de seu longa-metragem “ABRASASAS” (argumento, roteiro, direção e montagem), que teve o argumento e o roteiro selecionados na primeira (332 concorrentes) e na segunda (44 concorrentes) fases do Programa de Desenvolvimento de Projetos - PDP. O filme foi rodado em São José do Rio Preto - SP em 1982, finalizado em 1984 e lançado no ano seguinte em São Paulo, no CINESESC, fazendo carreira em cinemas de todo o País. Ganhou os prêmios Espírito Carioca e Melhor Som no Rio Cine Festival e prêmios Governador do Estado de Autoria, Melhor Som, Melhor Ator Coadjuvante e Melhor Direção de Arte. Na primeira metade da década de 80 continuou realizando trabalhos de montagem de filmes de curta-metragem (destaque para “O que Move?” de Bhig Nilson Villas Bôas, prêmio de Melhor Filme, Melhor Montagem e Melhor Trilha Sonora no Festival de Brasília do Cinema Brasileiro) e documentários especiais para televisões alemãs com direção de Jorge Bodansky, Wolf Gauer e Florian Pfeiffer entre outros. Criou e dirigiu o espetáculo “Cinema é Mais” exibido durante a Mostra de Arte Independente do SESC. Foi presidente da Associação Paulista de Cineastas - APACI na gestão 1985/86 e nesta condição participou, representando o Brasil, do Festival de Cinema de Havana, em Cuba. Em 1985 foi contratado como editor pela Assessoria de Comunicação Social da Secretaria do Interior do Estado de São Paulo, passando a diretor do “RTC Interior”, série de 20 programas de 1 hora sobre a implantação de projetos comunitários governamentais e particulares, que foi ao ar pela TV Cultura. Em 1987 foi Diretor de Produção do longa-metragem “Lua Cheia” de Alain Fresnot. Criou a Taus Filme Vídeo Produções e roteirizou, dirigiu e montou juntamente com Romildo Sant´Anna o curta metragem “CANABRABA - A Necessidade da Expressão”, prêmio EMBRAFILME de roteiro de Curta Metragem e prêmios de Melhor Filme e Melhor Trilha Sonora no Rio Cine Festival. Produziu e dirigiu uma série de 4 vídeos sobre implantação de projetos da Fundação para o Desenvolvimento da Educação - FDE (destaque para “Semente em Solo Fértil” e “Jornada Única”). A partir de 1988 realizou como roteirista, diretor, produtor e editor, série de vídeos institucionais para empresas e indústrias como CETESB, Editora Abril, Case do Brasil, Anhembi, EMTU, LBA, COSESP, Secretaria de Estado do Meio Ambiente (três vídeos para a ECO-92), Secretaria de Estado da Educação, INBRAARMOR, AIAA, Ciba-Geigy. Assessorou a implantação da TV Pernambuco (Recife - PE), e programas musicais como “Raízes” e “Rede Brasil” da TV Record. Em 1992 roteirizou, dirigiu e editou série didática do Dr. Flair José Carrilho para o Hospital Osvaldo Cruz de vídeos sobre laparoscopia. Co-dirigiu “Duelo dos Deuses” com Pedro Vieira (Prêmio de Melhor Vídeo do Festival da Fotóptica/Vídeo Brasil e Menção Honrosa no FEST-RIO). Editou o vídeo “Como Dança São Paulo” de Aloysio Raulino. Montou o programa piloto de TV realizado em película 16mm “A Cidade e o Corpo” de Chico Botelho (Prêmios de Melhor Filme e Melhor Documentário Cultural no Guarnicê de Cinema e Vídeo do Maranhão, Melhor Filme 16mm e Prêmio Kodak de Incentivo 16mm no Festival de Gramado e Prêmio de Melhor Fotografia na Jornada Brasileira de Curta Metragem de Salvador). Em 1993 ministrou série de cinco cursos para professores da Rede Oficial de Ensino - DRE/Bauru, com o título “Visura Crítica: Cinema, Telejornalismo, Videocomunicação”. No segundo semestre, entre outros trabalhos dirigiu vídeos institucionais, montou o trailler para o lançamento do longa-metragem de Walter Rogério “Beijo 2348/72” e dirigiu e editou o vídeo-documentário “Os Novos Fotógrafos do Cinema Paulista”, sobre a tese de doutorado do cineasta Chico Botelho. Realizou o vídeo-documentário “Linhas Tortas” (argumento, roteiro, direção) Prêmio Estímulo para Roteiro de Vídeo-Tape 1993 da Secretaria de Cultura do Estado de São Paulo. Criou e dirigiu os programas de tele-educação “Medic News” e “TV Hosp” ambos para a LM Comunicações. Até maio de 1994 foi representante da Associação Paulista de Cineastas - APACI e da Associação Brasileira de Cineastas - ABRACI junto ao Ministério da Cultura e nesta condição fez parte do júri de seleção de projetos de realização de filmes de longa, média e curta metragens. Dirigiu o documentário “População Brasileira: Histórias e Mitos” para a Argumento Produtores Associados (exibição no HABITARE, Congresso sobre Populações, da ONU, no Cairo/Egito, setembro de 1994); dirigiu dezenas de vídeos institucionais produzidos pela TV 1 Comunicação (destaque para empresas como Rhodia, Carrefour, Ineepar, Solvay do Brasil, Datasul, Fink, Antártica, Localisa) onde dirigiu também “Os Doutores da Alegria” e “Doutor Liborne”, programas “Gente Que Faz”, exibidos pela Rede Globo de Televisão. Montou o documentário “Profeta das Cores” de Leopoldo Nunes (Prêmio Melhor Documentário no Festival de Brasília do Cinema Brasileiro 1995). Dirigiu e editou comercial e makingof do curso de reciclagem profissional “Novas Tecnologias para Cinema e Vídeo” e foi jurado do “Concurso de Roteiro para Filmes de Longa Metragem”, projetos patrocinados pela Secretaria Municipal de Cultura de São Paulo. Foi gerente e diretor da VCR Cine Vídeo Eventos. Trabalhou como consultor da área de comunicação da Secretaria de Estado da Educação-SP entre junho de 96 e janeiro de 98, onde supervisionou a realização de série de 20 vídeos pedagógicos. Dirigiu o projeto “História da Música Brasileira”, série de 15 programas para televisão patrocinada pela TELEBRÁS que foi ao ar pela TV Cultura em 1999/2000/2001 e pela TV Brasil 2008/2009. Em parceria com Rubens Xavier, escreveu o roteiro para filme de longa metragem “A Guerra dos Vizinhos” (Prêmio de melhor roteiro na Mostra do Cinema Brasileiro de Ribeirão Preto – SP). Participou como colaborador (leitura crítica) da tese de livre-docência "A Moda É Viola – Ensaio do Cantar Caipira" do Prof. Dr. Romildo Sant'Anna. Dirigiu e produziu o vídeo "Língua de Trapo ao Vivo - 21 Anos na Estrada". Escreveu o projeto de longa metragem “Vinte Anos Delira” sobre a história da música paulista de vanguarda e continua trabalhando sobre o tema Cultura Caipira de Raízes, desenvolvendo o projeto de série para televisão “A Moda É Viola”, o projeto multimídia "Fala Alto Viola" e o espetáculo “Viola Turbinada”, distinguido como um dos cem melhores eventos dos últimos oito anos pela Revista Bravo!, 2006. Escreveu o argumento para filme de longa metragem “Cornélio Pires - Um Caipira Iluminado". Dirigiu o programa "Viola, Minha Viola" da TV Cultura em 2000 e dirigiu o programa semanal “Araçatuba Meu Amor” exibido pelo SBT. Montou os longas-metragens "Rua Seis Sem Número" de João Batista de Andrade (exibido no Fórum Principal do Festival de Berlim, Alemanha) e “De Passagem” de Ricardo Elias (5 Prêmios no Festival de Gramado 2004, inclusive Melhor Filme do Júri e Melhor Filme da Crítica, Melhor Filme Brasileiro na Mostra Internacional de Cinema de São Paulo, Melhor Montagem e Melhor Figurino no Festival de Cinema de Maringá). Em 2002 e 2003 dirigiu série de 12 vídeos para o projeto “Circuito Gestão” da Secretaria de Estado da Educação e para a GAL Consultoria. Produziu e montou o documentário de longa metragem "O Profeta das Águas" de Leopoldo Nunes (Prêmio de melhor filme de longa metragem no VIII Festival Internacional de Cinema Ambiental – Goiás e prêmios de melhor diretor, melhor documentário, melhor longa metragem e melhor filme do Festival de Cinema Ambiental de Pacoti – Ceará e prêmio melhor filme tema água no ECOCINE, São Paulo, todos em 2006) e do curta-metragem ficção “Incompatibilidade de Gênios” de Farid Tavares, ambos produzidos pela Taus Produções Audiovisuais. Montou o filme de curta-metragem “A Lata” de Leopoldo Nunes (prêmio UNICEF e Especial do Júri no Festival de Brasília 2004), “Anjo Alecrim” (Prêmio de melhor trilha sonora, melhor filme, melhor direção no Festival de Cinema de Goiás – 2006) e “Café com pão, manteiga não...” de Viviane Louise (Prêmio ABD no Festival de Goiás – 2008). Escreveu o roteiro do documentário “Bambu Rei”. Foi Gerente Executivo de programação e Gerente Regional de São Paulo da Diretoria de Programas e Conteúdo da TV Brasil em 2007/08/09. Em 2010 dirigiu o vídeo institucional “Fundação PierinoMassenzi” para a Prefeitura de São Bernardo dos Campos e montou o documentário de longa metragem “Cubatão: A Volta do Guará Vermelho” de João Batista de Andrade. Em 2013 integrou o júri do Festival de Música Sertaneja Raiz de Botucatu e dirigiu, roteirizou e montou a série institucional de 8 filmes curtos “Mathias, o Viking” para as empresas Fishery Market e Mathias Biorg, da Noruega. Produziu em 2017 a Mostra Ecofalante de Cinema Ambiental de Rio Preto (exibição de 52 filmes internacionais) e, em 2018, a Mostra Cinema Brasileiro Século 21 CEU das Artes (exibição de 32 filmes brasileiros de longa-metragem). Escreveu, produziu, montou e dirigiu o longa metragem "Estranhas Cotoveladas” (em lançamento). Participou em 2021 como diretor e curador do projeto Festival Multicultural ABRASASAS.

Providência

Projeto encaminhado para avaliação de resultados.

2025-01-01
Locais de realização (1)
Ribeirão Preto São Paulo